Nova Encíclica do Papa retrata preocupação com o clima

O Vaticano divulgou na manhã de quinta-feira, 18, a nova Encíclica do Papa Francisco, “Laudato si – sobre o cuidado da casa comum”. 

O texto trata da ecologia humana e o clima está no centro das preocupações apresentadas pelo pontífice. 

 Além disso, são apontadas as problemáticas e desafios de preservação e prevenção, como também aspectos da proteção à criação e questões como a fome no mundo, pobreza, globalização e escassez

.

“O que está a  acontecer à nossa casa”, um dos 
capítulos da nova Encíclica do Papa, “Ladauto Si”

Este é o primeiro documento escrito integralmente pelo pontífice, que buscou inspiração nas meditações de São Francisco de Assis, patrono dos animais e do meio ambiente. 

Em 2013, no início do pontificado do Papa Francisco, o primeiro documento publicado foi “Lumen Fidei”, que já tinha sido iniciado pelo Papa Emérito Bento XVI.

Em consonância com a Encíclica do Papa, em 2016, a Campanha da Fraternidade Ecumênica da CNBB terá como tema “Casa comum, nossa responsabilidade”. 

A atividade será coordenada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).

Conversão ecológica

Ao final da Audiência Geral da quarta-feira, 17, o Papa Francisco disse que a Terra tem sido maltratada e saqueada. 

“Esta nossa ‘casa’ está sendo arruinada e isso prejudica a todos, especialmente os mais pobres. 

Portanto, o meu apelo é à responsabilidade, com base na tarefa que Deus deu ao ser humano na criação: ‘cultivar e preservar’ o ‘jardim’ em que ele o colocou. 

Convido todos a acolher com ânimo aberto este Documento, que está em sintonia com a Doutrina Social da Igreja”, exortou Francisco.

O papa explicou que o nome da Encíclica foi inspirado na invocação de São Francisco “Louvado sejas, meu Senhor”, que no Cântico das Criaturas recorda que a terra pode ser comparada com uma irmã e uma mãe.

A nova Encíclica é composta por seis capítulos, são eles: 

“O que está a acontecer à nossa casa”, 
“O Evangelho da criação”, 
“A raiz humana da crise ecológica”, 
“Uma ecologia integral”, 
“Algumas linhas de orientação e ação” e 
“Educação e espiritualidade ecológicas”.

Ao longo do texto, o Papa convida a ouvir os gemidos da criação, exortando todos a uma “conversão ecológica”, a “mudar de rumo”, assumindo a responsabilidade de um compromisso para o “cuidado da casa comum”..


Encíclica do Papa alerta para o preocupante aquecimento do clima

Em quase 200 páginas, Francisco pede conversão ecológica aos católicos.

Carta de Francisco à Igreja foi divulgada por uma revista italiana.


Ilze Scamparini - Roma, Itália



Uma revista italiana publicou um rascunho da encíclica do Papa Francisco. 

A carta tem as orientações do Papa à igreja e fala principalmente sobre meio ambiente.

Em quase 200 páginas, o Papa Francisco pede aos católicos uma verdadeira conversão ecológica. 

A sua nova encíclica chama a atenção para o preocupante aquecimento do clima. 

Pede o esforço de todos, para políticas que reduzam drasticamente os gases poluentes e cita a Amazônia e a bacia fluvial do Congo como pulmões do mundo. 

Desaprova as nações que não cooperam.

As reuniões mundiais sobre o meio ambiente, afirma Francisco, não responderam às expectativas, também por causa de países que defendem os próprios interesses nacionais no lugar do bem comum global.

O Papa sustenta que controlar a natalidade não é uma solução para a pobreza. O crescimento demográfico, escreveu o pontífice, pode ser compatível com um desenvolvimento integral e solidário. 

As críticas ao poder econômico são muito claras na nova encíclica.

Salvar os bancos a qualquer preço, fazendo com que a população pague o preço, sem reformar todo o sistema, mostra que as finanças mandam no mundo e sufocam a economia real.

As lições da crise financeira mundial talvez não foram aprendidas, comenta Francisco. 

O mercado sozinho não pode garantir o desenvolvimento humano integral e a inclusão social.

Ninguém quer voltar à época das cavernas, explica o Papa, mas é indispensável diminuir o ritmo para olhar a realidade de outra maneira. 

A publicação do texto da encíclica, pela revista italiana L'Expresso, criou embaraço e apreensão no Vaticano.

O vazamento esta' sendo atribuído a um grupo conservador da igreja, com a intenção de enfraquecer o texto do Papa, que ousa criticar o poder econômico e tenta reformar a Igreja.

FACISC lança Agenda Sustentável SC!



 
O Programa pretende colocar a sustentabilidade em pauta na agenda dos empresários catarinenses.


A sustentabilidade é um tema que desde do ano 2000 está na pauta da sociedade. 

Perguntas como: "Que impactos deixaremos para as futuras gerações? 
Qual a nossa responsabilidade perante os recursos naturais?" são apenas alguns dos questionamentos que levam as empresas a buscarem o desenvolvimento sustentável. 

Foi pensando nisso que Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC) criou a Agenda Sustentável SC. 

A iniciativa pretende difundir o conceito de sustentabilidade baseado no tripé ambiental, econômico e social. 

Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae sobre sustentabilidade, 90,3% dos entrevistados deram notas médias ou baixas sobre seu conhecimento acerca de sustentabilidade e meio ambiente e 59,5% dos empresários veem a sustentabilidade como uma oportunidade de ganho. 

A Agenda desenvolverá um Programa de Formação para a Sustentabilidade com o objetivo de qualificar e aperfeiçoar os profissionais que atuam com responsabilidade social e Sustentabilidade dentro das organizações, disseminar ferramentas de gestão inovadoras e cases de sucesso nacionais, e formar uma rede de parcerias estratégicas para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina.

Para o vice-presidente da FACISC, André Gaidzinski, o programa foi criado para atender uma demanda por formação detectada no meio empresarial. 

"Nossa intenção é preencher uma lacuna quando se trata de formação e informação na área de gestão para a sustentabilidade em nosso Estado".

Embaixadora dos Objetivos do Milênio (ODM), a proposta da FACISC é, a partir deste ano, disseminar conhecimentos sobre Responsabilidade sustentabilidade e responsabilidade social por meio de cursos, palestras, workshops e painéis com cases de sucesso. 

"Acreditamos que o desenvolvimento sustentável só acontecerá quando as ideias sustentáveis fizerem parte da cultura social e organizacional e a base deste processo é, sem dúvida, uma educação inovadora capaz de promover a evolução das ideias acerca do tema. 

Por isso, estes eventos serão o instrumento para aproximar os empresários dos conhecimentos", destaca Mário Sérgio Zilli Bacic, vice-presidente sócio empresarial da FACISC. 

Serão 56 horas de treinamentos que impactarão em cerca de 400 pessoas.

O tema sustentabilidade tem ocupado cada vez mais espaço nas ações empreendidas dentro das organizações. 

"Percebemos que além de defender a sustentabilidade em prol do desenvolvimento, precisávamos fazer algo mais para disseminar os conceitos e estimular as práticas no meio empresarial", expõe o diretor.

Seguindo as demandas globais por sustentabilidade, as organizações perceberam a relevância de seu papel na sociedade e em parceria com os governos. Por esta razão, a responsabilidade social, mais do que um conceito, transformou-se em um diálogo mundial, onde há espaço para todas as vozes. 

"Colocar o tema em discussão e mantê-lo em pauta é o objetivo da FACISC, com este projeto, promovendo assim conhecimento e intercâmbios entre as pessoas e organizações que lideram essas ideias em Santa Catarina", esclarece Mário Sérgio.

Para o alcance dos objetivos, o Programa também segue com referenciais norteadores de sustentabilidade a ISO 20121 - Gestão da Sustentabilidade em Eventos, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, que definirão todos os processos de execução, desde a organização até a conclusão dos eventos.

A proposta tem o apoio técnico e parceria das empresas PROJETA Planejamento e Marketing e Prosperitate Consultoria em Sustentabilidade, especializadas no tema sustentabilidade e investimento social privado e ainda está aberta para organizações que tiverem interesse em apoiar a realização da iniciativa.

Mais resultados da Pesquisa:

- 62,7% dos empresários atribuem algum critério de sustentabilidade ambiental na avaliação dos fornecedores;

- Quanto a sustentabilidade social, 79% demonstrou ter algum conhecimento sobre o tema;

- 64,7% estimula a alfabetização de seus empregados;

- 50,2% subsidia cursos para seus empregados;

- 49,6% deram notas baixas para o quanto estimula seus empregados a realizarem trabalhos voluntários;

- 56,1% das empresas não têm métodos para avaliar a satisfação de seus clientes.


Fonte: Assessoria de imprensa da FACISC
Silvia Chioca
(48) 3204.8116/ (48) 9963.1676/ 8431.7153

10 carreiras para quem se interessa por Sustentabilidade!

Profissões para quem quer proteger o futuro

1/12Thinkstock/DanComaniciu



São Paulo - Foi-se o tempo em que sustentabilidade era apenas um tema para discursos vazios e demagógicos.

Nos últimos anos, diz a consultora Juliana Pereira, da Catho, a cobrança por responsabilidade social e ambiental se tornou muito mais concreta - e, no limite, até ameaçadora para o sucesso de uma empresa.

Para atender às exigências de uma sociedade cada vez mais crítica, tem crescido a demanda por profissionais capazes de pesquisar, implementar e atestar práticas sustentáveis.

O leque de carreiras possíveis na área é amplo: vai de biologia a arquitetura, passando por engenharia, logística e até design.

Segundo Juliana, quem sonha em trabalhar na área deve ter, acima de tudo, um perfil empreendedor.

"O profissional precisa enxergar a sustentabilidade como parte de um negócio, isto é, integrar políticas de responsabilidade social e ambiental ao cotidiano das empresas, sem perder de vista o retorno financeiro", afirma a consultora.

Nesta galeria, você verá 10 profissões indicadas para quem se interessa pela área, segundo especialistas em recrutamento. 

Clique nas fotos para conhecê-las.

Biólogo

2/12Thinkstock/lilly3


O que faz? A missão do biólogo é estudar ecossistemas e seres vivos para gerenciar o impacto do homem sobre a vida dessas espécies e ambientes.

Por que a profissão vale a pena? Segundo Beatriz Pacheco, sócia-fundadora da Plongê, quem opta pela carreira tem a chance de compreender o ritmo e os limites da natureza e sugerir adaptações dos métodos produtivos a eles. Por isso, seu papel é único. "Trata-se de uma profissão essencial para a perpetuação da espécie humana no planeta", diz ela.

Engenheiro ambiental

3/12Thinkstock/Goodluz


O que faz? Estuda o impacto ambiental de uma operação, bem como as oportunidades de minimizá-lo. 

Entre muitas outras funções possíveis estão o planejamento e a administração de estações de tratamento de esgoto, redes de distribuição da água e descarte do lixo. 

Por que a profissão vale a pena? De acordo com um estudo da consultoria Kelly Services, a profissão está relativamente em baixa, se comparada a outras engenharias neste ano. 

Ainda assim, a carreira segue ganhando espaço na iniciativa privada, ao longo dos anos. 

"Cada vez mais empresas buscam esses profissionais, pois estão sendo forçadas a reduzir a geração de resíduos e o consumo de matérias-primas", explica Beatriz Pacheco, da Plongê.

Engenheiro químico

4/12Thinkstock


O que faz? O leque profissional do engenheiro químico é bastante vasto. 

Na área de sustentabilidade, ele pode atuar no desenvolvimento do sistema de tratamento de gases e líquidos, na supervisão da produção de medicamentos ou no planejamento da construção de usina de mineração, por exemplo. 

De forma resumida, ele pode definir normas e métodos de preservação ambiental na cadeia produtiva de uma empresa.

Por que a profissão vale a pena? 

De acordo com Juliana Pereira, da Catho, o mercado de trabalho é bastante receptivo a profissionais da área especializados em sustentabilidade. 

"Há um grande interesse das indústrias em reaproveitar matérias-primas, para obter mais eficiência e, ao mesmo tempo, eliminar a poluição", explica ela.


Engenheiro agrônomo ou florestal

5/12Thinkstock/Huntstock


O que faz? Entre outros papéis, o escopo desses profissionais inclui a recuperação de áreas degradadas, a orientação da produção agropecuária e o planejamento da aplicação de recursos naturais de forma sustentável.

Por que a profissão vale a pena? 

Segundo Beatriz Pacheco, sócia da Plongê, está cada vez mais evidente que o atual modelo econômico global só é viável com base numa exploração sustentável dos recursos naturais. 

Nesse contexto, é natural que ganhem visibilidade profissionais capazes de recuperar recursos florestais e garantir a sustentabilidade da produção agrária.


LEED AP (LEED Accredited Professional)

6/12Thinkstock


O que faz? Desenvolve projetos de edificações candidatas à certificação ambiental LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). 

Reconhecido internacionalmente, o documento valida as construções "verdes". 

Por que a profissão vale a pena? Pessoas que já aderiram à carreira são raríssimas: no Brasil, há apenas 128. 

A escassez de mão de obra, aliada à explosão de empreendimentos com selo LEED no país nos últimos anos, torna o mercado promissor, na opinião de Vanessa Siqueira, do escritório Norte Arquitetura. 

Outro estímulo para a área, disse ela a EXAME.com, é o incremento de políticas públicas e leis de incentivo fiscal para construções sustentáveis.


Designer de produtos sustentáveis

7/12Thinkstock/Tay Jnr


O que faz? Desenvolve produtos ecoeficientes, isto é, com o mínimo impacto ambiental possível.

Por que a profissão vale a pena? Segundo Beatriz, da Plongé, cada vez mais empresas estão sendo desafiadas as diminuir o seu impacto ambiental, repensando seu uso de matérias-primas e geração de resíduos. 

Designers de bens cuja produção, distribuição e descarte sejam sustentáveis são essenciais nesse processo. 


Coordenador ou gerente de sustentabilidade

8/12Thinkstock/anyaberkut


O que faz? É responsável pela gestão e planejamento de atividades corporativas ligadas ao âmbito social e ambiental da empresa. 

Suas atividades incluem adaptação de sistemas de gestão, auditorias, avaliação de fornecedores, bem como estabelecimento de indicadores e relatórios de sustentabilidade, como o GRI. 

"Ele garante a responsabilidade da empresa com o ambiente e comunidade no seu entorno", explica Diego Mariz, gerente executivo da Michael Page.

Por que a profissão vale a pena? Em épocas de crise, as empresas aumentam os investimentos em qualquer atividade ligada a redução de risco da operação. 

Por isso, diz Mariz, esse profissional segue em alta no Brasil, apesar da desaceleração da economia. 

Outro fator por trás do aquecimento do mercado são legislações cada vez mais "apertadas" e exigentes quando o assunto é meio ambiente e responsabilidade social.


Gestor da cadeia de fornecedores

9/12Thinkstock/m-imagephotography


O que faz? Garante a adequação da cadeia de fornecedores em temas como condições de trabalho, governança e impacto ambiental.

Por que a profissão vale a pena? 

 O mapeamento e monitoramento de riscos e oportunidades socioambientais na cadeia se transformou numa questão relevante nos últimos anos, segundo Beatriz Pacheco, da Plongê. 

"A reputação de uma empresa pode ser muito comprometida por uma prática inadequada de um fornecedor, a exemplo do que aconteceu com várias redes de varejo recentemente", afirma.


Diretor de negócios sociais

10/12Stock.xchng


O que faz? Lidera negócios especializados em produtos ou serviços que promovam o desenvolvimento sustentável.

Por que a profissão vale a pena? 

De acordo com Beatriz Pacheco, sócia-diretora da Plongê, muitos empresários e fundos de investimento têm direcionado recursos financeiros para criar soluções inovadoras para os desafios sociais e ambientais. 

Por essa razão, criar e gerir empresas cuja principal entrega é a sustentabilidade pode ser um caminho com futuro.


Coordenador de investimento social privado

11/12Thinkstock


O que faz? Coordena a aplicação dos recursos de uma empresa em uma questão relevante para a comunidade em que atua.

Por que a profissão vale a pena? 

Praticar filantropia, pura e simplesmente, tornou-se uma questão ultrapassada para as empresas mais modernas, segundo Beatriz. 

"Hoje, está em evidência um profissional que ajude a organização a trazer resultados e impactos de fato para a sociedade", explica ela.

PR - PORTOS DISCUTEM PROGRAMAS AMBIENTAIS COM A POPULAÇÃO

Por:  
A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) promoverá na segunda (1), terça (2) e quarta-feira (3) oficinas técnicas nas áreas de resíduos sólidos, mobilidade urbana sustentável e controle e prevenção de acidentes ambientais. 


As oficinas acontecem no auditório da Appa e incluem visitas técnicas ao cais do Porto de Paranaguá e área portuária. No dia 8 de junho a programação será em Antonina e terá minicurso sobre gestão ambiental portuária.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site 


A programação faz parte das comemorações da Semana do Meio Ambiente no Paraná. 

De acordo com o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino, a intenção da Appa é aproveitar a data alusiva ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) para informar a sociedade sobre os programas que são executados pelos portos paranaenses na área ambiental e, ao mesmo tempo, promover uma reflexão sobre o papel da população na conservação do meio ambiente nas cidades.

“A Appa quer aproximar os interessados na temática ambiental dos projetos em andamento para aliar o desenvolvimento econômico sustentável com a preservação do meio ambiente na atividade portuária”, explicou Dividino.

PORTO SUSTENTÁVEL - Na oportunidade também será lançado o Programa Porto Sustentável, que irá integrar os projetos e ações feitos na área ambiental, como: 

patrulha da limpeza, 
controle da proliferação de vetores, 
programa de gerenciamento de resíduos sólidos e efluentes, 
gerenciamento de ruídos, gerenciamento da água de lastro, 
monitoramento da biota aquática e bioindicadores, 
monitoramento da atividade pesqueira, 
gerenciamento de tráfego, 
programa de manguezais, 
monitoramento ambiental 

durante obras de dragagem, pesquisa e desenvolvimento de espécies aquáticas invasoras, controle de emergências ambientais e descontaminação da fauna petrolizada e o plano de controle de emergências na faixa portuária.

O diretor de Meio Ambiente da Appa, Marco Aurélio Ziliotto, explica que a proposta visa possibilitar o envolvimento da comunidade portuária, acadêmica e da sociedade local, nos quatro dias de programação. 

“A conquista da Licença de Operação do Porto junto ao Ibama, está nos permitindo voltar a crescer de forma ordenada e em harmonia com a cidade e com o meio ambiente”, reforçou Ziliotto.

PROGRAMAÇÃO – Na segunda-feira (1), das 9h às 12h, haverá minicurso sobre destinação correta de resíduos e controle de zoonoses no Porto de Paranaguá e em seu entorno. Serão disponibilizadas 15 vagas. 

O curso, com palestra e visita técnica, terá o tema Ações que Mudaram o Porto de Paranaguá e seu Entorno.

Na terça (2), o minicurso será sobre controle e prevenção de acidentes ambientais: O Preparo do Porto de Paranaguá para Atendimento a Emergências Ambientais. 

O horário é das 9h às 12h, com 15 vagas abertas ao público. A programação incluirá ações desenvolvidas pelo Porto na área de planejamento e prevenção de acidentes e visita técnica ao setor de prontidão do Porto no cais (exercício prático).

A programação da quarta-feira (3) terá o objetivo de conscientizar as pessoas sobre o trânsito na cidade de Paranaguá, que é a cidade com o maior número de bicicletas por habitante do Paraná. 

Devido ao intenso fluxo de caminhões que chegam a Paranaguá para descarregar no Porto - cerca de 113 mil veículos apenas nos três primeiros meses do ano - a Appa quer proporcionar uma oficina para debater o tema mobilidade urbana sustentável e O Respeito ao Ciclista em Paranaguá e na Área Portuária. Para esta oficina, que acontecerá das 9h às 12h, serão 70 vagas.

A oficina sobre mobilidade será ministrada pelo cicloativista José Carlos Belotto, que é vice-presidente da Federação Paranaense de Ciclismo e coordenador do Programa Ciclovida da Universidade Federal do Paraná (UFPR). 

O incentivo ao uso da bicicleta nas cidades é o foco principal do Programa Ciclo Paraná, criado oficialmente pelo governador Beto Richa em 22 de maio para incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte. 

A Semana do Meio Ambiente da Appa terminará em8 de junho, às 19h, em Antonina, com um minicurso sobre Gestão Ambiental Portuária, destinado aos alunos do Centro Estadual de Educação Profissional Dr. Brasílio Machado. 

A programação será voltada aos estudantes dos cursos técnicos em Meio Ambiente, Gestão Portuária e Segurança no Trabalho.

Todos os participantes receberão certificados após as oficinas. 

Mais informações no endereço http://www.portosdoparana.pr.gov.br no link Cursos Semana do Meio Ambiente.

Fonte: Governo do Estado do Paraná

Especialistas falam sobre mídias alternativas e promoções sustentáveis durante a Brazil Promotion Day no Rio

FONTE/AUTOR.: AMPRO

Especialistas em Live Marketing estão entre os palestrantes da Brazil Promotion Day, versão itinerante da maior feira de produtos promocionais, que ocorre no próximo dia 28 de junho, no Rio de Janeiro. 



Durante o ciclo de palestras gratuitas, estão os conteúdos organizados pela AMPRO – Associação de Marketing Promocional, com os convidados Alexander Fernandes - Diretor da Agência Pimenta, e  Romualdo Ayres - Diretor de sustentabilidade da Associação Brasileira de Franchising.
 
Com o tema “Mídias alternativas: a publicidade moderna”, a palestra de Pimenta abrirá o Seminário do dia 28, a partir das 10h, e abordará assuntos como a transformação da Mídia Alternativa, o impacto (métricas, interações e resultados), “A bola está com ‘Elas!’ e  comunicação ‘Fora do Normal’.
 
Às 18h, Ayres fala aos participantes sobre “Sustentabilidade na Promoção”. 

O conteúdo abordará o conceito de sustentabilidade, eventos sustentáveis, como a sustentabilidade pode influenciar os negócios, greenwashing, oportunidades e outros tópicos.
 
Para Tony Coelho, diretor regional da AMPRO no Rio de Janeiro, a Brazil Promotion Day ganha importância fundamental para nós da AMPRO Rio, por preceder os Jogos Olímpicos e acontecer em pleno momento de crises e incertezas econômicas. 

“O BP Day traz um ‘gás’ para nossos profissionais e agências, com palestras que podem ser decisivas nas escolhas de caminhos e soluções, falando de Mídias Alternativas, Live Retail, 

Tendências sobre marcas e varejo e sustentabilidade, dentre outros temas. 

Qualificação e ideias novas. 

Além disso, apresenta novos fornecedores e parceiros e suas opções, o encontro de novas Agências com a AMPRO para associação, discussão e convite para a participação no II Congresso Brasileiro de Live Marketing. 

Um momento de encontro do mercado, clientes, meio acadêmico e profissionais, que sempre acrescenta muito”, afirma.
 
As palestras organizadas pela AMPRO fazem parte do Seminário Promo Tendências 2015, que tem programação intensa durante todo o dia. 

O ingresso é 1kg de alimento não perecível. As doações irão ajudar a entidade Onda Carioca, uma associação civil sem fins lucrativos que tem a missão de transformar o Rio de Janeiro em uma cidade sustentável.
 
Mais detalhes sobre o evento e a programação: www.brazilpromotion.com.br
 
Sobre o Live Marketing
 
O Live Marketing é o novo guarda-chuva conceitual que engloba todas as disciplinas e ferramentas que envolvem esta atividade: Digital, Incentivo, Eventos, Merchandising e Promoções. 

São todas as atividades e ferramentas de marketing que proporcionam interação e interlocução  entre marcas e pessoas, provocando compreensão diferenciada de produtos, serviços e branding. 

O Live Marketing pressupõe a experiência com a marca e está intimamente relacionado às sensações humanas, daí o termo “vivo” (live) ou “ao vivo”.
 
A Associação de Marketing Promocional é a maior entidade que representa o setor de Live Marketing em todo o país e a única que desenvolve nacionalmente a teoria e a prática do setor de forma ampla. 

Com sede em São Paulo, possui cerca de 400 empresas associadas, com representação em várias regiões (sul, sudeste, centro-oeste e norte/nordeste). 

Para 2015, prepara a segunda edição do Congresso Brasileiro de Live Marketing, maior encontro entre agências especializadas, fornecedores e clientes do setor, para apresentar as tendências e propor soluções para os principais desafios do segmento no Brasil. 

O evento está marcado para os dias 27 e 28 de julho, em São Paulo, e será encerrado com a cerimônia de premiação do AMPRO Globes Awards. 

 
SERVIÇO – Brazil Promotion Day – Rio de Janeiro
 
Data: 28 de maio de 2015
 
Local: Centro de Convenções Sul América - Av. Paulo de Frontin, 01 - Cidade Nova – Rio de Janeiro/RJ
 
Horário: 10h às 20h
 
Entrada franca. Acesso às palestras: 1kg de alimento
 

Ações de responsabilidade social viram investimento

Instituições começam a encarar estas atividades como uma forma de fortalecimento da empresa

Dia E na Faculdade Estácio, em Curitiba, teve feira e emprego para a comunidade (foto: Franklin de Freitas)

O investimento em iniciativas de responsabilidade social empresarial tem ganhado força junto ao mundo empresarial. Atualmente ações do tipo são encaradas como uma forma de investimento pelas empresas e instituições. 

De acordo com um estudo nacional 52% das empresas participantes responderam que houve aumento de investimento em ações de interesse público. 

É o caso da curitibana Escriba, onde a data comemorativa dos 25 anos da empresa se tornou pretexto para uma série de ações sociais. 

“Mobilizamos tantos os colaboradores quanto a direção executiva para conseguirmos atender diversas instituições de apoio social”, afirma o presidente da Escriba, Miguel Rocha Júnior.

Durante todo o mês de maio, a empresa promoveu junto aos seus colaboradores a doação de sangue para bancos de hospitais e, além disso, também está recebendo produtos de limpeza e higiene pessoal. 

No caso dos objetos, a quantidade de material arrecadada será entregue em quantidade dobrada para a Associação de Amparo ao Idoso São Sebastião, na capital paranaense.
 
Outras instituições também procuram um maior contato com a população como forma de melhorar a interação social. Ontem, por exemplo, a Faculdade Estácio promoveu, o Dia E, em todas as suas 85 undiades, incluindo Curitiba. 

As atividades programadas pela Faculdade Estácio Curitiba foram abertas para toda a comunidade interessada, gratuitamente. 

Quem procurava trabalho teve uma chance no Pátio da Instituição, por meio de parceria com a Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego, que ofereceu vagas de trabalho e também realizou o cadastro de currículos.

Raphael Canella é o responsável pelo evento e acredita que o setor particular precisa de maior aproximação com a comunidade. 

Segundo ele, os problemas na economia influenciam os empregos dos alunos da Estácio, que sofrem com isso. 

“A comunidade sofre o mesmo que os alunos. 

E eles podem vir a ser nossos alunos, por isso precisamos abrir as portas para eles”, comenta Canella.

Saúde e abraços — O Centro Universitário Uniandrade também promove ações sociais. Nas últimas semanas, a instituição preparou dois eventos. 

O primeiro, no dia 16, foi uma feira de saúde e qualidade de vida, onde os professores e alunos atenderam a comunidade com serviços gratuitos como avaliação nutricional, verificação de pressão arterial e ajuda na montagem de currículos. 

No dia 20, o curso de enfermagem da Uniandrade distribuiu abraços da Rua XV e ofereceu atendimentos psicológicos a população. 

Esse tipo de ação reforça o sentido social da instituição, diz a Uniandrade por meio de sua assessoria de imprensa, além de fortalecer a credibilidade dos setores particulares.