A bandeira é turquesa

José Eli da Veiga*

 
 
O “Movimento Nova Política” contrapõe-se, denuncia e rejeita a “velha política”. Um imenso equívoco, por, ao menos, três razões.

Primeiro, nem tudo que é novo é melhor que o velho, pois novo não é sinônimo de bom. Novos fenômenos políticos podem ser tanto ótimos quanto péssimos. No século passado, quando surgiram os piores – o fascismo e o nazismo –, eles estavam entre os mais novos.

Segundo, nem tudo o que é velho merece ser rejeitado. Seria ignorar as inúmeras conquistas democráticas dos últimos 300 anos. As que permitem lutar pelos grandes ideais da sociedade moderna, catalogados na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Claro, a eles precisa ser incorporado o da sustentabilidade. Mas não é motivo para que sejam atirados nessa espécie de vala comum que os entusiastas da nova política chamam de velha política.

Terceiro, o novo sai de dentro do velho, e o velho continua sempre presente no novo. Mesmo atitudes muito bem refletidas partilham padrões essenciais das reações dos outros primatas, para nem falar de elefantes, cachorros ou roedores.

Bastam essas três considerações para que se perceba quanto é ingênuo brandir o novo contra o velho. Em vez disso, é preciso procurar saber o que leva uma sociedade a escolher, ou a não escolher, o que há de melhor, tanto no novo como no velho. Isso obriga um movimento que queira ajudar o avanço socioambiental a se definir em termos menos toscos do que essa pretensiosa encarnação do novo contra o velho. Também permitiria que ele se distanciasse de messianismos. De corte metafísico, por um “Novo Mundo”, ou do materialismo vulgar, por um “Novo Homem”.

É ainda mais infantil a tendência do movimento em opor “sonháticos” a “pragmáticos”. Pois é imprescindível ser realista para que se possa cultivar e praticar uma boa utopia, no mais rigoroso sentido filosófico desse termo: o conjunto de ambições que alicerça as esperanças por uma sociedade preferível à qual se vive.

O mais engraçado é que os “sonháticos” levantam sérias suspeitas sobre a própria postura quando dizem que os adeptos do “Movimento Nova Política” podem escolher entre três opções: aderir a qualquer dos atuais partidos, empenhar-se na fundação de um novo partido, ou radicalizar sua postura extrapartidária. Poderia haver mais óbvio pragmatismo?

Não será fácil romper com essas ingenuidades e incoerências. Pois o desafio é definir com clareza o que se pretende, tanto no que se refere a um projeto de sociedade quanto sobre a conflituosa agenda da vida política de 2012, em termos mais imediatos e práticos.

Seria ilusão tentar apontar, aqui e agora, quais seriam as respostas a tamanho desafio. Mas certamente é possível indicar referências que poderiam ajudar os adeptos do “Movimento Nova Política” a descerem da estratosfera para formular uma plataforma com um mínimo de consistência.

O documento Causa Comum, lançado em 2010 por cinco importantes entidades britânicas, sob a coordenação do WWF- UK, está agora disponível em português na página www.zeeli.pro.br. Sua leitura mostrará, entre outras coisas, a importância de entender melhor a empatia como característica fundamental das pessoas, em oposição ao egoísmo, o outro polo da principal contradição de nossa espécie.

A partir daí, será preciso aprofundar esse entendimento pela leitura de um belíssimo livro lançado em 2010 pela Companhia das Letras: A Era da Empatia, de Frans de Waal. E torcer para que surja logo a tradução da última obra de Jeremy Rifkin: The Empathic Civilization (New York: Penguin, 2009).

A segunda principal fonte de ideias para a formulação de uma razoável plataforma está no imenso material bibliográfico já produzido para a Rio+20. Principalmente as abordagens de três instâncias das Nações Unidas: o Pnuma, o Pnud e o Ecosoc. A partir de março, elas serão examinadas em disciplina do programa de pós-graduação do Instituto de Relações Internacionais da USP, que também poderá ser acompanhada on- line pela mesma página web.

Por último, mas não menos importante, é preciso pensar na cor simbólica desse movimento pela sustentabilidade que nasce sob a ilusão da “nova política”. Uma cor que seja acrescentada às dos três grandes ideais da modernidade, simbolizados pelo azul da liberdade, pelo branco da igualdade (ou equidade) e pelo vermelho da fraternidade (ou solidariedade). 
 
Mas sem insistir no equívoco dos alemães que escolheram o verde. Pois os oceanos são tão ou mais importantes que a cobertura vegetal dos continentes para a conservação da biosfera. E azul com verde dá turquesa.

*Professor dos programas de Pós-graduação do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo e do Instituto de Pesquisas Ecológicas. www.zeeli.pro.br
 

Ultragaz recebe o selo Carbon Free

O plantio de 522 árvores compensa as emissões de CO? equivalentes a 82,52 toneladas de gases de efeito estufa emitidos durante o projeto Ultragaz Cultural.


 
A Ultragaz, líder e pioneira na distribuição de Gás LP (Liquefeito de Petróleo) há 75 anos no Brasil, incorporou a Sustentabilidade ao DNA da marca e possui políticas e diretrizes bem definidas, percebidas no dia a dia da companhia pelos valores compartilhados entre os funcionários, em todos os níveis da organização.

A Sustentabilidade na Ultragaz permeia diferentes esferas da companhia, desde o desenvolvimento de produtos que não agridem o meio ambiente a ações em comunidades carentes, campanhas informativas para os consumidores e projetos educacionais para os funcionários. 
 
É o olhar para o futuro que pauta a Ultragaz, pois a empresa acredita que é fundamental analisar o impacto que as decisões de hoje causarão nas próximas gerações.

Foi com esta orientação que a Ultragaz decidiu investir na compensação das emissões de GEE – Gases de Efeito Estufa, do projeto Ultragaz Cultural. O cálculo para estimar as emissões foi feito com base no consumo de combustível durante a locomoção da carreta do projeto e do funcionamento do gerador e do ar-condicionado, por meio da metodologia GHG Protocol.

A OSCIP Iniciativa Verde, organização ambientalista dedicada à busca pela redução de impactos ambientais provocados pelas atividades humanas, concedeu o selo Carbon Free à Ultragaz pela compensação de 82,52 toneladas de gases de efeito estufa decorrente da realização do Ultragaz Cultural de 2008 a 2011. 
 
Para isso, a companhia realizou o plantio de 522 árvores nativas da Mata Atlântica e realizará a manutenção da área restaurada pelo período de dois anos, com a finalidade de garantir que a floresta se desenvolverá, e ainda fará o monitoramento anual no local durante 30 anos.

O restauro florestal foi projetado a partir de critérios como máxima diversidade de espécies, divisão por classe de sucessão e condições específicas do local escolhido, visando restaurar a vegetação nativa da área o mais próximo possível de sua condição original. O restauro foi realizado nas áreas de preservação permanente de mata ciliar, localizadas nos limites do Bioma Mata Atlântica.

Para Daniela Gentil, Gerente de Sustentabilidade da Ultragaz, receber o selo é como completar um ciclo. “Esse é um dos principais projetos da área e representa o empenho da Ultragaz em levar arte a quem nunca teve acesso a esse tipo de manifestação cultural. 
 
Além disso, a empresa reforça seu compromisso social, cria valor para as comunidades onde atua, promove o desenvolvimento sustentável e reforça seu comprometimento com o meio ambiente. E, este ano, iremos manter a iniciativa, para compensar as emissões da edição de 2012 do Ultragaz Cultural”.

Ultragaz Cultural -O projeto Ultragaz Cultural leva arte e cultura a comunidades carentes há 10 anos. A iniciativa já proporcionou o primeiro contato com o teatro, a literatura, a música, a dança e o cinema para alunos de escolas públicas e crianças assistidas por entidades filantrópicas em todo o Brasil. O percurso, que inclui cidades de Norte a Sul do País, é realizado em uma carreta que comporta uma sala de cinema de 92 lugares.

Com o projeto Ultragaz Cultural, a Ultragaz cumpre com excelência a sua Missão de Sustentabilidade, que é contribuir com o desenvolvimento socioeconômico das comunidades, investindo em projetos educativos, culturais e de preservação ambiental com foco em sustentabilidade do negócio.

Desde 2008, quando o foco do projeto passou a ser o cinema, mais de 79 mil pessoas já foram impactadas. Darcia Cristina Dutra, Gestora da Escola Caic, de Cabo de Santo Agostinho (PE), explica a importância do projeto para as comunidades visitadas: 
 
“Quero agradecer à Ultragaz, pois esse projeto veio nos beneficiar com o cinema, e no Brasil o cinema ainda é muito caro e muitos desses alunos não têm nem merenda em suas casas e muito menos condições de pagar para ir ao cinema”.

www.ultragaz.com.br e 0800-70-10-123 |

Ouvidoria: ouvidoria@ultragaz.com.br e telefone (11) 3177-6481.

LED supera 100% de eficiência

Com informações da APS
 

Nas minúsculas magnitudes envolvidas, o calor 
ambiente é suficiente para prover ao LED a 
energia necessário para seu "super rendimento". 
[Imagem: Synopsis Image APS/Alan Stonebrake]


Emitindo mais energia que consome

Físicos conseguiram demonstrar na prática, pela primeira vez, que um semicondutor pode emitir mais energia do que consome.


O semicondutor é um diodo emissor de luz - um LED - que absorve energia na forma eletricidade e a emite na forma de luz.

Os cálculos teóricos que indicavam que isso era possível foram feitos há décadas.

A energia absorvida por um elétron que viaja através de um LED é igual à sua carga vezes a tensão aplicada, que causou seu movimento.

Mas se esse elétron ocasionar a emissão de um fóton, ou seja, se ele produzir luz, a energia do fóton emitido depende da chamada bandgap - a diferença de energia entre os elétrons da camada de condução e da camada de valência - que pode ser muito maior.

Ou seja, potencialmente a energia gerada pode ser maior do que a energia consumida.

Mas ninguém nunca havia visto isto acontecer na prática.

No limite inferior

Como, na maior parte dos casos, a grande maioria dos elétrons não produz fótons, o rendimento médio, em termos da luz emitida por um LED, fica abaixo da potência elétrica consumida.

Parthiban Santhanam e seus colegas do MIT (Massachusetts Institute of Technology) conseguiram produzir o efeito previsto pela teoria, ainda que, em seu LED, menos de 1 em cada 1.000 elétrons produza efetivamente um fóton.

Eles criaram um LED com uma bandgap muito estreita, e aplicaram uma tensão tão pequena que o componente funciona como se fosse um resistor.

A partir daí, eles começaram a cortar a tensão pela metade, reduzindo a potência elétrica por um fator de 4.

Mas o número de elétrons - e, por decorrência, a potência da luz emitida -, caiu apenas por um fator de 2.

Picowatts


Ao chegar a uma potência elétrica de entrada de 30 picowatts, os pesquisadores detectaram cerca de 70 picowatts de luz emitida.

Essa energia extra vem das vibrações da rede atômica do material, induzidas pelo calor ambiente - logo, o LED se resfria ligeiramente, como acontece nos trocadores de calor termoelétricos.

O experimento fornece luz insuficiente para a maioria das aplicações práticas.

Contudo, ele demonstra que aquecer os diodos emissores de luz aumenta sua potência de saída e sua eficiência.

Isso significa que eles podem se comportar como motores de calor termodinâmicos - mas provavelmente não nas altas velocidades de chaveamento que eles alcançam nos aparelhos eletrônicos modernos. Bibliografia:

Thermoelectrically Pumped Light-Emitting Diodes Operating above Unity Efficiency
Parthiban Santhanam, Dodd Joseph Gray, Jr., Rajeev J. Ram
Physical Review Letters
Vol.: 108, 097403
DOI: 10.1103/PhysRevLett.108.097403
 

BASF apresenta a sua primeira Casa de Eficiência Energética no Brasil

Cerca de três milhões serão investidos no projeto. A CasaE é um projeto construído com tecnologias que permitem economizar aproximadamente 70% do consumo de energia.


Construção será realizada em apenas seis meses, utilizando produtos e técnicas construtivas mais sustentáveis e eficientes.

A BASF, empresa química líder mundial, anuncia o lançamento da pedra fundamental de sua primeira Casa de Eficiência Energética no Brasil, a CasaE, projeto inovador que será construído em apenas seis meses, utilizando produtos e técnicas construtivas mais sustentáveis. Tal iniciativa aparece num momento em que as inovações no setor requerem ampla expertise, cooperação interdisciplinar e profunda compreensão da cadeia de valor da indústria, contando com a inovação como principal referência.

A casa estará localizada na Avenida Vicente Rao (zona sul de São Paulo) e reunirá, em um único espaço, tecnologias que atendem às demandas globais avaliadas pela BASF como grandes desafios para os próximos anos, que servirão como direcionadores de processos de inovação e sustentabilidade dentro da empresa. Dentre eles está o conceito de urbanização, com ramificações para os setores de construção e cuidados para o lar, já que no ano de 2050, cerca de 75% da população mundial viverá em cidades.

“O mercado da construção é estratégico para o crescimento da empresa nos próximos 10 anos. Esse é um dos motivos que levam a BASF a investir no desenvolvimento da CasaE. Queremos mostrar que o conceito construtivo (método, técnica e produtos) utilizado na CasaE pode ser utilizado em uma moradia comum, sendo totalmente factível ao mercado. Queremos, aos poucos, transformar a cultura da indústria da construção e de seus consumidores”, diz Alfred Hackenberger, Presidente da BASF para a América do Sul.

Para a construção da CasaE serão implementadas diversas soluções e inovações da BASF, que atuam diretamente na redução do consumo de água, energia e emissão de CO2. Além disso, o projeto vem apresentar respostas para questões fundamentais acerca do mercado da construção sustentável, como a rapidez dos processos, moradias mais acessíveis, a durabilidade dos materiais utilizados, seu reaproveitamento, e a saúde e conforto das pessoas que habitarão os espaços.

“O projeto traz muitas novidades para o mercado de construção brasileiro e coloca à disposição da indústria a mais diferenciada tecnologia em materiais de alta performance, eficiência energética e proteção climática. Nosso compromisso é transformar a química para oferecer soluções inovadoras e economicamente viáveis. Dessa forma, contribuímos com a construção de um futuro mais sustentável para as próximas gerações”, explica Hackenberger.

A BASF acredita que a sustentabilidade é um dos principais impulsionadores do crescimento e geração de valor. No futuro, estará ainda mais fortemente integrada às decisões de negócios.

“Como indústria química, queremos ser catalisadores dessa mudança, possibilitando uma nova cultura construtiva mais sustentável”, destaca Hackenberger.

Inovações a serviço do mercado -O grande destaque na CasaE é seu sistema construtivo. Consiste em um painel de cerâmica estrutural e fundação de alvenaria, paredes, piso e laje executados em Sistema EIFS – Exterior Insulation and Finish Systems – placas de poliestireno expandido da BASF, sob a marca Neopor®, e em Sistema ICF – Insulated Concrete Formwork – tijolos fabricados com esse mesmo material. Essas soluções proporcionam um isolamento térmico muito eficiente, por meio do qual é possível atingir uma economia de aproximadamente 70% de toda a energia consumida pela casa.

Estes produtos atendem às diferentes necessidades das atividades de construção, ajudam a conservação do consumo de energia e a reduzir as contas, aumentam o conforto. Permitem ainda a rápida construção, sem comprometer o design e a arquitetura.

Além disso, espumas especiais são aplicadas para o conforto acústico e térmico no interior da CasaE.

As dispersões e os pigmentos da BASF apresentam diferenciais para as tintas, vernizes, adesivos e materiais de construção aplicados na CasaE, bem como no controle da temperatura, contribuindo diretamente para a economia de energia.

Já os poliuretanos entram na CasaE na forma de soluções utilizadas para conforto térmico e redução no consumo de energia, além de oferecer compostos para construção de pisos drenantes, sob as marcas Elastocoat® e ElastopaveTM, que evitam que haja acúmulo de água no piso.

Os produtos químicos para construção aumentam a eficiência da hidratação do cimento, reduzindo o uso de água e emissões de CO2. Também estão presentes produtos voltados para revestimento, impermeabilizantes e antiderrapantes.

Para finalizar o processo de construção e oferecer cor e proteção especiais à CasaE, entram em cena as tintas imobiliárias Suvinil, marca da BASF e líder no segmento premium, e Glasurit, líder no segmento econômico e também pertencente à empresa.

A Suvinil AntiBactéria será utilizada na parte interna da residência, reduzindo 99% das bactérias nas paredes, proporcionando um espaço mais protegido, que privilegia a saúde e o bem-estar. Além disso, é a única marca de tintas imobiliárias a ter aprovação da Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) para tintas antibacterianas. Já a linha de acrílicos Suvinil Contra Mofo e Maresia, que resiste às intempéries, e a Glasurit Alvenaria, que oferece maior rendimento, cobertura e durabilidade, serão aplicadas na parte externa da casa.

Os produtos da BASF presentes na CasaE e seus diferenciais: .Acronal®: emulsão acrílica – usada em argamassas, impermeabilizantes, selantes, tintas decorativas, vernizes e esmaltes base água. Proporciona uma redução de 70% de compostos orgânicos voláteis (VOC).

. Basotect®: espuma especial – promove elevado conforto acústico, muito utilizado em forros e paredes. Além disso, é o único produto dessa categoria que é retardante de chamas.

. Elastocoat®: elastômero de poliuretano – altamente versátil e durável, funciona como ligante ou membrana impermeabilizante, podendo ser aplicado em superfícies irregulares sem desperdício.

.ElastopaveTM: composto de poliuretano - misturado a pedras ou cascalhos, funciona como uma supercola, formando superfícies resistentes e drenantes.

. Elastopor®/Elastopir®: espuma rígida de poliuretano – proporciona maior conforto térmico, reduz o consumo de energia e apresenta rapidez no processo de instalação.

. Glenium®: hiperplastificante – aumenta a eficiência da hidratação do cimento, reduzindo o uso de água em 40% em relação aos processos convencionais e de emissões de CO2 durante a obra.

. Micronal®: microcápsulas poliméricas – utilizadas em massas e argamassas, ajudam a manter a temperatura do ambiente, reduzindo em 1/3 o uso de ar-condicionado.

. Neopor®: poliestireno expansível (EPS) que contém partículas de grafite que funcionam como absorvedores de infravermelho - pode reduzir drasticamente o consumo de energia por resfriar casas em climas quentes e úmidos. Apresenta performance de isolamento térmico acima de 20% em relação ao EPS convencional.

. Sicopal®/Paliogen® preto: pigmentos para gerenciamento de calor – permite a não absorção de radiação solar, mantendo a superfície pintada fria.

. Sonoguard®: revestimento impermeabilizante antiderrapante - ideal para lajes, estacionamentos, rampas etc.

. Tinta Acrílica Suvinil AntiBactéria – reduz 99% das bactérias presentes nas superfícies por 2 anos.

. Tinta Acrílica Suvinil contra Mofo e Maresia – resistente à ação do sol, da chuva, maresia, umidade. Evita fungos e algas em regiões úmidas.

. Tinta Imobiliária Glasurit Alvenaria: tintas decorativas – oferece rendimento, alta cobertura e durabilidade.

. Verniz Suvinil Ultra Proteção – protege contra fungos, sol e chuva, com 8 anos de garantia.

O escritório de arquitetura Athié Wohnrath é parceiro da BASF na concepção do projeto e na construção da CasaE.

Perfil-A BASF é a empresa química líder mundial: The Chemical Company. Seu portfólio de produtos oferece desde químicos, plásticos, produtos de performance, produtos para agricultura ate petróleo e gás. Nós combinamos o sucesso econômico, responsabilidade social e proteção ambiental. Por meio da ciência e da inovação, nós possibilitamos aos nossos clientes de todas as indústrias a atender as atuais e as futuras necessidades da sociedade. Nossos produtos e soluções contribuem para a preservação dos recursos, assegurando alimentação e nutrição saudáveis, e ajudando a melhorar a qualidade de vida. Nós resumimos essa contribuição em nossa estratégia corporativa: “We create chemistry”, em português “Nós transformamos a química para um futuro sustentável. A BASF contabilizou vendas de cerca de €73,5 bilhões em 2011 e contava com mais 111.000 colaboradores no final do ano. As ações da BASF são negociadas atualmente nas bolsas de valores de Frankfurt (BAS), Londres (BFA) e Zurique (AN). [ www.basf.com ]ou nos perfis corporativos da empresa no Facebook (BASF Brasil) e no Twitter (@BASF_brasil).

As vendas na América do Sul totalizaram, aproximadamente, €4,4 bilhões de euros em 2011 (Esse resultado abrange os negócios realizados pelas empresas do Grupo na região, incluindo a Wintershall - empresa situada na Argentina, voltada a produção de óleo cru e gás). Na América do Sul, a BASF contava com mais de 6.200 colaboradores em 31 de dezembro de 2011. 

Projeto de construção sustentável será apresentado na Rio + 20

Até o próximo dia 30, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) e o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds) deverão concluir o projeto Construção Sustentável, que será apresentado na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho, no Rio.


 
O projeto tem o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), Organização Mundial do Trabalho (OIT) e de bancos multilaterais. A ideia é preparar o projeto e tentar trabalhá-lo no mundo inteiro, disse à Agência Brasil o presidente da Cbic, Paulo Safady Simão.

O projeto de mudança completa do setor da construção no Brasil vem sendo estudado há cerca de três anos. Ele prevê a integração entre as áreas de sustentabilidade e inovação tecnológica. 

A inspiração veio de experiência feita na Inglaterra que, segundo Simão, tomou para si a responsabilidade de fazer o melhor país sustentável do mundo.

O projeto engloba um conjunto de ações que visa à sustentabilidade do setor em todos os sentidos, disse Simão Para ele, isso implica a substituição de materiais na industrialização e semi-industrialização. "Nós estamos falando de resíduos sólidos, de água, de iluminação, de conforto, de emissão de gases. Isso é conseguido por meio de inovação tecnológica”. 

 A substituição de materiais vai racionalizar a construção, diminuir perdas. A meta é usar equipamentos modernos que se aproximem da emissão zero de carbono. “Nós temos que perseguir isso”.

O problema, segundo Simão, é “vender” essa ideia a um parque formado por cerca de 170 mil empresas e produzir uma mudança de comportamento e de cultura significativa. Na sua opinião, esse não é um problema só do Brasil., mas universal.

A construção sustentável trará benefícios para o planeta, que já enfrenta problemas de alteração do clima, devido à emissão de gases poluentes. De acordo com pesquisa do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, a sigla em inglês), o setor da construção civil responde por 40% da energia consumida em todo o mundo e por 35% das emissões de carbono. 

 “Temos que modernizar o processo de construção para reduzir isso. Essa é uma grande contribuição que o setor vai dar”.

Para a sociedade brasileira, Simão disse que além do benefício ambiental, o projeto representará ganhos em termos de vida útil de uma construção, estimada em 50 anos. 

 Os custos com energia, água e saúde durante a vida útil de um imóvel serão resolvidos “quando você planejar profundamente um projeto e criar condições para que essa construção, ao longo de 50 anos, seja muito mais sustentável do que é hoje. O ganho para a população é fantástico”. 

O presidente da Cbic lembrou que o planejamento de uma construção sustentável deve visar à preservação da natureza para as gerações futuras.

Para que o Brasil consiga, entretanto, executar o projeto de construções sustentáveis, terá que vencer alguns desafios, entre eles a reformulação dos modelos, de materiais e do próprio processo de construir, incluindo a mudança de cultura dos empresários do setor.

A parceria com o Cebds não se esgotará na Rio+20, explicou Paulo Simão. A Cbic vai fazer parte da Câmara Técnica da Construção, do conselho, para a elaboração conjunta de outros projetos.

Aconvap promove a 1ª edição da Partilha do Conhecimento com o tema A Construção Sustentável e a certificação de LEED no Brasil



São Paulo - A Associação das Construtoras do Vale do Paraíba (Aconvap) iniciará o programa "Partilha do Conhecimento" de 2012 no dia 14 de março, às 18h30, no auditório da Câmara Municipal abordando o tema:
"A Construção Sustentável e a certificação de LEED no Brasil".
O palestrante, Marcos Casado, engenheiro civil com especialização em Administração e Gestão Ambiental abordará assuntos que relacionam a construção civil e a sustentabilidade, além de apresentar a importância do tema, dados estatísticos dos benefícios ambientais, sociais e econômicos, barreiras do mercado a serem vencidas e quais são os passos para a implantação do Certificado Internacional LEED (Leadership in Energy and Environmental Design).


Marcos já atuou como engenheiro residente, orçamentista e coordenador em diversas obras comerciais, residenciais e industriais. 
Atualmente trabalha como gerente técnico da Green Building Council Brasil, onde dissemina o conceito da construção sustentável e da certificação de LEED em todo o Brasil. 
Ele acredita que para todos os profissionais envolvidos na construção civil é de extrema importância conhecer as possibilidades de realizar um trabalho mais sustentável.


"O impacto que a construção civil causa no planeta é muito grande. Somos hoje, um dos que mais prejudicam o ambiente no quesito extração, consumo e geração de resíduos sólidos urbanos. 
O objetivo deste encontro é viabilizar empreendimentos sustentáveis que reduzam esses impactos e melhorem o custo de operação, trazendo não só um retorno operacional mais rápido como também preservando o ambiente", afirma o engenheiro.


As inscrições são gratuitas e vão até 12 de março. 
Basta encaminhar o nome, empresa, cargo e telefone para o email: aconvap@aconvap.com.br ou priscila@aconvap.com.br.

Glass Beach: a praia que fez do lixo um tesouro

Anos de depósito irregular de resíduos deram lugar a um tapete de pedrinhas cristalinas de vidro lapidado que brilham à luz do sol na Califórnia

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Vanessa Barbosa, de

São Paulo - Um lixão digno de visita. Você já imaginou ouvir uma frase assim? Por mais irônica que pareça, ela se aplica com perfeição a uma exótica praia nos Estados Unidos que transformou anos de depósito irregular de lixo em uma atração turística de beleza rara - a Glass Beach (Praia de Vidro, no português).

 
Localizada em Fort Bragg, na Califórnia, ela é formada por um tapete de pedrinhas de vidro que brilham à luz do sol. O vidro é proveniente do lixo doméstico que moradores da região descartavam ali no início do século XX.

A área também servia de depósito para eletrodomésticos e até mesmo carros velhos, segundo o site oficial da atração. A situação chegava a tal descontrole que, às vezes, incêndios eram provocados para reduzir o tamanho da pilha de lixo.

Foi só em 1967 que o governo local e o North Coast Water Quality Board (Conselho de Qualidade da Água do Litoral Norte) resolveram por um fim à prática ilegal, fechando a praia e dando início a programas de limpeza e recuperação ambiental.

No entanto, ao longo dos anos, o movimento das águas do mar batendo na areia da praia foi quebrando e lapidando os pedaços de vidros, o que tornou difícil a tarefa de separação dos cacos de vidro das pedrinhas da areia. É a Natureza solucionando um erro humano.

Atualmente, a Glass Beach é uma área de proteção ambiental aberta a visitação turística e, apesar de ser oficialmente proibido vasculhar a areia, muitos visitantes ainda retiram pedrinhas de vidro lapidado para levar para casa como lembrança. A praia também é famosa por seu leque variado de caranguejos, moluscos e plantas aquáticas.

Fonte: Exame.Abril