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Indicadores e Índices de Sustentabilidade - Entenda a importância

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Entenda a importância dos Indicadores e Índices de Sustentabilidade

Os indicadores são utilizados com a finalidade de se conhecer uma situação existente, apoiar a tomada de decisão e apontar os caminhos a seguir. 

Contribuem para planejar, comunicar, acompanhar, avaliar, comparar e melhorar o desempenho ao longo do tempo. 

Essa medida vai ajudar a avaliar como está a situação, se está adequada ou não e comparar a sua evolução ao longo do tempo.

Apoiam o diagnóstico, o planejamento, a gestão, a avaliação, o monitoramento e os processos de tomada de decisão operacionais e de políticas públicas (Bellen, 2005).

É importante definir com clareza o que se quer medir e a forma de coletar informações existentes.

Precisam-se construir indicadores locais, uma vez que existe dificuldade de adequar o uso de indicadores em nível nacional para situações locais específicas.

Os indicadores são utilizados quando conseguem retratar com confiança e praticidade, os aspectos para os quais foram propostos. 

Adotam-se os seguintes critérios para sua avaliação (Pereira,1995):

-Validade: adequação para medir ou representar o fenômeno estudado;
-Confiabilidade: reprodutibilidade ou fidedignidade;
-Representatividade: cobertura alcançada em relação ao evento ou fenômeno estudado;
-Ética: obediência a preceitos éticos;
-Oportunidade, simplicidade, facilidade de obtenção e custo compatível: a obtenção dos dados não deve iinterferir nas condições de funcionamento dos serviços, e devem ter custos compatíveis.
















Fonte: www.iee.usp.br
Postado por Empresa Verde Consultoria às terça-feira, novembro 14, 2017 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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INOVAÇÃO - FAPs terão ações conjuntas voltadas à ciência e à inovação

Claudia Izique, de Goiânia | Agência FAPESP – Presidentes e diretores de Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) de 22 estados brasileiros assinaram memorando de entendimento para cooperação que viabilizará iniciativas conjuntas em pesquisa científica e tecnológica e ações voltadas à inovação. 

A proposta, com validade de cinco anos, foi apresentada pela FAPESP durante o Fórum do Conselho Nacional das FAPs (Confap), realizado em Goiânia de 8 a 10 de novembro.

FAPs terão ações conjuntas voltadas à ciência e à inovação
Memorando de cooperação foi assinado no Fórum do Conselho 
Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, em 
Goiânia. O diretor-presidente Carlos Américo Pacheco (centro 
na foto) representou a FAPESP (foto: Rogério Porto / Confap)

“O memorando permite arranjos entre duas ou mais Fundações em chamadas para financiamento de projetos de interesse comum e intercâmbio de pesquisadores. 

Cada uma das FAPs avalia a proposta segundo seus critérios e as iniciativas aprovadas terão financiamento compartilhado”, explicou Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo (CTA) da FAPESP, durante o Fórum.

“Estamos criando um instrumento que dará mais força e expressão ao trabalho das Fundações ao mesmo tempo que fortalece a cooperação entre os estados”, disse Maria Zaira Turchi, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e presidente do Confap.

As FAPs do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, por exemplo, já têm encontro agendado para avaliar o lançamento de editais conjuntos que possibilitarão a criação da Rede Sul Biotec. 

Planejam também se associar à FAP do Mato Grosso do Sul para o desenvolvimento de pesquisas sobre recursos hídricos, já que os quatro estados ocupam área que se estende sobre o Aquífero Guarani. 

“Esse acordo vem em momento oportuno”, disse Odir Dellagolin, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul.

A expectativa é que a adesão de várias instituições a um mesmo projeto de pesquisa tenha impacto positivo também nas solicitações de financiamento às agências de fomento federais, como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e confira peso às iniciativas que envolvam recursos de organismos externos, como a União Europeia ou a Rede Franco Brasileira de Fomento à Pesquisa para o Nordeste, exemplificou Alex Oliveira Souza, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Maranhão.

“O memorando de entendimento nos dá um guarda-chuva em relação a esses acordos, além da possibilidade de fazer editais conjuntos”, disse Souza, citando projetos relacionados à agricultura familiar, bioenergia, biotecnologia e temas relacionados à “questão oceânica”.

Os projetos conjuntos de pesquisa, de acordo com o memorando, serão conduzidos por cientistas das regiões signatárias e as atividades de intercâmbio científico, que incluirão workshops e seminários multilaterais, devem ter como objetivo preparar as bases para projetos cooperativos. 

A mobilidade terá foco em jovens cientistas, em nível de pós-doutorado e de pós-graduação.

Cada uma das FAPs signatárias do acordo divulgará entre seus pesquisadores as diretrizes para submissão de propostas que serão avaliadas de acordo com seus critérios e normas. A FAP que receber proposta de pesquisa cooperativa comunicará à outra parte. 

Os projetos aprovados pelas partes serão então apoiados. Cada uma das FAPs financiará o custo da pesquisa que couber aos pesquisadores de sua região.

Os valores financiados estarão alinhados com a participação dos pesquisadores de cada estado no projeto e, portanto, não precisam, necessariamente, ser iguais. Todos os projetos desenvolvidos em parceria serão informados e acompanhados pelo Confap.

Pacheco sugeriu que parte das chamadas de propostas para projetos colaborativos entre as FAPs possa, por exemplo, seguir modelo semelhante ao adotado pela FAPESP na modalidade SPRINT – São Paulo Researchers in International Collaboration, que tem como objetivo promover a pesquisa cooperativa entre pesquisadores paulistas com parceiros externos.

“A FAPESP tem cerca de 160 acordos com universidades de vários países. 

A cada chamada reunimos de 30 a 40 parceiros. 

As propostas são avaliadas pela Fundação e por sua contraparte antes de serem aprovadas”, disse.

Ele propôs, ainda, que a colaboração tenha início com editais para o desenvolvimento de projetos mais simples, de mobilidade de pesquisadores, como ele diz, “para testar a demanda”.

Fonte:www.agencia.fapesp.br
Postado por Empresa Verde Consultoria às segunda-feira, novembro 13, 2017 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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6 medidas sustentáveis que ajudam pequenos negócios

Cartilha mostra como reúso, reciclagem e economia de água e energia podem ajudar negócios em pequenas e médias empresas

O Estado de S.Paulo

Reciclagem, economia de água e energia, reúso de materiais e compra de materiais sustentáveis passaram de preocupação ambiental a bom senso para os negócios. 

A responsabilidade com o meio ambiente, em muitos casos, pode aumentar a eficiência de empresas e até gerar renda. 

É o que mostra uma cartilha do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com dicas para introduzir esses conceitos no dia a dia de uma micro ou pequena empresa.

Voltado para os profissionais que abriram recentemente seu próprio negócio, o material traz exemplos práticos para reduzir custos, melhorar a relação com os clientes e, ao mesmo tempo, gerar um impacto positivo no meio ambiente. 

Confira:


Recomendação dos especialistas é ficar atento a vazamentos 
e desperdícios no dia a dia Foto: Divulgação/AmCham


Compras sustentáveis


Conhecer a origem de matérias-primas e as práticas de responsabilidade ambiental praticadas por fornecedores é uma das principais maneiras de garantir um produto sustentável. Essa preocupação também se aplica ao descarte de produtos e insumos após o uso.

Para isso, recomenda-se avaliar a necessidade de cada compra e considerar aluguel de equipamentos ou prestação de serviços para substituir o consumo. 

Quando a compra é considerada fundamental, uma das medidas de precaução sugeridas é comparar produtos de acordo com seu processo de produção, considerando a economia de energia, contratação da mão de obra local, reciclagem e certificações ambientais.

Além disso, o Sebrae aconselha verificar a situação legal dos fornecedores antes de contratá-los. Com o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da empresa em mãos, é possível checar certidões negativas, de débitos e se existem denúncias contra ela. 

Comprar matéria-prima local também reduz custos e desenvolve a economia da região. 

“O menor preço nem sempre é aquele que oferece um comércio mais justo para todos”, diz a cartilha.


Eficiência energética

Além de reduzir custos, a eficiência energética diminui o impacto no meio ambiente. É possível produzir mais gastando menos, garante o guia.

Uma medida simples para garantir esse objetivo é utilizar, sempre que possível, iluminação natural: janelas podem ficar abertas sempre que possível e, se houver necessidade e dinheiro para investimento, mudanças estruturais no imóvel podem garantir maior incidência de luz solar. 

Paredes com cores claras refletem os raios de sol e deixam o ambiente mais fresco, o que economiza o uso de ar-condicionado - que devem ser limpos com frequência para garantir um bom desempenho energético.

Para equipamentos elétricos e eletrônicos, o selo Inmetro/Procel nível A é um indicador de que o aparelho consome menos energia. 

Outra dica é trocar lâmpadas comuns pelas fluorescentes ou de LED. Se houver uma geladeira ou refrigerador no local de trabalho, a dica é instalar em local bem ventilado e não encostar o aparelho em paredes e móveis. 

A ventilação melhora o desempenho do equipamento, assim como mantê-lo longe da incidência de raios solares e outras fontes de calor.


Uso eficiente de água

Seja num pequeno escritório ou numa grande rede de supermercados, a água é fundamental para garantir o pleno funcionamento de um negócio. Ações para reúso e economia de água ajudam a manter o recurso disponível por mais tempo.

A primeira recomendação dos especialistas é ficar atento a vazamentos e desperdícios no dia a dia da empresa. Tecnologias como arejadores na torneira também ajudam a racionar o uso. A escolha por produtos de limpeza biodegradáveis, que se misturam à água e acabam na rede de esgoto, evita contaminação.

O Sebrae também estimula os empregadores a fazer campanhas para estimular a economia de água para funcionários e clientes. “Muitas vezes é possível produzir mais gastando menos com simples mudanças de comportamento”, lembra o órgão.


Resíduos sólidos

Com frequência, aquilo que é encarado como lixo pode gerar renda para a empresa. Latas de alumínio, papel e até óleo usado podem gerar receita quando ganham destino adequado.

Uma das dicas para melhorar a gestão do lixo é fazer um levantamento de todos os resíduos gerados pela empresa. Para destinar o descarte a uma entidade que pague pela reciclagem dele, é fundamental fazer a coleta seletiva, com separação de metal, plástico, papel, vidro, material orgânico e não recicláveis. 

“Os recicláveis podem ser encaminhados para cooperativas de catadores; o orgânico, para a compostagem; e os perigosos (pilha, baterias, óleos, pneus), para empresas especializadas”, recomenda o Sebrae.

O guia também sugere analisar métodos de fabricação dos produtos ou prestação de serviços, com o intuito de produzir mais com menos matéria-prima e gerar menos lixo. Sobras e aparas também podem ser reutilizadas.


Consumo consciente

Desperdício, poluição, desmatamento e mudanças climáticas são fatores que têm levado muitos a repensar seus hábitos de consumo. 

Há várias opções que ajudam a tornar a venda de um produto ou serviço mais sustentáveis, e atender a essa demanda.

Uma solução é oferecer o refil como alternativa à embalagem tradicional, e estimular a devolução de materiais como garrafas, potes e latas para facilitar o reúso. 

Materiais poluidores podem ser substituídos por outros menos agressivos, como trocar sacolas de plástico por material reciclado ou biodegradável. 

O Sebrae aconselha pesquisar a percepção dos clientes para entender quais aspectos de sustentabilidade são mais valorizadas em cada negócio.


Desenvolvimento social

Pequenas, médias ou grandes, as empresas geram impacto na comunidade onde estão instaladas e podem melhorar a qualidade de vida ao seu redor. Esse impacto pode vir na forma de apoio a iniciativas de educação, assistência social ou zeladoria, por exemplo.

Uma das ações sugeridas é a adoção de espaços públicos como praças, ruas, escolas, e áreas verdes. 

O apoio não precisa ser necessariamente financeiro. Trabalho voluntário e outras formas de apoio institucional também podem gerar resultados. 

Esse apoio também pode ser direcionado a entidades com causas que estejam de acordo com valores da empresa.

Fonte: www.sustentabilidade.estadao.com.br
Postado por Empresa Verde Consultoria às quinta-feira, novembro 09, 2017 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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Energia Solar Fotovoltaica Movimentará R$ 100 Bilhões até 2030





Energias alternativas são hoje um dos segmentos com maior potencial de crescimento no Brasil. 

A energia eólica saltou de cerca de 1% da matriz energética nacional para cerca de 6% em uma década. 

Agora, expansão semelhante é esperada em energia solar, com expectativa de até 2024 passar a responder por 4% da matriz energética brasileira, que é de apenas 0,02%. 

“Será um salto de 200 vezes em relação ao que temos hoje”, diz Rodrigo Lopes Sauaia, presidente da Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica).

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) até 2024 cerca de 1,2 milhões de geradores de energia solar ou mais deverão ser instalados em casas e empresas em todo o Brasil e até o 2030 o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$ 100 bilhões.

Para se ter uma ideia do potencial do Brasil para produzir energia fotovoltaica, a radiação solar na região menos ensolarada é 40% maior do que na região mais ensolarada da Alemanha, por exemplo, hoje o maior produtor de energia fotovoltaica. 

Para aproveitar este potencial o preço do kWp – medida de potência energética associada com células fotovoltaicas – está reduzindo e nos próximos anos o desafio será abrir novas linhas de crédito e financiamento. 

A tendência é de que surjam mais programas do governo e modelos de negócios, tornando o processo mais acessível.

Os custos da energia elétrica têm contribuído para impulsionar o número de instalações do sistema fotovoltaico. 

Os estados que mais instalam energia solar são Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, sendo MG um dos pioneiros e com mais instalações e o RJ com melhor potencial e mais instalações por m². 

Na área empresarial, os estados que mais tem adotado e instalado sistema fotovoltaico são: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina.

De acordo com a Resolução n.o 482, de 2012, o governo garante a todos – públicos residencial, comercial ou industrial – que optarem pela energia solar, descontos na conta de luz. 

“Ou seja, se o sistema gerar mais energia do que o consumido, a energia excedente será injetada na rede pública. Esta medição é realizada através de um medidor de energia bidirecional – fornecido pela concessionária local – que quantifica os quilowatts-horas injetados de energia solar. 

Este excedente será analisado e calculado, para que o consumidor receba um desconto em sua conta de luz”, explica o diretor da Divisão de Energia Solar da Fronius, Martin Drope.

A energia solar fotovoltaica é agora, depois de hidráulica e eólica, a terceira mais importante fonte de energia renovável em termos de capacidade instalada no mundo. Mais de 100 países utilizam energia solar fotovoltaica. 

A China, Japão e Estados Unidos, atualmente, são os mercados de energia fotovoltaica, contribuindo com quase 6% de sua demanda de eletricidade. A Alemanha é o maior produtor, mas estima-se que em breve será superado pela China.

“O Brasil dispõe de um potencial gigantesco. A Europa possui 88 GW de energia fotovoltaica enquanto o Brasil está com menos de 1 GW instalado, ou seja, representa apenas 0,02% do potencial da matriz energética brasileira. 

Mas este sistema está cada vez mais acessível no Brasil”, destaca Drope, destacando que a Fronius já comercializou mais de 3 mil inversores solares no Brasil, com perspectiva de dobrar este número nos próximos anos.

Fonte: www.leonardo-energy.org.br
Postado por Empresa Verde Consultoria às sexta-feira, novembro 03, 2017 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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Sustentabilidade: Estudo mostra retorno do investimento nas unidades de conservação


Estudo da Fundação Grupo Boticário feito em parques estaduais e um municipal, em parceria com o Governo do Estado e Prefeitura de Curitiba, mostra que as Unidades de Conservação garantem benefícios econômicos e sociais para a população





Estudo da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza feito em quatro Parques Estaduais e um municipal, em parceria com o Governo do Estado e Prefeitura de Curitiba mostra que além de conservar o meio ambiente, promover o contato direto com a natureza e o aprendizado sobre a biodiversidade, as Unidades de Conservação também proporcionam aos municípios paranaenses e à população do entorno qualidade de vida e retorno econômico.

Para a promoção do estudo, foi desenvolvida uma metodologia capaz de quantificar benefícios sociais e econômicos trazidos pelas Unidades de Conservação. A técnica pode ser aplicada em qualquer outra Unidade de Conservação do país.

Os parques valorados no estado foram o: 

Parque Estadual das Lauráceas, entre Tunas do Paraná e Adrianópolis; 
Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa; 
Parque Estadual Pico do Marumbi, em Morretes, Piraquara e Quatro Barras; Parque Estadual do Cerrado, em Jaguariaíva; 
e Parque Natural Municipal Barigui, em Curitiba.

“Essas Unidades foram escolhidas justamente por serem diferentes entre si, o que possibilitou à equipe envolvida no estudo comprovar a aplicabilidade do roteiro metodológico”, disse Marion Letícia Bartolamei Silva, coordenadora de Áreas Protegidas da Fundação Grupo Boticário. Segundo ela, a conclusão é que todos os parques, independente de suas características, têm benefícios relevantes e geram retorno econômico à sociedade.

Com a participação do economista Carlos Young, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, foram considerados dez fatores que evidenciam os benefícios econômicos e sociais à população. 


“Fez parte desse levantamento fatores como a estimativa de impacto econômico gerado em função das atividades recreativas ligadas à visitação; e o quanto a proteção da vegetação nativa evita a erosão do solo, minimizando custos para a remoção de sedimentos em corpos hídrico”.



Além de uso público e erosão de solo evitada, ou outros benefícios valorados são o abastecimento de água, repartição de receitas tributárias (ICMS Ecológico), impacto das contratações e aquisições locais, educação ambiental, pesquisa científica, Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD), sequestro de carbono por restauração da vegetação e pecuária evitada.

O estudo mostrou que o Parque Estadual das Lauráceas tem um retorno sobre investimento de R$ 75 para cada real investido; Vila Velha, R$ 7,7; Marumbi, R$ 7,10; Cerrado, R$ 2,06 e o Barigui, R$ 12,50.

Ao todo, o retorno desses benefícios valorados soma mais de R$ 80 milhões à sociedade, sendo R$ 18,7 milhões do Parque Estadual das Lauráceas, R$ 13 milhões de Vila Velha, R$ 4,4 milhões do Pico do Marumbi, R$ 679 mil do Cerrado e R$ 43 milhões do Barigui.

Para o diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do IAP, Guilherme Vasconcellos, o estudo prova a importância ambiental, social, e agora econômica, das Unidades de Conservação. 

“Ele se mostrou importante, principalmente para a gente dar mais valor a essas unidades de conservação, que fora a beleza cênica e toda a questão de conservação da biodiversidade mostra que elas funcionam também como uma mola propulsora para o desenvolvimento regional dos municípios entorno. Também veio nos dizer o valor econômico do serviço prestado nesses locais fora toda a questão da biodiversidade”, disse.



PARQUES ESTADUAIS - 

Parque Estadual das Lauráceas - Criado em 1979, não é aberto à visitação. Localizado nos municípios de Adrianópolis, Tunas do Paraná e Bocaiúva do Sul. 

Seu principal objetivo é conservar a biodiversidade e ser um ambiente de pesquisas e educação ambiental. Por sediar o parque, o município de Adrianópolis recebe um repasse de R$ 3 milhões ao ano de ICMS Ecológico, o que representa cerca de 18% do Valor Agregado de Serviços, e quase 3,5% do PIB municipal.



Parque Estadual de Vila Velha - Foi criado em 1953 para preservar as formações de arenito e os campos nativos do Paraná. Tombado como Patrimônio Histórico e Artístico Estadual, tem mais de três mil hectares e diversas atrações, entre elas os arenitos, furnas e a Lagoa Dourada. Tem como gestor o Instituto Ambiental do Paraná.

Parque Estadual do Cerrado - Localizado no município de Jaguariaíva, é uma das poucas reservas de cerrado existentes no Estado. 

Ao todo, o Paraná possui menos de 1% de seu território com remanescentes desse ecossistema, caracterizado por uma vegetação rasteira e de arbustos retorcidos. Além da vegetação de cerrado, o parque tem atrativos como o cânion do Rio Jaguariaíva e a cachoeira do Ribeirão São Antônio, formações naturais em rochas areníticas.



Parque Estadual Pico do Marumbi - É a maior unidade de conservação do Estado aberta ao público, com uma área que abrange os municípios de Morretes, Quatro Barras e Piraquara. Pela proteção à Floresta Atlântica, a unidade foi considerada patrimônio da humanidade e reserva da biosfera pela Unesco.

Composto por 8 cumes, o pico, inclui o Monte Olimpo, com 1.539 metros. 

É um dos pontos preferidos dos turistas para a prática do montanhismo. 

O conjunto se destaca pela altura, trilhas íngremes e conta com opções de escaladas em todas as modalidades e graus de dificuldades.



Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:

http:///www.facebook.com/governopr e www.pr.gov.br

Via: www.aen.pr.gov.br

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Postado por Empresa Verde Consultoria às quarta-feira, novembro 01, 2017 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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Economia de Baixo Carbono é meta para o governo brasileiro!







Durante a 22ª Conferência das Partes (COP 22) sobre Mudança do Clima, em Marrakech, no Marrocos, o Governo Brasileiro e instituições internacionais lançaram a Lab Brasil para o Financiamento do Clima. 

A medida mobiliza projetos voltados ao desenvolvimento de uma economia de baixo carbono, contando com a participação de especialistas do setor público, da iniciativa privada e da sociedade civil com o objetivo estabelecer medidas inovadoras capazes de garantir o financiamento para ações de baixa emissão de gases de efeito estufa. ‎

Ocupando um papel estratégico na agenda ambiental mundial, o Brasil definiu as áreas de florestas, agricultura e energia como sendo as prioritárias para implementação de ações sustentáveis, pois os setores são considerados essenciais ao cumprimento das metas nacionais de corte de emissões. Para isso, é preciso reforçar o diálogo com o setor financeiro para explorar oportunidades de negócios, tudo dentro de uma economia de baixo carbono.

Segundo o Portal Brasil, a Lab Brasil faz parte de uma plataforma maior, o Global Innovation Lab, endossado pelo G7, grupo que reúne as principais economias mundiais: 

Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. 

Desde o lançamento, em 2014, o Lab atraiu cerca de US$ 600 milhões (R$ 1,9 bilhão) em compromissos de financiamento para projetos pilotos em energias renováveis, eficiência energética, agricultura inteligente e de uso da terra.

Com a implantação do Lab Brasil foi aberta uma nova frente de trabalho focada no Brasil, pois as propostas que serão selecionadas de acordo com critérios estabelecidos pelo Global Lab, deverão apresentar potencial para apoiar a implementação da meta brasileira de corte de emissões. 

As oportunidades de negócios a serem gerados dentro da economia de baixo carbono são imensas, tendo em vista a movimentação internacional para que sejam aplicadas as metas de redução dos gases do efeito estufa.


Para mais informações entre em contato conosco: 

empresa@empresaverdebrasil.com.br










Postado por Empresa Verde Consultoria às terça-feira, outubro 31, 2017 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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Veja por que as aéreas estão investindo em responsabilidade social

Karina Cedeño




A fidelização do passageiro a uma companhia aérea poder estar relacionada a fatores que vão muito além do preço ou serviço oferecido. Isso porque hoje em dia muitos clientes optam por uma aérea considerando o papel de responsabilidade social que ela exerce.

Ao longo das últimas décadas, as companhias aéreas têm empreendido diferentes práticas ambientais sustentáveis, mas o foco continua sendo a redução da emissão de gás carbônico na atmosfera. 

O setor do transporte é a segunda maior causa de emissões de dióxido de carbono (CO2) no Brasil, representando 11% do total de 1.927 bilhão de toneladas – atrás apenas do setor agropecuário, segundo pesquisa realizada pelo Observatório do Clima.

De acordo com a Anac, a quantidade de gás carbônico emitida depende do tipo de aeronave, mas, em média, atinge 70 gramas por passageiro por quilômetro. 

Em uma viagem de ida e volta entre Porto Alegre e Recife, por exemplo, uma aeronave emite 1,9 tonelada de gás carbônico por passageiro. Essa mesma quantidade de dióxido de carbono levaria 37 anos para ser absorvida por 13 árvores da Mata Atlântica em seu processo de fotossíntese.

Mas além do meio ambiente, também está na pauta das aéreas os impactos sociais e econômicos. Confira a seguir algumas medidas que têm sido adotadas para reduzi-los.

1- Melhor comunicação aeroportuária
As aéreas estão analisando também as áreas dos aeroportos, que geralmente são congestionadas, e atividades como o reabastecimento, que aumentam as emissões. 
Nesse ponto, um aspecto a ser melhorado é a comunicação entre os pilotos e os controladores de voo para evitar as filas de aviões à espera de autorização para pousos e decolagens. Durante a decolagem, as aeronaves são obrigadas a voar em círculos, queimando combustível desnecessariamente.

2- Aeronaves mais eficientes e biocombustível
Já não é de hoje que as companhias estão investindo em aeronaves mais eficientes, que poluam menos a atmosfera e que emitam menos ruído. 
O Brasil já está cogitando o uso de combustível renovável na aviação, o que envolve energia elétrica e bioquerosene.

3- Plantação de árvores
Outra medida que costuma ser tomada é a realização de voos neutros em carbono, por meio da plantação de árvores que absorvam o equivalente à quantidade de gás carbônico emitida pela aeronave.

4- Reciclagem de material a bordo
O uso de tecidos sustentáveis nas poltronas e a redução do papel gasto a bordo são algumas das alternativas encontradas pelas companhias aéreas.

5- Apoio a programas sustentáveis e comunidades locais
Muitas empresas têm revertido parte de suas receitas a ONGs e programas de incentivo à sustentabilidade, que dão a jovens de comunidades carentes a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho por meio de atividades em prol do meio ambiente.

Fonte: www.panrotas.com.br
Postado por Empresa Verde Consultoria às quinta-feira, setembro 21, 2017 Nenhum comentário: Links para esta postagem
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