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Guia EXAME de Sustentabilidade analisa empresas brasileiras

GUIA EXAME DE SUSTENTABILIDADE mostra que as empresas brasileiras avançam na aplicação das metas globais para desenvolvimento sustentável



Por Renata Vieira


Abertura da COP23: a temperatura do planeta em 2017 deverá 
ser a mais alta da história (Ulrich Baumgarten/Getty Images)


O número de pessoas em situação de extrema pobreza caiu pela metade em todo o mundo neste século — bem como a proporção de subnutridos e a taxa de mortalidade de crianças com menos de 5 anos. 

Ainda assim, quase 1 bilhão de pessoas hoje vivem com uma renda de menos de 1 dólar por dia.

Na seara dos problemas ambientais, o ano de 2017 pode ser um dos mais quentes já registrados, considerando o histórico existente desde o século 19, de acordo com dados divulgados na abertura da COP23, cúpula do clima realizada entre os dias 6 e 10 de novembro na Alemanha. 

O mais amplo plano em escala global para mudar essa realidade está contido nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), lançado pela Organização das Nações Unidas em 2015. 

O documento é composto de 17 tópicos, desdobrados em 169 metas para 2030.

O papel das empresas, mais do que o dos governos, será fundamental. 

“Isso inclui investimentos pesados e uma profunda reconfiguração de sistemas produtivos e de mercado em escala gigantesca”, afirma Aron Belinky, pesquisador do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (GVces), responsável pela metodologia do GUIA EXAME DE SUSTENTABILIDADE, maior levantamento de práticas de responsabilidade corporativa do Brasil.



Fábrica da Basf: reavaliação de todo o portfólio de produtos 
sob a ótica da sustentabilidade | Germano Lüders


Os dados desta 18ª edição do Guia EXAME indicam que o princípio de valor compartilhado — junção entre geração de lucro e de impactos positivos para a sociedade — vem se constituindo como ponto de partida para as companhias que almejam contribuir para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. 

Neste ano, foram analisadas informações sobre a conduta das 173 empresas que responderam a todo o questionário preparado pelo GVces, que analisa as três dimensões da sustentabilidade — social, ambiental e econômica.

A escolha das melhores passou, primeiro, pela separação das empresas que obtiveram pontuação acima da média mais um desvio-padrão nas dimensões, independentemente dos setores em que atuam. 

Em seguida, houve uma apuração jornalística sobre questões críticas de cada empresa e a avaliação de um conselho deliberativo, formado por especialistas (veja quadro abaixo).


Esse processo gerou a lista das 75 melhores, divididas em 19 setores. 

Cada setor tem um destaque — e as demais empresas aparecem em ordem alfabética. Foram também eleitos destaques em dez temas: 

Direitos Humanos, Ética e Transparência, Gestão da Água, Gestão da Biodiversidade, Gestão de Fornecedores, Gestão de Resíduos, Governança da Sustentabilidade, Mudanças Climáticas (inclui gestão de energia), Relação com a Comunidade e Relação com Clientes. 

Para finalizar, entre as empresas mais sustentáveis por setor, a redação de EXAME selecionou a empresa que recebe o
 prêmio de Empresa Sustentável do Ano.



Pela primeira vez, o questionário incluiu perguntas específicas sobre o nível de adesão das empresas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU. 

Metade das empresas afirma trabalhar diretamente para assegurar padrões de produção e consumo sustentáveis, um dos objetivos da lista da ONU (veja quadro acima).


Cerca de 40% delas afirmam estar em processo de revisão do negócio tendo em vista seus impactos socioambientais e identificando externalidades ligadas a produtos e processos da maioria dos negócios da empresa. 

E sete em cada dez empresas registram formalmente compromissos atrelados a metas socioambientais — e as apresentam publicamente. 

No ano passado, cerca de 56% das empresas tinha esse tipo de documento.



Fábrica da Duratex: indicadores de sustentabilidade são 
publicados a cada trimestre | 
Alexandre Battibugli


Para uma das maiores multinacionais do setor químico, a alemã Basf, essa foi a premissapara uma revisão de todo o seu portfólio, iniciada em 2013. 

A companhia analisou as mais de 60 000 aplicações de seus produtos. 

O objetivo era submetê-las a uma espécie de régua da sustentabilidade — que avalia o ciclo de vida e os impactos dos produtos em termos de possibilidade de reciclá-los, de emissões de gases de efeito estufa e de implicações na saúde humana, por exemplo.


Recentemente, o levantamento mostrou que uma fatia de mais de 27% deles se encaixa no melhor nível de desempenho, o dos chamados produtos “aceleradores”. Um deles, um aditivo para cimento, diminui o uso de água na mistura do material em quase 40% na comparação com aditivos convencionais, sem reduzir a qualidade final do concreto. 

O consumo do próprio cimento também cai em 30% — material responsável por 5% das emissões globais de gases de efeito estufa.

Agora a Basf tenta emplacar em supermercados e redes de fast-food no Brasil seu plástico biodegradável. 

Feito de amido de milho, o produto pode ser digerido por micro-organismos e ser usado até para a compostagem, já que se transforma em água, dióxido de carbono e adubo. 

“A capacidade de um produto ser inserido num sistema de economia circular sempre é considerada”, afirma Cristiana Brito, diretora de relações corporativas e sustentabilidade da Basf na América do Sul.


Disciplina

Quase 40% das companhias avaliadas por EXAME declaram fazer o acompanhamento de seus indicadores de sustentabilidade com a mesma frequência que monitoram informações financeiras. 

Há um ano, esse percentual era de cerca de 32%. 

É o que norteia hoje a contabilidade da fabricante de painéis de madeira e louças Duratex. 

Em 2016, a companhia decidiu passar a publicar seus indicadores de sustentabilidade trimestralmente — e não apenas anualmente — da mesma maneira como faz com os números de receita, lucro e patrimônio.

“Existe uma demanda cada vez maior por essas informações por parte dos investidores estrangeiros”, afirma Luciana Alvarez, gerente de sustentabilidade da Duratex. 

“Falar disso com a mesma frequência com que se fala de dinheiro tangibiliza a importância da estratégia de sustentabilidade.”

Neste ano, a companhia investiu 41,3 milhões de reais em programas de ecoeficiência. 

Em 2016, 72% de toda a energia consumida nas fábricas da empresa foi gerada de fontes limpas. 

Numa delas, em Taquari, no Rio Grande do Sul, a geração do gás quente necessário para secagem de partículas de madeira vem de moinhos que processam os resíduos da própria confecção de painéis. 

Foi praticamente zerada a queima de combustíveis fósseis, como o diesel, e com isso 3 milhões de reais foram economizados só nessa unidade.



Fábrica da Fibria: mudança na rota logística para preservar 
as baleias jubarte | Fabiano Accorsi

A migração para matrizes energéticas menos poluentes é apenas uma das formas de combate à mudança do clima hoje colocada em prática pelas empresas. 

Uma fatia de 53% das companhias ouvidas por EXAME considera que a adoção urgente desse tipo de medida está diretamente relacionada à sua estratégia de negócio e a seus compromissos voluntários na seara da sustentabilidade. É o nível mais alto de adesão aos ODS.



Enquanto o combate às mudanças climáticas é tratado de forma prioritária, uma das diretrizes traçadas pela ONU ainda está longe da agenda corporativa: a conservação de oceanos, mares e recursos marinhos. 

Apenas 16% das empresas enxergam relação entre o próprio negócio e a biodiversidade dos oceanos.


Na contramão está a Fibria, maior fabricante de celulose do mundo. 

Se, por um lado, a essência do negócio está em florestas plantadas de eucalipto, é pela via marítima que parte da madeira das árvores é transportada de uma das bases florestais da empresa, no sul da Bahia, até a fábrica de Aracruz, no Espírito Santo. 

Em 2002, quando a empresa decidiu trocar parte de seu carregamento em rodovias por barcaças, estudos de impacto ambiental mostraram que o litoral sul baiano era uma região crucial para as baleias jubarte em época de reprodução.

Depois de um acompanhamento detalhado da rota das baleias e do tamanho da população desses animais, com a ajuda da ONG Instituto Baleia Jubarte, a Fibria traçou uma rota alternativa para suas barcaças. 

De 2011 para cá, dados mostram que a população de baleias da região não foi afugentada pela movimentação das barcaças — ela cresceu 40% —, para cerca de 17 000 animais. E nenhuma colisão entre barcaça e um animal foi registrada.

“Podíamos ter mantido a rota mais fácil e mudar a operação se houvesse uma colisão, mas a estratégia foi incorporar o risco ambiental desde o começo”, diz Marcelo Gomes, coordenador de meio ambiente da Fibria. 

É o que acontece quando a sustentabilidade faz parte de todas as decisões de negócio, como mostra a elite corporativa brasileira.

Fonte: www.exame.abril.com.br
Postado por Empresa Verde Consultoria às quinta-feira, novembro 16, 2017 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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Indicadores e Índices de Sustentabilidade - Entenda a importância

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Entenda a importância dos Indicadores e Índices de Sustentabilidade

Os indicadores são utilizados com a finalidade de se conhecer uma situação existente, apoiar a tomada de decisão e apontar os caminhos a seguir. 

Contribuem para planejar, comunicar, acompanhar, avaliar, comparar e melhorar o desempenho ao longo do tempo. 

Essa medida vai ajudar a avaliar como está a situação, se está adequada ou não e comparar a sua evolução ao longo do tempo.

Apoiam o diagnóstico, o planejamento, a gestão, a avaliação, o monitoramento e os processos de tomada de decisão operacionais e de políticas públicas (Bellen, 2005).

É importante definir com clareza o que se quer medir e a forma de coletar informações existentes.

Precisam-se construir indicadores locais, uma vez que existe dificuldade de adequar o uso de indicadores em nível nacional para situações locais específicas.

Os indicadores são utilizados quando conseguem retratar com confiança e praticidade, os aspectos para os quais foram propostos. 

Adotam-se os seguintes critérios para sua avaliação (Pereira,1995):

-Validade: adequação para medir ou representar o fenômeno estudado;
-Confiabilidade: reprodutibilidade ou fidedignidade;
-Representatividade: cobertura alcançada em relação ao evento ou fenômeno estudado;
-Ética: obediência a preceitos éticos;
-Oportunidade, simplicidade, facilidade de obtenção e custo compatível: a obtenção dos dados não deve iinterferir nas condições de funcionamento dos serviços, e devem ter custos compatíveis.
















Fonte: www.iee.usp.br
Postado por Empresa Verde Consultoria às terça-feira, novembro 14, 2017 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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INOVAÇÃO - FAPs terão ações conjuntas voltadas à ciência e à inovação

Claudia Izique, de Goiânia | Agência FAPESP – Presidentes e diretores de Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) de 22 estados brasileiros assinaram memorando de entendimento para cooperação que viabilizará iniciativas conjuntas em pesquisa científica e tecnológica e ações voltadas à inovação. 

A proposta, com validade de cinco anos, foi apresentada pela FAPESP durante o Fórum do Conselho Nacional das FAPs (Confap), realizado em Goiânia de 8 a 10 de novembro.

FAPs terão ações conjuntas voltadas à ciência e à inovação
Memorando de cooperação foi assinado no Fórum do Conselho 
Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, em 
Goiânia. O diretor-presidente Carlos Américo Pacheco (centro 
na foto) representou a FAPESP (foto: Rogério Porto / Confap)

“O memorando permite arranjos entre duas ou mais Fundações em chamadas para financiamento de projetos de interesse comum e intercâmbio de pesquisadores. 

Cada uma das FAPs avalia a proposta segundo seus critérios e as iniciativas aprovadas terão financiamento compartilhado”, explicou Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo (CTA) da FAPESP, durante o Fórum.

“Estamos criando um instrumento que dará mais força e expressão ao trabalho das Fundações ao mesmo tempo que fortalece a cooperação entre os estados”, disse Maria Zaira Turchi, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e presidente do Confap.

As FAPs do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, por exemplo, já têm encontro agendado para avaliar o lançamento de editais conjuntos que possibilitarão a criação da Rede Sul Biotec. 

Planejam também se associar à FAP do Mato Grosso do Sul para o desenvolvimento de pesquisas sobre recursos hídricos, já que os quatro estados ocupam área que se estende sobre o Aquífero Guarani. 

“Esse acordo vem em momento oportuno”, disse Odir Dellagolin, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul.

A expectativa é que a adesão de várias instituições a um mesmo projeto de pesquisa tenha impacto positivo também nas solicitações de financiamento às agências de fomento federais, como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e confira peso às iniciativas que envolvam recursos de organismos externos, como a União Europeia ou a Rede Franco Brasileira de Fomento à Pesquisa para o Nordeste, exemplificou Alex Oliveira Souza, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Maranhão.

“O memorando de entendimento nos dá um guarda-chuva em relação a esses acordos, além da possibilidade de fazer editais conjuntos”, disse Souza, citando projetos relacionados à agricultura familiar, bioenergia, biotecnologia e temas relacionados à “questão oceânica”.

Os projetos conjuntos de pesquisa, de acordo com o memorando, serão conduzidos por cientistas das regiões signatárias e as atividades de intercâmbio científico, que incluirão workshops e seminários multilaterais, devem ter como objetivo preparar as bases para projetos cooperativos. 

A mobilidade terá foco em jovens cientistas, em nível de pós-doutorado e de pós-graduação.

Cada uma das FAPs signatárias do acordo divulgará entre seus pesquisadores as diretrizes para submissão de propostas que serão avaliadas de acordo com seus critérios e normas. A FAP que receber proposta de pesquisa cooperativa comunicará à outra parte. 

Os projetos aprovados pelas partes serão então apoiados. Cada uma das FAPs financiará o custo da pesquisa que couber aos pesquisadores de sua região.

Os valores financiados estarão alinhados com a participação dos pesquisadores de cada estado no projeto e, portanto, não precisam, necessariamente, ser iguais. Todos os projetos desenvolvidos em parceria serão informados e acompanhados pelo Confap.

Pacheco sugeriu que parte das chamadas de propostas para projetos colaborativos entre as FAPs possa, por exemplo, seguir modelo semelhante ao adotado pela FAPESP na modalidade SPRINT – São Paulo Researchers in International Collaboration, que tem como objetivo promover a pesquisa cooperativa entre pesquisadores paulistas com parceiros externos.

“A FAPESP tem cerca de 160 acordos com universidades de vários países. 

A cada chamada reunimos de 30 a 40 parceiros. 

As propostas são avaliadas pela Fundação e por sua contraparte antes de serem aprovadas”, disse.

Ele propôs, ainda, que a colaboração tenha início com editais para o desenvolvimento de projetos mais simples, de mobilidade de pesquisadores, como ele diz, “para testar a demanda”.

Fonte:www.agencia.fapesp.br
Postado por Empresa Verde Consultoria às segunda-feira, novembro 13, 2017 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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6 medidas sustentáveis que ajudam pequenos negócios

Cartilha mostra como reúso, reciclagem e economia de água e energia podem ajudar negócios em pequenas e médias empresas

O Estado de S.Paulo

Reciclagem, economia de água e energia, reúso de materiais e compra de materiais sustentáveis passaram de preocupação ambiental a bom senso para os negócios. 

A responsabilidade com o meio ambiente, em muitos casos, pode aumentar a eficiência de empresas e até gerar renda. 

É o que mostra uma cartilha do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com dicas para introduzir esses conceitos no dia a dia de uma micro ou pequena empresa.

Voltado para os profissionais que abriram recentemente seu próprio negócio, o material traz exemplos práticos para reduzir custos, melhorar a relação com os clientes e, ao mesmo tempo, gerar um impacto positivo no meio ambiente. 

Confira:


Recomendação dos especialistas é ficar atento a vazamentos 
e desperdícios no dia a dia Foto: Divulgação/AmCham


Compras sustentáveis


Conhecer a origem de matérias-primas e as práticas de responsabilidade ambiental praticadas por fornecedores é uma das principais maneiras de garantir um produto sustentável. Essa preocupação também se aplica ao descarte de produtos e insumos após o uso.

Para isso, recomenda-se avaliar a necessidade de cada compra e considerar aluguel de equipamentos ou prestação de serviços para substituir o consumo. 

Quando a compra é considerada fundamental, uma das medidas de precaução sugeridas é comparar produtos de acordo com seu processo de produção, considerando a economia de energia, contratação da mão de obra local, reciclagem e certificações ambientais.

Além disso, o Sebrae aconselha verificar a situação legal dos fornecedores antes de contratá-los. Com o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da empresa em mãos, é possível checar certidões negativas, de débitos e se existem denúncias contra ela. 

Comprar matéria-prima local também reduz custos e desenvolve a economia da região. 

“O menor preço nem sempre é aquele que oferece um comércio mais justo para todos”, diz a cartilha.


Eficiência energética

Além de reduzir custos, a eficiência energética diminui o impacto no meio ambiente. É possível produzir mais gastando menos, garante o guia.

Uma medida simples para garantir esse objetivo é utilizar, sempre que possível, iluminação natural: janelas podem ficar abertas sempre que possível e, se houver necessidade e dinheiro para investimento, mudanças estruturais no imóvel podem garantir maior incidência de luz solar. 

Paredes com cores claras refletem os raios de sol e deixam o ambiente mais fresco, o que economiza o uso de ar-condicionado - que devem ser limpos com frequência para garantir um bom desempenho energético.

Para equipamentos elétricos e eletrônicos, o selo Inmetro/Procel nível A é um indicador de que o aparelho consome menos energia. 

Outra dica é trocar lâmpadas comuns pelas fluorescentes ou de LED. Se houver uma geladeira ou refrigerador no local de trabalho, a dica é instalar em local bem ventilado e não encostar o aparelho em paredes e móveis. 

A ventilação melhora o desempenho do equipamento, assim como mantê-lo longe da incidência de raios solares e outras fontes de calor.


Uso eficiente de água

Seja num pequeno escritório ou numa grande rede de supermercados, a água é fundamental para garantir o pleno funcionamento de um negócio. Ações para reúso e economia de água ajudam a manter o recurso disponível por mais tempo.

A primeira recomendação dos especialistas é ficar atento a vazamentos e desperdícios no dia a dia da empresa. Tecnologias como arejadores na torneira também ajudam a racionar o uso. A escolha por produtos de limpeza biodegradáveis, que se misturam à água e acabam na rede de esgoto, evita contaminação.

O Sebrae também estimula os empregadores a fazer campanhas para estimular a economia de água para funcionários e clientes. “Muitas vezes é possível produzir mais gastando menos com simples mudanças de comportamento”, lembra o órgão.


Resíduos sólidos

Com frequência, aquilo que é encarado como lixo pode gerar renda para a empresa. Latas de alumínio, papel e até óleo usado podem gerar receita quando ganham destino adequado.

Uma das dicas para melhorar a gestão do lixo é fazer um levantamento de todos os resíduos gerados pela empresa. Para destinar o descarte a uma entidade que pague pela reciclagem dele, é fundamental fazer a coleta seletiva, com separação de metal, plástico, papel, vidro, material orgânico e não recicláveis. 

“Os recicláveis podem ser encaminhados para cooperativas de catadores; o orgânico, para a compostagem; e os perigosos (pilha, baterias, óleos, pneus), para empresas especializadas”, recomenda o Sebrae.

O guia também sugere analisar métodos de fabricação dos produtos ou prestação de serviços, com o intuito de produzir mais com menos matéria-prima e gerar menos lixo. Sobras e aparas também podem ser reutilizadas.


Consumo consciente

Desperdício, poluição, desmatamento e mudanças climáticas são fatores que têm levado muitos a repensar seus hábitos de consumo. 

Há várias opções que ajudam a tornar a venda de um produto ou serviço mais sustentáveis, e atender a essa demanda.

Uma solução é oferecer o refil como alternativa à embalagem tradicional, e estimular a devolução de materiais como garrafas, potes e latas para facilitar o reúso. 

Materiais poluidores podem ser substituídos por outros menos agressivos, como trocar sacolas de plástico por material reciclado ou biodegradável. 

O Sebrae aconselha pesquisar a percepção dos clientes para entender quais aspectos de sustentabilidade são mais valorizadas em cada negócio.


Desenvolvimento social

Pequenas, médias ou grandes, as empresas geram impacto na comunidade onde estão instaladas e podem melhorar a qualidade de vida ao seu redor. Esse impacto pode vir na forma de apoio a iniciativas de educação, assistência social ou zeladoria, por exemplo.

Uma das ações sugeridas é a adoção de espaços públicos como praças, ruas, escolas, e áreas verdes. 

O apoio não precisa ser necessariamente financeiro. Trabalho voluntário e outras formas de apoio institucional também podem gerar resultados. 

Esse apoio também pode ser direcionado a entidades com causas que estejam de acordo com valores da empresa.

Fonte: www.sustentabilidade.estadao.com.br
Postado por Empresa Verde Consultoria às quinta-feira, novembro 09, 2017 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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Energia Solar Fotovoltaica Movimentará R$ 100 Bilhões até 2030





Energias alternativas são hoje um dos segmentos com maior potencial de crescimento no Brasil. 

A energia eólica saltou de cerca de 1% da matriz energética nacional para cerca de 6% em uma década. 

Agora, expansão semelhante é esperada em energia solar, com expectativa de até 2024 passar a responder por 4% da matriz energética brasileira, que é de apenas 0,02%. 

“Será um salto de 200 vezes em relação ao que temos hoje”, diz Rodrigo Lopes Sauaia, presidente da Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica).

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) até 2024 cerca de 1,2 milhões de geradores de energia solar ou mais deverão ser instalados em casas e empresas em todo o Brasil e até o 2030 o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$ 100 bilhões.

Para se ter uma ideia do potencial do Brasil para produzir energia fotovoltaica, a radiação solar na região menos ensolarada é 40% maior do que na região mais ensolarada da Alemanha, por exemplo, hoje o maior produtor de energia fotovoltaica. 

Para aproveitar este potencial o preço do kWp – medida de potência energética associada com células fotovoltaicas – está reduzindo e nos próximos anos o desafio será abrir novas linhas de crédito e financiamento. 

A tendência é de que surjam mais programas do governo e modelos de negócios, tornando o processo mais acessível.

Os custos da energia elétrica têm contribuído para impulsionar o número de instalações do sistema fotovoltaico. 

Os estados que mais instalam energia solar são Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, sendo MG um dos pioneiros e com mais instalações e o RJ com melhor potencial e mais instalações por m². 

Na área empresarial, os estados que mais tem adotado e instalado sistema fotovoltaico são: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina.

De acordo com a Resolução n.o 482, de 2012, o governo garante a todos – públicos residencial, comercial ou industrial – que optarem pela energia solar, descontos na conta de luz. 

“Ou seja, se o sistema gerar mais energia do que o consumido, a energia excedente será injetada na rede pública. Esta medição é realizada através de um medidor de energia bidirecional – fornecido pela concessionária local – que quantifica os quilowatts-horas injetados de energia solar. 

Este excedente será analisado e calculado, para que o consumidor receba um desconto em sua conta de luz”, explica o diretor da Divisão de Energia Solar da Fronius, Martin Drope.

A energia solar fotovoltaica é agora, depois de hidráulica e eólica, a terceira mais importante fonte de energia renovável em termos de capacidade instalada no mundo. Mais de 100 países utilizam energia solar fotovoltaica. 

A China, Japão e Estados Unidos, atualmente, são os mercados de energia fotovoltaica, contribuindo com quase 6% de sua demanda de eletricidade. A Alemanha é o maior produtor, mas estima-se que em breve será superado pela China.

“O Brasil dispõe de um potencial gigantesco. A Europa possui 88 GW de energia fotovoltaica enquanto o Brasil está com menos de 1 GW instalado, ou seja, representa apenas 0,02% do potencial da matriz energética brasileira. 

Mas este sistema está cada vez mais acessível no Brasil”, destaca Drope, destacando que a Fronius já comercializou mais de 3 mil inversores solares no Brasil, com perspectiva de dobrar este número nos próximos anos.

Fonte: www.leonardo-energy.org.br
Postado por Empresa Verde Consultoria às sexta-feira, novembro 03, 2017 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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Sustentabilidade: Estudo mostra retorno do investimento nas unidades de conservação


Estudo da Fundação Grupo Boticário feito em parques estaduais e um municipal, em parceria com o Governo do Estado e Prefeitura de Curitiba, mostra que as Unidades de Conservação garantem benefícios econômicos e sociais para a população





Estudo da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza feito em quatro Parques Estaduais e um municipal, em parceria com o Governo do Estado e Prefeitura de Curitiba mostra que além de conservar o meio ambiente, promover o contato direto com a natureza e o aprendizado sobre a biodiversidade, as Unidades de Conservação também proporcionam aos municípios paranaenses e à população do entorno qualidade de vida e retorno econômico.

Para a promoção do estudo, foi desenvolvida uma metodologia capaz de quantificar benefícios sociais e econômicos trazidos pelas Unidades de Conservação. A técnica pode ser aplicada em qualquer outra Unidade de Conservação do país.

Os parques valorados no estado foram o: 

Parque Estadual das Lauráceas, entre Tunas do Paraná e Adrianópolis; 
Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa; 
Parque Estadual Pico do Marumbi, em Morretes, Piraquara e Quatro Barras; Parque Estadual do Cerrado, em Jaguariaíva; 
e Parque Natural Municipal Barigui, em Curitiba.

“Essas Unidades foram escolhidas justamente por serem diferentes entre si, o que possibilitou à equipe envolvida no estudo comprovar a aplicabilidade do roteiro metodológico”, disse Marion Letícia Bartolamei Silva, coordenadora de Áreas Protegidas da Fundação Grupo Boticário. Segundo ela, a conclusão é que todos os parques, independente de suas características, têm benefícios relevantes e geram retorno econômico à sociedade.

Com a participação do economista Carlos Young, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, foram considerados dez fatores que evidenciam os benefícios econômicos e sociais à população. 


“Fez parte desse levantamento fatores como a estimativa de impacto econômico gerado em função das atividades recreativas ligadas à visitação; e o quanto a proteção da vegetação nativa evita a erosão do solo, minimizando custos para a remoção de sedimentos em corpos hídrico”.



Além de uso público e erosão de solo evitada, ou outros benefícios valorados são o abastecimento de água, repartição de receitas tributárias (ICMS Ecológico), impacto das contratações e aquisições locais, educação ambiental, pesquisa científica, Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD), sequestro de carbono por restauração da vegetação e pecuária evitada.

O estudo mostrou que o Parque Estadual das Lauráceas tem um retorno sobre investimento de R$ 75 para cada real investido; Vila Velha, R$ 7,7; Marumbi, R$ 7,10; Cerrado, R$ 2,06 e o Barigui, R$ 12,50.

Ao todo, o retorno desses benefícios valorados soma mais de R$ 80 milhões à sociedade, sendo R$ 18,7 milhões do Parque Estadual das Lauráceas, R$ 13 milhões de Vila Velha, R$ 4,4 milhões do Pico do Marumbi, R$ 679 mil do Cerrado e R$ 43 milhões do Barigui.

Para o diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do IAP, Guilherme Vasconcellos, o estudo prova a importância ambiental, social, e agora econômica, das Unidades de Conservação. 

“Ele se mostrou importante, principalmente para a gente dar mais valor a essas unidades de conservação, que fora a beleza cênica e toda a questão de conservação da biodiversidade mostra que elas funcionam também como uma mola propulsora para o desenvolvimento regional dos municípios entorno. Também veio nos dizer o valor econômico do serviço prestado nesses locais fora toda a questão da biodiversidade”, disse.



PARQUES ESTADUAIS - 

Parque Estadual das Lauráceas - Criado em 1979, não é aberto à visitação. Localizado nos municípios de Adrianópolis, Tunas do Paraná e Bocaiúva do Sul. 

Seu principal objetivo é conservar a biodiversidade e ser um ambiente de pesquisas e educação ambiental. Por sediar o parque, o município de Adrianópolis recebe um repasse de R$ 3 milhões ao ano de ICMS Ecológico, o que representa cerca de 18% do Valor Agregado de Serviços, e quase 3,5% do PIB municipal.



Parque Estadual de Vila Velha - Foi criado em 1953 para preservar as formações de arenito e os campos nativos do Paraná. Tombado como Patrimônio Histórico e Artístico Estadual, tem mais de três mil hectares e diversas atrações, entre elas os arenitos, furnas e a Lagoa Dourada. Tem como gestor o Instituto Ambiental do Paraná.

Parque Estadual do Cerrado - Localizado no município de Jaguariaíva, é uma das poucas reservas de cerrado existentes no Estado. 

Ao todo, o Paraná possui menos de 1% de seu território com remanescentes desse ecossistema, caracterizado por uma vegetação rasteira e de arbustos retorcidos. Além da vegetação de cerrado, o parque tem atrativos como o cânion do Rio Jaguariaíva e a cachoeira do Ribeirão São Antônio, formações naturais em rochas areníticas.



Parque Estadual Pico do Marumbi - É a maior unidade de conservação do Estado aberta ao público, com uma área que abrange os municípios de Morretes, Quatro Barras e Piraquara. Pela proteção à Floresta Atlântica, a unidade foi considerada patrimônio da humanidade e reserva da biosfera pela Unesco.

Composto por 8 cumes, o pico, inclui o Monte Olimpo, com 1.539 metros. 

É um dos pontos preferidos dos turistas para a prática do montanhismo. 

O conjunto se destaca pela altura, trilhas íngremes e conta com opções de escaladas em todas as modalidades e graus de dificuldades.



Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:

http:///www.facebook.com/governopr e www.pr.gov.br

Via: www.aen.pr.gov.br

TCC Sem Drama

TCC Sem Drama
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Economia de Baixo Carbono é meta para o governo brasileiro!







Durante a 22ª Conferência das Partes (COP 22) sobre Mudança do Clima, em Marrakech, no Marrocos, o Governo Brasileiro e instituições internacionais lançaram a Lab Brasil para o Financiamento do Clima. 

A medida mobiliza projetos voltados ao desenvolvimento de uma economia de baixo carbono, contando com a participação de especialistas do setor público, da iniciativa privada e da sociedade civil com o objetivo estabelecer medidas inovadoras capazes de garantir o financiamento para ações de baixa emissão de gases de efeito estufa. ‎

Ocupando um papel estratégico na agenda ambiental mundial, o Brasil definiu as áreas de florestas, agricultura e energia como sendo as prioritárias para implementação de ações sustentáveis, pois os setores são considerados essenciais ao cumprimento das metas nacionais de corte de emissões. Para isso, é preciso reforçar o diálogo com o setor financeiro para explorar oportunidades de negócios, tudo dentro de uma economia de baixo carbono.

Segundo o Portal Brasil, a Lab Brasil faz parte de uma plataforma maior, o Global Innovation Lab, endossado pelo G7, grupo que reúne as principais economias mundiais: 

Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. 

Desde o lançamento, em 2014, o Lab atraiu cerca de US$ 600 milhões (R$ 1,9 bilhão) em compromissos de financiamento para projetos pilotos em energias renováveis, eficiência energética, agricultura inteligente e de uso da terra.

Com a implantação do Lab Brasil foi aberta uma nova frente de trabalho focada no Brasil, pois as propostas que serão selecionadas de acordo com critérios estabelecidos pelo Global Lab, deverão apresentar potencial para apoiar a implementação da meta brasileira de corte de emissões. 

As oportunidades de negócios a serem gerados dentro da economia de baixo carbono são imensas, tendo em vista a movimentação internacional para que sejam aplicadas as metas de redução dos gases do efeito estufa.


Para mais informações entre em contato conosco: 

empresa@empresaverdebrasil.com.br










Postado por Empresa Verde Consultoria às terça-feira, outubro 31, 2017 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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