Manifesto político da Rede Sustentabilidade é lançado em Brasília


Fernanda B. Müller, do Instituto CarbonoBrasil

Neste sábado (16) os participantes da Rede Pró-Partido, que reúne jovens, ambientalistas, trabalhadores, empresários e lideranças políticas e sociais, como a ex-senadora Marina Silva, se encontraram em Brasília para deliberar sobre a criação de “um novo instrumento político na luta pela sustentabilidade e pela ampliação e aprofundamento da democracia no Brasil”.

O encontro discutiu a fundação de um partido político chamado ‘Rede Sustentabilidade’, ou simplesmente #rede, que tenha como premissa a democracia, e que seja aberto à ampla diversidade de expressões da cidadania na sociedade brasileira.

“Nem direita, nem esquerda, estamos à frente”, disse Marina Silva, que esteve ao vivo no programa de entrevistas Roda Viva da TV Cultura, às 22h desta segunda-feira.

A proposta apresentada defende mudanças no modelo econômico para a construção de um projeto de desenvolvimento socialmente includente e ambientalmente sustentável; uma reforma do sistema político (incluindo a possibilidade de candidaturas independentes); a educação pública e universal de qualidade em todos os níveis; o respeito aos direitos humanos, garantia do equilíbrio de gênero e repúdio a todas as formas de discriminação; entre outros (Leia o manifesto da #rede).

O estatuto do novo partido prevê também um prazo de validade para o mandato dos parlamentares que escolherem embarcar na legenda.

“Estamos numa nova visão de mundo, de sujeito político que não é mais expectador da política, esse sujeito é protagonista”, comentou Marina, segundo o jornal O Povo.

A ex-senadora Heloísa Helena, que deve deixar o PSOL para entrar na #rede, esteve presente no evento e comentou nas redes sociais que ajudará Marina “com toda persistência necessária nesta duríssima tarefa de construção do novo Partido, pois evitará o oportunismo eleitoral e desprezível de fazer “entrismo” em partidos já constituídos”.

Os coordenadores da Comissão Nacional Rede Pró-Partido são: André Lima, Bazileu Alves Margarido Neto, Gisela Moreau, Maria Alice Setubal, Marcela Moraes, Pedro Ivo Batista.

A #rede precisa obter 500 mil assinaturas em fichas de apoio para obter seu registro como partido político.

(Instituto CarbonoBrasil)

Número de empresas que revelam sua pegada florestal cresce 15%


Jéssica Lipinski, do Instituto CarbonoBrasil
O quarto relatório anual do Forest Footprint Disclosure Project (FFD), publicado nesta terça-feira (29), mostrou que o número de companhias que divulgaram sua pegada florestal no último ano chegou a 100, um aumento de quase 15% em relação ao ano anterior, quando 87 firmas revelaram seu impacto ambiental.

O apoio a investimentos do FFD voltou a crescer no último ano e o projeto é atualmente patrocinado por mais de 180 investidores, que juntos administram mais de US$ 12,8 trilhões.

Algumas empresas, que já haviam participado do relatório do ano anterior, mostraram melhoras significativas em sua pegada florestal, como a Boots UK, a Next, o Grupo Kingspan PLC e o Grupo Whitbread PLC. Outras, como a New Britain Palm Oil Ltd., a British Sky Broadcasting, o Grupo Marfrig e a Prime Asia Leather Corporation apareceram pela primeira vez no FFD.

O documento celebrou o aumento no número de companhias que divulgaram seu impacto ambiental e as que se reportaram pela primeira vez, como a Colgate-Palmolive Co., o Grupo Danone, a Gucci e a HJ Heinz Company.

No entanto, o FFD chamou a atenção para o fato de que a diferença de pontuação entre as empresas líderes e as demais de cada setor aumentou cerca de 16%, o que indica que ainda há muito para ser feito na tentativa de reduzir a pegada florestal.

A classificação das companhias é feita a partir das cinco commodities consideradas mais impactantes às florestas: soja, óleo de palma, madeira, produtos pecuários e biocombustíveis. Com base nisso, as empresas são classificadas em 12 categorias.

Os 12 líderes das categorias foram: New Britain Palm Oil Ltd (Produtos agrícolas), Sainsbury’s Supermarkets Ltd (Alimentos), Marks and Spencer Plc (Varejo geral), Dalhoff Larsen & Horneman (Indústria, Construção e Automóveis), British Sky Broadcasting (Mídia), Greenergy International Ltd. (Petróleo e Gás), Grupo Marfrig e Unilever (Alimentos Embalados e Carne), Mondi PLC (Papel e Produtos Florestais), L´Óreal (Produtos Pessoais e Produtos para Casa), PrimeAsia Leather Corporation (Têxteis, Vestuários e Artigos de Luxo), British Airways (Viagem e Lazer) e Grupo Drax (Empresas de Utilidade Pública).

Entre as ações que tornaram tais empresas as líderes de seus setores estão: tornar a cadeia de suprimentos mais transparente e eficiente, buscar certificações de padrões de qualidade, reutilizar os materiais ou matérias-primas, melhorar os sistemas de colaboração corporativa etc.

O relatório aponta que alguns setores são naturalmente mais ‘ecológicos’ do que outros. Dois setores em particular, o de Indústria, Construção & Automóveis e o de Empresas de Utilidade Pública tiveram variações significativas e foram criticados pelo fato de que a responsabilidade social corporativa nos contratos não estava dentro das normas.

“Embora estejamos animados com o aumento significativo no número de divulgadores nesse quarto ciclo anual FFD e com a contribuição de novas entidades globais, não é apenas divulgar – estamos pedindo que as companhias deem um passo de mudança em seu comportamento para garantir que políticas responsáveis sejam integradas nas cadeias de suprimentos. Isso faz sentido para os negócios e é o que a comunidade investidora espera”, comentou James Hulse, diretor do FFD.

“Reduzir o desmatamento desenfreado, o principal objetivo do Forest Footprint Disclosure Project (FFD), não é só pelo carbono. É um imperativo global na transição para um uso mais responsável e sustentável do capital natural. Essa criação de riqueza está na base da economia mundial e na segurança da água, energia, alimentação e saúde para milhões de pessoas”, concluiu Andrew Mitchell, presidente do FFD.

(Instituto CarbonoBrasil)

10 lições de Steve Jobs para ajudar na sua carreira


Um artigo publicado na Forbes listou as maiores lições que os profissionais podem aprender com o fundador da Apple
SÃO PAULO - Um artigo publicado na Forbes lista as maiores lições que o fundador da Apple, Steve Jobs, pode ensinar sobre carreira, negócios e vida pessoal. Você sabe quais são elas? Confira abaixo:
1. Ame o que faz
Jobs era cercado de coisas que ele amava: sua empresa, seus produtos e até as pessoas com que trabalhava. Claro que ele se tornou um bilionário ao longo do tempo (e como não amar isso?), porém, a questão é ter insistido em uma paixão.
“Nós todos temos maus empregos, seja por um ponto ou outro. Mas a grande questão que você tem que se perguntar é: estou no trabalho certo? Eu encontrei o que quero fazer para o resto de minha vida? É esse o grupo de pessoas com quem quero trabalhar?”, questionou o autor da publicação, Eric Jackson. “Se predominarem as respostas negativas, tenha coragem de fazer uma mudança o mais rápido. A vida não dura para sempre, como nós mesmo vimos com Jobs. Comece a construir seu caminho agora”.
A Forbes levantou as maiores lições que o fundador da Apple poderia lhe dar (Sivaram V/Reuters)
A Forbes levantou as maiores lições que o fundador da Apple poderia lhe dar (Sivaram V/Reuters)
2. Não tolere palhaços ao seu redor
Durante sua vida, Steve tinha um senso detector de palhaços. Ele não deixava pessoas desse tipo se proliferarem em suas empresas. Por quê? Steve acreditava que pessoas que faziam piadas sobre tudo, não levavam nada a sério e até passavam do limite não conseguiam tomar decisões que não fossem “de palhaços”. “Palhaços contratam palhaços. Não deixe que eles se enraízam em torno de você”.
3. Você não pode fazer tudo sozinho
Entre a primeira e segunda vez que Jobs comandou a Apple, ele se tornou um chefe muito melhor. Ele aprendeu que não dá para carregar tudo nas costas, inclusive em sua carreira. Você precisa de pessoas talentosas, inspiradoras e que você goste delas. O mais importante: elas devem ter a oportunidade de ter sucesso por conta própria, não ser apenas seu fantoche.
“Você deve aprender a ser um grande líder e gestor de pessoas, se quiser ver suas ideias e trabalho tendo impacto sobre o mundo”, resume Jackson.
4. Se você quiser vender algo, se coloque no lugar do comprador
A Apple era especial para Steve, e não porque ela proporcionava muito dinheiro, mas porque ela era do jeito que ele amava. Seus produtos sempre foram os melhores que ele poderia imaginar, e não é à toa que muitas pessoas pensem igual. Isso não vem apenas do marketing da empresa, mas porque o consumidor se identifica e gosta do produto. Como Jobs, acredite no seu produto ou serviço, tente se apaixonar eles. Se você não conseguir, reveja se eles são bons para seu público.
5. Seja o melhor de sua área, mas não seja tão inacessível
“Uma das coisas que aprendi com Steve foi que ele produzia tecnologias tão surpreendentes, que até seu custo valia a pena. Os produtos da Apple são caros para muitas pessoas, mas quem compra, adora", disse a publicação. Um iPhone, por exemplo, é utilizada tanto pela classe média, quanto para a classe alta. O diferencial da Apple não é exclusividade, mas sim a experiência do consumidor.
6. Se você não vence a competição no jogo, mude as regras
Quem iria trocar o mp3 e músicas grátis por um iPod que obrigava seus usuários a pagarem pelo que ouve? Os smartphones tinham teclados físicos, como do BlackBerry, Palm Treo e até o Android, do Google. Mas, a Apple lançou algo totalmente diferente com a tecnologia touch. Jobs revolucionou mercados que ninguém acreditava que poderia liderar, passando por gigantes como Samsung, Dell e Google.
A maior lição disso é que não há jogo que você não possa vencer, basta pensar diferente e mudar as regras do tabuleiro.
7. Não brinque com sua saúde
Além das lições de liderança, criatividade e de negócios, é impossível não falar sobre as lições que Jobs poderia lhe ensinar sobre a saúde. “É ótimo celebrar o que Jobs fez em sua vida e aprender com ele, mas o fato é que ele não está mais aqui. E ele provavelmente ainda estaria se tivesse tratado agressivamente seu câncer, como seus médicos sugeriram quando descobriram a doença. Em vez disso, Steve utilizou um monte de terapias naturopáticas que não eram eficazes”.
Quando ele finalmente seguiu os conselhos médicos, muito tempo já tinha se passado para salvá-lo. Cuidar da mente é importante, mas ter saúde para seguir em frente é essencial.
8. Não se acomode com o sucesso
A Apple demorou 10 anos para liderar as vendas de celular. E, uma vez que chegou ao topo, muitos achavam que Jobs e os executivos da Apple poderiam descansar e aproveitar sua fortuna e sucesso profissional. A Apple não fez nada disso. Pelo contrário, continuou trabalhando duro visando conquistar outros mercados.
9. Não tenha apenas um embrulho, mas também uma apresentação
Steve Jobs foi quase mítico quando o assunto era a apresentação de um produto. Críticos da Apple não gostavam disso, pois alegavam que Jobs lançava uma espécie de feitiço sobre as pessoas. Mas, em vez de apenas criticar, por que não aprender com ele? Uma boa apresentação causa ótimas impressões. Invista nisso em sua empresa ou carreira.
10. Você faz um trabalho que se orgulharia em mostrar a seus amigos e familiares?
Lembra da primeira lição de Jobs? Além da paixão, você também precisa ter orgulho do que faz. Uma das máximas da Apple é testar seus funcionários sobre seu trabalho: você se orgulha do que está fazendo? Falaria bem dele para seus colegas e familiares?
Essa é uma ótima maneira de motivar seus subordinados, pois seu foco muda da empresa para o trabalho do funcionário. Será que o problema não pode vir de você? Isso serve tanto para a vida pessoal quanto profissional. Afinal, ao chegar em casa, você se orgulha do que fez ao longo do dia?

José Goldemberg ganha prêmio internacional

Frances Jones, da Agência FAPESP












O físico José Goldemberg, que já foi ministro da Educação, secretário do Meio Ambiente da Presidência da República e reitor da Universidade de São Paulo (USP), obteve em janeiro mais um reconhecimento internacional. 

Ele foi o vencedor do Prêmio Zayed de Energia do Futuro (Zayed Future Energy Prize) na categoria Life achievement, concedido a profissionais de destaque na área de energia renovável.

Das mãos do xeique Mohammed bin Zayed Al Nahyan, príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Goldemberg recebeu o prêmio no valor de US$ 500 mil em uma cerimônia na capital dos Emirados Árabes Unidos (EAU).

“Fiquei admirado por ter recebido o prêmio, porque não só é um reconhecimento do trabalho científico que tenho feito, mas também de que a bioenergia é um ingrediente importante para um futuro sustentável”, disse Goldemberg à Agência FAPESP.

Este é o quinto ano em que o prêmio é concedido pela fundação criada pelo filho e sucessor do xeique Zayed bin Sultan Al Nahyan, fundador dos EAU, falecido em 2004.

Nos outros anos, segundo Goldemberg, o prêmio laureava em geral trabalhos em energia fotovoltaica e eólica e sobre conservação de energia.

“É a primeira vez que eles premiam alguém cujo trabalho principal não foi nessa área, mas em bioenergia, o que chama atenção, porque se trata de um prêmio concedido no Oriente Médio”, disse. Os Emirados Árabes têm uma das dez maiores reservas de petróleo no mundo.

O júri deste ano foi composto por personalidades como o presidente da Islândia, Ólafur Ragnar Grímsson, a ex-reitora do Massachusetts Institute of Techology (MIT) Susan Hofkfield e o ator e ativista norte-americano Leonardo DiCaprio. Foram avaliados o impacto, a inovação, a visão a longo prazo e a liderança nas áreas de energia renovável e sustentabilidade ao longo da carreira dos indicados.

Além da premiação conquistada por Goldemberg, voltada para indivíduos, o prêmio tem categorias voltadas a pequenas e médias empresas, escolas de ensino médio, organizações não governamentais e grandes empresas, vencida este ano pela Siemens. No total, a Masdar, a Companhia de Energia do Futuro de Abu Dhabi, distribuiu US$ 4 milhões em prêmios.

Masdar também é o nome do bairro de Abu Dhabi inteiramente movido a energia solar, situado a cerca de 10 quilômetros do centro da cidade. “É tudo high tech, alta tecnologia”, contou Goldemberg, que visitou o local. “É caro também. Mas essas coisas no começo são caras e depois o preço vai caindo.”

Sustentabilidade

De acordo com Goldemberg, o prêmio é um estímulo para a procura de um futuro mais sustentável. “Eles querem prestigiar empresas ou pessoas que estejam trabalhando para a sustentabilidade, porque essa é que era a visão do velho xeique [Zayed bin Sultan Al Nahyan].”

Em 2007, a revista Time escolheu Goldemberg como um dos “heróis do meio ambiente”. Em 2008, ele recebeu o Planeta Azul, da Asahi Glass Foundation, do Japão, um dos mais importantes em ecologia, entre outros motivos por sua importante participação na realização da Rio 92.

“Tenho uma carreira longa. Entrei na área de energia já com 40, 50 anos de idade. O que me impressionou é que o conforto que uma parte importante da humanidade tem hoje é baseado no uso de combustíveis fósseis”, afirmou Goldemberg, que iniciou a carreira como físico nuclear. “Toda a civilização que temos – a civilização do século 20 – é baseada em combustíveis fósseis. E essa situação não pode durar.”

“É preciso procurar soluções sustentáveis. E soluções sustentáveis são energias que vêm do Sol, por exemplo”, disse.

Na área de bionergia, no fim dos anos 1970, Goldemberg publicou na revista Science um artigo no qual calculou a quantidade de energia consumida por três plantas – mandioca, sorgo-doce e cana de açúcar – para produzir o etanol, mostrando a eficiência da cana na comparação.

“Ajudei a identificar as características positivas da bioenergia. O pessoal produzia açúcar e etanol há 30 anos, mas não tinha se dado conta de que etanol é no fundo energia solar transformada em um líquido. Meu trabalho publicado na Science mostrou isso: etanol é no fundo energia solar convertida em líquido”, disse.

Mais informações sobre o prêmio: 



(Agência FAPESP)

Novos ângulos para uma antiga paixão: vídeo sobre o Rio faz sucesso na internet

“Tempo do Rio” retrata o astral da cidade que une natureza exuberante à agitação de uma metrópole em ascensão


Mistura de cores e ritmos da Cidade Maravilhosa é capturada no vídeo "Tempo do Rio" (Foto: Divulgação)

Captar o astral de uma cidade em sua fase áurea, que mistura paisagens de tirar o fôlego com a rotina acelerada de uma metrópole em ascensão, é o mote de um vídeo que anda conquistando internautas dentro e fora do Brasil. 

“Tempo do Rio”, que está “em cartaz” desde dezembro na grande rede, testa novos ângulos para uma antiga e extensamente retratada paixão: o Rio de Janeiro.

Pelos olhos de dois fotógrafos, um de São Paulo e outro de Recife, a produção mostra a inesgotável fonte de belas e inovadoras imagens que é a Cidade Maravilhosa. 

Com técnicas de captura de imagem como o slow motion, o time lapse e o hyper lapse, os autores mostram locais históricos, pontos turísticos e a intensa rotina dos moradores da cidade-sede do maior evento esportivo do planeta em 2016.

“Adoramos viver no Rio de Janeiro e saber que nossa produção realmente comunicou nosso amor pela cidade. A beleza que nela existe nos deixa muito feliz”, afirma Gustavo Pellizzon, co-produtor ao lado do sócio Marcos Michael. 

O vídeo já conta com mais de 250 mil visualizações na internet.

Assista!

Fonte: www.rio2016.com

Moda e Meio Ambiente

TV Ser Sustentável com Estilo


Sabe a roupa que você está vestindo agora? Antes de chegar a você, ela passou por vários processos. Mas, o que nem todo mundo sabe, é que alguns deles deixam rastros nada bons para o meio ambiente. 

Mas é possível reduzir os impactos que a produção de tecido e vestuários ocasiona. Nesse episódio da #TVSSE, você vai conhecer um exemplo de uma malharia que se preocupa com o meio ambiente. 

Chiara Gadaleta mostra o dia a dia sustentável da malharia Lunelli. 

A equipe foi para Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, para ver de perto como uma empresa pode cuidar da natureza a sua volta sem nunca perder o estilo.

*O canal Ser Sustentável com Estilo (SSE) reúne os melhores vídeos publicados no site da Chiara Gadaleta, que fala de moda ética, preocupada com o consumo consciente, com o artesanato, comércio justo, reciclagem e todas as questões do desenvolvimento sustentável.
(TV Ser Sustentável com Estilo)

Apoio a pesquisas em química sustentável

Agência FAPESP
A FAPESP e a International Union of Pure and Applied Chemistry (Iupac) lançaram chamada de propostas para apoiar projetos de pesquisa em química sustentável.


A chamada foi lançada juntamente com a National Science Foundation (NSF), dos Estados Unidos, a Fundação Alemã de Pesquisa Científica (DFG), da Alemanha, e a Fundação Nacional de Ciências Naturais da China (NSFC).

O tema da chamada é “Novos enfoques na teoria e síntese moleculares e supramoleculares para a catálise sustentável”. O objetivo é alimentar a cooperação internacional em química sustentável, sendo os pesquisadores elegíveis ao apoio financeiro por parte de suas respectivas agências de fomento à pesquisa.

O programa é desenhado para equipes de três a quatro pesquisadores principais, englobando até três países. Cada equipe pode submeter apenas uma única proposta conjunta de projetos de até três anos.

As propostas deverão: introduzir novas abordagens para o desenvolvimento de novos catalisadores, em que elementos raros sejam substituídos por elementos abundantes e de fácil extração; e endereçar algum problema ambiental significativo.

Grupos de pesquisa interessados em submeter propostas no âmbito da chamada devem enviar formulário de interesse até 1º de fevereiro de 2013.

O financiamento das propostas selecionadas deverá ter início em janeiro de 2014.

Mais informações: www.fapesp.br/7446

(Agência FAPESP)