Fazenda de Mato Grosso do Sul é a campeã da sustentabilidade!

A Modelo II adotou integração lavoura-pecuária-floresta e foi a vencedora do prêmio Fazenda Sustentável 2016, entregue pela revista Globo Rural

POR REDAÇÃO GLOBO RURAL

fazenda-sustentavel-vencedores-2016 (Foto: Silvia Gosztonyi/Ed. Globo)Vencedores do terceiro prêmio Fazenda Sustentável foram conhecidos nesta terça-feira (6/12), em São Paulo (Foto: Silvia Gosztonyi/Ed. Globo)



A Fazenda Modelo II, localizada em Ribas do Rio Pardo (MS), foi anunciada nesta terça-feira (6/12) a vencedora da terceira edição do Prêmio Fazenda Sustentável, iniciativa da revista Globo Rural para estimular a adoção das boas práticas na atividade agropecuária. 

A cerimônia de premiação foi realizada no Espaço 400, na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo (SP).

"Queria agradecer a equipe, uma equipe muito comprometida que trabalhou duro para estarmos aqui. Foi uma honra conseguir esse primeiro lugar", disse o gerente administrativo da propriedade, Alvaro Grohmann Neto.

A propriedade vencedora do Fazenda Sustentável neste ano é considerada pioneira na adoção do sistema de integração lavoura-pecuária-floresta. 

Mais de 7,6 mil hectares de pastagens degradadas foram convertidos em plantações de soja, milho, feijão e eucalipto junto com um confinamento para cerca de 20 mil cabeças de gado. 

São 105 funcionários, com atenção para a mão-de-obra feminina, iniciativas de qualidade de vida e educação para crianças.


A segunda colocação no prêmio foi para a Fazenda Porteira Velha, de Pinhão (PR). O dono da propriedade, Silvino Caus, disse que a premiação aumenta a responsabilidade em relação à sustentabilidade do seu negócio. 

"Tenho peso maior nas minhas costas de representar minha região. Vou ser visto de outra maneira e meu desafio é tornar minha fazenda cada vez mais sustentável."
A Porteira Velha está na encosta de um morro, a 1.050 metros de altitude. Começou nos anos 1970 com pecuária de corte, mas, ao longo do tempo, foi diversificando a produção. 

Hoje tem também soja, milho, frutas e erva-mate. Tudo é feito em apenas 40% da área total. 

Os outros 60% estão preservados. O trabalho é coordenado por sete funcionários. 

Eles gerenciam 50 hectares cada um e têm direito à assistência técnica, médica, odontológica e ambiental.
Na terceira colocação ficou a Fazenda Primavera, de Angelândia (MG), ligada aos Montesanto Tavares, antigos donos do Café 3Corações. 

Também fundadora da Suco Mais, a família hoje comanda um império formado por lavouras de café para e florestas plantadas com mogno africano.  

"A gente chegou onde chegou porque nossas atitudes que levaram a esse prêmio são frutos dos valores que temos nas nossas empresas. A sustentabilidade é um trabalho diário nas nossas fazendas", disse Leonardo Tavares.
"Todas essas fazendas cumprem o Código Florestal. Nessas propriedades, a sustentabilidade é encarada como investimento", resumiu o diretor de Redação da revista Globo Rural, Bruno Blecher. 

Ele lembrou, em seu pronunciamento, que as propriedades rurais que adotam as boas práticas na produção, além de serem mais produtivas, têm uma relação melhor com a comunidade onde estão inseridas e valorizam seus produtos.
O concurso
O Prêmio Fazenda Sustentável é realizado pela Globo Rural em parceria com o Rabobank, a World Wildlife Foundation (WWF) e a Fundação Espaço Eco (FEE). Nesta terceira edição, 65 fazendas de várias partes do Brasil foram inscritas. 

Dessas, 37 passaram para a segunda fase de avaliação.  Na fase seguinte, 17 propriedades entre as avaliadas na etapa anterior passaram  por uma nova etapa de análises para a seleção das dez finalistas. 

Estas concorrentes receberam visitas técnicas e os relatórios de avaliação serviram de base para a escolha das vencedoras, feita por uma comissão julgadora.
"O prêmio vai ao encontro do que o banco pensa do agronegócio, um agronegócio produtivo e sustentável", disse Thais Fontes, responsável pelo departamento de sustentabilidade do Rabobank Brasil, uma das instituições responsáveis pela metodologia de avaliação. 

"A gente olha para o pais como grande produtor de alimentos e estamos aí para ajudar o produtor a implantar o Código Florestal", acrescentou o especialista em finanças para sustentabilidade da WWF, Fábio Luiz Guido.
Projetos de arranjos produtivos integrados foram as principais marcas desta terceira edição do concurso. 

A maior parte das propriedades inscritas apresentava sistemas como cafeicultura com floresta, caso da terceira colocada deste ano, ou integração lavoura-pecuária-floresta, exemplo da fazenda vencedora.
"Esse prêmio reforça a maturidade do setor. Hoje podemos dizer que cada vez mais produtores encaram o desafio da sustentabilidade como oportunidade. 

Nossa expectativa é de que os produtores continuem a inserir essas praticas em suas atividades", disse o diretor-presidente da Fundação Espaço Eco, Rodolfo Viana.
Os perfis detalhados das fazendas premiadas está na edição de dezembro da revista Globo Rural, que chega às bancas a partir desta quarta-feira (7/12).

Heródoto Barbeiro apresenta o Prêmio ECO Sustentabilidade 2016

Em sua 34ª edição, a premiação reconhece as principais empresas que são socialmente responsáveis no país



O apresentador do Jornal Record News, Heródoto Barbeiro, será o responsável por conduzir a 34ª edição do Prêmio ECO Sustentabilidade 2016. 

Pioneira em reconhecer empresas que adotam práticas socialmente responsáveis desde 1982, a premiação ocorrerá nesta quarta-feira (07), às 18h30.

Considerado o mais respeitado prêmio de sustentabilidade empresarial do país, já impulsionou a participação de 2064 companhias brasileiras e multinacionais, com um total de 2563 projetos inscritos em todos os 34 anos de premiação.

As modalidades dessa edição são: 
Sustentabilidade em Processos e sustentabilidade em Produtos ou serviços.

O Evento será realizado na Amcham Business Center, em São Paulo, com o apoio da Record News.

Sobre a Record News

Criada em 2007, a Record News leva informação de qualidade para 106 milhões de telespectadores potenciais em todo o país e cerca de 34 milhões de domicílios. 

Credibilidade, expertise, inspiração e diversidade são alguns dos valores da marca. www.recordnews.com.br.




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Sustentabilidade pode abrir novos mercados e opções de investimento, dizem especialistas

Em encontro do empresariado brasileiro no Fórum Pacto Global, em São Paulo, especialistas afirmaram que a Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável representa um novo modelo de negócios que pode gerar oportunidades inéditas de investimento.
Fórum Pacto Global reuniu empresariado brasileiro para discutir sustentabilidade nos negócios. Foto: Rede Brasil do Pacto Global / Fellipe Abreu
Fórum Pacto Global reuniu empresariado brasileiro para discutir sustentabilidade nos negócios. Foto: Rede Brasil do Pacto Global / Fellipe Abreu
Em encontro no início de novembro (9), em São Paulo, representantes do empresariado brasileiro discutiram soluções para tornar atividades produtivas mais sustentáveis. Reunidos no Museu de Arte de São Paulo para o Fórum Pacto Global, executivos debateram como implementar a Agenda 2030 das Nações Unidas.
Para Ursula Wynhoven, chefe de Sustentabilidade Social, Governança e Integridade do Pacto Global — iniciativa da ONU para mobilizar o setor privado em prol do crescimento econômico consciente —, “os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) não só estabelecem onde devemos estar daqui 15 anos, como também abrem novos mercados para companhias de todo o mundo”.
Segundo ela, os ODS representam um novo modelo de negócios, comprometido em criar soluções para enfrentar os problemas do planeta.
Representante do PNUD falou, Jean Bernardini, falou sobre papel do setor privado no cumprimento dos ODS, Foto: Rede Brasil do Pacto Global / Fellipe Abreu
Representante do PNUD falou, Jean Bernardini, falou sobre papel do setor privado no cumprimento dos ODS, Foto: Rede Brasil do Pacto Global / Fellipe Abreu
Também presente, o assessor de Parcerias do Escritório Regional do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para a América Latina e Caribe, Jean P. Bernardini, destacou que “o setor privado é responsável pela criação de 90% dos empregos, mais de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) e cerca de 80% do fluxo de capitais nos países em desenvolvimento”. 
“Portanto, calculamos
que em 89 das 169 metas dos ODS, as empresas terão um papel direto e primordial”, disse.
O especialista da agência da ONU afirmou ainda que a Agenda 2030 oferece uma oportunidade para novas oportunidades de investimento e inovação tecnológica.
Representando o Ministério do Meio Ambiente, o secretário de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, Edson Duarte lembrou que “no Brasil 26 milhões de toneladas de tudo aquilo que é produzido de alimentos no ano tem como destino o lixo”. Para reverter esse cenário, é necessário tornar produção e consumo mais eficientes e reduzir custos através de estímulos a parcerias entre governo e sociedade.

Troca de lâmpadas garantirá ao TJPA economia de R$ 60 mil ao ano

No Tribunal, foram substituídas 590 lâmpadas

Um projeto de eficiência energética no edifício sede do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) possibilitou a substituição de 350 lâmpadas internas fluorescentes por led e 140 lâmpadas externas e seus reatores por lâmpadas de maior eficiência. 

A troca faz parte de um termo de cooperação técnica celebrado entre o TJPA e as Centrais Elétricas do Pará S/A (Celpa), com o objetivo implantar ações que busquem racionalizar o uso de energia elétrica, uma vez que o TJPA reuniu pressupostos que o enquadram no Programa de Eficiência Energética realizado pela concessionária.

As substituições foram realizadas no andar térreo do prédio e na área do estacionamento na primeira quinzena de novembro. 

O projeto englobou a substituição de 350 lâmpadas internas fluorescentes de 32W por lâmpadas de led de 20W e 140 lâmpadas externas do tipo Vapor Metálico de 150W por lâmpadas de 70W com as mesmas características. 

De acordo com o estudo de eficiência energética da Celpa, a economia de recursos naturais e econômicos foi calculada em torno de mais de R$ 60 mil reais durante um ano.

Coordenadora do Núcleo Socioambiental, Evelise Rodrigues explicou que a ação fez parte de uma Chamada Pública, na qual os projetos de eficiência energética selecionados são custeados em sua totalidade pela distribuidora em cumprimento às determinações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de que as empresas concessionárias do serviço público de distribuição de energia apliquem 0,5% da Receita Operacional Líquida (ROL) em Programas de Eficiência Energética (PEE). 

Os critérios básicos de seleção de projetos atendem aos Procedimentos do Programa de Eficiência Energética (PROPEE), definidos pela Aneel, a partir da Resolução Normativa n° 556, de 2 de julho de 2013.

O projeto foi acompanhado pelas secretarias de Administração e de Engenharia e pelo Núcleo Socioambiental. 

O engenheiro Carlos Bremgarther esclareceu que a Celpa realizou um estudo no edifício sede por meio do Centro de Excelência em Eficiência Energética da Amazônia (Ceamazon) da Universidade Federal do Pará (UFPA), que elaborou um pré-diagnóstico energético, contendo um levantamento preliminar das oportunidades de eficientização, os custos estimados de materiais, serviços de instalação, medição e verificação. 

No pré-diagnóstico, constaram as ações para o descarte de materiais, os relatórios técnicos e os custos da distribuidora, além da previsão de resultados energéticos em termos de redução de consumo e de demanda no horário de ponta.

Fonte: Coordenadoria de Imprensa 
Texto: Will Montenegro 
Foto: WEB


Geração de energia solar cresce 600% no Paraná em um ano

Apesar de estar apenas “engatinhando” no setor, Estado tem potencial superior ao da Alemanha

Rodolfo Luis Kowalski

Painéis instalados em telhado de casa de Curitiba captam energia solar (foto: Franklin de Freitas)

Embora ainda incipiente, a geração de energia solar começa a surpreender no Paraná. Entre novembro de 2015 e novembro deste ano o número de ligações de geradores solares à rede da Companhia Paranaense de Energia (Copel) registrou uma verdadeira explosão, crescendo 600% no período e saltando de 100 para exatos 700 pontos. 

Em outubro, a geração solar excedente (não consumida nas unidades e injetada na rede da Copel) alcançou 225 megawatts-hora (Mwh), o suficiente para suprir de energia 1.300 residências.


De acordo com André Zeni, gerente de atendimento de acessantes de geração distribuída da Copel Distribuição, dois fatores explicam a alta na geração de energia solar no país — o encarecimento do preço da energia, que ao longo dos últimos anos sofreu seguidos reajustes, e o barateamento da tecnologia e do custo de instalação de sistemas fotovoltaicos.

“Temos algumas suspeitas (sobre o que levou ao crescimento de 600%). 

A principal é o preço da energia que subiu, incentivando a população a empreender e buscar soluções alternativas, já que esse investimento, que era de longo-prazo, passou a ser de médio-prazo”, afirma Zeni.

“Outro fator é a tecnologia. Hoje temos mais fabricantes e, com essa disseminação da tecnologia, temos um aumento nesse tipo de instalação nas residências do Paraná”, complementa.

Gerson Tiepolo, professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e especialista em energia solar, aponta ainda um terceiro motivo para a expansão dos geradores de energia fotovoltaicos: a ótima capacidade do Paraná para produzir energia solar.

Para se ter noção, o potencial médio do Estado é 58,7% superior à da Alemanha, segunda maior produtora de energia solar do mundo, atrás apenas do Japão.

“Começa-se a ter o entendimento de que o Paraná tem um potencial elevado, e inúmeras pesquisas realizadas pela UTFPR mostram isso.

Até então havia um desconhecimento sobre o potencial de energia no estado, um potencial em torno de 59% superior ao potencial da Alemanha e superior a praticamente todos os países da comunidade europeia”, argumenta o especialista.

Apesar dos avanços, contudo, ainda há muito o que se melhorar. Prova disso é que o Paraná é um dos únicos estados que ainda cobra ICMS no modelo de compensação de energia.

Dos 26 estados mais o Distrito Federal, apenas seis ainda não fizeram a isenção do imposto, que possui uma taxação elevada no estado, de 29%. 

“Esses 29% sobre a energia que estou compensando acaba prejudicando meu prazo de retorno, que acaba sendo maior do que podeira ser”, explica Tiepolo.

“Já existem várias conversas e até projeto de lei para obrigar essa isenção.

Com ela, acredito que tenhamos um impulso ainda maior na disseminação dessa fonte no Paraná”, finaliza o especialista.

Fonte: www.bemparana.com.br

Aposentada das passarelas, Gisele Bündchen apresenta programa sobre meio ambiente

A modelo e apresentadora estreia segunda temporada do programa 
'O planeta em perigo'
Preocupada com o meio ambiente, a ex-modelo apresenta 'O planeta em perigo' (National Geographic/Divulgação)
Preocupada com o meio ambiente, a ex-modelo apresenta 'O planeta em perigo'
 
Aos 36 anos Gisele Bündchen ainda é símbolo do glamour e do mundo da moda. A modelo estreia o programa 

O planeta em perigo, hoje, no Nat Geo, com nova temporada, às 23h45. Na atração, que ganhou o Prêmio Emmy de melhor série factual em 2014, Gisele viaja ao lado de Arnold Schwarzenegger em um episódio para o Oriente Médio e para a maior floresta tropical do mundo, no Brasil, para investigar problemas e soluções para o meio ambiente.

A nova temporada traz nos oito episódios figuras conhecidas de Hollywood que viajam o mundo para contar histórias de pessoas que lutam contra os problemas climáticos e degradantes do meio ambiente. 

Além das passarelas, a modelo é conhecida por seu engajamento na luta pela preservação do nosso planeta.

Bündchen é engajada nas causas sociais. Participou da campanha I am african, sem receber cachê, com o fim de alertar para a falta de atenção à situação das vítimas do HIV. 

Ela também já doou o salário de uma semana de desfiles na SPFW para o programa Fome Zero.

Aliás, essa doação é uma tônica na vida de Gisele, que doa uma parte dos lucros da venda de sua linha de sandálias da marca Ipanema a projetos como ISA, De Olho nos Mananciais e Nascentes do Brasil. 

Em 2009, foi nomeada como Embaixadora da Boa Vontade pelo Programa das Nações Unidas para o meio ambiente.

Gisele desfila ao som de Garota de Ipanema na abertura dos Jogos Olímpicos (Franck Fife/Divulgação)
Gisele desfila ao som de Garota de Ipanema na abertura dos Jogos Olímpic

Trajetória

Gisele Bündchen é gaúcha, nascida na cidade de Horizontina, interior do Rio Grande do Sul. A bela tem cinco irmãs, entre elas uma gêmea chamada Patrícia. 

Gisele começou a carreira de modelo com apenas 14 anos, quando foi descoberta por uma agência de modelos durante um desfile para debutantes.

A modelo brasileira estourou no mundo fashion, fez diversos anúncios e fotos para grifes como Valentino, Victoria’s Secret, Versace, Ralph Lauren, Dolce & Gabbana, Colcci, Tommy Hilfiger, entre outros.

Em 2000, ganhou o prêmio de modelo do ano pela revista Vogue. Foi eleita pela Forbes, entre 2004 e 2016, como a modelo mais bem paga e, em 2013, como uma das 100 mulheres mais poderosas do mundo.

Depois de uma carreira brilhante nas passarelas, Gisele anunciou sua aposentadoria na São Paulo Fashion Week, em março de 2015. Depois disso voltou às passarelas apenas esporadicamente, como na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Gisele também participou dos filmes Taxi (2004), como Vanessa, e de O diabo veste Prada (2006), com uma participação especial interpretando Serena.
A modelo aproveita a praia com os filhos e o marido, Tom Brady (Internet/Reprodução)
A modelo aproveita a praia com os filhos e o marido, Tom Brady
Vida Pessoal

Gisele namorou o ator Leonardo DiCaprio. Eles chegaram a ser noivos durante cinco anos. Mas o relacionamento terminou em 2005. 

Atualmente, é casada desde 2009 com o quarterback do time New England Patriots, Tom Brady. Em 2015, a mídia suspeitou de uma possível separação, mas Gisele e Tom, que têm dois filhos, continuam casados e felizes.

SERVIÇO

O planeta em perigo – Nova temporada. Hoje, às 23h45, no Nat Geo.

PESQUISA DESENVOLVIDA NA UNOESC DISPONIBILIZA ENERGIA ELÉTRICA GRATUITA EM PONTOS DE ÔNIBUS


Uma pesquisa desenvolvida na Unoesc Joaçaba promete facilitar a vida dos acadêmicos, professores, funcionários e demais pessoas que frequentam o campus 1 e o 2 da universidade. 

O projeto científico, que para desenvolvimento recebeu recursos do Fundo de Apoio à Pesquisa (FAPE) da Unoesc, oferta energia elétrica gratuita em pontos de transporte público coletivo. 

O trabalho, intitulado “Carregadores inteligentes utilizando energia fotovoltaica em locais de embarque e desembarque de passageiros em transporte público de uso coletivo”, foi desenvolvido pelos professores do curso de Engenharia Elétrica, Maxwell Martins de Menezes e Kleyton Hoffmann, além do acadêmico da 9ª fase, Alexandre Pereira, que atuou no projeto como bolsista. 

Segundo o professor Maxwell, que também é coordenador de Engenharia Elétrica do campus de Joaçaba, a pesquisa propõe utilizar painéis fotovoltaicos para disponibilizar energia elétrica à comunidade que frequenta o campus 1 e o 2 da Unoesc, de forma gratuita, a partir de uma fonte renovável de energia. 

— Apesar da aplicação deste projeto ser em locais urbanos, o mesmo pode ser utilizado como uma solução para locais remotos, onde a energia elétrica não está disponível. 

Outro ponto é que como os painéis fotovoltaicos utilizam uma fonte de energia considerada renovável, o projeto contribui para a redução de CO² no meio ambiente — disse o professor sobre os benefícios da pesquisa à sociedade.

O equipamento, que é responsável por captar a energia solar e convertê-la em eletricidade, foi instalado em dois pontos estratégicos e de grande movimento da Unoesc Joaçaba. 
No campus 1, está localizado no principal ponto de ônibus, em frente ao Bloco Administrativo. Já no campus 2, encontra-se no estacionamento, em frente à parada dos ônibus.

Conforme o professor, a próxima etapa do projeto será a realização de novos estudos, com o intuito de desenvolver equipamentos que possam melhorar a eficiência energética do sistema implementado. 

Pesquisa resulta na oferta de energia elétrica gratuita em pontos de transporte público coletivo