Veículo elétrico ajudará o Hawaii a ter 100% de energia renovável

Fonte: Cleantechnica | Autor: Verde sobre Rodas |

                         Em 30 anos o Hawaii deve ser movido somente por energia 
                         renovável - presumivelmente uma mistura de energia solar, 
                         eólica, e energia geotérmica

O Governador do Hawaii, David Ige, assinou um projeto de lei que estabelece meta de energia renovável do Estado a 100% em 2045. 

Em outras palavras, em 30 anos, o Hawaii deve ser movido por energia renovável - presumivelmente uma mistura de energia solar, eólica, e energia geotérmica.

Atualmente, o Hawaii produz cerca de 21% da sua eletricidade a partir de energias renováveis e o restante de combustíveis fósseis importados. 

O custo da eletricidade é alta lá, então a mudança para energias renováveis não só vai ser melhor para o meio ambiente, como provavelmente irá reduzir o valor da conta de eletricidade para os consumidores.

Sendo os combustíveis fósseis eliminados, o custo da eletricidade não estará sujeito à flutuação dos preços do petróleo. 

Paralelamente, a tecnologia de armazenamento de energia parece pronta para crescer em paralelo com a expansão das energias renováveis.

Obviamente, este segmento se complementa muito bem e abre caminho para a expansão, também, dos veículos elétricos que não produzem emissões pelo tubo de escape, e no Havaí eles acabarão por serem carregados apenas com energia limpa. 

Será que vai ser o primeiro estado 100% de energia renovável nos Estados Unidos da América?

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As lâmpadas LED (Light Emitting Diode, ou Diodo Emissor de Luz) proporcionam até 80% de economia de energia em comparação com as soluções de iluminação tradicionais e requerem o mínimo de manutenção devido à vida útil extremamente longa.


Para completar, possuem a garantia de um desempenho de iluminação excelente e confiável devido a mais moderna tecnologia empregada



Vida útil: É muito superior as suas equivalentes incandescentes ou fluorescentes. 

Em termos de durabilidade 1 lâmpada LED equivale a = 50 lâmpadas incandescentes ou a 8 lâmpadas compactas fluorescentes ou a 16 lâmpadas halógenas - 
A energia consumida pela LED é revertida em iluminação e não em calor, consequentemente não desperdiça energia; 
Baixa manutenção: Pela sua durabilidade demandam baixa frequência de manutenção;
Melhora consideravelmente a qualidade da luz visível, reduzindo, ao mesmo tempo, o consumo de energia;
Utilizável em todos os ambientes: comerciais, industriais, hospitais, hotéis, residências etc;
A iluminação LED não emite radiação IV/UV, o que evita danos à pele, plantas e também objetos ou produtos expostos como roupas, calçados, móveis, decorações e obras de arte;
Descarte – Ecologicamente corretas – A lâmpada LED não possui em sua composição metais pesados como chumbo e mercúrio, não há necessidade de um descarte especial como as lâmpadas fluorescentes.

• Resistência a impactos e vibrações: Utiliza tecnologia de estado sólido, portanto, sem filamentos, vidros, etc, aumentando a sua robustez.

•  Controle dinâmico da cor:
Com a utilização adequada, pode-se obter um espectro variado de cores, incluindo várias tonalidades de branco, permitindo um ajuste perfeito da temperatura de cor desejada.

•  Baixa voltagem de operação:
Não representa perigo para o instalador.

• Resistência a impactos e vibrações: Utiliza tecnologia de estado sólido, portanto, sem filamentos, vidros, etc, aumentando a sua robustez.

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Com a utilização adequada, pode-se obter um espectro variado de cores, incluindo várias tonalidades de branco, permitindo um ajuste perfeito da temperatura de cor desejada.

• Acionamento instantâneo:
Tem acionamento instantâneo, mesmo quando está operando em temperaturas baixas.

• Controle de Intensidade variável:
Seu fluxo luminoso é variável em função da variação da corrente elétrica aplicada a ele, possibilitando, com isto, um ajuste preciso da intensidade de luz da luminária.

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Emite comprimento de onda monocromático, que significa emissão de luz na cor certa, tornando-a mais viva e saturada.

Os LEDs coloridos dispensam a utilização de filtros que causam perda de intensidade e provocam uma alteração na cor, principalmente em luminárias externas, em função da ação da radiação ultravioleta do sol
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Jogos Olímpicos de 2020: Japão tem projeto de criar medalhas à partir de eletrônicos descartados



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Jogos Olímpicos de 2020: Japão tem projeto de criar medalhas à partir de eletrônicos descartados

Os organizadores dos Jogos Olímpicos de 2020 em Tóquio visam produzir as medalhas de ouro, prata e bronze à partir dos metais encontrados em smartphones e outros eletrônicos descartados, de acordo com um relatório do Asian Nikkei. 
O objetivo é que um regime deste tipo ajudaria a aumentar a consciência da sustentabilidade, embora o Japão precisa implementar um sistema mais abrangente para o recolhimento desses materiais.
De acordo com o Nikkei, o ouro e a prata contida em produtos eletrônicos descartados do país são responsáveis ​​por 16% a 22% da oferta global, respectivamente, e o seu fornecimento deveria ser suficiente para produzir medalhas olímpicas. 
As medalhas concedidas aos atletas nos Jogos de 2012 foram produzidas com auxílio de 9,6 kg de ouro, 1.210 quilos de prata e 700 quilogramas de cobre. Em 2014, o Japão recuperou 143 kg de ouro, 1.566 quilos de prata e 1.112 toneladas de cobre à partir de dispositivos descartados, de acordo com Nikkei. 
“Para que todos os japoneses participem dos Jogos Olímpicos de Tóquio, estamos pedindo às empresas para elaborarem uma proposta para coleta de concreto. 
Para isso, gostaria de trabalhar em conjunto com o Comitê Organizador Olímpico”, disse Yuko Sakita, da ONG Genki Net para a criação de uma Sociedade Sustentável. 
A ONG organizou a reunião de junho, que foi assistida por organizadores dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, assim como representantes de tecnologia e mineração.
O lixo eletrônico tornou-se uma grande preocupação para os grupos ambientais, com a ONU descrevendo-o como “um dos fluxos de resíduos de mais rápido crescimento do mundo” em ambos os países desenvolvidos e em desenvolvimento. 
Um relatório em 2013 projetou que o volume mundial de lixo eletrônico aumente em 33% até 2017, contribuindo para a presença de materiais tóxicos como chumbo, mercúrio, cádmio no solo e na água.
De acordo com o Nikkei, no Japão gera cerca de 650.000 toneladas de lixo eletrônico a cada ano, embora menos de 100.000 toneladas são coletadas – e muito desse montante vai para a produção de novos componentes eletrônicos. 
Muitos municípios no Japão ficaram aquém dos objetivos de recolha fixados pelo Ministério do Meio Ambiente, mas a esperança é que esse projeto com as medalhas olímpicas poderiam incentivar a reciclagem.
Fonte: The Verge
Foto: FreeImages

Olimpíada de Tóquio 2020 também será sustentável, diz governadora japonesa

A governadora da cidade de Tóquio, Yuriko Koike, em entrevista no Rio Media Center ao lado do prefeito do Rio, Eduardo PaesJM Coelho/Rio Media Center 

A Olimpíada de Tóquio 2020 dará continuidade ao conceito de sustentabilidade desenvolvido na Rio 2016. O anúncio foi feito dia 19 pela governadora da cidade de Tóquio, Yuriko Koike, em entrevista no Rio Media Center ao lado do prefeito do Rio, Eduardo Paes. 

A bandeira olímpica foi entregue aos representantes de Tóquio no domingo (21), durante a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio.

“Queremos dar continuidade ao que está sendo feito no Rio, seguindo o exemplo do baixo custo, da sustentabilidade e sem elefante branco e desperdício. 

Vamos trabalhar ainda com o que chamamos de 'conceito de 3Rs', que é reduzir, reutilizar e reciclar. 

Esses são os princípios que nortearão os Jogos Olímpicos de 2020”, disse Yuriko Koike.


Paes disse que o governo de Tóquio está no Rio acompanhando de perto a organização dos Jogos para levar a experiência para 2020. 

“Ela [Tóquio] é uma cidade que tem uma infraestrutura muita desenvolvida, que já está pronta, mas, ainda assim, os Jogos sempre trazem grandes desafios. 

Que assim como nos inspiramos nos Jogos de Londres eles se espelhem nos Jogos do Rio para que de lá também saiam jogos incríveis.”


Entre iniciativas sustentáveis do Jogos do Rio, o prefeito destacou a recuperação ambiental do Parque Olímpico e do Campo Olímpico de Golfe, que trouxe animais de diferentes espécies, e a ampliação da biodiversidade em uma área degradada, na Barra da Tijuca; os avanços na mobilidade urbana; as construções nômades, como a Arena do Futuro, que será desmontada e reutilizada na edificação de quatro escolas públicas na cidade; e a produção de medalhas sustentáveis, feitas com materiais recicláveis.

Tóquio já foi sede de Jogos Olímpicos, em 1964. Em 2020, a capital japonesa volta a receber o megaevento, entre os dias 24 de julho e 9 de agosto.

Edição: Luana Lourenço

Alemanha terá o maior complexo residencial sustentável do mundo



Já está em construção o maior condomínio passivo de residências do mundo. Localizado na Alemanha, o empreendimento com 162 apartamentos, contará com uma usina solar própria, jardins verticais, além de outras soluções sustentáveis.

O Heildelberg Village foi projetado pelo escritório alemão Frey Achitekten com diversos conceitos de eficiência energética e de uso e princípios da arquitetura bioclimática. 

Os apartamentos têm varandas individuais, sua própria micro-usina solar e podem abrigar confortavelmente até cinco pessoas. Mas, o restante do condomínio reserva ainda mais atrativos.


                      Imagem: Divulgação

As residências são conectadas à geração de energia solar e a um sistema moderno de ventilação, que garantem toda a eficiência energética do complexo. No telhado, ao redor das placas fotovoltaicas, estão árvores e outras áreas comuns aos moradores, enquanto as paredes dos edifícios também são cobertas por vegetações, em um jardim vertical gigante, que ajudará no controle térmico e manutenção da qualidade do ar.


                         Imagem: Divulgação

A expectativa é de que o condomínio seja finalizado até 2017. 

Mas, os arquitetos já têm projetos para antes disso. 

A ideia é criar uma cozinha comunitária que conectará os futuros moradores com os trabalhadores envolvidos na construção. Segundo divulgação, a ideia é reforçar as conexões, o senso de comunidade e de pertencimento.

O projeto busca trabalhar a sustentabilidade de forma holística na construção civil. 

O Heidelberg Village deve incluir: ecologia, economia, integração, inovação e rentabilidade.

Clique aqui para mais detalhes deste projeto.


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Marina Grossi: Sustentabilidade não é custo, mas investimento e lucro!

Presidente do CEBDS afirma que a crise política e econômica não é justificativa para as empresas deixarem de lado a preocupação com o meio ambiente


NATÁLIA SPINACÉ


Marina Grossi, presidente do CEBDS (Foto: divulgação/ CEBDS)



























Em tempos de crise econômica, muitas empresas precisam reduzir os gastos para ajustar o orçamento. 

E não é raro os investimentos em sustentabilidade serem um dos primeiros a ser cortados.

Para Marina Grossi, economista e presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), essa atitude é um grande erro tanto para a sociedade como para a reputação e para os lucros das empresas.

As empresas com olhar mais moderno em relação ao meio ambiente e à sustentabilidade são candidatas ao Prêmio Época Empresa Verde 2016.


ÉPOCA – Nos últimos anos, muitas empresas aumentaram seus investimentos em iniciativas ambientais. Com a crise econômica, é comum que esses investimentos sejam cortados. Qual a consequência disso para as empresas e para a sociedade?


Marina Grossi – Neste momento, empresas, cidadãos e governo estão repensando seus gastos e priorizando ações e iniciativas que têm para si maior importância estratégica. 

Nesse sentido, é imprescindível que as empresas consigam enxergar a oportunidade gerada por ações em sustentabilidade, ainda mais nestes momentos de crise. 

Ao fazer isso, as empresas estarão agregando valor a suas iniciativas, e a área pode ganhar não só novos investimentos, mas também foco dos gestores e atenção para ações mais emblemáticas.


ÉPOCA – Por que as empresas devem priorizar a sustentabilidade, mesmo em anos de crise?

Marina – Muitas empresas já começaram a entender que sustentabilidade não é custo, e sim investimento e lucro. 

Os retornos são de médio e longo prazos, mas os benefícios em reputação e competitividade são notáveis. 

A sustentabilidade tem grande função para aprimorar a percepção de riscos anteriormente internalizados no custo da empresa. Por exemplo, a baixa preocupação ambiental que gera o aumento de despesas em multas ou a diminuição da credibilidade.


ÉPOCA – Qual é o papel das empresas no combate aos impactos ambientais?

Marina – O setor empresarial é grande aliado no combate aos impactos ambientais. 

Também é papel dele promover ações de conservação e recuperação da biodiversidade e recursos hídricos, gestão e redução de emissões de gases de efeito estufa, efluentes e resíduos. 

Além disso, o próprio setor empresarial é responsável por dar à sociedade soluções tecnológicas para alcançar as metas de combate aos impactos ambientais.


ÉPOCA – Já existem no Brasil uma consciência e preferência do consumidor por produtos de empresas que respeitem o meio ambiente e se preocupem com procedimentos de sustentabilidade?

Marina – De forma embrionária, mas já perceptível. A busca pela transparência de informações é uma realidade cada vez mais presente. 

O Instituto Akatu, uma organização não governamental que trabalha pela conscientização e mobilização da sociedade para o consumo consciente, afirma que o consumidor já está atento a empresas envolvidas em escândalos relacionados a direitos humanos como trabalho escravo, maus-tratos de animais e outras questões pontuais. 

Ainda assim, é importante mencionar que há um longo caminho para que, de fato, a sustentabilidade passe a ser incorporada como um valor intrínseco no processo de escolha.


ÉPOCA – Essa consciência do consumidor é importante? A senhora acha que ela tem algum impacto no comportamento das empresas?

Marina – Os consumidores são fator de pressão importante e têm capacidade de redirecionar o comportamento das empresas. 

No momento em que houver de fato essa mudança, em que o consumidor não se orientar somente pelo preço do produto, mas também com tantas outras questões sobre seu processo produtivo, pós-uso e todas as questões que permeiam essa compra, esse comportamento orientará uma nova forma de fazer negócios. 

Enquanto não chegamos a esse momento, indicativos pontuais, como boicotes esporádicos em determinadas ações ou posturas das empresas, já podem ser observados.


ÉPOCA – Supondo que uma empresa realmente não tenha mais de onde cortar gastos e precise reduzir seus investimentos em políticas de sustentabilidade. Existe uma maneira ideal de fazer essa redução?

Marina – Não há fórmula para uma recessão. Cada empresa vai se adequar de acordo com suas prioridades e as peculiaridades de seu mercado e setor. Se o marketing da empresa não estiver conectado com sua forma de fazer negócio, ele será cortado. 
Se a área de sustentabilidade serve tão somente para propaganda, idem. 

A sustentabilidade, como sempre afirmamos, não deve ser um “anexo”, mas sim paulatinamente internalizada na estratégia da empresa, o que faria de sua exclusão ponto de perda de lucratividade no médio e longo prazos. 

As empresas precisam entender o risco que correm ao reduzir investimentos nessa área.


ÉPOCA – A senhora acredita que a crise econômica pode piorar a crise ecológica?

Marina – Potencialmente, sim, mas isso seria um grande erro. 

Quando a economia se desacelera, novas fontes de renda são visadas por diferentes estratos da sociedade – 
seja em nível individual, com pessoas cortando ilegalmente árvores para venda; 

seja em nível corporativo, com empresas mais preocupadas com o lucro imediato do que com sua sustentabilidade futura e preterindo a segunda pela primeira; seja em nível governamental, com a flexibilização de diversas proteções socioambientais com a justificativa de aquecimento da economia. Não é possível sair da crise se insistirmos nessas soluções de curtíssimo prazo.

ÉPOCA – Muitas das grandes empresas parecem já ter aprendido a importância do cuidado com o meio ambiente. Em meio a uma crise econômica, com tantas preocupações financeiras urgentes, qual seria o caminho para despertar a consciência e o interesse por sustentabilidade nos pequenos e médios empresários?

Marina – De forma correlata às grandes: mostrando claramente qual o impacto real dessa conscientização para o dia a dia de seu negócio. 

Os pequenos e médios empresários têm de se atentar tanto às consequências de alterações ambientais, que provavelmente os atingirão com mais força, já que sua capacidade adaptativa é menor, quanto ao impacto que sua presença tem localmente. 

Por exemplo, a regularização do uso da água de uma pequena fábrica trará menor chance de multas ou outros custos e possivelmente maior capacidade de eficiência de sua operação.



Projeto 3E de eficiência energética foi destaque em conferência internacional
















Iniciativa do MMA em parceria com o Pnud sobre eficiência energética em edificações será apresentada na maior feira da construção sustentável da América Latina.

Influenciar e desenvolver o mercado de eficiência em edificações comerciais e públicas, visando contribuir com a redução de emissões de gases de efeito estufa em até 3 milhões de toneladas, nos próximos 20 anos, é a meta do Projeto 3E - Transformação do mercado de eficiência energética no Brasil. 

A iniciativa, resultado de parceria do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), será destacada na Greenbuilding Brasil 2016 Conferência Internacional e Expo, considerado o mais importante evento do setor de construção sustentável da América Latina, realizado em São Paulo, entre 9 e 11 de agosto.

Segundo a analista ambiental do MMA Alessandra Silva, pelo fato de o setor de edificações responder por mais de 40% do total da eletricidade consumida no Brasil, viu-se que a promoção da eficiência energética nesse meio é uma estratégia de relevância cada vez maior para a mitigação da mudança global do clima.

PARCERIA

O projeto 3E conta com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF), do Protocolo de Montreal e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). 

Segundo a oficial de Programa de Desenvolvimento Sustentável do Pnud, Rose Diegues, este é o primeiro projeto brasileiro voltado à eficiência energética em edificações que promove parceria entre diferentes instituições e atua na disseminação de informações e em capacitações do setor público e privado. 

“Além disso, fomenta a alavancagem de recursos por um mecanismo de garantia técnica para a promoção de eficiência energética no Brasil”, explica.

AGENDA

As apresentações relacionadas ao projeto aconteceram na sala de aprendizado do MMA e tiveram como foco as experiências desenvolvidas com êxito nos últimos anos. 

Foram apresentados o caso da etiquetagem do edifício do Ministério do Meio Ambiente, que recebeu o selo PROCEL em 2015, e o trabalho do benchmarking de consumo energético em edifícios públicos de escritório, realizado em parceria com o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS).

Estão ainda na agenda do evento apresentações sobre a análise operacional e condições de segurança na instalação de ar condicionado em edificações, parte do Projeto Demonstrativo de Gerenciamento de Chillers, desenvolvido também por parceria do MMA com o PNUD, no âmbito do Protocolo de Montreal. 

O roteiro de visitas técnicas e as sessões educacionais do Greenbuilding Brasil 2016 mostraram, na prática, edifícios que já se preocupam com essa questão.

* Com informações do Pnud.

Nissan revela o 1º carro do mundo movido a óxido sólido

Divulgação Nissan


E-bio: veículo elétrico movido a célula de combustível de bioetanol promete autonomia superior a 600 km.

Por Vanessa Barbosa, de EXAME.com Siga-me


São Paulo - A fabricante de automóveis japonesa Nissan acaba de revelar no Brasil o primeiro protótipo elétrico movido por uma célula de combustível de óxido sólido (SOFC, na sigla em inglês). 

Inédito no mundo, o novo sistema destaca-se perante outros tipos existentes por sua alta eficiência elétrica.

A célula de combustível utiliza a reação de bioetanol com oxigênio para produzir eletricidade com elevada eficiência. 

Segundo a empresa, o conjunto, que inclui um gerador de força, carrega uma bateria de 24 kWh e garante autonomia superior a 600 km.

Ao longo dos próximos meses, a Nissan vai realizar testes de campo em vias públicas no país usando o protótipo. 

A pesquisa e o desenvolvimento da chamada "Célula de Combustível e-Bio" foi anunciada pela montadora em junho, em Yokohama, no Japão, mas só agora é revelado mundialmente.


Divulgação Nissan


Ainda de acordo com a empresa, com o sistema de bioetanol, as emissões de CO2são neutralizadas a partir do processo de cultivo da cana-de-açúcar ou milho que produzem o biocombustível, permitindo que haja um “ciclo neutro de carbono". 


Além disso, a célula de combustível e-Bio oferece condução silenciosa de um veículo elétrico, juntamente com os seus custos baixos de manutenção, ao mesmo tempo em que possui a autonomia de um veículo movido a combustível fóssil.

Outro destaque é a flexibilidade no uso de combustível: além de bioetanol, é possível usar hidrogênio e gás natural.

Divulgação Nissan


Em nota, o CEO e Presidente Mundial da Nissan, Carlos Ghosn, disse que o protótipo "oferece transporte ecoamigável e cria oportunidades regionais de produção de energia ao passo que utiliza uma infraestrutura que já existe", referindo-se à disponibilidade em países da América do Norte e do Sul.


O protótipo com a célula de combustível faz parte do compromisso da Nissan para o desenvolvimento de veículos com emissões zero e novas tecnologias automotivas, incluindo sistemas de condução autônoma e conectividade.


WEG tem o primeiro medidor de energia do Brasil certificado pelo Inmetro

Fonte: Procel Info 


Divulgação

Santa Catarina - A WEG anunciou nesta semana a certificação, pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro, do primeiro medidor inteligente de energia do Brasil de acordo com as novas regulações. 

O modelo SMW100 de medidor eletrônico de múltipla tarifação de medição de energia elétrica foi aprovado pelas portarias n° 586/2012, n° 587/2012 e n° 520/2014.

O novo medidor é voltado para o faturamento de unidades consumidoras residenciais e comerciais conectadas em baixa tensão. 

Além de medição bidirecional para geração distribuída, o produto garante mais eficiência, controle e gestão do processo de medição, além de atuar no corte e reconexão integrado, tornando possível o acompanhamento da unidade consumidora local ou remotamente.

Segundo Manfred Peter Johann, diretor da unidade Automação da WEG, a evolução do produto trouxe mais segurança para as concessionárias e garantias para os consumidores. 

“O medidor apresenta mecanismos de segurança da informação em conformidade com as melhores práticas e normas, além de funcionalidades avançadas para o Smart Grid”, explica. 

O executivo acrescenta ainda que desde 2012, com a resolução normativa 502 da Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel que regula a tarifa branca, o mercado aguardava a certificação do produto.

A WEG tem uma linha completa de medidores inteligentes. 

Além do SMW100, outros modelos, na configuração polifásica, também estão em processo de finalização da certificação do Inmetro.