Programas de eficiência energética são prioridades na Meliá Hotels International



Segundo a ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar condicionado, Ventilação e Aquecimento, um hotel médio de 300 quartos gasta um valor estimado em US$ 1,2 milhão por ano em energia, considerando todas as utilidades, como: energia, gás, diesel e água, sendo a climatização – responsável por 35% dos custos energéticos totais, seguido dos custos de abastecimento de água e, em menor escala, os custos de gás para o aquecimento de água.

Ciente disso, a Divisão Brasil da Rede Meliá Hotels International tem implantado ao longo dos últimos seis anos, projetos de eficiência energética para garantir a continuidade dos conceitos de sustentabilidade já praticados nos empreendimentos da rede Meliá no Brasil. 

Os projetos consideram a significativa redução dos Consumos e Custos Energéticos com a implantação de sistemas e equipamentos advindos de empresas ambientalmente responsáveis e que possuem, em sua maioria, a Certificação de Sustentabilidade.

Alguns dos projetos já implantados pela rede no Brasil são: 

Bombas de Calor Elétricas, 
Bombas de Calor a Gás com Geração de Água Gelada, 
Up-Grade das Bombas de Calor, 
Sistemas de Aquecimento de Água por Passagem sem termo acumulação, Redutores de Vazão de Água, 
Negociações Tarifárias junto às Concessionárias de Água, 
Gerenciadores de Energia com Controle de Demanda, 
Automação da CAG (central de água gelada), 
Geração em Ponta, 
Negociações tarifárias junto às Concessionárias de Energia, 
Banco de Capacitores, 
Sistema de Iluminação LED, 
Películas Térmicas para Janelas de UH’S e 
Sistemas de última geração p/ Aquecimento de Água para Banho e Piscina. 

Em estudos para implantação imediata e conforme localização regional dos Empreendimentos, 
ainda há os Sistemas para Geração de Energia Eólica, 
Energia Foto Voltaica, 
Reuso e Tratamento de Água de Chuva e de Efluentes, 
bem como Sistemas de Aquecimento Solar.

As reduções das despesas com água, gás e energia elétrica tiveram uma economia em todos os Hotéis da Rede na ordem de R$ 3.849.040,00 em 2012 em comparação ao mesmo período de 2006, período em que foram gradativamente implantados os sistemas.

O programa de sustentabilidade da Meliá no Brasil também conta com grandes parcerias junto a empresas fabricantes e instaladoras de reconhecimento pela alta tecnologia e ambientalmente sustentáveis e com boas negociações junto às Concessionárias, como SABESP, Eletropaulo, CPFL e Ampla.

Sobre a Meliá Hotels International

Fundada em 1956 em Palma de Mallorca (Espanha), a Meliá Hotels International é uma das maiores companhias hoteleiras do mundo, além de líder absoluta do mercado espanhol. Atualmente dispõe de mais de 350 hotéis e 87.000 apartamentos distribuídos em 35 países de 4 continentes, comercializados sob as marcas: Gran MeliáMeliá,MEInnsideTryp by Wyndham, Sol e Paradisus. O Club Meliá, único clube de férias entre as hoteleiras espanholas, complementa a oferta de produtos e serviços da Companhia.

Sobre a Meliá Hotels International no Brasil

A Meliá Hotels International está no Brasil desde 1992 e mantém escritório corporativo em São Paulo. Atualmente administra diversos empreendimentos localizados nas cidades de São Paulo, Angra dos Reis, Brasília e Campinas sob as marcas Meliá Hotels & Resorts e TRYP by Wyndham. A Meliá Hotels International Brasil vem atuando principalmente no segmento de hotéis “business” e também administra o Meliá Angra Marina & Convention, no segmento “resort”. A companhia tem ainda em seus planos a abertura de novos empreendimentos de lazer no Nordeste, além de novos projetos em outras capitais brasileiras.

Para mais informações: www.melia.com

Omnipress Comunicação Empresarial –  (11) 3976-0225 / 99781-2402 elianazani@omnipress.com.br – Contatos com Eliana Zani.

BIOPLANET, selo de sustentabilidade da Copa de 2014 terá lançamento no Rio de Janeiro




Nessa segunda-feira (25/02) na Cidade do Rio de Janeiro haverá o lançamento nacional da iniciativa de sustentabilidade e promoção do Brasil para a Copa do Mundo Fifa de 2014 BIOPLANET. 

O Projeto consiste na constituição de Arranjos Produtivos Locais (APL) para a produção e uso de 25 milhões de litros de BIODIESEL exclusivamente a partir de óleos e gorduras residuais através da inclusão produtiva de 10 mil catadores de materiais recicláveis, a mobilização de 03 (três) milhões de estudantes em 40 Arranjos Produtivos Locais (APL) nas cidades sedes e centros de treinamento da Copa do Mundo FIFA de 2014 no Brasil. 

O Projeto foi homologado pelo GECOPA em julho de 2012 na Chamada Pública para Seleção e Chancela de projetos de promoção do Brasil pela realização da Copa do Mundo Fifa 2014. 



O projeto Bioplanet prevê a produção de 25 milhões de litros de biodiesel até a Copa do Mundo de 2014 e poderá ser o combustível oficial do evento. O lançamento nacional do BIOPLANET acontecerá na segunda-feira (25/02), às 10h, no Polo Industrial de Sustentabilidade do Rio de Janeiro com a inauguração do arranjo produtivo local. 

Contará com a presença de autoridades como Luís Fernandes, Secretario Executivo do Ministério do Esporte e coordenador da Copa, Ministro da Pesca, Marcelo Crivella, Ministro do Trabalho, Brizola Neto, entre outros.

O Bioplanet integra o Plano de promoção do Brasil para a Copa do Mundo FIFA de 2014 e incide na constituição de 40 Arranjos Produtivos Locais (APL) nas cidades sedes e centros de treinamento da Copa para a produção, promoção e uso de biodiesel a partir de óleos e gorduras residuais (OGR) – óleo de cozinha usado. 

"O Bioplanet vai mobilizar 03 milhões de estudantes nacionalmente, prevê a inclusão produtiva de 10 mil catadores de materiais recicláveis e é uma marca de sustentabilidade para Copa do Mundo", explica Vinícius Puhl, um dos coordenadores do projeto. 



Márcia Werle, presidente do Conselho da Biotechnos, organização proponente do Bioplanet destaca o legado ao país com a execução do Projeto. "O Bioplanet é um conceito de sustentabilidade, economicamente viável, ambientalmente correto e socialmente justo. 

Um dos principais elementos de seu desenvolvimento é a educação ambiental e a capacidade de mobilizar o Brasil, sob a plataforma da Copa do Mundo, deixando o legado ambiental”, contou a idealizadora do projeto. 

A idealizadora recorda de ter acompanhado a visita de uma menina de 12 anos, que não sabia o que era sustentabilidade, e a curiosidade da garota mostrou a importância da disseminação desse conhecimento. “A partir disso tivemos a noção clara sobre o assunto e então nasceu o BIOPLANET. O conceito de sustentabilidade para essa cadeia dentro do conceito de reciclagem de óleos e gorduras e como implementar isso numa região”, concluiu.

BIOPLANET é uma marca que está registrada hoje e é um conceito de sustentabilidade. A proposta do projeto é usar a plataforma da Copa para replicar a notícia e divulgar esse conceito. Uma das idéias e principais objetivos é que em 2014 este biocombustível seja usado nos carros que transportarão as delegações durante a Copa. 

Este projeto está chancelado e integra a programação oficial do Governo Federal de promoção do Brasil para a Copa de 2014 - com edital público. São 96 projetos selecionados, desses, o Bioplanet é o único do gênero. O Rio de Janeiro será a primeira cidade sede a executar o Projeto e até abril de 2013 haverá o lançamento nas demais cidades sedes da Copa das Confederações.


Para Edson Freitas, Presidente da Abrepet – Associação Brasileira da Cadeia de Sustentabilidade Ambiental do Pet, uma das organizações parceiras na reciclagem das garrafas PET do projeto, a educação ambiental é fundamental.

“Eu era um catador, comecei a trabalhar com reciclagem há 15 anos e, a Eccovida - organização não governamental parceira na execução do Bioplanet no Rio de Janeiro - veio me ajudar no trabalho de conscientização ambiental e tudo cresceu. Hoje, retiramos cerca de 50 milhões de PET das comunidades. Eu adotei a Eccovida e quero integrar ainda mais esse trabalho”, assume Edson Freitas.

“Se você fizer a seguinte relação: 1 litro de óleo contamina até 25 mil litros de água e se você recolhe mil litros, olha o beneficio ambiental que se gera só na questão da preservação da água. Agora na questão do Biodiesel, se você misturar 20% do biodiesel ao óleo diesel do veículo, você terá uma redução de 60% na emissão dos gases poluentes. Em termos de ganho ambiental, esse projeto tem números grandiosos”, revela Edson. 

Pontos de coleta – Existem os eccopontos. Neles são recolhidos materiais recicláveis, entre os quais os óleos e gorduras residuais. As comunidades ou cooperativas poderão vender a idéia e ter um ganho. 

No Rio de Janeiro o projeto prevê a mobilização de 350 mil estudantes e muitas escolas já têm pontos de coleta. Hoje se somam dezenas de eccopontos e o beneficio vai para própria escola - calculando uma pontuação. Começou a funcionar há duas semanas. 

No Rio são 4 lugares: Rocha Miranda, Complexo do Alemão, Juramento e Iauma. Municípios: Maringá, Saquarema, Araruama, Iguaba, Macaé e São Gonçalo. 

Estudo - Um estudo da Casa Civil identificou que no Brasil são descartados indevidamente 1 bilhão 490 milhões de litros óleo de cozinha usado que vão para o ralo da pia por 50 milhões de residências e pequenos estabelecimentos do ramo da alimentação.



Uma iniciativa desenvolvida: 
pela Biotechnos Projeto Autossustentáveis, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) através do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), pelo Centro Nacional de Tecnologias Limpas (CNTL), Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, entre outras organizações, estando integrada aos esforços do Brasil na realização da Copa do Mundo de Futebol de 2014.

Serviço:


Data: Segunda-feira (25/02)
Local: Polo Industrial de Sustentabilidade, Estrada João Paulo, 1005 Honório Gurgel - Zona Norte- RJ 
(Referência: Avenida Brasil saída 22)
Horário: 10h 

Mais informações: (21) 8032-5502

Assessoria de Imprensa: 
Dayanne Fogaça: (21) 8133-0100

Governos de países em desenvolvimento terão recursos para desenvolver economia verde

por Carolina Gonçalves, da Agência Brasil



Brasília – Nos próximos dois anos, os governos de sete países em desenvolvimento vão receber orientações e recursos para desenvolver estratégias de economia verde em seus territórios. 

A parceria firmada por quatro agências das Nações Unidas em Nairobi, no Quênia, foi anunciada durante a sessão universal do Conselho Administrativo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) que está ocorrendo no Continente Africano desde o último dia 18. 

Pela primeira vez, as quatro principais agências internacionais das Nações Unidas ligadas ao meio ambiente, ao trabalho, ao desenvolvimento industrial e à pesquisa vão trabalhar juntas para garantir a implementação de políticas sustentáveis como as de tecnologias limpas e de erradicação da pobreza. Os países ainda não foram selecionados, mas a expectativa é que sejam definidos nos próximos meses e sirvam como projeto experimental.

A partir dessa experiência, os representantes do Pnuma, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido) e do Instituto das Nações Unidas para Formação e Pesquisa (Unitar) vão ampliar o apoio para mais 23 países. A implementação das estratégias deve ocorrer até 2020 nas 30 economias.

A proposta é que a Parceria para Ação pela Economia Verde (Page, na sigla em inglês) estimule os investimentos em ativos econômicos verdes, incluindo tecnologias limpas, o uso eficiente de recursos, a conservação de ecossistemas, a formação de mão de obra qualificada para empregos verdes e a boa governança nesses territórios. A expectativa é que com a medida sejam criados novos empregos e áreas de atuação dentro de uma nova configuração de desenvolvimento.

Pelos dados apresentados pela OIT, metade da força de trabalho global – cerca de 1,5 bilhão de pessoas – pode ser favorecida em uma transição para a economia verde. Países como Barbados, o México, Nepal e a África do Sul foram citados pelos representantes da organização por terem estruturado iniciativas verdes em seus territórios. 

Os governos da Alemanha, do Quênia e da Coreia do Sul conseguiram, segundo a OIT, fazer “mudanças radicais” em suas políticas energéticas, favorecendo fontes renováveis.

Os representantes da Unido destacaram ainda, durante a reunião, que o desenvolvimento de indústrias limpas e o apoio para que esses negócios se tornem mais eficientes é um dos focos da medida conjunta.

A proposta está entre os pontos acordados no documento final da Rio+20 – O Futuro Que Queremos. Assinado por líderes de mais de 190 países em junho do ano passado, no Rio de Janeiro, o texto destaca a economia verde como um dos motores do desenvolvimento sustentável, da erradicação da pobreza e uma responsabilidade da comunidade internacional.

* Edição: Graça Adjuto.

** Publicado originalmente no site Agência Brasil.(Agência Brasil)

Andrade Gutierrez busca Leed nos quatro estádios que atua para Copa de 2014


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Projeto original do Estádio Nacional de Brasília. Arena terá energia solar
Imagem: Divulgação


Ao construir um terço dos estádios brasileiros que vão sediar a Copa do Mundo da Fifa 2014, a construtora mineira Andrade Gutierrez também almeja, em meio ao trabalho nesses quatro empreendimentos, conquistar a certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), selo sustentável de maior reconhecimento internacional e o mais utilizado em todo o mundo.

A construtora atua na construção da Arena da Amazônia e do Estádio Nacional de Brasília, e nas reformas do estádio do Beira-Rio, em Porto Alegre, e do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Energia solar fotovoltaica 

O projeto do Estádio Nacional de Brasília tem como destaque o aproveitamento de luz solar para a geração de energia, que supre as necessidades e vai gerar excedente, tornando a arena um dos primeiros estádios solares do mundo.


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Construtora cogita conquistar o Leed Platinum na obra da arena de Brasília
Foto: Divulgação


Além da eficiência energética, a obra atende a uma série de requisitos de uso racional da água, materiais e recursos, qualidade ambiental interna, espaço sustentável, inovações e tecnologias que podem render o inédito selo internacional Leed Platinum, o nível mais alto do sistema de certificação.

Água da chuva

Para as obras do palco da final da Copa do Mundo, o Maracanã, foi montada uma equipe Leed com profissionais especializados e responsáveis por diferentes aspectos, como controle de erosão, reaproveitamento dos recursos e reciclagem dos materiais, minimizando o impacto ambiental.



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Nova cobertura do Maracanã, palco da final da Copa, permitirá a captação da água da chuva para reúso
Imagem: Divulgação



A nova cobertura permitirá a captação da água da chuva para reúso e reduzirá a exposição excessiva dos espectadores ao sol e à chuva. Todo o material resultante da demolição das arquibancadas e rampas de acesso do estádio foi triturado e transformado em matéria-prima para utilização em reaterros e concreto magro.

Redução de água

Com a reforma, o estádio do Beira-Rio, na capital gaúcha, vai ganhar um teto que absorve menos calor, é autolimpante e retira os resíduos utilizando o mínimo de água possível.



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Gigante da Beira-Rio, em Porto Alegre, contará com lâmpadas LED nas luminárias
Imagem: Divulgação



O recurso natural também terá seu consumo reduzido nos sanitários masculinos. Está previsto um maior aproveitamento da energia, por meio da implantação de lâmpadas de LED nas luminárias.

Ventilação e iluminação naturais

Desde a etapa da demolição do antigo estádio Vivaldo Lima (Vivaldão), a obra da Arena da Amazônia adota uma série de medidas sustentáveis. Assentos, gramado, e inclusive a cobertura metálica foram reutilizados em unidades esportivas de 20 municípios do estado do Amazonas.

Na etapa da construção propriamente dita, é privilegiada a compra de materiais ecologicamente corretos e o controle rigoroso de resíduos. Como Manaus é uma cidade muito quente, a ventilação e a iluminação naturais serão favorecidas pelo design da estrutura metálica da cobertura, que cria uma área de isolamento térmico.



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Arena da Amazônia quer o Leed, mas já conquistou outras certificações ligadas à sustentabilidade
Imagem: Divulgação

A Arena da Amazônia foi o primeiro estádio das doze cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 a obter as certificações nas normas ISO 9001 (Qualidade), ISO 14001 (Meio Ambiente) e OHSAS 18001. O ‘veredito’ foi concedido pelo Bureau Veritas Quality Internacional – BVQI (órgão internacional líder mundial em certificações credenciado pelo Inmetro), após auditoria no canteiro de obras, em agosto de 2010.


Entenda a certificação Leed no nosso EcoD Básico

Alguns locais com certificação Leed no mundo:

• O pavilhão do hospital Albert Einstein, inaugurado em 2010, em São Paulo, possui o Leed categoria Gold;
• O 901 New York Avenue Office Building, localizado em Washington D.C, possui o Leed categoria Gold;
• O escritório do Google, em Israel, possui a certificação Leed categoria Platinum.


Assista ao vídeo da construtora sobre o Leed:




Fonte: www.ecodesenvolvimento.org

Gestão Ambiental/UFGD apresenta projetos para cidades sustentáveis


Na manhã de quarta-feira, dia 20 de fevereiro, docentes e estudantes do curso de Gestão Ambiental realizaram um seminário apresentando oito projetos que estão sendo desenvolvidos na disciplina de Projetos Integrados.

Através desta disciplina, os estudantes identificam, analisam e propõem soluções para problemas ambientais em municípios do Sul de Mato Grosso do Sul. Alguns desses projetos podem ser aplicados no município de Dourados, como por exemplo, as pesquisas sobre os corredores de biodiversidade.
Nas cidades e áreas utilizadas para exploração agropecuária há áreas que, por lei, devem ser destinadas à preservação ambiental. Porém, muitas vezes, essas áreas são insuficientes para algumas espécies animais. 
O risco que se corre é que, no trânsito entre uma área de preservação e outra, os animais sejam mortos por acidente ou por caçadores.
Uma solução apontada pelos estudantes e professores do curso de Gestão Ambiental são os corredores de biodiversidades, que são faixas de vegetação ligando essas áreas de mata preservada. 
Nessas faixas, os animais têm livre trânsito e isso é muito importante para que esses animais se reproduzam e mantenham uma troca genética. Os corredores são uma estratégia para conservar a biodiversidade mesmo em áreas já ocupadas pela população.
Durante o seminário foi apresentada uma proposta inicial de criação de corredores na área urbana de Dourados. De acordo com o levantamento apresentado, a administração pública poderia propor corredores de biodiversidade com a desocupação de pouquíssimas áreas, mas com um impacto ambiental muito grande.
Outros projetos
Ainda no tema das cidades sustentáveis, o seminário apresentou a urgência de se pensar em um crescimento capilarizado nas cidades, privilegiando a criação dos aparelhos públicos, o comércio e a criação de empregos nos bairros. Dessa forma, o centro da cidade têm menor fluxo de automóveis e pessoas, o que possibilita melhor tráfego e ainda a execução de projetos de maior arborização nessa área.
Outro projeto desenvolvido através da disciplina de Projetos Integrados é sobre a gestão de recursos hídricos na região Sul de MS, o que levou os alunos a uma participação efetiva em projetos e ações de preservação de fontes e rios das bacias de Ivinhema (na região de Dourados) e na bacia do Apa (na região de fronteira próximo a Ponta Porã). 
Os estudantes envolvidos nesses projetos também participam de atividades de sensibilização e informação para comunidades ribeirinhas, assim como de atividades de caráter político e que tenham  impacto na gestão dos rios da região. 
Na disciplina de Projetos Integrados também estão sendo desenvolvidas pesquisas sobre agroecologia, unidades de conservação, expansão da cultura da cana-de-açúcar, relações inter-fronteiriças e Questões Urbanas. 
Todos os projetos envolvem a área de Educação Ambiental, que é mais uma área de atuação para os profissionais de Gestão Ambiental.

Países em desenvolvimento terão recursos para economia verde

A parceria foi firmada por quatro agências da ONU; os países beneficiados ainda não foram definidos
Carolina Gonçalves, da
Prédios e casas verdes
Prédios e casas verdes: pelos dados apresentados pela OIT, metade da força de trabalho global pode ser favorecida em uma transição para a economia verde
Brasília - Nos próximos dois anos, os governos de sete países em desenvolvimento vão receber orientações e recursos para desenvolver estratégias de economia verde em seus territórios.
A parceria firmada por quatro agências das Nações Unidas em Nairobi, no Quênia, foi anunciada durante a sessão universal do Conselho Administrativo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) que está ocorrendo no Continente Africano desde o último dia 18.
Pela primeira vez, as quatro principais agências internacionais das Nações Unidas ligadas ao meio ambiente, ao trabalho, ao desenvolvimento industrial e à pesquisa vão trabalhar juntas para garantir a implementação de políticas sustentáveis como as de tecnologias limpas e de erradicação da pobreza.
Os países ainda não foram selecionados, mas a expectativa é que sejam definidos nos próximos meses e sirvam como projeto experimental.
A partir dessa experiência, os representantes do Pnuma, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido) e do Instituto das Nações Unidas para Formação e Pesquisa (Unitar) vão ampliar o apoio para mais 23 países. A implementação das estratégias deve ocorrer até 2020 nas 30 economias.
A proposta é que a Parceria para Ação pela Economia Verde (Page, na sigla em inglês) estimule os investimentos em ativos econômicos verdes, incluindo tecnologias limpas, o uso eficiente de recursos, a conservação de ecossistemas, a formação de mão de obra qualificada para empregos verdes e a boa governança nesses territórios.
A expectativa é que com a medida sejam criados novos empregos e áreas de atuação dentro de uma nova configuração de desenvolvimento.
Pelos dados apresentados pela OIT, metade da força de trabalho global – cerca de 1,5 bilhão de pessoas – pode ser favorecida em uma transição para a economia verde. Países como Barbados, o México, Nepal e a África do Sul foram citados pelos representantes da organização por terem estruturado iniciativas verdes em seus territórios.
Os governos da Alemanha, do Quênia e da Coreia do Sul conseguiram, segundo a OIT, fazer "mudanças radicais" em suas políticas energéticas, favorecendo fontes renováveis.
Os representantes da Unido destacaram ainda, durante a reunião, que o desenvolvimento de indústrias limpas e o apoio para que esses negócios se tornem mais eficientes é um dos focos da medida conjunta.
A proposta está entre os pontos acordados no documento final da Rio+20 - O Futuro Que Queremos. Assinado por líderes de mais de 190 países em junho do ano passado, no Rio de Janeiro, o texto destaca a economia verde como um dos motores do desenvolvimento sustentável, da erradicação da pobreza e uma responsabilidade da comunidade internacional.

Antes dos 13, empreendedores já lucram com sustentabilidade

Conheça a história de dois jovens que fundaram as suas empresas e já doam parte de seu faturamento a instituições de caridade
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Papel com várias idéias rascunhadas

São Paulo – Empreendedorismo e filantropia são assuntos que podem ser introduzidos desde cedo na rotina de uma criança. Há várias histórias de crianças que são empreendedoras, mas o que desperta a atenção são jovens que lucram e doam parte do faturamento para fazer caridade.
Maya Shea Peen, de apenas 12 anos, é fundadora e CEO da Maya’s Ideas. Fundada em 2008 nos Estados Unidos, a pequena empresa comercializa acessórios de moda e roupas eco-friendly. Algodão orgânico e materiais vintage recicláveis são as matérias-primas que ela utiliza para produzir chapéus, roupas e joias para vender.
Além de empreender, Maya se autodenomina uma filantropa, designer, artista, animadora e ilustradora e escritora. De acordo com a página oficial de sua loja, de 10% a 20% de seu lucro é destinado para instituições de caridades como o Atlanta Community Food Bank. Segundo a revista Entrepreneur, é estimado que a startup de Maya fature 55 mil dólares este ano.
A empreendedora mirim tem uma organização sem fins lucrativos chamada Maya’s ideas 4 the Planet que tem como objetivo ajudar a comunidade, difundir a conscientização ambiental e incentivar meninas a seguirem seus sonhos em áreas não tradicionais. Os pais são a razão para que ela se interessasse por causas ambientais e ajudar o próximo.
Assim como Maya, Vanis Buckholz teve apoio dos pais quando decidiu empreender. Aos 10 anos, ele é CEO da My ReCycler, uma empresa que recicla materiais como garrafas de vidro, latas, plásticos, entre outros, sediada na cidade Corona del Mar, na Califórnia, Estados Unidos. Tudo começou quando, aos 7 anos, o menino aprendeu sobre reciclagem na escola durante a comemoração do Dia da Terra.
Há três anos, ele começou a coletar produtos recicláveis de vizinhos e amigos, mas ficou surpreso com o volume de materiais que são jogados fora inadequadamente. De acordo com a rede de televisão e rádio canadense CBC, 25% do lucro da empresa é doado para o Project Hope Alliance, uma ONG que ajuda crianças de rua e suas famílias em Orange County, na Califórnia.
Abaixo, veja a palestra de Maya no TEDx Youth:
Fonte: Exame.Abril