Do banho à roupa e às compras, até ao sexo. Como ser mais sustentável?


45% dos consumidores estão a optar por fazer compras mais sustentáveis neste tempo de pandemia. E já são muitas as opções disponíveis. Conheça algumas delas, selecionadas pelo ECO/Capital Verde.

A pergunta foi feita no início de abril a mais de três mil consumidores em 15 países, nos cinco continentes. De que forma a pandemia de Covid-19 está a alterar os seus hábitos de consumo? 45% dos inquiridos num estudo recente da consultora Accenture não hesitaram em responder que estão a optar por fazer compras mais sustentáveis e que irão manter esse cuidado no futuro. 

Além disso, 64% estão mais preocupados com o desperdício alimentar e 50% estão a comprar alimentos com maior consciência da sua saúde.

Na Planetiers, plataforma de e-commerce para produtos sustentáveis, a procura tem vindo, de facto, a aumentar nos últimos meses, garante Sérgio Ribeiro, diretor-executivo da startup. O empreendedor quis colocar à disposição dos consumidores, da forma mais rápida e acessível, várias alternativas de consumo mais sustentáveis. 

“Agora as pessoas estão mais em casa e temos sentido uma procura mais no online. As pessoas querem continuar a comprar coisas mais ecológicas para o seu dia-a-dia. Neste momento estamos a ser postos à prova a todos os níveis e temos mesmo de consumir de forma mais ecológica para reduzir a nossa pegada“, rematou Sérgio Ribeiro.

Da agricultura orgânica e jardinagem à alimentação, sem esquecer os animais de estimação, os bebés, a casa, o desporto, as energias renováveis, jogos e brinquedos, material de escritório, livros, moda sustentável, saúde e beleza, serviços, tecnologia, viagens e turismo sustentável, são muitas as opções disponíveis. Conheça algumas delas, selecionadas pelo Capital Verde.

Tomates cereja no parapeito da janela
À venda no marketplace da Planetiers por 9,99 euros, o Mini Jardim Urbano Plant & Grow traz um saco de juta com um pacote de substrato biológico (sem químicos) e sementes de tomate (cereja, pêra-amarelo ou cereja-preto) com instruções para cultivar um jardim vertical lá em casa. E poder produzir a própria comida sem sair de casa. 

Estes sacos de crescimento podem ser pendurados numa cerca, numa parede, na varanda, no parapeito da janela ou qualquer outro local com luz natural.

“A cada ano, 1,3 biliões de toneladas de alimentos são desperdiçados, que consomem 250 triliões de litros de água, 1,4 biliões de hectares de terra e geram 4,4 toneladas de dióxido de carbono. 

Ao cultivares as tuas próprias sementes sem produtos químicos, reduzes a embalagem, minimizas o gasto de energia e as emissões do transporte de mercadorias”, informa a Planetiers na ficha de produto.

Champô sólido contra as embalagens de plástico
Produtos que durante décadas e décadas foram vendidos em embalagens de plástico, como champôs e condicionadores — gerando milhões de toneladas de resíduos: estima-se que por minuto sejam vendidas no mundo um milhão de embalagens de plástico –, estão agora a ser vendidos como sólidos (à semelhança dos sabonetes). 

Com 0% de plástico, a marca Foamie garante que “virou o mundo dos champôs ao contrário”: em vez do tradicional frasco, o champô surge aqui em forma de barra ergonómica, com uma fita de algodão na ponta para que possa ser pendurado a secar no final de cada utilização.

É composto por Syndet, um detergente sintético sem sabão, e tem uma longa duração, de aproximadamente 25 utilizações. 

Está disponível por 6,95 euros em três referências adequadas a cada tipo de cabelo: aloé vera e óleo de amêndoa para cabelo seco; extrato de hibisco e extrato de urtiga para cabelo danificado; óleo de coco e proteína de trigo para cabelo normal.


Ganga sustentável com menos 65% de água


A C&A lançou uma nova coleção de ganga, composta por calças, casacos, calções e saias “amigos do ambiente”: são feitos de algodão reciclado e registam uma poupança de água em todo o processo de produção, atingindo até -65% na fase de lavagem. Cada peça conta com o certificado Cradle to Cradle Platinum (atribuído no C2C Congress em Berlim) e a marca garante que se trata da ganga “mais sustentável do mundo”. 

Para isso, durante o processo de produção foram atingidos os melhores resultados possíveis em termos de reutilização de materiais, energias renováveis, gestão de carbono, administração de água e justiça social. 

Além disso, este novo tecido denim é produzido exclusivamente a partir de recursos 100% renováveis, é reciclável e biodegradável.

“Para ter a primeira fábrica do mundo a receber o certificado Cradle to Cradle Platinum, a C&A fez uma parceria com o fornecedor Rajby Textiles Ltd. e com o consultor de economia circular Eco Intelligent Growth. Estas alianças realçam, uma vez mais, o compromisso da empresa em difundir a moda circular”, disse a empresa em comunicado.




Em 2018, a C&A conseguiu poupar 1.000 milhões de m3 de água, o equivalente a 400.000 piscinas olímpicas e reduziu a emissão de CO2 em 116.000 toneladas, o equivalente às emissões anuais de 70.000 carros, como concluiu o seu Relatório Global de Sustentabilidade.


Saco 100% reciclado e 100% reciclável



A regra já é conhecida por todos: levar sacos recicláveis para ir às compras, para evitar ter de comprar novos sacos de plástico, o que não só custa dinheiro como prejudica o ambiente. No entanto, por vezes há distrações e quando chegamos à caixa para pagar, os sacos ficaram em casa. 

A pensar nisso, a Auchan lançou um saco produzido a partir de plástico usado nas suas lojas: o novo saco Eco Circular é 100% reciclado e 100% reciclável, feito a partir de resíduos de plástico separados nas lojas Auchan, de forma a reduzir o desperdício e permitir uma maior poupança de recursos.

No processo de produção não são utilizadas matérias novas nem pigmentos corantes, pelo que este novo saco não só é reutilizável como é também 100% reciclável no seu fim de vida. O saco Eco Circular é produzido a partir do filme plástico que até agora era enviado para reciclagem. 

A partir de agora, este resíduo é separado nas lojas do grupo, transformando-se em matéria-prima deste novo produto, no âmbito da estratégia “Menos Plástico Melhor Uso”.


Numa primeira fase, o saco Eco Circular vai ser usado nas entregas da loja online, estando em fase de estudo a sua utilização nas lojas físicas.
Preservativos vegan e com baixas emissões de CO2.




A marca é alemã, foi fundada em 2015 e chama-se Einhorn (unicórnio, em português). Vende preservativos vegan e sustentáveis, entre muitos outros produtos (para a higiene íntima feminina e roupas). 

Ou seja, não há quaisquer ingredientes de origem animal envolvidos na sua produção e processo de testes. 

A missão da marca é a “sustentabilidade justa” (fairstainability, no original, em inglês), o que significa integrar critérios de sustentabilidade em toda a cadeia de valor: desde a extração do látex (proveniente das árvores-da-borracha), criando condições de trabalho justas e garantindo a biodiversidade das plantações, até à prevenção do uso de pesticidas e à redução de emissões de CO2.

Outra diferença passa pelas embalagens: os preservativos Einhorn (6 euros, sete unidades) são vendidos em pequenos pacotes semelhantes aos de batatas-fritas, decorados com padrões únicos criados por artistas, designers e fotógrafos.

As embalagens são feitas de bioplástico compostável, mas ainda assim a marca opta por compensar parte do CO2 que emite através do projeto Seven Clean Seas, uma startup de Singapura que leva a cabo plantações de árvores em Espanha, por exemplo.

Em 2019 a empresa foi responsável pela emissão de 395 toneladas de CO2, que compensou ao investir no projeto de reflorestamento da Land Life Company, com a plantação de árvores numa área equivalente a oito campos de futebol. 

Anualmente, investem 50% dos lucros em projetos sem fins lucrativos, como padrões justos e sustentáveis ​​no cultivo de borracha ou projetos de direitos humanos na Tanzânia.

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6 medidas sustentáveis que ajudam pequenos negócios

Cartilha mostra como reúso, reciclagem e economia de água e energia podem ajudar negócios em pequenas e médias empresas


O Estado de S.Paulo

Reciclagem, economia de água e energia, reúso de materiais e compra de materiais sustentáveis passaram de preocupação ambiental a bom senso para os negócios. 

A responsabilidade com o meio ambiente, em muitos casos, pode aumentar a eficiência de empresas e até gerar renda. 

É o que mostra uma cartilha do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com dicas para introduzir esses conceitos no dia a dia de uma micro ou pequena empresa.

Voltado para os profissionais que abriram recentemente seu próprio negócio, o material traz exemplos práticos para reduzir custos, melhorar a relação com os clientes e, ao mesmo tempo, gerar um impacto positivo no meio ambiente. 

Confira:



Recomendação dos especialistas é ficar atento a vazamentos 
desperdícios no dia a dia Foto: Divulgação/AmCham



Compras sustentáveis



Conhecer a origem de matérias-primas e as práticas de responsabilidade ambiental praticadas por fornecedores é uma das principais maneiras de garantir um produto sustentável. Essa preocupação também se aplica ao descarte de produtos e insumos após o uso.

Para isso, recomenda-se avaliar a necessidade de cada compra e considerar aluguel de equipamentos ou prestação de serviços para substituir o consumo. 

Quando a compra é considerada fundamental, uma das medidas de precaução sugeridas é comparar produtos de acordo com seu processo de produção, considerando a economia de energia, contratação da mão de obra local, reciclagem e certificações ambientais.

Além disso, o Sebrae aconselha verificar a situação legal dos fornecedores antes de contratá-los. Com o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da empresa em mãos, é possível checar certidões negativas, de débitos e se existem denúncias contra ela. 

Comprar matéria-prima local também reduz custos e desenvolve a economia da região. 

“O menor preço nem sempre é aquele que oferece um comércio mais justo para todos”, diz a cartilha.


Eficiência energética

Além de reduzir custos, a eficiência energética diminui o impacto no meio ambiente. É possível produzir mais gastando menos, garante o guia.

Uma medida simples para garantir esse objetivo é utilizar, sempre que possível, iluminação natural: janelas podem ficar abertas sempre que possível e, se houver necessidade e dinheiro para investimento, mudanças estruturais no imóvel podem garantir maior incidência de luz solar. 

Paredes com cores claras refletem os raios de sol e deixam o ambiente mais fresco, o que economiza o uso de ar-condicionado - que devem ser limpos com frequência para garantir um bom desempenho energético.

Para equipamentos elétricos e eletrônicos, o selo Inmetro/Procel nível A é um indicador de que o aparelho consome menos energia. 

Outra dica é trocar lâmpadas comuns pelas fluorescentes ou de LED. Se houver uma geladeira ou refrigerador no local de trabalho, a dica é instalar em local bem ventilado e não encostar o aparelho em paredes e móveis. 

A ventilação melhora o desempenho do equipamento, assim como mantê-lo longe da incidência de raios solares e outras fontes de calor.


Uso eficiente de água

Seja num pequeno escritório ou numa grande rede de supermercados, a água é fundamental para garantir o pleno funcionamento de um negócio. Ações para reúso e economia de água ajudam a manter o recurso disponível por mais tempo.

A primeira recomendação dos especialistas é ficar atento a vazamentos e desperdícios no dia a dia da empresa. Tecnologias como arejadores na torneira também ajudam a racionar o uso. A escolha por produtos de limpeza biodegradáveis, que se misturam à água e acabam na rede de esgoto, evita contaminação.

O Sebrae também estimula os empregadores a fazer campanhas para estimular a economia de água para funcionários e clientes. “Muitas vezes é possível produzir mais gastando menos com simples mudanças de comportamento”, lembra o órgão.


Resíduos sólidos

Com frequência, aquilo que é encarado como lixo pode gerar renda para a empresa. Latas de alumínio, papel e até óleo usado podem gerar receita quando ganham destino adequado.

Uma das dicas para melhorar a gestão do lixo é fazer um levantamento de todos os resíduos gerados pela empresa. Para destinar o descarte a uma entidade que pague pela reciclagem dele, é fundamental fazer a coleta seletiva, com separação de metal, plástico, papel, vidro, material orgânico e não recicláveis. 

“Os recicláveis podem ser encaminhados para cooperativas de catadores; o orgânico, para a compostagem; e os perigosos (pilha, baterias, óleos, pneus), para empresas especializadas”, recomenda o Sebrae.

O guia também sugere analisar métodos de fabricação dos produtos ou prestação de serviços, com o intuito de produzir mais com menos matéria-prima e gerar menos lixo. Sobras e aparas também podem ser reutilizadas.


Consumo consciente

Desperdício, poluição, desmatamento e mudanças climáticas são fatores que têm levado muitos a repensar seus hábitos de consumo. 

Há várias opções que ajudam a tornar a venda de um produto ou serviço mais sustentáveis, e atender a essa demanda.

Uma solução é oferecer o refil como alternativa à embalagem tradicional, e estimular a devolução de materiais como garrafas, potes e latas para facilitar o reúso. 

Materiais poluidores podem ser substituídos por outros menos agressivos, como trocar sacolas de plástico por material reciclado ou biodegradável. 

O Sebrae aconselha pesquisar a percepção dos clientes para entender quais aspectos de sustentabilidade são mais valorizadas em cada negócio.


Desenvolvimento social

Pequenas, médias ou grandes, as empresas geram impacto na comunidade onde estão instaladas e podem melhorar a qualidade de vida ao seu redor. Esse impacto pode vir na forma de apoio a iniciativas de educação, assistência social ou zeladoria, por exemplo.

Uma das ações sugeridas é a adoção de espaços públicos como praças, ruas, escolas, e áreas verdes. 

O apoio não precisa ser necessariamente financeiro. Trabalho voluntário e outras formas de apoio institucional também podem gerar resultados. 

Esse apoio também pode ser direcionado a entidades com causas que estejam de acordo com valores da empresa.

A tendência do luxo sustentável e descomplicado chega a spas e hotéis

POR GLAUCO JUNQUEIRA


Mantendo a identidade da região onde se insere, o Six Senses Douro Valley oferece a mais inovadora experiência de spa e de vinhos do Douro



O Six Senses fez da sustentabilidade e do wellness suas 
prioridades  (Foto: Divulgação)

E aí, beleza?

É certo que a tendência do luxo sustentável e descomplicado chegou também aos spas e hotéis – até então considerados “boutiques” – e quase inacessíveis à grande maioria do público.


Não resta dúvidas de que o bem-estar é, hoje, o novo statement de cuidados pessoais e decreta o fim a uma era de pretenciosismo, dos hotéis de superluxo e mega exclusivos – até um tanto obsoletos, pelo tipo de oferta que se propunham a oferecer até agora. Uma geração nômade chic surge para desfrutar de experiências sensoriais como um bem imaterial. 

O sentir-se em casa é o lema desses novos spots que surgem mundo afora.

Agora, numa tentativa de maior inclusão, de imersão na natureza local e de iniciativas de sustentabilidade, torna-se cada mais latente a profusão de experiências voltadas ao wellness. 

Já falamos aqui de um retiro na Comporta, em meio ao Alentejo, e, hoje, outra região de Portugal se destaca pelos seus spas incríveis, com tratamentos holísticos e vinoterápicos.

Fazendo jus a esse novo momento, é no coração da região do Douro, em Portugal, que surge esse eldorado secreto, banhado pelas águas do icônico rio, que permeia a mais antiga região produtora de vinhos do mundo. 

O Six Senses Douro Valleyestá situado na margem sul do Douro – entre vinhas centenárias e uma vista magnífica do rio e das montanhas, numa região classificada, desde 2001, pela Unesco, como Patrimônio Mundial. 

A 125 km do Aeroporto Internacional do Porto, a propriedade de oito hectares é composta por 57 alojamentos, pelo restaurante Vale de Abraão – contendo três ambientes diferentes: Open Kitchen, Terraço e Dining Room –, por uma Wine Library e por um revitalizante Spa Six Senses, que ocupa 2.200 m2.


A piscina interna do spa, com vista do Douro (Foto:Divulgação)

O Spa Six Senses


É nesse empreendimento hoteleiro despojado, autêntico nos detalhes e totalmente integrado com a natureza, que fica um dos melhores spas do mundo.

Uma experiência num spa Six Senses é verdadeiramente um “despertar dos sentidos”. 

A marca fez da sustentabilidade e do wellness suas prioridades e implementa, em todos hotéis e spas do grupo – das Maldivas a Omã, do Vietnã a Portugal, da Tailândia a Bali, até o novíssimo hotel na Turquia –, o viés do bem-estar e do luxo orgânico, suas assinaturas.


Os tratamentos desse spa no Six Senses, bem como programas de vários dias, fazem parte de menu de terapias completo e orientado para a essência do cliente. Existe uma vasta oferta de tratamentos de inspiração local, que têm, como base, citrinos e uvas da região. 

Os materiais utilizados são amigos do ambiente: proporcionam, assim, uma fusão perfeita entre a natureza, as tradições portuguesas e os elementos água, pedra e madeira.


Sementes de uva e óleos essenciais são utilizados nas massagens 
de assinatura do spa (Foto: Divulgação)

Com qualquer massagem de assinatura, ficará muito bem servido. Vale a pena experimentar a Holistic (60 min. / 120 euros), uma massagem holística completa, projetada para evocar um relaxamento profundo. 

Tem início com uma suave esfoliação corporal, com sementes de uva e óleos essenciais. Em seguida, uma massagem profunda à base de óleos naturais, que alivia a tensão muscular e desperta os sentidos. 

Segue-se com uma massagem estimulante, que usa óleos reafirmantes e tonificantes, para reduzir a aparência de tom de pele irregular e de retenção de líquidos. 

Continua com uma revigorante massagem na parte superior do corpo, para aliviar a tensão muscular, e termina com uma hidratação corporal, passando por um tratamento de rosto.


Além das 10 salas de tratamento, o spa é equipado com uma piscina interna aquecida, com uma piscina externa com borda infinita – e uma vista de tirar o fôlego do Douro –, com várias saunas (seca e a vapor aromatizadas), além de uma sauna infravermelha – para recuperação muscular – e uma sala de fitness totalmente equipada, incluindo um espaço dedicado ao Aerial Yoga.


A imponente casa senhorial foi convertida em hotel em 2007 
(Foto: Divulgação)

O Hotel


O complexo dispõe de um jardim orgânico, de plantas e ervas aromáticas, que fornece os ingredientes principais que são utilizados nos tratamentos de spa. 

Entre as experiências disponibilizadas pelo hotel, os passeios nas vinhas, as sessões de ioga ou a observação de aves – tudo isso, são algumas das atividades extras oferecidas.

Especial também é a experiência de degustação de vinhos, para conhecer melhor esse produto tão característico dessa região de Portugal. 

O hóspede pode, ainda, participar de uma série de atividades vínicas, incluindo cursos de enologia, passeios de barco com jantar, visitas a quintas, onde poderá encontrar produtores e ter a oportunidade de fazer o blend de seu vinho. 

Uma vez por ano, poderá também participar da pisa das uvas, durante a vindima, que ocorre entre setembro e outubro.




Passeios nas vinhas, sessões de ioga ou observação de aves 
são algumas das atividades oferecidas pelo hotel (Foto: Divulgação)

O Six Senses Douro Valley foi considerado o melhor hotel spa do mundo, pela edição espanhola dos prêmios Condé Nast Traveler, em 2017. Mais recentemente, foi identificado, pelos leitores do guia turístico britânico Gallivanter’s Guide, como o “Melhor Hotel Resort da Europa”.

E, no Douro, esse misto de resort com hotel e retiro – quase que espiritual – evoca uma sensação de pertencimento imediata, única. 

É um refúgio que vai na contramão do luxo ostensivo e que explora experiências fora do comum, com uma atmosfera variada e responsável.

Estúdio Leaf - Cadernos capa de madeira Leaf Eco



Cadernos da Leaf Eco com capas de madeira, podem ser personalizados com seu nome, da sua empresa e presentear amigos, colegas e clientes.

Caderno com capa de madeira e
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Moda sustentável. Cinco projectos inovadores que receberam 1 milhão de euros da H&M Foundation

As ideias vencedoras do Global Change Award vão desde a produção de algodão com recurso à biotecnologia à criação de polyester através de gases de estufa.



Eram 5893 candidaturas de 175 países e a H&M Foundation selecionou cinco projetos para vencer o considerado Prémio Nobel da moda sustentável, Global Change Award. 

O evento vai na quinta edição e tem como objetivo destacar ideias sustentáveis que possam ser aplicadas à industria têxtil. As ideias vencedoras foram divulgadas esta semana.

Incredible Cotton

A GALY, empresa americana e brasileira, utilizou a biotecnologia para a criação de algodão de laboratório. Venceram 300 mil euros da H&M Foundation a produzir algodão com apenas 20% dos recursos habituais.

Na produção normal de algodão recursos como a água, terra e químicos tóxicos que emitem gases que promovem o efeito de estufa. Para colmatar este problema a GALY inventou este algodão que cresce dez vez mais rápido do que o normal.

Feature Fibres

O segundo prémio, de 250 mil euros, foi atribuído à Werewool, empresa norte americana, que se dedicou à criação de tecidos a partir de proteína de ADN com cores naturais, elasticidade e outras características.

Esta técnica permite incorporar as características pretendidas no ADN dos tecidos sem prejudicar as proteínas encontradas nas águas-vivas, nas ostras ou no leite de vaca. O tecido destas roupas não precisa de processamento e é biodegradável.

Tracing Threads

Localizar fibras sustentáveis através de tecnologia blockchain transparente e fiável foi a missão da TêxtilGenesis, empresa indiana, que arrecadou 150 mil euros com este projeto.

A tecnologia blockchain consiste na criação de base de dados que têm como função criar um índice global para todas as transações que ocorrem num determinado mercado. 

Desta forma, foi possível à TêxtilGenesis rastrear a matéria prima desde a origem e ajudar os produtores a associar a cada tecido uma fiber coin única que fornece informação digital aos materiais usados na produção de roupa

Zero Sludge

A SeaChange Technologies, empresa americana, inventou um método de separação e limpeza de águas residuais para eliminar resíduos tóxicos de aterros. A H&M Foundation atribuiu 150 mil euros a este projeto.

Os têxteis coloridos requerem que lhes seja aplicada cor e nesses processo são emitidos gases e libertadas toxinas na água criando uma substância tóxica espessa. Contudo, com a invenção da SeaChange Technnologies a água é separadas das toxinas.

Airwear 

O último vencedor destes cinco prémios, a empresa francesa Fairbrics, recebeu 150 mil euros pela ideia de converter gases com efeito de estufa em poliéster sustentável. 

Este tipo de tecido sustentável é feito a partir da contenção do dióxido de carbono.

O que é o Mercado de Carbono e sua importância para as Empresas


O que é o Mercado de Carbono e sua importância para as Empresas

 

O crédito de carbono é um certificado eletrônico que é emitido quando há diminuição de emissão de gases que provocam o efeito estufa, gerador de aquecimento global. Um crédito de carbono equivale a uma tonelada de CO2 (dióxido de carbono) que deixou de ser emitido para a atmosfera. Aos outros gases reduzidos são emitidos créditos, utilizando-se uma tabela de equivalência entre cada um dos gases e o CO2.
Empresas que conseguem diminuir a emissão de gases de efeito estufa (GEE) obtêm esses créditos, podendo vendê-los nos mercados financeiros. Os créditos de carbono são considerados commodities(mercadorias negociadas com preços estabelecidos pelo mercado internacional).
Estes créditos geralmente são comprados por empresas no exterior que, em função do Protocolo de Quioto, têm metas obrigatórias de redução de emissões de gases de efeito estufa, mas não conseguem atingir o patamar determinado. A compra dos créditos permite-lhes manter ou aumentar suas emissões.
Ou seja, empresas que poluem acima do limite permitido pelo Protocolo de Quioto pagam pela poluição adicional que geram, remunerando as atividades que reduzem as emissões de gases.
Para informações detalhadas tais como: aquisição de áreas para compensação, como elaborar um Projeto de Carbono, Certificação ICMBio etc entre em contato conosco:

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