Torcedores do Japão dão show de educação e limpam estádio após jogo

Japoneses juntaram e ensacaram o lixo produzido durante a festa nas arquibancadas

Por GloboEsporte.com Recife


Apesar disso, a torcida nipônica deu um show de educação e civilidade após o apito final na Arena Pernambuco, no Recife: alguns ajudaram a coletar e ensacar o lixo produzido por eles durante a festa nas arquibancadas.

Torcida do Japão limpando Arena Pernambuco  (Foto: Reprodução / Facebook)Torcida do Japão limpa a Arena Pernambuco (Foto: Reprodução / Facebook)

Torcida do Japão limpando Arena Pernambuco  (Foto: Reprodução / Facebook)Torcida do Japão limpa a Arena Pernambuco (Foto: Reprodução / Facebook)

Torcida do Japão limpando Arena Pernambuco  (Foto: Reprodução / Facebook)Torcida do Japão limpa a Arena Pernambuco (Foto: Reprodução / Facebook)Fonte: www.globoesporte.globo.com

Incentivos fiscais para reuso de água são regulamentados em Projeto de Lei

Postado pelo Ambiente Legis

Através da redução de impostos PL busca incentivar prática do reuso direto não potável

Com o objetivo de incentivar distribuidoras e produtoras de água de reuso, o Projeto de Lei n.º 12/2014 propõe a adoção de incentivos fiscais para empresas que atuem com esse tipo de atividade. 

A proposta prevê o estímulo para o reuso direto não potável, autorizado pela Resolução 54/2005 do Conselho Nacional dos Recursos Hídricos – CNRH. 

A prática do reuso de água, além de reduzir a descarga de poluentes nos corpos receptores, evita que a água tratada seja utilizada para irrigação de jardins, lavagem de áreas públicas, entre outras.

O PL, de iniciativa do Senado Federal, foi pauta de reunião realizada pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle, nesta última terça feira (10.06).

A incidência tributária sobre as operações de venda ou de tratamento de água com a finalidade de reuso inviabilizam o desenvolvimento de tecnologias capazes de otimizar essa prática. 

“Além do aspecto ambiental da conservação das reservas aquíferas, há um componente econômico relevante, pois as empresas que investem na utilização de água de reuso nos processos produtivos podem reduzir o custo da produção. 

Dessa maneira, haverá uma repercussão positiva em toda circulação de produtos e mercadorias, favorecendo o consumidor”, justifica o autor da proposta, o Senador Cássio Cunha Lima (PSDB-P
O Projeto prevê a redução de 75% do Imposto de Renda das empresas que produzirem ou distribuírem água de reuso, além de determinar a isenção da contribuição de PIS/Pasep e Cofins.

A aquisição de máquinas e equipamentos destinados à instalação, manutenção, ampliação ou modernização de plantas destinadas ao tratamento de água de reuso também terão direito à isenção de IPI, além da Contribuição de PIS/Pasep e da Cofins.


Panorama legal do reuso da água

Atualmente o Brasil dispõe de duas normas que regulamentam o reuso indireto para fins não potáveis. 

A Resolução CNRH 54/05 determina quatro modalidades para a atividade de reuso: fins ambientais, fins agrícolas, industriais e para aquicultura; e a NBR 13969, que define as classes de uso da água, indicando padrões de qualidade. 
Além dessas normas, diversos Municípios brasileiros regulamentaram a questão, contudo sempre com o enfoque de criar políticas e programas voltados ao reuso.

Outras práticas de reuso, como o reuso da água das chuvas para áreas urbanas, por exemplo, também estão sendo regulamentados. É o caso da NBR 15527/07, que prevê a possibilidade do aproveitamento de águas pluviais com fins não potáveis.

O reuso potável é um tema complexo e que não foi explorado pela legislação. Por se tratar de uma modalidade que envolve aspectos de saúde pública, ambientais, e que necessita de tecnologias de ponto associadas à custos elevados, a questão permanece sem regulamentação pelas normas nacionais.

Com a situação crítica do Sistema Cantareira, que ameaça o abastecimento de cerca de 10 milhões de pessoas na Grande São Paulo, é provável que mais projetos de lei entrem na pauta das casas legislativas com o objetivo o reuso.

SELOS VERDES E CERTIFICADOS SÓCIOAMBIENTAIS NA BUSCA PELO COMPORTAMENTO SUSTENTÁVEL

Por Anelise Stahl





Cada vez mais, as organizações percebem que de nada valerão suas estratégias de negócios para ampliar mercados, conquistar clientes e obter resultados favoráveis se não considerar que tudo depende da boa execução dos processos que compõem a sua cadeia produtiva. 

E que a realização desses processos está diretamente ligada ao desempenho das pessoas da organização em um contexto de responsabilidade social e de correta postura ante as questões ambientais.

A inclusão da proteção do ambiente entre os objetivos da organização moderna amplia substancialmente todo o conceito de administração. Administradores, executivos e empresários introduziram em suas empresas programas de reciclagem, medidas para poupar energia e outras inovações ecológicas. 

Essas práticas difundiram-se rapidamente, e hoje, vários pioneiros dos negócios desenvolvem sistemas abrangentes de administração de cunho ecológico.

O novo pensamento e o novo sistema de valores, juntamente com as correspondentes percepções e práticas novas, constituem o que denominamos de o “novo paradigma”.

O novo paradigma pode ser denominado como uma visão do mundo holística – a visão do mundo como um todo integrado, e não como um conjunto, de partes dissociadas.

Certificações socioambientais

No intuito de estimular a responsabilidade social empresarial, uma série de instrumentos de certificação foram criadas nos últimos anos. 

O apelo relacionado a esses selos ou certificados é de fácil compreensão. 

Num mundo cada vez mais competitivo, empresas vêm vantagens comparativas em adquirir certificações que atestem sua boa prática empresarial. 

A pressão por produtos e serviços socialmente corretos faz com que empresas adotem processos de reformulação interna para se adequarem às normas impostas pelas entidades certificadoras. 

Entre algumas das certificações mais cobiçadas atualmente enumeramos as seguintes:

Selo Empresa Amiga da Criança: Selo criado pela Fundação Abrinq para empresas que não utilizem mão-de-obra infantil e contribuam para a melhoria das condições de vida de crianças e adolescentes;

ISO 14000: O ISO 14000 é apenas mais uma das certificações criadas pela International Organization for Standardization (ISO). O ISO 14000, parente do ISO 9000, dá destaque às ações ambientais da empresa merecedora da certificação;

AA1000: O AA1000 foi criada em 1996 pelo Institute of Social and Ethical Accountability. Esta certificação de cunho social enfoca principalmente a relação da empresa com seus diversos parceiros, ou “stakeholders”. Uma de suas principais características é o caráter evolutivo já que é uma avaliação regular (anual);

SA8000: A “Social Accountability 8000” é uma das normas internacionais mais conhecidas. Criada em 1997 pelo Council on Economic Priorities Accreditation Agency (CEPAA), o SA8000 enfoca, primordialmente, relações trabalhistas e visa assegurar que não existam ações antissociais ao longo da cadeia produtiva, como trabalho infantil, trabalho escravo ou discriminação;

ABNT-ISO 26000: No dia 1º de novembro de 2010, foi publicada a Norma Internacional ISO 26000 – Diretrizes sobre Responsabilidade Social, cujo lançamento foi em Genebra, Suíça. No Brasil, no dia 8 de dezembro de 2010, a versão em português da norma, a ABNT NBR ISO 26000, foi lançada em São Paulo. 

A norma é de grande utilidade a empresas interessadas em adotar programas de RSE uma vez que oferece orientações relacionadas a sete princípios norteadores de responsabilidade social:

“Accountability”: Ato de responsabilizar-se pelas consequências de suas ações e decisões, respondendo pelos seus impactos na sociedade, na economia e no meio ambiente, prestando contas aos órgãos de governança e demais partes interessadas declarando os seus erros e as medidas cabíveis para remediá-los.

Transparência: Fornecer às partes interessadas de forma acessível, clara, compreensível e em prazos adequados todas as informações sobre os fatos que possam afetá-las.

Comportamento ético: Agir de modo aceito como correto pela sociedade – com base nos valores da honestidade, equidade e integridade, perante as pessoas e a natureza – e de forma consistente com as normas internacionais de comportamento.

Respeito pelos interesses das partes interessadas (stakeholders): 
Ouvir, considerar e responder aos interesses das pessoas ou grupos que tenham um interesses nas atividades da organização ou por ela possam ser afetados.

Respeito pelo Estado de Direito: O ponto de partida mínimo da responsabilidade social é cumprir integralmente as leis do local onde está operando.

Respeito pelas Normas Internacionais de Comportamento: Adotar prescrições de tratados e acordos internacionais favoráveis à responsabilidade social, mesmo que não que não haja obrigação legal.

Direito aos humanos: Reconhecer a importância e a universalidade dos direitos humanos, cuidando para que as atividades da organização não os agridam direta ou indiretamente, zelando pelo ambiente econômico, social e natural que requerem.

Certificar práticas sócioambientais significa comprovar junto ao mercado e a sociedade que a organização adota um conjunto de práticas destinadas a minimizar impactos que imponham riscos à preservação da biodiversidade.

Com isso, além de contribuir com o equilíbrio ambiental e a qualidade de vida da população, as organizações obtêm um considerável diferencial competitivo fortalecendo sua ação no mercado.

Prefeitura de Curitiba começa a usar carros elétricos na frota municipal

Ao todo, serão 13 veículos, sendo 10 carros e três miniônibus.
Iniciativa faz parte de projeto para melhorar a mobilidade urbana.

Do G1 PR

Carro elétrico ja´será utilizado nas ações de segurança e prestação de serviço durante a Copa do Mundo (Foto: Bibiana Dionísio/ G1)Carro elétrico ja´será utilizado nas ações de segurança e prestação de serviço durante a Copa do Mundo (Foto: Bibiana Dionísio/ G1)

Começaram a rodar, na quinta-feira (5), os primeiros 13 veículos elétricos da frota oficial de Curitiba. 

Os carros, cedidos em comodato pela Renault e pela Itaipu Binacional, fazem parte do projeto Eco-Elétrico, que visa sugerir alternativas para melhorar a mobilidade no trânsito e reduzir a poluição. 

Com os carros, a capital paranaense passa a ter a maior frota pública de veículos movidos a eletricidade no país. 

Os veículos vão integrar as frotas da Secretaria de Trânsito (Setran), Guarda Municipal e Instituto Curitiba de Turismo, e ficarão com a prefeitura por, pelo menos, dois anos. De acordo com o prefeito Gustavo Fruet (PDT) sem custo ao cofre público.

Ao todo, serão 10 carros e outros três miniônibus, movidos a energia elétrica. Entre os carros, estão cinco Renault Zoe (carro de passeio), três unidades do Kangoo Z.E. (utilitário), três Twizy (mini carro urbano), que chegou a ser testado pelo prefeito. 

A intenção de acordo com Fruet é que o conceito se incorpore a diretriz adotada pela gestão por meio do edital do metro, fortalecimento do ônibus, linhas exclusivas para o transporte público e novos modais. 

"Inovação tecnológica e sustentabilidade, agregando uma série de tecnologias com parceiros como a Itaipu, a Renault e a Nissan, dentro deste conceito de cidade cada vez mais sustentável”, pontou o prefeito que lembrou que o lançamento da frota elétrica coincidiu com a Dia Mundial do Meio Ambiente.


A prefeitura da capital paranense não tem o real número de carros elétricos que circulam pela cidade, porém, a estimativa é de que seja um percentual baixo. 

“O desafio do carro elétrico está no custo, que não é acessível ao consumidor. 

Há uma alta carga tributária. Há uma tendência de aumento desta frota em médio prazo. Mas neste momento queremos mostrar que esta rede é possível de ser feita. Podemos aplicar isso na frota pública e no transporte público também", disse Fruet.



Cidade terá eletropontos para recargas dos carros
elétricos em pontos públicos
(Foto: Bibiana Dionísio/ G1)



Além dos veículos, a cidade também vai ganhar 10 pontos de reabastecimento, que também podem ser utilizados pela população no futuro. 

Os postos ficam na Praça Rui Barbosa, Parque Tanguá, Parque Barigui, Secretaria de Administração, Prefeitura Palácio 29 de Março, Setran- Prado Velho, Jardim Botânico. 

A adminsitração pública ainda irá a estudar a melhor forma para regulamentar o uso dos eletropostos pelos cidadãos que possuem carros elétricos. 

Todo o sistema será monitorado online, com informações sobre a emissão do CO2, a energia consumida, o número de viagens e a distância percorrida.

O projeto Curitiba Eco-Elétrico foi elaborado para ocorrer em quatro fases, entre os anos de 2014 e 2020. 

A iniciativa integra um compromisso assumido pela atual gestão, durante uma conferência na África do Sul.

Nas próximas fases do projeto estão previstas a instalação de mais totens de abastecimento, dessa vez, multifuncionais. 

Além de recarregar as baterias dos carros, eles vão disponibilizar serviços como o cartão-transporte, parquímetro, câmeras de monitoramento, bicicletas compartilhadas e rede wi-fi institucional.


Escolha do lançamento

Um dos motivos para o lançamento do projeto, nesta quinta-feira, foi a proximidade com a Copa do Mundo. 

Segundo a prefeitura, o evento será usado também para divulgar o projeto a quem visitar a cidade nesses dias.

Na página do projeto, é possível ainda conferir os índices de poluição que os veículos elétricos deixaram de emitir, bem como a quilometragem rodada e o número de viagens às quais os carros foram submetidos.


Ao todo, serão 10 carros e outros três miniônibus, movidos a energia elétrica (Foto: Bibiana Dionísio/ G1)Ao todo, serão 10 carros e outros três miniônibus, movidos a energia elétrica (Foto: Bibiana Dionísio/ G1)
Fonte: www.g1.globo.com/pr

Dia do Meio Ambiente inspira desfile de vestimentas sustentáveis

Natália Fernandjes Do Diário do Grande ABC


Orlando Filho/DGABC

O Teatro Municipal de Mauá recebeu, na manhã de ontem, a 5ª edição do projeto Comunidade Ecofashion, promovido pela Braskem. 


A ação, em homenagem ao Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado na quinta-feira, reuniu 30 crianças e adolescentes do entorno do Polo Petroquímico em desfile de roupas confeccionadas com materiais recicláveis como embalagens, copos plásticos, jornal, entre outros.

O evento teve o tema A taça do mundo é nossa e, por isso, contou com vestimentas nas cores da bandeira brasileira. Para a produção das roupas, os estudantes de quatro escolas das proximidades da Braskem participaram de três oficinas acompanhados pelos familiares.

A ideia é promover sustentabilidade, uma das diretrizes estratégicas da Braskem, destaca o gerente de relações institucionais da empresa, Flávio Chantre. 

“Com essa mobilização conseguimos reforçar a temática ambiental nas famílias, como descarte correto dos resíduos, redução do consumo e aproveitamento do lixo.”

O programa contou com parceria do Instituto Ecotece, que atua na questão do vestir consciente. 

“Nossa proposta é utilizar a moda como meio para processo de reflexão sobre o descarte e o que pode ser reaproveitado em casa”, comenta a diretora da entidade, Lia Spinola. Durante os encontros, cerca de 12 funcionários da ONG ficaram responsáveis por introduzir de maneira lúdica e didática conceitos de forma e costura aos participantes.

Não faltou criatividade para que as crianças caprichassem nas vestimentas. A estudante Aline Silva, 10 anos, por exemplo, se inspirou na estrela Carmem Miranda para produção de vestido que usou 300 copos plásticos e 100 folhas de jornal. O material foi recolhido pela família com vizinhos.

Já a jovem Ana Clara Souza, 11, apostou no look cowgirl brasileira. Ela precisou de 120 filtros de café, 200 lacres de latinha de refrigerante e o tecido de um guarda-chuva velho para confeccionar camisa, colete e calça aos moldes usados pelos personagens de faroeste.

Cerca de 500 convidados prestigiaram o desfile. As peças mais criativas foram escolhidas por júri composto por profissionais da moda e da área de Educação Ambiental com base nos critérios: estilo, estética, sustentabilidade e criatividade. Os vencedores levaram para casa notebook, tablet e aparelho MP3.

Universidade Mackenzie Campinas - no Eixo da Sustentabilidade



Programa Sustentável da Universidade Mackenzie Campinas prevê a criação de um Centro de Pesquisas Aplicadas, entre outras ações

A Universidade Presbiteriana Mackenzie Campinas, lançou seu Programa Sustentável. O evento, que ocorreu no último dia 26 de maio, foi marcado com a abertura da exposição “DEZ Pró-Ambiente - Bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí – uma região a ser restaurada”, realizada pelos alunos dos cursos de Engenharia Civil e de Produção da disciplina Ciências do Ambiente.

A mostra acadêmica simbolizou a adoção da proposta sustentável da Universidade, com projetos voltados para a Instituição e também para a região de Campinas. A abertura contou a presença da diretora executiva da AGEMCAMP - Agência Metropolitana de Campinas, Ester Viana, além da especialista sênior de Desenvolvimento Ambiental da Tetra Pak, Juliana Seidel e do tecnólogo ambiental da CETESB, Sérgio Hornink.

Segundo Rosani Novaes, engenheira florestal e professora da UPM Campinas, coordenadora do programa, a abertura marca uma nova era sustentável não apenas no campus, mas também na região.

“Fazemos questão que a cultura ambiental não seja apenas um evento do dia 05, “Dia do Meio Ambiente”, mas sim uma prática constante. Em setembro, iremos fazer o plantio de mata ciliar no bosque da Universidade e também nas beiras de rios, calçadas e outros lugares da região. Nosso objetivo é criar bosques e recompor as matas ciliares de Campinas”, ressalta a engenheira florestal Rosani.

No evento foram expostas algumas espécies que serão usadas para o plantio. A professora ainda ressaltou que a Universidade irá adotar um projeto de redução e mensuração do consumo de água e energia, além da intensificação do uso de coletores de papel espalhados pelo campus (salas de aulas, departamento administrativo, corredores e outros lugares).

Segundo Rosani Novaes, os materiais coletados são disponibilizados para cooperativas recicladoras que os reutilizam. “Dentro dessa nova perspectiva socioambiental trabalhamos com as cooperativas da região de Campinas. Uma delas é a Cooperativa Santa Genebra, que se identificou com a proposta do projeto e vem colaborando com o Mackenzie”, explica.

O programa ainda prevê, até o final de 2014, a criação de um Centro de Pesquisas Aplicadas, em parceria com outras universidades da região, para o estudo e viabilização de projetos socioambientais.

Com as ações e projetos realizados, o Mackenzie tem como intuito a promoção do pensamento sustentável, alicerçado pela integração e desenvolvimento social. “Quando a sociedade está fazendo ela cobra dos seus governantes. Isso que nos alenta no sentido de que a Universidade seja propulsora deste ideário”, afirma a engenheira.

Sobre o Mackenzie
A Universidade Presbiteriana Mackenzie pelo segundo ano consecutivo (2012/13) foi avaliada como a melhor instituição de ensino privado do Estado de São Paulo, de acordo com o Ranking Universitário Folha de São Paulo\RUF. O Mackenzie ainda está entre as 100 melhores instituições de ensino da América Latina, segunda a pesquisa QS Quacquarelli Symonds University Rankings, uma organização internacional de pesquisa educacional, que avalia o desempenho de instituições de ensino médio, superior e pós-graduação.

Programas de Regularização Ambiental do Código Florestal são regulamentados por Decreto

PRA’s terão monitoramento de práticas de recuperação, regeneração e compensação para propriedades rurais com áreas desmatadas

Mesmo após dois anos da edição da Lei n.º 12.651, a efetivação do Código Florestal ainda é bastante criticada por ambientalistas. 

Um dos pontos mais sensíveis relativos à proteção da vegetação nativa prevista na lei, diz respeito à implementação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e à regulamentação dos Programas de Regularização Ambiental (PRA).

O prazo para a edição de um decreto que regulamentasse a questão foi encerrado em maio do ano passado e somente na segunda feira (05.05) foi editado o Decreto n.º 8.235 que estabelece as normas complementares para os Programas de Regularização Ambiental, além de instituir o Programa Mais Ambiente


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Através do PRA, propriedades rurais que possuam Áreas de Preservação Permanente, Reserva Legal e de Uso Restrito desmatadas, poderão realizar medidas monitoradas de recuperação, recomposição, regeneração e compensação dessas áreas.

Para solicitar à adesão aos Programas de Regularização Ambiental, o proprietário ou possuidor de imóvel rural que possuir áreas desmatadas, deverá inscrever-se no CAR através do Sistema de Cadastro Ambiental Rural – Sicar. 

O registro no CAR deve ser feito por todo proprietário/possuidor rural, mesmo que não haja passivo ambiental na área, e, não é necessária a contratação de um técnico responsável.

A declaração de um passivo decorrente de desmatamento, no entanto, poderá gerar a imediata adesão ao PRA.

A regularização de áreas desmatadas será conduzida através da formalização de um termo de compromisso contendo uma proposta simplificada visando à recomposição, recuperação, regeneração ou compensação da área, além de estabelecer prazos para a execução dessas medidas.

O termo de compromisso terá eficácia de título executivo extrajudicial, o que acarreta na imediata aplicação de sanções de caráter administrativo (multas, embargo etc) e penal, caso o proprietário/possuidor descumpra as obrigações nele previstas.

O cumprimento das obrigações relativas à recuperação de áreas desmatadas será acompanhado pelos órgãos ambientais.

Além de regulamentar o PRA, o Decreto institui o Programa Mais Ambiente, que será coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e tem por objetivo articular e integrar os Programas de Regularização Ambiental. 

O Programa Mais Ambiente contará com diversas ações de educação ambiental, produção e distribuição de sementes e mudas, assistência técnica e extensão rural, entre outras, todas voltadas à regularização ambiental dos imóveis rurais.

Ambiente Legis explica - 

Área de Preservação Permanente (APP): Área protegida, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, facilitar o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas. - 

Reserva Legal (RL): É uma área localizada no interior de uma propriedade rural, que não seja a APP, necessária ao uso sustentável dos recursos naturais, à conservação e reabilitação dos processos ecológicos, à conservação da biodiversidade e ao abrigo e proteção de fauna e flora nativas. 


- Uso Restrito (UR): Áreas de inclinação entre 25° e 45° onde são permitidos o manejo florestal sustentável e o exercício de atividades agrossilvipastoris, bem como a manutenção da infraestrutura física associada ao desenvolvimento das atividades, observadas boas práticas agronômicas.