SUSTENTABILIDADE PRÊMIO - PROGRAMA BENCHMARKING BRASIL ABRE INSCRIÇÕES E APRESENTA SUA COMISSÃO TÉCNICA





Empresas e gestores com boas práticas de sustentabilidade podem inscrever seus cases (práticas)a partir de hoje até 31 de março para concorrer ao XIII Ranking Benchmarking dos detentores das melhores práticas socioambientais do País. 

Uma vez aprovados (cases que obtiverem índice técnico - pontuação a partir de 7.1) serão certificados como "Cases Benchmarking" e farão parte do maior Banco Digital de Boas Práticas Socioambientais com livre acesso do país. 

No "Dia Benchmarking, Compartilhar para Crescer" que ocorrerá em 02 de julho, será conhecido o Ranking das melhores práticas socioambientais do país. 

Nesta data também será lançado BenchMais3, o terceiro volume da série BenchMais, as melhores práticas socioambientais do Brasil, com artigos assinados por especialistas consagrados do cenário nacional e internacional, e resumo dos cases Benchmarking certificados nas ultimas 4 edições 2011-2014.

Já passaram (tiveram cases certificados) pelo crivo Benchmarking, 172 instituições brasileiras atuantes nos 03 setores da economia, e localizadas em 17 diferentes estados do país. 

Com uma metodologia inovadora e reconhecida pela ABNT, o Programa Benchmarking já selecionou e certificou 311 cases de boas práticas socioambientais. 

Os cases são inscritos em 10 categorias gerenciais: Resíduos; Energia, Emissões; Recursos Hídricos e Efluentes; Educação, Informação e Comunicação Socioambiental; Ferramentas e Políticas de Gestão; Manejo e Reflorestamento; Pesquisas Científicas e Desenvolvimento de Novos Produtos; Proteção e Conservação; e Arranjos Produtivos. 





Em sua 13ª edição, o Programa Benchmarking Brasil é considerado um dos mais respeitados selos de sustentabilidade do país, pela sua abrangência, transparência e independência. 

Presta relevante serviço de utilidade publica na medida que informa a sociedade o "modus operandi" das organizações para com as questões socioambientais, ou seja, mostra a sustentabilidade aplicada no dia a dia da empresa, muito além da teoria e do discurso. 

Para participar, a empresa deve estar ciente, em concordância, e condições de atender os requisitos do regulamento.


Comissão Técnica 2015 - Nomes relevantes do cenário nacional e participações internacionais 

A comissão técnica responsável pela avaliação das práticas inscritas em 2015 reune especialistas de 06 diferentes países: África do Sul, Estados Unidos, Holanda, Portugal, Reino Unido e Brasil. Estes especialistas pontuarão as práticas sem ter acesso ao nome das organizações. 


Andrea Marandino - Especialista em investimentos sustentáveis na World Wide Fund for Nature (WWF) - Londres, UK;

André Magrinho - Adjunto da Presidência da Fundação AIP – Associação Industrial Portuguesa - Lisboa, Portugal;

Aron Zylberman – Membro da Comissão de Estudos de Sustentabilidade para as Empresas – CESE do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa - IBGC;

Claudia Terezinha Knies – Coordenadora do Programa de Mestrado Profissional em Administração - Gestão Ambiental e Sustentabilidade (GeAS) da Universidade Nove de Julho - UNINOVE;

Eduardo Shimahara - Professor (contributor) na Youth Initiative Program da Suécia, e Mestrando em Desenvolvimento Sustentável na Universidade de Stellenbosch - Cidade do Cabo, Africa do Sul;

Érica Marcos - Coordenadora de frete sustentável global no Smart Freight Centre - Amsterdam, Holanda;

Fernando Rei – Professor da Fundação Dom Cabral- FDC e ex Presidente da CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental;

Guy Ladvocat - Gerente de Certificação da Associação Brasileira de Normas Técnica - ABNT;

Homero Santos – Consultor em desenvolvimento sustentável da American Chamber of Commerce de Buenos Aires – AMCHAM, e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE;

Izak Kruglianskas - Coordenador do PROGESA - Programa de Gestão Estratégica Socioambiental (FIA/USP);

Karin Costa Vazquez - Pesquisadora e especialista em cooperação internacional para o desenvolvimento - N.York, USA;

Liége Petroni - Chefe da Divisão de Gestão Ambiental da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP);

Maria Luiza Machado Granziera – Coordenadora do Programa de Pós Graduação Stricto Sensu em Direito Ambiental e Internacional da Universidade Católica de Santos;

Pedro Ortiz - Diretor da TV USP (Universidade de São Paulo) e Professor universitário na Fundação Cásper Líbero;

Rogerio Cunha de Paula - Analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio/MM




Sobre o Programa Benchmarking Brasil:

Em 12 edições já realizadas, Benchmarking Brasil se consolidou como um dos mais respeitados Selos de Sustentabilidade do país. 

Com uma metodologia estruturada (reconhecida pela ABNT) e participação de especialistas de vários países, o programa Benchmarking define e reconhece os detentores das melhores práticas de sustentabilidade do Brasil. 

Além do Ranking, o programa promove outras ações de compartilhamento e divulgação. 

São publicações (livro e revista), banco digital de livre acesso na internet, encontros técnicos, entre outros. Além de incentivar a busca da melhoria contínua e a adoção das boas práticas nas organizações, o Programa Benchmarking Brasil contribui para a construção de massa crítica em sustentabilidade no país. 

Em 2013, Benchmarking Brasil foi o grande vencedor (1º colocado) na categoria Humanidades do Prêmio von Martius de Sustentabilidade da Câmara de Comércio Brasil Alemanha. 

Em 2015, será lançado o terceiro volume da Serie BenchMais, as melhores práticas socioambientais do Brasil, com artigos técnicos e resumos dos cases Benchmarking certificados nas 4 ultimas edições. 

Mais informações: (11) 3257-9660/ 3729-9005

O hotel em São Paulo que muda de cor conforme a qualidade do ar

Quem passar pelas ruas Oscar Freire e Lorena, em São Paulo, verá uma novidade que poderá ser um dos próximos cartões postal da cidade – o hotel WZ Jardins ganhou uma fachada coberta por luzes de LED. 

O edifício muda de cor conforme os níveis de poluição sonora, atmosférica e temperatura.

Através dos sensores instalados no prédio, buzinas, sirenes, barulho de carros, ônibus e do vento são detectados e promovem a mudança de coloração do prédio. 

A fachada fica avermelhada se o ar está muito poluído. 

Se a qualidade do ar melhora, as cores mudam para verde, roxo, azul e laranja. 

“A nova fachada vai lembrar um camaleão”, afirma Guto Requena, arquiteto e criador do projeto, comparando-a com o réptil capaz de mudar de cor.

O arquiteto transformou assim uma estrutura antiga da década de 1970 em uma construção altamente tecnológica e interativa. 

As pessoas poderão interagir com os edifício através de um aplicativo para celular, segundo o site Arch Daily, e qualquer um poderá identificar a qualidade do ambiente aos arredores do hotel.

Este incrível projeto nos convida a refletir sobre as condições da cidade em que vivemos. 

Veja o vídeo e as fotos sobre a fachada:



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Foto © Ayla Hibri/Folha de São Paulo
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Fotos © Ayla Hibri/Folha de São Paulo
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Foto © Ayla Hibri/Folha de São Paulo
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Foto © VejaSP
As cores do edifício mostram a qualidade atmosférica:
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Foto © VejaSP


Estado do Paraná vai reconhecer empresas que emitirem menos gases de efeito estufa

                                Créditos - Idéiaweb

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná (SEMA/PR) vai reconhecer, com o “Selo Clima Paraná”, as empresas que emitirem menos gases de efeito estufa na atmosfera.

Esses gases contribuem para as mudanças climáticas. No último dia 22 de dezembro, o secretário Antonio Caetano de Paula Júnior assinou a resolução que aprova a concessão do Selo.

O reconhecimento será dado às organizações que têm, comprovadamente, o selo de qualificação do Programa Brasileiro GHG Protocol, administrado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). 

O programa tem o objetivo de manter um registro público de emissões de gases de efeito estufa, de acordo com a quantificação utilizada pela FGV no Brasil.

O Selo Clima Paraná terá validade de um ano e será dividido nas classificações Ouro, Prata e Bronze. 

As empresas interessadas devem preencher a declaração do registro público e do protocolo de intenções no site da secretaria, no endereço www.meioambiente.pr.gov.br .

Um grupo técnico vai avaliar as declarações. O grupo será formado por representantes da secretaria, do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) e de organizações da sociedade civil que façam parte do Conselho Estadual do Meio Ambiente.


Inventário

Em novembro de 2014, o Governo do Paraná apresentou o primeiro Inventário Estadual de Emissões de Gases de Efeito Estufa e propostas de mitigação de emissões setorizadas do Estado do Paraná.

O inventário mostra a quantidade de gases de efeito estufa que os principais setores da economia emitem na atmosfera. É o primeiro levantamento feito no Estado, e dará suporte para ações de redução e neutralização das emissões.

Além do Paraná, apenas cinco Estados fizeram seus inventários: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espirito Santo e Rio Grande do Sul.


Setores avaliados

O inventário paranaense seguiu as diretrizes do Ministério da Ciência e Tecnologia. Foram avaliados os setores de energia, agricultura, floresta e outros usos do solo; processos industriais; e usos de produtos, resíduos e saneamento.

O setor de energia é responsável pela geração de 45,63% das emissões do Paraná, com 206 milhões de toneladas de gases emitidos no período avaliado.

As emissões do setor de agricultura, florestas e outros usos do solo aparecem em segundo lugar com 41,63%, totalizando 178 milhões de toneladas produzidos em oito anos.

Em terceiro lugar está o setor de processos industriais e uso de produtos, com 37 milhões de toneladas, equivalente a 8,18% das emissões do Paraná.

O setor de resíduos e saneamento está em último lugar entre os segmentos avaliados, com 22 milhões de toneladas de gases gerados. A variação no setor foi de 29% e as emissões representam 4,93% do total das emissões do Paraná.

A escola verde em Paris que incentiva a biodiversidade e sustentabilidade!

Sempre falamos aqui sobre a importância de criar um mundo mais sustentável para nós e também para as gerações futuras. Uma escola no subúrbio de Paris deu um passo em frente nesse quesito, ao incentivar a biodiversidade e a sustentabilidade em todos os aspetos da vida naquele espaço.

A escola primária tem o telhado coberto por uma área verde, em um projeto que busca introduzir elementos do meio-ambiente em um contexto urbano. Com 18 salas de aula, ela também oferece um espaço esportivo aberto aos residentes da região. 

O projeto foi criado pelo escritório Chartier Dalix Architectes, que definiu todos os detalhes do que seria chamada Escola Primária para Ciências e Biodiversidade.

As paredes dos espaços foram feitas com blocos pré-fabricados de concreto e visam tanto guiar a água da chuva para as laterais, o que evitaria manchas na fachada, quanto facilitar a vida de musgos e samambaias no local. 

Além disso, alguns buracos foram feitos estrategicamente na construção para abrigar andorinhas, morcegos e outros pássaros, criando uma relação com a fauna e flora locais.

E aí, não acha que essas crianças terão um ambiente mais estimulante de cada vez que entrarem na escola?

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Todas as fotos © Cyrille Weiner e David Foessel




KPMG lança um novo guia de avaliação da materialidade para relatórios de sustentabilidade

Com o objetivo de auxiliar os profissionais das áreas de preparação e divulgação de relatórios corporativos e de riscos a implementar um processo prático para identificar os tópicos sociais, ambientais e de governança de maior importância para uma empresa e suas partes interessadas, a KPMG acaba de lançar um novo guia de avaliação da materialidade para relatórios de sustentabilidade.

“O cenário de preparação e divulgação de relatórios está tornando-se cada vez mais complexo à medida que as estruturas conceituais de relatórios se multiplicam e evoluem e que as regulamentações se tornam cada vez mais exigentes. 

Muitas empresas entendem os princípios de materialidade na teoria, mas enfrentam dificuldades para elaborar e implementar um processo de avaliação robusto na prática. 

Produzimos esse guia com o objetivo de ajudá-las com um processo efetivo, mas que ao mesmo tempo não fosse demasiadamente complexo”, afirma o diretor da prática de Mudança Climáticas e Sustentabilidade da KPMG, Ricardo Zibas. 

O guia da KPMG divide o processo de avaliação da materialidade em sete fases:

Definição do escopo e da proposta;
Identificação dos tópicos potenciais;
Categorização dos tópicos;
Coleta de informações sobre o impacto e a relevância;
Priorização;
Engajamento da administração;
Solicitação de feedback das partes interessadas.

A publicação fornece ainda orientações detalhadas e práticas para cada fase e inclui elementos que formam os requisitos mínimos para um processo robusto, bem como medidas avançadas elaboradas para organizações com estratégias de sustentabilidade mais estabelecidas. 

O guia também destaca os desafios, dentre eles como conectar a materialidade em sustentabilidade com o negócio em sua maior amplitude, como envolver a Alta Administração no processo e como gerenciar as implicações de tempo e custo da participação das partes interessadas.

“Acreditamos que as empresas que integram o processo de materialidade de sustentabilidade ao processo de gestão de riscos corporativos estão em uma posição melhor para informar os investidores e as outras partes interessadas sobre os impactos, os riscos e as oportunidades de sustentabilidade”, analisa Zibas.

Insights sobre a Sustentabilidade: Os princípios básicos da avaliação da materialidade podem ser baixados em www.kpmg.com/sustainableinsight

ISAPG - PONTA GROSSA CURSOS ABERTOS - NR-10 BÁSICO

O que é NR-10 ?
SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade. 
A NR-10 se aplica às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as etapas de projeto, construção, execução, montagem, operação, manutenção das instalações elétricas e quaisquer trabalhos realizados nas suas proximidades, observando-se as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão destas, as normas internacionais cabíveis.

A importância de se fazer o curso de NR-10:

> Para adquirir os conhecimentos necessários para trabalhar com segurança e zelar por sua integridade física.
> Para atender uma determinação legal do Ministério do Trabalho;
> Para se qualificar e se preparar para as oportunidades de trabalho e emprego.

NR-10 Básico
Conteúdo Programático(CLIQUE AQUI)
Conforme MTE 
Norma Regulamentadora 10  (NR-10)
SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE
Carga Horária:
40 horas
 
Turmas, Dias e Horários
Terça e quinta  18h30h as 22h30
Segunda, quarta e sexta-feira das 18h30h as 22h30
Sábado: 08h00 as 12h00 e 13h00 as 17h00h
Dias úteis - durante o dia  das 08h00 as 12h00 e 13h00 as 17h00h 
 
Nova Turma: 
Inscrições Abertas   

 

  
Investimento:

R$ 350,00 (a vista)
ou Entrada de R$ 175,00 + 1 (uma) parcela de R$ 180,00 no término de curso.
Valor diferenciado para grupo a partir de 5 pessoas
Contate-nos: 3028 5822 / 9941 5822  - contato@isapg.com.br   
 


Obs.: Número mínimo de alunos para início do curso: 15 alunos. O ISAPG se resguarda ao direito de não iniciar turma, caso não seja preenchida a quantidade mínima de alunos para o início do curso.