ISAPG - PONTA GROSSA CURSOS ABERTOS - NR-10 BÁSICO

O que é NR-10 ?
SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade. 
A NR-10 se aplica às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as etapas de projeto, construção, execução, montagem, operação, manutenção das instalações elétricas e quaisquer trabalhos realizados nas suas proximidades, observando-se as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão destas, as normas internacionais cabíveis.

A importância de se fazer o curso de NR-10:

> Para adquirir os conhecimentos necessários para trabalhar com segurança e zelar por sua integridade física.
> Para atender uma determinação legal do Ministério do Trabalho;
> Para se qualificar e se preparar para as oportunidades de trabalho e emprego.

NR-10 Básico
Conteúdo Programático(CLIQUE AQUI)
Conforme MTE 
Norma Regulamentadora 10  (NR-10)
SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE
Carga Horária:
40 horas
 
Turmas, Dias e Horários
Terça e quinta  18h30h as 22h30
Segunda, quarta e sexta-feira das 18h30h as 22h30
Sábado: 08h00 as 12h00 e 13h00 as 17h00h
Dias úteis - durante o dia  das 08h00 as 12h00 e 13h00 as 17h00h 
 
Nova Turma: 
Inscrições Abertas   

 

  
Investimento:

R$ 350,00 (a vista)
ou Entrada de R$ 175,00 + 1 (uma) parcela de R$ 180,00 no término de curso.
Valor diferenciado para grupo a partir de 5 pessoas
Contate-nos: 3028 5822 / 9941 5822  - contato@isapg.com.br   
 


Obs.: Número mínimo de alunos para início do curso: 15 alunos. O ISAPG se resguarda ao direito de não iniciar turma, caso não seja preenchida a quantidade mínima de alunos para o início do curso.

NR-33 - Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados Trabalhadores Autorizados e Vigias


Aplicação da NR 33 nos espaços confinados dos canteiros de obra e frentes de trabalho

Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficientepara remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio.
Esta Norma tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados e o reconhecimento, avaliação, monitoramento e controle dos riscos existentes, de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente nestes espaços. 

A importância de se fazer o curso de NR-33:
> Para refletir sobre as melhores praticas em relação à prevenção e segurança no trabalho em locais confinados;
> Para adquirir os conhecimentos necessários para trabalhar com segurança e zelar por sua integridade física;
> Para atender uma determinação legal do Ministério do Trabalho conforme a Portaria SIT n.º 202, 22 de dezembro de 2006, D.O.U. 27/12/06.

NR-33
Conteúdo Programático
> Definição de espaços confinados;
> Reconhecimento, avaliação e controle de riscos;
> Funcionamento de equipamentos utilizados;
> Procedimentos e utilização da P.E.T. “Permissão de Entrada e Trabalhos”;
> Noções de resgate e primeiros socorros.


Conforme MTE

Norma Regulamentadora 33 (NR-33)
Segurança e saúde nos trabalhos em espaços confinados
Carga Horária:
16 horas
 
HorárioCor da letra
Das 18:45h as 22:15h
Dinâmica das aulas
Aulas expositivas, dialogadas, atividades e trabalhos em grupos, avaliação de competência.
Material didático
Apostila
Nova Turma:
Inscrições Abertas


Investimento:
R$ 260,00 (a vista) ou Entrada de R$ 135,00 + 1 (uma) parcela de R$ 135,00 no término de curso.
Valor diferenciado para grupo a partir de 5 pessoas

Contate-nos: 3028 5822 / 9941 5822 - contato@isapg.com.br

Acesse o site e conheça todos os cursos - www.isapg.com.br

Obs.: Número mínimo de alunos para início do curso: 15 alunos. O ISAPG se resguarda ao direito de não iniciar turma, caso não seja preenchida a quantidade mínima de alunos para o início do curso.

ELETRICIDADE INDUSTRIAL - Curso de Qualificação Profissional! INSCRIÇÕES ABERTAS!

 

Objetivos
- Pretende oferecer aos participantes, formação e aperfeiçoamento profissional para que possam conhecer e selecionar componentes e dispositivos elétricos, ler e interpretar diagramas esquemáticos, localizar defeitos e efetuar reparos em circuitos elétricos residenciais e industriais

Objetivos específicos
- Qualificar o aluno / profissional para que o mesmo possa desenvolver habilidades e adquirir técnicas para atuar como oficial eletricista com ênfase em montagens industriais aliando capacidade técnica e atendimento as exigências de segurança do trabalho. 
- Atender a demanda do mercado com profissionais qualificados e aptos.

Justificativa
- Ineditismo deste curso de qualificação na região, considerando a especialidade, metodologia e resultado.

- Atendimento ao disposto na NR-10 na exigência de qualificação destes profissionais.

Público-alvo
- O curso é voltado para colaboradores de empresa, pessoas que pretendam trabalhar na área de elétrica, profissionais que necessitam de qualificação comprovada e interessados da comunidade em geral em aperfeiçoar seus conhecimentos na área.

Pré-Requisitos
- Ensino Fundamental e idade mínima de 16 anos

Benefícios
- Formação teórica básica, contato direto com sistemas e dispositivos atuais, ensaios laboratoriais, instrutores habilitados e atuantes no mercado da região, possibilidade de encaminhamento para vagas de emprego.

Programação do Curso

1) Eletricista Instalador Industrial; 
2) Eletricista de Manutenção Industrial. 
 
O  ISAPG e ISAtec disponibilizam o Curso de NR-10 básico (40 horas) como cortesia aos alunos que fizerem a qualificação profissional completa de 12 meses, desta forma, com a certificação da NR-10 completará as três certificações (Eletricista Instalador, Eletricista de Manutenção Industrial e a NR-10 ).
 
Programação do Curso

Turma 01: segundas e quartas-feiras, das 18:30 h as 22:00 h
Turma 02: terças e quintas-feiras, das 18:30 h as 22:00 h
Turma 03: terças e quintas-feiras, das 08:00 h as 12:00 h
 

Nova Turma: 
Inscrições Abertas     

Carga horária total:   408 horas

 
Grade Curricular

Eletricidade Básica
Fundamentos da eletricidade, circuitos elétricos, grandezas elétricas, lei de ohm, resistividade, associação de resistores, potência elétrica, magnetismo, eletromagnetismo, corrente alternada, corrente contínua, máquinas elétricas, dispositivos de proteção, seletividade, instalações prediais.

Materiais Elétricos
Unidades e instrumentos de medição, fixadores, condutores elétricos, eletrodutos rígidos, eletrodutos flexíveis, eletrocalhas, perfilados, leitos, acessórios de montagem, luminárias, lâmpadas, disjuntores, contatores, relés, inversores de freqüência, softstart, painéis elétricos, sistemas de aterramento, terminais e identificadores.

Laboratório de prática
Análise e medidas elétricas, emendas e isolações, solda exotérmica, norma DIN e norma NEMA, atuação de disjuntores e fusíveis, seccionadores, ajustes de relés, ligação de motores, iluminação a LED, montagens comandos elétricos, parametrização de inversor de freqüência e softstart.

Desenho técnico
Conceitos de desenho técnico, figuras geométricas, perspectiva isométrica, elementos paralelos e oblíquos, elementos diversos, projeção ortográfica, corte total, vistas ortográficas, meio corte, seção e encurtamento, omissão de corte, vistas auxiliares, representações especiais, contagem de elementos, escalas, prismas e pirâmides, tolerância dimensional e estado de superfície.

Eletrotécnica
Luminotécnica, sistema de proteção contra descargas atmosféricas, telecomunicação, redes de informática, telemática, fibra óptica, subestações, diagramas elétricos, comando elétrico, automação industrial. 

Segurança do trabalho e meio ambiente
Liderança e responsabilidade, conformidade legal, avaliação e gestão de riscos, novos empreendimentos, operação e manutenção, gestão de mudanças, aquisição de bens e serviços, capacitação, educação e conscientização, gestão de informações, comunicação, contingências, relacionamento com a comunidade, análise de acidentes e incidentes, gestão de produtos, processo de melhoria contínua, EPI’s, EPC’s e normas regulamentadoras.
  
Materiais Didáticos

Todas as disciplinas (exceto Laboratório):
- apostilas impressas;
- aulas com quadro branco;
- recursos multimídia.

Laboratório:
- materiais elétricos para simulações;
- aulas em bancadas;
- kit básico para Desenho Técnico (não incluso no valor das mensalidades)
- kit de ferramentas básicas (não incluso no valor das mensalidades) 

Uniformes (opcional)
A Escola disponibiliza ao aluno em caráter opcional camiseta de malha, guarda pó e bolsa tira colo, personalizados do curso (não inclusos no valor das mensalidades)

Número de Vagas
Turma Mínima:           20 alunos  
Turma Máxima:          30 alunos
 
Investimento

- 01 + 11 vezes de R$ 297,50 * DESCONTO de 20% de pontualidade - valor de R$ 240,00 para pagamento até vencimento. Para pagamentos efetuados no dia seguinte ao vencimento o valor do curso volta para o valor normal, ou seja, perde o desconto de pontualidade.

Para pagamento integral do curso (a vista) - 10% de desconto.

 



Para mais informações e conhecimento de todos os cursos acesse: 


Lixo da indústria de alimentos pode virar energia limpa

Por Karina Toledo
Agência FAPESP – Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Araraquara (SP) estudam a viabilidade de usar a água residuária da indústria de suco de laranja para produzir hidrogênio – uma fonte de energia renovável, inesgotável e não poluente.
Pesquisadores do Cempeqc/Unesp desenvolvem metodologia 
para produzir hidrogênio a partir de águas residuárias do 
beneficiamento da laranja (fotos: divulgação e Wikimedia)
A pesquisa, apoiada pela FAPESP, está em andamento no Centro de Monitoramento e Pesquisa da Qualidade de Combustíveis, Biocombustíveis, Petróleo e Derivados (Cempeqc) do Instituto de Química da Unesp.
“A vantagem de produzir hidrogênio a partir de águas residuárias é aproveitar, de maneira sustentável, uma fonte de carbono que hoje está sendo descartada”, argumentou Sandra Imaculada Maintinguer, pesquisadora do Cempeqc.
De acordo com a pesquisadora, a proposta é reaproveitar a energia gerada localmente, na própria indústria, para abastecer as bombas dos sistemas de tratamento biológico, por exemplo.
“O método poderia beneficiar não apenas o setor citrícola, como o sucroalcoleiro, indústrias de refrigerantes, cervejas e de outros alimentos”, afirmou Maintinguer.
O hidrogênio, explicou a pesquisadora, é quase três vezes mais energético que os hidrocarbonetos e que o metano e quatro vezes mais que o etanol. No entanto, em razão do custo ainda elevado de armazenamento e transporte, seria inviável usar o gás, por exemplo, para substituir a energia hidrelétrica – ainda muito barata no Brasil.
O grupo de pesquisadores do Cempeqc está estudando três diferentes resíduos do beneficiamento da laranja cedidos por uma empresa situada em Matão (SP): o melaço, a vinhaça e a água residuária.
Embora o melaço e a vinhaça apresentem concentrações mais elevadas de açúcares (40 a 150 g glicose/L), testes preliminares sugerem que a água residuária (12g glicose/L) é a mais indicada para a produção biológica de hidrogênio.
“Quando a concentração de substrato é muito elevada, pode ocorrer a inibição do crescimento dos microrganismos que quebram os açúcares em moléculas menores, como ácidos orgânicos e hidrogênio. Existe uma faixa ideal, que parece ser a da água residuária”, disse Maintinguer.
Além da glicose, os pesquisadores também encontraram outras fontes de carbono na água residuária, como frutose e ácidos orgânicos, além de impurezas como óleos e detergentes usados no processo industrial.
“Fizemos os testes usando a água residuária com todas as impurezas e, mesmo assim, os resultados foram muito promissores. Conseguimos transformar cerca de 65% desse resíduo em hidrogênio. Como os microrganismos usam os nutrientes para crescer e se multiplicar em primeiro lugar, a produção nunca chega a 100%”, explicou a pesquisadora.
Arqueas metanogênicas
Os ensaios, em escala de bancada, foram feitos em reatores anaeróbios (frascos de vidro hermeticamente fechados), para evitar que o contato com o oxigênio inibisse a produção da enzima hidrogenase, extremamente importante na produção biológica de hidrogênio.
Na água residuária foi inoculado um conjunto de microrganismos de diferentes classes coletado em sistemas de tratamento biológico de esgotos sanitários. 
De acordo com a pesquisadora, o inóculo também pode ser obtido a partir do próprio lodo formado nos sistemas biológicos de tratamento industrial.
Porém, é necessário um pré-tratamento para eliminar as chamadas arqueas metanogênicas, um tipo de microrganismo capaz de consumir o hidrogênio produzido para formar metano, algo indesejável nesse caso.
“O processo biológico anaeróbio tem várias etapas e, em cada uma delas, atua uma classe diferente de microrganismo. Os carboidratos são quebrados em açúcares, ácidos orgânicos, acetato, hidrogênio e, se o processo não for interrompido, em metano”, disse a pesquisadora.
Para evitar que isso aconteça, o inóculo é submetido a um choque térmico e o pH do meio é reduzido para 5,5. O pré-tratamento causa a eliminação das arquéias metanogênicas, enquanto as bactérias úteis para o processo apenas entram em estado vegetativo, voltando a se multiplicar quando as condições se tornam favoráveis.
“É um método fácil e barato e só é necessário fazê-lo uma vez. Depois posso reaplicar o inóculo em outra amostra quando acabar o substrato no reator. Por enquanto, estamos usando apenas a configuração de reator em batelada (frascos com quantidades limitadas onde a reação ocorre até o substrato acabar e depois é preciso reabastecer). 
O próximo passo é testar em um reator de fluxo contínuo”, disse Maintinguer.
Além do hidrogênio, resultam do processo alguns ácidos graxos voláteis – como o ácido butírico e o ácido acético – também passíveis de serem transformados em hidrogênio por bactérias fotoheterotróficas.
“Elas consomem esses ácidos na presença da luz e liberam mais hidrogênio, elevando assim o rendimento”, explicou a pesquisadora.
Na avaliação de Maintinguer, o Brasil tem um grande potencial para ser referência em tecnologia do hidrogênio e é beneficiado pelo fato de ser um país tropical, com temperaturas médias anuais em torno de 25ºC – favorável ao desenvolvimento de bactérias.
“Em países como Holanda e Alemanha é preciso aquecer os reatores para que o processo seja bem sucedido”, comentou.
O Ministério de Minas e Energia tem planos para introduzir o hidrogênio na matriz energética do país até 2025, inclusive como combustível automotivo. Uma das metas do governo brasileiro é que, após 2020, toda a produção do gás seja obtida a partir de fontes renováveis.

Acessórios de moda ao estilo amazônico se tornam tendências luxuosas e sustentáveis

Grifes e designers investem em um material que se encontra com fartura na Amazônia - o couro de peixe - e ganham adeptos da moda e da natureza em si

Rosiel Mendonça

Ibama e Ministério da Agricultura crediam frigoríficos fornecedores
Ibama e Ministério da Agricultura crediam frigoríficos fornecedores (Divulgação)
O criador da Osklen, Oskar Metsavaht, cantou a pedra há quase três anos: 

“o novo luxo é nobre e sustentável”. 

Foi essa filosofia que levou a grife brasileira a investir em um material que se encontra com fartura por aqui, o couro de peixe, tão resistente quanto o bovino. Exótica e peculiar, a matéria-prima amazônica chama a atenção pela presença das lamélulas, locais onde as escamas estão inseridas.

Quem trabalha com o couro de peixe há mais de 20 anos é a designer de joias Rita Prossi, que aplica peles de surubim, aruanã, pescada e tambaqui em suas biojoias e cintos. 

“O exotismo é o diferencial desse material, mas alguns não entendem muito bem que essa é uma matéria-prima sustentável”, conta Rita, que se queixa da falta de informação sobre o produto.

“Essa é uma das barreiras que encontrei ao trabalhar com couro de peixe, por isso tenho sempre que explicar que essa é uma pele que seria jogada fora porque os frigoríficos exportam somente os filés. 

Têm pessoas que acham que estamos matando os peixes para fazer isso”, comenta.

COLARES E PULSEIRAS

Aliar beleza e sustentabilidade a colares, tiaras, pulseiras e brincos também é a fonte de renda da artesã Luciana Martins. 

Um diferencial dos produtos dela é justamente a utilização da técnica do curtume do couro de peixe de peixes regionais como o pirarucu, o tambaqui e a pirarara.

“Aprendi a técnica do curtume em Manaus em uma visita ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), onde tive acesso à pesquisa pioneira do professor José Rebello em transformar a pele de animais em couro para a utilização na indústria, e também por meio de qualificação no Sebrae”, explica a artesã.

Os colares produzidos por ela custam de R$ 15 a R$ 100 reais; as pulseiras, de R$ 15 a R$ 25. 

Os acessórios podem ser encontrados no Feirão da Sepror, na avenida Torquato Tapajós (antiga Expoagro), de quinta-feira a sexta-feira, das 7 horas às 17 horas; aos sábados, na Feira da Asa, na avenida Coronel Teixeira; 
na Feira do Cassam, na avenida General Rodrigo Otávio; 
e aos domingos, na Feira da Eduardo Ribeiro, Centro.

SUSTENTABILIDADE

Outra artesã que embarcou na ideia de investir em couro de peixe é Greyci Oliveira, gerente da empresa Couro D’água Amazonas, que também é fornecedora da designer Rita Prossi. 

Greyci conta que qualquer espécie pode ser utilizada, sendo a pirarara e a pescada as mais utilizadas por ela na produção de bolsas, carteiras, pastas e acessórios.

As etapas pelas quais as peles passam durante o curtimento vão da lavagem, descarne, remoção das escamas até o recurtimento com produtos naturais, tingimento, secagem e lixamento. 

Tudo isso pode levar até 15 dias.

Serviços

O quê: Couro D’água

Onde: Galeria de Artes do Amazonas, na avenida Joaquim Nabuco, esquina com a avenida Tarumã

O quê: Feirão da Sepror

Onde: avenida Torquato Tapajós (antiga Expoagro)

O quê: Rita Prossi

Onde: Quiosque no Manauara Shopping

Eficiência Energética - Conta Verde estimula usuário a compensar emissões pelo consumo de energia

Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro
linhas de transmissão de energia
Conta Verde estimula usuário a compensar emissões pelo consumo de energiaArquivo/Agência Brasil























Projeto inédito no país, criado pela Companhia Energética do Ceará (Coelce), do Grupo Enel, incentiva os clientes a buscarem uma forma de compensar as emissões de gás carbônico (CO2) pelo consumo de energia elétrica. 

O Conta Verde, como está sendo chamado, faz parte do programa Ecoelce, que estimula a troca de material reciclável por descontos nas contas de energia.

O coordenador da Área de Meio Ambiente da Coelce, Sérgio Araújo, ressaltou na terça-feira (6), em entrevista à Agência Brasil, a importância de os consumidores saberem que, ao consumir energia elétrica, estão também emitindo CO2, “neste momento em que as usinas térmicas estão operando a plena carga no Brasil”. 

A idéia, acrescentou, é que haja “conscientização da importância do consumo de energia elétrica de forma adequada, sem desperdício, e, ao mesmo tempo, a consciência ambiental de fazer a reciclagem”. 

Araújo lembrou que, atualmente, tira-se muito mais da Terra do que sua capacidade de renovação.

A Coelce fez um estudo para saber o índice de redução do consumo de energia elétrica durante a reciclagem. 

No caso do alumínio, por exemplo, foi verificado que para produzir 1 quilo (kg) do produto são emitidos 10 kg de CO2 e, na reciclagem desse alumínio, são gastos em torno de 300 gramas. 

“Existe uma diferença enorme ao se reciclar e ao se produzir. É essa diferença entre a produção tradicional e o que é reciclado que a gente considera para compensar as emissões de CO2 do cliente”, destacou.

A troca pode ser feita por bônus nas contas de luz com material reciclável, como latas de alumínio, ferro, plástico, vidro e metal. Se o cliente consome energia com eficiência, sem desperdício, e leva para os postos disponibilizados pela distribuidora tudo o que pode reciclar, ele vai chegar a compensar as emissões. 

“O Conta Verde é um projeto de educação ambiental”, disse o coordenador.

Pessoas jurídicas do comércio e da indústria já têm acesso à iniciativa desde maio do ano passado, e o cliente residencial de baixa tensão passou a participar do projeto no mês passado. 

“Os cerca de 3,5 milhões de clientes da Coelce já têm a informação de quanto emitem de CO2 na conta de energia, e sabem que podem compensar por meio da reciclagem.”

João Félix Alves, morador do Conjunto Nova Metrópole, em Caucaia, na região metropolitana de Fortaleza, troca resíduos recicláveis por descontos na conta de luz no Ecoelce, e há dez meses paga a conta de energia com lixo. 

“Agora, com a novidade da Conta Verde, além de ajudar o meu bolso, vou ajudar ainda mais a natureza”, manifestou. 

“Ele compensa mais do que consome”, observou o coordenador da Área de Meio Ambiente da distribuidora. 

O consumo consciente mostra na conta de energia o quanto o cliente compensou suas emissões até 100%. 

“A gente espera que ele se aproxime mais dos 100%”, salientou.

Sérgio Araújo informou que o projeto Conta Verde foi desenvolvido por meio do programa de eficiência energética da Coelce, mas está disponível para ser copiado por qualquer outra empresa do setor que queira replicá-lo.

O programa Ecoelce foi premiado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como um dos projetos mais importantes para o alcance dos Objetivos do Milênio. 

O programa já beneficiou 430 mil clientes, arrecadou cerca de 18 mil toneladas de resíduos e concedeu R$ 2,3 milhões em bônus nas contas de energia. 

Atualmente, o Ecoelce conta com 102 postos de recolhimento no Ceará, incluindo a capital, Fortaleza.

O Programa Avesso traz os bastidores da nova campanha de NET “ Monstro”.

Nas gravações, a marca trouxe a empresa Legacy Effects de Los Angeles que já criou anteriormente Homem-Aranha, Avatar para criar o personagem principal da campanha. 

O Avesso esteve presente nas filmagens, que aconteceram na Vila Madalena em São Paulo, e mostra os detalhes dos bastidores dessa campanha, criada pela Talent e produzida pela O2 Filmes.


Para a Diretora Comercial e de Comunicação da NET, Roberta de Godoi, ”Foi dessa forma, doce e delicada mas também objetiva que a gente está saindo de casa e indo com o cliente para onde ele for.”

Confira o vídeo:




Fonte:  www.avesso.tv.br