Case de Sustentabilidade da Vale é exemplo de sucesso



Com forte atuação na área, a segunda maior mineradora do mundo apoia e incentiva ações de empresas que buscam o título sustentável



A Vale, segunda maior mineradora do mundo, com atuação também nos setores de logística, siderurgia e energia, apoia e incentiva ações que promovam os avanços na área da Sustentabilidade Corporativa. Isso porque atua de maneira eficaz em busca pelo equilíbrio entre o desenvolvimento socioeconômico e o uso sustentável dos recursos naturais.



Apesar dos impactos inerentes ao tipo de operação que realiza, a Vale, por meio da definição das diretrizes e requisitos para gestão da Biodiversidade, fortalece o compromisso da empresa com a conservação das espécies e dos ecossistemas e com o uso sustentável dos recursos naturais. 


Ela busca uma atuação transparente e compatível com as boas práticas reconhecidas internacionalmente, visando alcançar padrões de excelência para integração da Biodiversidade às operações.

Por isso, pelo segundo ano consecutivo, está apoiando o Prêmio IBEF de Sustentabilidade, criado pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF), que irá certificar e premiar cases de empresas e organizações na área de sustentabilidade. 

O projeto foi desenvolvido para orientar a atuação das empresas nos diversos aspectos que envolvem o tema, tais como: a responsabilidade ambiental, justiça social, viabilidade econômica, gestão, conflitos, governança e estrutura da operação.

A Vale e a Biodiversidade

A Vale desenvolve programas para conservação da Biodiversidade em diversas regiões do Brasil e em outros países. 

Como parte de seu compromisso com a vida, além de apoiar e desenvolver projetos em parceria com instituições de ensino e pesquisa nacionais e internacionais, a Vale protege quase 13,7 mil km2 de habitats naturais, especialmente no Brasil, os quais incluem áreas de propriedade da empresa e unidades de conservação protegidas em parceria com os governos locais.

Entre as áreas protegidas de propriedade da empresa, destacam-se 12 reservas localizadas no Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, que totalizam aproximadamente 70km2 de área destinada à conservação da Biodiversidade. 

Além destas áreas, há projetos de criação de outras cinco unidades e duas propostas de expansão de reservas já criadas, abarcando mais 50km2 de áreas protegidas na região. 

Em 2011, em parceria com a Conservação Internacional – Brasil, foi desenvolvido um Plano para Gestão Integrada de todas as unidades. 

O objetivo principal do trabalho foi desenvolver uma estratégia para gestão ambiental integrada das áreas protegidas da empresa, visando maximizar as sinergias entre elas e sua interação com o entorno, potencializando sua contribuição para a conservação da Biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos.

Outra área protegida de propriedade da Vale que merece destaque é a Reserva Natural Vale, localizada em Linhares, no norte do Espírito Santo. 

Com mais de 220km2, esta reserva representa a segunda maior área protegida do Espírito Santo e um dos principais remanescente de Mata Atlântica de Tabuleiro do país, a formação mais ameaçada deste bioma. 

As atividades de proteção da área foram iniciadas de forma sistematizada em 1978 e permanecem desde então, abrangendo ações de combate e controle de incêndios e combate à caça e coleta de representantes da flora e fauna locais. 

A Reserva é contígua à Reserva Biológica de Sooretama (cerca de 240km2), compondo um bloco praticamente contínuo de vegetação nativa que representa aproximadamente 10% da área remanescente de cobertura florestal original no estado. Esta área é administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e recebe apoio da Vale no desenvolvimento das atividades de proteção desde 1998.

Essas ações demonstram que a iniciativa privada pode atuar como protagonista e parceira na proteção de áreas naturais, geração de conhecimento e conservação in situ dos elementos que compõem a diversidade biológica. 

E, ao atuar em linhas de trabalho complementares, além de contribuir para a conservação da Biodiversidade, a Vale incentiva o desenvolvimento sustentável de diferentes regiões, colaborando para a construção de um legado positivo.

Sobre o Prêmio IBEF de Sustentabilidade

Criado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF), o “Prêmio IBEF de Sustentabilidade” foi desenvolvido para orientar a atuação das empresas nos diversos aspectos que envolvem o tema, tais como: 

a responsabilidade ambiental, justiça social, viabilidade econômica, gestão, conflitos, governança e estrutura da operação. 

O direcionamento estratégico foi baseado no livro “Avaliação de Investimentos Sustentáveis”, de autoria de Marcos Rechtman (Diretor do IBEF) e Carlos Eduardo Frickmann. 

Os autores, por meio de pesquisas, estudos e orientações de profissionais da área, estabeleceram conceitos de direção e gestão empresarial, – a Metodologia do Pentágono em Sustentabilidade – caracterizando e disseminando a responsabilidade sócio-ambiental como paradigma complementar a performance econômico-financeira.

Após avaliação dos cases inscritos por empresas e organizações, o IBEF certifica os que obtiveram o grau de excelência atestado pela banca examinadora. Entre os certificados, cinco receberão o Prêmio IBEF de Sustentabilidade, um em cada categoria: 

Estrutura da Operação, Administração de Conflitos, 
Governança Corporativa, Gestão e Valorização.

Informações à imprensa:
Mara Iglesias
Makina de Escrever – Assessoria de Imprensa
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Um safari fotográfico pela África sem sair de casa


Paulo André Vieira
Em 2004 o conservacionista Mike Fay, da Wildlife Conservation Society, cruzou os céus da África a bordo de um pequeno avião para observar de perto o impacto da atividade humana nas regiões selvagens do continente. 

Este projeto rendeu mais de 92.000 fotos em alta resolução e um artigo publicado na revista National Geographic. 

O próprio Michael Fay selecionou e comentou 500 dessas fotos, que foram então incluídas no Google Earth. Nelas é possível conhecer um pouco mais de perto cenas do interior do continente africano, como formações geológicas, sinais da presença humana e até mesmo animais. 

((o))eco foi ao Google Earth e selecionou algumas fotos de animais, que podem ser vistas abaixo. Quem quiser ver mais fotos deste projeto pode habilitar a camada do "Grande Sobrevôo da África" no Google Earth e sobrevoar virtualmente a África.


Uma grande revoada de egrets, uma espécie de garça, no delta do rio Zambezi, o quarto mais longo da África.


Uma manada de mais de 200 búfalos pastam em uma planície.


Um grupo de elefantes no Parque Nacional de Zakouma, no Chade.


Uma revoada de flamingos no Arquipélago de Bazaruto, ao sul de Moçambique.


Uma colônia de lobos-marinhos em Cape Fria, na Namíbia.


Um grupo de cob-leches, uma espécie de antílope, correm em seu habitat natural nas regiões pantanosas do delta do Okavango.


Uma manada de oryx em uma reserva particular.


Este grupo de mais de 200 hipopótamos é apenas uma fração dos mais de 10.000 animais que vivem nas margens deste rio.

Conselho Nacional da Mata Atlântica alerta sobre ameaças do Código Florestal nas Metas Globais de Biodiversidade

Viviane Monteiro, do Jornal da Ciência/SBPC


Apesar do esforço para viabilizar o cumprimento das Metas de Aichi nos biomas brasileiros, o novo Código Florestal, da forma como foi aprovado e ainda tramita no Congresso Nacional, representa uma ameaça ao cumprimento dos objetivos traçados para o desenvolvimento sustentável da biodiversidade brasileira. 

A análise é de Ferreira Lino, presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA).

Na avaliação do especialista em florestas, a lei ambiental nacional é uma bússola para orientar as propostas assumidas pelo Brasil no exterior. 

Antevendo os riscos sobre a deterioração da biodiversidade e a necessidade de conservar a diversidade biológica de todo o Brasil, a área científica já recomendava a criação de uma legislação específica para cada bioma no Código Florestal. A sugestão, porém, não foi acatada pelos parlamentares na nova lei ambiental.

“Da forma como caminha o Código Florestal a capacidade de o Brasil cumprir as Metas de Aichi deve ser comprometida. 

O Código Florestal está na contramão dos compromissos [assumidos]“, disse. Lino acrescenta: “O novo Código Florestal é o maior retrocesso para o País”.

Na observação do especialista em florestas, a Medida Provisória 571/2012, editada pela presidente Dilma Rousseff, em uma tentativa de reverte os retrocessos do novo Código Florestal (Lei 12.651/2012) aprovado no Congresso Nacional, igualmente os ajustes feitos no texto, “são apenas remendos”.

Recentemente, a comissão mista criada no Congresso para analisar a MP aprovou o relatório do senador Luiz Henrique (PMDB-SC) em que substitui a redação original da medida provisória que considerava fundamental “a proteção e o uso sustentável das florestas”, por uma redação apenas especificadora dos conteúdos da lei florestal brasileira. 

Essa mudança significou o retorno ao texto final aprovado pela Câmara dos Deputados.

Na ocasião, foram apresentados 343 pedidos de destaque para votação em separado que devem ser votados em agosto, quando será realizada nova reunião da comissão. 

O texto permanece sendo motivo de divergência no Congresso Nacional.

O presidente da comissão, Elvino Bohn Gass (PT-RS), espera que a votação desses requerimentos seja realizada no dia 7 de agosto e, que seja remetida imediatamente para a análise no plenário da Câmara. 

Há uma corrida para aprovar a MP porque ela perde a validade em 8 de outubro.

(Instituto CarbonoBrasil)

NÚMEROS QUE IMPORTAM – INDICADORES FINANCEIROS DA SUSTENTABILIDADE


Recentemente, publicamos o post “Por que investir em sustentabilidade”, onde mostramos que empresas que colocam sustentabilidade no centro da estratégia são mais lucrativas que concorrentes que deixam o assunto na periferia das suas ações.

Entretanto, para convencer a alta liderança de que a sustentabilidade é o melhor caminho a seguir, precisamos ter a capacidade de demonstrar com fatos e dados que o projeto é relevante. Na minha experiência, mostrar o retorno econômico e socioambiental da iniciativa (nesta ordem) é o melhor caminho para fazer as coisas acontecerem no curto prazo.

O vídeo da IBM sobre eficiência energética exemplifica isso.

Como mostrar os ganhos econômicos de uma iniciativa?

A forma mais simples é estimar redução de custos, como no caso do vídeo. Normalmente iniciativas voltadas à eficiência possuem ganhos de curto prazo e, quando exigem investimento, geram retorno financeiro positivo em alguns meses, o que não gera resistência por parte da liderança.

Outra forma é demonstrar a redução de riscos. Vamos imaginar que sua empresa seja um posto de gasolina e que conte com tanques de combustível enterrados construídos há 30 anos. 

É possível que a estrutura esteja deteriorada e que o tanque esteja contaminando o solo. Para justificar o investimento da reforma, basta buscar o custo da multa ambiental e da remediação que outro posto tenha sofrido recentemente.

Pode-se, ainda, justificar as iniciativas olhando sob a perspectiva da expansão dos negócios. Digamos que sua empresa produz café e que o mercado de café orgânico tenha uma margem 3 vezes maior na Europa para seu produto. Neste contexto, não fica difícil justificar uma certificação.

Finalmente, há o argumento da reputação. Ele é normalmente medido pela capacidade de atrair pessoas talentosas, pela imagem que os funcionários têm da empresa, pela permanência dos melhores funcionários quantidade, pela imagem que a comunidade tem da empresa e pela e favorabilidade das notícias que saem na mídia espontânea. 

Para tanto, algumas ferramentas de RH podem ajudar, como o resultado da pesquisa de clima e a taxa de rotatividade [ (número de demissões + admissões) / 2 / número de funcionários ativos]. 

Ainda que a reputação não seja um indicador financeiro, ela não é novidade para os executivos e costuma ter uma boa aceitação.

Isso significa que devemos desistir das mudanças mais profundas?

Claro que não! Mas nada melhor que possuir uma imagem de excelente desempenho para ser capaz de aprovar projetos maiores e mais arriscados. E nada melhor que gerar resultados positivos no curto prazo para construir esta imagem.

Frank Gehry projeta casas para fundação que ajuda vítimas do Furacão Katrina

Aline Rocha  via PINIweb
Estrutura  possui  duas  unidades, uma  com três  quartos e  outra  com somente um quarto

Na última sexta-feira (13) foi entregue a edificação projetada pelo arquiteto Frank Gehry para a Make It Right Foundation , instituição criada pelo ator Brad Pitt que constrói casas sustentáveis para as famílias desabrigadas durante o Furacão Katrina de 2005.



Divulgação: Frank Gehry
Entrada para a primeira casa é pela frente

O empreendimento foi construído em Nova Orleans e é um dos 22 projetados por Gehry nos Estados Unidos. 

A estrutura consiste em duas casas: a da frente possui três quartos e dois banheiros, enquanto a do fundo possui um quarto e um banheiro. A escolha da cor das paredes exteriores é feita pelos próprios moradores.

Cada casa possui um jardim e um terraço coberto por um painel solar a prova d''água. Os quartos têm janelas grandes, para permitir maior incidência do sol. A sala de estar, jantar e cozinha são abrigadas em um mesmo espaço.

Todas as casas construídas pela Make It Right são feitas para receber a certificação LEED Platinum.

Divulgação: Frank Gehry
Já a entrada da segunda residência é pela parte de trás do terreno
Divulgação: Frank Gehry
Banheiro e quarto
Divulgação: Frank Gehry
Único ambiente abrigará salas de estar, jantar e cozinha
Divulgação: Frank Gehry
Terraço
Arquitetura 

Escultura fantásticas feitas com pneus


Pneu velho é um grande problema ambiental: como não se decompõe naturalmente depois de usados e milhões deles são substituídos todos os anos, dezenas de pesquisas são realizadas de forma a amenizar o impacto dos pneus na natureza. 

A reciclagem é o caminho natural, onde os velhos pneus são triturados e usados no asfaltamento das vias ou como combustível de siderúrgicas, por exemplo. Numa escala bem menor, mas não menos importante, é louvável o trabalho de quem é capaz de criar arte com pneus usados, como o artista coreano Yong Ho Ji é capaz de fazer. 




Wolf

Wild Head

Wild Dog

Wild Boar

Tiger

Mink

Lion

Jaguar

Gorilla

Dragon

White Dragon

Deer

Cat

Bull

Buffalo
Fonte: http://vlaplee.blogspot.com.br

Miguel Krigsner (O Boticário) - Plataforma Liderança Sustentável




"Cada líder busca um mestre para tirar sua lição", afirma Miguel Gellert Krigsner, fundador de O Boticário. 

"Se todos nós observássemos como a natureza se comporta, nossa atitude mudaria muito -- a sustentabilidade diz respeito a essa mudança de comportamento". 

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