Loja ecológica da C&A completa dois anos com exclusividade no Brasil





A C&A comemorou em dezembro os dois anos de sua primeira loja ecoeficiente no Brasil, aberta no centro de Porto Alegre (RS) em 2009
 
Trata-se da segunda unidade “verde” da empresa no mundo. A primeira foi inaugurada em 2008, em Mainz, na Alemanha. 
 
O espaço exclusivo na capital gaúcha adota conceitos de sustentabilidade com o objetivo de racionalizar o consumo de água, de energia e de emissão de C0². 
 
As iniciativas incluem iluminação inteligente, uso de painéis solares, equipamentos eletrônicos de baixo consumo, chuveiros e torneiras de baixa vazão, entre outros diferenciais. 
 
Os consumidores que desejarem mais informações sobre ações ecológicas podem ainda desfrutar do “Espaço Cliente” da unidade. A loja Eco da C&A localiza-se à Rua dos Andradas, 1620, no Centro – Porto Alegre (RS).

C&A-Líder do mercado varejista de moda brasileiro e há 35 anos no país, a C&A foi criada em 1841 pelos irmãos Clemens e August, e a união de suas iniciais deu origem ao nome da empresa. 
 
A primeira loja foi inaugurada na Holanda, em 1861. A rede tornou-se uma das primeiras no mundo a oferecer roupas prontas aos consumidores. Em 1911, com o crescimento do negócio, a empresa instalou-se na Alemanha, e, posteriormente, em outros países da Europa.

A C&A possui, atualmente, mais de 1,5 mil lojas na Europa, América Latina e Ásia. No Brasil, a primeira loja foi inaugurada em 1976. Atualmente, a C&A está presente em mais de 60 cidades brasileiras, com mais de 200 lojas.

A Rede criou em 2006 a empresa independente SOCAM (Organização de Serviço para Gestão de Auditorias de Conformidade), com o objetivo de buscar a melhoria contínua das condições de trabalho na sua cadeia produtiva. 
 
Com a SOCAM, a C&A tornou-se a primeira rede de varejo do Brasil a auditar toda a sua cadeia produtiva. 
 
A companhia também foi a primeira do setor a assinar, em 2010, o Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil, que visa implementar ferramentas para que empresas e a sociedade brasileira não comercializem produtos de fornecedores que usaram trabalho escravo.
 

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