Será que a rotina está prejudicando seu crescimento profissional?

Em sua coluna, Sofia Esteves, presidente do conselho do grupo Cia. de Talentos, fala sobre os riscos de viver no "modo automático"

Por Sofia Esteves, presidente do conselho do grupo Cia. de Talentos



(foto/Thinkstock)

Acordar cedo, trabalhar, torcer para o dia passar rápido, reclamar do trânsito, dar atenção à família (e às vezes não), se distrair com algo, reclamar por ter que acordar cedo no dia seguinte e então começar tudo de novo. Você conhece alguém assim?



Muitas pessoas me procuram e esperam de mim conselhos que possam mudar suas carreiras. Como falar com seus chefes em busca de aumentos ou promoções ou que posturas novas devem construir para serem reconhecidas em suas vidas profissionais.


Estamos vivendo uma crescente era da automatização no mercado de trabalho. A cada dia novos softwares e máquinas são criadas para otimizar o tempo de produção e produtividade nas empresas. Viajei recentemente para a China e posso assegurar que esse movimento realmente só tem a crescer e a acrescentar.


Porém, na era da automatização eu preciso te alertar sobre algo. Tudo pode ser automatizado, menos você. 

A criatividade, atitude, senso de coletivo e de liderança só podem ser construídos por nós, humanos.

Logo, se você busca por crescimento profissional a reclamação não pode se transformar em um hábito. 

É claro que reivindicações de melhorias e feedback positivos são e serão sempre muito necessários, mas essas atitudes são bem diferentes do que apenas reclamar e não fazer nada para que a realidade se transforme.

O que é o Mercado de Carbono e sua importância para as Empresas


O que é o Mercado de Carbono e sua importância para as Empresas

 

O crédito de carbono é um certificado eletrônico que é emitido quando há diminuição de emissão de gases que provocam o efeito estufa, gerador de aquecimento global. Um crédito de carbono equivale a uma tonelada de CO2 (dióxido de carbono) que deixou de ser emitido para a atmosfera. Aos outros gases reduzidos são emitidos créditos, utilizando-se uma tabela de equivalência entre cada um dos gases e o CO2.
Empresas que conseguem diminuir a emissão de gases de efeito estufa (GEE) obtêm esses créditos, podendo vendê-los nos mercados financeiros. Os créditos de carbono são considerados commodities(mercadorias negociadas com preços estabelecidos pelo mercado internacional).
Estes créditos geralmente são comprados por empresas no exterior que, em função do Protocolo de Quioto, têm metas obrigatórias de redução de emissões de gases de efeito estufa, mas não conseguem atingir o patamar determinado. A compra dos créditos permite-lhes manter ou aumentar suas emissões.
Ou seja, empresas que poluem acima do limite permitido pelo Protocolo de Quioto pagam pela poluição adicional que geram, remunerando as atividades que reduzem as emissões de gases.
Para informações detalhadas tais como: aquisição de áreas para compensação, como elaborar um Projeto de Carbono, Certificação ICMBio etc entre em contato conosco:

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Moda sustentável: o que é e como usá-la no dia a dia



Moda sustentável está relacionada ao consumo consciente 
(Getty Images)Mais


A moda muitas vezes é associada ao luxo e ao glamour. Mas, com alguns recursos naturais escassos, mais caros e uma tendência de consumo consciente, a indústria desse setor tem buscado oferecer produtos sustentáveis. 

Produtores e consumidores entendem que é possível produzir e consumir uma moda cheia de estilo e atitude respeitando as pessoas, o meio ambiente e toda a cadeia da indústria.

Moda sustentável está dentro da ideia de consumo consciente. Mas para entender o seu conceito, é importante entender o contexto da indústria da moda.


Contraponto ao modelo fast fashion

Por trás das roupas que compramos está a produção em massa e os resíduos químicos provenientes desse processo. O modelo de moda “fast fashion” ganha força desde a década de 1990, quando nos vimos diante de lojas com coleções mais baratas e novas quase toda semana.

Para manter os preços baixos, contudo, a fabricação da maioria das peças é feita em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, onde a mão de obra é mais barata e não há regularização de direitos trabalhistas e de condições de trabalho. Pensando em minimizar os impactos da moda, a solução seria repensar o ciclo completo de vida da peça de roupa que consumimos e evitar o desperdício.

Mas o que é moda sustentável?

Segundo a consultora de imagem e estilo Ju Processo, a ideia principal da moda sustentável é a redução dos poluentes na fabricação de roupas e acessórios, para assim, reduzir o impacto ambiental. Além de um maior cuidado em relação à mão de obra de quem produz as peças. 

“Essa necessidade surgiu a partir do consumo desenfreado e o descarte das peças ao menor sinal de desgaste e/ou mudança de tendência, sem se preocupar com o uso das matérias-primas e a poluição que a produção de roupas e acessórios gera”, explica a consultora.
O que a moda sustentável propõe?

A produção deve ser pensada de forma consciente, usando novas tecnologias para que os resíduos sejam reciclados. Esta é uma maneira de reduzir o desperdício de energia, água e produtos químicos na produção têxtil. 

Aos poucos, este panorama começa a mudar tanto no mercado de luxo (estilistas como Ralph Lauren, Stella McCartney e Eileen Fisher já estão usando tecidos orgânicos ou feitos da reciclagem de materiais) quanto na moda mais acessível, com o aumento do número de brechós, sites de venda e troca, que também contribuem para moda sustentável. 

Já que o consumidor consciente evita descartar roupa rapidamente e preocupa-se em como é a produção da peça.

É possível estar na moda e se vestir de maneira sustentável 
(Getty Images)Mais

Como aderir ao conceito sustentável de moda?

Juliana Processo dá a seguinte dica: “faça sempre a si mesmo a pergunta mais importante de todas: ‘Será que preciso mesmo disso?’ Assim é possível ter uma noção do que você realmente precisa comprar e do que é estímulo externo para se ter algo do qual você não precisa, como mais uma bolsa ou um sapato”. 

A moda precisa ser pensada de forma consciente, pois o que você compra e, principalmente, o que descarta, não é somente uma escolha pessoal. Afinal, estamos todos dividindo o mesmo planeta e seus recursos naturais.
Adaptações na hora das compras

Vale a pena o consumidor buscar produtos com materiais sustentáveis e de melhor qualidade para ter maior durabilidade que também sejam atemporais – podendo ser usados por muito mais tempo. Como indica a consultora, podemos começar pesquisando sobre as marcas que mais usamos para entender quais delas se comprometem com essa questão. 

“Desta forma você muda sua relação com a indústria da moda, mas sem afetar seu estilo. Escolha também peças com tecidos naturais ao invés dos sintéticos, pois os naturais são recicláveis”, explica.


Como "ressignificar" uma peça?

Seguindo o conceito, você pode dar um uso mais duradouro a uma peça que você já gosta, reformando ou dando novos usos. É importante que as peças não se tornem algo descartável. Outra dica da Juliana, é analisar item por item do seu guarda-roupa e manter nele somente as peças que você ama e que lhe caem bem. 

“As roupas que saírem podem ser doadas para instituições de caridade ou trocadas, vendidas em brechós, sites, lojas de aluguel de roupas, bazar entre amigas, etc. Fazer as peças circularem ao invés de descartá-las é uma das melhores formas de ressignificar uma peça”, indica a consultora.

Economia de Energia para sua Empresa!

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Diagnóstico de Eficiência Energética


O Diagnóstico consiste numa visita à Empresa, realizada por um Engenheiro especializado em Eficiência Energética, que, acompanhado por uma pessoa designada pela Empresa, realizará um levantamento de toda a Estrutura Elétrica existente.


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Para mais informações: 

Maio amarelo: 9 dicas para um trânsito melhor



Quando o assunto é trânsito, geralmente a gente costuma associar apenas à aglomeração de veículos automotores, não é mesmo? Mas na verdade, o trânsito compreende muito mais que isso, e por assim ser, há muita gente que precisa tomar cuidado para evitar problemas. Pensando nisso hoje nós vamos falar sobre o maio amarelo e algumas dicas para um trânsito melhor.
Até o final deste artigo você terá entendido o que é o maio amarelo, qual a sua origem, verá nossas dicas para colocar em prática no trânsito estando de carro, de motocicleta, de bicicleta ou a pé e ainda entenderá o que é direção defensiva.
Tenha uma boa leitura!

O que é o maio amarelo?

O maio amarelo é uma campanha de conscientização para a segurança no trânsito e para chamar a atenção para o alto índice de acidentes em todo o mundo.
O termo surgiu durante o mês de maio de 2011 quando a ONU (Organização das Nações Unidas) decretou a década de ação para a segurança no trânsito, um movimento para engajar o poder público e toda a sociedade em diversos países.

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Símbolo das campanhas do maio amarelo
Embarcando nessa nós separamos algumas dicas para todo mundo colocar em prática. Confira!

Dicas para motoristas

Aqui vale lembrar que quanto maior o seu veículo, maior sua responsabilidade no trânsito, logo, se você está conduzindo um veículo, você também é responsável pela segurança de motociclistas, ciclistas e pedestres. Veja agora nossas dicas para motoristas:

1 – Respeite a sinalização

Quando o assunto é sinalização no trânsito devemos ter em mente que isso não compreende apenas a sinalização semafórica, mas também placas e outros objetos de sinalização como aqueles triângulos que sinalizam um carro quebrado à frente e avisos pintados no asfalto como “pare” e “devagar”, por exemplo.
Então sempre que se deparar com qualquer um dos sinais ou objetos de sinalização, transite em baixa velocidade até passar pela área sinalizada. Ah, e vale verificar se não há alguém precisando de ajuda. Seja gentil. 🙂

2 – Não use o celular

O uso de celular na direção é apontado como uma das principais causas de acidentes no trânsito, pois ele diminui a atenção dos motoristas, um problema que pode ser fatal e por isso hoje há punições mais sérias para quem usa o aparelho enquanto conduz um automóvel.

3 – Use o cinto de segurança

O uso do cinto de segurança protege todos a bordo e diminui os riscos de fatalidades caso um acidente venha a ocorrer, por isso sempre use-o e certifique-se de que todos os passageiros estão fazendo o mesmo antes de iniciar a viagem.

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trânsito na cidade de São Paulo

Dicas para motociclistas

4 – Trafegue em espaço adequado

Sabemos que entre as faixas dedicadas aos carros nas vias existem corredores por onde os motociclistas costumam trafegar, mas que nem todos estes corredores possuem espaço suficiente para uma motocicleta.
Quando o espaço é apertado há chances de colisão lateral com algum veículo, o que causaria um acidente, então se você estiver conduzindo uma motocicleta e se deparar com um corredor muito estreito, não se arrisque. Siga o ritmo dos carros dentro de uma das faixas até que o corredor se alargue.

5 – Faça o uso obrigatório do capacete

Aqui é importante ressaltarmos que o uso do capacete é obrigatório, segundo o código de trânsito brasileiro, então nada de transitar por aí sem o equipamento, pois ele é indispensável para preservar sua vida.

Dicas para ciclistas

6 – Trafegue em via adequada

Para quem prefere deixar o carro em casa existem vias adequadas para a sua circulação: as ciclo faixas. Caso em seu bairro não tenha uma ou você viva em uma cidade pequena sem esse tipo de via, trafegue pelo canto das ruas e fique sempre atento com os veículos que se aproximam.

7 – Use o capacete

Assim como para os motociclistas, o uso do capacete é indispensável para os ciclistas mesmo que o uso não seja obrigatório por lei, pois os protege contra impactos em caso de uma queda.

Dicas para pedestres

8 – Atravesse a via na faixa para pedestres

Atravessar uma via na faixa de pedestres é chegar ao outro lado em segurança, pois ali os veículos param, seja por conta de um semáforo ou até mesmo por dar preferência aos pedestres na ausência de um sinalizador. Além disso, quem faz o uso da faixa não atrapalha o fluxo do trânsito e não se arrisca, o que é mais importante.
Caso não haja uma faixa de pedestre, atravesse a via sempre em linha reta, assim você chega mais rápido ao outro lado.

9 – Caminhe pela calçada

Ao caminhar pelas calçadas o pedestre não se expõe ao risco de acidentes e, mais uma vez, não atrapalha o fluxo de carros.
Agora que você conferiu nossas dicas, vamos falar sobre o que é direção defensiva, uma boa prática para condutores de veículos automotores que somada às dicas que falamos acima também contribui para um trânsito melhor. Continue com a gente e veja agora mesmo:

O que é direção defensiva?

A direção defensiva abrange uma postura de responsabilidade preventiva para evitar acidentes no trânsito, ou seja, dirigir de forma que não coloque em risco a própria vida, dos passageiros e de todos em vias públicas.
Na prática a direção defensiva ocorre quando um condutor dirige com o veículo em estado adequado para o trânsito e também evitando se expor a situações que podem causar acidentes e colocar outros veículos em risco, então veja abaixo algumas coisas que devem ser evitadas:
  • Dirigir com sono;
  • Ultrapassar limites de velocidade;
  • Fazer ultrapassagens perigosas;
  • Olhar só para a frente;
  • Segurar objetos;
  • Tirar uma das mãos do volante.

Bônus: Como as lentes de óculos podem ajudar no trânsito?

Seja você qualquer um dos personagens do trânsito em pequenas ou grandes cidades, uma ótima dica é entender como as lentes de óculos podem contribuir para sua segurança.
As lentes de óculos ajudam a relaxar a visão durante a condução de um veículo, uma bicicleta ou até mesmo andando a pé, pois inibem o ofuscamento causado por faróis de outros veículos e a própria luz do dia.
Outra forma como as lentes podem ajudar é impedindo reflexos que podem atrapalhar no trânsito.
Para quem costuma dirigir à noite há as lentes amarelas conhecidas como lentes âmbar que são ótimas para a condução, pois reduzem a incidência de luz azul evitando assim confusões em nosso cérebro ao distinguir as cores.
Temos certeza que se todo mundo tomar consciência dos riscos do trânsito e sobre o que fazer para torná-lo melhor, muitos acidentes serão evitados e as vias públicas serão um lugar melhor para todos.
Então no post de hoje nós vimos o que é o maio amarelo e qual a sua origem. Vimos também algumas dicas para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres para que todos possam colaborar pela segurança mútua. No fim vimos um bônus sobre como as lentes de óculos também podem ajudar no trânsito.
Gostou do nosso post sobre o maio amarelo e com dicas para um trânsito melhor? Então aproveite para assinar a nossa newsletter para receber nossas atualizações e mais posts como esse.

Fonte Estúdio Leaf 



Empresas focam retorno sustentável para atrair investidores, diz relatório




DANIELLE BRANT


SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A nova geração de investidores, capitaneada pelos millennial -nascidos entre 1980 e 2000- e pelas mulheres, demanda que as empresas ofereçam não só retornos financeiros, mas também sociais e ambientais, mostra relatório do banco UBS.

O relatório "Negócio de impacto" fala sobre como as empresas têm se movimentado para atender a essas exigências de sustentabilidade que fogem da atuação tradicional em filantropia e meio ambiente.

Segundo o estudo, um crescente número de pessoas e instituições busca negócios e investimentos de negócios que vão além de uma abordagem de investimento exclusiva e que entreguem retornos financeiros e sociais ou ambientais simultaneamente. Os millennial e as mulheres lideram uma "ampla onda" de demanda que se espalha na sociedade, diz o relatório.

"Empresas que foquem tanto nos retornos sociais quanto nos financeiros têm mais possibilidade de atrair capital de novas gerações de millennial e mulheres que querem ganhar dinheiro e fazer bem à sociedade", diz o estudo.

É natural, então, que as agendas de gerar lucro econômico e dar retorno à sociedade se unam sob o guarda-chuvas de "negócios de impacto", afirma Sylvia Coutinho, presidente do UBS Brasil.

"Além de se preocuparem com a sustentabilidade dos seus negócios, se preocupam em gerar externalidades positivas para a sociedade como um todo. Um exemplo de empresa Brasileira que representa esta pauta é a Natura, que é um exemplo de sustentabilidade não só aqui, mas no mundo", afirma.

Essa demanda acaba se tornando uma pressão crescente para que as empresas não apenas minimizem seus potenciais impactos negativos, mas também proativamente impulsionem o efeito positivo na sociedade enquanto aumentam seus retornos comerciais.

"Existirá cada vez mais uma pressão, tanto por parte das novas gerações de colaboradores e talentos, quando por parte dos consumidores, em somente se associar a empresas que consigam demonstrar que têm uma genuína preocupação com sustentabilidade e o impacto que geram na sociedade", afirma Coutinho.

"Este será, espero, o capitalismo 4.0, onde o setor privado passa também a atuar de maneira proativa e relevante para solucionar problemas socioambientais, agenda hoje que temos tendência a delegar aos governos. "

O estudo lembra que empresas com ações em Bolsa que causam danos ambientais têm sido penalizadas pelos acionistas.

No Brasil, há o exemplo da Vale em 2015. O rompimento de uma barragem da Samarco -que tem a Vale como uma de suas acionistas- em Mariana (MG) provocou um desastre ambiental e fez as ações da mineradora recuarem 5,7% no dia seguinte à tragédia. 

Foram cinco pregões seguidos de desvalorização, e a Vale acabou sendo retirada do índice de sustentabilidade de Bolsa brasileira.

Na Europa, a montadora Volkswagen passou por situação semelhante, ao vir à tona que ela usava um software para manipular testes que verificavam as emissões de gases poluentes por veículos. Nos dias seguintes à publicação das primeiras denúncias, as ações da empresa chegaram a acumular desvalorização de 42,2%.

De acordo com o relatório "Investimentos Globais Sustentáveis", produzido em 2016 pela Aliança Global de Investimentos Sustentáveis, ativos gerenciados com critérios de investimento responsáveis cresceram de US$ 18,3 trilhões em 2014 para US$ 22,9 trilhões no ano passado.

Fonte: Folhapress

Tenha um inverno confortável sem desperdiçar energia elétrica

Quando a temperatura cai, é importante ter cautela para não aumentar demais os gastos de energia; confira as dicas para economizar.





O inverno começa no dia 21 de junho no hemisfério Sul e, nas regiões em que a temperatura fica mais baixa, aumenta o consumo de energia elétrica para uso de equipamentos como aquecedores de ambiente, secadores de cabelo e chuveiros elétricos.

Quando cresce demais a demanda e as usinas hidrelétricas não dão conta de gerar energia suficiente, é preciso ativar as usinas termoelétricas, que consomem carvão, o que polui e emite gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global. 

Além do impacto ambiental negativo, a ativação das termelétricas representa contas de luz mais salgadas, com a chamada “bandeira vermelha tarifária”.

Para evitar esses impactos negativos, o Instituto Akatu preparou algumas dicas para que a população evite o desperdício de energia elétrica no seu cotidiano, sem perder o seu conforto. 

Há dicas específicas para quando faz frio e também dicas que servem para o ano todo, pois é importante que os hábitos de consumo conscientes sejam adotados de maneira permanente.

Economizar energia representa uma boa economia financeira: uma família que consegue economizar R$15 por mês na sua conta de luz, ao investir esse mesmo valor em uma caderneta de poupança com rendimento anual de 6%, economizará mais de R$ 55 mil em 50 anos! Por exemplo, ao reduzir o banho de chuveiro elétrico de cada pessoa da casa em 3 minutos e deixar a televisão ligada duas horas a menos por dia, já é possível reduzir esses R$ 15 mensais na conta.

Veja mais dicas para ajudar a economizar de energia, a seguir:

– No inverno, há menos horas de luz solar. Por isso, é preciso ter cuidado para não desperdiçar energia com a iluminação. Substitua as lâmpadas incandescentes e fluorescentes por lâmpadas de LED. 

Você sabia que uma LED dura em média 16 anos, 5 vezes mais que uma lâmpada fluorescente compacta? Isso significa que, em um período de 16 anos, será necessário trocar as lâmpadas de LED apenas 1 vez contra 5 trocas das lâmpadas fluorescentes. 

A lâmpada LED é mais cara, no entanto, colocando na “ponta do lápis” o investimento inicial (preço da lâmpada) versus as economias decorrentes dessa escolha (conta de luz mais barata), veremos que ainda assim compensa usar lâmpadas de LED.

– Ao sair de um ambiente, não se esqueça de apagar a luz. 

É importante ressaltar que esta prática vai além da economia de energia, pois também aumenta a vida útil das lâmpadas.

– O chuveiro elétrico costuma ser o maior consumidor de energia de uma casa. Por isso, apesar da tentação, evite banhos longos. 

Uma pequena mudança de comportamento faz a diferença: se cada um dos brasileiros diminuísse em apenas 1 minuto o seu tempo diário de banho no chuveiro elétrico, a energia economizada em um ano equivaleria a mais de 10 dias de operação da usina de Itaipu, a maior usina hidrelétrica do Brasil, em sua geração máxima.

– Não deixe a TV ligada à toa. Se todos os brasileiros desligarem uma TV 1 hora por semana, a eletricidade economizada em 1 mês seria suficiente para abastecer o consumo de energia mensal das cidades de Votuporanga e Registro (SP), com seus quase 148 mil habitantes.

– Desligue o computador quando ele não estiver em uso. Muita gente tem o hábito de deixar o computador de casa ou da empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, ou, simplesmente, por comodidade. 

A recomendação é desligar o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilização. O monitor deve ser desligado a partir de 15 minutos sem utilizar.

– Evite abrir a porta da geladeira à toa, pois o ar quente entra e o motor do equipamento é obrigado a gastar mais energia para resfriá-la novamente. 

Na hora de colocar ou retirar os alimentos, faça tudo de uma só vez – com esse cuidado. E não guarde alimentos e recipientes quentes na geladeira, pois isso aumenta o consumo de energia.

– Verifique se a borracha da porta da geladeira está em boas condições, pois ela isola o interior do refrigerador e evita maior consumo de eletricidade.

– Acumule o máximo de peças possível para usar a máquina de lavar. Isso ajuda a economizar energia e água.

– Se possível, pendure em cabides as camisetas, camisas e blusas para que elas sequem e desamassem naturalmente. Dependendo do tipo de tecido, a peça pode até dispensar o ferro de passar e ir direto ao guarda-roupa.

– Para passar roupas, junte também o máximo de peças para passar de uma só vez. 

Antes de ligar o ferro, separe as roupas por tipo de tecido – alguns exigem temperatura mais alta, outros exigem temperatura mais baixa. Comece com as roupas que exigem temperatura mais baixa, depois aumente a temperatura e passe as roupas de algodão.

– Ao comprar um eletrodoméstico, procure o selo Procel ou etiqueta do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que indicam os mais econômicos.