O que é o Mercado de Carbono e sua importância para as Empresas

 

O crédito de carbono é um certificado eletrônico que é emitido quando há diminuição de emissão de gases que provocam o efeito estufa, gerador de aquecimento global. Um crédito de carbono equivale a uma tonelada de CO2 (dióxido de carbono) que deixou de ser emitido para a atmosfera. Aos outros gases reduzidos são emitidos créditos, utilizando-se uma tabela de equivalência entre cada um dos gases e o CO2.
Empresas que conseguem diminuir a emissão de gases de efeito estufa (GEE) obtêm esses créditos, podendo vendê-los nos mercados financeiros. Os créditos de carbono são considerados commodities(mercadorias negociadas com preços estabelecidos pelo mercado internacional).
Estes créditos geralmente são comprados por empresas no exterior que, em função do Protocolo de Quioto, têm metas obrigatórias de redução de emissões de gases de efeito estufa, mas não conseguem atingir o patamar determinado. A compra dos créditos permite-lhes manter ou aumentar suas emissões.
Ou seja, empresas que poluem acima do limite permitido pelo Protocolo de Quioto pagam pela poluição adicional que geram, remunerando as atividades que reduzem as emissões de gases.
Para informações detalhadas tais como: aquisição de áreas para compensação, como elaborar um Projeto de Carbono, Certificação ICMBio etc entre em contato conosco:
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Chique e sustentável

Rio de Janeiro – Mostra Morar Mais por Menos apresenta novidades do mercado de arquitetura e decoração. Espaço Light inova ao levar a eficiência energética para ambientes sofisticados

Denilson Machado/MCA Estúdio

João Dalla, para o Procel Info

Rio de Janeiro – Abrir a conta de luz nem sempre é uma tarefa fácil. Ainda que a quantidade de lâmpadas acesas e o consumo de ar-condicionado sejam controlados ao longo do mês, surpresas podem acontecer caso o gasto com outros aparelhos seja superior. 

A situação ainda se agrava quando a bandeira tarifária vermelha entra em vigor nos períodos em que a quantidade de chuvas é menor.

Além disso, desperdiçar energia – seja pelo uso de eletrodomésticos menos eficientes ou pelo aproveitamento inadequado de espaços – esbarra em questões ambientais e sustentáveis. A sustentabilidade, no entanto, vai além da eficiência energética e abrange outros segmentos, como o da reciclagem e reaproveitamento de materiais.

Com a proposta de mostrar que é possível unir conforto com sustentabilidade, a 15ª edição do Morar Mais por Menos – evento voltado para apresentar as novidades do mercado de arquitetura e decoração ao público – traz, entre seus 50 ambientes, o Espaço Light. O estande, que foi desenvolvido em parceria com o Studio Herrera, aborda ideias e soluções sustentáveis que podem ser utilizadas na concepção de um ambiente.

O designer Thiago Herrera, que esteve à frente do desenvolvimento do espaço, quis homenagear a fauna e a flora brasileiras. Ele ressalta que o viés ambiental é uma de suas preocupações durante o desenvolvimento de projetos e que o sustentável também pode ser sofisticado. Segundo Herrera, as casas estão se transformando e se tornando cada vez mais acolhedoras.

“As casas, hoje, estão deixando de ser brancas e frias e estão ganhando temperatura, cor, sensações e se tornando sustentáveis. Para mim, está se iniciando um movimento muito grande no Brasil e no exterior de designers e arquitetos que estão focados em mostrar beleza através da sustentabilidade. Nesse espaço, nós queríamos mostrar isso”, afirma.


Inovação e requinte

O Espaço Light é formado por uma cozinha e um lounge. E a sustentabilidade está presente em praticamente todos os detalhes. O piso da cozinha, o revestimento da parede e, até mesmo, as cortinas foram pensadas com o objetivo de garantir maior eficiência energética e respeito ao meio ambiente aliados ao bem-estar e comodidade do público.

As lâmpadas do espaço, por exemplo, são todas de LED. Essa tecnologia permite, além da economia de energia, maior conforto visual porque, segundo Thiago Herrera, o LED não tem tanta incidência de fluxo luminoso. Porém, esses não são os únicos benefícios. Essa tecnologia também deu liberdade para que o designer experimentasse novas formas de decoração.

No teto da cozinha, as lâmpadas foram todas envolvidas com barba de velho, uma planta altamente inflamável. Isso só foi possível porque, ao contrário das incandescentes, as lâmpadas de LED são frias. O designer explicou que essa é uma dúvida recorrente entre os visitantes do espaço. Segundo ele, essa foi a ideia original, já que, a partir do questionamento do público, é possível falar sobre eficiência energética.

Com iniciativa pioneira, Light apresenta novas formas de eficiência energética em ambientes alto padrão

“Você coloca a impressão, na cabeça das pessoas, de que isso poderia pegar fogo e, ao mesmo tempo, consegue falar da importância do LED. Então, se a pessoa faz o questionamento de o porquê colocar uma lâmpada quente junto com a palha, você consegue falar que ela não é quente, que ela é tecnologia LED, que todo o resto é LED e que todo o resto tem que ser LED”, ressalta Herrera.

A eficiência energética, no entanto, não se resume à escolha das lâmpadas. O revestimento cotton plusaplicado às paredes em um tom de verde mais claro garante uma luminosidade maior ao ambiente, o que permite o uso de menos lâmpadas.

Além disso, o revestimento é 100% natural – uma vez que foi desenvolvido a partir de restos de algodão e de escama de peixe triturada – e termoacústico, ou seja, é capaz de manter a temperatura do ambiente.

O verde ganha forma na coluna de samambaias naturais que florescem no ambiente. O urban jungle, como é conhecido esse estilo de decoração que traz o verde do exterior para o interior das residências, dá cor e textura ao espaço.

Thiago Herrera também ressalta a importância de se abrirem janelas. Segundo ele, essa deve ser uma das principais preocupações da arquitetura hoje em dia. As janelas permitem a entrada da luz natural no ambiente e, consequentemente, reduzem o consumo com lâmpadas.

As cortinas utilizadas no Espaço Light, por exemplo, foram escolhidas com esse propósito. Apesar de serem pretas, elas são feitas a partir de fios; então, ao mesmo tempo em que garantem privacidade e conforto, permitem a entrada de luz no ambiente sem ofuscamento.

A preocupação do designer não se restringiu à eficiência energética. A reutilização de materiais também foi aplicada na construção do espaço. Segundo Thiago Herrera, é possível transformar o que é tido como descartável em objetos de decoração sofisticados e confortáveis. “Eu luto a favor da reutilização de materiais e do não-consumo. 

De se recriar e refazer. De se transformar o lixo em arte”, pontua.

Essa preocupação é observada no ambiente. Restos de serralheria se transformaram em um biombo. 

O cachepot (estrutura decorativa para recipientes) que envolve os vasos de plantas é feito de lycra e restos de fábricas têxteis. Um andaime naval encontrado em um lixão, depois de pintado e laminado, se transformou no piso da cozinha. Garrafas PET, que seriam despejadas no meio ambiente, compõem o revestimento de armários e da bancada da cozinha.

Esses elementos se unem a uma geladeira dos anos 1950 que deixou de ser despejada no meio ambiente para integrar um espaço moderno e acolhedor. Reformada e com um novo motor, que gasta menos energia, o conceito do ambiente mostra que é possível unir um estilo de decoração retrô com sustentabilidade.


Arquitetura sustentável já é uma tendência em edificações modernas

Thiago Herrera ainda aproveitou o estande para lançar a Mymba, coleção de almofadas desenvolvida pelo próprio designer. 

O tecido produzido pela empresa EcoSimple e utilizado para a fabricação dos modelos é 100% sustentável, já que durante o processo de produção não é gasta nem uma gota d'água. 

Além disso, a cada metro de tecido, oito garrafas PETs são retiradas do meio ambiente.

O designer considera que não apenas a concepção de um espaço deve ser sustentável como também a manutenção do mesmo. 

“A sustentabilidade tem que estar em um todo. Tem que ter um processo sustentável. 

Para o meu cliente, tem que ser uma coisa prática para que ele consuma menos produtos de limpeza. Então, eu procuro pensar não só na entrega do meu projeto como também em sua manutenção”, salienta.


Sustentabilidade é tendência na arquitetura

A Light também contou com a assessoria da Eletrobras para a concepção do espaço. A arquiteta Estefânia Mello usou sua expertise em eficiência energética de edificações para que o ambiente se tornasse ainda mais eficaz.

Na cozinha, por exemplo, ela ressalta que é importante que a geladeira não fique colada junto ao forno ou fogão, porque quando um equipamento que gera frio e outro que gera calor estão muito próximos, ainda que ambos sejam certificados, há uma redução na eficiência. 

No caso do Espaço Light, a geladeira e o forno são separados por um armário.

Apesar de algumas preocupações terem que ser levadas em conta na hora de compor um espaço, a arquiteta diz que a eficiência energética tem que estar aliada com a praticidade e comodidade dos moradores.

“Desde os primórdios o ambiente foi feito para garantir conforto. Então, ele tem que garantir o conforto térmico, visual e a qualidade do ar. Isso tudo é levado em consideração quando vamos definir o conceito de eficiência energética, porque você tem que cuidar para que o ambiente forneça todos esses atributos gastando menos energia”, explica Estefânia Mello.

A arquiteta acredita que a sustentabilidade é uma tendência na arquitetura e design de interiores, no entanto, ressalta que gostaria que o ritmo para a adesão desses conceitos na construção civil fosse mais acelerado.

“Eu acho que as questões ambientais estão tão urgentes que não tem mais como você pensar hoje, em 2018, um espaço que seja contemporâneo e que não tenha nenhum cuidado com sustentabilidade, com eficiência energética e com tratamento de resíduos. 

Eu acho que se ainda tem alguém projetando assim, hoje em dia, não é que ele não está seguindo tendência, ele está ultrapassado. Eu vejo que a tendência, hoje, é muito mais do que eficiência energética: é aliar alta tecnologia. 

Eu gostaria muito que a eficiência energética fosse uma coisa que todos já estivessem fazendo. É para isso que nós trabalhamos. Nós queremos que isso fique comum, mas infelizmente ainda não é. 

Ainda é visto como uma tendência. Mas nós trabalhamos todos os dias para que isso vire cada vez mais uma premissa em todos os projetos ”, afirma Estefânia Mello.

O arquiteto Fernando Paz, que visitou o espaço da Light, diz que também leva em consideração a eficiência energética e a sustentabilidade no desenvolvimento de seus projetos. Segundo ele, a tecnologia permite que esse viés seja discutido e levado em consideração na hora de projetar os ambientes.

“A própria tecnologia surgiu para facilitar que isso seja aplicado. Hoje em dia, você tem a tecnologia favorecendo muito o barateamento de custo. Antigamente, era muito caro. Não só o design prevalecia, mas o custo era muito alto para ser mais sustentável. Eu acho que a tecnologia veio para favorecer isso: diminuir o custo e popularizar”, diz o arquiteto.


Inovação na abordagem da eficiência energética

A Light já desenvolve projetos que discutem eficiência energética com o público infanto-juvenil. Nesta primeira parceria com o evento do Morar Mais por Menos, a empresa pretende levar o assunto para outra esfera.

Com a iniciativa, a concessionária planeja dialogar com o público das classes mais elevadas. São dois os motivos para essa lógica: a localização do evento e o custo dos produtos sustentáveis. 

A reciclagem ainda é de acesso a poucos e aqueles com poder aquisitivo maior têm mais acesso a esse tipo de mercadoria.

Por serem públicos diferentes, as abordagens também precisam ser distintas. Enquanto uma tem o viés mais educativo, a outra tem um viés mais persuasivo. E esse foi um dos fatores levados em consideração ao firmar essa parceria.

“Uma distribuidora de energia elétrica, como a Light, tem um público muito heterogêneo e ela precisa se comunicar com todo mundo. 

Você precisa falar com todo mundo. E você não fala com todo mundo da mesma forma. Então, você tem que segmentar essa comunicação. Eu preciso conversar com meu público de uma forma que ele me ouça, que ele me entenda e que ele me escute”, afirma Luis Felipe Amaral, gerente do Instituto Light.

Luis Felipe Amaral ainda diz que, apesar de regulatória e necessária, a discussão sobre eficiência energética também é importante para a distribuidora. 

“Não interessa para nós que haja um consumo desnecessário. O conforto sim, mas o conforto aliado à eficiência”, ressalta.


Morar Mais por Menos – o chique que cabe no bolso

Local: CasaShopping – Avenida Ayrton Senna, 2.150, bloco P, 4º piso – Barra da Tijuca

Quando: de 3 de agosto a 9 de setembro de 2018

Visitação: de terça a domingo, das 12h às 21h

Ingressos: R$ 30 (terça-feira), R$ 35 (de quarta a sexta-feira) e R$ 45 (sábado, domingo e feriado)

Aceita somente cartões de débito

Informações: (21) 2512-2412


* Atualizada em 16/08/2018 às 08h49

Economia de Energia para sua Empresa!

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Diagnóstico de Eficiência Energética


O Diagnóstico consiste numa visita à Empresa, realizada por um Engenheiro especializado em Eficiência Energética, que, acompanhado por uma pessoa designada pela Empresa, realizará um levantamento de toda a Estrutura Elétrica existente.


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Projeto de sustentabilidade na habitação social do Brasil recebe prêmio internacional

Projeto que visa elevar os padrões de sustentabilidade de empreendimentos do programa Minha Casa Minha Vida foi premiado pelo British Expertise International Awards, em Londres. 

A iniciativa, uma parceria de Caixa Econômica Federal, Ministério das Cidades, Building Research Establishment (BRE) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), foi reconhecido como Melhor Projeto Colaborativo Internacional.
Empreendimento do "Minha Casa, Minha Vida", no bairro de Pau da Lima, Salvador. Foto: SECOM Governo do Estado da Bahia/Elói Corrêa
Empreendimento do “Minha Casa, Minha Vida”, no bairro de                                                      Pau da Lima, Salvador. Foto: SECOM Governo do Estado da Bahia/Elói Corrêa
Projeto que visa elevar os padrões de sustentabilidade de empreendimentos do programa Minha Casa Minha Vida foi premiado pelo British Expertise International Awards, em Londres. 

A iniciativa, uma parceria de Caixa Econômica Federal, Ministério das Cidades, Building Research Establishment (BRE) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), foi reconhecido como Melhor Projeto Colaborativo Internacional.

“Com quase 4 milhões de habitações construídas no Brasil nos últimos anos, tem havido uma grande preocupação com a qualidade, sustentabilidade e coesão social”, disse a diretora do grupo BRE Gilli Hobbs, líder da iniciativa.

“Embora recentemente se verifiquem melhorias na regulamentação do setor da construção, a infraestrutura para aplicar os requisitos mínimos ainda é insuficiente. Trabalhando com os nossos parceiros brasileiros, buscamos uma solução que atenda a todas essas preocupações, tendo em consideração a adaptação às mudanças climáticas”, salientou.

Vice-presidente interino de Habitação da Caixa, Paulo Antunes, disse que “o programa Minha Casa Minha Vida fez o Brasil avançar em termos de política habitacional, produzindo uma relevante quantidade de moradias e possibilitando o acesso para as famílias de baixa renda”.

“A partir da implementação do ‘Avançando a Sustentabilidade dos Projetos de Habitação Social no Brasil’, a Caixa poderá avançar ainda mais no fomento à produção de comunidades mais humanas e sustentáveis.”

Gerente nacional de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental da Caixa, Rauelison Muniz, reforçou que “as ferramentas desenvolvidas pela Caixa com a consultoria do BRE vão auxiliar no planejamento e construção de empreendimentos habitacionais mais integrados à dinâmica das cidades, com espaços urbanos humanos e de qualidade”.

“Busca-se, com isso, alinhar a atuação da Caixa às diretrizes da Agenda 2030, em especial, ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 11 – 

Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.”

Representante-residente assistente no PNUD, Maristela Baioni, declarou que a agência da ONU apoia as iniciativas da Caixa relacionadas a cidades sustentáveis, inclusivas e resilientes, em resposta à rápida urbanização e suas consequências para o desenvolvimento sustentável.

A próxima etapa do processo será a realização de projetos-piloto conduzidos por um grupo de promotores interessados em testar essas novas metodologias e melhorar seu conhecimento em questões como eficiência energética, estresse hídrico, gestão de resíduos, adaptação à mudança global do clima, compras responsáveis, sistemas integrados de transporte e melhorias em segurança e proteção.

O prêmio foi entregue em um jantar de comemoração em 12 de abril, depois da avaliação de um painel independente de jurados. 

A iniciativa reconhece e celebra as concretizações internacionais de empresas do setor de serviços do Reino Unido.

Quatro tendências globais de beleza e cuidados pessoais para 2018

Neste ano e nos próximos, o setor atenderá à conflituosa demanda do consumidor “sedento por elementos naturais”, em uma época em que os recursos estão diminuindo


Por 

pauta@mundodomarketing.com.br


Um dos mercados mais aquecidos no Brasil, o setor de Beleza concentra diversas tendências e oportunidades para as empresas. 

No ano de 2018, no entanto, quatro vertentes impactarão o mercado global de beleza e cuidados pessoais, segundo relatório da Mintel

A biotecnologia, juntamente com o ressurgimento da valorização da sabedoria local, ajudará as marcas a enfrentarem os desafios criados pelas questões ambientais.
Além disso, como os consumidores estão criando, ao redor do mundo, suas próprias definições de beleza que vão além de fatores ligados à idade, gênero e tipo de corpo, as marcas que tentarem atrair as "massas" vão perder o fio da meada. 

E mais: os compradores de produtos de beleza não procuram somente parecer bem, mas querem também se sentir bem, indo além das logomarcas e investindo em marcas com personalidade e com propósito para realizarem boas ações.
Por último, as marcas de beleza estarão observando cada movimento do consumidor, já que a tecnologia digital permite uma customização da experiência de compras nunca vista antes. A Mintel prevê que o mercado de beleza e cuidados pessoais passará por uma mudança marcante em 2018. 

Neste ano e nos próximos, o setor de beleza irá atender à conflituosa demanda do consumidor "sedento por elementos naturais", em uma época em que os recursos estão diminuindo. 

E será através do aproveitamento das vantagens oferecidas pela biotecnologia que uma nova geração de produtos naturais aprimorados será criada.
Enquanto isso, a personalização deve alcançar novos níveis à medida que as marcas se esforçam para abranger a inclusão total. 

No que se refere à ética, será imperativo que as marcas tenham uma personalidade genuína e um ponto de vista que comunique claramente seu posicionamento. Complementando, os desenvolvimentos no campo do monitoramento biométrico possibilitarão que as marcas gerem uma personalização totalmente inovadora da experiência de compra."
Veja abaixo detalhes desses conceitos:
Brincando de Mãe Natureza
O conceito de ingredientes de beleza naturais está se expandindo em um mundo de constante mudanças; as marcas vão ajudar a Mãe Natureza incorporando abordagens locais e desenvolvimentos em biotecnologia. 

Com as exigências crescentes dos consumidores e as mudanças climáticas em todo o mundo, a abordagem da indústria de beleza e cuidados pessoais para ingredientes naturais e sustentáveis deve se adaptar a um novo cenário.
Uma mudança para se tornar mais "local" em termos de fontes de ingredientes criará oportunidades para que os consumidores protejam e preservem recursos na área em que vivem. 

Neste ano, as possibilidades de criar ingredientes seguros por meio da ciência, que não causem alergias, puros e eficazes podem substituir a colheita de ingredientes naturais. 

O abastecimento e a produção local de ingredientes vão se tornar essenciais nos próximos anos, fortalecendo a ideia do orgulho local - não apenas entre marcas e fabricantes, mas também entre os consumidores.
Minha Beleza, Minhas Regras
As marcas vão deixar de se destinar aos consumidores baseadas em idade, gênero ou tipo de corpo à medida que os consumidores exigem cada vez mais uma beleza personalizada de acordo com suas questões individuais. 

No passado, as marcas tinham o controle absoluto sobre o que definia o conceito de beleza. 

Entretanto, os padrões de beleza com base em idade, gênero, pele, cabelo e tipo de corpo estão mudando, já que os consumidores de hoje controlam a forma como a beleza é determinada.
Essa noção, sempre em evolução, observará a remoção de rótulos que se baseiam em características simples e transformará a maneira como os consumidores observam seus tipos de pele, cabelos e corpo. 

Em 2018 e nos anos que virão a seguir, os consumidores de beleza exigirão que suas necessidades individuais sejam correspondidas com novas opções ou customizações. As marcas irão abranger a inclusão e abordar preocupações de beleza individuais que resultarão em mais customização e personalização de produtos.
Foco da Campanha 
Apenas vender um ótimo produto de beleza já não será suficiente; as marcas devem ter personalidade e propósito de acordo com a opinião dos consumidores para os conquistar. 

Os consumidores são tão apaixonados pelo valor que uma marca e produto podem lhes trazer quanto pela própria qualidade do produto.
A obrigação cai agora sobre as marcas que podem impressionar os consumidores com uma personalidade humana que seja confiável, agradável e sincera. 

Em 2018 e nos anos seguintes, haverá um foco no financiamento de projetos educacionais em vez da simples doação de dinheiro à caridade. Ao mesmo tempo, as questões ambientais e éticas estarão na vanguarda, já que Millennials e representantes da Geração Z colocam maior ênfase no mundo ao seu redor. 

Agora, mais do que nunca, é imperativo que as iniciativas vão além da responsabilidade social corporativa e realmente devolvam benefícios à sociedade.
Detetive Particular
A tecnologia digital seguirá os consumidores por todos os lados, influenciando suas compras de produtos e os ajudando a navegar as complexidades do corredor de beleza. A tecnologia digital tornará as compras mais pessoais em 2018. 

Com tantos produtos nas prateleiras, os consumidores, pressionados pelo tempo, precisam de uma experiência de compra mais intuitiva. 

A nova tecnologia pode interpretar as expressões faciais e os movimentos oculares dos consumidores para determinar suas preferências de produtos e oferecer ajuda, tanto em loja física quanto na internet.
Nos próximos anos, o uso comercial de dados biométricos deve prolongar-se além do rastreamento do movimento dos olhos, pois a frequência cardíaca, a linguagem corporal e a fala vão se tornar cada vez mais importantes para uma avaliação mais completa das preferências dos consumidores. 

A ideia de mídia social, meramente para interação entre pessoas, é algo do passado, já que as empresas transformam essas interações online em oportunidades de compras.
Leia também a pesquisa Beleza na Terceira Idade, desenvolvida pelo Pesquisas.com.br.
Fonte: www.mundodomarketing.com.br

'Água na mídia': Fórum Mundial debate papel da comunicação na sustentabilidade

Mesa foi mediada pela jornalista da TV Globo Sônia Bridi. Programação vai até a noite de sexta.


Por Marília Marques, G1 DF

Repórter da TV Globo Sônia Bridi mediou mesa sobre água 
na mída (Foto: TV Globo/Reprodução)

O quarto dia de programação no Fórum Mundial da Água, em Brasília, levantou o debate sobre o papel da mídia na promoção de atitudes sustentáveis. A mesa de debates foi realizada quinta-feira (22), na Vila Cidadã, e foi mediada pela repórter da TV Globo Sônia Bridi.

A conversa faz parte do conjunto de ações da plataforma Menos é Mais, lançada pela TV Globo em 2015 como ferramenta de mobilização sobre consumo consciente. 

O fórum é o maior evento do mundo sobre o tema e, até o último balanço, já reuniu 85 mil pessoas de 172 países. As atividades se encerram nesta sexta (23).

Ao G1, Sônia Bridi falou sobre a importância da campanha na aproximação do tema "sustentabilidade e consumo consciente" no dia-a-dia das pessoas. 

"Aqui no fórum isso fica muito claro: se você dá o destino correto a uma garrafa, por exemplo, se tem uma transformação limpa, melhora a qualidade de vida das pessoas", explica. 

"O fórum aproxima causa e consequência".

"Quando as pessoas conhecem a consequência dos seus atos, passam a agir diferente."

Arena das Águas, no Fórum Mundial, debate uso racional de 
recursos hídricos (Foto: TV Globo)

A economista e diretora-executiva do Instituto Clima e Sociedade (iCS), Ana Toni, também participou da mesa. A especialista em sustentabilidade lembrou que as reflexões sobre consumo consciente ultrapassam a temática de meio-ambiente.

"A mídia tem um papel grande em ajudar a sair da caixinha. Água é um tema de economia, saúde e transporte. Isso é importante para termos mais proposições que olhem para o dia a dia das pessoas", explica.

Estade 'Cerrado: berço das águas', na Feira de Exposições do 
fórum (Foto: Jorge Cardoso/8º FMA)

Cerrado: berço das águas

A Globo também está presente na Feira de Expositores com o estande "Cerrado: Berço das Águas". 

O estande é um dos 150 espaços que complementam o ambiente das mais de 300 meses de debates previstas para o Fórum Mundial da Água.

No local, o visitante pode vivenciar a "floresta invertida" – como o cerrado é conhecido – por meio de atividades sensoriais e interativas. Também é possível sentir camadas do solo com as mãos e ver, com caleidoscópio e luz negra, as riquezas da flora da região. O acesso é gratuito.

Água em fonte da Torre de Tv, em Brasília 
(Foto: Jorge Cardoso/8º FMA)

Fórum Mundial da Água

Esta é a oitava edição do Fórum Mundial da Água, realizado a cada três anos em um país diferente. 
A primeira edição ocorreu em 1997, em Marrakesh, no Marrocos, e a última em 2015, em Daegu, na Coreia do Sul.

O encontro deste ano traz o tema "Compartilhando Água". 

O objetivo, segundo os organizadores, é estabelecer compromissos políticos e incentivar o uso racional, a conservação, a proteção, o planejamento e a gestão da água em todos os setores da sociedade.

Em Brasília, o 8ª Fórum Mundial da Água reúne representantes de 175 países, entre cientistas, governantes, parlamentares, juízes, pesquisadores e demais cidadãos. 
A programação segue até hoje, sexta-feira (23).

Loja ECO da C&A traz novidades no espaço de sustentabilidade para clientes

Espaço ganha visual novo e tem como objetivo contar para clientes sobre ações de sustentabilidade da empresa
Loja ECO.2
A Loja Eco da C&A no Brasil, localizada no Centro Histórico de Porto Alegre, apresenta novidades que vão deixar o espaço ainda mais atrativo para os consumidores. 
O projeto faz parte da estratégia global de sustentabilidade da C&A. 
A empresa foi a primeira do varejo de moda no país a incluir temas voltados à sustentabilidade em sua estratégia, tendo como propósito ser uma plataforma para as pessoas se expressarem por meio da moda e contribuir para uma indústria com impacto positivo.
Com a reestruturação atual, do espaço para clientes, a loja terá um ambiente multiuso com exposições com conteúdo de sustentabilidade, que é um dos diferenciais da loja, bem como informações sobre produtos mais sustentáveis entre outros temas.
Certificação LEED
O projeto da Loja Eco trouxe para a C&A a conquista de ser a primeira marca do varejo de moda do país a receber o selo LEED – Leadership in Energy and Environmental Design –, em 2013. 
Para conquistar o selo, foram necessários três anos e meio em um processo que envolveu uma grande reforma da loja, com sistemas de iluminação e uso de água mais eficientes, entre outras iniciativas.
A certificação assegura critérios de eco eficiência reconhecidos internacionalmente. Por isso, as melhorias que foram feitas seguiram um padrão internacional. 
A loja conta com um telhado verde de 640 m² com árvores frutíferas e trepadeiras, ao mesmo tempo em que a vegetação diminui a sensação de calor. O resultado é a diminuição do uso do ar-condicionado na loja. 
O espaço é também um agradável centro de convivência para os funcionários.
“A loja já registrou economia de 35% em energia elétrica e 46% no uso de água, quando comparado com o consumo antes da reforma realizada em 2013. 
Além disso, possui um espaço de sustentabilidade, reformado no último mês, que contará com exposições de conteúdos sobre o tema e também poderá receber eventos, como lançamento de coleções, desfiles, workshops de customização ou rodas de conversa”, explicou Rozália Del Gaudio, Gerente Sênior de Comunicação e Sustentabilidade da C&A no Brasil.
Serviço
Rua dos Andradas, 1620 – Centro Histórico – Porto Alegre, RS – CEP 90020 015
Horário de funcionamento: das 9h às 20h, de segunda a sábado
Sobre a C&A
A C&A, uma empresa de moda focada em propor experiências que vão além do vestir, entende e defende a moda como um dos mais fundamentais canais de conexão das pessoas com si mesmas e com o mundo à sua volta. 
Acredita em uma moda democrática, moderna e contagiante. 
Uma expressão única de cada um. Uma moda, sobretudo ética e sustentável, onde cada elo da cadeia é parte essencial na produção desta expressão de nossos consumidores. 
Movidos por essa crença, pensamos lojas, redes sociais e e-commerce em uma dinâmica construída para facilitar o diálogo das pessoas com a marca e seu acesso aos nossos produtos. 
Fundada em 1841, pelos irmãos Clemens e August, na Holanda, a C&A chegou ao Brasil em 1976 quando inaugurou a primeira das atuais 276 lojas. #C&A #moderna #jovem #colorida #dinâmica. 
Te convidamos a conhecer mais sobre a C&A em saladeimprensa.cea.com.br.

Fonte e para mais informações acesse: