Redd+: Países doam US$ 180 milhões para fundo de proteção de florestas



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Detentor da floresta amazônica e da maior biodiversidade do mundo, Brasil deve ser um dos países em desenvolvimento beneficiados
Foto: leoffreitas


Três países europeus, Alemanha, Noruega e Finlândia, anunciaram a contribuição de US$ 180 milhões (cerca de R$ 360 milhões) para um fundo intitulado Mecanismo de Parceria para o Carbono Florestal, criado pelo Banco Mundial a fim de compensar nações em desenvolvimento que reduzem emissões de dióxido de carbono (CO2) a partir da preservação de suas florestas.

Com as novas doações, a capitalização do mecanismo alcança a marca de US$ 650 milhões, garantindo o apoio aos esforços dos países em desenvolvimento em diminuir a perda de florestas e emissões dos gases que causam o efeito estufa.

O Banco Mundial destacou que o resultado será grandes incentivos pagos até 2020 aos países em desenvolvimento florestal. O órgão lembrou que as florestas continuam sendo perdidas, apesar dos esforços para levar o mundo a um caminho mais verde e de baixo carbono.

Segundo o Banco Mundial, o mecanismo é formado por dois fundos. 


O Fundo de Preparação, conhecido como Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (Redd+), fornece financiamento aos países para que criem estratégias nacionais de redução de emissões a partir do combate ao desmatamento e degradação de florestas.


Já o Fundo de Carbono irá fornecer pagamentos mediante a verificação de que as emissões foram reduzidas a partir de projetos de larga escala da iniciativa Redd+.

O Banco Mundial destacou que o resultado será grandes incentivos pagos até 2020 aos países em desenvolvimento florestal. 

O órgão lembrou que as florestas continuam sendo perdidas, apesar dos esforços para levar o mundo a um caminho mais verde e de baixo carbono.

Estratégia brasileira
O potencial da Floresta Amazônica como mecanismo de combate às mudanças climáticas será, em 2013, um dos focos do Ministério do Meio Ambiente (MMA). O monitoramento dos biomas brasileiros e a conclusão da estratégia nacional do mecanismo Redd+ surgem como prioridades para este ano. 

A cooperação com outros países e o avanço nas negociações internacionais também aparecem entre as perspectivas do governo federal.

O secretário de mudanças climáticas e qualidade ambiental, Carlos Klink, adiantou que o ministério deve finalizar a estratégia nacional de Redd+ neste ano. 

Segundo ele, a medida apoiará a implantação de projetos voltados para a conservação florestal como forma de reduzir as emissões de gases de efeito estufa. 

“O plano já está bem desenhado e, em breve, será levado adiante”, explicou. Neste ano, devem passar a valer, ainda, os Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação à Mudança do Clima de indústria, da mineração, de saúde e de transporte.

Para serem colocadas em prática, as ações de mitigação dos efeitos das mudanças climáticas terão de dialogar com a realidade de cada área do país. De acordo com Klink, existem, hoje, 18 legislações estaduais que tratam do assunto. “É um tema muito complexo e o maior desafio é definir como articular e harmonizar tudo isso”, observou. “Essa convergência será uma agenda de extrema importância para este ano.”

Você conhece os dez novos caminhos para a sustentabilidade?

Saiba como fazer escolhas mais sustentáveis, praticando o consumo consciente












 
Hoje a humanidade já consome 50% mais recursos naturais renováveis do que o planeta é capaz de regenerar. Além disso, 16% da população mundial é responsável por 78% do consumo total no planeta. 

Em conjunto, consumimos bem mais do que poderíamos e de forma desigual. Se todo o mundo consumisse como os habitantes mais ricos do planeta, seriam necessários quase cinco planetas para suprir esse consumo. Um cenário pra lá de insustentável.

A boa notícia é que se somos parte do problema, também somos parte da solução. Ela pede a participação de organizações multilaterais, governos, corporações, organizações da sociedade civil – mas, essencialmente, de pessoas.

A pergunta que ronda o nosso cotidiano é: no dia a dia como fazer escolhas mais sustentáveis? Daí nasceram as indicações a seguir, que ajudam cada um de nós a consumir valorizando soluções e produtos mais sustentáveis.

Com isso, o Akatu espera ajudar você a guiar as suas escolhas de consumo rumo a um futuro sustentável.

Consumo colaborativo e sustentabilidade

Fabíola Ortiz*


Ainda conhecido por poucos no Brasil, o consumo colaborativo surge no mercado de bens e serviços das grandes cidades como uma forma de atuar com mais consciência em um momento em que o mundo debate formas de se reinventar para enfrentar a severa crise econômica e ambiental. 

A expressão foi cunhada no começo da década passada nos Estados Unidos para identificar uma alternativa que surgia ao modelo de consumo excessivo e desenfreado que caracteriza a sociedade desse país desde a década de 1980.

Trata-se de um mecanismo para compartilhar ou permutar aparelhos eletrônicos, livros, roupas, calçados, instrumentos, móveis e, inclusive, bicicletas e até automóveis, os quais podem ser alugados por um período curto. Esta prática de consumo se soma à atual demanda de ações sustentáveis com a tecnologia. 

Quanto mais avançarem os novos meios, mais fácil será realizar buscas na internet e escolher serviços, afirmam seus defensores. A revista Time definiu, em 2011, o consumo colaborativo como uma das dez ideias capazes de mudar o mundo.

A nova tendência está entrando timidamente no mercado brasileiro. Em 2011 foram criados os primeiros portais na internet de consumo colaborativo, tendo como iniciativas pioneiras o BuscaLá e o DescolaAí. 

“Este modo de consumo é uma forma extremamente consciente e importante para o futuro do planeta, e pode ser trabalhado de diversas maneiras, como troca, aluguel ou venda de qualquer produto”, explicou Leilson Duarte, um dos três sócios do BuscaLá.

Nas plataformas de trocas o interessado procura pelos produtos que necessita e informa o que pode dar em troca. A partir do momento em que uma oferta e uma demanda se identificam e se complementam, o sistema coloca os dois usuários em contato. 

“Permutar um produto que não se usa mais por outro que se precisa é uma forma de deixar de consumir produtos novos, evitando, assim, a produção de outras peças, o que também evita o acúmulo de lixo”, explicou Duarte em entrevista ao Terramérica.

Duarte, que estudou as novas tendências na Europa e nos Estados Unidos antes de desenvolvê-las no Brasil, contou que o objetivo do BuscaLá é promover o acesso a um produto e não a sua posse. 

“O importante não é ter uma câmera fotográfica, mas poder fazer fotos; não se precisa ser dono de uma furadeira, mas ter uma à mão quando necessário”, afirmou.

“O BuscaLá tem como aliadas de grande destaque as redes sociais, principalmente o Facebook e o Twitter, que alcançam um crescimento surpreendente a cada mês”, ressaltou Duarte. Esta plataforma recebe 150 mil visitas mensais e oferece mais de 40 mil produtos, que são oferecidos pelos próprios usuários registrados. 

“Nossa expectativa é que seja o maior site de consumo colaborativo do Brasil. Além de fazer bem ao bolso de todos que o compartilham, é uma forma de preservar os ecossistemas e evitar o gasto desnecessário e desenfreado que vivemos atualmente”, enfatizou.

Por sua vez, o DescolaAí é um site que oferece objetos de aluguel, como livros, discos, vídeos e jogos. Para cada transação são cobrados R$ 2 de cada usuário. Com este portal, “você ganha dinheiro e ainda ajuda o planeta, evitando que os outros produtos sejam fabricados mediante a extração de novos recursos naturais”, anuncia o site, cujo slogan é a sustentabilidade do mercado.

O consumo colaborativo serve de inspiração para jovens empresários em busca de novos modelos de negócios simples e acessíveis, sem exigir elevados investimentos nem grandes conhecimentos administrativos. 

É o caso do empresário Felipe Barroso, de 34 anos, que em seu momento se mudou de Curitiba para São Paulo, a fim de investir em um modelo de negócio criativo que se afastasse das fórmulas convencionais. Desta forma, criou em 2009 a empresa Zazcar, que aplica o sistema de carsharing, expressão inglesa que significa compartilhar automóveis.

“Encontrei-me na internet com este modelo de negócios que implica compartilhar automóveis. O mais interessante é que promove a redução da quantidade de veículos nas ruas”, destacou Barroso à IPS. 

Sua empresa, com sede em São Paulo, decidiu apostar em um sistema simples de aluguel de automóveis 24 horas por dia, sete dias por semana, por um breve período. Após três anos de funcionamento, passou de apenas dez veículos e 74 clientes registrados para 60 carros e quase dois mil clientes.

Na última década, 1,2 milhão de novos automóveis ocuparam as ruas paulistanas, cujos engarrafamentos de vários quilômetros chegam a paralisar a cidade nos horários de pico, segundo o Departamento Estadual de Trânsito.

“Os clientes se registram pelo próprio site, ou por telefone, e obtêm um cartão e podem acertar o horário e o dia que necessitam pelo mínimo de uma hora e o máximo de sete dias. A empresa se encarrega da manutenção e do combustível”, explicou Barroso. 

Em agosto de 2012, um estudo feito pela Zazcar concluiu que, para cada automóvel da empresa, seis eram retirados das ruas. “Cerca de 25% de nossos clientes venderam pelo menos um de seus carros”, contou Barroso.

O sistema de carsharing é a prova de que há espaço e potencial para o crescimento deste modelo de consumo colaborativo. Barroso afirmou que o faturamento anual da empresa aumentou 180%. “Os usuários aderem cada vez mais ao sistema. 

No começo houve uma certa resistência dos consumidores, mas o “boca a boca” motivou muita gente. A receptividade foi unânime”, destacou.

Este sistema favorece muitos motoristas que percorrem até 12 mil quilômetros por ano e são a maioria dos proprietários de automóveis. Segundo Barroso, é possível economizar entre R$ 500 e R$ 800 por ano. 

“Este modelo está começando, e tem potencial para crescer, mas ainda falta evoluir mais no consumo colaborativo a partir dos bens dos próprios usuários. Tende a evoluir a partir das novas tecnologias, que permitem à pessoa se conectar com outras de uma maneira simples. 

Assim, se facilita a busca, as compras e os serviços”, ressaltou. 

Envolverde/Terramérica

* A autora é correspondente da IPS.

Artigo produzido para o Terramérica, projeto de comunicação apoiado pelo Banco Mundial Latin America and Caribbean, realizado pela Inter Press Service (IPS) e distribuído pela Agência Envolverde.

(Envolverde)

ONU quer energia sustentável para todos até 2024

por Thalif Deen, da IPS



Imagem digitalizada de tanques de produção de biocombustível à base de algas que serão instalados no México.

Nações Unidas – Antes do recesso em suas sessões, no final de dezembro, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) destacou o papel fundamental que deve ter a energia na agenda econômica internacional a partir de 2015, e declarou o período entre 2014 e 2024 como Década da Energia Sustentável para Todos.

A declaração, adotada por unanimidade pelos 193 Estados-membros, foi acompanhada de duras críticas: mais de 1,3 bilhão de pessoas em todo o mundo ainda não têm eletricidade, e mais de 2,6 bilhões dependem de biomassa para cozinhar e se aquecer. 

A Assembleia Geral também expressou preocupação pelo fato de que, “mesmo havendo serviço de energia disponível, milhões de pobres não poderem pagá-lo”.

Antes mesmo da adoção da resolução, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, havia alertado: “Não pode haver desenvolvimento sustentável sem energia sustentável”. 

Existe um crescente reconhecimento entre os líderes mundiais de que o acesso à energia é crucial para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), incluindo uma drástica redução da extrema pobreza e da fome até 2015, em relação aos níveis de 1990.

Este será um dos temas centrais da III Cúpula Mundial Sobre a Energia do Futuro, que acontece esta semana em Abu Dhabi, quando se analisará a importância de todas as formas de energia, como bioenergia, geotérmica, hidráulica, oceânica, solar e eólica. 

A cúpula é parte da Semana da Sustentabilidade de Abu Dhabi, que começou ontem e vai o dia 17, que, por sua vez, acontece paralelamente à Cúpula Internacional da Água.

Uchita de Zoysa, do Centro para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, disse à IPS que a energia na época moderna é vital para o bem-estar e a prosperidade, e já não deve ser considerada um luxo. 

“A energia necessariamente deve ser considerada um direito humano”, afirmou, acrescentando que as negociações internacionais sobre mudança climática deveriam incluir um debate sobre o consumo e a produção sustentáveis, bem como sobre o acesso igualitário à energia, ressaltou.

“Nenhuma negociação pode ter êxito se uma parte da humanidade for marginalizada de seu direito ao bem-estar e à prosperidade. Cada comunidade e cada indivíduo devem ter oportunidades iguais de progredir na vida”, afirmou Zoysa, também presidente da organização internacional Global Sustainability Solutions.

Por sua vez, Kaisa Kosonen, conselheira em políticas climáticas do Greenpeace Internacional, disse à IPS que mais de 84% das pessoas sem acesso à energia vivem em áreas rurais. 

Portanto, as soluções dependem principalmente da descentralização e do uso de fontes como eólica, solar e biogás, que também são benéficas do ponto de vista econômico, pontuou.

Segundo a Agência Internacional das Energias Renováveis, as fontes alternativas representam a solução mais econômica para a extensão dos serviços elétricos. 

Além disto, segundo Kosonen, seu aproveitamento protege os consumidores dos aumentos de preços associados ao mercado dos combustíveis fósseis. 

A conselheira explicou que o papel da ONU é manter sua atenção nas necessidades gerais dos pobres, e não nos interesses das grandes indústrias.

Isto significa, por exemplo, que não deve medir o êxito apenas pelo fato de haver energia “disponível” ou pelos quilowatts produzidos por hora, detalhou Kosonen. 

“A energia também deve ser acessível, e alcançar as pessoas que dela necessitam”, ressaltou. Seu argumento é que as soluções energéticas devem estar a serviço das sociedades locais e das metas ambientais, e nunca agravar a escassez de água, os níveis de contaminação e outros problemas. 

E acrescentou que os custos ocultos destes e de outros impactos devem ser considerados na hora de traçar planos e tomar decisões.

Zoysa afirmou que a “energia para todos” deve ser uma inquestionável meta de desenvolvimento sustentável para a agenda internacional a partir de 2015, quando vencem os ODM. A história demonstra que a energia com base no carbono constitui um grande obstáculo para o desenvolvimento sustentável e representa uma grande ameaça à existência da humanidade por meio da mudança climática, acrescentou. 

Portanto, a responsabilidade dos líderes, tanto locais como internacionais, é fornecer energia sustentável para todos, ressaltou, acrescentando que isto pode ser uma meta realista “somente se forem reformados radicalmente nossos padrões de produção e consumo”.

Consultada sobre o papel da ONU, a especialista disse que o fórum mundial deve assegurar que as soluções promovidas estejam em linha com outras metas de desenvolvimento. 

A energia precisa de soluções avaliadas como um todo, em lugar de se concentrar apenas na eletricidade, enfatizou. 

“E as Nações Unidas devem continuar desempenhando um papel importante, conectando diferentes ações, alinhando os esforços das instituições existentes com metas comuns, ajudando a mobilizar recursos financeiros e transferências de tecnologia, e assegurando a responsabilidade e a transparência”, concluiu Zoysa. Envolverde/IPS


Gestão do lixo - Coleta seletiva

Apesar da importância que tem para o processo de reciclagem, a coleta seletiva só existe em 443 cidades brasileiras (8% do total), segundo uma pesquisa feita pela associação Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE).

Ana Nascimento/ABr













Latas de reciclagem em frente ao Ministério da Educação, colocadas no lançamento do programa Reeducar para Conservar

O estudo revelou ainda que cerca de 22 milhões de brasileiros têm acesso a programas municipais de coleta seletiva. Mas, apesar de o número de programas ter dobrado no Brasil entre 2000 e 2008 (passou de 451 para 994) na maior parte das cidades do País, o serviço não cobre mais que 18% da população local, segundo o IBGE.

O custo da coleta seletiva também é alto, se comparado ao da coleta convencional. O preço médio da coleta seletiva nas grandes cidades calculado pela pesquisa do CEMPRE foi de R$ 376,20. Já a coleta regular de lixo custa, em média, R$ 85,00, quatro vezes menos. 

As prefeituras realizam a coleta seletiva dos resíduos sólidos em 52% das cidades pesquisadas; empresas particulares executam a coleta em 26%. 

Mais da metade (62%) apoia ou mantém cooperativas de catadores como agentes executores da coleta seletiva municipal. 

Para preparar a sociedade brasileira para uma mudança de comportamento em relação à coleta seletiva do lixo e ressaltar os benefícios ambientais, sociais e econômicos do reaproveitamento dos resíduos sólidos para o Brasil, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) realiza a campanha “Separe o lixo e acerte na lata”. 

Um dos objetivos da campanha é divulgar as soluções propostas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) como mecanismo de logística reversa: uma vez descartadas, as embalagens são de responsabilidade dos fabricantes, que devem criar um sistema para recolher e reciclar o produto. 

“É necessário ampliar a coleta seletiva e associá-la ao instrumento de logística reversa”, disse o diretor da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do ministério, Silvano Silvério.

Para a diretora-executiva da Brasil Ambiental, empresa que oferece soluções na gestão de resíduos, Marialva Lyra, “ainda há muito que fazer no setor de coleta seletiva no Brasil, mas o País tem avançado bastante”.

A Brasil Ambiental, que faz parte do Grupo Ambipar - que atua há mais de 100 anos na gestão de resíduos - e atende empresas dos setores de petróleo e gás, siderurgia, mineração, alimentício e químico. 

A empresa recolhe resíduos industriais, domiciliares, de saúde, aeroportos e portos. 

Com exceção dos resíduos de saúde, que não podem ser reciclados, os demais são transformados em novos materiais, como vassouras, no caso dos plásticos, e compostos para a agricultura, no caso dos orgânicos. 

“Todo material fabricado a partir dos resíduos é doado para ações socais”, explica a diretora.

Fontes:

EDP Bandeirante realiza atividades educativas durante o Verão em São Sebastião e Caraguatatuba

Carreta itinerante do projeto Boa Energia nas Escolas traz uma maneira divertida de ensinar sobre Eficiência Energética e Inovação. Entre os dias 10 de janeiro a 03 de fevereiro, o caminhão levará informações sobre eficiência energética e inovação de uma maneira divertida e lúdica às crianças.

Mogi das Cruzes - Neste Verão, as crianças e jovens dos municípios de São Sebastião e Caraguatatuba poderão desfrutar das atividades da carreta itinerante do projeto Boa Energia nas Escolas da EDP Bandeirante, distribuidora de energia elétrica do Grupo EDP no Brasil, que tem o apoio do Instituto EDP e parceria das Prefeituras.

Entre os dias 10 de janeiro a 03 de fevereiro, o caminhão levará informações sobre eficiência energética e inovação de uma maneira divertida e lúdica às crianças.

De médio porte, customizado e adaptado para uma unidade móvel de ensino, o caminhão é equipado com uma maquete interativa que simula o consumo de uma residência, uma bicicleta geradora de energia, além de outros experimentos sobre energia elétrica.

O público em geral e as crianças que visitarão a unidade serão acompanhadas por uma equipe de monitores devidamente uniformizada e treinada para transmitir informações básicas sobre a energia elétrica e os caminhos que ela percorre até chegar às residências, bem como a melhor forma de usar a eletricidade com segurança e sem desperdício.

O caminhão faz parte do programa Boa Energia nas Escolas, parceria da área de Eficiência Energética e Instituto EDP. 

Durante o período escolar de 2012, o projeto que leva capacitação sobre eficiência energética e inovação a professores e alunos de escolas municipais esteve presente nas cidades de Aparecida, Roseira, Lorena, Guaratinguetá, São José dos Campos, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Poá, Mogi das Cruzes, Caraguatatuba e São Sebastião.

Confira o que o caminhão oferece:

Maquete interativa e casa de consumo - um painel com os principais cômodos e eletrodomésticos simulam o consumo de uma residência.

Lousa interativa e jogos e atividades - comanda por um computador e um projetor multimídia, a lousa possibilita muita interatividade e atualização constante dos conteúdos e aplicativos.

Bicicleta geradora de energia - o movimento do pedal da bicicleta transforma energia mecânica em energia elétrica, gerando até 100 watts.

Arco voltaico / Chispa - um arco voltaico é resultante de uma ruptura de um gás a qual produz uma descarga a uma fagulha instantânea, simulando a energia em movimento.

Diferença de consumo entre lâmpadas (LFC x incandescente) - ao acionar o interruptor para um lado e para o outro lado é capaz de verificar que lâmpadas mesmo de diferentes consumos podem ter a mesma luminosidade.

Pilha humana - quando encostamos as mãos sobre as placas, fechamos por meio de nosso corpo um circuito eletrolítico capaz de gerar uma corrente elétrica.

Gerador de Van Der Graaf - o atrito é capaz de gerar eletricidade estática. Ao tocar no globo, a eletricidade estática faz arrepiar o cabelo.

SERVIÇO

Caminhão Itinerante do Projeto Boa Energia nas Escolas em São Sebastião

Data: 10 a 13 de janeiro e 17 a 20 de janeiro, das 10 às 17 horas

Local: Praça Elpidio Romão Teixeira, esquina com a Rua Hilarião C. de Matos (em frente à Escola Estadual Valkir Vergane) – bairro Boiçuganga / São Sebastião

Caminhão Itinerante do Projeto Boa Energia nas Escolas em Caraguatatuba

Data: 24 a 27 de janeiro, das 10 às 17 horas

Local: Praça Anizia Francisca de Jesus – bairro Perequê Mirim / Caraguatatuba

Data: 31 de janeiro a 03 de fevereiro, das 10 às 17 horas

Local: Praça José Marcos de Melo (Praça de Skate) – bairro Massaguaçu / Caraguatatuba

Portal interativo para conscientizer sobre o uso eficiente da energia

O programa Boa Energia nas Escolas conta com mais uma ferramenta educacional para o ensino sobre energia: um site totalmente interativo e lúdico. 

O espaço tem como objetivo ampliar a divulgação do ensino do tema energia e consumo eficiente entre crianças e jovens.

Jogos como o labirinto "Ajude o Edson", que remete ao inventor da lâmpada elétrica incandescente, Thomas Edson, e o jogo de tabuleiro "Wats" na qual ganha a equipe que economizar mais energia, são encontrados no portal. 

O jovem também encontra explicações sobre os diversos tipos de energia existentes, como a estática, cinética, térmica, etc.

O portal também possui curiosidades como a invenção da primeira pilha e do para-raio, além de explicação sobre o caminho da energia, desde a sua geração até o momento em que chega a casa do consumidor. 

Na aba "Bom uso da Energia", dicas para utilizar da forma correta os equipamentos dentro de casa e também na hora de comprar um novo aparelho.

Para mais informações sobre o programa Boa Energia nas Escolas da EDP Bandeirante acesse:


Restaurante na Holanda mantém estufa e baseia cardápio na colheita do dia

Instalado no parque Frankendael, em Amsterdã, espaço investe em gastronomia feita com alimentos frescos e locais 
por Hanny Guimarães
Divulgação/DeKas
Fachada do restaurante De Kas (Foto: Divulgação/De Kas)
Foi um custo achar o De Kas, restaurante instalado no parque Frankendael, na capital holandesa. Embora a arquitetura incomum no meio da cidade não deixasse dúvidas - o lugar, todo de vidro, lembra uma estufa -, o caminho não era dos mais fáceis. 

Ainda mais com chuva e a noite (!). Escondido entre arbustos, com uma pequena ponte na passagem, o De Kas fica mesmo é na lembrança. 


Lá dentro, a sensação de ter se perdido passa logo. É acolhedor sentar por ali, no ambiente aquecido, cercado por plantas, onde a comida é fresca e saborosa. Resultado do cuidado do fundador e proprietário Gert Jan Hageman, também responsável pelo viveiro instalado bem ao lado da casa. 

Todos os dias, ele pode ser encontrado na estufa, trabalhando o solo, o plantio e colhendo, junto com sua equipe, ervas e vegetais que serão utilizados no cardápio do dia. 

Além do amplo viveiro no jardim, o restaurante ainda mantém uma fazenda a 10 quilômetros de Amsterdã, na região de Beemster, onde outros vegetais da estação são cultivados ao ar livre. Outros ingredientes também chegam de agricultores locais e completam a produção que rende pratos premiados na cidade. 

Tanto esmero no restaurante, diz Gert Jan Hageman, valoriza as duas pontas da cadeia. Os produtores recebem melhor pelos produtos, funcionários têm ingredientes de qualidade para trabalhar na cozinha e os clientes sempre voltam. “Acreditamos em ingredientes frescos, cultivados e colhidos com respeito à natureza”, explica.


Divulgação/DeKas
Jardim do De Kas (Foto: Divulgação)
Divulgação/DeKas
Morango cultivado no restaurante (Foto: Divulgação)
Divulgação/DeKas
Funcionário do De Kas, preparando um dos ingredientes oara o menu do dia (Foto: Divulgação)
Divulgação/DeKas
Interior do De Kas (Foto: Divulgação)
Divulgação/DeKas
Prato com abobrinha cultivada no viveiro do De Kas (Foto: Divulgação)
Divulgação/DeKas
Uma das sobremesa mais pedidas no restaurante (Foto: Divulgação)

Divulgação/DeKas
(Foto: Divulgação)
Fonte: www.revistagloborural.globo.com