Centro de Informação Europeia Jacques Delors publica vídeo do Gobius com dicas simples de economia e meio ambiente.
Nos passos da sustentabilidade
Marca lança programa de reciclagem de calçados esportivos
Todos os anos são consumidos 800 milhões de pares de sapatos no Brasil. Desse número, 120 milhões correspondem a calçados esportivos. Imagine quantos deles, já sem condições de uso, são descartados de forma inadequada na natureza.
Com o objetivo de mudar essa situação, um programa voluntário inédito no país visa o reaproveitamento desses calçados, já de olho nos grandes eventos do esporte que vêm por aí. Saiba como participar e fazer a sua parte!
Sabe aquele tênis velhinho que você tem guardado e que, de tão gasto, não tem nem como ser doado?
Sabe aquele tênis velhinho que você tem guardado e que, de tão gasto, não tem nem como ser doado?
Pensando nisso, a Adidas criou o Pegada Sustentável, um programa que troca o seu par inutilizado por brindes superbacanas, como ingressos para o Museu do Futebol.
É só levá-lo a uma loja da marca em São Paulo. A partir de abril, a iniciativa deve ser estendida a todo o Brasil.
Como funciona? Da loja, os tênis descartados serão encaminhados a uma empresa de logística reversa.
Como funciona? Da loja, os tênis descartados serão encaminhados a uma empresa de logística reversa.
Lá, são descaracterizados e os resíduos provenientes são cem por cento aproveitados para alimentar fornos de cimento.
“Dessa forma, evitamos que esses produtos, ao final de seu ciclo de vida, sejam jogados em mares, rios e aterros”, garante Fabiano Lima, diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Adidas Brasil.
O Pegada Sustentável é o primeiro projeto do tipo realizado no país e, além da redução do lixo despejado no meio ambiente, visa conscientizar o consumidor de dar um destino correto aos seus pertences fora de uso.
O Pegada Sustentável é o primeiro projeto do tipo realizado no país e, além da redução do lixo despejado no meio ambiente, visa conscientizar o consumidor de dar um destino correto aos seus pertences fora de uso.
“É uma forma de incentivar as pessoas a tomarem uma atitude correta”, diz Lima.
Como avaliar se um hotel é sustentável
Possíveis categorias perante a Sustentabilidade
O que avaliar
Quais ações um empreendimento deve ter para ser sustentável? Abaixo uma lista de algumas ações que podemos observar se são ou não adotadas.
Quais ações um empreendimento deve ter para ser sustentável? Abaixo uma lista de algumas ações que podemos observar se são ou não adotadas.
Mas lembre-se, nem todas as ações possíveis estão aqui descritas e nem todos os estabelecimentos necessitam aplicar todas as atividades listadas para serem sustentáveis, isso depende de sua localização, estrutura e outros.
Pedimos, se possível, que você imprima essa lista (que tal usar o verso de uma folha usada?) e leve em sua viagem e na volta nos conte em que hotel ficou e quais requisitos ele atendeu.
Pedimos, se possível, que você imprima essa lista (que tal usar o verso de uma folha usada?) e leve em sua viagem e na volta nos conte em que hotel ficou e quais requisitos ele atendeu.
Assim você estará incentivando que os empreendimentos realizem ações sócio-ambientais e estará ajudando aqueles que já praticam essas ações.
O relatório The Sins of Greenwashing, realizado pela consultoria TerraChoice Environmental Inc., listou os sete pecados do greenwashing. Segundo o estudo de 2010, em um ano o número de produtos que se dizem verdes subiu 73%. Veja como reconhecer um pecador:
1. Pecado do Custo Ambiental Camuflado
Rótulo destaca uma qualidade “verde” do produto e esconde outras características que podem representar uma perda ambiental maior. Ou seja, ao pesar na balança, o malefício não-anunciado é maior que o benefício anunciado.
Pergunte-se: o apelo ecológico está se referindo a apenas uma questão ambiental restrita?
2. Pecado da Falta de Prova
Faltam dados que provem que o produto é correto ambientalmente e as informações não são acessíveis (nem no local de compra, nem na internet). Por exemplo: eletrodomésticos que dizem ser eficientes, porém não têm certificação confiável. Se um produto diz que é uma coisa, deve comprovar.
1. Pecado do Custo Ambiental Camuflado
Rótulo destaca uma qualidade “verde” do produto e esconde outras características que podem representar uma perda ambiental maior. Ou seja, ao pesar na balança, o malefício não-anunciado é maior que o benefício anunciado.
Pergunte-se: o apelo ecológico está se referindo a apenas uma questão ambiental restrita?
2. Pecado da Falta de Prova
Faltam dados que provem que o produto é correto ambientalmente e as informações não são acessíveis (nem no local de compra, nem na internet). Por exemplo: eletrodomésticos que dizem ser eficientes, porém não têm certificação confiável. Se um produto diz que é uma coisa, deve comprovar.
Pergunte-se: o apelo fornece mais informações sobre sua proveniência?

3. Pecado da Incerteza
Quando o consumidor não entende a informação passada e confunde significados. Alguns exemplos estão nas expressões “natural” (arsênio, urânio e mercúrio são naturais, mas venenosos) e “amigo do meio ambiente ou ecologicamente correto” (pedem uma explicação complementar – afinal, ecologicamente correto, por si só, não quer dizer muita coisa). Segundo a pesquisa, é o pecado mais comum entre os produtos brasileiros – representa 46% de todos cometidos por aqui.
Pergunte-se: o apelo ambiental é autoexplicativo? Se não, apresenta alguma explicação sobre seu significado?
4. Pecado do Culto a Falsos Rótulos
O produto transmite a impressão errada quando parece que tem um selo confiável e não tem – tipo desenhos de uma arvorezinha ou de um planeta fofo que estão ali só para “encher linguiça” e podem confundir o consumidor.
Pergunte-se: o certificado apresentado pelo produto é realmente endossado por terceiros?
5. Pecado da Irrelevância
Quando é dado destaque para informações que não são importantes ou úteis na busca do consumidor. Ou seja, o rótulo distrai e pode fazer com que a pessoa deixe de procurar opções melhores. Um exemplo citado no estudo é quando uma embalagem traz a mensagem “não contém CFC” como se fosse um diferencial (a substância foi banida por lei há anos).
Pergunte-se: poderiam todos os produtos desta categoria apresentar o mesmo apelo?
6. Pecado do “Menos Pior”
O benefício ambiental do produto pode até ser verdadeiro, mas esconde o impacto da sua indústria como um todo. Por exemplo, pesticidas que se apresentam como ecologicamente corretos. No Brasil, a pesquisa não encontrou produtos que comentem este pecado – e no resto do mundo a incidência também foi pequena.
Pergunte-se: o apelo tenta fazer o consumidor se sentir mais “verde” em relação à categoria de um produto que tem seu benefício ambiental questionado?
7. Pecado da Mentira
Como o nome diz, a informação passada é falsa. O segmento de cosméticos e higiene pessoal foi o que mais apresentou apelos mentirosos no estudo. Brasil e Canadá foram os mais pecadores nesse quesito.
Pergunte-se: quando checo o apelo feito, ele é verdadeiro?
Certificações existentes
Possuir uma certificação não significa ser sustentável e sim que o empreendimento possui ou esta desenvolvendo algumas atividades que fazem parte do rol de atividades da sustentabilidade.
Além disso existem no mercado muitas “certificações” ou “selos verdes” que não passam de formas fáceis de ganhar dinheiro das empresas e dos consumidores, por isso fique esperto e sempre questione sobre os critérios adotados por aquela certificação.
Abaixo algumas certificações existentes:
Nacionais.
- Classificação hoteleira.
Abaixo algumas certificações existentes:
Nacionais.
- Classificação hoteleira.
- Código de conduta ambiental roteiro do charme.
- Selo Verde Guia 4 Rodas
- ISO 14001, certificação ambiental.
- ISO 9000, gestão da qualidade.
- NBR 15401, Meios de Hospedagem, Sistema de Gestão da sustentabilidade, 2006.
- Programa Bem Receber.
- Programa Bem Receber Copa.
Internacionais.
- Biosphere Hotel, certificação reconhecida pela UNESCO para o turismo responsável.
- Blue Flag, certificado direcionado a sustentabilidade em praias.
- Earthcheck, certificação internacional para o setor de turismo.
- Green Globe, certificação da administração e operação de empreendimentos do setor turístico .
- Green Seal, certificação para produtos.
- GRI, Global Reporting Iniciative, relatório de sustentabilidade.
- GSTC, The Global Sustainable Tourism Criteria, 2008.
- LEED, Leadership in Energy and Environmental Design.
- Rainforest Alliance, certificação para produtores e produtos.
- Sustainable Travel International, certificação para o setor de turismo.
- The Green Key, certificação para o setor de turismo.
Telefonia móvel responde por 3,6% do PIB da América Latina


:: Convergência Digital ::
A América Latina deverá ter mais de 750 milhões de conexões móveis até 2015, com uma taxa de penetração média de 122%, revela estudo da GSMA, entidade que reúne fornecedores de tecnologia no segmento, nesta quinta-feira, 02/02.
De acordo com o relatório 'Observatório Móvel da América Latina', a região é um dos maiores mercados móveis do mundo por volume com mais de 630 milhões de conexões no final de 2011. Com as conexões HSPA e LTE alcançando mais de 305 milhões em 2015, a banda larga móvel será um impulsionador-chave do crescimento e será o principal meio de acesso à Internet para os latino-americanos.
"Houve um cresciento de 13% ao ano nos últimos quatro anos na região, promovido pelo aumento da acessibilidade, flexibilidade e preço acessível dos serviços móveis, e impulsionados pela crescente prosperidade da região e a relativa falta de infraestrutura das linhas fixas.
Durante 2011, as conexões de Banda Larga Móvel ultrapassaram as conexões DSL e por cabo e hoje representam a melhor esperança dos governos de concretizarem seus planos de universalização das tecnologias da informação e da comunicação (ICT)”, destaca o diretor da GSMA para a América Latina, Sebastian CAbello.
Estima-se que o mercado móvel na América Latina gera atualmente US$ 175 bilhões, ou 3,6% do PIB total, com somente as operadoras de serviços móveis contribuindo com US$ 82 bilhões em 2010 (1,7% do resultado total da região).
Estima-se que o mercado móvel na América Latina gera atualmente US$ 175 bilhões, ou 3,6% do PIB total, com somente as operadoras de serviços móveis contribuindo com US$ 82 bilhões em 2010 (1,7% do resultado total da região).
Adicionalmente, estima-se que a indústria móvel tenha contribuído com US$ 48 bilhões em 2010 para o setor público, principalmente impulsionados pelos impostos sobre as sociedades, contribuições sociais, imposto de renda, receitas líquidas do IVA e taxas obrigatórias.
O ecossistema móvel também faz uma contribuição substancial para os empregos e já gerou quase 600.000 postos de trabalho e apoia mais 1 milhão. De acordo ainda com o estudo, a banda larga móvel ainda é um mercado embrionário na região, somando apenas 61 milhões de assinantes ao final do ano passado.
As ativações de conexões cresceram 133% ao ano nos últimos cinco anos e a previsão é de que continuem crescendo 50% ao ano pelos próximos cinco anos. Com mais de 210 milhões de usuários da Internet na América Latina, há claramente uma demanda acumulada pelos serviços de banda larga.
Com implantação adicional limitada de estrutura fixa, a banda larga móvel deverá ser a principal plataforma para os serviços de Internet de alta velocidade para a maioria dos latino-americanos que atualmente não estão conectados.
A GSMA também reforça o lobby pelo uso da faixa de 770 MHz para serviços móveis. Segundo a entidade,"a alocação deste espectro no curto prazo irá ajudar a conectar os que não estão conectados, acelerar as taxas de adoção e causar um impacto significativo no crescimento econômico". A entidade identificou ainda quatro temas chaves na área de regulamentação. São eles:
_Necessidade de um regime regulatório transparente, previsível, consultivo e alinhado
-Redução da tributação ineficaz para permitir aumento da penetração móvel
-Incentivos para promover acesso universal, em vez de obrigações/fundos de serviço universal
- A importância de um roteiro claro da alocação do espectro, especialmente para satisfazer a crescente demanda dos usuários finais da banda larga móvel
O ecossistema móvel também faz uma contribuição substancial para os empregos e já gerou quase 600.000 postos de trabalho e apoia mais 1 milhão. De acordo ainda com o estudo, a banda larga móvel ainda é um mercado embrionário na região, somando apenas 61 milhões de assinantes ao final do ano passado.
As ativações de conexões cresceram 133% ao ano nos últimos cinco anos e a previsão é de que continuem crescendo 50% ao ano pelos próximos cinco anos. Com mais de 210 milhões de usuários da Internet na América Latina, há claramente uma demanda acumulada pelos serviços de banda larga.
Com implantação adicional limitada de estrutura fixa, a banda larga móvel deverá ser a principal plataforma para os serviços de Internet de alta velocidade para a maioria dos latino-americanos que atualmente não estão conectados.
A GSMA também reforça o lobby pelo uso da faixa de 770 MHz para serviços móveis. Segundo a entidade,"a alocação deste espectro no curto prazo irá ajudar a conectar os que não estão conectados, acelerar as taxas de adoção e causar um impacto significativo no crescimento econômico". A entidade identificou ainda quatro temas chaves na área de regulamentação. São eles:
_Necessidade de um regime regulatório transparente, previsível, consultivo e alinhado
-Redução da tributação ineficaz para permitir aumento da penetração móvel
-Incentivos para promover acesso universal, em vez de obrigações/fundos de serviço universal
- A importância de um roteiro claro da alocação do espectro, especialmente para satisfazer a crescente demanda dos usuários finais da banda larga móvel
Empresas podem tirar vantagem da substituição das sacolas plásticas
Marcas devem aproveitar o momento para se aproximar dos consumidores e mudar a imagem de poluidoras do meio ambiente. Oferecer alternativas para a população é o principal desafio para as companhias
Por Cláudio Martins, do Mundo do Marketing
claudio@mundodomarketing.com.br
A substituição das sacolas de petróleo nos supermercados de São Paulo por suas concorrentes biodegradáveis vendidas a preço de custo, no último dia 25, tem gerado expectativas não apenas entre os consumidores, mas também entre os varejistas, que podem estar se perguntando como podem obter vantagens nesse processo e evitar a insatisfação do cliente. Um dos principais desafios para os as empresas será educar o consumidor e apresentar as vantagens em adotar este novo comportamento em prol do meio ambiente, da maneira mais clara possível.
A maior pergunta que se deve levantar neste momento é como as marcas podem tirar proveito das mudanças. Entre as oportunidades proporcionadas às companhias, principalmente aos supermercadistas, está a chance de deixarem de ser vistas como vilãs do meio ambiente com a distribuição desenfreada de sacolas plásticas e aprofundar o relacionamento com o consumidor.
“A partir de agora, ao adotar estas novas medidas, os varejistas vão poder livrar as suas empresas da imagem do ‘lixo assinado’, as próprias sacolas que estampavam as marcas de supermercados e entupiam bueiros, além de poluirem as cidades”, declara Antonio Gandra, Vice-Presidente da Associação de Supermercados Paulista (APAS), em entrevista o Mundo do Marketing.
claudio@mundodomarketing.com.br
A substituição das sacolas de petróleo nos supermercados de São Paulo por suas concorrentes biodegradáveis vendidas a preço de custo, no último dia 25, tem gerado expectativas não apenas entre os consumidores, mas também entre os varejistas, que podem estar se perguntando como podem obter vantagens nesse processo e evitar a insatisfação do cliente. Um dos principais desafios para os as empresas será educar o consumidor e apresentar as vantagens em adotar este novo comportamento em prol do meio ambiente, da maneira mais clara possível.
A maior pergunta que se deve levantar neste momento é como as marcas podem tirar proveito das mudanças. Entre as oportunidades proporcionadas às companhias, principalmente aos supermercadistas, está a chance de deixarem de ser vistas como vilãs do meio ambiente com a distribuição desenfreada de sacolas plásticas e aprofundar o relacionamento com o consumidor.
“A partir de agora, ao adotar estas novas medidas, os varejistas vão poder livrar as suas empresas da imagem do ‘lixo assinado’, as próprias sacolas que estampavam as marcas de supermercados e entupiam bueiros, além de poluirem as cidades”, declara Antonio Gandra, Vice-Presidente da Associação de Supermercados Paulista (APAS), em entrevista o Mundo do Marketing.

Consumidores estão dispostos a mudar
A Apas é uma das organizações que, junto com a Prefeitura, a Secretaria do Meio Ambiente, o Governo do Estado de São Paulo e o Procon, firmou o acordo de substituição das sacolas nos supermercados, baseado no projeto de lei 496/2007. Para incentivar os consumidores a mudarem o hábito e levarem sacolas retornáveis ou adquirirem a versão biodegradável por R$ 0,19, a associação criou a plataforma “Vamos tirar o planeta do sufoco”. Entre as iniciativas da campanha estão mensagens de conscientização em outdoors, busdoor e até sacolas gigantescas em pontos de grande movimentação da capital paulista.
Nos supermercados estão sendo exibidos, em cada ponto de check-out, cartazes com os dizeres “Poupe Recursos Naturias! Use Sacolas Reutilizáveis”. A iniciativa conta ainda com um site e pretende tirar de circulação 6,6 bilhões de sacolas plásticas por ano. A empreitada tem o apoio de empresas como Walmart, Carrefour e Pão de Açúcar, que incorporaram em suas lojas as mudanças sugeridas pela Apas.
Mesmo antes de o projeto valer para todo o estado de São Paulo, cidades como Belo Horizonte, em Minas Gerais, e Jundiaí, no interior de São Paulo, já tinham colocado em prática a substituição, há um ano. “O que se podia notar é que os consumidores estavam cansados da poluição e dos estragos causados pelos sacos plásticos, descartados indiscriminadamente. Em Jundiaí, a população se mostrava disposta à mudança e, após um ano do projeto instalado, a aprovação chegou a 80% sendo relatada também a economia nos cofres públicos com a limpeza da cidade”, relata o Vice-Presidente da Apas.
Incentivo nos pontos de venda
O Pão de Açúcar é uma das empresas que apoia a iniciativa da Apas. Antes mesmo do projeto entrar em vigor, a rede varejista já mantinha ações sustentáveis em seus pontos de venda, incluindo o incentivo ao abandono das sacolinhas plásticas.
O Pão de Açúcar é uma das empresas que apoia a iniciativa da Apas. Antes mesmo do projeto entrar em vigor, a rede varejista já mantinha ações sustentáveis em seus pontos de venda, incluindo o incentivo ao abandono das sacolinhas plásticas.
As chamadas “lojas verdes” do grupo em São Paulo oferecem como alternativa 13 sacolas retornáveis com preços que vão de R$ 2,99 a modelos mais resistentes, custando R$ 13,90, além de caixas de papelão.
Os pontos de venda sustentáveis da rede contam ainda com estações de reciclagem em parceria com a PepsiCo e a Unilever.
Os pontos de venda sustentáveis da rede contam ainda com estações de reciclagem em parceria com a PepsiCo e a Unilever.
No local, os consumidores podem deixar embalagens que serão levadas pela empresa para serem reaproveitadas. De 2001, quando o projeto foi criado, até 2010, foram reaproveitadas cerca de 50 mil toneladas de material.
O Extra também conta com ações para educar os clientes a respeito do uso desenfreado das sacolas plásticas. Desde 2008, os supermercados da bandeira em São Paulo realizam a Quinta-Feira sem Sacola, eliminando no dia, o uso das sacolinhas.
O Walmart incentiva a redução do uso das sacolas, dando desconto de R$ 0,03, a cada cinco produtos comprados, para os consumidores que trouxerem suas próprias sacolas. O projeto foi iniciado em 2008 e já gerou uma economia de R$ 2,2 milhões para os clientes da rede de varejo.
O Walmart incentiva a redução do uso das sacolas, dando desconto de R$ 0,03, a cada cinco produtos comprados, para os consumidores que trouxerem suas próprias sacolas. O projeto foi iniciado em 2008 e já gerou uma economia de R$ 2,2 milhões para os clientes da rede de varejo.
Outra empresa que passou a adotar medidas sustentáveis em suas promoções foi a Procter & Gamble.
A companhia criou a ação “Volte Sempre”, em parceria com a rede Carrefour, e, na compra de produtos da marca, os clientes concorrem a nove prêmios de R$ 10 mil em barras de ouro. O diferencial da promoção é que os consumidores receberão gratuitamente sacolas de papel para levar os itens da P&G adquiridos.
Diálogo para convencer o consumidor
Os colaboradores são parte importante da estratégia para educar o público a respeito da substituição das sacolas. Apesar de 60% dos brasileiros serem favoráveis à medida, segundo um estudo do Ministério do Meio Ambiente, é preciso se preocupar com os outros 40%.
Diálogo para convencer o consumidor
Os colaboradores são parte importante da estratégia para educar o público a respeito da substituição das sacolas. Apesar de 60% dos brasileiros serem favoráveis à medida, segundo um estudo do Ministério do Meio Ambiente, é preciso se preocupar com os outros 40%.
“O trabalho com os profissionais na área de check-out deve ser intensificado para que eles tenham conhecimento suficiente para argumentar juntos aos consumidores que podem não gostar de ter de pagar por algo que antes era falsamente gratuito, pois o custo das sacolas estava incorporado aos preços dos supermercados”, explica Gandra.
Outro ponto que deve ser levado em conta é que, segundo o mesmo estudo do Ministério do Meio Ambiente, 21% dos brasileiros não saberiam como acondicionar o lixo em suas residências sem as sacolas plásticas.
Outro ponto que deve ser levado em conta é que, segundo o mesmo estudo do Ministério do Meio Ambiente, 21% dos brasileiros não saberiam como acondicionar o lixo em suas residências sem as sacolas plásticas.
“Antigamente havia um desperdício, pois muitos consumidores não exploravam a capacidade total dos sacos plásticos, gerando um grande volume de descarte indevido. Como o brasileiro vai passar a gastar dinheiro com esse material, esse uso será mais racionalizado e a expectativa é uma redução nos próximos anos”, afirma o Vice-Presidente da Apas, que reitera
“Esse é o primeiro passo, pois a partir de 2014, quando entrará em vigor um projeto de lei sobre o descarte de resíduos sólidos, as empresas terão que se preparar para se responsabilizarem pelo devido fim de produtos como sofás, móveis e eletrodomésticos, quando os consumidores adquirirem novos itens para suas casas”.
Chiara Gadaleta abordará a Identidade da Moda brasileira e a Sustentabilidade
No II Congresso Internacional de Inovação e Tecnologia.
A consultora e stylist participará dos dois dias do evento - 08 e 09 de fevereiro (quarta e quinta-feira), - integrando a programação do Salão Inspiramais, realizado no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.
A identidade da moda brasileira integrada à sustentabilidade será o tema central das palestras da consultora e stylist Chiara Gadaleta, que se apresenta nos dois dias do II Congresso Internacional de Inovação e Tecnologia - 08 e 09/02 - integrando a programação oficial da 5ª edição do Salão Inspiramais.
No dia 08 de fevereiro, às 9h30, Chiara abrirá o ciclo de palestras com o painel Sustentabilidade: Consciência e Transformação.
No dia 9, a partir das 13h30, ela falará sobre a primeira etapa do projeto Mix by Brasil, que envolveu visitas da consultora em Organizações Não-Governamentais (ONGs) do norte a sul do país, com objetivo de capacitar e dar apoio aos artesões no desenvolvimento de componentes e acessórios dos mais diversos tipos.
Para Chiara, o Congresso de Tecnologia e Inovação é um evento importante porque abre espaço para questões socioambientais no segmento da moda:
Para Chiara, o Congresso de Tecnologia e Inovação é um evento importante porque abre espaço para questões socioambientais no segmento da moda:
“Hoje os consumidores estão mais antenados e conscientes. Eles se preocupam com o que e quem está por trás das peças que usam e compram. É apenas uma questão de tempo e todos começarão a exigir uma transparência absoluta”.
O encontro abordará, ainda, temas ligados ao design sustentável, reutilização de materiais, cadeia sustentável e oportunidades sustentáveis para a Copa 2014.
O encontro abordará, ainda, temas ligados ao design sustentável, reutilização de materiais, cadeia sustentável e oportunidades sustentáveis para a Copa 2014.
Além da designer Chiara Gadaleta, Paulo Schneider (Coca-Cola Shoes), Sergio Talocchi (Natura), Maxime Mussard e Dimitri Mussard (Twins for Peace), Adelia Borges (pesquisadora), Gilson Martins (designer) e outros importantes nomes apresentarão seus cases de sucesso ligados à inovação e à sustentabilidade durante o II Congresso Internacional de Inovação Tecnológica.
A iniciativa é uma realização da Assintecal e do Instituto by Brasil e tem apoio e patrocínio da Apex, ABDI, Sebrae, CNPq e Petrobras. Mais informações sobre as inscrições pelo telefone (51) 3584-5200 ou congresso@assintecal.org.br.
A iniciativa é uma realização da Assintecal e do Instituto by Brasil e tem apoio e patrocínio da Apex, ABDI, Sebrae, CNPq e Petrobras. Mais informações sobre as inscrições pelo telefone (51) 3584-5200 ou congresso@assintecal.org.br.
II Congresso de Inovação e Tecnologia, dias 08 e 09 de fevereiro de 2012 (quarta e quinta-feira), noCentro de Convenções Frei Caneca, São Paulo-SP.
Investimento: R$ 120,00 – Não Associados Assintecal; R$ 60,00 –
Associados Assintecal; R$ 30,00 – Estudantes.Informações e Inscrições no site www.inspiramais.com.br .
Eficiência Energética em Hotéis
Fonte: Folha de Londrina |
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Paraná - O custo da energia elétrica é o segundo item da pauta dos gastos dos hotéis, ficando atrás apenas do custo com pessoal, afirma o presidente da ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Enrico Fermi, e como nenhum empresário gosta de gastar recursos desnecessariamente começa no país um movimento para implantar a eficiência energética nos hotéis, como forma de se economizar dinheiro. Para alcançar este objetivo, foi criado o programa Pró-Hotéis, que tem como parceiros o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco Santander e diversas empresas fabricantes de aparelhos de iluminação. O BNDES tem R$ 500 milhões para investir nesta área – o empresário pode pagar em até 18 anos. Pousadas e hotéis de pequeno porte podem também contrair o financiamento com juros de 4% ao ano e carência de até 18 meses. Até então, os empresários hoteleiros entendiam que custo da energia era imutável. Os tempos são outros e as técnicas e produtos hoje existentes podem com certeza reduzir de forma expressiva o consumo de energia elétrica, que representa entre 15% e 30% do custo dos hotéis. Algumas das ações previstas no projeto de eficiência energética são a troca de equipamentos e a modificação de processos que permitam um consumo mais eficiente. Estes programas de eficiência energética podem proporcionar uma redução de até 50% nos gastos dos equipamentos hoteleiros com a energia elétrica e água. Entre as soluções encontradas para otimizar o consumo estão o aquecimento de água por meio de energia solar, instalação do chamado telhado verde, uso de águas pluviais, troca de escadas rolantes e elevadores por outras versões que sejam mais eficientes. A ABIH mantém contato com fabricantes de materiais para sistema de energia e água mais eficientes, garantindo que o consumo eficiente pode ficar até 40% mais barato. "Gosto de citar o exemplo do grande prédio de escritórios do New York Times. Com seus 800 escritórios, a empresa norte-americana resolveu implantar um programa radical de eficiência energética, com troca de luminárias, a instalação de sensores de presença e outros procedimentos, e reduziu em 80% (isso mesmo, 80%) seu consumo de energia elétrica", conta o empresário. O empresário que não estiver ligado no tema, crente que a conta de energia elétrica é imutável, e que economia de energia é só não deixar luz acessa desnecessariamente, vai continuar perdendo dinheiro. Os tempos mudaram e a busca da eficiência energética é pauta do momento de todo empresário moderno. Com ela, cada vez mais precisaremos menos das famigeradas usinas hidroelétricas, causadoras de enormes impactos ambientais e sociais e destruidoras de nossa biodiversidade. Fernando de Barros é engenheiro civil, especialista em Planejamento e Gestão Ambiental, mestre em Engenharia de Edificações e Saneamento e responsável técnico da Master Ambiental. Sugestões de temas: fernando@masterambiental.com.br. |
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