Voluntários Árvore Azul - Entrega de lanches - SP

Prezados amigos, 

Estamos enviando para conhecimento de todos, a última ação social realizada pelos "Voluntários da Árvore Azul" nas ruas de São Paulo, no último dia 30 de outubro. 


Conseguimos entregar 500 lanches nas ruas de nossa cidade. Esta ação foi custeada pelo nosso grupo de voluntários. 

Estamos dividindo com vocês a nossa satisfação em termos conseguido levar alimento para tantas pessoas, mas como sempre, voltamos com a sensação de que poderíamos ter feito mais. 


Na oportunidade, informamos a todos que este ano, a exemplo dos anos anteriores estaremos lançando nossa campanha ADOTE UM SORISSO NESTE NATAL, com a participação dos três hotéis e com um numero ainda maior de crianças que "adotaremos o sorriso". 

A boa noticia é que conseguimos que nossa festa seja realizada na ARENA DO NEYMAR JR, recém inaugurada e acreditamos que teremos muitos patrocinadores para nos ajudar, além de já solicitarmos o apoio de todos vocês que sempre nos ajudam. 

Oportunamente enviaremos o convite para coquetel de lançamento da campanha e temos absoluta certeza que será um GRANDE SUCESSO!!!!! 

Deus recompensará a todos!!!

Eliana Ribeiro
Voluntários da Árvore Azul




Mil e uma utilidades: casca de banana alivia coceiras, remove farpas e muito mais

Antes de descartar a pele dessa fruta tão popular, veja algumas coisas que você pode fazer com elaPor Maria Luciana Rincon Y Tamanini 
Mil e uma utilidades: casca de banana alivia coceiras, remove farpas e muito mais(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)
Um interessante artigo, publicado pelo site Life Hacker, fala sobre as mil e uma utilidades da casca de banana. Portanto, antes de jogá-la fora acreditando que ela não serve para nada, confira alguns de seus usos.

Alívio de coceiras

De acordo com o pessoal do Yahoo, a casca da banana pode ser utilizada para aliviar a coceira provocada por picadas de insetos ou quando entramos em contato com plantas tóxicas. Esfregar a casca sobre a área afetada faz com que a hidratação ajude a diminuir a irritação da pele.

Lustrador multiuso

A casca de banana também pode ser utilizada para lustrar os seus calçados. Elas são ricas em potássio, um composto que, além de evitar que você sofra com cãibras, também está presente na composição das graxas para sapatos disponíveis no mercado. Além disso, ela também pode ser usada para dar brilho a talheres e eliminar a poeira das folhas de plantas que você tenha pela casa.

Não acredita? Confira o vídeo abaixo e veja como usar o seu lustrador multiuso para deixar os seus sapatos como novos:

Removedor de farpas
Você sabia que também é possível usar a casca da banana para remover farpas da pele? Segundo o site Natural Family Online, basta dar pequenas pancadinhas com a casca sobre o local afetado. As enzimas presentes na sua composição ajudam a deslocar a farpa, além de colaborar com a cicatrização do ferimento.
Adubo

O alto conteúdo de potássio presente na banana faz com que a fruta se torne um excelente fertilizante. O site eHow ensina que basta enterrar a casca próximo à raiz das suas plantinhas para vê-las florescer como nunca.
E você, leitor, conhece mais alguma utilidade para a casca de banana? Não vale dizer que ela também serve para escorregar!


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br

Criatividade e sustentabilidade são segredos de sucesso em Alagoas


Raul Plácido/Agência Alagoas
Gerônimo observa efeito de luz da luminária de PVC
Agência Alagoas

Empreendedor transforma resíduos da construção civil em negócio rentável

Sustentabilidade é a palavra de ordem para o novo mercado. Montar um negócio baseado em práticas sustentáveis é, atualmente, uma realidade adotada por pequenos, médios e grandes empreendedores. 

Segundo Pesquisa Nacional sobre Responsabilidade Social e Práticas Sustentáveis, divulgada em 2011 pelo Instituto ADVB de Responsabilidade Socioambiental, o investimento médio das empresas em sustentabilidade está na casa de R$ 1,2 milhão ao ano.

Mas, ao contrário do que parece, nem sempre é preciso investir muito para obter bons resultados. 

Em Alagoas, um ex-garçom provou que com pouco dinheiro também é possível obter lucro e cuidar do meio ambiente. Com apenas R$ 10 no bolso, mas com muita criatividade na cabeça, Gerônimo Manoel de Oliveira, 37 anos, transformou o lixo da construção civil em fonte de renda.

“Um dia eu fiz um exame que acusou um problema sério no estômago e isso me deixou em cima de uma cama. Numa quinta-feira, ouvi uma voz que dizia que eu me levantasse, comprasse um cano e fizesse uma luminária. 

Nesse dia eu tinha dez reais no bolso. Com esse dinheiro eu comprei onze quilos de cano e fiz cinco luminárias, que me renderam um total de R$ 550”, relembra.

Com o aperfeiçoamento do trabalho e com várias ideias em mente, o empreendedor criou um projeto que tem rendido bons frutos e consiste em reaproveitar os restos de cano de PVC que não serviriam mais para uso nos canteiros de obras de grandes construtoras. 

Batizado de “Resíduos de PVC salvando a natureza”, o projeto, além de gerar emprego e renda, também colabora com o meio ambiente, evitando que os resíduos sólidos sejam descartados.

“Apostei na minha ideia de trabalhar com o PVC, larguei meu emprego fixo e passei por maus bocados, mas deu certo. Meu sonho agora é trabalhar exclusivamente com o PVC reaproveitado dos canteiros de obras. 

Quero fazer com que as construtoras enxerguem que cada pedaço de cano que seria jogado fora pode significar um emprego para um pai de família”, conta Gerônimo Oliveira, que atualmente emprega três funcionários.

A parceria com a GR Artes em PVC – empresa de Gerônimo – também traz benefícios para as construtoras, que acabam adquirindo produtos como placas de sinalização e até chaveiros, que são entregues aos clientes após a finalização das obras, a um preço bem abaixo do mercado. 

E com o diferencial de ser um produto que terá ainda mais durabilidade.

A primeira construtora a apostar na ideia do pequeno empreendedor foi a Engenharq. Presente no mercado alagoano há 12 anos, a empresa se preocupa com o meio social que interage. 

Segundo a assessora de Qualidade da construtora, Kalyne Gonçalves, a parceria foi uma iniciativa de Gerônimo e nasceu a partir da construção do Residencial Novo Jardim, localizado no bairro do Eustáquio Gomes.

“A Engenharq sempre adotou políticas de responsabilidade ambiental nos empreendimentos construídos. Em relação aos resíduos de PVC, por exemplo, ele já era reaproveitado, mas de maneira artesanal dentro da própria obra. 

O trabalho realizado por Gerônimo é diferenciado”, explica.

Além de obter peças com design e acabamento de qualidade, por meio da parceria, a construtora conseguiu diminuir custos, encurtar prazos e reduzir o acúmulo de resíduo na obra, um equilíbrio perfeito entre três importantes pilares: ambiental, econômico e social.

Produção

Outro diferencial da empresa montada por Gerônimo está no maquinário utilizado durante o processo de confecção das peças. Nenhuma delas permanece com o aspecto original ou têm a mesma utilidade dada pelo fabricante. 

Todas foram modificadas e adaptadas pelo próprio artesão para que pudessem ser utilizadas na transformação dos canos de PVC. No total, são oito equipamentos inéditos, únicos, que funcionam como o coração da oficina. Um deles, por exemplo, serve para transformar os pedaços de cano em placas de PVC que vão dar vida a novos objetos.

“Não existe uma máquina no mercado que transforme cano de PVC em uma placa, por exemplo, e por isso eu preciso fazer as modificações no maquinário, adequando ele para as minhas necessidades”, conta Gerônimo.

As peças confeccionadas na oficina que fica em um terreno ao lado da casa em que mora, na parte alta de Maceió, possuem detalhes que impressionam. As luminárias, em especial, trazem um acabamento que remete às rendas alagoanas, garantindo um efeito de sofisticação aos ambientes em que são utilizadas. 

Há também bandejas, pratos, galheteiros, chaveiros, lixa para pés, gaiolas e até carteiras escolares. Somente patenteados são cerca de 140 produtos inovadores.

Da primeira luminária até hoje, muitas foram as ideias colocadas em prática pelo empreendedor que se orgulha de ser chamado de artesão. Uma delas resultou na confecção de carteiras escolares cerca de 25 vezes mais resistentes que as utilizadas nas unidades educacionais atualmente. 

De acordo com Gerônimo, as carteiras feitas de canos de PVC já foram adquiridas por algumas escolas particulares de Alagoas. “Além de ajudar o meio ambiente, essas escolas também saem na vantagem por estarem utilizando um material altamente resistente”, destaca.

Muitos objetos confeccionados por Gerônimo já passaram por avaliações de consultores do Sebrae, que se surpreenderam com a qualidade e o acabamento dos produtos. Para se ter uma ideia, uma luminária da GR Artes feita com cano de PVC chegou a ser avaliada em R$ 3 mil.

Com tantas qualidades, os produtos estão ganhando, aos poucos, o mercado alagoano. De acordo com Gerônimo, cerca de 90% dos restaurantes de Maceió já fazem uso dos produtos da GR Artes em PVC. 

São galheteiros, bandejas e outros vários utilitários que, além de terem uma durabilidade maior que outros produtos, também são de fácil limpeza e atendem às exigências da Vigilância Sanitária.

PVC

O Policloreto de Vinila, conhecido como PVC, é um material muito utilizado na construção civil, especialmente nas tubulações de água. Entre todos os plásticos, ele é o único que não é produzido exclusivamente por petróleo, e sim por uma mistura de cloreto de sódio com eteno. 

O descarte inadequado do plástico é altamente prejudicial ao meio ambiente e representa também um grave problema de saúde pública.

Em Alagoas, o único município que possui aterro sanitário é Maceió. Nas demais cidades, os resíduos de PVC provenientes da construção terminam indo parar nos lixões. Nestes locais, o lançamento do resíduo é feito no solo, acarretando em sérios problemas.

O Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil mostra que, em Alagoas, 58,3% dos resíduos sólidos foram descartados nos lixões no ano de 2011. Esta porcentagem é o equivalente a 1.301 toneladas por dia de resíduo sólido jogado a céu aberto. 

Enquanto isso, no mesmo período, apenas 77 t/dia foram destinadas ao aterro. 

“Os resíduos de PVC são prejudiciais também ao aterro, pois diminuem seu tempo de vida útil”, esclarece o técnico da empresa de consultoria Teia Serviços Ambientais, Gleriston Oliveira.

Atualmente, a maneira encontrada para amenizar o problema do descarte de resíduos em todo o Brasil é transformar o lixo plástico em matéria-prima, ou descobrir soluções simples, criativas e viáveis, assim como fez o ex-garçom alagoano Gerônimo.

Projeto sustentável, edificação durável?


Qual a relação entre um projeto sustentável e uma edificação efetivamente sustentável? 

A reflexão que se segue parte da ideia de que a sustentabilidade de uma edificação é dada pela permanência, ao longo do tempo, da sua utilidade e da eficiência de suas facilidades, assim como de como ela se insere no contexto urbano permitindo o desenvolvimento e as condições de vida das futuras gerações.

Inicialmente, eram tidos como projetos sustentáveis aqueles com características relacionadas à ecologia, à preservação de ecossistemas e, essencialmente, àqueles que, para sua execução, não causassem grandes impactos ambientais. 

Esta visão foi se ampliando e os projetos sustentáveis passaram a considerar a concepção de sistemas de vedação e de instalações prediais com melhores desempenhos em termos de eficiência energética e uso racional de água.

Ferramentas de simulação computacional surgem como aliadas nesse processo. A racionalização no consumo de insumos naturais renováveis e não-renováveis e de insumos não naturais também já é considerada nos memoriais descritivos e nos projetos executivos. 

Assim, projetos mais sustentáveis surgem e vão além dos aspectos ambientais, solucionando também questões econômicas e sociais relacionadas.

Então, partindo-se de um projeto sustentável, tem-se por consequência uma edificação sustentável?

A primeira resposta está na análise contextual sob a qual se insere a edificação e as respostas dadas pelo projeto para questões futuras como a previsão de infraestrutura para a mobilidade urbana, abastecimento de água e energia, drenagem urbana, coleta de resíduos e efluentes.

Também como ponto de partida está a investigação e a previsão das diferentes necessidades dos diversos tipos de usuários e como elas são atendidas e previstas pelos projetos. 

Aspectos culturais também devem ser analisados com bastante cuidado. Somente partindo de projetos que consideraram estas informações é que as edificações futuras poderão ser capazes de se sustentar ao longo do tempo.

Além desses pontos, a sustentabilidade das edificações depende da resultante dos projetos em termos de qualidade ambiental interior - conforto e saúde, e de competitividade - despesas operacionais, de conservação e de manutenção. Deve ser evidente a sua capacidade de adequação, flexibilização e adaptação futura dos espaços disponíveis, sistemas construtivos e equipamentos.

Outros pontos fundamentais para a sustentabilidade das edificações que não são tratados pelos projetos são a disponibilidade de informação ao usuário e a capacitação dos gestores prediais para a realização das rotinas operacionais, de conservação e manutenção preventiva dos sistemas e equipamentos instalados. 

Outro ponto é a implementação de práticas de monitoramento que permitam acompanhar os consumos e os padrões de desempenho dos sistemas presentes. 

Este acompanhamento pode se dar por meio de dispositivos de medição, setorização e automação. 

No entanto, independente do meio, ele é essencial para o conhecimento dos padrões presentes, a definição de indicadores, a busca de melhorias, a identificação de desvios, a aplicação de correções e a alimentação de novos sistemas, sempre partindo dos consumos efetivos e dos desempenhos alcançados pelos sistemas presentes.

Assim, projetos sustentáveis se tornam edifícios sustentáveis a partir do momento em que as soluções de projeto são postas à prova e monitoradas e os benchmarks são criados, permitindo o aperfeiçoamento dos desempenhos e, consequentemente, proporcionando durabilidade à edificação.

Clarice Menezes Degani é engenheira especialista em sustentabilidade e assessora da vice-presidência de Sustentabilidade do Secovi-SP.

Presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro comenta sucesso dos atletas nos Jogos de Londres.




















Carlos Jorge dos Santos (Foto: Arquivo Pessoal)

Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™ terão a cara do carioca, as curvas das paradisíacas paisagens tropicais e a alma do brasileiro. 

O resto do visual fica por conta da equipe de Carlos Jorge dos Santos, Gerente de Look do Comitê Organizador. 

A missão é entregar uma identidade visual marcante e inspiradora, parte fundamental da experiência memorável da primeira edição do maior evento esportivo do mundo na América do Sul.

O conceito e a criação dos elementos gráficos são definidos pela gerência de marca. 

Em seguida, a gerência de design dá inicio ao desenvolvimento criativo (layouts) de todas as peças que formarão o manual técnico do Programa de Look. 

Durante o processo, a área avalia novas estruturas e propõe materiais para produção e impressão de todos os itens, indicando sempre soluções sustentáveis.

“Ao iniciarmos o trabalho pensando nas características de cada instalação, temos em mente que as pessoas querem sentir o clima dos Jogos e registrar que estiveram lá. 

Quando fizemos os Jogos Pan-Americanos Rio 2007, muitos paravam em frente aos vários elementos de Look para tirar fotos. O look é tão especial que inspira os atletas a dar seu melhor”, destaca Carlos Jorge, que trabalha com o Movimento Olímpico desde 2005.

Observações em Londres

Presente como observador nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, o gerente participou da visita de avaliação final do Programa de Look de todas as instalações esportivas. 

É neste momento que o Comitê Olímpico Internacional (COI) solicita os últimos ajustes e aprova a qualidade da entrega.

“É uma prova de fogo para nossa área, pois este processo acontece na fase final de montagem, geralmente a mais crítica, onde o tempo não corre a nosso favor. 

Pudemos apreender muitas lições com a equipe do Comitê Organizador britânico", afirma.

Em Londres, um dos destaques foi o programa de “spectaculars”, como grandes aros olímpicos e agitos paralímpicos instalados em locais icônicos, como a Tower Bridge. 

Londrinos e milhares de visitantes puderam conferir ainda projeções mapeadas na fachada do Parlamento britânico, às margens do Rio Tâmisa, e o projeto de iluminação de várias pontes.

Algumas das iniciativas demandaram negociações com a administração pública que duraram até dois anos, como a troca de cor da iluminação do famoso Big Ben durante as competições. 

"A parceria com os governos e o seu papel para garantir que a cidade seja ambientada para os Jogos é imprescindível", diz.


Nova sede do Comitê Organizador, a primeira entrega dos Jogos. 

Os projetos da área de Look são divididos em três grupos: o look dos Jogos propriamente ditos (instalações esportivas e não esportivas), o look da cidade e a consultoria técnica prestada para o desenvolvimento de outros programas relacionados aos Jogos.

“Dentro das instalações esportivas, o look é planejado com muito critério para atender principalmente aos requisitos técnicos de cada esporte. Londres foi um caso de sucesso ao executar projetos criativos, como o piso do hóquei, em azul delineado com o rosa pink”, relata Carlos Jorge.

O conceito criativo para que as intervenções visuais na cidade a deixem com a “cara” dos Jogos seguem uma linha mestra definida pelo Comitê Organizador. São aprovadas pelo COI e pelo Comitê Paralímpico Internacional e executadas pelas autoridades do Rio e cidades do futebol. Além disso, orienta todas as ativações dos patrocinadores.

O look reforça a identidade dos Jogos na cidade, num período em que está na vitrine do mundo. É uma grande oportunidade de exposição e, se for feito de uma maneira harmoniosa, também mexe com o sentimento dos moradores. Reforça o sentimento de autoestima e a importância de receber o maior evento esportivo do planeta”, conclui.

Uma das primeiras entregas da área será a ambientação da nova sede do Comitê Organizador Rio 2016™, localizada no Centro do Rio. 

É a primeira instalação não esportiva construída para os Jogos. Toda a identidade visual do local será desenvolvida pela equipe do gerente em parceria com a área de Instalações, um trabalho desenvolvido ao longo de um ano.

THG IMPLANTA ECODAY TRANSAMÉRICA HOSPITALITY GROUP



Os diretores do THG Paulo Bertero e Heber Garrido
(foto: divulgação)

Alinhado às mais recentes tendências da hotelaria, o THG (Transamérica Hospitality Group) investiu em um projeto de sustentabilidade envolvendo todas suas unidades e lançou, na última semana, o EcoDay Transamérica Hospitality Group. 

A iniciativa tem como objetivo conscientizar e introduzir o tema Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental Empresarial na cultura da empresa.

Segundo Paulo Bertero, diretor do THG, toda a cadeia hierárquica dos empreendimentos serão envolvidos no projeto. 

“Desde a gerência até a base. A ideia é que as gerências influenciem seus colaboradores sobre a importância de aderirem a causa, repassando o aprendizado adquirido posteriormente aos funcionários de cada empreendimento administrado”, explicou.

As primeiras ações práticas, que marcaram o lançamento do EcoDay, foram realizadas no último final de semana. 

Na sexta-feira, os colaboradores participaram de palestras motivacionais e de engajamento sobre o tema Responsabilidade Socioambiental Empresarial. 

A diretoria e o Marketing também estiveram presentes, fazendo uma apresentação sobre a importância do posicionamento social e sustentável do grupo, como também o que já vem sendo realizado nas unidades da rede.

O sábado foi o dia de ações ao ar livre: os participantes fizeram uma caminhada de ação social no Parque da Água Branca, em São Paulo. 

O THG doou um quilo de alimento não perecível por cada colaborador presente na iniciativa. Os donativos foram entregues à Associação das Damas de Caridade de São Vicente de Carvalho.

Fonte:  www.hoteliernews.com.br
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Palestra ministrada no evento THG Eco Day - Sustentabilidade e Responsabilidade Social. (19/11) Lado esquerdo o Diretor do Transamérica Hospitality Group - Sr. Paulo Celso Bertero - Lado direito - Gilbert Simionato - Palestrante e Diretor da Empresa Verde Consultoria em Sustentabilidade.

Fonte: Flickr - Galeira de THG Eco Day

Energia Sustentável

Um grupo formado por alunas da Coppe e da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desenvolveu um estudo para reduzir, de forma sustentável, os gastos com energia elétrica dos moradores do Morro Santa Marta, em Botafogo, no Rio de Janeiro. 
 
O trabalho foi apresentado, dia 24 de outubro, no XIV Congresso Brasileiro de Energia. Promovido pela Coppe, o evento ocorre, de 23 a 26 de outubro, na Firjan.

O Morro Santa Marta, onde moram cerca de 4mil pessoas, em aproximadamente 1.200 residências, foi a primeira comunidade do Rio de Janeiro a receber uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). 
 
A implantação trouxe benefícios, como a formalização do fornecimento de energia. No entanto, isso gerou um custo adicional no orçamento, com a chegada da conta de luz. 
 
Considerando essa realidade, o estudo conclui ser possível reduzir custos de energia, incluindo o uso de fontes limpas, e melhorar a qualidade de vida dos moradores.

O estudo foi desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, que reúne quatro alunas de graduação e pós-graduação da UFRJ. 
 
São elas: Victória Santos, mestranda do Programa de Planejamento Energético da Coppe, Beatriz Watanabe, doutoranda do Programa de Engenharia de Produção da Coppe, Ana Carolina Deveza, aluna do curso de Engenharia Ambiental, e Ana Laura Moreira de Souza, aluna do curso de Engenharia Civil, ambas da Escola Politécnica da UFRJ.

Com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o estudo levou em conta a previsão de crescimento da população e do consumo de energia até 2030, partindo da premissa de que as ações sejam implantadas a partir de 2013.

Sob orientação do professor André Lucena, do Programa de Planejamento Energético da Coppe, o estudo contempla um conjunto de medidas para redução do gasto de energia, entre elas a coleta e a seleção do lixo, a implantação de coletores solares para aquecimento da água do banho, a instalação de sistemas fotovoltaicos para geração de energia solar e a construção de telhados verdes.

A sugestão dos alunos é vender o lixo reciclável e usar o lixo orgânico para gerar biogás por meio de biodigestores. 
 
“A adoção do biodigestor resultaria em uma economia no consumo de energia da ordem de 43 MWh ao ano até 2030”, afirma Victória.

Segundo o professor da Coppe, projetos como esse poderiam resultar em uma série de vantagens para as comunidades. 
 
“Eles propiciam benefícios diretos, como a redução das contas de luz, e ganhos adicionais, como a implantação da coleta seletiva de lixo.
 
Com a pacificação de outras comunidades, esse projeto poderia funcionar como uma espécie de piloto para ser replicado em novas áreas. 
 
Mas tudo depende, é claro, de financiamento para implantação”,ressalta André Lucena.

O estudo, cujo título é Waste management and energy supply in Rio’s favelas: the integration of different approaches, foi apresentado pela primeira vez no evento Students for Sustainability (Estudantes para a Sustentabilidade), promovido em junho deste ano pela Siemens, em parceria com o Pnuma e a Coppe/UFRJ, naprogramação paralela da Rio+20.

(Fonte: Planeta Coppe)