O que você precisa saber sobre a Rio + 20: a conferência



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A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, começou ontem, quarta-feira, 13 de junho, no Rio de Janeiro e com conclusão no dia 22. 

O evento foi proposto durante a abertura da Assembleia Geral da ONU em 2007, pelo então presidente brasileiro Lula, e convocado pelas Nações Unidas dois anos depois. Mas a história da conferência começou há mais tempo, precisamente 40 anos atrás.


Histórico

A primeira conferência que chamou a atenção da comunidade internacional para os problemas ambientais aconteceu em 1972, em Estocolmo, Suécia. 

A Conferência sobre Meio Ambiente Humano foi responsável pela elaboração de uma declaração com 28 princípios para conciliar desenvolvimento econômico e conservação ambiental. Embora este desafio continue atual e complexo como nunca, o documento serviu para inserir a temática na agenda global.

Vinte anos depois, foi a vez de representantes de mais de 170 países, incluindo 108 chefes de Estado, reunirem-se no Rio de Janeiro para discutir o futuro do planeta, em uma conferência histórica que ficou conhecida como Rio-92. A “conferência-mãe” da Rio+20.

O evento, tido como um fracasso na época, foi fundamental para firmar o tema não só na agenda internacional, bem como na mídia e na sociedade. 

Além disso, da Rio-92 nasceram diversos acordos importantes, que embora estejam longe do ideal são o que há de mais concreto no âmbito da diplomacia internacional sobre a temática. 

É o caso da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que deu origem ao Protocolo de Kyoto, o acordo que mais avançou nas ações para solucionar o aquecimento global.





Rio+20


Os relativos avanços proporcionados pela “conferência-mãe” não devem se repetir nos próximos dias. É consenso entre especialistas que a Rio+20 deve ter resultados bem mais modestos, apesar da urgência em soluções tão drásticas quanto à crise ambiental atual.

Nas duas décadas que separam as duas conferências, muita coisa mudou. Somos 1,5 bilhão de pessoas a mais no planeta, exigindo um salto na produção de alimentos. 

O Brasil, que vivia a crise política de Collor e acumulava uma inflação de mais 1.000% na época da Rio-92, virou um dos maiores produtores de cereais e o maior exportador de carne do mundo. Crescimento que custou muita área verde, com o desmate de 328 mil quilômetros quadrados de Floresta Amazônica (os territórios dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, e Espírito Santo, juntos).

Agora, a expectativa em torno da Rio+20 é a de que o documento final da Conferência, intitulado sob o sugestivo nome “O Futuro que Queremos”, sirva mais como uma bússola para a definição dos próximos passos do que propriamente uma lista de iniciativas compulsórias a serem tomadas pelos mais de 180 países presentes no evento.

É bem possível que o grande resultado positivo da conferência não seja originado entre as paredes do Riocentro, onde estarão reunidos os chefes de estado e governo, mas na reunião de sociedade civil, ONGs, empresários e governantes de nível local, nos mais de 3 mil eventos paralelos previstos na cidade maravilhosa. 

Somente na Cúpula dos Povos, o maior local de eventos, estão previstos mais de mil eventos paralelos. 

A Conferência dos Jovens para a Rio+20 foi um dos mais de 
3 mil eventos paralelos/Foto:Fora do Eixo

Discussões

No contexto oficial a Rio+20 funcionará da seguinte maneira: nos próximos três dias (de 13 a 15), os negociadores dos países partem para a última rodada de negociação do documento da Rio+20 antes da reunião de cúpula dos chefes de Estado. 

A intenção é que o rascunho chegue o mais “redondo” possível para a reunião da cúpula, a fim de facilitar o processo de construção do documento final.

A primeira versão deste documento, chamada Rascunho Zero, foi apresentada em janeiro, com 19 páginas. A segunda versão, chamada Rascunho Um, foi apresentada em abril após algumas rodadas de negociação, com 278 páginas e muito pouco consenso.

O secretário-geral da Rio+20, Sha Zukang, já reconheceu que será difícil chegar ao consenso devido aos interesses divergentes dos países com graus diversos de desenvolvimento. 

As negociações da ONU exigem que as decisões sejam tomadas por unanimidade, o que dificulta a implementação de medidas “reais” para os países e faz com que as negociações se arrastem até o último minuto – ou até depois disso, como ocorreu na última Conferência das Partes sobre o Clima, a COP-17.

Entre a última rodada de negociação e o “Segmento de Alto Nível”, nos dias 20 a 22, o governo brasileiro promove no Riocentro o “Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável”, evento que reúne especialistas na área em mesas de debate para acrescentar sugestões à conferência.

Durante os três dias oficiais para colocar “o futuro que queremos” no papel, os presidentes e líderes de governo participarão de duas atividades: 

o plenário, no qual cada país deve fazer uma intervenção, e em quatro mesas-redondas, não simultâneas, no qual serão apresentadas as recomendações e discutido efetivamente o texto final da conferência.

Rumos

Oficialmente, as discussões serão divididas em dois grandes temas: “economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza”; e “governança para o desenvolvimento sustentável”. 

De acordo com a ONU, são sete os sub-temas oficiais a serem abordados na conferência:

Água
Alimentos
Energia
Desastres
Empregos
Cidades
Oceanos


Diante disso, espera-se que a Conferência, ao menos, delimite o conceito de “Economia Verde”, sobre qual ainda paira uma névoa, e bata o martelo sobre dois impasses: 

A definição dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e o fortalecimento do Pnuma (Programa das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente).

A proposta dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável é similar a dos Objetivos do Milênio, as oito metas a serem atingidas até 2015 definidas na virada do século pela ONU. 

O impasse, na verdade, é imposto mais pelo pouco tempo para negociar o consenso do que má vontade política. 

Os objetivos, assim, não devem ser definidos na reunião, mas o documento da conferência deve determinar outra reunião para defini-los até 2015.

Quanto ao Pnuma, não há dúvidas sobre a necessidade do fortalecimento do órgão no mundo em crise. No entanto, há duas possibilidades na mesa. 

A criação de uma agência mundial, nos moldes da Organização Mundial de Saúde (OMS) ou uma reforma no órgão que determine a participação de todos os países do mundo no programa (hoje são 58), com contribuição compulsória (hoje são voluntárias). O Brasil apoia a segunda proposta.

BAYER INVESTE NA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS 100% VERDES

Multinacional alemã atuará com o líder em rede de projetos ambientalmente responsáveis no Brasil




A Bayer está investindo no que deve se tornar uma vitrine para sua empreitada na área de construção civil, essencialmente no segmento sustentável. 

Trata-se de um prédio totalmente "verde", próximo à Marginal do Rio Pinheiros, na zona sul da capital paulista. 

Os valores aplicados ainda são guardados a sete chaves, mas os objetivos são claros. Criar uma rede de fornecedores credenciados para oferecer soluções sustentáveis a todo o mercado de construção.

"Além de ser um projeto altamente tecnológico é financeiramente viável", diz o presidente para a área MaterialScience para a América Latina, Ulrich Ostertag. 

A divisão é especializada em polímeros e sistemas de alta tecnologia e fornece matérias-primas para diversas indústrias.

O novo prédio será um centro de convivência, onde a empresa realizará atividades que estimulem a qualidade de vida dos seus funcionários e visitantes e terá capacidade para receber duas mil pessoas. 

A previsão é de que ele gere economia de 50% no consumo de energia e 70% no uso da água.

A ideia da companhia é reunir os colaboradores em uma rede, sob sua liderança. 

Com isso, a divisão MaterialScience também pode lucrar mais. Isso porque suas inovações tecnológicas poderão ser utilizadas em projetos dos futuros clientes.

"Queremos criar soluções sustentáveis e desenvolver novas tecnologias para o mercado, junto com os colaboradores", explica Fernando Resende, diretor do projeto no Brasil.

O novo prédio faz parte do projeto EcoCommercial Building (EBC) e será o primeiro da empresa na América Latina. Desde 2009, a companhia já construiu quatro edifícios semelhantes nos Estados Unidos, Bélgica, Alemanha e Índia. 

"Cada um deles é adequado às condições climáticas e ambientais da região onde estão, explica Resende.

Conhecida por sua presença no setor farmacêutico e de produtos agrícolas, a companhia anunciou neste ano o aporte de R$ 143 milhões nas três frentes de negócios no Brasilem2012, incluindo MaterialScience.

Mercado promissor
Os negócios são promissores para a Bayer, pois embora a demanda seja crescente o estoque de prédios sustentáveis ainda é muito baixo.

Pesquisa da Consultoria Cushman & Wakefield indica que na cidade de São Paulo apenas 4,3% dos edifícios são "verdes". 

No Rio de Janeiro esse percentual cai para 2,5% e em Curitiba chega a 0,7%.
A estimativa é que até 2013 o número total de edifícios verdes disponíveis nessas capitais chegue a 37%.

"Aos poucos os empresários estão tomando consciência dos benefícios de investir na construção verde, mas estamos muito longe do ideal", explica Marcelo Takaoka, presidente do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável.

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Ulrich Ostertag
Presidente da Bayer Material Science para a América Latina
"Além de tecnológicos, os projetos sustentáveis são financeiramente viáveis"

Conferência da ONU vai discutir sustentabilidade empresarial e qualidade de vida nesta quinta-feira

 Conferência da ONU vai discutir sustentabilidade empresarial e qualidade de vida nesta quinta-feira 


 

Da Agência Brasil noticias@band.com.br

No segundo dia de debates, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, reúne nesta quinta-feira uma série de atividades paralelas e definições no texto preliminar sobre os temas-chave que serão discutidos pelos chefes de Estado e de Governo do dia 20 ao dia 22. ONG (Organizações não governamentais) e integrantes da sociedade civil debatem alternativas para assegurar qualidade de vida no planeta.

A seis dias da cúpula, com a participação de pelo menos 115 chefes de Estado e de Governo, os ministros e especialistas de cada país se reúnem em busca de acordos sobre o conteúdo do documento preliminar que será definido pelos líderes políticos. 

O texto inclui temas como inclusão social, erradicação da fome e da pobreza, alternativas para a economia verde e sustentabilidade. Porém, as divergências persistem.

Ao longo desta quinta-feira, haverá ainda discussões sobre clima, desmatamento e tecnologias para garantir a sustentabilidade em negócios e melhorias para as populações nos próximos anos. 

A organização não governamental WWF apresenta as propostas Água Brasil e Família de Pegadas. 

O objetivo é alertar sobre a necessidade de agir e não deixar que as propostas fiquem apenas nas palavras.

Manejo florestal

A Fundo Vale (da Vale do Rio Doce) e a Fundação Roberto Marinho, com o apoio do Serviço Florestal Brasileiro, lançam o projeto Florestabilidade.

A ideia é mostrar a importância econômica, ambiental e social do manejo florestal no país, que tem a maior área de floresta contínua do mundo – a Amazônia.

O manejo florestal consiste em englobar técnicas que dão prioridade à sustentabilidade sem prejuízo aos ecossistemas. Na prática, as medidas permitem determinado uso dos recursos disponíveis com o mínimo de impacto ambiental. 

No setor empresarial, a questão da sustentabilidade é tema de uma discussão da secretária executiva da Rede Brasileira do Pacto Global, Yolanda Cerqueira Leite, e dos secretários do fórum (de mesmo nome) Tim Wall e Kristen Coco.

Paralelamente, no Parque dos Atletas, um pavilhão ao lado do Riocentro – onde serão concentrados os debates das autoridades –, ficarão em exposição projetos que destacam o desenvolvimento de propostas de tecnologia associada aos negócios. 

No Cais do Porto, uma apresentação artística fará lembrar a Europa dos anos 20 ao satirizar o consumo e os excessos.

Inclusão social

No Parque do Flamengo, a defesa pela inclusão social como meta a ser ratificada por todos ganhará apresentação especial com a dança dos bailarinos em cadeiras de roda. 

O espetáculo mostra que não há limites para a expressão nem para a arte.

O Futuro que Nós Queremos | Rio+20


Humanidade 2012: exposição gratuita aborda a sustentabilidade com foco no ser humano

Uma das principais atrações do Humanidade 2012, circuito expositivo pode ser conferido até 22 de junho, no Forte de Copacabana





Teve início na manhã de ontem, terça-feira (12/06), às 10h, no Forte Copacabana, no Rio, o circuito expositivo do Humanidade 2012 – iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e de diversos parceiros. 

Com assinatura da diretora e cenógrafa Bia Lessa, o circuito expositivo mescla tecnologia, educação e cultura com os temas da Rio+20. 

A exposição conta com diversas salas e espaços e traz atividades que dialogam entre si. A entrada é gratuita.




A exposição, lúdica e interativa, tem destaque na Capela, o centro do evento, onde há um pêndulo fora do eixo indicando que a terra está fora de si e que é preciso colocá-la no prumo. Para isso, 100 pessoas precisam fazer simultaneamente um mesmo movimento, simbolizando uma ação global. Há também a “biblioteca mãe”, com cerca de dez mil livros indicados por personalidades. 



A sala Biodiversidade Brasileira é coberta de espelhos e fotografias impressas em tecido, o que cria uma infinidade de imagens de vegetação. Na sala Produções Humanas, há uma maquete de uma cidade fictícia que registra as linhas de abastecimento de energia, água, esgoto, entre outras. 

O Terraço do Olhar tem vista para a praia de Copacabana e será local de vigia: o visitante terá lentes de aumento para observar a vista com olhar para aspectos como o trânsito, a ciclovia e a sujeira deixada na praia.

“Trata-se de um espaço democrático, aberto, para que todos possam visitar. Estamos mostrando a sustentabilidade com foco no ser humano, por isso se chama Humanidade”, explica o presidente Fiesp, Paulo Skaf.

A exposição fica aberta ao público, gratuitamente, até o dia 22 de junho, de 9h às 18h, no Forte de Copacabana (Praça Cel. Eugênio Franco, Copacabana, Rio de Janeiro, RJ).

Conheça outros espaços da exposição:

Sala Mundo em que Vivemos: o visitante é apresentado à ideia do Antropoceno e convidado a fazer uma viagem reflexiva com início no século XVIII, através de máquinas, desenhos, luz e som para mostrar a ação do homem no planeta.

Sala Brasil Contemporâneo: dá sequência à sala “O Mundo Dividido”, formando uma espécie de tenda festiva, onde o mapa do Brasil é tecido a partir de fitas com o nome de cada país. Receberá um músico que vai tocar melodias brasileiras conhecidas do grande público.

Recepção e apresentação do projeto: onde os visitantes terão acesso ao terreno do Forte de Copacabana e poderão passear em um jardim para aproveitar a natureza.

Sala O Mundo Dividido: revestida externamente com fotografias de fome, pobreza, desastres e guerras. No interior, imagens de um mundo dividido em países separados, representados por suas respectivas moedas.

Sala Homem e suas Conexões: tem o objetivo de estabelecer a ligação entre as necessidades e desejos humanos com os meios de produção industrial, educacional, tecnológico etc. 

Sala Diversidade Humana Brasileira: chão, teto e paredes também são de espelhos. Haverá 1800 fotografias de diversos brasileiros de diferentes raças e credos. 

Sala do Rio de Janeiro: voltada para a apresentação do Rio como uma cidade que está se preparando para o futuro. Os visitantes terão acesso ao COR (Centro de Operações Rio), espaço que monitora o Rio de Janeiro 24 horas por dia.

Sala do Indivíduo e das Forças da Natureza: o visitante experimentará as forças da natureza e poderá deixar a sua mensagem para o futuro, que ficará exposta no Museu do Amanhã.

Sala Museu do Amanhã: apresenta o projeto do museu de ciências voltado à exploração das possibilidades de construção de diferentes caminhos para o futuro a partir de escolhas realizadas hoje.

Jardim dos Encontros: espaço de confluência das salas e de convivência dos visitantes coberto pelo céu de Copacabana e abraçado por uma vista privilegiada. Rodeado de bandeiras de todos os países, comemora a fraternidade entre os povos.

Café Cultural: espaço de contemplação do mar, reflexão e shows abertos ao público.

Auditório das Humanidades: espaço de conferências fechadas e de shows abertos ao público coberto por fotos que simbolizam diferentes grupos sociais através do mundo. 

O Humanidade 2012 é uma iniciativa conjunta da Fiesp, Sistema Firjan, Fundação Roberto Marinho, Sesi-Rio, Sesi-SP, Senai-Rio, Senai-SP, com patrocínio da Prefeitura do Rio, do Sebrae e da Caixa Econômica Federal.

Leia na íntegra: 'A desigualdade é insustentável', posição da Fiesp e Firjan para a Rio+20


Documento reafirma compromisso da indústria com o desenvolvimento sustentável

Veja aqui o documento integral divulgado na manhã de ontem (terça-feira)(12/06) com o posicionamento das Federações das Indústrias dos Estados de São Paulo (Fiesp) e Rio de Janeiro (Firjan) para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.

I House Projeto japonês harmoniza construção com formas da natureza e valoriza vista para o mar .


O projeto, idealizado por Masahiko Sato, foi construído em um terreno inclinado que encontra a estrada ao longo da baía Sasebo, em Nagasaki e fica de frente para o mar. Quando olhamos para o lado sul, podemos ver o azul do mar e o céu azul.
O arquiteto decidiu usar o conceito dessa paisagem maravilhosa para o espaço da casa e harmonizar a construção com o ambiente externo. Assim a casa acompanha o movimento inclinado do terreno, criando uma característica única que harmoniza com a paisagem e não força sua distorção.
O primeiro andar foi construído com concreto armado e foi organizado no terreno em declive inferior a um caminho da frente, o segundo e o terceiro andar foram construídos através a fim de mostrar a residência se estendendo do mar até o céu. 
O objetivo foi projetar a casa de forma simples e não fazer janelas na frente e ao lado do segundo andar e terceiro andar, que pode ser visto a partir do lado da estrada e mostrando a casa artisticamente na frente do mar azul e o céu azul.  
O objetivo principal do idealizador do projeto era construir uma casa onde as pessoas que olhassem tivessem uma sensação de liberdade e contato com a natureza.