"Para mim, tudo se resume a criar um mundo mais justo," diz a professora Christina Hicks. [Imagem: Nick Graham]
Sustentabilidade humana
De inundações e quebras de safra à qualidade do ar e à poluição da água, os governos de todo o mundo estão enfrentando o desafio de construir um futuro sustentável para as pessoas e para a natureza.
Contudo, os esforços globais para proteger o planeta irão falhar se não levarmos em conta conceitos como igualdade e bem-estar.
O alerta está em um estudo realizado por uma equipe multidisciplinar e multi-institucional, liderada por Christina Hicks, da Universidade Lancaster, no Reino Unido, e publicado pela revista Science.
"Nossa busca para alcançar um ambiente saudável e sustentável depende profundamente de compreendermos como o bem-estar humano está ligado ao meio ambiente e é impactado pela forma como o administramos," explica o professor Phil Levin, da NOAA dos EUA (National Oceanic and Atmospheric Administration).
Conceitos sociais essenciais
O principal argumento da equipe é que, se quisermos fazer mudanças justas e duradouras para o meio ambiente, precisamos nos engajar de forma concreta, com a ciência sim, mas também com conceitos sociais essenciais.
Os autores identificam sete conceitos sociais-chave, que são muitas vezes marginalizados nos esforços para atingir as metas de sustentabilidade:
Bem-estar;
Cultura;
Valores;
Desigualdade;
Justiça;
Poder
Um sentido de autodeterminação
Eles sugerem que, embora estes conceitos sejam mais difíceis de quantificar do que o PIB ou as emissões de carbono, eles podem ser medidos e métodos já estão sendo desenvolvidos por pesquisadores e formuladores de políticas para quantificar alguns deles, incluindo o bem-estar, a autodeterminação, os valores e a desigualdade.
Proteção ambiental compatível com o ser humano
Sem essa perspectiva do social, corremos o risco de ir por uma estrada que protege o planeta, mas é incompatível com o bem-estar humano.
"O bem-estar humano é dependente de ecossistemas saudáveis, mas a busca do bem-estar no curto prazo pode afetar negativamente os mesmos ecossistemas.
"Para mim, tudo se resume a criar um mundo mais justo - nós podemos agir para proteger o nosso ambiente, mas, por vezes, essas ações podem aumentar a desigualdade, e então a abordagem não vai ser sustentável a longo prazo.
"Por exemplo, criamos parques marinhos e parques terrestres para proteger a natureza e a biodiversidade e com toda a razão.
Mas, ao fazer isso, frequentemente temos tirado os meios de subsistência das pessoas, retirando as pessoas de sua própria terra.
As pessoas têm sofrido. Uma sustentabilidade duradoura dependerá de soluções legítimas e justas," defende a professora Christina Hicks.
Cientistas sociais
Como meio de ação, o artigo destaca a importância de incorporar cientistas sociais para que eles trabalhem ao lado dos cientistas ambientais e dos decisores políticos.
"A ciência social é fundamental para decifrar como as pessoas interagem com seu ambiente, mas muitas vezes as complexidades dessa relação e as linguagens nas quais ela é expressa podem se tornar uma barreira à forma como ela é usada por outras ciências e pela política," ressaltou Sarah Coulthard, coautora do estudo.
Engage key social concepts for sustainability Christina C. Hicks, Arielle Levine, Arun Agrawal, Xavier Basurto, Sara J. Breslow, Courtney Carothers, Susan Charnley, Sarah Coulthard, Nives Dolsak, Jamie Donatuto, Carlos Garcia-Quijano, Michael B. Mascia, Karma Norman, Melissa R. Poe, Terre Satterfield, Kevin St. Martin, Phillip S. Levin Science Vol.: 352, Issue 6281, pp. 38-40 DOI: 10.1126/science.aad4977
Os impactos das alterações climáticas e as consequentes medidas governamentais para lidar com o problema se mostram cada vez mais presentes nos desafios e resultados das empresas.
Investidores e gestores de carteiras buscam informações mais objetivas e transparentes sobre sustentabilidade para tomar decisões de alocação, aproveitar oportunidades nos mercados de “green bonds”, e se engajar em causas relevantes que afetarão suas taxas de retorno e obrigações fiduciárias no futuro.
A divulgação, o processamento e a padronização dessas informações e seu uso pela comunidade de investidores foram o tema do evento Side Activity, um complemento à segunda edição da conferência Abrasca & CDP Conference, realizado em parceria com a iniciativa Principles for Responsible Investment (PRI) no escritório da Bloomberg em São Paulo, no dia 17 de março.
O Carbon Disclosure Project (CDP) tem a adesão de 822 investidores que administram um total de US$ 95 trilhões em ativos e estão comprometidos em incluir critérios de sustentabilidade em suas avaliações de investimento, criando uma massa crítica capaz de impactar a economia real.
Um dos panelistas, o vice-presidente de Iniciativas de Investidores do CDP, Chris Fowle, apresentou ao público presente algumas das métricas mais importantes e como as mesmas são vinculadas ao desempenho financeiro das empresas em diferentes setores.
As métricas elaboradas pelo CDP incluem eficiência energética, uso da água e carvão e atitude em relação à legislação ambiental, que depois são compiladas em rankings.
“Empresas com pior avaliação podem ser investimentos de maior risco”, explicou Fowle.
“Nós ajudamos os investidores a administrar a exposição a emissões de carbono e a reduzir esse risco”, além de dar às companhias referências para aprimorar seu desempenho na área de sustentabilidade.
Também presente no evento, a iniciativa Principles for Responsible Investment, formada com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), reforça a importância de dados objetivos para que os investidores e gestores de recursos possam tomar decisões com confiança e real potencial de preservar o meio ambiente.
“A comparação de empresas similares, os dados, são o primeiro passo para se encontrar uma estratégia”, afirmou Kurt Morriesen, que atua no PRI nas áreas de finanças inclusivas e investimentos com tema ambiental e social.
O PRI tem 1.400 signatários que administram US$ 59 trilhões e foi criado para colocar em prática a inclusão de critérios de governança ambiental, social e corporativa nas decisões de investimento e nas causas defendidas por investidores.
Segundo a entidade, os investidores já colocam dados sobre a emissão de carbono (“carbon footprint”) em seus relatórios como forma de melhor avaliar suas aplicações, redefinir estratégias e mitigar riscos.
“O tempo não volta atrás e cada um tem de definir como se engajar nesse universo”, disse Morriesen.
Mantendo um diálogo constante com investidores e empresas na busca por informações para a tomada de decisões, a Bloomberg se empenha em ampliar o número de entidades que divulgam dados de sustentabilidade em todo o mundo, ao mesmo tempo em que incorpora esses dados às suas ferramentas tradicionais de avaliação de investimentos.
A ferramenta de Análise Financeira de empresas (no terminal Bloomberg, FA ), por exemplo, traz números sobre emissões diretas e indiretas de dióxido de carbono, consumo total de água, energia e produção de lixo tóxico.
No caso de green bonds, métricas de sustentabilidade já foram integradas à análise padronizada de dívidas da Bloomberg, como a comparação de curvas de juros e rankings.
“Cada vez mais os investidores estão reagindo à mudança climática, em diferentes classes de ativos e regiões geográficas e não só no mercado de ações, como também em renda fixa, private equity e hedge funds”, disse Lenora Suki, responsável por Estratégia de Produto no Grupo de Negócios e Finanças Sustentáveis da Bloomberg, que falou por videoconferência a partir do escritório da empresa em Nova York.
“À medida que os investidores ficam mais envolvidos, aumenta o foco na qualidade e relevância dos dados e diminui o foco na quantidade.
A Bloomberg vem criando novas ferramentas de avaliação em diferentes classes de ativos, com informações mais granulares e úteis e em tempo real.
Existem novas fronteiras de dados”, completou Lenora Suki, que virá no mês que vem ao Brasil para o Seminário ESG de Sustentabilidade nas Empresas e nos Investimentos.
O evento aprofundará a discussão sobre o futuro da análise de investimentos incorporando aspectos de sustentabilidade, inovação e impacto social, e foi realizado pela Bloomberg no dia 5 de abril no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.
Olá, amigo e amiga da Hora de SC! O tema que a Defensoria Pública da União (DPU) traz para a coluna de hoje é o meio ambiente.
Bom, todos sabemos da importância de preservá-lo. E algumas atitudes em relação ao meio ambiente não são permitidas por lei, sendo consideradas crimes.
Como todos têm direito a defesa, a DPU representa na Justiça Federal as pessoas acusadas por esses crimes, desde que elas não tenham condições financeiras de contratar um advogado particular.
Casos mais comuns
Desmatamento irregular;
construções em locais proibidos, como Áreas de Preservação Permanente (APPs); e pesca no período de defeso de alguma espécie ou em regiões protegidas estão entre os principais problemas que chegam à DPU em matérias de meio ambiente.
Por isso, é importante estar atento: sempre procure ajuda para entender as leis e saber o que pode ou não ser feito.
Consulte também os órgãos responsáveis, como o Ibama. Pesquise antes, pois para esses crimes há previsão de pena de prisão, além de multa e reparação do dano causado ao meio ambiente.
Denúncia
Quem é autuado por um crime ambiental como os citados aqui na coluna recebe uma notificação para defesa administrativa ou até mesmo uma intimação da Justiça.
A partir do momento que você fica sabendo da intimação, começa a correr o prazo para se defender. Com a intimação judicial em mãos, procure um advogado.
Caso não possa pagar pelo serviço de um profissional particular, busque um defensor público federal na unidade da DPU mais próxima da sua casa. Neste caso, apresente também documentos que comprovem sua renda familiar.
Precisa de ajuda?
A unidade de Florianópolis da DPU atende moradores de 15 municípios da região da capital catarinense.
A sede está localizada na Rua Frei Evaristo, 142, Centro, próximo ao supermercado Hippo e ao shopping Beiramar.
O atendimento funciona com hora marcada. Você pode ligar no telefone (48) 3221-9400 para agendar um horário.
A VINCI Energies, uma das maiores multinacionais do setor de energia e serviços de tecnologia da informação, consolida sua atuação no Brasil através da implantação de duas de ...
A VINCI Energies, uma das maiores multinacionais do setor de energia e serviços
de tecnologia da informação, consolida sua atuação no Brasil através da
implantação de duas de suas marcas. Suas filiais CIIB (anteriormente
denominada Cegelec) e OEngenharia, adquirida em 2015, se desenvolverão
agora sob as marcas Actemium e Omexom. As novas marcas estão sendo
apresentadas em evento de lançamento a partir desta semana, em Belo Horizonte São Paulo e Rio de Janeiro.
Distribuídas em 40 países, as 250 empresas Omexom oferecem soluções
locais e globais para a geração, transporte, transmissão e distribuição de
energia elétrica. A marca se estabelecerá no Brasil nos estados de Minas Gerais,
Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco.
Actemium, já presente nos estados mencionados acima, também está localizada
nos estados da Bahia e do Paraná.
Actemium, marca 100% dedicada ao processo industrial, é uma rede global única
que compreende mais de 300 empresas especializadas no desenvolvimento de
soluções e serviços integrados para todos os mercados industriais e de
infraestrutura.
“O Brasil é um país enorme, com grandes oportunidades nas áreas de energia e
infraestrutura. Percebemos uma forte demanda por parte das empresas tanto
por melhorias na produtividade quanto na eficiência energética.
Estas áreas fazem parte das nossas prioridades”, declara Dominique Ferreira,
diretor geral da VINCI Energies no Brasil.
Com 2.100 colaboradores e uma organização que agora alcança todo o território
nacional, o Grupo acompanha o desenvolvimento de seus clientes em um volume
anual de negócios de 500 milhões de reais.
A VINCI Energies está presente em cerca de cinquenta países, incluindo trinta
fora da Europa, com um efetivo de 65.400 colaboradores e um volume de
negócios em 2015 de 10 bilhões de euros.
Graças à sua rede de 1.600 empresas, a VINCI Energies é hoje uma liderança
na Europa e no mundo na área de energia e serviços de tecnologia da informação.
A sustentabilidade é uma disciplina ampla, dando aos estudantes e graduados insights sobre a maioria dos aspectos do mundo humano de negócios à tecnologia para o ambiente e as ciências sociais.
As aptidões essenciais com os quais a graduados deixa faculdade ou universidade são muito procurados, especialmente em um mundo moderno olhando para reduzir drasticamente as emissões de carbono e descobrir e desenvolver as tecnologias do futuro. Sustentabilidade baseia-se na política, economia e, filosofia e outras ciências sociais, bem como as ciências duras.
Habilidades de sustentabilidade e consciência ambiental é uma prioridade em muitos empregos corporativos a nível de pós-graduação e mais de como as empresas procuram aderir à nova legislação.
Portanto, o aluno Sustentabilidade vou entrar em muitos campos, mas mais comumente planejamento cívica, consultoria ambiental (construída e do ambiente natural), a agricultura, sem fins lucrativos, estratégias corporativas, avaliação de saúde e de planejamento, e até mesmo para o direito e tomada de decisão. empregos de nível de entrada estão crescendo e nos próximos anos, os graduados bacharel pode esperar mais e mais opções e oportunidades.
A sustentabilidade é um dos mais novos assuntos grau que tenta estabelecer uma ponte de ciências sociais com a engenharia civil e ciências ambientais com a tecnologia do futuro.
Quando ouvimos a palavra “sustentabilidade” nós tendemos a pensar de fontes de combustível renováveis, reduzindo as emissões de carbono, ambientes de proteção e uma forma de manter os ecossistemas delicados de nosso planeta em equilíbrio.
Em suma, a sustentabilidade olha para proteger o nosso ambiente natural, a saúde humana e ecológica, ao conduzir a inovação e não comprometer o nosso modo de vida. Devido a esta crescente exigência, de um mestre não será necessariamente exigida para a maioria dos trabalhos como programas de bacharelado (e em alguns casos mais baixos do que isso) prepara as pessoas para uma carreira na sustentabilidade . Leia mais sobre os vários graus de sustentabilidade e educação.
O que é Sustentabilidade?
A definição de “sustentabilidade” é o estudo de sistemas funcionam como natural, manter-se diversificado e produzir tudo o que precisa para a ecologia para permanecer em equilíbrio. Ele também reconhece que a civilização humana tem recursos para sustentar nosso modo de vida moderno.
Há inúmeros exemplos ao longo da história humana, onde uma civilização danificou seu próprio ambiente e afetaram seriamente as suas próprias chances de sobrevivência (alguns dos quais Jared Diamond explora em seu livro Colapso : Como sociedades complexas escolhem o fracasso ou Survive). Sustentabilidade leva em conta a forma como podemos viver em harmonia com o mundo natural que nos rodeia, protegendo-o de danos e destruição.
Nós agora vivemos em uma existência moderna, consumista e em grande parte urbana em todo o mundo desenvolvido e nós consumir uma grande quantidade de recursos naturais a cada dia.
Em nossos centros urbanos, que consomem mais energia do que aqueles que vivem em áreas rurais e centros urbanos usar muito mais energia do que a média, mantendo nossas ruas e prédios públicos iluminados, para alimentar os nossos aparelhos, nosso aquecimento e outros requisitos públicas e corrente doméstica.
Isso não quer dizer que a vida sustentável deve incidir apenas sobre as pessoas que vivem em centros urbanos, porém, existem melhorias a serem feitas em todos os lugares – estima-se que usamos cerca de 40% mais recursos a cada ano do que podemos colocar de volta e que precisa mudar.
Sustentabilidade e desenvolvimento sustentável centra-se no equilíbrio entre essa linha fina entre necessidades concorrentes – a nossa necessidade de avançar tecnologicamente e economicamente, e as necessidades de proteger os ambientes em que nós e os outros vivem.
Sustentabilidade não é apenas sobre o meio ambiente, é também sobre a nossa saúde, como sociedade, no sentido de assegurar que nenhuma pessoa ou áreas da vida sofrer como resultado da legislação ambiental, e é também sobre examinar os efeitos a longo prazo das ações a humanidade toma e fazendo perguntas sobre como ele pode ser melhorado.
Os três pilares da sustentabilidade
Em 2005, a Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Social identificou três áreas principais que contribuem para a filosofia e da ciência social do desenvolvimento sustentável. Esses “pilares” em muitos padrões nacionais e sistemas de certificação, formam a espinha dorsal da luta contra as principais áreas que o mundo enfrenta agora.
A Comissão Brundtland descreveu como “o desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem as suas próprias necessidades”. Devemos considerar o futuro, em seguida, na tomada de nossas decisões sobre o presente.
Desenvolvimento Econômico
Esta é a questão que prova a mais problemática, como a maioria das pessoas discordam sobre a ideologia política que é e não é economicamente viável, e como ele irá afetar as empresas e, por extensão, o emprego e a empregabilidade. É também sobre o fornecimento de incentivos para as empresas e outras organizações para aderir às diretrizes de sustentabilidade para além dos seus requisitos legislativos normais.
Além disso, para incentivar e incentivos adotivos para a pessoa média de fazer a sua parte onde e quando pode; uma pessoa raramente pode conseguir muito, mas tomado como um grupo, os efeitos em algumas áreas são cumulativos. O mercado de oferta e demanda é consumista na natureza e vida moderna exige uma grande quantidade de recursos a cada dia; para o bem do meio ambiente, recebendo o que nós consumimos sob controle é a questão fundamental.
O desenvolvimento econômico é sobre dar às pessoas o que eles querem, sem comprometer a qualidade de vida, especialmente no mundo em desenvolvimento, e reduzir a carga financeira e “burocracia” de fazer a coisa certa.
Desenvolvimento Social
Existem muitas facetas deste pilar. O mais importante é a conscientização e proteção da legislação da saúde das pessoas contra a poluição e outras atividades prejudiciais de empresas e outras organizações.
Na América do Norte, Europa e no resto do mundo desenvolvido, há verificações e programas de legislação em vigor fortes para assegurar que a saúde e bem-estar das pessoas está fortemente protegida. É também sobre a manutenção do acesso aos recursos básicos, sem comprometer a qualidade de vida.
O maior tema quente para muitas pessoas agora é habitação sustentável e como podemos melhor construir as casas em que vivemos a partir de material sustentável. O elemento final é a educação – incentivar as pessoas a participar de sustentabilidade ambiental e ensinando-lhes sobre os efeitos de proteção ambiental, bem como o aviso sobre os perigos se não podemos alcançar nossos objetivos.
Proteção ambiental
Nós todos sabemos o que precisamos fazer para proteger o meio ambiente, mesmo que seja de reciclagem, reduzir o nosso consumo de energia por comutação dispositivos eletrónicos fora ao invés de usar de espera, andando viagens curtas em vez de tomar o ônibus.
As empresas estão regulados para evitar a poluição e para manter suas próprias emissões de carbono baixo. Existem incentivos para a instalação de fontes de energia renováveis em nossas casas e empresas.
A proteção do ambiente é o terceiro pilar e para muitos, a principal preocupação do futuro da humanidade. Ele define como devemos estudar e proteger os ecossistemas, a qualidade do ar , de integridade e de sustentabilidade dos nossos recursos e centrando-se nos elementos que colocam pressão sobre o meio ambiente.
Ele também diz respeito a como a tecnologia irá conduzir nosso futuro mais verde; a EPA reconheceu que o desenvolvimento de tecnologia é a chave para essa sustentabilidade e proteção do meio ambiente do futuro de possíveis danos que os avanços tecnológicos poderiam, potencialmente, trazer.
Quais são os principais objetivos da sustentabilidade?
A rede profissional desenvolvimento sustentável pensa, age e trabalha globalmente. Em 2012, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável reuniu-se para discutir e desenvolver um conjunto de metas a trabalhar no sentido; que cresceu a partir dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) que reivindicaram o sucesso na redução da pobreza global, reconhecendo que ainda havia muito mais a fazer. O SDG finalmente veio com uma lista de 17 itens que inclui, entre outras coisas:
O fim da pobreza e da fome
Melhores condições de educação e saúde – em especial no que se refere à qualidade da água e melhores condições de saneamento
Para alcançar a igualdade de género
crescimento económico sustentável, promovendo empregos e economias mais fortes
Todos os itens acima e muito mais, enquanto luta contra os efeitos da mudança climática, poluição e outros fatores ambientais que podem prejudicar e fazer saúde prejudicar das pessoas, meios de vida e vidas.
Sustentabilidade de incluir a saúde da terra, do ar e do mar
Por fim, reconheceu o conceito de natureza que tem certos direitos – que as pessoas têm mordomia do mundo e a importância de colocar as pessoas à frente de resolver as questões acima globais por meio da gestão do meio ambiente e do consumo (por exemplo, reduzindo embalagens e resíduos de alimentos desanimador, bem como a promoção do uso de materiais recicláveis).
História da Sustentabilidade
Os seres humanos têm, desde o Neolítico Revolução Agrícola e talvez antes mesmo assim, foi um consumidor em vez de um repositor de recursos ambientais.
Das sociedades de caçadores-coletores que se moviam em uma área de usar os seus recursos em uma temporada antes de montar acampamento ou seguir em frente, só para voltar no ano seguinte para fazer o mesmo, o desenvolvimento de uma economia excedente viu assentamentos permanentes.
Corte e queima agricultura substituído deserto natural, muitas vezes com plantação de uniforme colheita e campos deram lugar a assentamentos, então, eventualmente, aldeias, vilas e cidades que iria colocar pressão sobre o meio ambiente.
Às vezes, as pressões ambientais forçaram as pessoas a fazer essas alterações em primeiro lugar (crescente população humana ser um daqueles pressões) e, muitas vezes, eventualmente, eles tinham que passar para algum lugar novo, onde o ambiente poderia melhor sustentá-los e as suas práticas, ou fazer ainda mais alterações em seu ambiente existente.
Não havia nenhum conceito real de vida sustentável, mesmo que as pessoas do passado distante entendido que o solo tinha uma fertilidade máxima que poderia ser esgotados e reabastecido com o gado.
É amplamente reconhecido que muitas sociedades em colapso devido a uma incapacidade de se adaptar às condições provocadas por estas práticas insustentáveis .
Se isso foi a introdução de espécies exóticas que perturbam o equilíbrio do ecossistema, reduzindo muitas árvores de uma só vez ou até mesmo uma falha de se adaptar a variações naturais no clima, estamos muito mais conscientes no mundo moderno sobre o dano potencial causado por humanos açao.
A mudança cultural muitas vezes levou a sobrevivência dessas sociedades para além do que se poderia esperar, dadas as circunstâncias.
Embora alguns filósofos Renascimento eo Iluminismo preocupa-recursos e excesso de população e se estes eram sustentáveis a longo prazo, essas pessoas não eram levados a sério no momento a não ser como uma pergunta hipotética.
Foi preciso esperar até os 20 thséculo antes de nós compreender o impacto que poderíamos ter no nosso ambiente. Danos ambientais, a poluição, os solos de desestabilização por corte de árvores, combustíveis fósseis e outras questões ambientais levou a uma crescente preocupação com o meio ambiente e se estávamos ou que possam danificar o nosso próprio ecossistema.
A ONU foi fundada, após a Segunda Guerra Mundial e, em 1945, a UNESCO foi criado para promover a importância da cultura humana e da ciência. Hoje, sua missão é “contribuir para a construção da paz, a erradicação da pobreza, desenvolvimento sustentável e diálogo intercultural através da educação, ciências, cultura, comunicação e informação”.
No final dos anos 20 th século, a ciência da mudança climática foi firmemente estabelecida. Sabíamos que na década de 1980 sobre os problemas do efeito estufa e a destruição da camada de ozono e chegando muito no final do século, uma consciência da noção de que alguns dos nossos recursos – combustíveis particularmente fósseis – são finitos e que nós deve fazer esforços para mover a métodos renováveis de energia. Foi então que vimos o nascimento social, econômico e científico do movimento ambiental.
Um futuro sustentável
Ainda não está claro o que o nosso futuro sustentável será semelhante, mas com tecnologias emergentes e a melhoria das mais antigas fontes de combustíveis mais limpos, muitas pessoas agora olhar para um mundo pós combustíveis fósseis – incluindo empresas.
Desde 1950, temos experimentado um crescimento sem precedentes, incluindo a agricultura intensiva, uma revolução tecnológica e um aumento maciço em nossas necessidades de energia colocando ainda maior pressão e tensão sobre os recursos do planeta.
Também são muito mais conscientes da situação dos países em desenvolvimento e que enfrenta nosso planeta como observa-se ambos os desastres naturais e causados pelo homem e os efeitos que estas podem ter nos ecossistemas e na população humana.
É vital que desenvolver tecnologias novas e mais limpas para lidar com nossas demandas de energia, mas a sustentabilidade não é apenas sobre o meio ambiente.
O maior movimento ativismo social relacionado com o lado do desenvolvimento social da sustentabilidade, tem sido programas como o comércio justo e a Rainforest Alliance no sentido de incentivar as boas práticas agrícolas, assegurando simultaneamente os agricultores que produzem bens de luxo, como o café eo cacau recebem um salário digno.
Ativistas e de sustentabilidade profissionais esperam remover as barreiras comerciais no futuro, para que possam beneficiar a todos, contribuindo para o núcleo do desenvolvimento econômico e social da sustentabilidade, promovendo boas práticas ambientais.
A gravidade da atual crise hídrica e energética vivida pelo Brasil tornou imperiosa a necessidade de a indústria brasileira avançar em métodos e processos sustentáveis de produção.
Não será mais aceitável e nem possível continuar a produzir sem mitigar as consequências para o meio ambiente, seja no consumo de recursos naturais escassos, como a água e matérias-primas, energia, e com o foco na máxima diminuição possível da geração de resíduos e emissão de CO2.
Nesse sentido, a indústria brasileira de blocos de concreto deu início, em 2013, ao projeto de implantação da Avaliação de Ciclo de Vida Modular (ACV-m) de blocos e pisos intertravados de concreto.
Desenvolvido e coordenado pelo Conselho Brasileiro da Construção Sustentável (CBCS), com o apoio da BlocoBrasil – Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto e da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) no processo de realização desse que é um projeto pioneiro e foi realizado numa escala até então nunca praticada no Brasil.
A ACV-m de blocos e pisos intertravados de concreto contou com a participação de 33 grandes e médios fabricantes de diversos estados brasileiros e foi concluída no final de 2014.
O projeto, coordenado pelo professor-doutorVanderley John, da Poli-USP e integrante do CBCS, coletou dados e quantificou indicadores de produção que permitirão às empresas participantesavaliar e gerenciar seus processos, contribuindo com a sustentabilidade no setor da construção civil.
Aplicado à indústria de materiais de construção – no caso, aos fabricantes de blocos e pisos de intertravados de concreto -, permitirá às participantes controlar e intervir no processo produtivo com critérios de sustentabilidade.
De acordo com a arquiteta Érica Ferraz de Campos, do CBCS, “quantificar o impacto das atividades humanas é o primeiro passo para fundamentar decisões e gerenciá-las corretamente”. Para isso, o primeiro módulo do projeto ACV-m consistiu em levantar os cinco aspectos ambientais mais relevantes e comumente identificados em processos industriais, nos seguintes itens:água, energia, principais matérias-primas utilizadas, geração de resíduos e emissão de CO2.
A ACV-m é uma versão em escopo reduzido da avaliação de ciclo de vida tradicional, metodologia bastante difundida no mapeamento de processos produtivos e que visa a identificar aspectos críticos, desde a aquisição da matéria-prima até a disposição final do produto.
A ACV-m garante o alcance da avaliação e permite aos fabricantes iniciarem a prática de levantar internamente os dados da fabricação, analisar o processo e divulgar seus resultados. Esta é a primeira etapa de uma ACV completa, por isso é modular, e torna a avaliação mais acessível, com prazos e custos reduzidos, permitindo a participação de um número maior de indústrias e garantindo a sua realização numa escala ainda não realizada no Brasil com fabricantes de produtos para a construção civil.
Diferente de outras iniciativas de implantação de ACV na indústria da construção civil, nas quais os indicadores são baseados em dados de literatura – em muitos casos, do exterior – e tomados como referência média do setor, a metodologia desenvolvida pelo CBCS visou a que cada fábrica participante fosse treinada para medir seus próprios indicadores e buscou identificar diferenças entre tecnologias e fabricantes. E, também, o potencial de redução de impactos que podem ser obtidos pela seleção de fornecedores com critérios de sustentabilidade.
Contribui, assim, para que os indicadores de ACV promovam o interesse por
melhores práticas de produção e resultem em ganho ambiental. Além disto, essa metodologia permite comparar setores concorrentes de forma justa, em vez de utilizar indicadores médios, que não refletem a realidade do mercado.
De acordo com o professor Vanderley John, nos relatórios gerais da ACV, que estão disponíveis ao público no site do CBCS (http://www.acv.net.br/website/acvs/show.asp?ppgCode=DE0D28E8-7BDE-4495-9405-8604588186C5) e da BlocoBrasil (www.blocobrasil.com.br), entre outros, os relatórios permitem aos fabricantes de blocos e pisos de concreto e ao mercado verificar a ecoeficiência de seus fornecedores. Aos fabricantes, permite também medir seus índices em comparação aos demais e focar em melhorias nos processos, a fim de obter benefícios ambientais e técnico-econômicos em seus processos produtivos.
Este é o primeiro e importante passo para que a indústria de blocos e pisos intertravados de concreto avancem na busca da melhoria de seus indicadores ambientais, busca essa que certamente gerará também mais eficiência nos processos produtivos.
Os principais beneficiados serão a sociedade brasileira, com a melhoria dos indicadores ambientais desse setor, e a cadeia produtiva da construção civil, que terá à sua disposição produtos fabricados com qualidade, técnica e ambiental.
Este é o início da caminhada da indústria de blocos de concreto de qualidade rumo àprodução sustentável, meta que será atingida em alguns anos, à medida que o mercado e a sociedade passarem a exigir cada vez mais produtos sustentáveis dos seus fornecedores,certificados e avaliados por entidades de terceira parte, reconhecidas e confiáveis, como ocorreu nesta ACVm, e não em índices do exterior, que não refletem a realidade brasileira.
Fonte: http://www.segs.com.br
Autoria.: Graziela Da Silva
Apple, ainda em seu evento especial, realizado na segunda-feira desta semana, 21 de março, reforçou sua ideologia de co-existir de forma saudável com o meio ambiente.
Subindo ao palco, a vice-presidente de política ambiental e iniciativas sociais, Lisa Jackson, comentou sobre os diversos modos colocados em prática pela gigante de Cupertino para que a companhia tenha a certeza de não estar denegrindo a natureza enquanto lucra com seus produtos, e isto inclui a utilização de energia 100% limpa e renovável, reciclagem inteligente de materiais, acordos para a frear a poluição e outros investimentos que solidificam uma infraestrutura amigável ao planeta.
De todas as operações da grande Maçã, 93% usam energia renovável, ou seja, um total de 23 países onde ela atua utilizam formas completamente limpas de energia, incluindo grandes nomes, como os Estados Unidos da América e China, por exemplo.
Em Cingapura, Apple substituiu os tetos de suas instalações por painéis solares, captando a energia que vem do Sol para alimentar o maquinário e a iluminação dos estabelecimentos. Já na China, a empresa liderada por Tim Cook comprou uma vasta área e construiu nela uma fazenda solar de 40 megawatts, e isto tudo sem danificar a fauna local, diz Jackson.
Já em seu país natal, Estados Unidos da América, há outras fontes de energia que acompanham a solar, como a eólica, captada por meio do vento, e a hidráulica, reunida por meio da água.
Ainda na cerimônia formal da marca mais valiosa do mundo — e amiga do meio ambiente —, a executiva também apresentou orgulhosamente Liam, um robô responsável pelo desmonte e reciclagem de iPhones, dividindo os materiais para que eles sejam reutilizados ao invés de descartados.
O GIF abaixo demonstra a capacidade da tecnologia:
Trata-se de uma estrutura mecânica capaz de trabalhar com imãs e sensores de precisão para desmantelar as carcaças de iPhone, separando o ouro, cobre e prata para que eles estejam presentes em novos smartphones ou tablets, até mesmo podendo ser usados no reparo de um modelo antigo para a revenda, os então chamados refurbished, nos EUA.
Liam faz a leitura dos elementos e descobre instantaneamente o que fazer com cada um deles.
Apple não divulgou quantas unidades do robô estão ativas em seus polos, porém reforça que a tecnologia foi desenvolvida e montada pelos seus próprios especialistas.
Sabendo disto tudo, a companhia quer que seus fãs e entusiastas tenham a certeza de que ela está fazendo o correto para o mundo, mesmo produzindo em massa os materiais que danificariam a natureza, caso não fossem tratados de maneira correta.