"As energias renováveis despertam interesse econômico em segurar as mudanças climáticas"

O economista francês Christian Stoffaës fala sobre as negociações para a COP-21, a ser realizada em Paris neste ano, e a importância das fontes sustentáveis para o comprometimento global de reduzir as emissões de gases de efeito estufa

 
O economista, engenheiro e professor da Universidade de Paris Christian Stoffaës(Gustavo Stephan/Agência o Globo)

Para o francês Christian Stoffaës, membro do Ministério de Economia da França e professor de economia internacional na Universidade de Paris, o desenvolvimento da indústria de energia renovável e o consequente barateamento dos recursos sustentáveis serão pontos essenciais para que os países cumpram as metas de diminuição de emissões de gases de efeito estufa a serem estabelecidas na Cúpula do Clima de Paris, que acontece em dezembro deste ano. 

A expectativa é que, no fim da conferência, os 195 países da ONU assinem um acordo que vai substituir o defasado Procotolo de Quioto, de 1997, até hoje base para a implementação de leis sustentáveis. Stoffaës falou a VEJA em visita ao Brasil na semana passada, durante um círculo de palestras na FGV do Rio de Janeiro.



Na última Cúpula do Clima, que aconteceu em Lima, no Peru, no fim do ano passado, surgiram críticas que apontaram a lentidão das negociações entre governos. O que podemos esperar de Paris? 

Até dezembro, os diplomatas continuarão negociando para encontrar um consenso mínimo sobre o acordo. 

Nos últimos quinze anos (que seguiram o Protocolo de Quioto) esse processo foi prejudicado pelo fato de os Estados Unidos não terem ratificado o documento e por países participantes, como o Canadá e a Austrália, terem desistido de suas metas no meio do caminho. 

É importante lembrar que nessa COP as vozes a serem ouvidas não são só a dos diplomatas, mas também a de representantes da sociedade civil, da indústria e de ONGs. A expectativa é que haja 45 000 pessoas em Paris, e só o fato de tanta gente se encontrar para debater essas questões já é algo importante. 

Gera mais pressão para que se apresente um resultado satisfatório, o que certamente irá acontecer, mas nós ainda não sabemos como esse documento será. 

Se as conversas relativas a corte de emissões não evoluírem, é importante achar outras vias de negociação.


Quais seriam essas outras vias? 

Acho que um bom exemplo é a COP-15, que aconteceu em Copenhague em 2009. No evento, a posição defensiva dos Estados Unidos impediu qualquer possibilidade de avanço nas negociações de redução de emissões, então foi preciso encontrar outra forma de ajudar os países em desenvolvimento a lidar com as mudanças climáticas. 

O resultado foi a criação do Fundo Verde do Clima, que é basicamente o comprometimento dos países desenvolvidos em transferir 100 bilhões de dólares por ano às nações em desenvolvimento, mais vulneráveis economicamente, para lidar com as mudanças climáticas. 

Mesmo hoje, um dos focos da negociação ainda é esse, porque 100 bilhões de dólares não é uma quantia fácil de encontrar. Alguns países já se comprometeram, mas ainda é difícil. A negociação para um novo Protocolo de Quioto não será fácil, mas temos que construir esse consenso.


Quais serão os maiores obstáculos para se chegar ao consenso? 

Existe uma coalizão entre os países desenvolvidos e, do lado oposto, outra entre as nações em desenvolvimento. O Protocolo de Quioto estabeleceu que apenas os primeiros deveriam se comprometer com reduções absolutas de emissões. 

A posição dos países desenvolvidos é de que a concentração de dióxido de carbono na atmosfera não é de responsabilidade exclusiva deles e que, portanto, eles não merecem ser prejudicados, por também terem direito a investirem no próprio desenvolvimento, o que pode ocasionar no aumento das emissões de CO2. 

É um argumento forte, mas se quisermos um acordo, é preciso que os países se comprometam. 

De qualquer forma, apesar desses acordos exigirem que os países estabeleçam metas, não há nenhuma penalidade caso eles não as cumpram. Em resumo, o grande obstáculo a ser superado é o da conciliação entre o grupo dos desenvolvidos com o dos em desenvolvimento.


Esse é um embate presente nas conferências há algum tempo, e a impressão que ficou de Lima é que nenhum dos dois lados está disposto a ceder. Há solução? 

Esse é o trabalho dos diplomatas. As negociações são sigilosas, eu não sei exatamente o que está acontecendo, mas tenho certeza que estão trabalhando duro nisso. 

Quanto ao embate entre os dois lados, o papel das Nações Unidas é defender a unanimidade, ou seja, um acordo só passa se for aprovado por todos. 

Se a regra fosse da maioria, seria mais simples: os países em desenvolvimento, que representam cerca de dois terços do total da ONU, seriam beneficiados; mas isso negaria todo o processo diplomático da ONU.


Há risco de que, depois de tanta negociação, o acordo de Paris caia na irrelevância ao não ser ratificado pelos países mais poluidores, como aconteceu com Quioto? 

Eu estava presente na COP-97, onde foi assinado o Protocolo. Al Gore veio à conferência com um mandato do presidente Bill Clinton. 

O vice-presidente assinou o documento, mas quando voltou para os EUA o senado o bloqueou. Poucas pessoas sabem disso, mas naquela época o senado americano votou uma resolução chamada Byrd-Hagel, que diz que os EUA nunca vão assinar um acordo de políticas climáticas em que não haja um comprometimentos dos países em desenvolvimento equivalentes àqueles assumidos pelos desenvolvidos. 

Essa questão ainda não foi resolvida, porém, é preciso ser otimista. Temos que lembrar que muita coisa mudou desde 1997. O maior exemplo talvez seja o surgimento da indústria de energia renovável, que teve um desenvolvimento espetacular nos últimos dez anos, em consequência das negociações climáticas.


É certo deduzir que as energias renováveis só se popularizarão quando forem mais vantajosas economicamente do que as fontes fósseis? 

Sim, mas hoje as renováveis não estão tão longe da competitividade econômica. É impressionante ver como o preço dos painéis solares caiu muito em pouco tempo, e isso é mais um resultado das negociações climáticas. 

Acordos como o de China e EUA (que se comprometeram a cortar significativamente as emissões de CO2 até 2030) só foram firmados porque hoje existem fontes alternativas viáveis, que permitem que os países assumam compromissos mais ambiciosos. 

Além disso, é preciso lembrar que o petróleo e o gás são finitos. A indústria finalmente percebeu a necessidade de encontrar substitutos para eles, e agora a competição está entre as renováveis e a energia nuclear.


O preço baixo do petróleo pode prejudicar a popularização das renováveis ou mesmo as negociações climáticas? 

O preço do petróleo tem muita influência, claro. Nos últimos meses, o preço caiu espetacularmente, pela metade. Nós veremos os efeitos disso em Paris, e ainda não há como prever com precisão os resultados. 

Mas é importante ressaltar que o consumo de carvão também aumentou na última década, apesar das negociações. 

E como o carvão ainda é a fonte de energia mais barata, geralmente é a melhor solução para os países em desenvolvimento que têm dificuldade em responder à demanda energética interna sem ter de apelar aos poluentes.


Se a energia renovável se tornar mais econômica, podemos admitir que mais pessoas optarão por elas. Mas isso não faria com que o preço dos combustíveis fósseis também caíssem, como efeito da lei de oferta e procura? 

Uma das opções é o uso de subsídios. A expansão das renováveis nas últimas duas décadas foi intensamente subsidiada, especialmente pela Tarifa Prêmio (Feed-in, em inglês), um mecanismo de promoção eficiente. 

Essa tarifa, desenvolvida pela Alemanha, estabelece que produtores de energia renovável possam vender a energia produzida para agências elétricas por um preço fixo, o que é vantajoso. 

Outra estratégia seria a taxação global dos combustíveis fósseis. As negociações devem avançar nesse sentido também.


Você citou o acordo bilateral entre China e Estados Unidos, apresentado em setembro do ano passado. Será que esses acordos menores não são mais eficientes em fazer com que países estabeleçam metas do que as negociações globais? 

De fato é mais fácil ter comprometimentos individuais em acordos bilaterais ou regionais do que em negociações globais, mas isso é uma negação do processo diplomático da ONU, que é multilateral e precisa ser assinado por todos. Além disso, são essas negociações globais que impulsionam os países a estabelecer esses acordos menores.

Há hoje condições financeiras e sociais para que os países estabeleçam planos que consigam limitar o aquecimento global à meta de dois graus de elevação até o fim do século, o ideal para evitar cenários de contornos catastróficos? 

Esse ponto é um problema. 

O último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, órgão da ONU) dá estimativas dos esforços que seriam necessários para atingir tal objetivo, e não estamos próximos de cumpri-los. 

Mas não vamos ser pessimistas, porque as coisas estão progredindo. Uma indústria poderosa de renováveis está sendo construída, e isso é importante porque no começo não havia nenhum interesse econômico nas negociações. 

Como os Estados Unidos estão de olho na indústria renovável, os seus diplomatas devem aceitar termos com os quais eles não concordariam no passado.

A Cia. Ballet de Cegos foi convidada para dançar na Alemanha e precisa do seu apoio para realizar mais este sonho e representar nosso país.

A Cia. Ballet de Cegos Fernanda Bianchini foi convidada para o importante Festival Farben des Tanzes de Hagen na Alemanha e só conseguirá realizar mais este sonho com o seu apoio.
A Associação de Ballet de Cegos Fernanda Bianchini existe desde 1995, comandada pela bailarina e fisioterapeuta Fernanda Bianchini. 
Em quase 20 anos de história, a entidade superou obstáculos, já transformou mais de 300 crianças e adolescentes em bailarinos(as) e fez mais de duas mil apresentações e espetáculos, em trabalho de absoluto pioneirismo não só no Brasil, mas no mundo todo, sendo reconhecida internacionalmente pelo método pioneiro, desenvolvido por Fernanda.
Por esse método, deficientes visuais aprendem a dançar Ballet de forma surpreendente e graciosa, como qualquer outro belo bailarino. 
O objetivo principal da Associação é a integração social de deficientes visuais, de baixa renda, através da dança, principalmente do Ballet Clássico.
A Cia. Ballet de Cegos Fernanda Bianchini já representou o Brasil na cerimônia de encerramento das paralimpíadas de Londres em 2012 e tem a oportunidade de, mais uma vez, representar nosso país no Festival Farben des Tanzes da Alemanha.
O Festival Internacional de dança acontecerá de 1 a 7 de Junho de 2015 no Teatro Municipal da cidade de Hagen na Alemanha. Será uma mostra especial de dança voltada para diversos tipos de deficiência, com participação especial de Gerda Konig, renomada coreógrafa Alemã cadeirante, e outras importantes companhias européias.
A Cia. Ballet de Cegos Fernanda Bianchini foi convidada para participar do festival pelo Diretor Artístico do Ballet de Hagen da Alemanha, o coreógrafo e produtor Ricardo Fernando.
A Cia. apresentará a suite do clássico "O Corsário", com o elenco completo do seu corpo de ballet principal. Um espetáculo repleto de magia e emoção, irá demostrar através do ballet clássico, como a cultura também é um importante agente de inclusão sócio-cultural, um trabalho único no mundo, quebrando barreiras e preconceitos.
Nós recebemos uma ajuda de custo do festival, mas infelizmente, não é o suficiente para cobrir todas as nossas despesas. Precisamos arrecadar ao menos R$ 70 mil adicionais.
Nossas despesas incluem (valores aproximados): - R$ 40 mil : passagem aérea para 11 bailarinos da companhia principal e mais 3 pessoas da nossa equipe. - R$ 15 mil: 10 dias de hospedagem para 14 pessoas. - R$ 15 mil: alimentação, transporte e outras despesas.
Como o Catarse funciona como ou tudo ou nada, e não receberemos nada se não atingirmos nossa meta, nós optamos por definir como nosso objetivo uma quantia que vai nos ajudar a pagar por grande parte das passagens e garantir que pelo menos parte da nossa companhia possa participar do festival.
Apenas com a sua ajuda poderemos atingir nossa meta e fazer mais um belo espetáculo. Por favor, ajude colaborando e compartilhando.
R$ 10 - Você receberá um agradecimento especial nas nossas redes sociais.
R$ 40 - Um ingresso individual para alguma das nossas apresentações deste ano.
Ficaremos muito felizes com a sua presença em um de nossos espetáculos! Nós ainda estamos organizando nossas datas de espetáculo, mas temos pelo menos duas grandes apresentações todo ano em São Paulo. Avisaremos com antecedência nossas datas para que você possa escolher a apresentação mais conveniente. Os ingressos poderão ser retirados no dia do espetáculo na porta do teatro.
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Ficaremos muito felizes em receber você mais um acompanhante em um de nossos espetáculos! Nós ainda estamos organizando nossas datas de espetáculo, mas temos pelo menos duas grandes apresentações todo ano em São Paulo. Avisaremos com antecedência nossas datas para que você possa escolher a apresentação mais conveniente. Os ingressos poderão ser retirados no dia do espetáculo na porta do teatro.
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Entenda melhor nosso trabalho e participe de uma das nossas aulas. Nós ficaremos muito felizes de recebê-lo com muito carinho e demonstrar nossa técnica! Além disso você poderá assistir um de nossos espetáculos ao vivo, levar para casa três DVDs para assistir no conforto da sua casa as nossas apresentações! 
Os DVDs poderão ser retirados na nossa sede ou caso queira receber em casa, o frete será cobrado separadamente. Os ingressos poderão ser retirados no dia do espetáculo na porta do teatro. 
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Além disso você poderá assistir um de nossos espetáculos ao vivo, levar para casa uma bela foto e três DVDs para assistir no conforto da sua casa as nossas apresentações! 
A foto e os DVDs poderão ser retirado na nossa sede ou caso queira receber em casa, o frete será cobrado separadamente. Os ingressos poderão ser retirados no dia do espetáculo na porta do teatro. 
Nós ainda estamos organizando nossas datas de espetáculo, mas temos pelo menos duas grandes apresentações todo ano em São Paulo. Avisaremos com antecedência nossas datas para que você possa escolher a apresentação mais conveniente.
Conheça um pouco mais sobre o nosso trabalho no nosso site.www.associacaofernandabianchini.org
Matéria sobre a Associação que apareceu recentemente no programa Como será?da Rede Globo. 
Vídeo institucional: 
Bailarinas se apresentam na cerimônia de encerramento das Paralimpíadas de Londres em 2012:
MUITO OBRIGADO!

Orçamento

O orçamento para projetos anteriores a 24/02/2015 normalmente pode ser encontrado na descrição acima.

CINEMA 4ª Mostra Ecofalante traz a SP filmes e debates sobre meio ambiente

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DIVULGAÇÃO



Cena do filme 'A Crise Global da Água', de Jessica 
Yu, que contará contou com debate sobre a crise 
hídrica.

São Paulo – De 19/03 até o próximo dia 29, a cidade de São Paulo recebe a 4ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental. Serão exibidos 65 filmes entre longas, médias e curtas-metragens, grande parte ainda inédita no Brasil. 

O festival foi aberto nesta quinta-feira, às 15h, com o documentário Felicidade, de Thomas Balmès, no Cine Olido. 

Às 19h, foi exibido no Reserva Cultural o filme-denúncia Cadeias Alimentares, de Sanjay Rawal, em que um grupo de trabalhadores luta para derrotar a indústria global de 4 milhões de dólares dos supermercados. Na sequência, às 20h30, será promovido um debate sobre consumo e trabalho escravo.

Os dois destaques da programação são as pré-estreias dos documentários O Sal da Terra, de Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, sobre o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, e de No Meio do Rio, Entre as Árvores, de Jorge Bodanzky, cineasta homenageado nesta edição da mostra.

O premiado documentário O Sal da Terra, que estreia em circuito comercial no dia 26, mostra a obra de Sebastião Salgado e sua forma de se aproximar da natureza para retratá-la. 

Além de tratar sobre seu novo projeto de fotografar territórios “virgens”, o longa faz um retrato sobre os 40 anos anos de carreira do fotógrafo que percorreu o mundo registrando belezas e tragédias da história recente.

No Meio do Rio, Entre as Árvores é o resultado de uma expedição de Bodanzky ao Alto Solimões, onde registrou oficinas de vídeo, fotografia e circo das quais participaram comunidades ribeirinhas de reservas ambientais. 

O filme apresenta uma visão “de dentro para fora” sobre o cotidiano dessas pessoas, seus anseios, seu imaginário e a forma que resolvem seus problemas. O documentário será exibido hoje, às 19h, no Caixa Belas Artes, seguido de um debate com a participação do diretor.

A mostra apresenta sete programas durante os dez dias: Mostra Contemporânea Internacional, Panorama Histórico, Homenagem, Competição Latino-Americana, Circuito Universitário e Mostra Escola. 

A Mostra Contemporânea traz filmes de vários países com as temáticas cidades, energia, biodiversidade, recursos naturais, consumo e povos e lugares.
A questão da água

Exatamente no momento em que São Paulo vive a mais grave crise hídrica da história, a mostra destaca temas ligados à água, tanto na Sessão Especial, com os filmes A Crise Global da Água, de Jessica Yu, e Quem Controla a Água, de Leslie Franke e Herdolor Lorenz, como na Competição Latino-Americana e no Panorama Histórico. 

“A 4ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental se consolida como a maior mostra temática de meio ambiente do Brasil, ao mesmo tempo em que o Sudeste do país enfrenta sua maior crise ambiental. 

A mostra já vem antecipando desde sua primeira edição, por meio dos filmes e de debates, esse colapso que testemunhamos”, afirma o diretor do festival, Chico Guariba.

No dia 28, após a exibição dos filmes A Crise Global da Água e Quem Controla a Água, será promovido um debate sobre o tema com a participação de Renato A. Tagnin, que é doutorando em Ciências pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, professor e pesquisador nas áreas de planejamento ambiental, educação ambiental e gestão de recursos hídricos, e de Pedro Jacobi, Coordenador do Laboratório de Governança Ambiental da USP (GovAmb USP) e editor da revista 
Ambiente e Sociedade.

Os impactos de megaeventos esportivos, a matriz elétrica brasileira, biodiversidade, transgênicos e sementes crioulas, mudanças climáticas e neocolonialismo são temas de filmes que também contarão com debates durante o festival.

As 65 obras serão exibidas na Caixa Belas Artes, Reserva Cultural, Cinemateca Brasileira, no Cine Olido e Centro Cultural São Paulo (CCSP) com entrada gratuita, exceto no CCSP, que cobra uma taxa de manutenção de R$ 1 por pessoa. 

Confira os horários e locais das sessões no site da mostra.


4ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental 

Quando: de 19 a 29 de março

Onde: em vários cinemas da cidade de São Paulo

Quanto: grátis ou R$ 1 nas sessões no CCSP

Programação completa: www.ecofalante.org.br

Google terá nova sede futurística e sustentável na Califórnia!

A Google parece não cansar de nos surpreender. Desta vez, a gigante de buscas inovou ao apresentar a proposta de uma nova sede, sustentável e com visual altamente futurista.

Para criar o projeto, a empresa contou com o apoio do grupo de arquitetos BIG e do estúdio de arquitetura Heatherwick

A nova sede foi criada com um destaque sobre o ambiente natural, em que os escritórios ficam dentro de edifícios em forma de cúpula. No local, a vida vegetal se faz presente tanto na parte interna quanto no exterior.

Para que o espaço não fique restrito aos funcionários da empresa, o campus será aberto ao público, que poderá desfrutar dos espaços verdes. Além disso, o projeto promete ainda incluir espaços destinados à vida selvagem.

O vídeo abaixo conta um pouco sobre como será a construção (em inglês):



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Todas as fotos: Divulgação



Casa inovadora usa piscina no teto para captar água da chuva e resfriar o espaço interior

Algumas vezes, as soluções mais simples aparecem justamente quando temos que lidar com algumas restrições. É o que ocorre em Bodrum, na Turquia, onde as casas são restritas ao tamanho máximo de 75 m². 

Visando lidar com isso e construir um lugar com menos restrições, a Global Architectural Development projetou uma casa feita de três edifícios separados, interligados por átrios de vidro.

A inovação não parou por aí: o local conta ainda com piscinas sobre o telhado, que são responsáveis por captar a água da chuva. 

Elas funcionam como um sistema de resfriamento próprio e ecológico, que mantém a temperatura da casa baixa enquanto a água da piscina principal escorre para os edifícios vizinhos.

É ou não é muito melhor do que ar condicionado? Dá uma olhada:

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Todas as fotos © GAD

São Paulo, Santiago e Cidade do México entre as cidades mais Sustentáveis do Mundo!

consultoria internacional Arcadis, que avalia temas relacionados à infraestrutura, meio ambiente e planejamento urbano, elaborou um índice de Cidades Sustentáveis para determinar quais são aquelas onde melhor se relacionam o impacto ambiental, a sustentabilidade financeira e a qualidade de vida.

Foram analisadas 50 cidades de 31 países - entre as quais São Paulo - que apresentam grande expansão geográfica e variados níveis de desenvolvimento econômico, expectativas de crescimento e desafios de sustentabilidade.

Veja os resultados gerais e por indicadores a seguir.

Antes de falar sobre os resultados finais, é necessário mencionar que o conceito de sustentabilidade usado no índice corresponde à definição sobre o desenvolvimento sustentável realizada pelas Nações Unidas: 

"o desenvolvimento que atende às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazer suas próprias necessidades."

Através disto, foram estabelecidos três indicadores: “Pessoas”, “Planeta” e “Lucros”. 

Ao observar os resultados em cada um, é possível observar as distintas avaliações de cada cidade e como varia sua posição nas listas específicas e geral.

Resultados por indicadores

© Arcadis
© Arcadis
“Pessoas”

Este indicador mede a interação entre uma cidade e seus habitantes, o que é definido como "rendimento social de uma cidade" e que leva em conta nove fatores que incidem na qualidade de vida. 

Entre estes estão as áreas verdes, a educação, o equilíbrio entre a vida e o trabalho, a dependência que gera a cidade segundo as necessidades, os impostos, o transporte e a saúde.

De acordo com estes indicadores, entre os 10 primeiros lugares dominam as cidades europeias com a presença de seis delas, o que se explica pelas altas avaliações no quesito transporte.

No caso de Roterdam, cidade que lidera o índice, esta situação é dada pela infraestrutura da sua rede de transporte público integrada por ônibus, metrô e trens. 

Além disso, outro aspecto positivo foi que nesta cidade, procura-se equilibrar a vida e o trabalho graça a carga horária e o valor das suas propriedades, que em comparação com as demais cidades dos dez primeiros lugares, são 60% mais econômicas.

De fato, em termos gerais, o estudo considera que as 10 primeiras cidades estão se tornando cada vez menos acessíveis a seus habitantes devido aos altos custos das propriedades.

Nas cidades de Seul e Hong Kong, os fatores que lhes outorgaram uma alta avaliação foram dados pela longa expectativa de vida, o acesso as áreas verdes e a boa qualidade de educação. 

Entretanto, as longas jornadas de trabalho vão contra estes indicadores, já que, em média, superam em 20% as demais cidades analisadas.

Neste indicador, São Paulo ficou com a 39ª posição e o Rio de Janeiro com a 46ª.
© Arcadis
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“Planeta”

“Planeta” é um indicador que avalia variadas temáticas relacionadas ao meio ambiente, como acesso a água potável, contaminação atmosférica, geração de energias renováveis, gestão de resíduos, nível de vulnerabilidade em relação aos desastres naturais e presença de indústrias manufatureiras. 

Apesar da maioria das 50 cidades avaliadas terem marcado mais de 90% no quesito contaminação atmosférica, foi possível reconhecer quais são as cidades que possuem um melhor desempenho ambiental. 

Neste sentido, as cidades europeias lideraram as 10 primeiras posições por contarem com fontes renováveis de energia.

Nesse indicador, São Paulo e Rio de Janeiro lideraram entre as cidades da América Latina, ocupando a 16ª e 17ª posição respectivamente. 

As cidades asiáticas e do oriente médio ficaram com as piores colocações pois obtiveram piores avaliações no acesso à água potável, contaminação ambiental e produção de energias renováveis. 

Inclusive, em certas cidades do Oriente Médio, não foram encontradas fontes renováveis de energia.
© Arcadis
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“Lucros”

A sustentabilidade econômica é a principal medida deste indicador, acompanha pelo PIB e a possibilidade de fazer negócios a partir de uma perspectiva empresarial.

Assim, os primeiros lugares foram ocupados por cidades reconhecidas como centros financeiros, no entanto, o estudo reconhece que nestes lugares é mais difícil começar um negócio.

Neste indicador a Cidade do México obteve a melhor posição entre as cidades latino-americanas, ocupando o 31° lugar. São Paulo e Rio de Janeiro ficaram em 39° e 46° lugar, respectivamente.
© Arcadis
© Arcadis
Resultados gerais

A nível geral, as cidades europeias são as que possuem maior presença entre os 10 primeiros lugares devido ao fato de que tiveram melhores avaliações em dois dos três indicadores medidos.

Neste estudo, FranKfurt assumiu a primeira posição por vários motivos, como por exemplo, sua participação, desde 1990, na Aliança do Clima das Cidades Europeias, através da qual se comprometeu a reduzir em 10% as emissões de CO2 a cada cinco anos. 

Além disso, até 2050 a cidade prevê que 100% da sua energia será proveniente de fones renováveis.

Mas não somente em metas se baseia a avaliação positiva de Frankfurt; a pesquisa destaca que um terço da superfície da cidade é coberta por áreas verdes, entre as quais está o cinturão verde as margens do rio Meno. 

Além disso, como se trata de uma cidade compacta, a maioria dos trajetos são curtos, sendo que 15% deles são realizados em bicicleta.

Por outro lado, sobre as cidades da Ásia, como Jacarta (Indonésia), Manila (Filipinas) e Wuhan (China), o estudo indica que apesar de estarem protagonizando um rápido crescimento, ele não está sendo feito de maneira mais sustentável possível, o que as leva a ocuparem os últimos lugares.

Na lista geral, São Paulo ocupou o 31° lugar, ficando atrás apenas de Santiago (30°) entre as cidades latino-americanas avaliadas. 

O Rio de Janeiro ficou na 40ª colocação.

Acesse o informativo das Cidades Sustentáveis 2015 aqui!.

Este artigo foi originalmente publicado em Plataforma Urbana.