As 50 melhores cidades do Brasil para viver, segundo a ONU

Felipe Borges/Creative Commons


Amanda Previdelli, de EXAME.com


São Paulo – As cidades a seguir, concorde-se ou discorde-se, são o que o Brasil tem de melhor nas áreas de educação, renda e expectativa de vida, segundo a ONU.

Elas integram o seleto grupo dos municípios com grau de desenvolvimento considerado “muito alto” no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), divulgado hoje pelo Pnud, órgão das Nações Unidas, em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro.

Para tanto, elas têm IDHM superior a 0,8. A média do Brasil hoje é 0,727, considerado alto (mas não muito alto).

O indicador, que vai de 0 a 1 – e quanto mais próximo de 1, melhor - é semelhante ao famoso IDH calculado para os países do globo, mas algumas adaptações metodológicas tupiniquins foram feitas. Por isso, segundo o Pnud, não é possível comparar os números de países inteiros às cidades brasileiras.

O IDHM não mede exatamente qualidade de vida. Embora, claro, municípios com elevados índices de educação, longeva expectativa de vida e renda alta tendam a ser bons lugares para se viver.

Entre as capitais, venceu Florianópolis (SC), seguida de Vitória (ES). O levantamento é feito pela ONU a cada 10 anos, com base nos dados do Censo, do IBGE.

Clique nas fotos e confira as cidades que estão na dianteira do país. Além do valor de cada subíndice do IDHM, estão incluídas em cada cidade a expectativa de vida, em anos, e a renda, em reais.


1ª São Caetano do Sul (SP) – IDHM 0,862

2/52Alexandre Giesbrecht/Creative Commons


Educação: 0,811

Expectativa de vida: 0,887 (78,2 anos)

Renda: 0,891 (2.043,74)

IDHM Final: 0,862

Posição (2000): 1º lugar

2ª Águas de São Pedro (SP) – IDHM 0,854

3/52Wikimedia Commons


Educação: 0,825

Expectativa de vida: 0,890 (78,37 anos)

Renda: 0,849 (1.580,72)

IDHM Final: 0,854

Posição (2000): 2º lugar


3ª Florianópolis (SC) – IDHM 0,847

4/52Wikimedia Commons


Educação: 0,800

Expectativa de vida: 0,873 (77,35 anos)

Renda: 0,870 (1.798,12)

IDHM Final: 0,847

Posição (2000): 6º lugar


4ª Vitória (ES) – IDHM 0,845

5/52Viagem e Turismo/Gilvan Barreto



Educação: 0,805

Expectativa de vida: 0,855 (76,28 anos)

Renda: 0,876 (1.866,58)

IDHM Final: 0,845

Posição (2000): 7º lugar

5ª Balneário Camboriú (SC) – IDHM 0,845

6/52Mario Roberto Duran Ortiz/Wikimedia Commons


Balneário Camboriú (SC)

Educação: 0,789

Expectativa de vida: 0,894 (78,62 anos)

Renda: 0,854 (1.625,59)

IDHM Final: 0,845

Posição (2000): 4º lugar

6ª Santos (SP) – IDHM 0,840

7/52Marcus RG/Flickr


Educação: 0,807

Expectativa de vida: 0,852 (76,13 anos)

Renda: 0,861 (1.693,65)
IDHM Final: 0,840
Posição (2000): 3º lugar 

7ª Niterói (RJ) – IDHM 0,837

8/52Reuters/Sergio Moraes


Museu de Arte Contemporânea de Niterói, desenhado por Oscar Niemeyer

Educação: 0,773

Expectativa de vida: 0,854 (76,23 anos)

Renda: 0,887 (2.000,29)

IDHM Final: 0,837

Posição (2000): 5º lugar

8ª Joaçaba (SC) – IDHM 0,827

9/52Wikimedia Commons


Educação: 0,771

Expectativa de vida: 0,891 (78,44 anos)

Renda: 0,823 (1.338,50)

IDHM Final: 0,827

Posição (2000): 19º lugar

9ª Brasília (DF) – IDHM 0,824

10/52Dado Galdieri/Bloomberg

Prédio do Congresso Nacional em Brasília: matéria seguirá agora para análise da comissão que cuida da reforma do regimento interno do Senado

Educação: 0,742

Expectativa de vida: 0,873 (77,35 anos)

Renda: 0,863 (1.715,11)

IDHM Final: 0,824
Posição (2000): 42º lugar

10ª Curitiba (PR) – IDHM 0,823

11/52Elaine Skowronski / Guia Quatro Rodas



Educação: 0,768

Expectativa de vida: 0,855 (76,3 anos)

Renda: 0,850 (1.581,04)

IDHM Final: 0,823

Posição (2000): 10º lugar

11ª Jundiaí (SP) – IDHM 0,822

12/52Alexandre Battibugli/EXAME.com

Jundiaí: a cidade paulista, que já conta com dois shopping centers, deverá ter um Iguatemi até 2015

Educação: 0,768

Expectativa de vida: 0,866 (76,94 anos)

Renda: 0,834 (1.431,55)

IDHM Final: 0,822

Posição (2000): 15º lugar

12ª Valinhos (SP) – IDHM 0,819

13/52Divulgação/Prefeitura


Educação: 0,763

Expectativa de vida: 0,850 (76,01 anos)

Renda: 0,848 (1.570,91)

IDHM Final: 0,819

Posição (2000): 18º lugar

13ª Vinhedo (SP) – IDHM 0,817

14/52Divulgação/Prefeitura de Vinhedo


Educação: 0,739

Expectativa de vida: 0,878 (77,68 anos)

Renda: 0,840 (1.493,32)

IDHM Final: 0,817

Posição (2000): 11º lugar

14ª Araraquara (SP) – IDHM 0,815

15/52Wikimedia Commons


Educação: 0,782

Expectativa de vida: 0,877 (77,64 anos)

Renda: 0,788 (1.080,66)

IDHM Final: 0,815

Posição (2000): 17º lugar

15ª Santo André (SP) – IDHM 0,815

16/52Vitor mazuco/ Wikimedia Commons

Vista aérea da cidade de Santo André: concorrem às 21 cadeiras da Câmara de Vereadores 533 candidatos em Santo André

Educação: 0,769

Expectativa de vida: 0,861 (76,66 anos)

Renda: 0,819 (1.304,31)

IDHM Final: 0,815

Posição (2000): 25º lugar

16ª Santana de Parnaíba (SP) – IDHM 0,814

17/52Gabriel Perazzo/Flickr/Creative Commons

Santana de Parnaíba (SP)

Educação: 0,725

Expectativa de vida: 0,849 (75,92 anos)

Renda: 0,876 (1.858,69)

IDHM Final: 0,814

Posição (2000): 74º lugar


17ª Nova Lima (MG) – IDHM 0,813

18/52Celso Travassos/Prefeitura


Educação: 0,704

Expectativa de vida: 0,885 (78,1 anos)

Renda: 0,864 (1.731,84)

IDHM Final: 0,813

Posição (2000): 238º lugar


18ª Ilha solteira (SP) – IDHM 0,812

19/52CESP/Divulgação


Educação: 0,782

Expectativa de vida: 0,871 (77,24 anos)

Renda: 0,786 (1.063,04)

IDHM Final: 0,812

Posição (2000): 8º lugar

19ª Americana (SP) – IDHM 0,811

20/52Wikimedia Commons


Educação: 0,760

Expectativa de vida: 0,876 (77,55 anos)

Renda: 0,800 (1.161,68)

IDHM Final: 0,811

Posição (2000): 28º lugar

20ª Belo Horizonte (MG) – IDHM 0,810

21/52Wikimedia Commons

Savassi, bairro mais caro de Belo Horizonte, tem metro quadrado de 8.300 reais em média

Educação: 0,737
Expectativa de vida: 0,856 (76,37 anos)

Renda: 0,841 (1.497,29)

IDHM Final: 0,810

Posição (2000): 39º lugar

21ª Joinville (SC) – IDHM 0,809

22/52Wikimedia Commons


Educação: 0,749

Expectativa de vida: 0,889 (78,34 anos)

Renda: 0,795 (1.126,74)

IDHM Final: 0,809

Posição (2000): 79º lugar

22ª São José (Santa Catarina) – IDHM 0,809

23/52Wikimedia Commons



Educação: 0,752

Expectativa de vida: 0,880 (77,81 anos)

Renda: 0,799 (1.157,43)

IDHM Final: 0,809

Posição (2000): 59º lugar

23ª Maringá (PR) – IDHM 0,808

24/52Fernanda Pasian / Flickr


Educação: 0,768

Expectativa de vida: 0,852 (76,1 anos)

Renda: 0,806 (1.202,63)

IDHM Final: 0,808

Posição (2000): 22º lugar

24ª São José dos Campos (SP) – IDHM 0,807

25/52Wilson Neves de Miranda/ Wikimedia Commons

Vista noturna da cidade de São José dos Campos: mais de 450 candidatos concorrem às 21 cadeiras da Câmara Municipal

Educação: 0,764

Expectativa de vida: 0,855 (76,27 anos)

Renda: 0,804 (1.190,96)

IDHM Final: 0,807

Posição (2000): 24º lugar

25ª Presidente Prudente (SP) – IDHM 0,806

26/52Wikimedia Commons

Presidente Prudente

Educação: 0,774

Expectativa de vida: 0,858 (76,49 anos)

Renda: 0,788 (1.080,22)

IDHM Final: 0,806

Posição (2000): 12º lugar

26ª Blumenau (SC) – IDHM 0,806

27/52Wikimedia Commons

Blumenau, em Santa Catarina: a Prefeitura da cidade fornecerá outros US$ 59 milhões

Educação: 0,722

Expectativa de vida: 0,894 (78,64 anos)

Renda: 0,812 (1.253,17)

IDHM Final: 0,806

Posição (2000): 38º lugar

27ª Rio Fortuna (SC) – IDHM 0,806

28/52Reprodução/Google Street View


Educação: 0,727

Expectativa de vida: 0,850 (75,98 anos)

Renda: 0,848 (1.570,51)

IDHM Final: 0,806

Posição (2000): 622º lugar

28ª Assis (SP) – IDHM 0,805

29/52Reprodução/Google Street View


Educação: 0,781

Expectativa de vida: 0,865 (76,91 anos)

Renda: 0,771 (967,39)

IDHM Final: 0,805

Posição (2000): 36º lugar

29ª Campinas (SP) – IDHM 0,805

30/52Wikimedia Commons

Campinas

Educação: 0,731

Expectativa de vida: 0,860 (76,59 anos)

Renda: 0,829 (1.390,83)

IDHM Final: 0,805

Posição (2000): 29º lugar

30ª São Bernardo do Campo (SP) – IDHM 0,805

31/52 Prefeitura de São Bernardo do Campo


Educação: 0,752

Expectativa de vida: 0,861 (76,65 anos)

Renda: 0,807 (1.212,65)

IDHM Final: 0,805

Posição (2000): 21º lugar

31ª São Carlos (SP) – IDHM 0,805

32/52Wikimedia Commons


Educação: 0,766

Expectativa de vida: 0,863 (76,78 anos)

Renda: 0,788 (1.079,45)

IDHM Final: 0,805

Posição (2000): 27º lugar

32ª São Paulo (SP) – IDHM 0,805

33/52Germano Lüders/EXAME.com

Vista da Avenida Paulista, em São Paulo: os preços estão subindo menos

Educação: 0,725

Expectativa de vida: 0,855 (76,3 anos)

Renda: 0,843 (1.516,21)

IDHM Final: 0,805

Posição (2000): 33º lugar

33ª Porto Alegre (RS) – IDHM 0,805

34/52Wikimedia Commons


Educação: 0,702

Expectativa de vida: 0,857 (76,42 anos)

Renda: 0,867 (1.758,27)

IDHM Final: 0,805

Posição (2000): 16º lugar

34ª Rio Claro (SP) – IDHM 0,803

35/52Wikimedia Commons


Educação: 0,766

Expectativa de vida: 0,862 (76,72 anos)

Renda: 0,784 (1.049,16)

IDHM Final: 0,803

Posição (2000): 30º lugar


35ª Jaraguá do Sul (SC) – IDHM 0,803

36/52Reprodução/Google Street View


Educação: 0,755

Expectativa de vida: 0,865 (76,92 anos)

Renda: 0,793 (1.111,85)

IDHM Final: 0,803

Posição (2000): 23º lugar

36ª Rio do Sul (SC) – IDHM 0,802

37/52Reprodução/Google Street View


Educação: 0,727

Expectativa de vida: 0,894 (78,61 anos)

Renda: 0,793 (1.114,31)

IDHM Final: 0,802

Posição (2000): 142º lugar

37ª Bauru (SP) – IDHM 0,801

38/52Wikimedia Commons


Educação: 0,752

Expectativa de vida: 0,854 (76,26 anos)

Renda: 0,800 (1.163,86)

IDHM Final: 0,801

Posição (2000): 26º lugar

38ª Pirassununga (SP) – IDHM 0,801

39/52Marcos Santos/ USP Imagens


Educação: 0,736

Expectativa de vida: 0,884 (78,03 anos)

Renda: 0,789 (1.086,22)

IDHM Final: 0,801

Posição (2000): 68º lugar

39ª São Miguel do Oeste (SC) – IDHM 0,801

40/52Wikimedia Commons


Educação: 0,739
Expectativa de vida: 0,884 (78,06 anos)

Renda: 0,787 (1.072,60)

IDHM Final: 0,801

Posição (2000): 103º lugar

40ª Vila Velha (ES) – IDHM 0,800

41/52John Paul/Wikimedia Commons

Praia da Costa é o bairro com metro quadrado mais em conta entre os bairros mais caros

Educação: 0,734

Expectativa de vida: 0,864 (76,84 anos)

Renda: 0,807 (1.211,79)

IDHM Final: 0,800

Posição (2000): 84º lugar

41ª Botucatu (SP) – IDHM 0,800

42/52Luciano Pereira/Creative Commons



Educação: 0,746

Expectativa de vida: 0,869 (77,13 anos)

Renda: 0,790 (1.089,10)

IDHM Final: 0,800

Posição (2000): 54º lugar

42ª Ribeirão Preto (SP) – IDHM 0,800

43/52Wikipedia


Educação: 0,739

Expectativa de vida: 0,844 (75,65 anos)

Renda: 0,820 (1.314,04)

IDHM Final: 0,800

Posição (2000): 32º lugar

43ª Taubaté (SP) – IDHM 0,800

44/52Lucas H. R. Ataide/Wikimedia Commons

Panorama da cidade de Taubaté, no interior de São Paulo

Educação: 0,746
Expectativa de vida: 0,883 (77,98 anos)

Renda: 0,778 (1.011,95)

IDHM Final: 0,800

Posição (2000): 31º lugar

44ª Concórdia (SC) – IDHM 0,800

45/52Wikimedia Commons


Educação: 0,756
Expectativa de vida: 0,872 (77,33 anos)

Renda: 0,777 (1.009,49)

IDHM Final: 0,800

Posição (2000): 83º lugar

45ª Rio de Janeiro (RJ) – IDHM 0,799

46/52Wikimedia Commons


Educação: 0,719

Expectativa de vida: 0,845 (75,69 anos)

Renda: 0,840 (1.492,63)

IDHM Final: 0,799*

Posição (2000): 64º lugar
* IDHM abaixo de 0,8, considerado alto

46ª Goiânia (GO) – IDHM 0,799

47/52Wikimedia Commons


Educação: 0,739

Expectativa de vida: 0,838 (75,28 anos)

Renda: 0,824 (1.348,55)

IDHM Final: 0,799*
Posição (2000): 71º lugar

* IDHM abaixo de 0,8, considerado alto

47ª Guaratinguetá (SP) – IDHM 0,798

48/52Wikimedia Commons


Educação: 0,751

Expectativa de vida: 0,886 (78,17 anos)

Renda: 0,764 (926,78)

IDHM Final: 0,798*

Posição (2000): 55º lugar

* IDHM abaixo de 0,8, considerado alto

48ª Marília (SP) – IDHM 0,798

49/52Filipe Mesquita de Oliveira/Wikimedia Commons


Educação: 0,776

Expectativa de vida: 0,854 (76,26 anos)

Renda: 0,768 (953,20)

IDHM Final: 0,798*
Posição (2000): 40º lugar

* IDHM abaixo de 0,8, considerado alto

49ª Sorocaba (SP) – IDHM 0,798

50/52Wikimedia Commons


Educação: 0,762
Expectativa de vida: 0,843 (75,59 anos)

Renda: 0,792 (1.107,19)

IDHM Final: 0,798*

Posição (2000): 50º lugar

* IDHM abaixo de 0,8, considerado alto

50ª Fernandópolis (SP) – IDHM 0,797

51/52Wikimedia Commons


Educação: 0,758

Expectativa de vida: 0,872 (78,2 anos)

Renda: 0,767 (944,00)

IDHM Final: 0,797*
Posição (2000): 37º lugar

* IDHM abaixo de 0,8, considerado alto
Fonte: www.exame.abril.com.br



A mulher moderna tem um espírito ecológico



Falando de poluição, vamos focar fortemente todos esses fatores importantes nos quais a mulher é central para ajudar muito no clima para diminuir ou eliminar os elementos tóxicos que afetam ambas as nossas famílias e da sociedade em geral chave.
Diz-se que o espírito governa a matéria, e o papel das mulheres na área de contaminação é acionado, uma vez que a mulher foi dotado de talentos especiais e uma saudavelmente critério analítico para guiar seu principal núcleo da família.
Ela como mãe, esposa e parceiro tem a bela missão de sensibilizar aqueles que o rodeiam, para cumprir este trabalho duro, não só para purificar a atmosfera da Terra, mas também o ambiente psicológico de seus entes queridos, a partir de casa.

Começamos observando todos os resíduos tóxicos no ralo deixando nossa casa, com a cozinha eo banheiro, como os lugares mais imediatos, a lavanderia, que é onde a limpeza do uso de roupas é geralmente toda a família, são os pontos mais densos carregados com bactérias e localização de uma atenção mais urgente.
Na cozinha, por exemplo; muitas mulheres em todo o mundo tendem a esvaziar a resíduos de óleos vegetais e gorduras animais em que seus alimentos cozidos máquina de lavar louça, sem sequer imaginar que com um litro de óleo de dez mil litros de água são contaminados.
Eo banheiro, meus queridos amigos, quantas vezes um tanque diário pessoal alavanca família é reduzido? Ou, quantos rolos de papel higiênico usado ir direto para o aterro em uma semana?
E a roupa que é lavada em casa com várias marcas de detergentes líquidos e produtos de limpeza, água sanitária, removedores de manchas, amaciantes e em geral eles não são biodegradação?
Esse acúmulo de resíduos químicos que flui através dos esgotos de cidades pequenas e grandes cidades do mundo vai para os rios e os rios correm para o mar. Tudo isso sem resíduos químicos que descartadas grandes indústrias, que também vai para o mar, poluindo suas águas e milhões de espécies de criaturas do mar.
E a poluição do ar meus amigos? … Quantos de nós tem que engolir os sopros cigarro parceiros, parentes ou vizinhos e amigos que fumam, e às vezes até de nós mesmos? E não cumprir, além algumas pessoas são afectados a utilizarem chamados sprays ou fixadores de cabelo também são fatores de poluição da atmosfera e, claro, isso já é mostrado em estudos para a estratosfera do planeta, alguns física e os cientistas da terra, jogando como resulta uma repartição alarmante da camada de ozônio, que é composto de gás oxigênio (o filtro do nosso mundo dilacerado) onde os elementos espaciais desbaste de mudas de ar e causando problemas respiratórios deixando etapa, os raios ultravioletas luz direta à nossa pele. Aqui foi a fonte de muitas doenças crônicas na derme humanos.
O homem comum na terra, em seguida, esqueceu-se de preservar a limpeza do seu mundo, você se esqueça de limpar seu barco e sua arca que guarda seus preciosos tesouros vivos: florestas (fonte de oxigênio do planeta), a flora e fauna. Ele criou inconscientemente caça e pesca clubes, onde foram oficialmente autorizados para acabar com as poucas espécies animais que permanecem na terra.
Fonte: http://meioambienterio.com/2015/09/9100/a-mulher-moderna-tem-um-espirito-ecologico.html

Expansão da matriz energética nos próximos dez anos se dará com predominância de renováveis

PDE 2024, colocado em consulta pública nesta quarta-feira, prevê acréscimo de 73 mil MW de energia nova





O Brasil continuará baseando sua expansão energética nas fontes renováveis nos próximos dez anos. 

A capacidade instalada de geração de energia elétrica deve ser ampliada em 73 mil MW (megawatts) até 2024, com metade desta expansão baseada em fontes renováveis: eólica, solar, biomassa e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). 

O dado consta no Plano Decenal de Expansão de Energia com horizonte de 2024 (PDE 2024), elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), submetido à consulta pública pelo Ministério de Minas e Energia (MME) nesta quarta-feira (16/09) até o dia 7 de outubro.

Com o crescimento das fontes renováveis na capacidade instalada de geração elétrica, o PDE estima que em 2024 cerca de 84% da potência instalada no Sistema Interligado Nacional (SIN) seja dessas fontes.

O expressivo parque eólico brasileiro deverá responder por 11,5% da capacidade instalada em 2024 (ou 23,9 mil MW), refletindo a competitividade dessa fonte no horizonte decenal. 

Apesar de uma expansão significativa de mais de 27 mil MW de capacidade de geração hidráulica, a participação dessa fonte na matriz elétrica cai mais de 10 pontos percentuais, para 57% em 2024. 

A maior expansão hidrelétrica ocorrerá na Região Norte, devido à entrada em operação de grandes empreendimentos, com destaque para a usina hidrelétrica de Belo Monte (PA).

Outro destaque é a energia solar, para a qual se espera que alcance 7.000 MW ao fim do horizonte decenal (ou cerca de 3% na capacidade instalada total). Nos leilões promovidos ao longo de 2014 foram comercializados 1.048 MWp de potência pico, enquanto em 2015 já foram contratados mais 1.044 MWp.

Petróleo

De acordo com o PDE, em 2014 a produção de petróleo deve chegar a 5 milhões de barris por dia (bpd), com exportações de 2 milhões de bpd. 

Apesar dessa expansão, a matriz energética brasileira deverá atingir 45% de participação de fontes renováveis em 2024, patamar bem superior à média mundial de 13,5% ou dos países da OCDE, de cerca de 9%.

Veja o PDE 2024.

*Com informações da EPE.

Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo está no Amazonas

Niobio em Sãpo Gabriel da CachoeiraA reserva mineral de nióbio localizada na região denominada Cabeça de Cachorro, no município de São Gabriel da Cachoeira (AM), na fronteira com a Venezuela e a Colômbia, classificada entre as maiores do mundo, apesar da alta viabilidade comercial, não pode ser explorada comercialmente porque está localizada em território indígena e dentro das áreas de proteção ambiental Parque Nacional do Pico da Neblina e da Reserva Biológica Estadual do Morro dos Seis Lagos. O total de minério estimado na reserva é de cerca de 2,9 bilhões de toneladas de nióbio
O nióbio é um raro e estratégico minério utilizado na industrialização de produtos que suportem altas e baixas temperaturas como aviões e foguetes. Indispensável nas indústrias espacial e nuclear, várias ligas de nióbio são desenvolvidas por sua leveza e por sua supercondutividade, muito superior a de outros minerais. Seus principais derivados entram na composição de aços diversos, como nos aços de alta resistência, usados na fabricação de tubulações para transmissão de gás sob alta pressão, petróleo e água, por ser um poderoso agente anticorrosivo, resistente aos ácidos mais agressivos.
O secretário da SEMGRH (Secretaria Estadual de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos), Daniel Nava, afirma que na década de 70 o CPRM (Serviço Geológico do Brasil) realizou levantamentos que definiram as localizações das reservas de nióbio em Seis Lagos. Ele destaca a alta capacidade de mineração da área e explica que a produção e comercialização da reserva esbarra em questões legais que passam pela aprovação se encontram nos Estados de Minas Gerais (75% do total), Amazonas (21%) e em Goiás (3%).
Áreas indígenas
Mas mesmo dentro de uma possibilidade do governo estadual encampar a ideia de exploração do nióbio de Seis Lagos, a empreitada esbarraria na legislação federal, haja vista que a reserva está também dentro de territórios indígenas. De acordo com o gerente de Geologia e Recursos Minerais do CPRM-AM, Marcelo Almeida, até mesmo a realização de pesquisas em territórios indígenas precisam ser autorizadas. 
Ele relata que os próprios indígenas garimpam as reservas no Amazonas, apesar de a prática ser considerada ilegal. “A garimpagem ocorre e em algumas situações os indígenas estão envolvidos mas nem sempre eles têm conhecimento sobre a extração mineral”, afirma. Segundo Almeida, nos últimos 20 anos a garimpagem no Estado (nome atribuído à prática da mineração ilegal – conforme o gerente) ocorre na região Oeste de Roraima, em algumas regiões do alto rio Negro, no Sul do Amazonas e em Rondônia.
Ele destaca os locais onde se concentram os minérios mais valiosos, que são: o Oeste de Roraima, onde pode ser extraído ouro e diamante; no Alto Rio Negro, que apresenta ouro e tantalita; no Sul do Amazonas, no igarapé Preto existe a cassiterita. “Eventualmente a área da reserva localizada no igarapé Preto é retomada por garimpeiros.
Essa área foi explorada por uma empresa e logo após virou uma reserva. A mina ficou abandonada. É a região habitada pelos índios tenharins”, comenta. Almeida explica que para que a mineração seja considerada como um processo legal é necessário a apresentação dos relatórios de impacto ambiental; das licenças ambientais e de pesquisa, assim como de exploração mineral, entre outros documentos; sem esquecer do  pagamento dos tributos. Para ele, a legalização da extração mineral em terras indígenas ainda não ocorreu devido a diversidade de opiniões. “Os interesses são diversos. Dentro de um mesmo grupo alguns defendem a prática, enquanto outros são contra. A falta de uniformidade de pensamento acaba chegando ao Congresso Nacional, o que reflete essa heterogeneidade”, avalia.
O gerente declara ser a favor de uma negociação que viabilize a exploração mineral. Ele afirma que a instituição de empresas organizadas pode ser a saída contra a proliferação do garimpo ilegal. “A partir do momento em que o índio é aculturado e precisa utilizar recursos financeiros para custear suas despesas
surge a necessidade de um meio em que ele possa extrair esse dinheiro. É melhor ter uma mineração que seja controlada, que terá geração de empregos e fará recolhimento de impostos. Além de ser cobrada por danos ambientais que forem causados”, defende.
Criação de cooperativa no AM
O advogado David Nogueira conta que teve a oportunidade de contribuir com a criação de uma cooperativa indígena no município de São Gabriel da Cachoeira. Na cooperativa, os trabalhadores poderão desenvolver atividades voltadas à extração mineral e à agricultura. A esse tipo de trabalho conjunto, ele denomina comomisto. Podem fazer parte de um trabalho misto: psicultura, artesanato, entre outros.
Nogueira explica que a proibição quanto à exploração mineral é específica aos territórios indígenas. Portanto, uma cooperativa que pretende ter como base a extração mineral em qualquer área que não seja indígena, tem liberdadepara atuar, desde que esteja em conformidade com a lei. “É necessário um estatuto, um regimento, os registros nos devidos órgãos públicos competentes, assim como a questão cartorária, entre outros. Quando o índio cria a cooperativa não quer dizer que ele vai minerar em terra indígena”.
Uso do nióbio
Várias ligas de nióbio são desenvolvidas por sua leveza e por sua supercondutividade, muito superior à de outros minerais. Seus principais derivados entram na composição de aços diversos, como nos aços de alta resistência usados na fabricação de tubulações para transmissão de gás sob alta pressão, petróleo e água, por ser um poderoso agente anticorrosivo, resistente aos ácidos mais agressivos.
 Fonte: Portal da Amazonia

Turismo vai qualificar mais profissionais para Rio 2016

Qualificação será por meio do Pronatec Turismo e vai alcançar 214 municípios de todo País; profissionais devem atender Jogos Olímpicos



O Ministério do Turismo vai lançar, por meio do Pronatec Turismo, 52 cursos em áreas como hotelaria, agências de viagens, gastronomia e segurança, entre outros, para intensificar o treinamento e qualificação de profissionais para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.
Neste segundo semestre, serão beneficiadas as cidades do Rio de Janeiro, sede da Olimpíada, e as cinco cidades que receberão partidas de futebol durante o evento (Brasília, São Paulo, Salvador, Manaus e Belo Horizonte).
O primeiro acordo de cooperação da nova fase do programa, realizado em parceria com o Ministério da Educação, foi assinado com o município de Formosa (GO), que integra a região metropolitana de Brasília.
Além das cidades diretamente envolvidas com os jogos olímpicos, o programa beneficiará também 81 municípios localizados no entorno de Parques Nacionais, que podem atrair visitantes brasileiros e estrangeiros durante os Jogos. Trata-se de uma ação para estruturar e valorizar essas unidades de conservação como atrativos turísticos, criando condições e oportunidades de emprego para as comunidades locais.
No total, serão atendidos 214 municípios de todas as regiões do País, 90 a mais do que os beneficiados no esforço de qualificação para a Copa do Mundo.
Até o final de 2015, serão oferecidas vagas de cursos profissionalizantes nas quatro modalidades do programa: cidadão, na empresa, social e desenvolvimento local. Cada uma delas, direcionadas para públicos específicos tais como jovens em busca do primeiro emprego, profissionais e empreendedores do setor de turismo.
Fonte:
Portal Brasil, com informações do Ministério do Turismo