ACRE É REFERÊNCIA EM PROJETOS DE REDD NO MUNDO


Ao que tudo indica, os projetos de REDD estão de volta, sobretudo ao Estado do Acre. 

Esta semana a região recebeu a comitiva do banco Alemão KFW e do Reino Unido para apresentar os resultados referentes ao Programa REM (REDD Early Movers – pioneiros na conservação) e para negociar a cooperação de um novo acordo, desdobrando-se na segunda fase do programa.



Na primeira fase, o REM recebeu investimentos na ordem de R$ 85 milhões, pagamento por resultados de emissões de carbono reduzidas, geradas pela redução do desmatamento. 

Contudo, os ganhos ultrapassaram a questão ambiental e promoveram melhoramentos sociais, uma vez que o Acre tem transformado sua realidade por meio da consolidação de uma política de desenvolvimento sustentável.

Se por um lado esta visibilidade aumenta a responsabilidade do Governo do Acre e dos proprietários de terras na busca de preservação da Floresta Amazônica, por outro, é uma excelente oportunidade para a elaboração e implementação de projetos de REDD na região, que associado a projetos de Manejo Florestal Sustentável, podem aumentar ainda mais os rendimentos, transformando a Floresta em ativos ambientais e aumentando a conservação dos recursos naturais.

Segundo relato da coordenadora do Programa REM do KfW, Christiane Ehringhaus, quando se trata de projetos de Florestas, o Acre é citado no mundo inteiro como um exemplo de REDD bem sucedido. 

Isto fortalece os projetos de REDD que são gerados no Estado, colocando o Acre num patamar de referência onde o desenvolvimento pode estar aliado ao sustentável.


Certificações Sustentáveis


Brasil - Especialistas apontam razões para o crescimento dos selos verdes na construção. Taxa de vacância menor e valor de revenda maior ajudam a entender o interesse pelo tema


Brasil - Entre 2015 e 2016, a procura pela certificação ambiental de construções continuou crescendo no Brasil, apesar do momento de crise no setor. Agora, a expectativa é de expansão a partir de 2017. 

No país, os principais selos que atestam o grau de comprometimento dos empreendimentos com o meio ambiente a responsabilidade social são o Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), a partir da certificação francesa Démarche HQE (Haute Qualité Environnementale), obtido por meio da GBC Brasil (Green Building Council), com base nos Estados Unidos; e o Aqua-HQE, desenvolvido e aplicado no Brasil exclusivamente pela Fundação Vanzolini.

Essas certificações não são obrigatórias pela legislação brasileira, mas a busca por elas é fomentada tanto por uma necessidade de colaborar com o meio ambiente quanto de reduzir custos operacionais e melhorar a imagem das empresas no mercado. 

Os selos atestam que um empreendimento adota medidas sustentáveis ecologicamente corretas na obra no cotidiano do edifício. E pode virar commodity na hora da venda e da revenda do imóvel.

Em 2016, um estudo feito com base nos dados do Geoimóvel, dos mercados corporativos do Rio de Janeiro e São Paulo, comparou o comportamento dos ativos classificados como A e A+, que possuem equivalência com os empreendimentos com certificação Leed. 

A pesquisa apontou que a taxa de vacância de edificios certificados no Rio de Janeiro foi 7% menor do que naqueles sem certificação. Em São Paulo, esse indicc sobe para 9.5%. 

A pesquisa também mostrou que os empreendimentos certificados agregam valor ao investimentos para locação. No Rio de Janeiro, os valores são em média R$ 28,9/m2/mês mais altos do que os não certificados. 

Para São Paulo, os certificados aumentam, em média, R$ 10,4m2/mês o valor do preço pedido de locação. Os números se referem ao segundo trimestre de 2016.

Essa grande procura pelos selos verdes coloca, hoje, o Brasil em 4º lugar no ranking mundial de certiticações Leed, atrás de Estados Unidos, China e Índia. Na América Latina, somos o país líder. 

Desde 2007, quando os processos começaram no Brasil, registramos 1.225 projetos, e 393 já foram certificados até dezembro de 2016", afirma Felipe Faria, diretor executivo da GBC Brasil, certificadora Leed. 

O executivo conta que há projetos em todos os estados brasileiros. exceto em Tocantins.

Clique no link abaixo e leia a reportagem na íntegra
Revista Construção Mercado Março 2017.pdf

Sustentabilidade aplicada no setor da construção será destaque na Expo Arquitetura Sustentável

  • Escrito por  Lead Comunicação
  • Fundação Espaço ECO® (FEE®) apresenta exemplos de estudos e tendências de sustentabilidade do setor
Na terça-feira (04/04), a Fundação Espaço ECO® (FEE®) participou da Ilha do conhecimento, parceria da Sustentech e Expo Arquitetura Sustentável com o objetivo de apresentar as tendências para a Construção Sustentável. 
Ao lado de especialistas em Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) no Brasil, Rafael Viñas, analista de Socioecoeficiência da FEE®, apresentará casos reais de produtos que já tiveram seu ciclo de vida analisado, bem como as tendências de sustentabilidade para o setor.
Segundo dados do Green Building Council Brasil (GBC), há um aumento da exigência para empreendimentos conquistarem o selo de sustentabilidade na nova versão da certificação LEED (v4), que é baseada no conceito de Ciclo de Vida e requer Declaração Ambiental de Produto (DAP) das edificações. Tendência se dá pelo fato de líderes dos mais de 160 países que utilizam a Certificação, fizeram o LEED ser a principal plataforma utilizada para construções sustentáveis, com mais de 170 mil m² certificados diariamente.
Para obter uma DAP, os fabricantes devem possuir seus desempenhos ambientais mensurados por uma Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) de acordo com a regra de sua categoria. Este tipo de ferramenta beneficia a tomada de decisão de clientes, a comunicação com o mercado e a busca pela melhoria contínua do produto.
A certificação LEED beneficia o levantamento das informações sobre a cadeia produtiva de toda a edificação, passando a ser necessária a realização de uma Declaração Ambiental dos Produtos (DAP) que integram a construção. A DAP possibilita uma análise e comparação entre produtos de funções similares, baseada em seu desempenho ambiental durante todo o ciclo de vida.
Entre os produtos que já tiveram uma Avaliação de Ciclo de Vida - estudo necessário para obtenção de uma DAP - elaborada pela Fundação Espaço ECO® (FEE®) está o chuveiro. O que é mais ecoeficiente, tomar banho com chuveiro elétrico, a energia solar ou a gás? Para responder estas questões, a FEE® comparou as três opções, avaliando os impactos ambientais e econômicos para atender a função de um banho quente durante oito minutos. 
Os resultados indicam o chuveiro elétrico como a alternativa que melhor atende a necessidade quando utilizado poucas vezes durante o dia (com temperatura de 45ºC). Porém, acima de três banhos diários e temperaturas abaixo de 40ºC, o sistema de aquecimento por placas solares torna-se a opção mais ecoeficiente.
Um exemplo que demonstra como uma edificação pode ser sustentável está na CasaE, Casa Ecoeficiente da BASF. Em um estudo feito pela FEE®, foi possível notar como este modelo de empreendimento apresenta redução nos impactos econômicos e ambientais, se comparada a uma casa construída de forma tradicional.
Segundo a análise, em seu ciclo de vida, a CasaE apresenta menor consumo de energia (17%), de água (64%), menos emissões atmosféricas de efeito estufa (26%), além de menor potencial de toxicidade dos produtos aplicados (21%). Somente o consumo de água equivale ao abastecimento de mais de 2 mil habitantes em um dia. Ou ainda corresponde ao volume de água consumido em 443 banhos ou em 192 ciclos de uma lavadora de roupa.
“Ao ter esse tipo de informação de seus fornecedores, uma construtora poderá saber qual tipo de material poderá comprar para que seu empreendimento seja mais sustentável, além de obter informações precisas de que sua edificação respeita todos os elos da cadeia produtiva”, afirma Rafael Viñas, analista de Socioecoeficiência da FEE®.
Sobre a Fundação Espaço ECO®
Inaugurada em 2005, a Fundação Espaço ECO® foi instituída pela BASF – empresa química líder mundial – com o apoio da GIZ, agência de cooperação técnica internacional do governo alemão. Ela está situada em São Bernardo do Campo/SP em uma área de aproximadamente 300 mil m² considerada Reserva da Biosfera do Cinturão Verde do Estado de São Paulo pela UNESCO. 
A Fundação Espaço ECO® é um Centro de Excelência em Sustentabilidade Aplicada com a missão de promover o desenvolvimento sustentável no ambiente empresarial e na sociedade, transferindo conhecimento e tecnologia, especialmente pela aplicação de soluções em socioecoeficiência e educação para a sustentabilidade, focando os aspectos sociais, ambientais e econômicos. Mais informações sobre a Fundação Espaço ECO® estão disponíveis no endereço www.espacoeco.org.br.
Sobre a BASF 
Na BASF nós transformamos a química – e estamos fazendo isso há 150 anos. Nosso portifólio de produtos oferece desde químicos, plásticos, produtos de performance e para proteção de cultivos, até petróleo e gás. Como empresa química líder mundial, nós combinamos o sucesso econômico, responsabilidade social e proteção ambiental. 
Por meio da ciência e da inovação, nós possibilitamos aos nossos clientes de todas as indústrias atender às atuais e futuras necessidades da sociedade. Nossos produtos e soluções contribuem para a preservação dos recursos, assegurando nutrição saudável e melhoria da qualidade de vida. Nós resumimos essa contribuição em nossa proposição corporativa: “We create chemistry for a sustainable future” – Nós transformamos a química para um futuro sustentável. 
A BASF contabilizou vendas de mais de €74 bilhões em 2014 e contava com mais de 113 mil colaboradores no final do ano. As ações da BASF são negociadas nas bolsas de valores de Frankfurt (BAS), Londres (BFA) e Zurique (AN). Mais informações sobre a BASF estão disponíveis no endereço www.basf.com.br ou nos perfis corporativos da empresa no Facebook (BASF Brasil) e no Twitter (@BASF_brasil)

A Sustentabilidade na Agenda 2030: o lugar do Brasil nos rankings internacionais

João Antonio dos Santos Lima



Se, por um lado, o Brasil alcançou várias metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), credenciando o país como uma fonte de boas práticas principalmente em áreas sociais, o mesmo não se pode afirmar em questões relativas ao meio ambiente. 

De acordo com o Greenpeace, apesar da redução do desmatamento entre 2005 e 2012, o desmatamento entre agosto de 2015 e julho de 2016 foi de 7.989 km², 29% maior que no período 2014-2015. A título de comparação, a liberação de 586 milhões de toneladas de carbono equivalente se compara à missão de gás por todos os automóveis no Brasil em um período de 8 anos.

No entanto, diante da multiplicidade de indicadores, avaliações e desafios, dois conjuntos de rankings devem ser levados em consideração, antes de determinados pré-julgamentos. 

Em primeiro lugar, há rankings voltados para a avaliação de capacidades, seja exclusivamente sobre o meio ambiente, seja pela noção de desenvolvimento sustentável, que une também questões sociais e econômicas. Nesse caso, o Environmental Performance Index, da Universidade de Yale, classifica o Brasil em 46º, de um total de 180 países, de acordo com 9 temas: 
a) impacto na saúde; 
b) qualidade do ar; 
c) água e saneamento; 
d) recursos hídricos; 
e) agricultura; 
f) florestas; 
g) pesca; 
h) biodiversidade e habitat; 
e i) clima e energia. No Ranking da Robeco and RobecoSAM, o Brasil está em 42º, após a avaliação de 17 indicadores que compreendem pesos para indicadores sociais, de governança e ambientais.

Em segundo lugar, há rankings relacionados às capacidades naturais, isto é, a balança entre o que a natureza produz e o que se consome dela. De acordo com o Ecological Footprint, o Brasil é o nono país com mais créditos, entre produção e consumo. 

A biocapacidade do país excede em 190% o consumo de sua população. 

Nesse ranking, o país fica atrás de Guiana, Congo, República Central Africana, Bolívia, República Democrática do Congo, Timor-Leste, Uruguai e Eritreia. 

Nesse ranking, dois pontos merecem destaques: a diversidade e riqueza ambiental do país; e o nível econômico, em termos de consumo, da sociedade. Por exemplo, no outro extremo, Cingapura tem uma taxa de consumo de 16.000% superior à biocapacidade do país.

Em suma, diante de inúmeros comunicados, análises, indicadores e objetivos, vale a pena ressaltar a natureza de diferentes indicadores, o sucesso absoluto e relativo de políticas chaves, ligadas não apenas à proteção do meio ambiente, como também, àquelas que garantem a estabilidade de curto, médio e longo prazo, contribuindo, assim, para a estabilidade política e econômica dos países.
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Imagem 1 Sustentabilidade aninhada ” (Fonte – Ecological Foodprint):
Imagem 2 Equilíbrio entre meio ambiente, sociedade e economia ” (Fonte):

Economia de Baixo Carbono é meta para o governo brasileiro!




Durante a 22ª Conferência das Partes (COP 22) sobre Mudança do Clima, em Marrakech, no Marrocos, o Governo Brasileiro e instituições internacionais lançaram a Lab Brasil para o Financiamento do Clima. 

A medida mobiliza projetos voltados ao desenvolvimento de uma economia de baixo carbono, contando com a participação de especialistas do setor público, da iniciativa privada e da sociedade civil com o objetivo estabelecer medidas inovadoras capazes de garantir o financiamento para ações de baixa emissão de gases de efeito estufa. ‎

Ocupando um papel estratégico na agenda ambiental mundial, o Brasil definiu as áreas de florestas, agricultura e energia como sendo as prioritárias para implementação de ações sustentáveis, pois os setores são considerados essenciais ao cumprimento das metas nacionais de corte de emissões. Para isso, é preciso reforçar o diálogo com o setor financeiro para explorar oportunidades de negócios, tudo dentro de uma economia de baixo carbono.

Segundo o Portal Brasil, a Lab Brasil faz parte de uma plataforma maior, o Global Innovation Lab, endossado pelo G7, grupo que reúne as principais economias mundiais: 

Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. 

Desde o lançamento, em 2014, o Lab atraiu cerca de US$ 600 milhões (R$ 1,9 bilhão) em compromissos de financiamento para projetos pilotos em energias renováveis, eficiência energética, agricultura inteligente e de uso da terra.

Com a implantação do Lab Brasil foi aberta uma nova frente de trabalho focada no Brasil, pois as propostas que serão selecionadas de acordo com critérios estabelecidos pelo Global Lab, deverão apresentar potencial para apoiar a implementação da meta brasileira de corte de emissões. 

As oportunidades de negócios a serem gerados dentro da economia de baixo carbono são imensas, tendo em vista a movimentação internacional para que sejam aplicadas as metas de redução dos gases do efeito estufa.

Para mais informações entre em contato conosco: 


Agronegócio sustenta maior superávit da história da balança comercial brasileira

Com sete produtos entre os dez mais exportados pelo país em 2016, o campo teve participação decisiva no resultado

                                                                            Jonathan Campos/Gazeta do Povo
Colheita da soja: as exportações da oleaginosa caíram, mas ela continua como a líder no ranking dos produtos mais exportados em 2016

Da Redação, com agências

A balança comercial do Brasil teve o maior resultado positivo da história em 2016. 

Com sete produtos entre os dez mais exportados pelo país em 2016, o campo teve participação decisiva no maior superávit registrado pela balança comercial brasileira desde o início da série histórica, em 1989.

Em parte, o saldo é consequência da recessão econômica no Brasil e do dólar em alta, que levaram a uma queda de 20,1% nas importações. 

Por outro lado, a moeda americana valorizada evitou um tombo maior nas exportações e a receita caiu apenas 3,5%, com destaque para a soja, que ganha pelo montante e continua sendo a campeã do comércio exterior (as vendas da oleaginosa renderam US$ 19,3 bilhões); e para o açúcar também, cujas exportações cresceram 40,35% em receita, totalizando US$ 8,3 bilhões.

Ao todo, o montante exportado pelo Brasil em 2016 foi de US$ 185,2 bilhões e as importações ficaram em US$ 137,5 bilhões, de acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).
Previsão para 2017

Para o secretário de Comércio Exterior e Serviços do MDIC, Abrão Neto, a balança comercial deve registrar em 2017 um superávit semelhante ao de 2016. 
Mas, segundo ele, tanto as exportações quanto as importações devem aumentar neste ano. 

“Não vamos fechar uma base de comparação exata ainda. Pode ser acima de US$ 50 bilhões, mas prevemos um patamar semelhante, entre US$ 47 bilhões e US$ 48 bilhões”, disse. 

A projeção leva em conta um câmbio médio de R$ 3,40. No ano passado, a taxa média do dólar foi de US$ 3,48, disse.
Volume

Apesar da queda na receita com exportações no ano passado, o país bateu recorde na quantidade de mercadorias enviadas ao exterior, com 645 milhões de toneladas, alta de 2,9% em relação a 2015. 

Foi o sétimo aumento anual consecutivo. Diversos produtos registraram recorde no volume comercializado, como minério de ferro, óleos brutos de petróleo, açúcar de cana em bruto, celulose, carne de frango e suco de laranja não congelado.

O destaque negativo nas exportações foram os preços, que caíram 6,2% em média. 

Entre os principais produtos que compõem a pauta de exportações brasileiras, só houve aumento no preço do açúcar em bruto, de 12,3%. A soja teve o menor preço médio desde 2007 (US$ 374,77 / tonelada, queda de 2,98% em relação a 2015); o minério de ferro teve o menor preço desde 2005; e o petróleo em bruto, o menor preço desde 2004.

Adidas produz camisas a partir de plástico retirado dos oceanos




A Adidas e a Parley for the Oceans revelam os primeiros produtos de futebol criados de resíduos plásticos retirados dos oceanos. 

As camisas foram usadas por Bayern de Munique contra TSG 1899 Hoffenheim no dia 5 de novembro, enquanto Real Madrid joga contra Real Sporting de Gijón no dia 26 do mesmo mês.

A adidas e a Parley for the Oceans revelam os primeiros produtos de futebol criados de resíduos plásticos retirados dos oceanos. 

As camisas foram usadas por Bayern de Munique contra TSG 1899 Hoffenheim no dia 5 de novembro, enquanto Real Madrid joga contra Real Sporting de Gijón no dia 26 do mesmo mês.

Feitas a partir de detritos de plástico marinho e com impressões ambientalmente amigáveis e a base de água, a camisa do Real Madrid é inteira branca e a do Bayern inteira vermelha, com os logos dos clubes, as três listras da adidas e as marcas dos patrocinadores na mesma cor das camisas.

O Ocean Plastic usado foi criado a partir dos resíduos de poluição marinha interceptados pelas ações de limpeza feitas pela Parley nas áreas costeiras das Maldivas. 

Para refletir a história exclusiva da camisa e o compromisso com os oceanos, os dois clubes e patrocinadores concordaram em não ter os logos visíveis para tornar as camisas o mais sustentável possível.

O design único também contém inserções de malhas dentro das mangas para melhorar a ventilação, uma fita atrás do pescoço com a mensagem “For the Oceans” (“Para os oceanos”, em livre tradução) e um rótulo da parceria entre as instituições com um chip NFC, que oferece mais informações para os consumidores.

“É um prazer participar dessa jornada e ter a oportunidade de usar o conjunto adidas x Parley em campo pela primeira vez. 

Como todas as nossas ações derivam dos oceanos, é muito importante que a gente faça o que pode para salvá-los. 

Usar o conjunto feito a partir de resíduos reciclados é uma oportunidade fantástica para conscientizar sobre a necessidade de proteger e preservar nossos oceanos. Eu sei que isso é o começo de algo muito especial”, comenta o meio-campista do Bayern de Munique, Xabi Alonso.

“Por ter crescido no Rio de Janeiro, sempre estive próximo do oceano e tenho muitas memórias boas de brincar na praia quando criança. É incrível fazer parte desse projeto e saber que o clube que eu amo está fazendo a diferença para ajudar a manter os oceanos limpos”, afirma Marcelo, zagueiro do Real Madrid.

As camisas adidas x Parley Bayern de Munique e Real Madrid estarão disponíveis no Brasil ainda pelo site: www.adidas.com.br/futebol

Foto: Divulgação adidas