O que é a indústria 4.0? Entenda de vez este novo conceito.

     Redação

A ideia de indústria 4.0, também conhecida como quarta revolução industrial é um conceito ainda pouco praticado pelas empresas brasileiras.

Ela compreende as principais inovações tecnológicas aplicadas aos processos de produção.

Para que você possa compreender de vez esse termo que ainda é muito recente, hoje vamos falar sobre vários pontos.

Até a conclusão da leitura você terá compreendido quais são suas características, seus pilares, os impactos, como aderir ao conceito e a sustentabilidade econômica e ambiental por trás da nova indústria.


Mas antes de irmos adiante sobre este novo conceito é importante falarmos sobre a evolução da indústria no decorrer do tempo para que então você possa compreendê-lo melhor, tudo bem? Então continue com a gente para entender de vez o que é a indústria 4.0 e tenha uma boa leitura!

Quais as características das revoluções industriais? 

Desde a primeira revolução industrial os processos de manufatura passaram por evoluções que nos proporcionaram viver uma realidade de produção em massa. Vamos ver agora como isso se deu no decorrer do tempo.

Indústria 1.0
Entre 1760 e 1860 surgem a produção por meio do emprego de máquinas e a aplicação da energia a vapor. Foi um grande passo rumo às inovações tecnológicas presentes em nossas vidas atualmente. 

Indústria 2.0
Ocorreu no início do século XX. O período foi marcado pelo surgimento das linhas de montagem implantadas pelo setor automobilístico que tornaram realidade a produção em massa. 

Indústria 3.0
Conceito adotado na década de 1970, a indústria 3.0 foi marcada pelo início da automatização nos processos de manufatura e da tecnologia da informação. 

O que é a indústria 4.0?
O conceito surgiu durante a edição de 2011 da feira de tecnologia de Hannover, na Alemanha. Embora não seja um conceito antigo como os demais, no Brasil, menos de 2% das empresas adotam tal conceito enquanto empresas dos países desenvolvidos vêm evoluindo seus processos de acordo com a quarta revolução industrial ano após ano desde 2011.

A indústria 4.0 se comparada às demais revoluções industriais nos trará impactos mais profundos e uma série de benefícios, visto que envolve maior agilidade no recebimento e análise de dados e automatização de processos repetitivos.

A possibilidade de operação em tempo real, a virtualização de processos, a descentralização e a modularidade são algumas das suas características. 

Além delas há ainda alguns pilares que fundamentam este novo conceito de indústria. Veja quais são eles:

Se você não compreende algum dos itens mencionados acima, não tem problema. Vamos falar brevemente sobre cada um deles agora mesmo.

Internet das coisas
Termo adotado para representar a conexão e comunicação entre diversas coisas. O objetivo é aproximar o mundo físico do digital. 

Big data
Termo adotado para definir um grande volume de dados, estejam eles organizados ou não. O Big data é aproveitado pelas empresas para gerar ideias de novas oportunidades de negócios e outras possibilidades. 

Inteligência artificial
Inteligência Artificial (IA) é o termo que define a capacidade de aprendizado das máquinas para que possam desenvolver novas tarefas se orientando pelas experiências dos usuários. 

Segurança
A segurança cibernética ainda não é uma prioridade nos processos de automação industrial, mas deve ganhar importância nos próximos anos para que deixe de ser uma barreira para a implantação das novidades tecnológicas.

Computação em nuvem
O termo se caracteriza pelo fornecimento de memória e armazenamento de dados na internet sem a necessidade da utilização de dispositivos locais para isto. Outra característica da computação em nuvem é a possibilidade de executar tarefas diversas na internet.

Quais os impactos da quarta revolução industrial?
Um dos principais impactos da indústria 4.0 será perceptível principalmente no mercado de trabalho, visto que atividades repetitivas podem ser automatizadas. Isto fará com que algumas responsabilidades não sejam mais humanas, o que não significa que as pessoas devam se preocupar com a queda na necessidade de mão de obra para executar tarefas diversas, pois à medida que algumas atividades operacionais vão perdendo espaço, outras de cunho estratégico vão surgindo.


Outro impacto é nos modelos de negócios que devem surgir nos próximos anos para atender necessidades específicas do público consumidor. Isto trará ainda vantagens aos consumidores que poderão contar com produtos personalizados por um custo acessível se comparado com as personalizações disponíveis hoje no mercado. 

Como aderir à indústria 4.0?

Para implantar o conceito da nova indústria em sua empresa você precisa antes de tudo efetuar um bom planejamento para evitar impactos negativos durante seu processo de adaptação.
Ah, e vale lembrar que o conceito também é válido para empresas de serviços, não sendo limitada somente a indústria de manufatura, tudo bem? 
Nesse planejamento você deve mapear como se dará a comunicação com seu cliente, como efetuará a gestão de dados na nuvem e como será feita a integração de seu ambiente físico e real com o virtual.

É possível aderir ao novo conceito de forma sustentável? 
Sim! Tanto visando a sustentabilidade econômica quanto a ambiental. Dentro do universo da indústria 4.0 é possível atingir considerável redução em seus custos, tornando seus produtos e serviços mais competitivos no mercado. Assim o seu negócio será mais lucrativo.

No tocante da sustentabilidade ambiental, revolucionando os processos dentro de sua empresa você conseguirá reduzir significativamente seu consumo de materiais, uma vez que você terá aumentado o número de operações no ambiente virtual e diminuirá as ações no ambiente físico.


Como vimos hoje, a indústria 4.0 trouxe com ela mudanças mais profundas em relação aos conceitos anteriores, não é mesmo? Enquanto nos modelos de indústria anteriores vimos o surgimento da produção em escala e o uso de energia, na quarta revolução industrial vimos que os processos se tornam descentralizados e dependem do universo digital.

Se você gostou de compreender o conceito da indústria 4.0 que vimos hoje, siga a gente nas redes sociais para ficar por dentro de todos as nossas atualizações e compartilhamentos. Estamos no Facebook , no Instagram , no Linkedin e no YouTube.


Empresas focam retorno sustentável para atrair investidores, diz relatório




DANIELLE BRANT


SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A nova geração de investidores, capitaneada pelos millennial -nascidos entre 1980 e 2000- e pelas mulheres, demanda que as empresas ofereçam não só retornos financeiros, mas também sociais e ambientais, mostra relatório do banco UBS.

O relatório "Negócio de impacto" fala sobre como as empresas têm se movimentado para atender a essas exigências de sustentabilidade que fogem da atuação tradicional em filantropia e meio ambiente.

Segundo o estudo, um crescente número de pessoas e instituições busca negócios e investimentos de negócios que vão além de uma abordagem de investimento exclusiva e que entreguem retornos financeiros e sociais ou ambientais simultaneamente. Os millennial e as mulheres lideram uma "ampla onda" de demanda que se espalha na sociedade, diz o relatório.

"Empresas que foquem tanto nos retornos sociais quanto nos financeiros têm mais possibilidade de atrair capital de novas gerações de millennial e mulheres que querem ganhar dinheiro e fazer bem à sociedade", diz o estudo.

É natural, então, que as agendas de gerar lucro econômico e dar retorno à sociedade se unam sob o guarda-chuvas de "negócios de impacto", afirma Sylvia Coutinho, presidente do UBS Brasil.

"Além de se preocuparem com a sustentabilidade dos seus negócios, se preocupam em gerar externalidades positivas para a sociedade como um todo. Um exemplo de empresa Brasileira que representa esta pauta é a Natura, que é um exemplo de sustentabilidade não só aqui, mas no mundo", afirma.

Essa demanda acaba se tornando uma pressão crescente para que as empresas não apenas minimizem seus potenciais impactos negativos, mas também proativamente impulsionem o efeito positivo na sociedade enquanto aumentam seus retornos comerciais.

"Existirá cada vez mais uma pressão, tanto por parte das novas gerações de colaboradores e talentos, quando por parte dos consumidores, em somente se associar a empresas que consigam demonstrar que têm uma genuína preocupação com sustentabilidade e o impacto que geram na sociedade", afirma Coutinho.

"Este será, espero, o capitalismo 4.0, onde o setor privado passa também a atuar de maneira proativa e relevante para solucionar problemas socioambientais, agenda hoje que temos tendência a delegar aos governos. "

O estudo lembra que empresas com ações em Bolsa que causam danos ambientais têm sido penalizadas pelos acionistas.

No Brasil, há o exemplo da Vale em 2015. O rompimento de uma barragem da Samarco -que tem a Vale como uma de suas acionistas- em Mariana (MG) provocou um desastre ambiental e fez as ações da mineradora recuarem 5,7% no dia seguinte à tragédia. 

Foram cinco pregões seguidos de desvalorização, e a Vale acabou sendo retirada do índice de sustentabilidade de Bolsa brasileira.

Na Europa, a montadora Volkswagen passou por situação semelhante, ao vir à tona que ela usava um software para manipular testes que verificavam as emissões de gases poluentes por veículos. Nos dias seguintes à publicação das primeiras denúncias, as ações da empresa chegaram a acumular desvalorização de 42,2%.

De acordo com o relatório "Investimentos Globais Sustentáveis", produzido em 2016 pela Aliança Global de Investimentos Sustentáveis, ativos gerenciados com critérios de investimento responsáveis cresceram de US$ 18,3 trilhões em 2014 para US$ 22,9 trilhões no ano passado.

Fonte: Folhapress

Estudo indica que eficiência energética pode reduzir custos de projetos de autogeração, como solar!



Levantamento realizado pela Comerc ESCO analisa o custo médio das soluções e seus respectivos paybacks, mostrando que a forma mais barata de reduzir os custos com energia é evitando o desperdício.

Produzir mais, utilizando menos recursos. Essa é a prerrogativa dos projetos de eficiência energética, que visam a utilização racional de energia elétrica e que vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil. 

Segundo a EPE – Empresa de Pesquisa Energética, o país ficou 14% mais eficiente energeticamente entre 2005 e 2018, mas segue sendo um dos que menos investe na modalidade: é o 13º do ranking mundial, com US﹩ 3,26 per capita, enquanto na Alemanha, no topo do ranking, o investimento é quase 100 vezes maior (US﹩ 318,49 per capita).

Um levantamento realizado pela Comerc ESCO, empresa de eficiência energética do grupo Comerc Energia, mostra que a forma mais barata de disponibilizar o próximo MWh na rede é deixando de consumi-lo – porém mantendo a produção -, substituindo os equipamentos atuais por opções mais eficientes, antes de construir uma nova usina para gerar esse novo MWh, independentemente da fonte.

Para chegar a essa conclusão, foi feita uma comparação entre os custos de implantação de projetos de geração de energia e os custos de implantação de projetos de eficiência energética em diversas aplicações. 

Os resultados indicaram que ser mais eficiente e economizar energia é mais barato e vantajoso do que gerar energia no mesmo local de consumo.

“Ao analisar o custo da implantação das soluções de eficiência energética – seja ela de iluminação, ar comprimido ou refrigeração -, a economia proporcionada em MWh e o tempo de vida esperado para cada uma delas, sabemos qual seria o “custo” dessa energia. Ao se comparar esse valor com o custo da energia paga pelos consumidores, chegamos à economia proporcionada pelo projeto. 

Ao analisar mais de 40 clientes de nossa carteira, pudemos comprovar que a economia gerada pela eficiência energética é maior do que a obtida por meio da geração de energia nova no mesmo local de consumo, ou seja, é fundamental ser mais eficiente antes de gerar a sua própria energia”, afirma Marcel Haratz, CEO da Comerc ESCO.

Apesar de a autogeração poder oferecer um bom custo-benefício, seja no Mercado Livre ou no Ambiente Regulado, se há desperdício de energia, parte da economia gerada é jogada fora. 

Supondo que uma empresa consuma mensalmente 1000 MWh e, ao realizar um projeto de eficiência energética, identifique que 20% dessa energia é desperdiçada devido ao uso de equipamentos desgastados ou em mau funcionamento. Seu consumo, na realidade, é de 800 MWh/mês. 

“Equipamentos desgastados ou de tecnologia ultrapassada consomem muito mais energia do que os modernos. Soma-se a isso os prejuízos causados pela troca constante de peças e por paradas não programadas para conserto desses equipamentos, por exemplo. 
Substitui-los por equipamentos novos e em perfeito funcionamento resulta em maior produtividade, além da possibilidade de desenvolver um plano de manutenção preventiva e preditiva com monitoramento online”, comenta.

Para o CEO da Comerc ESCO, além da atratividade econômica, os projetos de eficiência energética oferecem mais sustentabilidade às operações. “Todos os projetos de eficiência energética reduzem as emissões de CO2, mitigando a pegada de carbono dos nossos clientes e contribuindo não só para a sustentabilidade do negócio, mas do meio ambiente. 

Eficiência energética deve ser o primeiro passo para otimizar o consumo e os gastos com energia elétrica. Quando o consumidor reduz o desperdício, a economia é garantida – e, caso ele opte por uma solução de autogeração, como solar, haverá economia na implementação do projeto e no custo da energia, além dos benefícios da utilização de energia limpa e renovável. 

Eficiência energética e geração de energia devem ser complementares” conclui Haratz.

No Brasil, o desperdício de energia é uma realidade com grandes impactos econômicos. Estima-se que, entre indústria e comércio, o país desperdice mais de 23TWh ao ano – o que representa 29% da geração de Itaipu em 2019.

Microsoft, Nike e Natura formam consórcio para zerar emissões de carbono

Grupo batizado de Transform to Net Zero também inclui Mercedes-Benz, Starbucks, Unilever e Danone. 

Aliança vai trabalhar com fundo de US$ 1 bilhão

Por Bloomberg



Satya Nadella, CEO da Microsoft: até 2050, a empresa pretende 
remover do meio ambiente o equivalente a todas as suas emissões 
desde a fundação, em 1975 (Germano Lüders/Exame)

Microsoft, Nike, Starbucks, Unilever e Danone formaram um consórcio dedicado ao compartilhamento de recursos e táticas para reduzir as emissões de carbono, reunindo esforços de algumas das maiores empresas globais que se comprometeram a tomar medidas contra a mudança climática.

O grupo, chamado “Transform to Net Zero”, também inclui a montadora Mercedes-Benz; a gigante dinamarquesa de transporte marítimo A.P. Moller-Maersk; a empresa indiana de tecnologia da informação Wipro; e a Natura

A aliança, que planeja recrutar outras empresas, vai trabalhar com o Fundo de Defesa Ambiental, sem fins lucrativos, e compartilhar informações sobre corte de emissões, investimento em tecnologia de redução de carbono e coordenação de metas de políticas públicas.

O que é moda sustentável? Saiba como aderir ao consumo consciente!


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A sustentabilidade e o consumo consciente são tendências universais na moda atual. Mas o que é, como funciona e como aplicar na rotina? O Purepeople explicou o princípio por trás destes conceitos e ainda listou 6 formas de aplicar a consciencia ambiental na hora da compra. Considerar apenas um dos itens listados já fará uma grande diferença. Aposte nessa trend!

A moda sustentável e consciente é cool! O consumo em larga estala está cada vez mais out, já que a preocupação com a natureza e a utilização de recursos naturais é um caminho inevitável no mundo em que vivemos. A partir disso, o Purepeople vai te ajudar a quebrar paradigmas e entender como aderir a tendência universal. Fique por dentro!

O QUE É MODA SUSTENTÁVEL?

Mas o que, de fato, é moda sustentável? Este conceito defende o mínimo impacto no meio ambiente no momento de produção e aquisição das roupas e acessórios. Dessa forma, o ideal é reduzir a poluição na produção das peças e optar por uma matéria-prima natural, através de produtos orgânicos ou reciclados.

CONSUMO CONSCIENTE: COMO APLICAR NA SUA ROTINA!

Montar um armário cápsula é uma boa forma de aderir ao consumo consciente. Mas isso não é tudo, afinal, cada pessoa possui um estilo de vida diferente o que significa que a quantidade é relativa. Prestar atenção na origem da peça também é importante, mas lembre-se que qualquer produção gera um impacto no meio ambiente. A solução para este nó grego, dessa forma, é ser, literalmente, consciente sobre a roupa adquirida, avaliando o preço, a matéria-prima, a durabilidade, a origem e a forma de fabricação.

CONFIRA IDEIAS PARA ADERIR A ESTA MODA E COMPRAR CONSCIENTE:

 A sustentabilidade e o consumo consciente são tendências universais na moda atual. Mas o que é, como funciona e como aplicar na rotina? O Purepeople explicou o princípio por trás destes conceitos e ainda listou 6 formas de aplicar a consciencia ambiental na hora da compra. Considerar apenas um dos itens listados já fará uma grande diferença. Aposte nessa trend!

A moda sustentável e consciente é cool! O consumo em larga estala está cada vez mais out, já que a preocupação com a natureza e a utilização de recursos naturais é um caminho inevitável no mundo em que vivemos. A partir disso, o Purepeople vai te ajudar a quebrar paradigmas e entender como aderir a tendência universal. Fique por dentro!

CONFIRA IDEIAS PARA ADERIR A ESTA MODA E COMPRAR CONSCIENTE:

1 - APOSTE EM TECIDOS ECO-FRIENDLY

Você sabia que uma garrafa PET pode se transformar em poliester e, por subsequência, em uma roupa? Invista em peças feitas a partir de tecidos eco-friendly e cruelty-free como materiais reciclados e orgânicos. Através desta reciclagem, é possível gerar fibras sustentáveis. As roupas que possuem este cuidado na hora da fabricação levam, até mesmo, certificados ambientais. Fique de olho!

2 - TINGIMENTO NATURAL: COMO FUNCIONA E POR QUE APOSTAR?

Outra opção é adquirir produtos com tingimento natural para que o pigmento não impacte na natureza ao ser descartado, prevenindo a contaminação do solo e água. Escolha roupas com métodos alternativos de coloração com tintas naturais e atóxicas.

3 - MARCA SUSTENTÁVEL: O QUE TER EM MENTE NA HORA DA COMPRA

Conheça a forma de fabricação da sua roupa! Algumas empresas investem em máquinas inteligentes na hora da produção para poluir menos. Além disso, descubra se a marca possui um sistema de economia e reutilização de recursos naturais como água e luz. Outra opção para se ter em vista é o modelo de economia circular do local, ou seja, se há um sistema de reutilização de descartes da produção como sobras de tecidos. Isso mostra a ecoeficiência da empresa.

4 - QUALIDADE DA ROUPA DEVE SER LEVADA EM CONSIDERAÇÃO

A qualidade da roupa também é um exemplo para ter em mente na hora do consumo consciente. Tecidos e acabamentos bem feitos significam uma maior durabilidade da peça e, consequentemente, um menor descarte. Para isso, invista em tendências atemporais.

5 - FAÇA A SUA PARTE E PRESERVE AS SUA ROUPA!

O impacto da moda no meio ambiente não termina no momento da compra da roupa, a maneira como a peça é utilizada também pode prejudicar a natureza. Preservar os produtos é uma forma de evitar a lavagem diária e, por consequência, o gasto de energia, água e desgaste do próprio. Evitar trocar de looks muitas vezes ao dia se torna uma contribuição.

6 - INVISTA NO BRECHÓ E MARCAS QUE AJUDAM A NATUREZA

Garimpar peças estilosas em um brechó é uma tarefa deliciosa e consciente. Apostar nestes tipos de fornecedores pode te ajudar a montar um visual retrô cool sem impactar no meio ambiente. Outra ideia é apoiar empresas com pautas conscientes, assim como Kate Middleton, com incentivo para ONGs e mais projetos ambientais.

(Por Ana Clara Xavier)

Fonte: http://www.purepeople.com.br