Meio ambiente é tema de concurso de desenho em Florianópolis

A nona edição do Ecofestival, que tem o tema “Escolas Sustentáveis: terra, água, fogo e ar - vamos cuidar do nosso espaço educador sustentável”, já tem os desenhos que irão fazer parte da divulgação do evento. As artes foram escolhidas através de concurso realizado na Rede Municipal de Ensino.

Meio ambiente é tema de concurso de desenho em Florianópolis

O Escofestival, organizado pela Gerência de Programas e Projetos da Secretaria Municipal de Educação da Capital, acontecerá nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, das 8h30 às 16h30, no SESC Cacupé. O objetivo é propiciar a formação continuada, desenvolver a consciência, a atitude e a postura socioambiental de alunos e professores através da mostra de trabalhos, expressão artístico-cultural e seminários. Os alunos vão expor poesias e realizar apresentações de danças, músicas, artes cênicas e artes plásticas.

Crianças e jovens de todas as unidades educativas da rede municipal de ensino, assim como estudantes da Educação de Jovens, Adultos e Idosos, ONG’s e centros de educação complementar, poderão participar. 

As unidades interessadas em fazer alguma apresentação artística ou expor trabalhos devem entregar o formulário, que foi enviado para a instituição, devidamente preenchido na GEPROS, até está sexta-feira, dia 22.

Os educadores que desejarem participar da formação na área ambiental e os demais interessados em acompanhar o evento devem fazer a inscrição até o dia 29 de agosto no site: http://adm.pmf.sc.gov.br/siseve/sigepe/.

FONTE: ASCOM/PMF

Inovações na construção civil garantem sustentabilidade

Alberto Gomes Ruiz*




O crescimento acelerado da população e a migração cada vez maior para os centros urbanos geram, entre outras consequências, maior demanda de energia, transporte, alimentação e infraestrutura. 


Calcula-se que, até 2050, a população mundial deva chegar a nove bilhões de pessoas e dois terços estarão vivendo nas grandes cidades. 

Esse movimento deve causar um forte impacto na maneira como a indústria da construção civil se posiciona.


Uma das principais questões a serem repensadas no setor é que, diferente de outras indústrias, a construção não incorporou inovações ao seu processo e continua utilizando as mesmas técnicas há décadas. 

O método construtivo atual consome mais de 40% da energia produzida globalmente e contribui em 30% com a emissão de gases de efeito estufa, tornando-se o setor que mais consome recursos naturais e utiliza energia de forma intensiva.


Por isso é preciso pensar e agir diferente no mercado da construção. É necessário aproveitar as tecnologias e materiais que reduzam o consumo de energia, de recursos naturais e que diminuam o impacto no meio ambiente. É indispensável avaliar o ciclo de vida dos materiais e seus reais efeitos na cadeia.

Sabe-se, por exemplo, que o concreto é o segundo material mais utilizado em uma obra tradicional, depois da água. O cimento é responsável por 5% da emissão global de CO2 durante sua fabricação. 

Para compensar esse impacto, já existem aditivos químicos que garantem um concreto mais adequado a diferentes aplicações e que diminuem em 40% o uso de água em sua preparação.


Além disso, ainda é baixa a dedicação às fases de projeto e planejamento. O uso de equipamentos mais eficientes, processos construtivos e tecnologias que promovam a redução de consumo de energia durante a utilização do edifício não são foco.

Não se estabeleceu como rotina fazer o projeto pensando em eficiência energética. Em muitos casos não há aproveitamento da iluminação natural ou dos ventos para conforto térmico, nem há utilização de novas tecnologias para proteger o ambiente do calor. 

Ao contrário, os projetos contam sempre com ar condicionado nos ambientes.


O pigmento frio é um exemplo de inovação para proteção térmica que é promissor, porque reduz a necessidade do uso do ar condicionado e pode ser aplicado, inclusive, em reformas e em projetos já iniciados. 

Adicionado à tinta, ele reflete a radiação solar, mantendo a superfície fria mesmo nas cores escuras. Esse tipo de pigmento foi aplicado e está sendo testado na CasaE, Casa de Eficiência da BASF, em São Paulo.


Talvez seja cultural, mas há certa insegurança nos brasileiros em relação às novas tecnologias. Temos, além disso, um gargalo de qualificação de mão de obra que dificulta ainda mais a entrada de inovações no setor.

Com a nova Norma de Desempenho NBR 15.575, que estabelece padrões mínimos de isolamento acústico, conforto térmico, durabilidade dos materiais e segurança, o mercado da construção civil no Brasil vai passar por fortes transformações. 

E essa mudança passa pelas inovações químicas, tecnológicas, novos sistemas construtivos e de eficiência energética. Para isso, é preciso quebrar alguns paradigmas, investir mais no planejamento e ter uma visão de longo prazo. 

Como será esse mercado no futuro? Como prever essas mudanças? O tempo para descobrir essas respostas está cada vez mais curto.


*Alberto Gomes Ruiz é engenheiro civil, formado pela Universidade estadual de Maringá, com MBA pela USP e atua na divisão de Químicos para Construção da Basf.

A história do homem com Síndrome de Down que é dono de um restaurante que distribui abraços

O proprietário do Tim’s Place, um restaurante americano localizado em Albuquerque, EUA, acorda todo dia às 05.30h, se arruma e chega ao restaurante dançando e com um belo sorriso estampado no rosto. 

Com uma simpatia contagiante, Tim Harris, 28 anos, portador de Síndrome de Down, recebe todos os clientes na porta e motiva seus funcionários a trabalharem felizes.

Tim sempre sonhou em ter seu próprio restaurante e, antes de abrir o seu em 2010, trabalhou em vários locais e fez vários cursos para desenvolver habilidades em escritório e aumentar seu conhecimento na área de food service.

Além de pratos e lanches, como panquecas, ovos fritos e bacon, por sugestão do próprio Tim, as refeições vêm acompanhadas de um item muito especial do cardápio: o abraço. 

Você pode escolher o abraço sem calorias, o livre de culpa ou o que vai melhorar seu sopro de vida. Os clientes ficam encantados com a alegria de Tim, que carinhosamente recebeu o apelido de “a máquina de abraços”.

“O restaurante mais amigável do mundo está aberto para café, almoço e abraços”, anuncia Tim que já distribuiu mais de 40 mil abraços, segundo o contador disponível na página do restaurante (acesse aqui). 

Tim nunca deixou que a síndrome de Down o impedisse de realizar seus sonhos e conseguiu provar que limitações são conceitos ultrapassados pra quem quer o melhor para si e para o mundo.

“Pessoas com deficiência podem fazer o que quiserem. Eles são especiais! Nós somos um presente para o mundo”, conclui o feliz proprietário. 

Dá uma olhada nesse restaurante mais do que especial:


 

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Todas as fotos © Tim’s Place

Volkswagen do Brasil publica seu "Anuário de Responsabilidade Corporativa"

Documento inclui ações de Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa realizadas pela empresa no ano passado

Agência WT Press




São Paulo - A Volkswagen do Brasil acaba de lançar seu "Anuário de Responsabilidade Corporativa - 2013", divulgando ações de Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa realizadas pela empresa no ano passado, além de projetos que contribuem fortemente com o desenvolvimento social, ambiental e econômico. 

Este é o segundo ano consecutivo que a Volkswagen do Brasil publica o documento, que está alinhado a um dos objetivos do Mapa Estratégico da empresa: "Fortalecer Sustentabilidade como Princípio de Gestão".


"Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa estão no DNA da Volkswagen do Brasil, que investe em produtos e processos produtivos cada vez mais eficientes e sustentáveis, além de desenvolver e apoiar iniciativas em benefício de seus colaboradores e da comunidade", afirmou o diretor de Assuntos Jurídicos da Volkswagen do Brasil e responsável pelo tema Sustentabilidade na empresa, Dr. Eduardo de Azevedo Barros. Segundo ele, a iniciativa de publicar o Anuário "enaltece os princípios de ética e transparência da empresa".

O Anuário segue as diretrizes da GRI (Global Reporting Initiative), organização internacional que desenvolveu o modelo para relatório de sustentabilidade utilizado por grandes empresas no mundo; inclusive pelo Grupo Volkswagen, desde 2005. 

O documento obteve a certificação do nível de aplicação "A+", que representa o mais completo, conforme as diretrizes da GRI. O Anuário passou pela asseguração da auditoria externa PwC (PricewaterhouseCoopers).

Anuário de Responsabilidade Corporativa - Volkswagen do Brasil 2013

Com mais de 100 páginas, o "Anuário de Responsabilidade Corporativa - Volkswagen do Brasil 2013" tem como principal objetivo divulgar as ações de Responsabilidade Corporativa e Sustentabilidade da Volkswagen do Brasil, mensurando o desempenho da empresa nesses aspectos. 

Além de contribuir com a imagem da marca, o Anuário presta serviço de informação para os mais diversos públicos, uma vez que serve como fonte de pesquisa. Além de ser uma importante ferramenta de diálogo com os seus principais stakeholders.

O material também apresenta compromissos assumidos e iniciativas implementadas para melhorar cada vez mais a performance da Volkswagen do Brasil em direção à meta do Grupo Volkswagen definida para 2018: 

ter a produção mais rentável, fascinante e sustentável de veículos do mundo.

Para a produção do Anuário, um grupo de trabalho com representantes de diversas áreas da Volkswagen do Brasil colaborou com o levantamento detalhado de informações. 

O trabalho foi coordenado pela área de Sustentabilidade da empresa, envolvendo os departamentos de Assuntos Corporativos e Relações com a Imprensa, Assuntos Governamentais, Assuntos Jurídicos, Auditoria Interna, Desenvolvimento do Produto, Finanças e Estratégia Corporativa, Fundação Volkswagen, Governança, Risco & Compliance, Operações, Planejamento do Produto, Qualidade Assegurada, Recursos Humanos, Suprimentos e Vendas & Marketing.

EM VEZ DE GERAR MAIS ENERGIA, SEJA EFICIENTE

AUMENTAR A PRODUÇÃO DE ENERGIA PARA ATENDER À DEMANDA CUSTA MAIS CARO, DIZ ESTUDO

Energia Eletrobras Energia elétrica (Foto: Getty Images)



Debates sobre a existência ou não do aquecimento global e a necessidade de fontes de energia limpa muitas vezes empacam na disputa ideológica ou em interesses econômicos. Mas números são mais difíceis de contestar. 

Um estudo do Conselho Americano para uma Economia de Eficiência Energética (Aceee, na sigla em inglês) avaliou programas dessa área em 20 Estados americanos entre 2009 e 2012 e concluiu: 

aumentar a produção de energia para atender a demanda custa muito mais caro do que adotar programas de eficiência energética.

Entidade sem fins lucrativos criada por empresas, fundações e laboratórios de pesquisas, o Aceee descobriu que programas de eficiência energética conseguiram reduzir o custo da energia em US$ 0,03 por kWh, enquanto a geração da mesma quantidade de energia por fontes como combustíveis fósseis pode custar três vezes mais. 

“Por que construir grandes usinas quando a eficiência dá mais valor ao nosso dinheiro?” 

A pergunta é do diretor do Aceee, Steven Nadel, que responde: “A energia mais barata é a aquela que você não precisa produzir em primeiro lugar.”

Poupar gás natural nesses programas também é vantajoso. 

Segundo o estudo, em 2013 o preço médio de uma unidade de calor (therm) produzida por gás foi de US$ 0,49, enquanto os equipamentos com eficiência energética apresentavam um custo de US$ 0,35 por unidade de calor. 

Além da economia, o Aceee afirma que a eficiência energética reduz custos em picos de consumo (como durante ondas de calor) e gera menos poluição.

Conversão de energia
Seguindo a tendência global de substituição de motores industriais obsoletos e ineficientes por sistemas elétricos avançados, a GE aderiu à eficiência energética com o lançamento de sua unidade de Power Conversion, cujas tecnologias para controles de processos, sistemas de automação e eletrônica de alta eficiência para energia, motores e geradores permitem às empresas melhorias de eficiência operacional e de produtividade.

Aproximadamente 25% da eletricidade produzida no mundo é utilizada para alimentar motores elétricos em uma ampla gama de aplicações industriais. 

As soluções da GE poderão auxiliar na melhoria da eficiência energética em 30%, trazendo com isso uma redução no consumo de eletricidade, na intensidade de energia e nas emissões de gás de efeito estufa.


São Paulo terá Virada Sustentável

Redação SRZD

São Paulo vai receber a Virada Sustentável entre os dias 28 e 31 de agosto.
 
O evento reúne pelas ruas da cidade diversas ações relacionadas à sustentabilidade. 

As atrações vão abordar temas como biodiversidade, cidadania, lixo, mobilidade urbana, água, mudanças climáticas e muito mais.

Virada Sustentável. Foto: Divulgação/Joana Lira
A Virada Sustentável ocorre nas ruas, parques, praças, universidades e escolas de São Paulo. Entre as atrações estão aulas de ioga, atividades infantis, exposições, bicicletadas, piqueniques e oficinas. 

Veja a programação completa no site do evento (acesse aqui).

A abertura do evento será no dia 27, às 19h, na Praça Victor Civita, onde os organizadores vão entregar o Prêmio Virada Sustentável, que premia duas pessoas que impactam positivamente em São Paulo. 

Os finalistas são Anderson Maurício, Bia Goll, Cecilia Lotufo, Douglas Belchior, Guil Blanche, Jorge Ifraim, João Nascimento, Leonardo Borges, Marcus Nakagawa e Oriana Jara Maculet.

A ideia é expandir o evento para outras cidades, como Rio de Janeiro, Recife, Manaus, Salvador, Goiânia, Ilhabela e Vitória.

LED alia eficiência energética e economia

A tecnologia reduz o impacto ambiental com baixo consumo de energia e dura de 15 a 25 mil horas sem necessidade de manutenção
Texto: Gabriel Bonafé
Lâmpadas-LED
Gastar menos e gerar mais. Pode até parecer slogan publicitário, mas trata-se do conceito de eficiência que a tecnologia LED leva ao setor de iluminação. Em comparação com as tradicionais incandescentes, por exemplo, as lâmpadas de LED consomem 90% menos de energia. O dado, por consequência, também reduz o impacto ambiental e a conta no final do mês.
Segundo Isac Roizenblatt, diretor da Abilux (Associação Brasileira da Indústria da Iluminação), o LED já supera, em eficiência energética, os demais modelos de lâmpadas usuais do mercado — incluindo fluorescentes compactas, de vapor metálico e a vapor de sódio em alta pressão. “Hoje os LEDs não são uma alternativa, mas sim a solução como fonte de luz para obter eficiência energética”, assegura.
A sua vida útil pode variar de 15 a 25 mil horas, sendo a mais longa entre todas as tecnologias
Pedro Sega
A eficiência energética do LED contribui diretamente com o fator sustentabilidade, pois diminui o impacto ambiental. Fora isso, o LED também se destaca pela durabilidade. “A sua vida útil pode variar de 15 a 25 mil horas, sendo a mais longa entre todas as tecnologias”, afirma Pedro Sega, gerente de produtos do portfólio de lâmpadas Osram.

ENERGIA CONVERTIDA EM LUZ

O LED é um componente eletrônico que possui um díodo emissor de luz — significado da sigla LED, do inglês Light Emitting Diode — e prótons e elétrons que são conduzidos a esse díodo para que ocorra uma explosão em forma de luz. “Ou seja, todo o processo é voltado para gerar iluminação. Essa é a grande mágica ou segredo que liga o LED com a sustentabilidade”, revela Felipe Bogarim Borin, gerente nacional de vendas da Brilia.

Teremos uma nova paisagem luminosa nos ambientes
Isac Roizenblatt
Toda energia que uma lâmpada de LED utiliza é convertida em luz. O fato esclarece a eficácia energética dessa tecnologia. “Numa incandescente convencional de 50 Watts – aquilo que sai do facho de luz –, 5% é luz e 80% é calor. Já com o LED, todo o processo de trabalho é voltado para geração de luz”, compara Borin. “Também não emitem raio ultravioleta e nem infravermelho, fatores estes que reduzem o impacto ao meio ambiente”, completa Sega.

DESCARTE DO LED 
Por ter alta durabilidade, a lâmpada de LED possui menor índice de descarte no meio ambiente — sem contar que todos os seus componentes podem ser reciclados. Ao final da vida útil, o produto deverá seguir a logística reversa prevista para eletroeletrônicos. “A lâmpada deve ser desmembrada e cada tipo de material ser destinado ao seu tipo de reciclagem específico”, explica Sega.

APLICAÇÃO E MANUTENÇÃO

As lâmpadas de LED — assim como módulos e luminárias com LED — podem ser utilizadas em praticamente todos os tipos de aplicações, em áreas internas ou externas. “Sua alta eficiência a torna especialmente interessante para locais que demandam grande gasto energético, como fábricas, shoppings centers e comércios em geral”, diz Sega.
Porém, como o IRC (Índice de Reprodução de Cores) do LED é menor do que de outras tecnologias — como da halógena —, ele torna-se menos recomendado para projetos que exijam alta reprodução de cor ou maior brilho. Além disso, o LED não suporta altas temperaturas. “Mesmo trabalhando com um corpo dissipador, ele limita-se a temperaturas de -20°C e 40°C”, conta Sega.
Não emitem raio ultravioleta e nem infravermelho, fatores estes que reduzem o impacto ao meio ambiente
Pedro Sega
Outro fator que pode ser desfavorável é o preço menos competitivo do LED — o custo de uma lâmpada varia entre R$ 40 e R$ 160. No entanto, essa questão torna-se relativa se o consumidor considerar a baixa necessidade de manutenção. Borin diz que, em casas e apartamentos com pé-direito duplo, por exemplo, a troca da lâmpada não é tão simples quanto subir numa escada — há casos onde é preciso colocar um andaime na sala da pessoa. “Com um produto que vai durar muito mais tempo (LED), a manutenção se torna muito simples”, esclarece. “Em shopping centers, também a exemplo, essas manutenções ocorrem após o fechamento do estabelecimento. Ou seja, a mão de obra é bem mais cara, as instalações são mais complexas e as exigências com os seguranças são maiores. Logo, quanto mais o produto durar, mais sustentável a manutenção fica e maior é a redução de custo”, finaliza Borin.

TABELA COMPARATIVA

Tecnologias de iluminaçãoIncandescentesHalógenasFluorescentesFluorescentes compactasLED's
Eficiência (lm/W)12-1517-2070-11545-6080-140
Vida (x1.000)12-37-156-1215-50
Preço (R$)2-45-208-206-1840-60
Dados: Associação Brasileira da Indústria da Iluminação (Abilux).

VERSATILIDADE E PENETRAÇÃO NO MERCADO

Leds
O LED vem ampliando os modelos de luminárias do mercado. A flexibilidade da tecnologia do díodo emissor de luz viabiliza o desenvolvimento de produtos para iluminação em formatos inovadores e com dimensões reduzidas. As Fitas de LED, fonte de luz vendida em metro linear, servem como prova. “O LED permite que a gente tenha diversos modelos e formatos para atender diversos mercados e públicos”, observa Borin. “Teremos uma nova paisagem luminosa nos ambientes”, prevê Roizenblatt.
A Abilux estima que a aceitação da tecnologia LED no setor de iluminação deva crescer 30% ao ano. Segundo a entidade, as vantagens energéticas, estéticas e ambientais têm motivado a transformação do mercado. “Há previsões de que, por volta de 2020, 70% do faturamento mundial em iluminação seja de produtos com LED”, aponta Roizenblatt.
NORMAS EM DESENVOLVIMENTO 
Testes realizados em 2011 pelo Cepel (Centro de Pesquisas de Energia Elétrica) constataram que as lâmpadas de LED disponíveis no mercado brasileiro não atendem aos pré-requisitos do programa americano de qualidade Energy Star. Cerca de 80% das amostras de lâmpadas tubulares de 600 mm apresentaram mais de 10% de depreciação do fluxo luminoso com 6 mil horas de ensaio.
Juliana Kawasaki, coordenadora da Comissão de Normas Técnicas de Aplicações Luminotécnicas e Medições Fotométricas do Cobei (Comitê Brasileiro de Eletricidade, Eletrônica, Iluminação e Telcomunicações), disse que as Normas estão sendo trabalhadas e que as Portarias específicas e compulsórias do INMETRO para produtos de iluminação com LED devem ser aprovadas ainda esse ano. “Será um grande passo para tirar do mercado os produtos de baixa qualidade”, garante Juliana.
Antes de comprar, Juliana aconselha exigir uma série de testes — mesmo que terciários — para eliminar produtos que não atendam desempenhos mínimos. Ela diz que é necessário considerar o histórico da empresa e não confiar somente na especificação técnica. “É o único método de averiguar a qualidade do produto”, afirma.

COLABORARAM PARA ESTA MATÉRIA


Felipe Bogarim Borin – Gerente de Vendas Nacional da Brilia.Isac Roizenblatt – Engenheiro elétrico formado pela Escola de Engenharia Mauá. Mestre em energia pela Universidade de São Paulo (USP) e especialista em iluminação pela Technological University of Eindhoven. Atualmente trabalha como consultor em iluminação e energia e exerce o cargo de diretor técnico na Associação Brasileira da Indústria da Iluminação (Abilux).

Isac Roizenblatt – Engenheiro elétrico formado pela Escola de Engenharia Mauá. Mestre em energia pela Universidade de São Paulo (USP) e especialista em iluminação pela Technological University of Eindhoven. Atualmente trabalha como consultor em iluminação e energia e exerce o cargo de diretor técnico na Associação Brasileira da Indústria da Iluminação (Abilux).

Juliana Kawasaki – Arquiteta pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Mestre em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da USP. Membro do Cobei, CB-03, onde atua como Coordenadora da Comissão de normas técnicas de Aplicações luminotécnicas e medições fotométricas. Membro da CIE, IESNA e ASBAI. Palestrante e professora de cursos de pós-graduação em iluminação. Diretora da ABESCO e da EXPER Soluções Luminotécnicas. Especializada em treinamentos, ensaios laboratoriais, projetos e consultorias em eficiência energética e iluminação.

Pedro Sega – Gerente de Produtos para o portfólio de lâmpadas incandescentes, halógenas e LEDs da OSRAM Brasil desde outubro de 2013. Anteriormente, atuou na área do Marketing em empresas do ramo de papel e celulose, limpeza e cosméticos.