Google faz homenagem às Cataratas do Iguaçu

Motivo é a descoberta das quedas em 1541 pelo espanhol Álvar Nuñes Cabeza de Vacca

O maior buscador da internet, o Google, está celebrando a descoberta das Cataratas do Iguaçu em 1541 por Álvar Nuñes Cabeza de Vacca. 

Quem acessar a página inicial do buscador nesta terça (31) vai encontrar o logotipo da empresa redesenhado com a imagem das Cataratas do Iguaçu, que fica localizado entre Foz do Iguaçu (Brasil) e Puerto Iguazú (Argentina). 

À direita está o espanhol que descobriu as quedas. 

Ao clicar, o internauta é direcionado para uma busca com as palavras Cataratas do Iguaçu para conhecer mais sobre o maior conjunto de quedas d´água do mundo.

As quedas fazem parte do Parque Nacional do Iguaçu, patrimônio natural da humanidade há mais de 70 anos e que soma 225 mil hectares.

Mudança na logo: Os doodles consistem em mudanças no visual do logotipo do Google para celebrar feriados, aniversários e as vidas de cientistas e artistas famosos. 


Seja o primeiro dia da primavera, o aniversário de Albert Einstein ou os cinquenta anos da descoberta do DNA, a equipe do Google sempre encontra um jeito de celebrar esses eventos únicos com arte.


Pesquisa lista 100 empresas mais sustentáveis do mundo

Na corrida para incluir a sustentabilidade entre as questões mais importantes do mundo corporativo, o Brasil está aos poucos alcançando uma boa posição entre as nações industrializadas. 
 
 
Pelo menos é o que indica o relatório Corporate Knights 2012 das 100 Corporações Mais Sustentáveis do Mundo. 
 
No documento, a brasileira Natura figura como segunda colocada, e outras duas empresas do país foram incluídas, indicando que o Brasil pode estar no caminho certo para a sustentabilidade empresarial.

O relatório, que já está em sua 8ª edição e é sempre apresentado no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, é desenvolvido pela Corporate Knights, firma canadense de mídia e de finanças dedicada à promoção de práticas corporativas responsáveis e ao desenvolvimento da sustentabilidade social e ambiental.

Para criar a classificação, a Corporate Knights trabalha com os rankings de outras três organizações - Global Currents, Inflection Point Capital Management e Phoenix Global Advisors -, que selecionam cerca de 400 empresas de uma lista de quase quatro mil.

A partir dessas 400, o grupo de pesquisa da Corporate Knights seleciona as 100 mais sustentáveis através de 11 critérios ambientais, sociais e de governança. Se esses critérios não são divulgados pelas empresas, elas são penalizadas e perdem pontos, o que pode acarretar em uma queda na classificação.

Embora admita que essa abordagem tem falhas, a Corporate Knights alega que ela ajuda a diagnosticar "maus comportamentos" em diversas áreas, e é capaz de mensurar o progresso em vários aspectos.

"Essa abordagem não é perfeita. Ela não compreende a contaminação de ecossistemas, grilagem de terras na África, táticas de lobby clandestinas ou mau tratamento de civis em outros países (ainda não, pelo menos). Mas podemos sempre lançar uma luz nas empresas que estão se comportando mal em diferentes áreas. O que a abordagem faz é estabelecer algumas regras básicas objetivas e transparentes para medir o progresso", diz o relatório.

"Não há modelo perfeito para medir a sustentabilidade da mesma forma que nenhum modelo financeiro pode antecipar perfeitamente os movimentos nos preços das ações. No entanto, sentimos que nosso modelo é o mais sofisticado, objetivo e com abordagem de dados mais direcionada", justificou Doug Morrow, vice-presidente de pesquisa da Corporate Knights.

"Se você pode pontuar objetivamente as companhias por critérios significativos e esses pontos puderem ser usados para influenciar forças de mercado, será possível desviar capital de firmas ineficientes e irresponsáveis para as mais produtivas e responsáveis", acrescentou ainda Toby Heaps, presidente da Corporate Knights.

O primeiro lugar geral na lista ficou com a dinamarquesa Novo Nordisk, companhia de medicamentos que é líder mundial no tratamento de diabetes. Segundo o documento, o que levou a Novo Nordisk para o topo da lista foi a combinação entre a filosofia empresarial, o estímulo para reduzir a pegada de carbono e a venda de remédios com desconto para países pobres.

"O principal fundamento da Novo Nordisk é a linha tripla, porque é isso que está protegendo nossa licença para operar. Isso obriga todos na companhia não apenas a ver que nos tornamos um bom negócio - essa é a linha financeira - mas que fizemos isso de uma forma que é social e ambientalmente responsável", comentou Lars Rebien Sorensen, presidente e CEO da firma.

A brasileira Natura foi a segunda colocada. Mas a empresa de cosméticos não foi a única do país a figurar na lista. O 61º lugar ficou com o banco Bradesco, e o 81º, com a Petrobras.
"Dentro de seu grupo industrial, a Natura se tornou a melhor em produtividade de energia, comparada ao ano anterior, quando era apenas a terceira melhor entre seu grupo industrial. Ela também se tornou a segunda melhor em produtividade de resíduos na avaliação deste ano, e estava entre as principais em 2011", explicou Morrow.

Em relação aos países que mais apresentam firmas sustentáveis, o Reino Unido ficou em primeiro lugar, com 16 companhias. Em seguida, vieram o Japão, com 11 empresas, a França e os Estados Unidos, com oito cada um, e a Austrália, com sete. Entre as nações emergentes, o Brasil teve três firmas incluídas na lista, a Índia, a África do Sul e a Coreia do Sul, uma empresa cada , e a China, nenhuma.

Para Heaps, além dos investimentos maiores e em maior quantidade, a sustentabilidade nos países industrializados também é estimulada por regulamentações e pela maior transparência política e econômica dessas nações.

"A companhias europeias têm a melhor transparência globalmente, e as do Reino Unido mantiveram alguma distância da queda do euro que tem atormentado o continente, então os números de produtividade delas se mantiveram melhor do que os das empresas similares do continente."

Apesar disso, o relatório indica que nos países emergentes, bem como no mundo todo, a sustentabilidade empresarial também está se desenvolvendo. "É possível que as companhias de alguns países estejam superando outras, mas a comunidade corporativa como um todo está fazendo mais do que há cinco anos. 
Os níveis de desempenho estão aumentando globalmente", declarou Aron Cramer, CEO da BSR.

Nesse contexto, o documento alerta ainda que o papel das 100 empresas do ranking é importante, pois estimula o mesmo comportamento por outras companhias. 
 
"Em um ano em que Wall Street foi ocupada e o capitalismo se tornou uma palavra ruim, as 100 companhias globais servem como embaixadoras para um tipo de capitalismo melhor e mais limpo, que acaba por ser mais rentável", concluiu Heaps.
 
Fonte: Instituto Carbono Brasil

 

CARREFOUR ELIMINA O USO DE SACOLAS PLÁSTICAS EM 73 LOJAS DO ESTADO DE SÃO PAULO

 
Ação faz parte da campanha “Vamos Tirar o Planeta do Sufoco”, que teve início no dia 25 de janeiro.

Primeira rede do Brasil a eliminar o uso de sacolas plásticas, o Carrefour dá mais um importante passo para cumprir seu compromisso de banir totalmente o uso das tradicionais sacolinhas de todas as suas unidades, fortalecendo sua política sustentável voltada para a promoção do consumo consciente. 

Desde o dia 25 de janeiro, data que marcou o aniversário da capital paulista, as 73 unidades Carrefour e Carrefour Bairro do Estado de São Paulo aderem à campanha “Vamos Tirar o Planeta do Sufoco”, promovida pela Associação Paulista de Supermercados – APAS, com o apoio do Governo do Estado de S. Paulo, da Prefeitura Municipal de São Paulo e do varejo supermercadista.

Para ajudar seus clientes nesse processo de mudança na maneira de transportar suas compras, o Carrefour promoveu um programa de informação e conscientização, para 32 mil colaboradores que atuam nestas unidades, sobre os danos causados pelas sacolas, soluções alternativas de transporte de compras e como manejar corretamente o lixo doméstico. 

Além da estratégia de comunicação desenvolvida pela APAS, o Carrefour lançou no dia 03 de janeiro uma campanha voltada ao tema, que contempla sinalização no ponto de venda e folhetos explicativos.

“Recebemos mensalmente nas lojas de São Paulo cerca de 7,5 milhões de clientes, o que mostra o importante papel que o Carrefour tem para mobilizar a população em prol de hábitos de consumo mais sustentáveis, que contribuam diretamente na preservação do meio ambiente. 

Por isso, acreditamos que o sucesso desta iniciativa está totalmente ligado ao trabalho conjunto do poder público, iniciativa privada e sociedade civil”, reforça Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade do Carrefour Brasil.

O sortimento de embalagens reutilizáveis foi ampliado para garantir total comodidade aos clientes no momento de suas compras. A tradicional Sacola Reutilizável Carrefour, feita em ráfia e que suporta 35 kg, está disponível agora em oito estampas diferentes, com preço de R$ 2,90. 

Para quem esquecer sua embalagem sustentável, há também uma sacola 100% biocompostável, produzida com base em uma resina especial derivada do milho, que conta com matéria-prima renovável e é biodegradável em até dois anos. 

Esta opção é comercializa a R$ 0,19. Para completar, as lojas oferecerão caixas de papelão gratuitamente.

A eliminação do uso das tradicionais sacolas plásticas é um compromisso mundial do Grupo Carrefour e já é uma realidade em países como França, China e Polônia. 

No Brasil, este movimento teve inicio na loja Carrefour Piracicaba, primeira da rede a adotar a medida sustentável em março de 2010, que já foi estendida para as cidades de Belo Horizonte e Jundiaí, totalizando 23 unidades.

Informações para imprensa:

Andreoli MSL: 11-3169-9365
Anne Caroline Fadul
anne.fadul@br.mslworldwide.com
Carolina Dias
carolina.dias@br.mslworldwide.com
Luana Pablos
luana.carvalho@br.mslworldwide.com
Luciane Gellermann
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Onda verde em formação

Fonte: O Globo
Brasil - Em apenas dois anos, 40% dos novos prédios comerciais do Rio deverão ser considerados edifícios verdes. 
 
A estimativa é da consultoria Cushman & Wakefield, que fez o levantamento no segundo trimestre do ano passado, levando em conta lançamentos já previstos para até 2013. 
 
 
A maioria dos novos edifícios ficará na região do Centro. Hoje, 2,5% dos prédios comerciais da cidade são classificados como verdes.

"Ser sustentável pode ser o fiel da balança na hora de uma empresa se instalar nesse ou naquele prédio. Por isso, cada vez mais incorporadoras investem em prédios comerciais sustentáveis", explica João Pacheco, diretor de Engenharia e Sustentabilidade da Cushman & Wakefield.

Prova disso é que crescem os pedidos de certificações de sustentabilidade no país. Só do selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), o aumento em 2011 foi de 140% em relação ao ano anterior, o que fez com que o país subisse do quinto para o quarto lugar no ranking dos países com mais edificações em certificação (429, no final do ano passado). Organização responsável pelo selo, o Green Building Council (GBC) faz o ranking nos 131 países em que está presente. 
 
À frente do Brasil, apenas Estados Unidos, China e Emirados Árabes Unidos.

"O Brasil registra crescimento muito bacana do setor. No último trimestre, recebemos um pedido por dia. E a tendência é que isso aumente à medida que as pessoas vejam os resultados econômicos de se instalarem em construções com características sustentáveis", destaca Marcos Casado, gerente técnico do GBC Brasil.

Segundo Casado, 20% dos edifícios que pedem a certificação não conseguem obtê-la. Ou seja, a vontade de ser ou parecer verde ainda é maior que a prática.

"Para receber o selo, é preciso atender a oito pré-requisitos com parâmetros mínimos. Nem todos conseguem atingi-los Mas isso já mostra que existe uma preocupação", diz Casado.

De qualquer forma, a tendência é clara. O selo Aqua, da Fundação Vanzolini, é outro que apresenta crescimento. Líder no número de certificações concedidas no país (50 até o fim de 2011, o dobro de 2010), o Aqua começou em 2008 analisando apenas prédios comerciais. 
 
Em 2010, lançou o selo para projetos habitacionais. Em 15 meses, foram certificados 13 prédios residenciais e um condomínio com 80 casas, quase todos no estado de São Paulo. Há propostas para outros seis empreendimentos.

"Esperamos fechar 2012 com ao menos 90 empreendimentos certificados no país. As pessoas se sentem orgulhosas quando sabem que moram numa casa sustentável, por exemplo", diz Bruno Casagrande, executivo de negócios da Fundação Vanzolini.

No setor residencial, o ritmo de crescimento ainda é bem lento

Custo maior inviabilizaria investimento em projetos habitacionais

A ideia de viver numa casa ou num apartamento sustentável pode até agradar a muita gente. Mas o fato é que encontrar imóveis assim no mercado ainda é difícil. Enquanto as empresas parecem já ter percebido que os custos maiores na construção desses prédios são rapidamente compensados pela economia em sua manutenção (cerca de 30% a 40% na redução do consumo de água e energia, por exemplo), o consumidor final ainda parece reticente quanto a gastar mais na hora da aquisição.

"O cliente do prédio residencial ainda tem uma questão emocional forte com a compra do imóvel no Brasil. No comercial, existe uma preocupação econômica importante, sem falar nos ganhos em imagem para a empresa", explica Marcos Casado, gerente técnico do GBC Brasil, que destaca ainda a grande redução nos custos de obras sustentáveis. "O investimento das indústrias do setor vem barateando os custos".

Políticas públicas poderiam incentivar setor sustentável
Segundo dados de mercado, um empreendimento sustentável, que já foi 30% mais caro que o comum, hoje custaria mais caro entre 1% e 7%. Em alguns casos, nos Estados Unidos, seria de apenas 0,5%.

Para os especialistas, faltam no Brasil políticas públicas claras para o setor, que poderiam incentivar o surgimento de mais empreendimentos sustentáveis, não só na área residencial, mas também na comercial, industrial, de clínicas, shoppings... Prova disso é que dos 12 estádios em construção para a Copa de 2014, apenas o de São Paulo não entrou com o pedido para a certificação LEED. 
 
O motivo da adesão? Uma linha de financiamento disponibilizada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com taxa de juros reduzida e maior prazo de pagamento para quem garantisse o selo.

Principal financiadora da compra da casa própria no país, a Caixa Econômica estuda meios de também conceder benefícios tanto para quem comprar um imóvel sustentável, quanto para as construtoras que investirem em projetos que obedeçam aos critérios de sua própria certificação, o Selo Azul, criado em 2010.

"Como os nossos empreendimentos são voltados para baixa renda, os custos mais altos ainda inviabilizam esse tipo de investimento por parte das construtoras. Mas desde que criamos o selo recebemos muitas consultas sobre os seus critérios e acredito que boa parte dos novos projetos já deverá atender a esses requisitos", diz Mara Luiza Motta, gerente nacional de meio ambiente em exercício da Caixa.

Para Cristina Montenegro, um dos membros do Conselho Brasileiro da Construção Sustentável, o que falta no Brasil é uma conjunção de fatores que permitam a consolidação da construção civil sustentável no país. Segundo ela, o setor tem todas as condições para ser um dos primeiros a fazer a transição para a economia verde. Só precisa de incentivos: 
 
"Não dá para dizer que não temos tecnologia, profissionais ou consumidores interessados. O que falta é a integração de todos esses fatores, o que só acontecerá quando o setor estiver mais maduro. 
 
Temos indústrias investindo em produtos menos poluentes, universidades pesquisando e gente preparada, o que mostra que a construção está no caminho da sustentabilidade."

Sustentabilidade: Projeto Superação Profissional oferece cursos gratuitos para comunidade do interior paulista

A proposta, desde o início do Projeto, em fevereiro de 2011, foi a de utilizar nos cursos de Inclusão Digital os sistemas opensource para usuários finais 

Por Superfort
 

 
Uma das palavras de ordem no contexto da gestão atual é "sustentabilidade".
O termo "sustentável" provém do latim sustentare (sustentar; defender; favorecer, apoiar;conservar, cuidar).


Na contemporaneidade, enfrentamos problemas tanto ambientais como sociais que, independente de posturas políticas e ideológicas, pedem alguma solução.

Neste contexto, o conceito de sustentabilidade está relacionado com o da responsabilidade social das organizações. O tema tem sido amplamente discutido e muitas ações são realizadas.

Neste artigo, queremos mostrar a iniciativa de uma empresa localizada na cidade de Rio Claro, interior do Estado de São Paulo, que, com poucos recursos e muito boa vontade, está fazendo a diferença e serve de exemplo a ser pensado no setor da educação.

Trata-se de um projeto de inclusão digital e profissional que disponibiliza cursos gratuitos à comunidade local. Os professores dos cursos são colaboradores da empresa. A empresa, além de doar os equipamentos, disponibiliza para os colaboradores voluntários 3 horas semanais, durante as quais em vez de desempenharem suas atividades na empresa, estão contribuindo com a comunidade no âmbito mais importante, o socioeducacional com foco na profissionalização.

A proposta, desde o início do Projeto, em fevereiro de 2011, foi a de utilizar nos cursos de Inclusão Digital os sistemas opensource para usuários finais. Para tanto, foi implementado o sistema operacional Linux Unbuntu e o pacote de aplicativos LibreOffice, com os quais os alunos aprendem os conceitos básicos de edição de textos, planilhas de cálculos eapresentações em slides.

A maior dificuldade em manter um projeto com uma sala com dez computadores e acesso à internet, além de profissionais que detém o conhecimento técnico e softwares para treinamento, é o custo alto. No aspecto econômico, isso implica na aquisição de software, contratação de professores, compra e manutenção de equipamentos, bem como a infra-estrutura.

É importante ressaltar a vantagem para o projeto de responsabilidade social e Inclusão Digital que utilizam Software Livre. Pesquisa realizada pela empresa SuperSoft resultou na busca pelo software livre e a relação custo-benefício que ele representa para o Projeto como um todo, pois não implica em custos de licenciamento e instalação. 

Além disso, existe o desafio de elaborar o material didático para uso em sala de aula, apostilas, plano de aulas e mapas de atividades e encontramos o apoio necessário com a Comunidade LibreOffice, os quais forneceram prontamente as apostilas para serem usadas no curso de Inclusão Digital – Informática Básica.

Para os demais cursos são utilizados os sistemas desenvolvidos para SuperSoft e disponibilizados para os alunos uma versão didática, viabilizando estudar em casa, para aqueles que possuem equipamentos.

No 1º semestre de 2011, Superação Profissional recebeu algumas doações de equipamentos usados de empresas privadas para apoiar o trabalho que está sendo realizado. Estas doações proporcionaram a troca e melhoria dos equipamentos que estavam em uso, contribuindo para a melhoria da infra-estrutura. Com essas doações, foram disponibilizados 6 monitores usados que puderam ser sorteados entre os alunos, o que gerou uma satisfação muito grande para eles.

Desde fevereiro, este projeto de responsabilidade social está sendo um sucesso e a procura aumentou muito no 2º semestre, sendo possível iniciar onze novas turmas de cursos básicos, duas de Auxiliar de Livros Fiscais, três de Auxiliar de Recursos Humanos, duas turmas de Auxiliar de Contabilidade e três turmas de Informática. Além disso, o interesse de voluntários em participar do projeto também teve destaque, agora conta com quatro voluntários que dedicam parte do seu tempo livre para ensinar. Com esta equipe de voluntários o Projeto Superação Profissional atende um número maior de alunos interessados em melhorar seus conhecimentos e dedicar–se a uma profissão para ser absorvido pelo mercado.

É importante ressaltar que os tutores são voluntários/colaboradores de empresa SuperSoft e, com o apoio de novos voluntários, o resultado esperado na formação de mão-de-obra qualificada será maior.

O resultado de todo este trabalho foi a certificação de 41 alunos das primeiras turmas no dia 07/11/2011 com a presença do prefeito Du Altimari e a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Rosana Pinhatti Altimari, entre outras autoridades da atual administração da cidade de Rio Claro, bem como o diretor da empresa SuperSoft Sistemas, Alexandre Cesar de Mattos, Ana Claudia Cesar de Mattos, idealizadora do Projeto Superação Profissional e Ana Sanchez, Coordenadora do Projeto.

Esses alunos receberam o Certificado de Conclusão dos cursos básicos de Informática, Auxiliar de Livros, Folha de Pagamento e Contabilidade e fazem parte do projeto de responsabilidade social mantido pelas empresas SuperSoft Sistemas e Talklink em parceria com o Fundo Social de Solidariedade da cidade de Rio Claro.

Para 2012 serão lançadas novas turmas com projetos para novos cursos, de acordo com a demanda existente.

Conheça mais o Projeto Superação Profissional acessando os links: 

Fim das sacolas plásticas nos supermercados em SP já reflete na indústria


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Sacolas retornáveis são recomendadas para substituir as plásticas
Os supermercados do estado de São Paulo deixarão de distribuir as sacolas plásticas a partir de hoje, 25 de janeiro, mas os efeitos financeiros nas empresas do setor já são sentidos pela indústria, segundo revelou reportagem de Érica Fraga, da Folha de S. Paulo, publicada nesta segunda-feira (23), na qual consta a informação de que as encomendas do material despencaram.

"O varejo já cortou pedidos, e isso começa a gerar demissões e cortes de gastos pelas empresas do setor", afirmou Miguel Bahiense, presidente do Instituto Socioambiental dos Plásticos, entidade que representa a indústria. Segundo um empresário que pediu para não ter o nome revelado, "a maioria dos clientes de São Paulo não renovou os pedidos".

Bahiense observou que ainda não é possível estimar o prejuízo inicial do acordo firmado entre o governo de São Paulo e a entidade que representa os supermercados para o banimento das sacolas. Contudo, a mudança é fruto de um acordo, não tem força de lei, participam os estabelecimentos que quiserem.

No caso de adesão, a partir de quarta-feira, os consumidores terão de levar a própria ecobag ou carrinho de feira para sair do supermercado com as compras. Na melhor das hipóteses, o cliente vai ganhar do estabelecimento uma caixa de papelão usada ou precisará comprar uma sacolinha biodegradável por R$ 0,19. Alguns especialistas afirmam que essa sacola deixa de resolver o problema, porque não há compostagem capaz de degradar lixo orgânico no país.

Mas a sacola compostável é a que melhor se adapta à realidade de lixões e de aterros sanitários, onde elas se degradam em até dois anos. Sem coleta seletiva, o plástico vai para o mesmo lugar e demora mais de cem anos para se decompor.

Apas promove campanha

Fazer com que os supermercados paulistas deixem de distribuir sacolas plásticas para embalar compras dos clientes é o principal objetivo da campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco. Segundo a Associação Paulista de Supermercados (Apas), responsável pela iniciativa que vai até o dia 29 de janeiro, os estabelecimentos associados vão adotar a mudança em 150 cidades onde residem 80% da população do estado. “Vamos ter ainda alguns pequenos associados, que estão em cidades pequenas também, que não foram mobilizados”, explicou o diretor de sustentabilidade da Apas, João Sanzovo.

A campanha segue um esquema piloto adotado há um ano e meio em Jundiaí que, de acordo com pesquisa encomendada pela associação, foi aprovado por 77% da população. “A campanha só deu certo em Jundiaí porque houve apoio do cidadão, os consumidores que ficaram felizes de ter uma forma de contribuir para o meio ambiente”, observou Sanvozo.

Com o fim da distribuição das sacolas plásticas, os consumidores terão de optar entre as sacolas retornáveis ou biocompostáveis, feitas de amido de milho, vendidas nos estabelecimentos. A primeira opção, que pode ser usada várias vezes, é apontada como preferencial.

A ideia é contribuir para a diminuição de um problema ambiental causado pelo descarte das 2,4 bilhões de sacolas plásticas distribuídas todos os meses no estado. “Nós vamos estar mudando a nossa cultura, a nossa forma de comercializar, de pensar, educando os nossos clientes sobre a importância dessa mudança cultural”, ressaltou Sanzovo, que revelou que a ação foi amadurecida por cinco anos antes de ser lançada.

Nova realidade

A partir desta semana, o Grupo Pão de Açúcar promete retirar as sacolinhas plásticas em 700 supermercados, hipermercados e drogarias do estado de São Paulo, em conformidade com a política adotada por outras instituições da Apas). A redução do preço das sacolas retornáveis é outra novidade. "O preço deverá cair de R$ 2,99 para R$ 1,99 para estimular o consumo das sacolas retornáveis", adiantou à Folha Hugo Bethlem, vice-presidente executivo de relações corporativas.

As sacolinhas plásticas biodegradáveis de amido de milho também serão vendidas pelos supermercados da rede e custarão R$ 0,20 cada. Na avaliação de Bethlem, entretanto, a expectativa é que o consumidor escolha o produto apenas para emergências. "Em Jundiaí, onde testamos o produto há mais de um ano, as sacolinhas de amido de milho representam apenas 5% do total das vendas", afirmou o executivo.

Em fevereiro, a rede iniciará em São Paulo a venda de sacolas feitas com plástico verde, de longa duração, que também devem custar R$ 2,99. "É o conceito de duração para a vida toda, feita com plástico verde e que o consumidor poderá trazer até mesmo desgastada, que faremos a troca", garantiu Bethlem.

Avenida Paulista é modelo de acessibilidade no Brasil


Foto: sapiamaia

O número é grandioso e surpreende muita gente: segundo dados do Censo 2010, realizado pelo IBGE, há no Brasil, hoje, 45 milhões de pessoas que declaram ter algum tipo de deficiência – quase 24% da população. 

Desse total, cerca de 13 milhões de brasileiros disseram viver com alguma deficiência grave (motora, visual ou mental). O país tem o enorme desafio de dar cidadania plena a essas pessoas. Mas mesmo o direito mais básico de todos – o de ir e vir livremente por todo o território nacional – ainda está longe de ser alcançado. A locomoção desses cidadãos nas metrópoles e também nas cidades menores é dificultada por projetos de arquitetura e engenharia que parecem se esquecer de que é preciso incluir todos.

No entanto, há bons exemplos que merecem destaque. É o caso de uma das principais vias do país. A Avenida Paulista, em São Paulo, realizou reformas para dar 100% de acessibilidade aos pedestres. As intervenções públicas foram concluídas com sucesso, tornando mais fácil a locomoção de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. São medidas práticas que mudaram o mais importante centro financeiro do país, por onde circulam diariamente cerca de 1,5 milhão de pessoas.

No lugar das antigas pedras portuguesas, foi instalado um piso cinza podotátil (dotado de faixas em alto-relevo fixadas no chão, que dão, através dos pés, sensação de relevo) nivelado para acabar com os degraus, 120 guias rebaixadas foram colocadas e houve também um novo posicionamento dos “obstáculos” espalhados pelas calçadas – bancas de jornais, lixeiras e floreiras.

Uma novidade bem interessante foi a criação de um guia turístico em áudio da cidade de São Paulo que leva o visitante a um passeio guiado pela Avenida Paulista. Concebido pela produtora Núcleo Corpo Rastreado e com o apoio da Fundação Nacional das Artes (Funarte), está disponível para download gratuito aqui.
Essa mudança gigantesca conceitual e prática pode servir de inspiração a outras cidades, outras ruas e avenidas. Afinal de contas, se uma das vias mais movimentadas do país conseguiu se remodelar, as demais têm condições de se adaptar. Num momento em que muitas cidades brasileiras passam por grandes obras para receber a Copa do Mundo, arquitetos, urbanistas e engenheiros podem aproveitar a oportunidade para realizar projetos capazes de atender plenamente a todos.

No link abaixo, você confere uma reportagem da Revista Sorria, que mostra as dificuldades encontradas por deficientes físicos para se locomover no dia a dia da cidade. Nela, a videomaker Carina Barros acompanhou a repórter Juliana Dias e Miguel Ferraz, cadeirante, em um passeio pelas ruas e transportes públicos de São Paulo.