BRF participa de evento internacional de sustentabilidade no México


O Fórum Internacional da RedEAmérica 2015 qualifica e amplia iniciativas corporativas para promover comunidades sustentáveis na América Latina

A BRF, sétima maior empresa de alimentos do mundo em valor de mercado, participa hoje do Fórum Internacional da RedEAmérica (FIR Mérida), em Mérida, no México. 

O objetivo do evento é refletir sobre a maneira como as empresas, junto com as comunidades e o setor público, vêm contribuindo com a preservação do meio ambiente e com o desenvolvimento social e sustentável na América Latina.

A BRF, representada pela analista de investimento social, Janaina Reis, será mediadora da mesa de debate sobre como as empresas podem investir nas comunidades para disseminar os princípios da sustentabilidade. 

“A participação da BRF no fórum reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável. Por meio do debate poderemos mostrar nossas principais ações, que refletem nosso compromisso com a preservação do meio ambiente e com o desenvolvimento social. 

A empresa tem como missão seguir os principais protocolos e busca as melhores práticas neste sentido”, diz Janaina Reis.
 
Além dos fóruns de debate, o evento oferece oficinas e “world cafés”. As oficinas serão focadas na forma de conciliar o desenvolvimento econômico e social com a preservação do meio ambiente. 

Já os “world cafés” terão como foco os temas de: água, empresa e comunidade: conflito ou oportunidade; energia limpa, segura e acessível a todos; e desenvolvimento sustentável e agricultura: rumo a um novo paradigma.

O evento é organizado pela RedEAmérica, uma rede temática que tem como missão qualificar e expandir a ação empresarial para a promoção de comunidades sustentáveis ma América Latina, e pelo “Nodo Mexicano”, composto por CEMEFI, CEMEX, FEMSA, FECHAC, FEYAC, FUNDEMEX, Serviços Industriais Peñoles, Holcim México e pelas Fundações Haciendas Del Mundo Maya, Merced, ADO e PepsiCo México. 

Como aliados, participam Avanza Campeche, COPARMEX Mérida, Fundação Dondé, Fundação Bepensa, contando com o apoio da Universidade Autônoma de Yucatán.


Sobre a BRF

A BRF, detentora das marcas Sadia, Perdigão e Qualy, é uma das maiores exportadoras mundiais de aves e suínos e a sétima maior empresa de alimentos do mundo em valor de mercado. 

A empresa possui cerca de 100 mil funcionários, 47 unidades industriais no Brasil, 9 fábricas no exterior (seis na Argentina, duas na Europa e uma em Abu Dhabi, no Oriente Médio) e 27 centros de distribuição. 

Atualmente, a companhia exporta para mais de 110 países.

Informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação Institucional da BRF
Grupo Máquina PR
Meggy Araujo – (11) 3147-7233 | meggy.araujo@grupomaquina.com
Roberto Tenório – (11) 3147-7922 | roberto.tenorio@grupomaquina.com
Mariana Uchôa – (11) 3147-7258 | mariana.uchoa@grupomaquina.com

Cargill lança primeiro chocolate com certificado de sustentabilidade UTZ no Brasil!

Linha Genuine UTZ ao Leite estará nas gôndolas do Sam’s Club, do Grupo Walmart, a partir de abril

 

A Cargill, umas das maiores empresa de alimentos do mundo, lança o primeiro chocolate com certificado de sustentabilidade UTZ no Brasil. 

A linha Genuine, produzida pela empresa para o segmento foodservice, contará agora com o Genuine UTZ ao Leite e estará à venda nas lojas do Sam’s Club, clube de compras do Grupo Walmart, a partir de abril em todo Brasil.

O Genuine UTZ é um chocolate feito a partir de amêndoas de cacau certificadas com o selo UTZ de sustentabilidade. 

Esse selo garante que foram adotadas as melhores práticas de gestão, cultivo e segurança em toda a cadeia produtiva do cacau, das fazendas na Bahia à fábrica onde o chocolate é produzido em Porto Ferreira (SP).

O produto será oferecido em barras de 1,05 kg e pode ser utilizado para a confecção de ovos de Páscoa, trufas, coberturas, recheios e sobremesas, entre outras receitas culinárias. 

A linha Genuine conta ainda com os sabores branco, meio amargo e blend – uma mistura do ao leite com o meio amargo.

“O Genuine UTZ é o primeiro chocolate no mercado brasileiro com um selo de boas práticas, fruto de uma cadeia de produção mais sustentável. 

Mas o desejo da Cargill é que outras empresas façam coro a essa tendência, aumentando o volume de chocolates e derivados certificados e assim beneficiando toda a cadeia e o país”, ressalta Miguel Sieh, diretor da Unidade de Negócios Cacau e Chocolate da Cargill no Brasil.

A empresa é pioneira na iniciativa que incentiva a certificação UTZ em cacau e promove a produção sustentável de cacau no mundo, por meio da educação e treinamento de produtores e trabalhadores. 

Desde o início do programa em 2012 já foram certificadas 34 fazendas, e a meta da Cargill é chegar a 70 fazendas até o fim de 2015.

“A certificação UTZ reconhece e bonifica os esforços necessários para implementar e melhorar os processos produtivos na cadeia de cacau. 

Ao fomentar essas práticas temos bons frutos, tanto na qualidade das amêndoas de cacau como também na qualidade de vida dos produtores, trabalhadores rurais, no meio ambiente e agora no chocolate”, explica Rodrigo Melo, gerente de Originação da Unidade de Negócio Cacau e Chocolate da Cargill no Brasil.

Em 2013, a unidade da Cargill em Porto Ferreira (SP), responsável pela fabricação do chocolate Genuine, tornou-se a segunda planta da empresa no país a receber a Certificação UTZ. 

Em outubro de 2012, a unidade de processamento de cacau da Cargill em Ilhéus (BA) já havia recebido a certificação. Com esta conquista, a Cargill passa a ser a primeira empresa do país certificada em todas as pontas da cadeia do cacau, da amêndoa ao chocolate.

Cargill Cocoa Promise

O programa UTZ está sob o guarda-chuva do Cargill Cocoa Promise, um compromisso global da empresa para o desenvolvimento de uma cadeia sustentável de produção do cacau que atua em três pilares, melhorar a vida dos produtores de cacau, apoiando as comunidades de produtores e investindo no futuro da produção do cacau. 

O Cargill Cocoa Promise trabalha em parceria com ONGs e outros parceiros do cacau em países em desenvolvimento.

Por meio do Cargill Cocoa Promise, a Cargill financia, treina e apoia os produtores de cacau para assegurar uma cadeia de produção sustentável nos países produtores, incluindo Costa do Marfim, Gana, Camarões, Vietnã, Indonésia e Brasil. 

A empresa treina mais de 80 mil produtores anualmente e a meta é assegurar mais de 120 mil toneladas de amêndoas de cacau certificadas até 2015.

"Hora do Planeta 2015" - Movimento mundial ocorre neste sábado!

Milhões apagarão as luzes por 60 minutos na data!

divulgação
Foto
Ato simbólico contra as mudanças climáticas

Promovida pela sétima vez no Brasil, a Hora do Planeta será realizada neste sábado, dia 28 de março, das 20h30 às 21h30. 

Na data, milhares de cidades, empresas e pessoas apagarão suas luzes por 60 minutos.

A Hora do Planeta é o maior ato global contra as mudanças climáticas. 

Em 2015, a mobilização vai usar o poder da multidão para promover ações e iniciativas sobre temas críticos – como a sustentabilidade da agricultura, a educação sobre o clima, projetos de conservação, energias renováveis e legislação favorável ao clima. 

No Brasil, a Hora do Planeta 2015 terá seu foco nas crises hídrica e energética.

Mas como desligar as luzes pode fazer alguma diferença? 

A Hora do Planeta ficou famosa por iniciar um evento de desligamento de luzes em Sydney, em 2007. 

Com o tempo, tem crescido para ações de crowdsource e crowdfund de indivíduos, empresas, organizações e governos, para gerar resultados ambientais – desde efetuar mudanças políticas por meio de petições até captação de recursos para os projetos de conservação e clima do WWF ao redor do mundo. 

Apagar as luzes é um gesto simbólico, mas pode ser também o primeiro passo para uma séria de medidas em prol de um futuro mais sustentável para a vida na Terra.

Em 2014, sete mil cidades (em 162 países) pagaram suas luzes durante sessenta minutos, entre 20h30 e 21h30 (horário local).
 
Embaixadora



Em 2015, a Hora do Planeta apresenta a atriz Paolla Oliveira como sua embaixadora. Sensibilizada pela causa ambiental, a atriz aceitou o convite do WWF-Brasil e se juntou ao maior movimento mundial contra o aquecimento global com a tarefa de disseminar a mensagem da campanha e engajar um número ainda maior de brasileiros.

“A Hora do Planeta é um gesto simples, mas de grande importância”, afirma Paolla no vídeo gravado para a campanha. 

É preciso dar um basta nas mudanças climáticas e usar nossos recursos naturais de maneira mais inteligente. Já não há mais tempo. 

A crise ambiental não é tema para o futuro. Está acontecendo agora.”

Como embaixadora da Hora do Planeta, a atriz pretende convidar fãs, admiradores e seguidores de suas redes sociais a aderirem ao movimento do WWF-Brasil, que estimula as pessoas a repensarem como suas atitudes cotidianas podem causar menos impacto no meio ambiente. 

No sábado ela estará no Mato Grosso do Sul, rodando o filme “Em Nome da Lei”, do diretor Sérgio Rezende, e afirma que irá apagar as luzes com a equipe do longa.




Festival

Neste ano, a mobilização tem o Rio de Janeiro como cidade âncora. 

Para celebrar a data, será realizado um grande show gratuito na Praia de Ipanema, no Posto 10, no sábado, a partir das 16 horas. 

O evento terá como principais atrações o coletivo internacional de artistas Playing For Change e o músico brasileiro Hamilton de Holanda. Também se apresentam Rodrigo Sha, Eduardo Neves e o DJ Nado Leal.

Todo o espetáculo será realizado com gerador de biocombustível, alinhado com a mensagem da campanha que pede que governos, empresas e pessoas apaguem as luzes por sessenta minutos em um grande ato simbólico global por soluções para as mudanças climáticas.


O gênio da sustentabilidade!

Por Vicente Gomes


Participei recentemente de um painel com os ganhadores do prêmio Eco da Amcham em 2014 sobre estratégia, liderança e inovação para a sustentabilidade, onde conversamos sobre seus projetos e iniciativas. 

O painel foi moderado por Tarcila Reis da Angatu Consultoria e as empresas participantes foram a AES Brasil, Tetra Pak, Itaú Unibanco, Precon Engenharia e Pontal Engenharia -as duas últimas empresas do setor da construção com modelos inovadores de negócios e cultura.

Fiquei muito feliz em ver que a tônica do painel foi o resgate do significado mais profundo de suas atividades empresariais para servir a sociedade e a vida no planeta; houve um mergulho no entendimento que gerar valor transcende o dinheiro e que fortalecer e expandir as conexões dentro e fora de suas empresas com suas diversas partes interessadas é o caminho para isso.

Também me chamou a atenção as inovações que compartilharam, como a Precon que utiliza processos industriais para a construção de casas populares com custo até 10% menor, maior qualidade térmica e sonora e ainda gerando 70% menos desperdício que o processo tradicional. 

As empresas estão também trabalhando cada vez mais próximas de seus clientes e fornecedores para atuarem com mais consciência nas suas relações comerciais e criando um contexto de ganho mútuo. 

Em meados de abril essas e outras práticas estarão acessíveis pelo site www.premioeco.com.br. Recomendo a consulta.

Em um dado momento do evento me ocorreu entender melhor o sonho dos painelistas, que estão no dia a dia superando os desafios das mudanças culturais que a sustentabilidade requer e encaminhei a seguinte pergunta: 

você deu a sorte de encontrar uma lâmpada com um gênio da sustentabilidade que lhe concede um pedido. 

Que pedido você faria? Tarcila gostou da provocação e resolveu fechar o painel com essa reflexão.

Uma das empresas pediu ao gênio que nós tivéssemos maior consciência nas decisões de compra para ajudar na preservação das florestas no Brasil e consequente preservação da vida animal que ali habita: investiguem se móveis, madeira para construção e até a carne que vocês consomem são certificadas, que não exploram de forma insustentável as florestas no Brasil. 

Nos últimos anos foram eliminadas 2 bilhões de árvores das florestas e do cerrado brasileiro, responsáveis por capturar e aterrar por dia 2 bilhões de toneladas de água e talvez essa seja uma das razões da crise hídrica que estamos vivendo. 

Sem floresta não há vida.

Outra pediu que as pessoas soubessem o verdadeiro valor das coisas, ter condições de avaliar, de forma monetizada ou não, o valor de cada produto ou serviço que consumimos no dia a dia e sua relação com a teia da vida e o que teve que ser utilizado para sua produção. 

Isso revelaria para as pessoas seu impacto na Natureza e ajudaria a tomar decisões mais sustentáveis.

As outras empresas convergiram no ponto de protagonismo e ação consciente das pessoas, de sua mobilização para experimentar, errar e aprender mais. 

De saírem do estaticismo e de manterem suas mentes abertas para o novo e para os outros, para olhar de forma sistêmica e crítica para a forma como fazemos as coisas e de não desistirem na superação dos desafios que temos pela frente. 

A evolução é movimento e movimento requer esforço e resiliência.

E você, que pedido faria ao gênio da sustentabilidade?

Paraná tem o primeiro comitê do país para logística reversa na construção civil


O Paraná tem o primeiro Comitê Gestor do país para colocar em prática as ações do plano de logística reversa da construção civil, com a correta destinação e aproveitamento dos resíduos produzidos pelas obras. 

A primeira reunião do grupo, na Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), na segunda-feira (23), contou com a presença do secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Ricardo Soavinski. 

O comitê é fruto de um acordo do Governo do Estado com os sindicatos da construção civil do Paraná: Sinduscon-PR, Sinduscon-Noroeste, Sinduscon-Oeste e Sinduscon-Norte, que elaboraram o Plano de Logística Reversa do setor. 

“Logo teremos bons resultados para divulgar e comemorar, num trabalho que servirá de modelo para outros estados” disse Soavinski. 

O comitê tem caráter deliberativo e é composto por representantes do Governo, Sinduscon-PR, Fiep e da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). 

“Como aqui é o primeiro Estado a ter um comitê de logística reversa do setor, queremos acompanhar o que será feito para replicar em outras regiões”, disse a assessora da Comissão do Meio Ambiente da CBIC, Mariana Silveira Nascimento. 

De acordo com o sindicato, as obras formais representam 25% do volume de resíduos do setor e o restante é produzido por obras informais e reformas. 

Em outubro do ano passado o sindicato entregou seu plano de logística reversa, que foi aprovado pela secretaria estadual do meio ambiente. 

Agora, serão articuladas as ações que colocarão em prática as medidas de curto, médio e longo prazo. 

O Estado conta com 21 termos de compromisso de logística reversa assinados com diferentes setores. 

Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em: http:///www.facebook.com/governopr ewww.pr.gov.br

Fotos emocionantes de resgates de animais em situações mortais

Animais, assim como humanos, acabam entrando em situações perigosas e mortais e precisam de uma mão dos humanos para serem resgatados. 

 Aqui estão as imagens mais tocantes do momento do resgate.



Avião completa voo na China com óleo de cozinha retirado de restaurantes como combustível

Avião completa voo na China com óleo de cozinha retirado de restaurantes como combustível
Foto: Divulgação

Uma companhia aérea chinesa anunciou neste sábado (21) que completou um voo com um avião movido a óleo de cozinha. 

O Boeing 737 da Hainan Airlines, que viajou de Xangai para Pequim, usou uma mistura composta por 50% de querosene de aviação convencional e 50% de biocombustível feito de "óleo de cozinha usado, coletado de restaurantes na China", segundo relata nota da empresa. 

De acordo com o G1, este foi o primeiro voo comercial do país em que a aeronave foi abastecida com biocombustível feito a partir de óleo de cozinha. 

A novidade acontece no momento em que o governo chinês busca promover ações de sustentabilidade ambiental. 

O primeiro voo no mundo realizado com avião movido inteiramente por biocombustível aconteceu em 2012, no Canadá.