Loja ECO da C&A traz novidades no espaço de sustentabilidade para clientes

Espaço ganha visual novo e tem como objetivo contar para clientes sobre ações de sustentabilidade da empresa
Loja ECO.2
A Loja Eco da C&A no Brasil, localizada no Centro Histórico de Porto Alegre, apresenta novidades que vão deixar o espaço ainda mais atrativo para os consumidores. 
O projeto faz parte da estratégia global de sustentabilidade da C&A. 
A empresa foi a primeira do varejo de moda no país a incluir temas voltados à sustentabilidade em sua estratégia, tendo como propósito ser uma plataforma para as pessoas se expressarem por meio da moda e contribuir para uma indústria com impacto positivo.
Com a reestruturação atual, do espaço para clientes, a loja terá um ambiente multiuso com exposições com conteúdo de sustentabilidade, que é um dos diferenciais da loja, bem como informações sobre produtos mais sustentáveis entre outros temas.
Certificação LEED
O projeto da Loja Eco trouxe para a C&A a conquista de ser a primeira marca do varejo de moda do país a receber o selo LEED – Leadership in Energy and Environmental Design –, em 2013. 
Para conquistar o selo, foram necessários três anos e meio em um processo que envolveu uma grande reforma da loja, com sistemas de iluminação e uso de água mais eficientes, entre outras iniciativas.
A certificação assegura critérios de eco eficiência reconhecidos internacionalmente. Por isso, as melhorias que foram feitas seguiram um padrão internacional. 
A loja conta com um telhado verde de 640 m² com árvores frutíferas e trepadeiras, ao mesmo tempo em que a vegetação diminui a sensação de calor. O resultado é a diminuição do uso do ar-condicionado na loja. 
O espaço é também um agradável centro de convivência para os funcionários.
“A loja já registrou economia de 35% em energia elétrica e 46% no uso de água, quando comparado com o consumo antes da reforma realizada em 2013. 
Além disso, possui um espaço de sustentabilidade, reformado no último mês, que contará com exposições de conteúdos sobre o tema e também poderá receber eventos, como lançamento de coleções, desfiles, workshops de customização ou rodas de conversa”, explicou Rozália Del Gaudio, Gerente Sênior de Comunicação e Sustentabilidade da C&A no Brasil.
Serviço
Rua dos Andradas, 1620 – Centro Histórico – Porto Alegre, RS – CEP 90020 015
Horário de funcionamento: das 9h às 20h, de segunda a sábado
Sobre a C&A
A C&A, uma empresa de moda focada em propor experiências que vão além do vestir, entende e defende a moda como um dos mais fundamentais canais de conexão das pessoas com si mesmas e com o mundo à sua volta. 
Acredita em uma moda democrática, moderna e contagiante. 
Uma expressão única de cada um. Uma moda, sobretudo ética e sustentável, onde cada elo da cadeia é parte essencial na produção desta expressão de nossos consumidores. 
Movidos por essa crença, pensamos lojas, redes sociais e e-commerce em uma dinâmica construída para facilitar o diálogo das pessoas com a marca e seu acesso aos nossos produtos. 
Fundada em 1841, pelos irmãos Clemens e August, na Holanda, a C&A chegou ao Brasil em 1976 quando inaugurou a primeira das atuais 276 lojas. #C&A #moderna #jovem #colorida #dinâmica. 
Te convidamos a conhecer mais sobre a C&A em saladeimprensa.cea.com.br.

Fonte e para mais informações acesse: 

Casa mais sustentável com ações simples e em conta!

É possível morar em harmonia com a natureza e sem ter custos muito altos



Em paz. A paisagista Sônia Infante usou madeira de demolição 
e ventilação cruzada nesta casa de campo em Petrópolis
Andre Nazareth / Andre Nazareth/DIVULGAÇÃO

POR RAPHAELA RIBAS

RIO — Para algumas pessoas a palavra ‘sustentabilidade’ foi banalizada e pode até soar como um assunto enfadonho. 

Mas ser sustentável nada mais é do que usar responsavelmente os bens naturais. 

E, embora a construção ou a adaptação de uma casa remeta a custos altos — e, de fato, algumas são —, há soluções muito simples.

Você pode começar escolhendo materiais renováveis e que ajudem a diminuir o consumo de água e de energia elétrica. 

Usar madeira de demolição ou reflorestada, descargas com duas opções de fluxo de água, janelas grandes e tecidos leves, que permitam a entrada de luz, são algumas medidas que ajudam a reduzir o consumo de água e energia, por exemplo.

Outra medida é o reaproveitamento de água dentro de casa, através de sistemas de tratamento mais simples, que permitam, por exemplo, reutilizar a água de pia e chuveiros nos vasos sanitários. 

A água da chuva também pode ser utilizada nos vasos e na irrigação.

O arquiteto e professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Rio, Marcelo Bezerra, destaca que é importante, principalmente no caso das águas pluviais, que geram sistemas específicos, separar bem essas tubulações para que a água não seja usada erroneamente, como potável. 

Ele acredita que a cobrança individualizada em prédios é fundamental para a mudança nos costumes diários numa casa.

— Ao sentir no bolso, o usuário reage e procura redução no uso, além de ser mais justo, pois uns não pagam pelo consumo excessivo de outros — afirma.

A arquiteta Iara Ferraz, que atende pelo GetNinjas, destaca que o ideal é já pensar na sustentabilidade desde a concepção do projeto.

— Ter a ideia desde o início ajuda a estruturar a casa, com a instalação de coberturas e paredes verdes, claraboias, placas fotovoltaicas e sistemas de captação de água da chuva. 

Há, também, recursos que buscam melhorar o desempenho da edificação, como tintas térmicas, telhas brancas para refletir a radiação solar, telhas ecológicas e telhas fotovoltaicas — cita Iara.


Na Serra. Telhado coberto com plantas deixa a casa mais 
fresquinha - Divulgação


TELHADOS E TETO

Verdes: Segundo a paisagista Sônia Infante, um telhado verde absorve até 90% mais calor que os sistemas de cobertura convencionais, fazendo com que este não seja propagado para o interior da construção. 

“Além de mais conforto, praticamente extingue o uso de ar-condicionado", diz.

Painéis solares: É uma opção mais onerosa e o retorno do investimento vem em 5 a 7 anos. Mas, segundo a arquiteta Iara Ferraz, traz uma redução de até 95% na conta de luz lá na frente. 

O custo de instalação, diz, vai depender da área a ser coberta pelos painéis e da complexidade da obra.

Forro: “A aplicação de forros aumenta a inércia térmica e ajuda na absorção do calor antes que seja transferido para o interior da edificação”, diz Iara.


Match. Conforto belo e natural no conceito de Ravaglia - 
Divulgação


VENTILAÇÃO E LUZ

Deixa Fluir: Janelas grandes e corredores que proporcionam a ventilação cruzada, como esta acima, ajudam a circular o ar na casa. 

“Nada mais racional que utilizar o vento, um recurso natural, gratuito, renovável e saudável, para melhorar o conforto térmico dos projetos”, defende Sônia.

Vidros: Bom material que favorece a entrada da luz natural, diminuindo o uso de lâmpadas, sem deixar o ambiente muito quente. Porém, se for em uma área de incidência direta de raios solares, o efeito pode ser contrário. Neste caso, é melhor usar plantas ao redor ou cortinas de tecidos leves para amenizar o calor.

Luz: Prefira as lâmpadas fluorescentes, as halógenas ou as de LED, que consomem até até 85% menos energia e duram até 30 vezes mais.


Projeto na Glória assinado pelo arquiteto Fabiano Ravaglia 
privilegia a entrada abundante de luz natural - Divulgação


PLANTAS E TECIDOS

Texturas: Para suavizar o calor nos ambientes, Sônia sugere os tecidos naturais na casa, como algodão e linho, que evitam a transpiração excessiva no verão. 

Os sintéticos, como poliéster, poliamida e acrílico retêm muita umidade.

Plantas: “As plantas mantêm a temperatura agradável, impedem o calor excessivo e purificam o ar”, diz o arquiteto Fabiano Ravaglia. 

Uma solução é o jardim vertical, prático, acessível e que cabe em pequenos espaços e apartamentos.

Revestimentos: Para segurar o calor dentro do ambiente, use tecidos, madeiras e papéis de parede. Para liberar o calor, use peças cerâmicas, tintas e vidros. “Isso ajuda a manter o conforto térmico”, explica Iara.

PISOS E PAREDE

Madeira: A madeira de demolição é menos poluente, é reaproveitada e resistente a cupins, afirma Sônia. O material, em geral, também funciona bem como isolante térmico, protegendo o interior do calor e do frio excessivos.

Tinta especial: Há tintas ecológicas com solvente à base de água e também as térmicas, que ajudam absorver menos sol. Segundo Iara, estudos mostram uma média de 60% na redução do consumo de energia e de aproximadamente 20% na temperatura interna da edificação.

Isolamento térmico: Para reduzir a carga térmica no interior da residência, pode-se usar paredes duplas de tijolos cerâmicos e vidros duplos com proteção contra raios UVA e UVB.


CONSTRUÇÕES VERDES GANHAM ESPAÇO NO BRASIL

O olhar sustentável para moradias vem crescendo no Brasil. A informação é do Green Building Council, uma organização presente em vários países que fomenta a indústria de construção sustentável.

Em um ranking de 165 países que emitem certificação para construções verdes LEED, o Brasil ocupa a quarta posição, com 1.241 projetos registrados. Destes, 437 são certificados.

As construções que buscam receber o certificado LEED devem atender a uma série de exigências internacionais, como uso racional da água, energia, materiais, recursos, requisitos sociais, inovação e qualidade ambiental interna.

Segundo Felipe Faria, diretor executivo do GBC Brasil, a certificação de casas verdes saiu do patamar de luxo e hoje chega a diversos tipos de empreendimento. Ele afirma, ainda, que este tipo de projeto é um modelo de negócio competitivo no mercado.

A arquiteta Iara Ferraz explica que, nos apartamentos, as intervenções são mais restritas devido à própria estrutura da edificação. Entretanto, ela ressalta que pequenos hábitos e adaptações podem ser adotados da mesma forma.

Entre eles, reaproveitar a água da máquina de lavar roupa para lavagem de pisos frios; instalar persianas de tecidos térmicos para bloquear a entrada de radiação solar pela face mais ensolarada da edificação; pôr plantas nas varandas, sacadas e lavanderia para ajudar a manter o frescor da edificação; e usar lâmpadas de baixo consumo.

Iara reforça, ainda, que em qualquer construção ou adaptação estrutural, é fundamental a ajuda de um profissional.

Segundo ela, a intervenção vai depender do objetivo do morador — se deseja apenas captar água da chuva, economizar energia ou ainda criar um pequeno jardim. Mas tudo isso deve ser planejado com segurança.

— Toda e qualquer intervenção em edificações existentes deve ser feita após o laudo de um profissional capacitado, visto que a edificação pode não estar preparada para futuras sobrecargas. Deste modo, a estrutura deve ser preparada adequadamente para receber a intervenção e evitar “patologias da edificação".

— É possível ser sustentável utilizando tecnologias que considerem o reaproveitamento de material, a facilidade de manutenção e instalação e, ainda, a possibilidade de desmontagem do revestimento em caso de mudança. 

Assim não há a necessidade de comprar um novo piso: basta desinstalar e reinstalar no novo lugar — pontua o arquiteto Fabiano Ravaglia.

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Por Gabriele Kull

Compartilhe este lugar lindo conosco 

e aprenda o segredo de uma vida sustentável!



Vamos morar juntos em um lugar bonito e aprender a fazer a diferença!

Você fará parte de um pequeno grupo de turistas compartilhando uma linda casa de praia situada num jardim tropical na Ponta do Mutá, a 10 minutos a pé  da vila. 


A casa faz parte de um condomínio fechado chamado Nirvana Beach Club, oferecendo segurança e privacidade.


Aqui Você vai aprender:



Um modo de vida sustentável e como viajar respeitando a natureza e as pessoas; 

A comprar somente produtos que você realmente necessita; 

Compreender a diferença entre a verdadeira e a falsa sustentabilidade; 

Adquirir hábitos que não gerem lixo de qualquer natureza; 

Treinar sua percepção de pertencer ao Ecossistema Terra!


Escolhemos a comunidade de Barra Grande Bahia para os nossos cursos de vida sustentável por uma boa razão: 



Ela fornece a base perfeita para um exercício prático. 


A vila oferece mercados, bares, restaurantes, lojas e um cinema ao ar livre. 

Tem uma comunidade ativa engajada em questões ecológicas e sociais - 

um ambiente ideal para o nosso treinamento comportamental.


Venha conviver conosco por uma, duas, três semanas ou para sempre!
 
Para conhecer detalhes da casa, obter mais informações e fazer sua reserva 


visite nosso site:
 
http://futurecamp.vision/livetogether_pt

Mobilidade é um dos maiores desafios para Balneário continuar em alta no turismo





Balneário Camboriú participou do Smart City Expo Curitiba, que recebeu os maiores especialistas em cidades do futuro, para debater temas relacionados à tecnologia, governança, cidades sustentáveis, inovação digital e desenvolvimento econômico. 

No setor de exposição, o público conheceu temáticas sobre meio ambiente, tecnologia, mobilidade e transporte, educação, energia, governo, infraestrutura e sociedade.

O evento com chancela da Fira Barcelona aconteceu pela primeira vez no Brasil, na última semana de fevereiro.

O diretor de Turismo Nelson Oliveira e o diretor de Trânsito Carlos Santi representaram Balneário Camboriú no Smart City. 

Eles conheceram as melhores soluções e casos já implementados no país e no mundo para refletir sobre o futuro das cidades, as soluções mais aplicadas para iluminação pública, mobilidade urbana/humana, energia renovável, softwares/apps gratuitos para soluções interativas com a comunidade.

Segundo o diretor de Turismo, o congresso serviu para apresentar os avanços já alcançados a partir das bases tecnológicas, colocando a importância dos líderes nestes processos, que tem o desafio de aproximar o poder público, privado e acadêmico, salientando que as demandas de cada cidade são muito específicas e por conta disso, as soluções devem vir de dentro para fora, ou seja as ferramentas para solucionar os grandes gargalos e problemas sociais econômicos das cidades dependem do envolvimento de forma efetiva de todos os atores.

“O nosso olhar foi mais focado no turismo. Verificamos algumas oportunidades, para mobilidade com conectividade, as quais defenderemos a implantação em nossa cidade. Acredito que hoje é um dos maiores desafios para a Capital do turismo, continuar sendo uma boa cidade para investir, viver e ser visitada e isso passa por investimentos e apostas na questão da mobilidade”, salientou.

Com tudo que viu e ouviu, a conclusão é que Balneário Camboriú precisa inovar e se reinventar de forma contínua.

“Por sermos uma cidade turística, fomentar atrativos e soluções que busquem na tecnologia a melhoria de serviços básicos para que o turista encontre aqui mais conforto, durante sua permanência a cidade. 

Acredito que temos muitas oportunidades utilizando bases tecnológicas para transformação de uma cidade mais inteligente, humana e sustentável. 

Outro grande desafio é a nossa legislação municipal, que precisa sinalizar que a cidade está aberta para as práticas e iniciativas inovadoras”, argumenta o diretor de Turismo.



O diretor de Turismo 'experimentando' uma das inovações expostas no evento, o quadriciclo elétrico da Renault. Os carros elétricos foram homologados em 2017, tem planos piloto em Foz do Iguaçu, Curitiba e Brasília, permitindo rodar no perímetro urbano.


Assuntos em destaque

Blochchain - Uma das palestras mais concorridas foi da empresária, autora e palestrante britânica Tia Kansara, da Replenish Eart, especialista em cidades sustentáveis. Ela falou sobre as transformações que o blockchain pode trazer para cidades inteligentes.


“Em 2050, teremos 66% da população mundial vivendo em cidades. É quase o dobro da nossa realidade atual. Para os problemas multidimensionais que esse cenário vai gerar, precisamos de soluções tecnológicas multidimensionais. 

Nesse sentido, o uso de blockchains remove a necessidade de intermediários como instituições governamentais e bancárias no gerenciamento das relações entre pessoas e empresas. Esse sistema descentralizado gera uma enorme quantidade de memória compartilhada na próxima geração da internet, que causará impacto nas cidades. 

Cada interação que fazemos gera uma mudança permanente na rede, além de criar nossos avatares digitais, com todo nosso comportamento de usuários. Questões como IOT de Segurança, privacidade, novos modelos econômicos e combate à corrupção estão relacionadas a esta realidade de blockchain”.

(O blockchain, também conhecido como “o protocolo da confiança” é uma tecnologia que visa a descentralização como medida de segurança. 

São bases de registros e dados distribuídos e compartilhados que têm a função de criar um índice global para todas as transações que ocorrem em um determinado mercado).

Gestão ambiental - Outra palestra concorrida foi a do jornalista André Trigueiro, especialista em gestão ambiental, apresentador e editor-chefe desde 2006 do programa “Cidades e Soluções”, da GloboNews. 

Ele abordou a questão do futuro sustentável para as nossas cidades, sem o qual as soluções inteligentes e tecnológicas se tornam infrutíferas.

“A realidade municipal pelo Brasil está distante do conceito de smart city. 

Nossas cidades são pobres e inadimplentes, com prefeitos muitas vezes analfabetos funcionais sem equipes capacitadas a redigir os projetos para solicitar os fundos existentes em Brasília. Nesse contexto, o planejamento inicial para estes municípios requer um diagnóstico de problemas, a reunião de pessoas capacitadas e a busca de recursos materiais e humanos. 

Iniciativas de estímulo às práticas sustentáveis que estão produzindo efeito pelo país, como impostos inteligentes (ICMS Ecológico e IPTU Verde, por exemplo) oferecem recursos extras aos municípios que preservarem seus mananciais e áreas verdes, além de reduzir seus espaços de lixo a céu aberto. 

O IPTU Verde, que já é realidade em capitais como Curitiba, Salvador, Goiânia, Cuiabá e Porto Alegre, cidadãos que possuírem em suas casas coletor solar, iluminação e ventilação natural, captação de água da chuva ou telhados verdes, por exemplo, podem ter alíquota reduzida ou até mesmo isenção de IPTU, afinal estão ajudando o município a ser mais sustentável”.

Imóveis sustentáveis

  • Escrito por  Poliana Napoleão





Empreendimentos que primam pelo cuidado com o meio ambiente são a nova tendência do mercado da construção

A procura por imóveis residenciais e comerciais ganhou um item a mais. 

A geração de compradores atual, não busca apenas por localização, lazer, tamanho ou preço.

O cuidado com o meio ambiente é um fator decisório na hora da compra.

“A preocupação com o futuro do planeta e o aumento da conscientização ambiental tem feito as pessoas optarem por imóveis que reutilizam recursos como água, por exemplo, que reduzem o gasto com energia, que optam por materiais menos poluentes, madeiras de reflorestamento com selo verde, entre outros”, destaca Daniel Katz, presidente da Katz Construções.

Segundo ele, a construção de empreendimentos mais sustentáveis não é apenas uma tendência, mas uma questão de consciência. 

“Para nós, o cuidado com o meio ambiente e com o bem-estar social é indispensável para o crescimento equilibrado e com responsabilidade social. 

Por isso, nossos empreendimentos se integram à paisagem e respeitam o habitat e o entorno”, enfatiza Daniel.

Exemplo disso é o ‘Beverly Hills’, empreendimento de luxo da construtora localizado no bairro Vila da Serra, em Nova Lima. 

Com estrutura moderna, o prédio, que tem 19 andares, conta com uma estação para carros híbridos e bicicletário. 

Além disso, possui dispositivos para economia de água, captação de águas pluviais, aquecimento de água com uso de energia solar e iluminação com maior eficiência e economia de energia. 

O edifício ainda é todo preparado para a coleta seletiva e dispõe de áreas verdes permeáveis.

“A água da chuva, armazenada em reservatórios especiais para retorno equilibrado, é utilizada na limpeza de áreas e jardins. 

O empreendimento também disponibiliza medição individual de consumo de água, luz e gás, o que permite que cada morador pague exatamente o que consumir, evitando assim o desperdício”, acrescenta o engenheiro responsável pelo Beverly Hills, Lucas Horta.

Segundo ele, todas as áreas comuns são iluminadas por LED, lâmpada que tem mais durabilidade e eficiência, e o prédio ainda garante a acessibilidade de pessoas com deficiências. 

“Todo o local possui pontos acessíveis com portas de tamanhos especiais, banheiros para portadores de necessidades especiais nas áreas comuns e rampas. 

Além disso as portas dos quartos dos apartamentos são em dimensões de 80 cm, o que facilita o acesso interno das unidades”, finaliza Lucas.


Harley-Davidson lançará a sua primeira moto elétrica em 2019!




A Harley-Davidson anunciou dia (1) que lançará a sua primeira motocicleta totalmente elétrica em 2019. 

A novidade veio em meio ao anúncio de cortes de empregos e de fechamento de uma fábrica da companhia e acontece também quatro anos após a apresentação do LiveWire, um protótipo de moto elétrica.


Segundo o presidente da empresa Matt Levatich, o LiveWire “é um projeto ativo” e a companhia está se “preparando para trazê-lo ao mercado dentro de 18 meses”. Ou seja, se o prazo dado pelo executivo for cumprido, o novo veículo 100% elétrico deve estar nas lojas no máximo até agosto de 2019.




LiveWire foi apresentado em 2014, mas ainda continua ativo, 
afirma a Harley-Davidson


De acordo com o Bloomberg, o protótipo apresentado há quatro anos ia de 0 a 95 km/h em apenas quatro segundos e a sua bateria completa era capaz de realizar um trajeto de 80 km de forma autônoma. 

Segundo revelou o diretor-financeiro da Harley-Davidson, a companhia planeja investir de US$ 25 milhões a US$ 50 milhões nos próximos anos no setor de motos elétricas.

A nova motocicleta ainda não teve nome nem qualquer detalhe revelado. 

Vale lembrar que o mercado de motos movidas a eletricidade ainda é tímido, então, quem sabe a entrada de uma das montadoras mais tradicionais do ramo possa ajudar a impulsionar de vez o setor.


FONTE(S)

Mais de 95% do lixo nas praias brasileiras é plástico, indica estudo

  Até TV já foi encontrada nas praias brasileiras. Foto: divulgação.
























Mais de 95% do lixo encontrado nas praias brasileiras é composto por itens feitos de plástico, como garrafas, copos descartáveis, canudos, cotonetes, embalagens de sorvete e redes de pesca.


Esta é uma das principais conclusões de um trabalho de monitoramento realizado desde 2012, em 12 delas, pelo Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), em parceria com o Instituto Socioambiental dos Plásticos (Plastivida), uma associação que reúne entidades e empresas do setor.

As pesquisas sobre a questão do lixo no mar ainda são escassas e incipientes, tanto no Brasil como no exterior. 

Mas, em termos mundiais, sabe-se que os resíduos sólidos nos oceanos possuem diversas proveniências.

Estima-se que 80% deles tenham origem terrestre. 

Entre as causas disso estão a gestão inadequada do lixo urbano e as atividades econômicas (indústria, comércio e serviços), portuárias e de turismo. 

A população também tem parte da responsabilidade pelo problema, devido principalmente à destinação incorreta de seus resíduos que, muitas vezes, são lançados deliberadamente na rua e nos rios, gerando a chamada poluição difusa.

Os 20% restantes têm origem nos próprios oceanos, gerados pelas atividades pesqueiras, mergulho recreativo, pesca submarina e turismo, como os cruzeiros, por exemplo.


No ranking dos países mais poluidores dos mares, o Brasil 
ocupa a 16ª posição, segundo estudo americano  
| Foto: Elisa Van Sluys Menck


No ranking dos países mais poluidores dos mares, o Brasil ocupa a 16ª posição, segundo um estudo realizado por pesquisadores americanos e divulgado em 2015.

Eles estimaram a quantidade de resíduos sólidos de origem terrestre que entram nos oceanos em países costeiros de todo o mundo. Aqui, todos os anos são lançados nas praias entre 70 mil e 190 mil toneladas de materiais plásticos descartados.

Ainda de acordo com o mesmo levantamento, a China, a Indonésia e as Filipinas são as nações que mais jogam lixo nos oceanos, com até 3,5 milhões de toneladas de plásticos por ano. 

Esses três países também aparecem nos primeiros lugares de outro estudo, realizado pela ONG americana Ocean Conservancy. 

Ao lado da Tailândia e do Vietnã, são responsáveis pelo descarte de 60% dos resíduos plásticos encontrados nos mares do mundo.


Privada também foi encontrada na areia em uma das praias
| Foto: Divulgação

Resultados

O IO-USP e Plastivida realizaram o levantamento no litoral brasileiro para conhecer em mais detalhes a situação do Brasil.

Ele foi feito em seis praias do Estado de São Paulo (Ubatumirim, Boraceia, Itaguaré, do Uma, Jureia e Ilha Comprida), três da Bahia (Taquari, Jauá e Imbassaí) e três de Alagoas (do Francês, Ipioca e do Toco). 

No total, foram realizadas seis coletas, inicialmente com intervalos de seis meses e depois de um ano.

"Dessas, as mais poluídas são Boraceia e Itaguaré, Praia do Francês e Taquari", conta o biólogo Alexander Turra, do IO-USP, coordenador do trabalho.

Ele explica que as coletas foram realizadas seguindo um protocolo estabelecido pelo programa das Nações Unidas para o meio ambiente (ONU Meio Ambiente).

"Primeiro, nós limpamos uma área de 500 metros da areia seca, onde a maré não alcança, e das dunas ou restinga, atrás da praia", diz. 

"Depois, voltamos ao local de seis em seis em seis meses para recolher, identificar e quantificar o lixo nos 100 metros centrais dessa área."

O monitoramento constatou que, em São Paulo, o maior volume se acumula nas dunas ou restingas e é proveniente das atividades de pesca. 

No Nordeste, o grosso do material é encontrado na areia seca e vem do turismo.

A história que levou à assinatura do convênio entre o IO-USP e a Plastivida começou em 2011, quando foi criado o Compromisso de Honolulu, para discutir a questão de resíduos nos mares em nível global.

Dirigido a governos, indústrias, organizações não governamentais e demais interessados, o documento tem como objetivo servir como instrumento de gestão para a redução da entrada de lixo nos oceanos e praias, bem como retirar o que já existe.


Levantamento foi feito em seis praias paulistas, três baianas 
e três alagoanas | Foto: Elisa Van Sluys Menck

Como consequência desse documento, no mesmo ano, foi assinada a Declaração Global Conjunta da Indústria dos Plásticos, da qual a Plastivida é signatária. 

Foi para implementar aqui esse compromisso mundial que a associação, como uma das entidades representantes da cadeia produtiva dos plásticos no país, e o IO-USP assinaram o convênio em 2012. 

A meta é se capacitar e desenvolver estudos científicos para embasar as discussões sobre o tema no Brasil.

Desde então, além do levantamento do resíduos nas praias, a parceria resultou em vários outros trabalhos. 

"O convênio é um arranjo inovador, que junta a universidade com a iniciativa privada para resolver questões importantes para a sociedade", diz Turra. 

"Ele visa entender o problema, ver onde ele é mais crítico e verificar se as medidas para combater o lixo no mar estão surtindo efeito."

Além disso, foi criado o Fórum Setorial dos Plásticos Online - Por Um Mar Limpo, para ampliar os debates sobre os caminhos e as alternativas de mitigação para o problema dos resíduos nas praias e nos oceanos.

Trata-se de uma plataforma online, que reúne todas as informações e o conhecimento obtidos desde 2012, além das propostas de educação ambiental, prevenção, coleta e reciclagem. 

Desse Fórum resultou a Declaração de Intenções, um documento que estabelece os compromissos da cadeia produtiva dos plásticos no Brasil sobre o tema.

Combatendo o problema

Os participantes do Fórum pretendem pesquisar alternativas para que o setor industrial e a população possam combater o lixo no mar.

"O Instituto Oceanográfico é um moderador desse diálogo", diz Turra. "Nós auxiliamos as empresas a canalizarem as informações científicas corretas e a realizar as melhores ações concretas possíveis."

De acordo com ele, os principais objetivos do IO-USP nesses projetos são a educação ambiental em relação ao consumo consciente e à destinação correta do material descartado. A ideia é que, bem informadas sobre o tema, as pessoas possam ajudar a manter os oceanos e as praias limpas.

Segundo o presidente da Plastivida, Miguel Bahiense, o conhecimento gerado durante os anos de existência da parceria é de que se trata de um problema que só será resolvido em conjunto pelos vários setores relacionados ao problema.

"Estamos realizando um trabalho de educação, informação e coordenação de ações como campanhas de descarte adequado, conscientização, entre outras, que vão demandar o envolvimento compartilhado de toda a sociedade - poder público, indústria de diversos setores, varejo e a população de forma geral -, para o mesmo fim, que é a preservação dos oceanos e do meio ambiente", diz.


Pesquisador defende trabalho conjunto entre vários setores 
para combater o problema | Foto: Lab Manejo

"Todo o estudo reunido nos fez entender que a questão do lixo nos mares vai além dos municípios costeiros", avalia Turra.

"Ela envolve todas as cidades, Estados, a gestão dos resíduos sólidos, o saneamento básico, a educação ambiental e toda uma cultura social que deve ser estruturada. 

Acreditamos que o Fórum será um marco transformador da sociedade, por envolver diferentes setores na busca do desenvolvimento sustentável."

Fonte: Evanildo da Silveira - De São Paulo para a BBC Brasil.