TURISMO ENCABEÇA PRIORIDADES

Pré-candidatos a prefeito de Maceió apresentam propostas para uma das áreas que mais aquecem o mercado alagoano


Conhecida por suas belezas naturais, cartões postais da cidade, Maceió recebe o ano inteiro turistas de todo o País e estrangeiros que vêm à capital atraídos principalmente pelas praias, a gastronomia e o clima. 

Cuidar desse patrimônio natural e dos demais atrativos que compõem acervos turísticos é dever de todo gestor e da coletividade. 

O turismo, quando bem explorado, é fonte de renda, de emprego para uma comunidade. Nesta semana, os pré-candidatos a prefeito apresentam suas propostas para o segmento.



PAULO MEMÓRIA (PTC)

O turismo é uma atividade econômica da maior importância para uma cidade, Estado e País. Trata-se de uma indústria de serviços com forte capacidade de geração de trabalho e renda.

O turismo tem papel preponderante no desenvolvimento econômico e social de qualquer cidade, atraindo investimentos privados e possibilitando o crescimento da rede hoteleira, de um polo gastronômico e do comércio em geral.

Esta atividade representa um aumento de arrecadação dos municípios e dos estados beneficiados por atrativos incentivadores do turismo, permitindo o uso dessas receitas em melhorias na saúde, na educação e na infraestrutura urbana em geral.

Uma das oito diretrizes do G-8 que defendemos é o Desenvolvimento Sustentável e a Preservação Ecológica.

O nosso principal patrimônio é o meio ambiente. Por esta razão, sobretudo a questão do planejamento estratégico, é fundamental para uma boa política de gestão do setor.

Pretendo criar um Conselho de Turismo, envolvendo todos os agentes públicos e privados do setor, para pensarmos o turismo de forma a maximizar os seus aspectos positivos e minimizar os impactos negativos, dos quais um dos principais é a poluição gerada pela atividade.

Proporei a instituição de um inventário de turismo municipal. O objetivo desta medida será o de termos um diagnóstico permanente da situação real da atividade, com um cadastro atualizado de hospedagem, restaurantes, empresas de eventos e centros de convenções, supermercado, farmácias, postos de gasolina e comércio em geral, para, desta forma, conhecendo a realidade presente, planejarmos melhor as políticas públicas para o futuro do segmento. 

Não restam dúvidas de que os principais atrativos turísticos da capital alagoana são as praias e as belezas naturais. Maceió é uma bela cidade, com muitas opções não exploradas, a exemplo dos mercados do artesanato e da produção, a implementação de um bairro com atividades noturnas e culturais, como o Jaraguá que poderia estar para Maceió como a Lapa está para o Rio de Janeiro, a colocação de uma festa junina no calendário turístico nacional, que poderia ser, por exemplo, a Festa de São Pedro e até avaliarmos a volta do Maceió Fest, dentre outras atividades.

No âmbito da visão do turismo estratégico, irei propor também aos prefeitos das cidades circunvizinhas a Maceió, um Fórum Metropolitano Estratégico de Turismo, com atuação conjunta e interligada desses municípios na exploração do turismo de lazer, ecológico, da terceira idade, religioso ou de negócios.


PAULÃO (PT)

Fui membro da Comissão do Turismo na Câmara dos Deputados e participei da formulação de políticas públicas para o setor, que, em qualquer lugar do mundo, é considerado um instrumento de desenvolvimento sustentável, capaz de impulsionar a economia, melhorar os indicadores sociais e de erradicar a pobreza, desde que tenha na gestão dos negócios compromissos afinados dos setores públicos e privados.

O Brasil hoje é considerado um dos principais destinos turísticos do mundo, gerando uma receita anual de quase US$ 7 bilhões. Não se pode desprezar essa indústria. O turismo, portanto, define contribuições do setor para o desenvolvimento econômico, social e a erradicação da pobreza.

O turismo precisa ser visto como um a gerador de oportunidades de emprego e empreendedorismo. Mas, além disso, uma ferramenta de incentivo à inovação e ao conhecimento.

O alinhamento do desenvolvimento turístico versus a questão ambiental é uma demanda do mundo inteiro. Para se ter uma ideia, o acelerado crescimento do turismo, a partir dos anos 50, resultou na degradação ambiental de inúmeros recursos turísticos no planeta.

Os indicadores apontam um crescimento contínuo da atividade, de cerca de 4% a 5% ao ano, e, consequentemente, os impactos sobre o meio ambiente também se intensificam.

Esse risco, reconhecido atualmente pela maioria dos governos dos países receptores de turistas, faz com que se tomem iniciativas que proporcionem tanto uma evolução dos aspectos favoráveis do turismo como a proteção ambiental.

O fundamental é que haja uma preparação tanto do setor, envolvendo gestores e comunidades beneficiadas, para que se entenda que como o meio ambiente constitui um elemento fundamental do turismo, sua “manutenção sadia” é essencial para a evolução da atividade.

Devemos estar sempre vigilantes e na permanente busca equilíbrio harmônico para o desenvolvimento da atividade que é impactante, principalmente na costa brasileira e em Maceió os exemplos são muitos nas duas vertentes.

Precisamos pensar no turismo sustentável, onde é possível construir um roteiro atrativo para o turista, mas ao mesmo tempo proteger a integridade cultural da região e o meio ambiente.

Para isso, é necessário um planejamento amplo, que tem como objetivo minimizar os impactos negativos, e estimular os impactos positivos.

Não se desenvolve políticas públicas para um setor tão estratégico da economia sem um diálogo franco com os representantes do segmento, os empreendedores e a própria sociedade.

Sobretudo, porque a gente fala em políticas públicas é preciso ter em mente quem é que vai se beneficiar delas e qual a diferença que devem fazer no setor. O objetivo das políticas públicas resume-se em atender a demanda da sociedade através da efetivação dos direitos de cidadania, gerando desenvolvimento com a promoção de empregos, saúde, educação, melhoria na infraestrutura, redistribuição de renda, entre outros.

O que cabe aos gestores é organizar as intervenções públicas para o desenvolvimento da atividade turística, através de prévios processos de planejamento das regiões turísticas, buscando sistematizar e planejar a expansão das atividades, através da definição de macro estratégias com o sentido de integrar a mão de obra no processo de desenvolvimento regional, estadual e municipal. Isso, aliás, está consolidado no Prodetur, que é o programa nacional que norteia as políticas públicas para o setor.

O que precisamos aqui é incentivar a descentralização do segmento e discutir o surgimento de novas modalidades que possam atrair o turista nacional e internacional. Tudo isso com incentivos definidos da gestão pública.

Não restam dúvidas que nossas belezas naturais, nossa orla falam por si só e atraem turistas do mundo inteiro. Mas, infelizmente, muitas das nossas praias sofrem com esgotos sendo despejados no mar.


JHC (PSB)

Infelizmente, o poder público não compreende o potencial da nossa capital, já que o turismo responde por parcela significante dos empregos e economia.

Para se ter uma ideia, nosso aeroporto estava abandonado e, como deputado federal, consegui a instalação de novas pontes de embarque, estacionamento coberto, loja dutyfree, enquanto que a Prefeitura e o governo estadual se mantiverem omissos.

É inadmissível que o esgotamento sanitário da Bacia da Pajuçara ainda não seja uma realidade, ou que as línguas sujas contaminem nossas praias e tornem nossas enseadas focos de doenças.

Maceió uma cidade balneário, vibrante, não deve a nenhuma outra capital do mundo em termos de beleza natural, nos cabe fornecer uma estrutura que expanda ao máximo esse potencial.

Precisamos também de alternativas aos poucos dias de chuva. O turista não pode ficar dentro do quarto do hotel apenas porque o clima não “está para praia”. Nesse sentido, deve-se prestigiar programações culturais como museus, ou a rica história local, inclusive nossa raiz indígena, que simplesmente é ignorada em Maceió.

É muito importante não perder de vista que é o setor privado o responsável por tocar esse setor, o poder público tem a obrigação de ser parceiro desse projeto, não criar embaraço para seu desenvolvimento ou aumentar a carga tributária.

Ao contrário: tem-se que empoderar essas empresas e as pessoas – especialmente os guias – e permitir que nosso potencial turístico seja explorado. Capacitar nossos taxistas, para melhor atender aos turistas.

Viabilizar Maceió como locação de filmagens, entrar em contato com setores de entretenimento como Netflix para que produções sejam realizadas aqui.

À administração cabe assegurar as condições estruturais e a divulgação do que temos a oferecer. Ao invés de gastar R$ 21 milhões em propaganda, poderíamos divulgar Maceió para que mais turistas venham à cidade.

Mais turismo significa novos hotéis, restaurantes cheios, taxista que roda mais, a rendeira que venderia a sua arte. O retorno seria maior e melhor do que o marketing tosco que vende uma cidade que os maceioenses sabem que não existe.

As praias distantes do Centro, como Ipioca e Guaxuma, também carecem de uma melhor estrutura.


CÍCERO ALMEIDA (PMDB)

O turismo oferece várias oportunidades de trabalho e geração de renda: nos hotéis, restaurantes, agências de viagens e até ocupações que exigem menos formalidade como prestadores de serviços da orla e jangadeiros.

A cidade que se prepara na infraestrutura e serviços, informação e comunicação atende às necessidades sociais e econômicas da sua população, e quando ela é boa para o seu morador, com certeza será boa para o turista.

Entender esta importância socioeconômica e usar adequadamente os atrativos naturais ou culturais, seja turista ou não, é uma forma de valorizar e cuidar de nossa cidade.

De 2005 a 2012 Maceió deu um salto no turismo e ainda hoje vemos este resultado. Priorizamos a promoção externa participando de quase todos os eventos do setor e inovando, na época, com apresentações sobre “como vender Maceió”.

Com parcerias, trouxemos inúmeros agentes de viagens e jornalistas para conhecer ou atualizar-se com a cidade que modificamos. Organizamos a venda do artesanato aos visitantes, no Porto, feiras etc, Centros de Atendimento ao Turista num shopping, na orla, rodoviária, Aeroporto, Mercado de Artesanato, Centro de Convenções, sem gastar um centavo.

Levamos até grupo de Boi e de Coco de Roda para São Paulo! E veja quantos hotéis, pousadas, restaurantes, e outros negócios abriram neste período.

O empresário investiu porque a cidade melhorou, teve a orla requalificada, melhorias viárias, instalação de dois shoppings centers e expansão da cidade para o Litoral Norte.

Vamos manter bom relacionamento com o mercado emissor, aproveitar novas plataformas de comunicação usando o marketing digital para divulgar Maceió e elaborar junto com o trade um calendário de eventos e ações para que Maceió seja visitada não somente no verão e sim o ano inteiro.

Executar as políticas públicas em parceria com o Ministério do Turismo, buscar parcerias para desenvolver o turismo náutico e sua diversidade, implantar o trem turístico que integra cultura e natureza além de promover a gastronomia com roteiros propostos, tanto em locais populares quanto nos restaurantes de chefs conhecidos mundo afora, como fizemos o

“Ande pela cultura, navegue pelos museus” e o potencial criativo, fomentando oficinas, para que o turista se relacione emocionalmente com as singularidades das comunidades seja do bordado filé, no Pontal, ou das guloseimas, em Riacho Doce.


RUI PALMEIRA (PSDB)

O turismo é uma das atividades econômicas mais dinâmicas, criativas e inclusivas de uma cidade, porque beneficia não só o visitante, como toda a comunidade local. O investimento no setor significa a estruturação dos atrativos naturais, a preservação das tradições gastronômicas e o estímulo à produção artística. Além disso, a vocação turística proporciona uma melhoria expressiva da qualidade de vida dos moradores.

A gente sabe que o maceioense tem à sua disposição – 365 dias do ano – um paraíso natural sem comparativos, que é cobiçado por viajantes do Brasil inteiro.

Isso significa ter no “quintal de casa” uma área de lazer ao ar livre que inclui um grande jardim de coqueiros se debruçando sobre o Atlântico, uma pista de caminhada e corrida absolutamente inspiradora, piscinas naturalmente aquecidas, quadras, wi-fi grátis, uma academia ao ar livre com equipamentos modernos e orientação profissional, festivais culturais de verão e ainda uma reserva de Mata Atlântica, com direito a apresentações de música clássica, ioga e trilhas ecológicas.

Não é em qualquer capital do País que os moradores contam com esse tipo de “serviço” gratuito a poucos quilômetros de casa. Cabe ao poder público proteger esse patrimônio com dedicação e inovação.

Além do bem-estar, a geração de renda é outro fator extremamente positivo quando falamos do segmento. Estamos entre o segundo e quarto destino mais vendido por grandes operadoras do País.

São aproximadamente 800 mil turistas por ano, segundo indicadores da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Turismo de Alagoas, que fomentam cerca de 500 empresas oficialmente ligadas ao turismo como hotéis, operadoras e empreendimentos gastronômicos.

E é importante ressaltar que o turismo tem um efeito multiplicador de recursos que é até difícil de mensurar pela quantidade de outros negócios e pessoas que ele envolve, seja no comércio, no artesanato, na cultura e na prestação dos mais diversos serviços.

Acreditamos que a capital possui todas as condições para se beneficiar de um modelo de turismo cada vez mais capaz de conciliar as múltiplas oportunidades oriundas do segmento, seja no setor hoteleiro, na área de serviços, gastronomia, cultura e esportes náuticos, por exemplo, com mínimo impacto na paisagem e sustentabilidade da atividade.

Para isso temos investido em parcerias público-privadas que garantam recursos e apoios necessários para melhorar a qualidade ambiental dos nossos atrativos. Um exemplo é o projeto atualmente executado junto à empresa Braskem para a drenagem da orla.

A construção de 11 estações elevatórias através da iniciativa irá desviar o fluxo das galerias pluviais que hoje deságuam na orla principal da cidade.

O principal objetivo é, inicialmente, garantir a balneabilidade das praias da Pajuçara até a Jatiúca. Agora em julho já contaremos com primeiro ramal da obra, que tem previsão de conclusão total até a temporada 2016/2017.

A revisão do Plano Diretor da cidade também é uma estratégia essencial para planejar e fomentar a sustentabilidade da atividade turística. Nessa gestão, o plano está sendo construído de forma participativa com toda a comunidade com previsão de ser finalizado ainda este ano.

Com ele, a lei passa a incluir a regulamentação da orla norte de Maceió que foi excluída da primeira versão. Isso vai assegurar um formato de desenvolvimento efetivamente sustentável, com controle da expansão imobiliária e critérios sociais, ambientais e culturais.

Existe, inclusive, no Plano, uma lei de incentivo de atração de empreendimentos turísticos mais integrados com a paisagem, com arquitetura horizontal, baixa densidade e menor ocupação do solo, para estimular a proteção das paisagens naturais e as características da região.

Fonte e mais informações: www.gazetaweb.globo.com

Livros infantis falam sobre preservar o meio ambiente


Capa do Clubinho mostra estante com os livros que falam sobre a natureza.
Uma educação transformadora é aquela que nos possibilita mudanças para melhor. 

É a que nos põe em constante movimento no sentido de olharmos nossa realidade e procurar mudar o que não vai bem. 

Neste sentido, muitos livros têm sido escritos a fim de nos inspirar hábitos e atitudes relacionados a qualidade de vida, cidadania e sustentabilidade. 

Listamos, abaixo, nove obras que abordam, de uma maneira interessante, o cuidado com o meio ambiente. 

São obras que fazem parte de uma coleção que a Editora Evoluir está publicando com o objetivo de despertar o interesse e a reponsabilidade. 

Confiram: 

Cartas da Terra

Este livro divulga cartas trocadas entre a Mãe Terra e uma galera que quer mudar o mundo. 

Elas foram escritas no início do século XXI, em algum lugar não identificado do planeta, para lembrar a responsabilidade que temos uns para com os outros, com a grande comunidade da vida e as futuras gerações. 

E também para celebrar a possibilidade de construir um mundo melhor, a partir do empenho de cada um de nós.


O Menino que rio

A história do livro é inspirada no projeto Rios e Ruas, que oferece o reconhecimento das principais bacias hidrográficas de São Paulo e a exploração in loco dos rios e riachos das cidades, soterrados ou não. 

Relata vivências em expedições da nascente à foz dos cursos d’água. Nascente é onde o rio nasce; foz é onde ele desemboca. 

Como sabemos, todos os rios correm para o mar. Mas se as nascentes ficam bloqueadas por lixo, o caminho é interrompido e a fonte pode secar.


Guardião da cidade

Cuidar do meio ambiente e buscar a sustentabilidade do planeta Terra são o fio condutor desta história, onde o protagonista é o menino Ian que, ao lado de seus pais, acompanha a triste realidade dos povos e as consequências das mudanças climáticas na vida de todos. 

As pessoas desavisadas não entendem que quando jogam lixo nas águas, queimam árvores e destroem a fauna e a flora estão condenando o planeta à morte.


Era uma vez na floresta

Alguns livros são retrato de algo que o escritor viu. Mas às vezes um autor se inspira numa música que ouviu. 

É o caso deste “Era uma vez na floresta”, baseado na música “A Saga da Amazônia”, do compositor Vital Farias. 

Sua história atual, dramática e envolvente, fala da floresta Amazônica, palco de uma enorme biodiversidade e de lendas, conflitos e disputas motivadas pela cobiça do homem nos últimos 500 anos. 

É um texto épico, ou seja, ele fala de lutas.


Um sonho cor de verde

A Mata Atlântica já foi imensa. Ia de Norte a Sul do Brasil. 

Veio o machado, veio a motosserra, veio a ambição do homem e ela foi diminuindo, diminuindo, diminuindo... 

O que era mata virou cidade, indústria, fábricas, usinas. Os bichos tiveram que se amontoar no que sobrou da floresta. 

E agora? Será que um sonho cor de verde pode modificar essa situação? 

Bom, sempre é possível mudar o que está ruim, quando queremos de fato. 


Heróis em defesa da água

A parte externa do Planeta Terra é recoberta por água em aproximadamente 70% de sua extensão. 

Tem água de toda qualidade: sólida, líquida e gasosa. De todo este reservatório, os oceanos contribuem com a maior parcela - 97,3% do conjunto. Aparentemente o Homem tem a sua disposição muita água. 

Mas é preciso lembrar que somente 0,007% dela pode ser consumida. Precisamos economizar!


Heróis e os desafios do meio ambiente

Os Heróis são os protagonistas desta história. Eles encaram grandes missões para salvar o planeta da degradação ambiental. 

Nesta aventura mostram a importância do meio ambiente e de sua conservação dando dicas de como purificar o ar, cuidar do solo, manter as águas limpas, proteger os animais e repensar o destino do lixo. 

Se o ser humano realmente quiser, ele pode reverter a catástrofe. Basta ter vontade e partir para a ação.


A mensagem que veio do mar

A obra mostra, de uma forma simples e interessante, a história de uma Baleinha que foi capturada por pescadores, mas que conseguiu se salvar com a ajuda de todos os seus amigos do mar. 

Na vida dos animais pode acontecer o mesmo que sucede aos homens: a união faz a força, porque onde uma só voz é fraca, um coral pode ser muito forte. 

Em parcerias verdadeiras podemos fazer grandes coisas e mudar o mundo para melhor


A árvore que queria andar

A árvore que queria andar é um livro cuja história mostra às crianças como podemos ir a lugares maravilhosos deste e de outros mundos usando apenas nossa imaginação e criatividade. 

O relato também relembra a importância de uma relação equilibrada, leve e harmoniosa com a natureza. 

Árvores têm raízes. 

Nós, humanos, temos um história que também nos liga à Terra. 

E com nossa capacidade de sonhar vamos muito longe, mesmo sem sair de casa. 

Para adquirir livros entre em contato: vendas@evoluir.com.br.

Mãe e filha produzem mudas em cascas de ovo e doam nas ruas de cidade em Santa Catarina

Quem não passou pela experiência de plantar um pé de feijão no algodão quando estava na escola? 

A pequena Alicia Nunes Micheluzzi, de três anos, tem uma história mais elaborada para contar: ela já plantou e doou mais de 1000 mudas, quase todas criadas em cascas de ovos.


A ideia partiu da mãe, Ana Glória Nunes, que é engenheira florestal. As duas começaram a plantar sementes de frutas e legumes que consumiam. 

O número de plantas foi crescendo e elas decidiram doar para os conhecidos de Blumenau (SC). 

Como ficou difícil arranjar tantos vasos, veio a alternativa das cascas de ovos.


Ana explicou ao Ciclo Vivo que a opção pelas cascas se deu pelo tamanho, por não precisar de muita terra e também por serem “vasos” biodegradáveis e que poderiam até servir de adubo para a própria planta. 

Vale lembrar que elas são esterilizadas antes de receberem as sementes, para evitar qualquer contaminação.


Estabelecimentos comerciais da cidade passaram a fornecer casquinhas para o projeto, batizado de Plantei um Broto na Casca do Ovo, e também ajudam na distribuição das mudas. 

Ana conta que o objetivo é “resgatar o valor do alimento e a importância do plantar, impactando tanto crianças quanto adultos”.

Para completar, ela aproveita o gancho para ensinar a cuidar e cultivar as mudas e a replicar a ideia em casa, aproveitando sementes de outros vegetais.





Para ver mais imagens sobre o trabalho acesse:




Sinduscon-PR inicia obra de edifício sustentável e pleiteia selo Leed Platinum


Fonte: Infomoney  

Paraná - Começa a ser construído em Curitiba, no Paraná, no início de julho deste ano, um edifício de 4.830 metros quadrados, distribuídos em oito pavimentos, que respeitará todos os parâmetros da Certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design) para obtenção do Selo Leed Platinum. 

O edifício do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Paraná - Sinduscon-PR deverá estar pronto em janeiro de 2018 e custará R$ 9,2 milhões.

"Desde a concepção do projeto à execução da obra, a construção respeitará o meio ambiente", explica o engenheiro Rodrigo Fernandes diretor da construtora Arce, empresa vencedora da licitação.

Fernandes explica que a construção da obra usará a tecnologia BIM (Building Information Modeling – Modelagem de Informações da Construção), um software que prevê projetos arquitetônicos e complementares rigorosamente compatibilizados antes do início da obra, e que acompanha o cronograma de execução do edifício, acarretando significativa economia de tempo e de materiais e menor custo operacional.

A obra vai gerar 400 empregos diretos e indiretos no processo de construção, do início ao fim, sendo que 70 somente no canteiro de obras. 

O novo prédio é comercial e terá lajes corporativas – voltadas a escritórios grandes e de alto padrão – com até 700 metros quadrados para locação, com objetivo de gerar recursos para a entidade.

Sustentabilidade econômica

O Sinduscon-PR é uma das 80 entidades que representa empresas da construção civil brasileira e que tem o maior número de associados do Brasil, cerca de 1.100. Segundo o vice-presidente da Área Técnica da entidade, Euclésio Manoel Finatti, em função da dimensão do Sinduscon-PR foi preciso manter a ideia constante de três gestões anteriores de ter sustentabilidade econômica. 

"O prédio vem de encontro a isso e, mantendo a locação, gerará renda direta", afirma. 

Ele faz questão de frisar a autossustentabilidade em energia do novo prédio. " 

Vai sobrar energia e vamos usar como crédito para pagamento de energia do prédio do Parolin", explica.


Sustentabilidade ambiental

O projeto prevê a utilização de energia fotovoltaica que transforma o sol em energia elétrica, o reuso da água e um ambiente com temperatura constante graças ao revestimento da fachada em vidro duplo e refletivo ao calor solar e ao frio, portanto com o uso limitado do ar-condicionado.


Para mais informações basta acessar a matéria completa no link abaixo.
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Pesquisadora brasileira produz abacaxis sem agrotóxicos que são vendidos a R$1

Há um ano e meio uma pesquisadora da Universidade Federal do Tocantins vem estudando a possibilidade de cultivar abacaxis orgânicos, isto é, sem o uso de agrotóxicos para enfrentar as pragas. 



E, nesta semana, cerca de 700 frutas foram colhidas.

Segundo a doutoranda Camila Martins Malta, o objetivo é encontrar formas de cultivo seguras, que protejam os abacaxis das doenças, mas também não representem nenhum risco à saúde de quem come. 

Assim, ela testou alternativas naturais de manejo, sem apelar para os produtos químicos.

Para os testes, os pesquisadores dividiram um terreno emprestado por um produtor rural. Ele cultiva abacaxis com agrotóxicos em outra área do local, por isso as comparações entre as frutas ficam mais justas. 

Segundo Camila, as frutas orgânicas têm o mesmo tamanho e sabor das outras.

Para comemorar a colheita, os 700 abacaxis foram vendidos na Universidade por 1 real cada. 

Todo o dinheiro foi doado para instituições de caridade. 

Camila comenta que a produção sem agrotóxicos pode ser até mais barata que a com, mas que os produtos orgânicos costumam ser mais caros por uma questão de mercado. 

Isso significa que não é provável que esse preço se mantenha quando chegar a hora de o consumidor comum comprar. 



Vai entender…

Todas as fotos © Camila Martins Malta

Fonte e materia completa: www.hypeness.com.br

85% dos brasileiros não têm acesso à coleta seletiva, mostra estudo



                              Latas de lixo. Foto: Andrew Redington/GettyImages.

Pouco mais de 1.000 municípios contam com a coleta seletiva e destinam os resíduos para reciclagem no Brasil.

Se você pode separar o lixo reciclável do lixo orgânico e ter a certeza de que eles vão para o destino correto, você é minoria no Brasil. 

Um novo estudo encomendado pelo Cempre, o Compromisso Empresarial para a Reciclagem, mostra que quase 170 milhões de brasileiros não são atendidos por coleta seletiva em suas cidades. 

Estamos muito longe de criar uma economia circular.

Segundo a pesquisa, 1.055 municípios têm programas de coleta seletiva. Como o Brasil tem mais de 5 mil cidades, esse número representa apenas 18% dos municípios. 

Quando analisamos a quantidade de cidadãos atendidos ou com acesso a algum programa de reciclagem, a porcentagem cai. 

Só 31 milhões de brasileiros – cerca de 15% da população total do país – podem contar com o “luxo” de separar o lixo. Ou seja, 85% dos brasileiros não têm como destinar resíduos para a reciclagem.

O estudo faz uma análise mais detalhada de 18 cidades do país e mostra outro dado preocupante. 

Em algumas cidades, a quantidade de material que está sendo reciclado caiu entre 2014 e 2016. O caso deBrasília é um exemplo. 

A capital federal reciclou 3.700 toneladas de lixo por mês em 2014. Em 2016, esse valor caiu para 2.600 toneladas por mês. Isso acontece principalmente porque o setor de reciclagem também está sofrendo com a crise econômica.

Há também casos positivos. As capitais do Sul – Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba – conseguem atender praticamente 100% dos cidadãos. Outro caso interessante é o Rio de Janeiro. 

Como a cidade é sede da Olimpíada, ela conseguiu financiamento no BNDES para melhorar a coleta. O resultado aparece nos números. 

O Rio de Janeiro triplicou a quantidade de toneladas de resíduos destinados para a reciclagem. Mas ainda está longe do ideal – só 65% da cidade é atendida pela coleta seletiva.

Segundo Vitor Bicca, presidente do Cempre, há dados positivos no estudo. O levantamento é feito desde 1994, e a comparação ano a ano mostra que a reciclagem está avançando, apesar de a passos lentos. 

A partir de 2010, houve um salto importante em quantidade de municípios que reciclam: um aumento de mais de 100%. Isso ocorreu por conta da aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

Para Vitor, o que falta agora é um maior engajamento das prefeituras. “O entrave é político, e as prefeituras precisam se engajar mais. 

Quando a política foi aprovada, o governo federal criou linhas de financiamento para o município fazer o plano de gestão, que é a primeira etapa antes de fechar os lixões ou implantar a coleta seletiva. Mas houve um baixo engajamento dos municípios”, diz.

Uma das formas de pressionar por maior participação das prefeituras é cobrar por políticas de coleta seletiva nas eleições municipais deste ano, já que a coleta é responsabilidade de prefeitos. Para o Cempre, outra forma de pressionar é buscar uma mudança de compreensão sobre a reciclagem. 

Hoje ela é vista apenas como um processo que faz bem para o meio ambiente. 

Ele acredita que é preciso conscientizar a população de que também faz sentido do ponto de vista econômico. “O resíduo hoje é um bem econômico. Ele pode voltar para a indústria como novo produto, evitando o uso de matérias-primas.”

Fonte: Bruno Calixto - Época - Blog do Planeta.

Pesquisa mostra que brasileiros se preocupam com o meio ambiente, desde que não haja gastos extras

De São Paulo




Um estudo inédito do Cupons Mágicos, plataforma que disponibiliza cupons de desconto para compras online, indica que 96% dos brasileiros estão preocupados com o meio ambiente. 

Porém, a maior parte dos entrevistados diz não estar disposta a ter gastos extras para ser sustentável.

A pesquisa, realizada em Maio de 2016 e que contou com 1306 pessoas maiores de 18 anos em todo o Brasil, foi feita para esclarecer o que os brasileiros pensam acerca do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado dia 5 de junho. 

O objetivo da data é trazer à tona os problemas ambientais mundiais e lembrar da importância da preservação dos recursos naturais.

De um modo geral, os brasileiros dizem fazer o que podem para impactar o meio ambiente o menos possível, desde que gastos extras não estejam envolvidos. 

O estudo aponta que 41%, por exemplo, não compram alimentos orgânicos porque são caros e 6% não acreditam que esse tipo de alimento faça a diferença na saúde e no meio ambiente. 

Quando o assunto é moda, 42% não consomem roupas e acessórios sustentáveis porque são mais caros do que artigos de procedência duvidosa.

Além disso, apenas 19% têm sistema de captação de água da chuva, 9% possuem casas com energia solar e somente 4% cultivam parede ou telhado vivo (forrado com plantas)? recursos que requerem, além de disposição para reformas, investimento para implementar essas melhorias.

Economia

Já quando atitudes sustentáveis são acompanhadas pela economia de dinheiro, os brasileiros aderem de maneira mais fácil. 80% afirmam utilizar recursos domésticos para impactar o menos possível o meio ambiente. 

O recurso mais utilizado é a lâmpada LED, aparecendo em 68% das respostas. 

Ela consome menos energia e, consequentemente, a conta de energia diminui. 

Já 56% dos entrevistados afirmaram que fazem reciclagem de lixo e fechar a torneira ao escovar os dentes ou fazer a barba já é um hábito de 45% dos brasileiros.
Hábitos e recursos mais utilizados para não impactar o meio ambiente

Lâmpadas LED.Reciclagem de lixo.Não jogar óleo de cozinha no encanamento.Fechar a torneira ao escovar os dentes ou fazer abarba.Descargas que economizam água.Tomar banhos rápidos.Tirar eletrônicos e eletrodomésticos da tomadaquando não estão sendo usados.Reciclagem de móveis, objetos e artigos demoda.Paredes de vidro ou janelas grandes paraaproveitar a luz natural ao máximo.Sistema de captação de água da chuva.Cultivo de horta em casa.Sistema de energia solar.Parede ou telhado vivo (forrado com plantas).010203040506067.9%56.5%49.5%45.5%42.0%36.8%35.0%32.3%25.7%19.3%14.3%9.3%4.4%
A sustentabilidade não fica restrita ao lar. 

Também fora de casa, 90% dos brasileiros dizem tomar atitudes para impactar o meio ambiente o menos possível: 86% não jogam lixo na rua ou na natureza, 39% procuram usar transporte público e 34% usam ecobags no supermercado em vez de sacolas de plásticas.

Vilão do meio ambiente

Os brasileiros também citaram no estudo o que acham ser os maiores vilões do meio ambiente. Para eles, a solução dos maiores problemas ambientais do Brasil depende mais de ações do Estado e de empresas do que de ações individuais de cada cidadão. 

O desmatamento das florestas (33%) foi o problema apontado como o mais grave, seguido pela poluição de rios, lagos e mar (21%) e a falta de saneamento básico (10%). 

Por último, ficaram: mudanças climáticas (1,8%), a poluição do ar (7%) e desperdício de água (8%).

Confira a pesquisa na íntegra aqui: