Economia de Energia para sua Empresa!

Economia de Energia para sua Empresa!
Diagnóstico de Eficiência Energética


O Diagnóstico consiste numa visita à Empresa, realizada por um Engenheiro especializado em Eficiência Energética, que, acompanhado por uma pessoa designada pela Empresa, realizará um levantamento de toda a Estrutura Elétrica existente.


Para informações detalhadas (procedimentos, orçamentos etc) sobre o Diagnóstico de Eficiência Energética entre em contato conosco:
 

E-mail:
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Cel. ou nos envie um whats: SP - 11-96182-0035
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Atendemos em todo o Território Nacional.


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Para mais informações: 

Projeto de sustentabilidade na habitação social do Brasil recebe prêmio internacional

Projeto que visa elevar os padrões de sustentabilidade de empreendimentos do programa Minha Casa Minha Vida foi premiado pelo British Expertise International Awards, em Londres. 

A iniciativa, uma parceria de Caixa Econômica Federal, Ministério das Cidades, Building Research Establishment (BRE) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), foi reconhecido como Melhor Projeto Colaborativo Internacional.
Empreendimento do "Minha Casa, Minha Vida", no bairro de Pau da Lima, Salvador. Foto: SECOM Governo do Estado da Bahia/Elói Corrêa
Empreendimento do “Minha Casa, Minha Vida”, no bairro de                                                      Pau da Lima, Salvador. Foto: SECOM Governo do Estado da Bahia/Elói Corrêa
Projeto que visa elevar os padrões de sustentabilidade de empreendimentos do programa Minha Casa Minha Vida foi premiado pelo British Expertise International Awards, em Londres. 

A iniciativa, uma parceria de Caixa Econômica Federal, Ministério das Cidades, Building Research Establishment (BRE) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), foi reconhecido como Melhor Projeto Colaborativo Internacional.

“Com quase 4 milhões de habitações construídas no Brasil nos últimos anos, tem havido uma grande preocupação com a qualidade, sustentabilidade e coesão social”, disse a diretora do grupo BRE Gilli Hobbs, líder da iniciativa.

“Embora recentemente se verifiquem melhorias na regulamentação do setor da construção, a infraestrutura para aplicar os requisitos mínimos ainda é insuficiente. Trabalhando com os nossos parceiros brasileiros, buscamos uma solução que atenda a todas essas preocupações, tendo em consideração a adaptação às mudanças climáticas”, salientou.

Vice-presidente interino de Habitação da Caixa, Paulo Antunes, disse que “o programa Minha Casa Minha Vida fez o Brasil avançar em termos de política habitacional, produzindo uma relevante quantidade de moradias e possibilitando o acesso para as famílias de baixa renda”.

“A partir da implementação do ‘Avançando a Sustentabilidade dos Projetos de Habitação Social no Brasil’, a Caixa poderá avançar ainda mais no fomento à produção de comunidades mais humanas e sustentáveis.”

Gerente nacional de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental da Caixa, Rauelison Muniz, reforçou que “as ferramentas desenvolvidas pela Caixa com a consultoria do BRE vão auxiliar no planejamento e construção de empreendimentos habitacionais mais integrados à dinâmica das cidades, com espaços urbanos humanos e de qualidade”.

“Busca-se, com isso, alinhar a atuação da Caixa às diretrizes da Agenda 2030, em especial, ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 11 – 

Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.”

Representante-residente assistente no PNUD, Maristela Baioni, declarou que a agência da ONU apoia as iniciativas da Caixa relacionadas a cidades sustentáveis, inclusivas e resilientes, em resposta à rápida urbanização e suas consequências para o desenvolvimento sustentável.

A próxima etapa do processo será a realização de projetos-piloto conduzidos por um grupo de promotores interessados em testar essas novas metodologias e melhorar seu conhecimento em questões como eficiência energética, estresse hídrico, gestão de resíduos, adaptação à mudança global do clima, compras responsáveis, sistemas integrados de transporte e melhorias em segurança e proteção.

O prêmio foi entregue em um jantar de comemoração em 12 de abril, depois da avaliação de um painel independente de jurados. 

A iniciativa reconhece e celebra as concretizações internacionais de empresas do setor de serviços do Reino Unido.

Quatro tendências globais de beleza e cuidados pessoais para 2018

Neste ano e nos próximos, o setor atenderá à conflituosa demanda do consumidor “sedento por elementos naturais”, em uma época em que os recursos estão diminuindo


Por 

pauta@mundodomarketing.com.br


Um dos mercados mais aquecidos no Brasil, o setor de Beleza concentra diversas tendências e oportunidades para as empresas. 

No ano de 2018, no entanto, quatro vertentes impactarão o mercado global de beleza e cuidados pessoais, segundo relatório da Mintel

A biotecnologia, juntamente com o ressurgimento da valorização da sabedoria local, ajudará as marcas a enfrentarem os desafios criados pelas questões ambientais.
Além disso, como os consumidores estão criando, ao redor do mundo, suas próprias definições de beleza que vão além de fatores ligados à idade, gênero e tipo de corpo, as marcas que tentarem atrair as "massas" vão perder o fio da meada. 

E mais: os compradores de produtos de beleza não procuram somente parecer bem, mas querem também se sentir bem, indo além das logomarcas e investindo em marcas com personalidade e com propósito para realizarem boas ações.
Por último, as marcas de beleza estarão observando cada movimento do consumidor, já que a tecnologia digital permite uma customização da experiência de compras nunca vista antes. A Mintel prevê que o mercado de beleza e cuidados pessoais passará por uma mudança marcante em 2018. 

Neste ano e nos próximos, o setor de beleza irá atender à conflituosa demanda do consumidor "sedento por elementos naturais", em uma época em que os recursos estão diminuindo. 

E será através do aproveitamento das vantagens oferecidas pela biotecnologia que uma nova geração de produtos naturais aprimorados será criada.
Enquanto isso, a personalização deve alcançar novos níveis à medida que as marcas se esforçam para abranger a inclusão total. 

No que se refere à ética, será imperativo que as marcas tenham uma personalidade genuína e um ponto de vista que comunique claramente seu posicionamento. Complementando, os desenvolvimentos no campo do monitoramento biométrico possibilitarão que as marcas gerem uma personalização totalmente inovadora da experiência de compra."
Veja abaixo detalhes desses conceitos:
Brincando de Mãe Natureza
O conceito de ingredientes de beleza naturais está se expandindo em um mundo de constante mudanças; as marcas vão ajudar a Mãe Natureza incorporando abordagens locais e desenvolvimentos em biotecnologia. 

Com as exigências crescentes dos consumidores e as mudanças climáticas em todo o mundo, a abordagem da indústria de beleza e cuidados pessoais para ingredientes naturais e sustentáveis deve se adaptar a um novo cenário.
Uma mudança para se tornar mais "local" em termos de fontes de ingredientes criará oportunidades para que os consumidores protejam e preservem recursos na área em que vivem. 

Neste ano, as possibilidades de criar ingredientes seguros por meio da ciência, que não causem alergias, puros e eficazes podem substituir a colheita de ingredientes naturais. 

O abastecimento e a produção local de ingredientes vão se tornar essenciais nos próximos anos, fortalecendo a ideia do orgulho local - não apenas entre marcas e fabricantes, mas também entre os consumidores.
Minha Beleza, Minhas Regras
As marcas vão deixar de se destinar aos consumidores baseadas em idade, gênero ou tipo de corpo à medida que os consumidores exigem cada vez mais uma beleza personalizada de acordo com suas questões individuais. 

No passado, as marcas tinham o controle absoluto sobre o que definia o conceito de beleza. 

Entretanto, os padrões de beleza com base em idade, gênero, pele, cabelo e tipo de corpo estão mudando, já que os consumidores de hoje controlam a forma como a beleza é determinada.
Essa noção, sempre em evolução, observará a remoção de rótulos que se baseiam em características simples e transformará a maneira como os consumidores observam seus tipos de pele, cabelos e corpo. 

Em 2018 e nos anos que virão a seguir, os consumidores de beleza exigirão que suas necessidades individuais sejam correspondidas com novas opções ou customizações. As marcas irão abranger a inclusão e abordar preocupações de beleza individuais que resultarão em mais customização e personalização de produtos.
Foco da Campanha 
Apenas vender um ótimo produto de beleza já não será suficiente; as marcas devem ter personalidade e propósito de acordo com a opinião dos consumidores para os conquistar. 

Os consumidores são tão apaixonados pelo valor que uma marca e produto podem lhes trazer quanto pela própria qualidade do produto.
A obrigação cai agora sobre as marcas que podem impressionar os consumidores com uma personalidade humana que seja confiável, agradável e sincera. 

Em 2018 e nos anos seguintes, haverá um foco no financiamento de projetos educacionais em vez da simples doação de dinheiro à caridade. Ao mesmo tempo, as questões ambientais e éticas estarão na vanguarda, já que Millennials e representantes da Geração Z colocam maior ênfase no mundo ao seu redor. 

Agora, mais do que nunca, é imperativo que as iniciativas vão além da responsabilidade social corporativa e realmente devolvam benefícios à sociedade.
Detetive Particular
A tecnologia digital seguirá os consumidores por todos os lados, influenciando suas compras de produtos e os ajudando a navegar as complexidades do corredor de beleza. A tecnologia digital tornará as compras mais pessoais em 2018. 

Com tantos produtos nas prateleiras, os consumidores, pressionados pelo tempo, precisam de uma experiência de compra mais intuitiva. 

A nova tecnologia pode interpretar as expressões faciais e os movimentos oculares dos consumidores para determinar suas preferências de produtos e oferecer ajuda, tanto em loja física quanto na internet.
Nos próximos anos, o uso comercial de dados biométricos deve prolongar-se além do rastreamento do movimento dos olhos, pois a frequência cardíaca, a linguagem corporal e a fala vão se tornar cada vez mais importantes para uma avaliação mais completa das preferências dos consumidores. 

A ideia de mídia social, meramente para interação entre pessoas, é algo do passado, já que as empresas transformam essas interações online em oportunidades de compras.
Leia também a pesquisa Beleza na Terceira Idade, desenvolvida pelo Pesquisas.com.br.
Fonte: www.mundodomarketing.com.br

'Água na mídia': Fórum Mundial debate papel da comunicação na sustentabilidade

Mesa foi mediada pela jornalista da TV Globo Sônia Bridi. Programação vai até a noite de sexta.


Por Marília Marques, G1 DF

Repórter da TV Globo Sônia Bridi mediou mesa sobre água 
na mída (Foto: TV Globo/Reprodução)

O quarto dia de programação no Fórum Mundial da Água, em Brasília, levantou o debate sobre o papel da mídia na promoção de atitudes sustentáveis. A mesa de debates foi realizada quinta-feira (22), na Vila Cidadã, e foi mediada pela repórter da TV Globo Sônia Bridi.

A conversa faz parte do conjunto de ações da plataforma Menos é Mais, lançada pela TV Globo em 2015 como ferramenta de mobilização sobre consumo consciente. 

O fórum é o maior evento do mundo sobre o tema e, até o último balanço, já reuniu 85 mil pessoas de 172 países. As atividades se encerram nesta sexta (23).

Ao G1, Sônia Bridi falou sobre a importância da campanha na aproximação do tema "sustentabilidade e consumo consciente" no dia-a-dia das pessoas. 

"Aqui no fórum isso fica muito claro: se você dá o destino correto a uma garrafa, por exemplo, se tem uma transformação limpa, melhora a qualidade de vida das pessoas", explica. 

"O fórum aproxima causa e consequência".

"Quando as pessoas conhecem a consequência dos seus atos, passam a agir diferente."

Arena das Águas, no Fórum Mundial, debate uso racional de 
recursos hídricos (Foto: TV Globo)

A economista e diretora-executiva do Instituto Clima e Sociedade (iCS), Ana Toni, também participou da mesa. A especialista em sustentabilidade lembrou que as reflexões sobre consumo consciente ultrapassam a temática de meio-ambiente.

"A mídia tem um papel grande em ajudar a sair da caixinha. Água é um tema de economia, saúde e transporte. Isso é importante para termos mais proposições que olhem para o dia a dia das pessoas", explica.

Estade 'Cerrado: berço das águas', na Feira de Exposições do 
fórum (Foto: Jorge Cardoso/8º FMA)

Cerrado: berço das águas

A Globo também está presente na Feira de Expositores com o estande "Cerrado: Berço das Águas". 

O estande é um dos 150 espaços que complementam o ambiente das mais de 300 meses de debates previstas para o Fórum Mundial da Água.

No local, o visitante pode vivenciar a "floresta invertida" – como o cerrado é conhecido – por meio de atividades sensoriais e interativas. Também é possível sentir camadas do solo com as mãos e ver, com caleidoscópio e luz negra, as riquezas da flora da região. O acesso é gratuito.

Água em fonte da Torre de Tv, em Brasília 
(Foto: Jorge Cardoso/8º FMA)

Fórum Mundial da Água

Esta é a oitava edição do Fórum Mundial da Água, realizado a cada três anos em um país diferente. 
A primeira edição ocorreu em 1997, em Marrakesh, no Marrocos, e a última em 2015, em Daegu, na Coreia do Sul.

O encontro deste ano traz o tema "Compartilhando Água". 

O objetivo, segundo os organizadores, é estabelecer compromissos políticos e incentivar o uso racional, a conservação, a proteção, o planejamento e a gestão da água em todos os setores da sociedade.

Em Brasília, o 8ª Fórum Mundial da Água reúne representantes de 175 países, entre cientistas, governantes, parlamentares, juízes, pesquisadores e demais cidadãos. 
A programação segue até hoje, sexta-feira (23).

Loja ECO da C&A traz novidades no espaço de sustentabilidade para clientes

Espaço ganha visual novo e tem como objetivo contar para clientes sobre ações de sustentabilidade da empresa
Loja ECO.2
A Loja Eco da C&A no Brasil, localizada no Centro Histórico de Porto Alegre, apresenta novidades que vão deixar o espaço ainda mais atrativo para os consumidores. 
O projeto faz parte da estratégia global de sustentabilidade da C&A. 
A empresa foi a primeira do varejo de moda no país a incluir temas voltados à sustentabilidade em sua estratégia, tendo como propósito ser uma plataforma para as pessoas se expressarem por meio da moda e contribuir para uma indústria com impacto positivo.
Com a reestruturação atual, do espaço para clientes, a loja terá um ambiente multiuso com exposições com conteúdo de sustentabilidade, que é um dos diferenciais da loja, bem como informações sobre produtos mais sustentáveis entre outros temas.
Certificação LEED
O projeto da Loja Eco trouxe para a C&A a conquista de ser a primeira marca do varejo de moda do país a receber o selo LEED – Leadership in Energy and Environmental Design –, em 2013. 
Para conquistar o selo, foram necessários três anos e meio em um processo que envolveu uma grande reforma da loja, com sistemas de iluminação e uso de água mais eficientes, entre outras iniciativas.
A certificação assegura critérios de eco eficiência reconhecidos internacionalmente. Por isso, as melhorias que foram feitas seguiram um padrão internacional. 
A loja conta com um telhado verde de 640 m² com árvores frutíferas e trepadeiras, ao mesmo tempo em que a vegetação diminui a sensação de calor. O resultado é a diminuição do uso do ar-condicionado na loja. 
O espaço é também um agradável centro de convivência para os funcionários.
“A loja já registrou economia de 35% em energia elétrica e 46% no uso de água, quando comparado com o consumo antes da reforma realizada em 2013. 
Além disso, possui um espaço de sustentabilidade, reformado no último mês, que contará com exposições de conteúdos sobre o tema e também poderá receber eventos, como lançamento de coleções, desfiles, workshops de customização ou rodas de conversa”, explicou Rozália Del Gaudio, Gerente Sênior de Comunicação e Sustentabilidade da C&A no Brasil.
Serviço
Rua dos Andradas, 1620 – Centro Histórico – Porto Alegre, RS – CEP 90020 015
Horário de funcionamento: das 9h às 20h, de segunda a sábado
Sobre a C&A
A C&A, uma empresa de moda focada em propor experiências que vão além do vestir, entende e defende a moda como um dos mais fundamentais canais de conexão das pessoas com si mesmas e com o mundo à sua volta. 
Acredita em uma moda democrática, moderna e contagiante. 
Uma expressão única de cada um. Uma moda, sobretudo ética e sustentável, onde cada elo da cadeia é parte essencial na produção desta expressão de nossos consumidores. 
Movidos por essa crença, pensamos lojas, redes sociais e e-commerce em uma dinâmica construída para facilitar o diálogo das pessoas com a marca e seu acesso aos nossos produtos. 
Fundada em 1841, pelos irmãos Clemens e August, na Holanda, a C&A chegou ao Brasil em 1976 quando inaugurou a primeira das atuais 276 lojas. #C&A #moderna #jovem #colorida #dinâmica. 
Te convidamos a conhecer mais sobre a C&A em saladeimprensa.cea.com.br.

Fonte e para mais informações acesse: 

Casa mais sustentável com ações simples e em conta!

É possível morar em harmonia com a natureza e sem ter custos muito altos



Em paz. A paisagista Sônia Infante usou madeira de demolição 
e ventilação cruzada nesta casa de campo em Petrópolis
Andre Nazareth / Andre Nazareth/DIVULGAÇÃO

POR RAPHAELA RIBAS

RIO — Para algumas pessoas a palavra ‘sustentabilidade’ foi banalizada e pode até soar como um assunto enfadonho. 

Mas ser sustentável nada mais é do que usar responsavelmente os bens naturais. 

E, embora a construção ou a adaptação de uma casa remeta a custos altos — e, de fato, algumas são —, há soluções muito simples.

Você pode começar escolhendo materiais renováveis e que ajudem a diminuir o consumo de água e de energia elétrica. 

Usar madeira de demolição ou reflorestada, descargas com duas opções de fluxo de água, janelas grandes e tecidos leves, que permitam a entrada de luz, são algumas medidas que ajudam a reduzir o consumo de água e energia, por exemplo.

Outra medida é o reaproveitamento de água dentro de casa, através de sistemas de tratamento mais simples, que permitam, por exemplo, reutilizar a água de pia e chuveiros nos vasos sanitários. 

A água da chuva também pode ser utilizada nos vasos e na irrigação.

O arquiteto e professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Rio, Marcelo Bezerra, destaca que é importante, principalmente no caso das águas pluviais, que geram sistemas específicos, separar bem essas tubulações para que a água não seja usada erroneamente, como potável. 

Ele acredita que a cobrança individualizada em prédios é fundamental para a mudança nos costumes diários numa casa.

— Ao sentir no bolso, o usuário reage e procura redução no uso, além de ser mais justo, pois uns não pagam pelo consumo excessivo de outros — afirma.

A arquiteta Iara Ferraz, que atende pelo GetNinjas, destaca que o ideal é já pensar na sustentabilidade desde a concepção do projeto.

— Ter a ideia desde o início ajuda a estruturar a casa, com a instalação de coberturas e paredes verdes, claraboias, placas fotovoltaicas e sistemas de captação de água da chuva. 

Há, também, recursos que buscam melhorar o desempenho da edificação, como tintas térmicas, telhas brancas para refletir a radiação solar, telhas ecológicas e telhas fotovoltaicas — cita Iara.


Na Serra. Telhado coberto com plantas deixa a casa mais 
fresquinha - Divulgação


TELHADOS E TETO

Verdes: Segundo a paisagista Sônia Infante, um telhado verde absorve até 90% mais calor que os sistemas de cobertura convencionais, fazendo com que este não seja propagado para o interior da construção. 

“Além de mais conforto, praticamente extingue o uso de ar-condicionado", diz.

Painéis solares: É uma opção mais onerosa e o retorno do investimento vem em 5 a 7 anos. Mas, segundo a arquiteta Iara Ferraz, traz uma redução de até 95% na conta de luz lá na frente. 

O custo de instalação, diz, vai depender da área a ser coberta pelos painéis e da complexidade da obra.

Forro: “A aplicação de forros aumenta a inércia térmica e ajuda na absorção do calor antes que seja transferido para o interior da edificação”, diz Iara.


Match. Conforto belo e natural no conceito de Ravaglia - 
Divulgação


VENTILAÇÃO E LUZ

Deixa Fluir: Janelas grandes e corredores que proporcionam a ventilação cruzada, como esta acima, ajudam a circular o ar na casa. 

“Nada mais racional que utilizar o vento, um recurso natural, gratuito, renovável e saudável, para melhorar o conforto térmico dos projetos”, defende Sônia.

Vidros: Bom material que favorece a entrada da luz natural, diminuindo o uso de lâmpadas, sem deixar o ambiente muito quente. Porém, se for em uma área de incidência direta de raios solares, o efeito pode ser contrário. Neste caso, é melhor usar plantas ao redor ou cortinas de tecidos leves para amenizar o calor.

Luz: Prefira as lâmpadas fluorescentes, as halógenas ou as de LED, que consomem até até 85% menos energia e duram até 30 vezes mais.


Projeto na Glória assinado pelo arquiteto Fabiano Ravaglia 
privilegia a entrada abundante de luz natural - Divulgação


PLANTAS E TECIDOS

Texturas: Para suavizar o calor nos ambientes, Sônia sugere os tecidos naturais na casa, como algodão e linho, que evitam a transpiração excessiva no verão. 

Os sintéticos, como poliéster, poliamida e acrílico retêm muita umidade.

Plantas: “As plantas mantêm a temperatura agradável, impedem o calor excessivo e purificam o ar”, diz o arquiteto Fabiano Ravaglia. 

Uma solução é o jardim vertical, prático, acessível e que cabe em pequenos espaços e apartamentos.

Revestimentos: Para segurar o calor dentro do ambiente, use tecidos, madeiras e papéis de parede. Para liberar o calor, use peças cerâmicas, tintas e vidros. “Isso ajuda a manter o conforto térmico”, explica Iara.

PISOS E PAREDE

Madeira: A madeira de demolição é menos poluente, é reaproveitada e resistente a cupins, afirma Sônia. O material, em geral, também funciona bem como isolante térmico, protegendo o interior do calor e do frio excessivos.

Tinta especial: Há tintas ecológicas com solvente à base de água e também as térmicas, que ajudam absorver menos sol. Segundo Iara, estudos mostram uma média de 60% na redução do consumo de energia e de aproximadamente 20% na temperatura interna da edificação.

Isolamento térmico: Para reduzir a carga térmica no interior da residência, pode-se usar paredes duplas de tijolos cerâmicos e vidros duplos com proteção contra raios UVA e UVB.


CONSTRUÇÕES VERDES GANHAM ESPAÇO NO BRASIL

O olhar sustentável para moradias vem crescendo no Brasil. A informação é do Green Building Council, uma organização presente em vários países que fomenta a indústria de construção sustentável.

Em um ranking de 165 países que emitem certificação para construções verdes LEED, o Brasil ocupa a quarta posição, com 1.241 projetos registrados. Destes, 437 são certificados.

As construções que buscam receber o certificado LEED devem atender a uma série de exigências internacionais, como uso racional da água, energia, materiais, recursos, requisitos sociais, inovação e qualidade ambiental interna.

Segundo Felipe Faria, diretor executivo do GBC Brasil, a certificação de casas verdes saiu do patamar de luxo e hoje chega a diversos tipos de empreendimento. Ele afirma, ainda, que este tipo de projeto é um modelo de negócio competitivo no mercado.

A arquiteta Iara Ferraz explica que, nos apartamentos, as intervenções são mais restritas devido à própria estrutura da edificação. Entretanto, ela ressalta que pequenos hábitos e adaptações podem ser adotados da mesma forma.

Entre eles, reaproveitar a água da máquina de lavar roupa para lavagem de pisos frios; instalar persianas de tecidos térmicos para bloquear a entrada de radiação solar pela face mais ensolarada da edificação; pôr plantas nas varandas, sacadas e lavanderia para ajudar a manter o frescor da edificação; e usar lâmpadas de baixo consumo.

Iara reforça, ainda, que em qualquer construção ou adaptação estrutural, é fundamental a ajuda de um profissional.

Segundo ela, a intervenção vai depender do objetivo do morador — se deseja apenas captar água da chuva, economizar energia ou ainda criar um pequeno jardim. Mas tudo isso deve ser planejado com segurança.

— Toda e qualquer intervenção em edificações existentes deve ser feita após o laudo de um profissional capacitado, visto que a edificação pode não estar preparada para futuras sobrecargas. Deste modo, a estrutura deve ser preparada adequadamente para receber a intervenção e evitar “patologias da edificação".

— É possível ser sustentável utilizando tecnologias que considerem o reaproveitamento de material, a facilidade de manutenção e instalação e, ainda, a possibilidade de desmontagem do revestimento em caso de mudança. 

Assim não há a necessidade de comprar um novo piso: basta desinstalar e reinstalar no novo lugar — pontua o arquiteto Fabiano Ravaglia.

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Por Gabriele Kull

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