Um plano para surfar na onda da crise


Por  Consultor

Uma receita para aproveitar as oportunidades que toda crise oferece

O cenário está complicado… Complicado como? 

Os fatos básicos podem ser comuns a todos – inflação, juros, dólar alto, retração do consumo, arroxo fiscal, entre outros pontos, que acabam pesando no fluxo de caixa e na gestão do negócio – mas, o que isto significa especificamente para você e para sua empresa? 

É ruim? É neutro? É bom? Não se engane: para algumas empresas, é muito bom.

Um dos maiores erros que um empreendedor pode cometer em um momento de crise é “andar com a manada”. 

Nas crises, sempre existem oportunidades, só que, quase por definição, elas não estão disponíveis para todos. 

Outro erro é arrogantemente achar que “nada mudou” e que a crise não tem impacto sobre o seu negócio. 

Provavelmente tem. E é importante entender quais são.

Para surfar na onda da crise, é preciso ter atenção, capacidade analítica e uma certa habilidade de ficar imune ao mau humor que toma conta do ambiente. 

Há uma certa fala turbulenta e assustadora que alimenta e é alimentada pela mídia (é a oportunidade dela na crise!), mas que, no fundo, faz bem pouco sentido estruturalmente.

A capacidade de planejar na crise é essencial. Sinceramente, também não é tão difícil. É claro que o plano não vai ser tão cheio de detalhes, as metas provavelmente terão que ser renegociadas ao longo do caminho. 

Eu diria que esta é mais hora de focar no essencial do que de entrar em aventuras. Mas dá para fazer! É só ter método.

Segundo os professores Nathan Bennett e G. James Lemoine, em um artigo brilhante da HBR chamado “What VUCA Really Means for You”, o plano demandará certas características específicas de acordo com a dinâmica dominante nos espaços competitivos em que você decidir jogar.

VUCA é o acrônimo de Volatility (Volatilidade), Uncertainty (Incerteza), Complexity (Complexidade) e Ambiguity (Ambiguidade). É uma forma simples e prática de entender com que tipo de cenário estamos lidando:

Se a dinâmica for de grande Complexidade (muitas partes e variáveis interconectadas de forma, na prática, imprevisível), o plano terá que incluir a construção de recursos para lidar com a complexidade, como contratação de especialistas e reestruturação de processos de coleta e processamento de informações.

Se a dinâmica for de grande Volatilidade (o desafio é inesperado ou instável, mas não necessariamente difícil de entender), o plano terá que gerenciar cuidadosamente risco e custo. 
Por exemplo, a estratégia de busca do estoque ideal em um operador logístico vai ter que balancear risco de ruptura e risco de endividamento excessivo. As premissas para tomada de decisão desta questão têm que fazer parte do plano.

Se a dinâmica for de grande Ambiguidade (as relações causais no ambiente são totalmente obscuras e muitas coisas nem sabemos que não sabemos), o plano terá que incluir testagem e prototipagem. Ou o risco de fracasso será exagerado.

Se a dinâmica for de grande Incerteza (sabemos como os eventos se comportam, mas nem sempre temos a informação necessária para tomada de decisão), o plano terá que definir formas de coletar, organizar e processar informação no tempo adequado para a tomada de decisão tática-operacional.

O cenário não é o mesmo para todos os setores e empresas. Cada um é afetado pela conjuntura de uma forma diferente e específica. Pare e pense. 

De que forma sua empresa está sendo afetada? 

O que você tem que fazer para colher as oportunidades que esta crise lhe oferece? Qual é o seu plano?

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Pagamento por serviços ambientais voltará a ser discutido no Congresso

Andamento do projeto foi suspenso devido ao período eleitoral

POR VINICIUS GALERA DE ARRUDA, COM SUSANA BERBERT E RENNAN A. JULIO

sustentabilidade_reflorestamento_peugeot_cotriguacu_mt (Foto: Roberto Konda/Editora Globo)




















O projeto de pagamento por serviços ambientais será retomado e deve ser votado pelo Senado no final do ano, de acordo com o secretário de agricultura e abastecimento de São Paulo, Arnaldo Jardim. 

A proposta encontra-se hoje em fase de apreciação pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados. Segundo o secretário a discussão foi suspensa devido ao período eleitoral do último ano.

Arnaldo Jardim foi relator do PL 792/2007, de autoria do deputado Anselmo de Jesus (PT-RO), e apresentou um substitutivo ao projeto. “Ele foi aprimorado, passou por uma série de comissões e discussões. 

Fizemos um intensivo debate junto à opinião pública, a todo o setor produtivo, conjunto de entidades ambientais e conseguimos produzir um consenso”, afirma Jardim.

O secretário destaca que há esforços para estabelecer um diálogo com o governo para que não haja problemas na aprovação. 

“O Ministério do Meio Ambiente está integrado na discussão e sobre o projeto que apresentamos. Montamos uma equipe na Casa Civil para auxiliar nesse processo. 

É importante que esse debate prossiga, avance no Legislativo, mas sintonizado no diálogo com o Executivo.”

Há um outro projeto que também trata de política nacional de pagamento por serviços ambientais, de autoria do deputado Rubens Bueno (PPS-PR), o PL 312/2015. 

O deputado Evair de Melo (PV-ES), designado relator da proposta, defende que tanto o projeto de Anselmo de Jesus quanto o de Rubens Bueno sejam apreciaos de modo unificado. 

“Agora, iremos retomar a tramitação do PL 792/2007 observando as contribuições positivas que possam ser colhidas em proposições semelhantes em curso no Congresso, como o PL 312/2015. 

Nossa meta é aprovar a melhor legislação possível até a Conferência Mundial de Clima, em novembro, em Paris (França).”
A proposta

A proposta básica de ambos os textos, tanto da PL 792/2007 quanto da PL312/2015, segundo o deputado Evair de Melo, é construir um mecanismo econômico que contribua para a conservação e recuperação dos recursos naturais e que beneficie àqueles que excederem os limites de conservação legalmente estabelecidos.

O deputado explica que Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) é uma transação de natureza contratual mediante a qual o pagador de serviços ambientais transfere recursos financeiros ou outra forma de remuneração a um provedor desses serviços, que pode ser pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, grupo familiar ou comunitário. 

Para haver a remuneração é preciso preencher os critérios de elegibilidade, manter, recuperar ou melhorar as condições ambientais de ecossistemas.

Para o parlamentar, o projeto é importantíssimo, mas é preciso ainda definir pontos fundamenais para sua execução. 

“Precisamos definir questões como as fontes de recursos para o fundo, que precisam ser perenes e substanciais, e para a gestão do fundo, que precisa ter um equilíbrio entre diferentes atores em sua composição.”

A necessidade de estabelecer as fontes de recursos para os pagamentos também é mencionada por Arnaldo Jardim. 

Como exemplo, cita a cobrança pelo uso da água e o Imposto de Renda ecológico, sobre o qual há um projeto em tramitação no Congresso. 

“A legislação ambiental brasileira é altamente complexa, mas ainda faltam instrumentos para estimular as boas práticas”, avalia.

O secretário afirma que vários Estados e municípios brasileiros já realizam pagamentos por serviços ambientais. Para ele é preciso assimilar as boas experiências. 

 “O pagamento já existe no país, como no Estado de São Paulo. Nós queremos agora uma legislação nacional que estabeleça regras e que tenha uma condicionante para que isso aconteça.” 

Ele ainda explica que o PL 792/2007 é abrangente e que não possui contradições com as práticas já existentes. “A legislação é capaz de viver com medidas municipais e estaduais de uma forma tranquila, a maneira como estabelecemos a proposta permite essa composição.”

“O Brasil precisa ter o seu arcabouço legal federal sobre o tema, estabelecendo as diretrizes básicas para novas legislações e trazendo segurança jurídica para as experiências em curso”, diz o deputado Evair de Melo.

Importância

Para o deputado Evair de Melo a compensação por serviços ambientais é uma agenda estratégica para um país como o Brasil. 

“Somos extremamente ricos em biodiversidade e com economia fortemente dependente do equilíbrio ecológico.” 

Em sua opinião, os serviços prestados pelos diferentes ecossistemas têm um grande valor econômico. 

“A inclusão desses serviços e valores em políticas públicas qualificadas pode ajudar as cidades e governos a economizar ou melhor aplicar recursos públicos. Ao mesmo tempo, pode melhorar a qualidade de vida, garantir meios de subsistência da população, gerar empregos e impulsionar a economia.”

O secretário Arnaldo Jardim afirma que a legislação ambiental brasileira deve pensar além das medidas punitivas e multatórias. 

“Precisamos definir regras que estabeleçam a premiação das boas praticas, que permitam a compensação por espaços atitudes que levem à preservação ambiental ou que prestem um serviço desse tipo a sociedade.”

Produção sustentável de café moderniza negócio centenário

Herdeiro de família com longa tradição no setor, empresário mineiro inovou ao adotar técnicas ecológicas e modernas ferramentas de gestão

O Empresário mineiro Marcelo Montanari nasceu em uma família com uma tradição centenária no cultivo de café. 

Com toda essa experiência acumulada, Marcelo poderia simplesmente ter seguido os passos do pai e do avô, mas ele decidiu inovar. 

Em 2008, juntou suas economias e adquiriu terras no município de Patrocínio, na região do Cerrado Mineiro, onde fundou a Fazenda São Paulo e começou a produzir utilizando práticas sustentáveis e modernas ferramentas de gestão. 

A empreitada deu tão certo que fez de Marcelo um dos ganhadores da edição 2015 do Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas, oferecido pelo Sebrae.

“Sou da quarta geração de produtores na minha família, e muita coisa mudou desde a época do meu bisavô. 

Antes você trabalhava apenas para produzir. Hoje o foco está no cliente e no que ele quer, e resolvi apostar em qualidade e sustentabilidade”, explica Marcelo.


Marcelo Montanari modernizou sua fazenda para entrar no nicho de 
cafés premium Foto: Divulgação

Baseado nessas convicções, ele passou a visitar e receber clientes, e percebeu a necessidade de adotar modelos modernos de gestão, investir em maquinário e em capacitações periódicas de seus funcionários. 

“Nossa produção sempre foi voltada para a exportação, mas a ideia era sair do café commodity e passar para os cafés premium. 

Depois de adotarmos estas medidas, conseguimos seis certificações, que são importantes para a entrada em certos mercados como o Japão, que é bastante rigoroso”, afirma o produtor.


O empresário opta por secar os grãos ao sol em vez de usar um 
forno a lenha Foto: Divulgação


Negócio verde 
Uma das principais apostas de Marcelo para se diferenciar da concorrência foi a adoção de práticas sustentáveis, como o manejo integrados de pragas e doenças. 

“Fazemos um levantamento das pragas que estão atacando as plantações para realizar um controle mais natural, apenas com armadilhas. 

Só em último caso usamos defensivos, e quando o fazemos usamos tipos menos agressivos para o ambiente”, diz.



Com isso, o café produzido no local ganhou novos mercados, 
como o Japão Foto: Divulgação

Outra medida adotada na fazenda é a reciclagem da água empregada no processamento do café. 

Depois de ser utilizado na lavagem dos grãos e em outros procedimentos, o recurso natural é encaminhado para tanques de decantação, e na sequência é usado como biofertilizante. 

Além disso, Marcelo usa a própria luz do sol para secar os grãos. 

“Mesmo quando o café vai para o secador, contamos com modelos modernos, que consomem três vezes menos lenha. 

E toda essa madeira vem de eucaliptos plantados na nossa propriedade”, afirma.

Para completar, a Fazenda São Paulo ainda realiza o monitoramento e manejo das espécies animais e vegetais ameaçadas de extinção que ficam no seu entorno. 

“Orientamos nossos funcionários a fazer um relatório de tudo o que viram de diferente ao longo do dia. 

Também plantamos árvores que alimentam certos animais, como tamanduá e seriema, além de construir abrigos e poleiros para eles”, encerra o empresário.

Como reciclar adequadamente seus dispositivos eletrônicos no Dia da Terra

Por Redação 



Hoje, dia 22 de abril, comemora-se globalmente o Dia da Terra e inúmeras pessoas reservam a data para se informar melhor sobre como contribuir com o meio ambiente. 

Uma das formas mais simples de colaborar com o bem-estar do Planeta é fazer a reciclagem adequada de seus dispositivos eletrônicos, que se transformam em resíduos poluentes prejudiciais ao solo, ao meio ambiente e até mesmo às pessoas.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), em 2015, a quantidade de lixo eletrônico no mundo chegará a 57.514 toneladas, das quais 4.968 toneladas (cerca de 8,6%) serão de responsabilidade dos países da América Latina e Caribe.

“Dispositivos que não são manuseados adequadamente ou não são reciclados podem gerar uma quantidade significativa de poluentes ao meio ambiente e potencialmente aos seres vivos. 

Os resíduos destes dispositivos, ao entrarem na terra, podem contaminar a água e gerar doenças crônicas ou envenenamento”, explica Roberto Martínez, Analista de Segurança da Kaspersky Lab, que fornece algumas dicas do que deve ser feito para descartar seus dispositivos eletrônicos sem prejudicar o meio ambiente.



A primeira opção, sempre, deve ser tentar doá-lo para que ele possa ter uma segunda vida. 

Também é possível vender seu aparelho eletrônico, dependendo do estado de conservação, e conseguir até um preço razoável. 

No Brasil há algumas empresas que compram smartphones e tablets usados, como a Ziggo, BrUsed, Uzlet e TrocaFone, cujo processo é bem simples, inclusive com frete grátis.

Caso seu aparelho não esteja em condições de ser vendido ou doado, outra opção é buscar centros de reciclagem locais que sejam especializados no descarte de dispositivos eletrônicos de forma segura para o meio ambiente.

Seja para vender, doar ou reciclar, antes de se desfazer de qualquer dispositivo, assegure-se de que apagou dele todos os seus dados pessoais.

Em celebração ao Dia da Terra, a Kaspersky Lab oferece os seguintes conselhos que ajudam a apagar dados pessoais de todos os seus dispositivos eletrônicos antes de reciclá-los:

Guarde os dados importantes: 

É importante fazer uma cópia de segurança de todos os arquivos que deseja guardar antes de formatar o dispositivo. Dispositivos modernos Android e iOS normalmente sincronizam automaticamente os dados na nuvem, portanto os contatos, as fotos e demais informações devem estar armazenados nas respectivas contas do Google e Apple

No entanto, é importante verificar se todas as suas informações estão guardadas antes de reciclar seu dispositivo móvel.

Apague todos os seus rastros: 

Eliminar os arquivos e as pastas pessoais do seu PC dos “Meus Documentos” não é suficiente e também é recomendado apagar os favoritos do navegador, as senhas, os cookies e a memória cache, além das contas de e-mail e de mensagens instantâneas presentes em aplicativos como Outlook e Skype.

Remova o cartão SIM ou SD: Antes de se desfazer de um dispositivo móvel, é fundamental retirar manualmente todos os cartões que contenham dados.

Faça o Saneamento do Hard Drive: Não basta colocar todos os documentos do seu PC na lixeira e apertar o botão “esvaziar a lixeira” para eliminá-los definitivamente. 

O mais adequado é utilizar uma ferramenta confiável própria para a eliminação permanente destas informações como, por exemplo, softwares “trituradores” de arquivos que não deixam nenhum vestígio sequer. 

Este processo é conhecido como “Saneamento” ou “Wipping”.


Formate o dispositivo com a configuração de fábrica: O manual de instruções com certeza contém informações de como realizar este passo. 

É preciso selecionar todas as opções para apagar informações (inclusive arquivos armazenados) e confirmar. Pode-se também utilizar um aplicativo de segurança que contém opções que ajudam a restaurar o dispositivo para a configuração de fábrica.

É de vital importância ficar atento a essas dicas na hora de se livrar de seus eletrônicos velhos. 

Além das baterias, que contém produtos tóxicos, os próprios aparelhos possuem componentes químicos extremamente prejudiciais que só agravam o problema da poluição global.

Saiba mais:

O Dia da Terra foi criado no dia 22 de Abril de 1970


O Dia da Terra foi criado no dia 22 de Abril de 1970

O Dia da Terra foi criado no dia 22 de Abril de 1970 

O Dia da Terra foi criado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril de1970. 

Tendo por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra. 

A primeira manifestação teve lugar em 22 de abril de 1970. 

Foi iniciada pelo senador Gaylord Nelson, ativista ambiental, para a criação de uma agenda ambiental. 

Para esta manifestação participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades. 

A pressão social teve seus sucessos e o governos dos Estados Unidos criaram a Agencia de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency) e uma série de leis destinadas à proteção do meio ambiente. 

Em 1972 se celebrou a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente: a Conferência de Estocolmo, cujo objetivo foi sensibilizar aos líderes mundiais sobre a magnitude dos problemas ambientais e que se instituíssem as políticas necessárias para erradicá-los. 

O Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulada por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas. 

O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis. 

No Dia da Terra todos estamos convidados a participar em atividades que promovam a saúde do nosso planeta. tanto a nível global como regional e local. 

“A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. 

A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. 

Nos sentimos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser…” 

Surgiu como um movimento universitário, o Dia da Terra se converteu em um importante acontecimento educativo e informativo. 

Os grupos ecologistas o utilizam como ocasião para avaliar os problemas do meio ambiente do planeta: a contaminação do ar, água e solos, a destruição de ecossistemas, centenas de milhares de plantas e espécies animais dizimadas, e o esgotamento de recursos não renováveis. 

Utiliza-se este dia também para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das atividades humanas. 

Estas soluções incluem a reciclagem de materiais manufaturados, preservação de recursos naturais como o petróleo e a energia, a proibição de utilizar produtos químicos danosos, o fim da destruição de habitats fundamentais como as florestas tropicais e a proteção de espécies ameaçadas. 

Por esta razão é o Dia da Terra. 

Este dia não era reconhecido pela ONU até 2009, quando a mesma reconheceu a importância da data e instituiu o Dia Internacional da Mãe Terra, celebrado em 22 de abril 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. 

Via: www.meioambienterio.com

Apple celebra o seu progresso no campo ambiental em novo vídeo


A Apple postou hoje o seu mais recente relatório de Responsabilidade Ambiental, juntamente com um novo vídeo, celebrando uma série de vitórias no campo das lutas ambientais e o compromisso da empresa com a ideia "deixar o mundo melhor do que o encontramos".

A Apple disse que a verdadeira inovação vai além de design de produto e inclui tudo, desde de geração de energia até a embalagem.

 

"Nós levamos a nossa paixão pela inovação além de nossos produtos em nossas práticas.

Como parte de nossa missão de continuar a deixar o mundo melhor do que o encontramos, formamos uma parceria com o Fundo de Conservação para proteger e criar o tipo de florestas das quais usamos o papel em nossas embalagens.

Nós desenvolvemos um projeto de água renovável para alimentar nosso centro de dados Prineville, Oregon.

E nós estamos construindo uma fazenda solar na China para compensar a energia utilizada pelos nossos escritórios e lojas de varejo.

Porque é a nossa responsabilidade de certificar-se de que na criação de produtos bonitos, também estamos cuidando de nosso belo planeta."

O novo relatório diz que a Apple estabeleceu três prioridades ambientais:

• Reduzir o impacto sobre a mudança climática, utilizando fontes de energia renováveis e de condução da eficiência energética nos produtos da Apple.

• Conservar recursos preciosos para que todos possam prosperar.

• Se tornar pioneira no uso de materiais ecológicos em produtos e processos.

A empresa disse que todos os seus centros de dados são alimentados por energia limpa, uma maior eficiência energética garante que as emissões de gases de efeito estufa na produção de produtos da Apple foram reduzidas em 61% desde 2008, programas de reciclagem são oferecidos em 99% dos países em que a empresa atua , e a Apple está liderando o caminho na eliminação de toxinas prejudiciais de seus produtos para reduzir a poluição no meio ambiente.

A Apple anunciou na semana passada duas grandes novas iniciativas ambientais.

Em primeiro lugar, um grande passo para a sustentabilidade de suas embalagens, a compra de 36 mil hectares de floresta que seriam colhidos de uma forma que garanta que o desmatamento da região não seja pleno e que a área permaneça arborizada.

A região protegida abrange uma área maior que a cidade de São Francisco.

Em segundo lugar, duas novas usinas de energia solar na China, gerando cerca de 80 milhões de quilowatts-hora de energia, assegurando que a terra pode continuar a ser utilizada para a agricultura.

A Apple anunciou anteriormente que uma nova fazenda solar na Califórnia de 850 milhões iria compensar todas as suas operações no estado, incluindo o novo campus sede em construção.

Fonte: www.tudocelular.com

Homem transforma jardim em uma horta de dar inveja

O usuário do Reddit locolukas mostrou para todo mundo que ter uma horta em casa pode ser mais simples do que parece. 

Em sua conta no serviço, ele conta como, em apenas dois meses, foi capaz de transformar seu jardim em uma horta cheia de frutas e vegetais.

Para compor o espaço, locolukas usou composto orgânico que a prefeitura da cidade oferece gratuitamente e plantou quase tudo usando apenas sementes. 

 A idéia incluiu até mesmo um pequeno sistema de irrigação.

Como a horta passou a produzir muitos alimentos, ele criou uma caixa com os inscritos “Free Veggies” (“Vegetais grátis“, em português) e passou a oferecer comida saudável também para quem passasse por sua casa. 

Segundo ele, algumas pessoas que andam de carro pela região chegam a estacionar para conferir o que há por dentro da caixa.

Veja abaixo as fotos do jardim criado por ele:


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Todas as fotos © Imgur