Mãe supera o divórcio construindo casa na natureza para viver com os 3 filhos

Algumas vezes, até mesmo os piores momentos de nossas vidas podem servir de inspiração para criar algo novo. E foi exatamente isso que aconteceu com Kelley Lewis. 

Aos 29 anos, ela já era mãe de três crianças pequenas e caiu em estado de depressão após enfrentar um divórcio. Construir sua própria casa de férias fez com que ela recuperasse a confiança em si mesma e pudesse ensinar novos valores aos filhos.

Tudo começou após comprar um pedaço de terra em meio à natureza, em Ohio, nos Estados Unidos. Isso foi mais ou menos na mesma época em que ela conheceu o movimento Tiny House. Sem nenhum conhecimento prévio em construção, ela começou a desenhar a casa de 18 metros quadrados sozinha, com a ajuda de uma régua, um lápis, uma borracha e muitos tutoriais do Youtube.

Um dos objetivos da construção era se manter sustentável e, portanto, Kelley utilizou também muitos materiais recicláveis e criou até mesmo um banheiro de compostagem

Mesmo assim, um dos aspectos mais importantes da construção foi a possibilidade de aumentar os laços com os seus próprios filhos, ao ensiná-los sobre as coisas que acredita. Os ensinamentos encontrados ao longo da jornada e o projeto da construção podem ser vistos no blog Cabin Chick.

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O vídeo abaixo conta mais sobre essa história (em inglês):

Todas as fotos via

Melhoria de imagem institucional e lucratividade com resíduos sólidos é possível e custa pouco...
















Felipe de Arruda Troyner
Engenheiro Ambiental


Uma pesquisa desenvolvida pela Shooper Experience(2015), dados a respeito do consumo consciente foram apresentados. O estudo leva em conta aspectos ambientais, econômicos e sociais das organizações e revelou a percepção dos consumidores sobre seu papel neste contexto, bem como o envolvimento de empresas e governo no tema. Para 97% dos entrevistados, em 2015, as práticas correlatadas ao consumo consciente são de inteira responsabilidade do cliente contra 64% em 2014.
Em relação as ações desenvolvidas pelas empresas,os entrevistados listaram as práticas mais ligadas ao consumo consciente, sendo as 4 primeiras todas relacionadas a geração de resíduos:
a   adoção de práticas de redução de resíduos poluentes (98%);
2.     reciclagem de lixo (98%);
3.     programas e iniciativas de redução de impacto ambiental (97%);
4.     utilização de materiais recicláveis nos produtos/embalagens (97%); 
Ainda corroborando a assertiva supracitada, quase 79% das organizações adotam a gestão ambiental para melhorar e proteger sua reputação e imagem institucional em relação aos seus stakeholders. (fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/786-das-empresas-adotam-gestao-ambiental-para-proteger-imagem-e-reputacao/38819/).
Estas pesquisas nos mostram, de maneira indubitável, que as empresas sabem que vem sendo notadas, pelos clientes, pelas ações que desenvolvem em suas atividades e principalmente na sua geração de resíduos. E ainda, não só resíduos que a empresa gera bem como os resíduos pós consumo (sua embalagem é reciclável/retornável?) 
Em tempos de crise a diferenciação no mercado é de fato relevante na decisão de escolha do cliente e possuir uma boa imagem perante a sociedade pode pesar, e muito, em processos de compra. Obviamente, eu como profissional do meio ambiente, estou sempre de olho nos aspectos ambientais das organizações as quais eu consumo produtos, e ainda, conheço várias pessoas que o fazem. Percebo que a maior preocupação, e também a que mais chama a atenção, em muitos casos, são os resíduos. 

Diversas vezes passamos em frente a empresas e notamos a situação como na foto acima. Além da destinação inadequada de alguns resíduos, percebemos claramente que a organização não conhece seus processos a fundo, e tem um certo relaxo com seu resíduos conotando uma gestão ineficaz de seus processos 

Como uma empresa que não gerencia seu resíduo, pode gerenciar seus pedidos, demandas, reclamações e etc?

Recentemente realizamos a implantação de um Plano de Gerenciamento de Resíduos em uma indústria, em atendimento a condicionante de órgão regulador. 

Esta empresa tinha um resíduo que não havia sido corretamente classificado e estava sendo descartado como classe I - Resíduos perigosos. 

Após correta classificação, seguindo orientações da NBR 10.004, o resíduo pôde ser classificado como II-A Não perigosos e Não inertes. Esta classificação nos permitiu mudar a destinação do resíduo e gerar uma economia significativa a indústria.

Estatísticas e relatos como os apresentados acima são cada vez mais comuns. 

As organizações, comércio e indústrias de diversos setores, vem se sensibilizando que o correto gerenciamento dos seus resíduos é vital para o crescimento e bem como para manutenção e melhoria de imagem institucional. 

Os resultados sempre se mostram positivos quando um trabalho sério e continuo é desenvolvido. 

Um PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS bem elaborado, e desenvolvido por profissionais qualificados é muito importante para que isso aconteça.

Elaboramos os PGRS seguindo metodologias orientadas a melhoria contínua e viabilidade econômica e ambiental, com a participação do cliente em todas as etapas, procedendo da seguinte maneira:

diagnóstico completo da atual situação envolvendo os resíduos bem como todo o processo da empresa.
classificação de resíduos conforme NBR 10.004 e utilizando-se de laboratórios com certificação ISO 17.025.

Definição de procedimentos operacionais visando a segurança dos colaboradores e o melhor gerenciamento dos resíduos.

Dimensionamento de local para acondicionamento de resíduos, conforme a necessidade primando pela organização e liberação de espaço.

 Ações de minimização de geração de resíduos nos diversos  setores da empresa

Correta destinação dos resíduos, classificando e auditando empresas para realizarem este serviço conforme legislação correlata.

Ações de educação ambiental e esclarecimento sobre o PGRS a toda comunidade afetada

Monitoramento e revisão periódica do PGRS


Matéria de nossa Empresa Parceira: www.obyambiental.com escrita pelo 
Eng.º Fernando Arruda.

Para mais inforamações entre em contato conosco:
empresa@empresaverdebrasil.com.br

O INCRÍVEL HOTEL DE LUXO QUE ESTÁ MUDANDO A VIDA DE VIAJANTES E REFUGIADOS

Por Brunella Nunes
Não é fácil ser imigrante e muito menos refugiado. Nos últimos anos, israelenses, palestinos, haitianos e sírios têm sido forçados a sair de seus países por causa de conflitos e devastações, e devem reerguer suas vidas em outro destino. 
Em Viena, Áustria, o hotel de luxo Magdas é um exemplo a ser seguido por conta de seu projeto de inclusão social que mistura viajantes e refugiados sob o mesmo teto.
O empreendimento austríaco abriu as portas no início de 2015 e, junto com a a entidade Caritas e o escritório de arquitetura AllesWirdGut, coloca em prática a ideia de reintegração, solidariedade e cidadania. 
Os hóspedes têm 78 quartos sofisticados à sua disposição, enquanto os jovens imigrantes podem viver temporariamente em duas casas ao lado e trabalhar no hotel.
A equipe é praticamente toda formada por refugiados de vários lugares, que convivem com os clientes e assim promovem uma troca cultural muito rica. 
O hotel teve de passar por reformas e mudanças para dar espaço aos participantes do projeto, tendo o apoio da comunidade local e fornecedores através de uma campanha de financiamento coletivo.
Móveis e algumas peças também foram doadas para incrementar o ambiente, que tem design clean e moderno. 
O intuito ainda é transformar o piso térreo em uma área de convivência, além de adicionar um bar e um restaurante, abertos ao público. Oferecer trabalho e moradia digna para estas pessoas que passaram por tanto sofrimento é de encher o coração de alegria. 
Vamos copiar a ideia, Brasil?
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Brasil quer aumentar uso do biodiesel para poluir menos

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Brasil quer aumentar uso do biodiesel para poluir menosFoto: DivulgaçãoBrasil quer aumentar uso do biodiesel para poluir menos

O diretor do Departamento de Biocombustíveis do Ministério das Minas e Energia, Ricardo Dornelles, afirmou hoje na Conferência Internacional de Biodiesel em São Paulo que o governo brasileiro proporá o aumento da mistura do biocombustível no diesel mineral para atingir as metas de redução de gases de efeito estufa do país com as Nações Unidas a serem apresentadas na Conferência do Clima da ONU em Paris no final do ano.

Dornelles disse que o Ministério do Meio Ambiente está estudando qual percentual de aumento de presença de um óleo no outro deverá ser proposto. 

O MMA, no passado recente, já se manifestou favorável à medida, para a pasta fundamental para se alcançar as metas propostas.

O documento do Ministério das Relações Exteriores encaminhado às Nações Unidas com a intenção de proposta do Brasil, apresentado em recente seminário preparatório da COP 21 prevê o aumento da mistura, bem como o uso mais intensivo de fontes de energia renovável, veicular, como etanol de segunda geração, e biomassa e gás natural para geração de energia elétrica.

Dornelles voltou a abordar os benefícios do biodiesel, como fizera ontem, primeiro dia da Conferência. 

Para ele, estas vantagens precisam otimizar seus efeitos, sobretudo monetizando-se, ou seja, agregando valor, não só à cadeia produtiva do biocombustível, mas também na economia de recursos no tratamento de doenças causadas pela poluição atmosférica que o uso do óleo ajuda a reduzir.

Sem falar na economia de recursos na balança comercial com a redução de importações de diesel mineral, substituído em parte pelo biodiesel. 

O diretor superintendente da APROBIO, Julio Cesar Minelli, em sua palestra sobre os efeitos do biodiesel na economia do país e das cidades com usinas do biocombustível, colocou que o país gastou este ano US$ 8,7 bilhões em importação de diesel. “E ela só não 30% maior por causa da produção interna de biodiesel”, complementou ele.

Segundo Julio, enquanto a produção de diesel cresceu 20% no ano passado, o consumo aumentou 34%. Ricardo Dornelles disse que o planejamento decenal do Ministério prevê um déficit de 10 a 12 bilhões de litros na importação de diesel. Para ele o biodiesel é sim a solução neste cenário, ao equilibrar a cadeia de soja.

“Se não tivéssemos hoje o B7 (7% de biodiesel por litro de diesel), o país teria que exportar o óleo de soja excedente por um preço baixo, derrubando o valor de toda a cadeia produtiva”, lembrou Dornelles.

Para o executivo do governo federal, substituir o diesel pelo biodiesel é benéfico, pois seu crescimento sustentado melhora a saúde pública e agrega valor à cadeia produtiva, promovendo a agricultura familiar no fornecimento de matérias primas, além de desenvolver outras cadeias da agroindústria.

Dornelles não deixou de observar, porém, que tudo isso depende da disponibilidade de matéria prima, da sua diversificação, para que a indústria não fique refém do óleo de soja. 

Para ele, quanto mais competitivo o biodiesel brasileiro for, melhor para o consumidor final e para o país.

(Redação - Agência IN)

Conheça o Programa Bióleo Duplamente Sustentável - 

www.bioleo.org.br

Prêmio L’Oréal Para Mulheres na Ciência destaca sete pesquisadoras brasileiras

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Foto: Aline Massuca

Cheguei ao restaurante do hotel e fui seguindo o burburinho de vozes femininas que indicavam que eu estava no caminho certo. 

Era uma mesa longa e intimidadora apenas com mulheres, incluindo sete das mais promissoras jovens cientistas atuantes no Brasil.

Talvez por eu ser a única presença masculina, talvez por eu estar em pé à beira da mesa, ou simplesmente porque eu estava aterrorizado todas imediatamente pararam de conversar e olharam para mim. 

Dei um bom dia tímido e me dirigi para a mesa da imprensa com o rosto tão vermelho quanto as hemácias correndo nas minhas veias. 

O almoço era um encontro informal entre a imprensa e as vencedoras do prêmio Para Mulheres na Ciência da L’Oréal em parceria com a Unesco e a Academia Brasileira de Ciências.

“O mundo precisa de ciência e a ciência precisa de mulheres”

O prêmio, já na sua décima edição, escolheu sete jovens pesquisadoras atuantes em diversas áreas e as contemplou com uma bolsa-auxílio de vinte mil dólares cada. 

O objetivo é valorizar o papel feminino na ciência brasileira e estimular mais meninas a seguirem este caminho para aumentar o equilíbrio de gênero na investigação científica. 

Conheça as laureadas e seus trabalhos:

Dra. Alline Cristina de Campos: estudo de derivados da maconha no tratamento de transtornos mentais

Alline despertou curiosidade pela neurociência quando foi diagnosticada com síndrome do pânico, aos 21 anos. 

Hoje ela trabalha para descobrir novos medicamentos que tratem transtornos de ansiedade e depressão com menos efeitos adversos que os atuais. 

Ninguém quer fazer um tratamento que melhora um aspecto de sua vida, mas causa náusea, vômitos, problemas com apetite e demoram até um mês para fazer efeito.

O mais famoso componente da maconha, o THC, pode causar muita instabilidade mental. Mas não é apenas de THC que é feita a Cannabis sativa. 

Grande parte da planta é feita de canabidiol, uma substância que a Alline e sua equipe está descobrindo ter um efeito estabilizador para pessoas portadoras de transtornos mentais.

Apesar de não ser fácil trabalhar com uma substância tão controlada legalmente e estigmatizada socialmente Alline está convencida do seu grande potencial terapêutico no tratamento de transtornos mentais.

Dra. Elisa Orth: destruição de moléculas nocivas à saúde humana

Elisa trabalha no desenvolvimento de novas enzimas artificiais, que são catalisadores, para acelerar reações químicas de forma segura. 

Essas enzimas tem o potencial tanto de melhorar a qualidade de alimentos cultivados com agrotóxicos quanto serem usadas no tratamento de doenças genéticas reparando genes defeituosos.

Na terapia genética os novos catalisadores poderiam ser utilizados no tratamento do câncer, doença de Parkinson, fibrose, etc. 

No campo dos agrotóxicos Elisa já pode ajudar agências de controle a destruir estoques de agrotóxicos proibidos e perigosos de maneira eficaz.

No futuro talvez seja possível até mesmo criar um teste simples que qualquer pessoa possa utilizar na própria cozinha para determinar se os vegetais que vão preparar para a família contém muito agrotóxico.

Dra. Elisa Brietzke: envelhecimento celular e imunológico no transtorno bipolar

A Dra. Elisa e sua equipe estão prestes a confirmar sua descoberta de que o transtorno bipolar, que afeta entre 1 e 2% da população mundial, pode levar ao envelhecimento precoce. 

O estudo também tem o propósito de descobrir possíveis intervenções que retardem este processo.

Na sua pesquisa Elisa tem observado que um processo inflamatório acompanha as crises do paciente e isto parece estar ligado a um enfraquecimento do sistema imunológico e envelhecimento precoce. 

Um dos parâmetros utilizados para confirmar esta hipótese totalmente original é medir os telômeros dos genes de seus voluntários. O telômero mantém os cromossomos vivos e quanto mais curto, menos tempo aquela célula tem para viver.

Elisa pretende utilizar o prêmio da L’Oréal também para aumentar a quantidade de voluntários que participam do estudo, aumentando também a precisão dos resultados.

Dra. Tábita Hünemeier: investigação genética dos nativos americanos

Os nativos das Américas são dos povos menos estudados do ponto de vista genético, de acordo com Tábita. Tanto os indígenas do norte da América do Norte quanto os do Sul da América do Sul possuem muitas similaridades morfológicas como cabelos lisos, falta de barba e pelos pelo corpo, olhos amendoados, etc. 

Seu objetivo é desvendar as bases genéticas dessas características para descobrir o que os diferencia das populações dos outros continentes. 

Essas similaridades evidenciam que todos os indígenas das Américas possivelmente migraram da Ásia para em algumas ondas migratórias através do Estreito de Bering durante as eras glaciais a mais de 15 mil anos.

A pesquisadora pretende compreender melhor como ocorreu o povoamento e aspectos em relação a saúde destes povos assim como as mutações que os diferenciam do restante das populações do mundo.

Dra. Daiana Silva de Ávila: busca de um tratamento mais eficaz para a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

Esclerose Lateral Amiotrófica é a mesma doença do Ice Bucket Challenge (desafio do balde de gelo) e aquela que confinou Stephen Hawking à sua cadeira de rodas.

Apesar desse mal acometer cerca de 12 mil brasileiros existe apenas um medicamento disponível que leva a muitos efeitos colaterais indesejados. Daiana investiga o potencial do carboidrato trealose associado a vitamina 

E para frear o avanço da ELA aumentando a qualidade de vida dos pacientes.

Seu modelo de pesquisa usa vermes Caenorhanditis elegans geneticamente modificados para desenvolverem a doença. 

Ao invés de testar seus compostos apenas em células individuais ela o faz em seres vivos análogos a humanos. No entanto dentro de alguns anos o objetivo é avançar para modelos em mamíferos e, mais tarde, até mesmo humanos.

Dra. Karín Menéndez-Delmestre: entendendo a evolução das galáxias

Existem mais estrelas em nossa galáxia do que grãos de areia em todas as praias da Terra. 

Esse fato não é apenas impressionante, mas também profundo. Cada galáxia — a maioria com centenas de bilhões de estrelas — é como um universo-ilha com sua própria história e evolução. 


Karín, astrofísica, está contribuindo para a formação de um modelo completo para que possamos compreender como evoluem os diferentes tipos de galáxias. Ela usa imagens de galáxias feitas por observatórios internacionais. 

As mais distantes são os bebês: já que sua luz pode levar 13 bilhões de anos para chegar até nós, estamos vendo-as como eram a 13 bilhões de anos atrás, muito quentes e caóticas. 

As mais próximas vemos como as galáxias maduras que são, a poucos milhares de anos-luz de distância. Ao criar uma cronologia dos diversos tipos de galáxias é possível contar a história de sua evolução e observar como mudam ao longo da história do universo.

Dra. Cecília Salgado: geometria algébrica e a teoria dos números

Cecília ama a ciência e, segundo ela, poderia estar trabalhando em qualquer área da descoberta. No entanto escolheu a matemática que é “uma mistura de arte e ciência”. 

Quando a questionei se a matemática seria uma realidade natural ou uma construção do cérebro humano ela me respondeu que é ambos. 

A matemática não é considerada uma ciência por todos, no entanto ela permite tanto criação quanto descoberta, de acordo com Cecília.

Seu interesse é por matemática pura, no entanto seus estudos poderiam ser utilizados na correção de erros na telecomunicação e gravação de dados.



Novo app visa incentivar a sustentabilidade nas Olimpíadas

App chamado Passaporte Verde visa incentivar ações sustentáveis nos Jogos Olímpicos no Rio em 2016.

O Comitê Rio-2016 está apostando no uso do aplicativo Passaporte Verde – que visa incentivar ações sustentáveis nos Jogos Olímpicos.

O Passaporte Verde é uma iniciativa do programa pertencente às Nações Unidas em prol do meio ambiente que visa promover o turismo sustentável e consciente.

A apresentação oficial aconteceu recentemente no Dia do Consumo Consciente. O aplicativo é totalmentegratuito para as plataformas móveis e aposta em ações sustentáveis dos cariocas e estrangeiros que visitarão o país durante o evento.

Vale lembrar que o app já foi usado durante a Copa do Mundo e desde então vem sendo atualizado e aprimorado para as Olímpiadas. 

O aplicativo está mais aprofundado e útil, entre as funcionalidades do app, está a sugestão de roteiros turísticos e locais que agem de forma verde e a exemplificação de maneiras e comportamentos sustentáveis. 

Um exemplo de sugestão é a retirada dos carregadores celulares das tomadas após os aparelhos atingirem carga máxima. 

A dica conta com a explicação de que há um gasto 5 vezes maior de energia quando os carregadores continuam conectados na tomada e demonstra como simples ações são capazes de mudar o mundo.

O site www.passaporteverde.org.br contém os mesmos conteúdos do app e também há espaço exclusivo para empresas interessadas em participar do projeto Passaporte Verde.

Outra iniciativa em prol da sustentabilidade é a realização do evento do plantio de árvores por atletas brasileiros de todas as modalidades que receberem medalhas nos Jogos Olímpicos por seus desempenhos. 

A organização está sendo elaborada por Samyra Crespo, atual presidente do Jardim Botânico e visa, além de preservar o meio ambiente, demonstrar que é necessário repor o que retiramos.

De acordo com o presidente do comité Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, a parceria com um órgão das Nações Unidas é sinônimo de muito orgulho, pois o intuito não é apenas trazer turistas para o evento, é fazer com que eles levem esse hábito para toda a vida. 

A sustentabilidade não pode ser vista como algo esporádico, é necessário vivenciá-la todos os dias.

Por Beatriz 
App Passaporte Verde
Foto: Divulgação
Fonte: www.olimpiadasrio.net

Foto com 46 bilhões de pixels da Via Láctea é a maior imagem astronômica de todos os tempos




Astrônomos da Ruhr-Universität Bochum, na Alemanha, compilaram a maior imagem astronômica já feita. 

A imagem da Via Láctea contém 46 bilhões de pixels e, para que seja possível visualizá-la, os pesquisadores liderados pelo professor Rolf Chini, do diretor do departamento de Astrofísica da instituição, criou uma ferramenta online (que pode ser acessada clicando aqui). 

A imagem contém dados coletados em observações astronômicas durante um período de cinco anos.

“Se você quisesse mostrá-la em resolução total em telas de TV Full HD, você precisaria de mais de 22 mil telas”, conta Moritz Hackstein, doutorando que conduziu a pesquisa como parte de sua tese, em entrevista à rede de televisão CBS News.


Durante estes cinco anos, os astrônomos do Bochum têm monitorado a nossa galáxia em busca de objetos com brilho variável. 

Esses objetos podem, por exemplo, incluir estrelas em frente da qual um planeta está passando, ou múltiplos sistemas onde as estrelas orbitam umas às outras e que acabam se obscurecendo de vez em quando.

Em sua tese de doutorado, Hackstein está compilando um catálogo de tais objetos variáveis ​​de brilho médio. Por isso, a equipe de Chini tira fotos do céu do sul da noite após noite. 

Eles utilizam os telescópios no observatório da Universidade de Bochum no deserto de Atacama, no Chile. 

Mais de 50 mil novos objetos variáveis, que não tinham até então sido registrados em bancos de dados, foram descobertos pelos pesquisadores até agora.


A área que os astrônomos observam é tão grande que eles têm de dividi-la em 268 seções. Eles fotografam cada seção em intervalos de vários dias. Comparando as imagens, eles são capazes de identificar os objectos variáveis. 

A equipe reuniu as imagens individuais das 268 seções em uma fotografia abrangente. Após um período de cálculo de várias semanas, eles criaram um arquivo de 194 GB ao qual imagens tiradas com filtros diferentes foram inseridas.


Usando a ferramenta on-line, qualquer pessoa interessada pode ver a faixa completa da Via Láctea de relance, ou dar um zoom e analisar áreas específicas. Uma janela de busca de texto, o qual fornece a posição da seção de imagem visualizada, pode ser usada para procurar objetos específicos. 

Se o usuário digita “Eta Carinae”, por exemplo, a ferramenta se desloca à estrela respectiva; e o termo de pesquisa “M8” leva à Nebulosa da Lagoa.