Fim das sacolas plásticas nos supermercados em SP já reflete na indústria


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Sacolas retornáveis são recomendadas para substituir as plásticas
Os supermercados do estado de São Paulo deixarão de distribuir as sacolas plásticas a partir de hoje, 25 de janeiro, mas os efeitos financeiros nas empresas do setor já são sentidos pela indústria, segundo revelou reportagem de Érica Fraga, da Folha de S. Paulo, publicada nesta segunda-feira (23), na qual consta a informação de que as encomendas do material despencaram.

"O varejo já cortou pedidos, e isso começa a gerar demissões e cortes de gastos pelas empresas do setor", afirmou Miguel Bahiense, presidente do Instituto Socioambiental dos Plásticos, entidade que representa a indústria. Segundo um empresário que pediu para não ter o nome revelado, "a maioria dos clientes de São Paulo não renovou os pedidos".

Bahiense observou que ainda não é possível estimar o prejuízo inicial do acordo firmado entre o governo de São Paulo e a entidade que representa os supermercados para o banimento das sacolas. Contudo, a mudança é fruto de um acordo, não tem força de lei, participam os estabelecimentos que quiserem.

No caso de adesão, a partir de quarta-feira, os consumidores terão de levar a própria ecobag ou carrinho de feira para sair do supermercado com as compras. Na melhor das hipóteses, o cliente vai ganhar do estabelecimento uma caixa de papelão usada ou precisará comprar uma sacolinha biodegradável por R$ 0,19. Alguns especialistas afirmam que essa sacola deixa de resolver o problema, porque não há compostagem capaz de degradar lixo orgânico no país.

Mas a sacola compostável é a que melhor se adapta à realidade de lixões e de aterros sanitários, onde elas se degradam em até dois anos. Sem coleta seletiva, o plástico vai para o mesmo lugar e demora mais de cem anos para se decompor.

Apas promove campanha

Fazer com que os supermercados paulistas deixem de distribuir sacolas plásticas para embalar compras dos clientes é o principal objetivo da campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco. Segundo a Associação Paulista de Supermercados (Apas), responsável pela iniciativa que vai até o dia 29 de janeiro, os estabelecimentos associados vão adotar a mudança em 150 cidades onde residem 80% da população do estado. “Vamos ter ainda alguns pequenos associados, que estão em cidades pequenas também, que não foram mobilizados”, explicou o diretor de sustentabilidade da Apas, João Sanzovo.

A campanha segue um esquema piloto adotado há um ano e meio em Jundiaí que, de acordo com pesquisa encomendada pela associação, foi aprovado por 77% da população. “A campanha só deu certo em Jundiaí porque houve apoio do cidadão, os consumidores que ficaram felizes de ter uma forma de contribuir para o meio ambiente”, observou Sanvozo.

Com o fim da distribuição das sacolas plásticas, os consumidores terão de optar entre as sacolas retornáveis ou biocompostáveis, feitas de amido de milho, vendidas nos estabelecimentos. A primeira opção, que pode ser usada várias vezes, é apontada como preferencial.

A ideia é contribuir para a diminuição de um problema ambiental causado pelo descarte das 2,4 bilhões de sacolas plásticas distribuídas todos os meses no estado. “Nós vamos estar mudando a nossa cultura, a nossa forma de comercializar, de pensar, educando os nossos clientes sobre a importância dessa mudança cultural”, ressaltou Sanzovo, que revelou que a ação foi amadurecida por cinco anos antes de ser lançada.

Nova realidade

A partir desta semana, o Grupo Pão de Açúcar promete retirar as sacolinhas plásticas em 700 supermercados, hipermercados e drogarias do estado de São Paulo, em conformidade com a política adotada por outras instituições da Apas). A redução do preço das sacolas retornáveis é outra novidade. "O preço deverá cair de R$ 2,99 para R$ 1,99 para estimular o consumo das sacolas retornáveis", adiantou à Folha Hugo Bethlem, vice-presidente executivo de relações corporativas.

As sacolinhas plásticas biodegradáveis de amido de milho também serão vendidas pelos supermercados da rede e custarão R$ 0,20 cada. Na avaliação de Bethlem, entretanto, a expectativa é que o consumidor escolha o produto apenas para emergências. "Em Jundiaí, onde testamos o produto há mais de um ano, as sacolinhas de amido de milho representam apenas 5% do total das vendas", afirmou o executivo.

Em fevereiro, a rede iniciará em São Paulo a venda de sacolas feitas com plástico verde, de longa duração, que também devem custar R$ 2,99. "É o conceito de duração para a vida toda, feita com plástico verde e que o consumidor poderá trazer até mesmo desgastada, que faremos a troca", garantiu Bethlem.

Avenida Paulista é modelo de acessibilidade no Brasil


Foto: sapiamaia

O número é grandioso e surpreende muita gente: segundo dados do Censo 2010, realizado pelo IBGE, há no Brasil, hoje, 45 milhões de pessoas que declaram ter algum tipo de deficiência – quase 24% da população. 

Desse total, cerca de 13 milhões de brasileiros disseram viver com alguma deficiência grave (motora, visual ou mental). O país tem o enorme desafio de dar cidadania plena a essas pessoas. Mas mesmo o direito mais básico de todos – o de ir e vir livremente por todo o território nacional – ainda está longe de ser alcançado. A locomoção desses cidadãos nas metrópoles e também nas cidades menores é dificultada por projetos de arquitetura e engenharia que parecem se esquecer de que é preciso incluir todos.

No entanto, há bons exemplos que merecem destaque. É o caso de uma das principais vias do país. A Avenida Paulista, em São Paulo, realizou reformas para dar 100% de acessibilidade aos pedestres. As intervenções públicas foram concluídas com sucesso, tornando mais fácil a locomoção de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. São medidas práticas que mudaram o mais importante centro financeiro do país, por onde circulam diariamente cerca de 1,5 milhão de pessoas.

No lugar das antigas pedras portuguesas, foi instalado um piso cinza podotátil (dotado de faixas em alto-relevo fixadas no chão, que dão, através dos pés, sensação de relevo) nivelado para acabar com os degraus, 120 guias rebaixadas foram colocadas e houve também um novo posicionamento dos “obstáculos” espalhados pelas calçadas – bancas de jornais, lixeiras e floreiras.

Uma novidade bem interessante foi a criação de um guia turístico em áudio da cidade de São Paulo que leva o visitante a um passeio guiado pela Avenida Paulista. Concebido pela produtora Núcleo Corpo Rastreado e com o apoio da Fundação Nacional das Artes (Funarte), está disponível para download gratuito aqui.
Essa mudança gigantesca conceitual e prática pode servir de inspiração a outras cidades, outras ruas e avenidas. Afinal de contas, se uma das vias mais movimentadas do país conseguiu se remodelar, as demais têm condições de se adaptar. Num momento em que muitas cidades brasileiras passam por grandes obras para receber a Copa do Mundo, arquitetos, urbanistas e engenheiros podem aproveitar a oportunidade para realizar projetos capazes de atender plenamente a todos.

No link abaixo, você confere uma reportagem da Revista Sorria, que mostra as dificuldades encontradas por deficientes físicos para se locomover no dia a dia da cidade. Nela, a videomaker Carina Barros acompanhou a repórter Juliana Dias e Miguel Ferraz, cadeirante, em um passeio pelas ruas e transportes públicos de São Paulo.


Cruzeiros marítimos e sustentabilidade

Enviado por luisnassif

Por Andre Araujo



CRUZEIROS MARÍTIMOS E SUSTENTABILIDADE - Os cruzeiros marítimos, como ramo da navegação de passageiros distinto do transporte de linha, nasceram nos anos 20 e se expandiram nos anos 30 para uma clientela basicamente anglo-americana que curtia o verão no Mediterraneo e ocasionalmente em longos roteiros volta ao mundo ou continentais. 

Um livro hoje clássico LINERS TO THE SUN, em grande formato, de John Maxime-Graham, descreve essa época glamourosa que foi muitas vezes fixada em romances e filmes, aonde os passageiros eram ricos com muito tempo e dinheiro, os cruzeiros desses anos dourados duravam no minimo 20 dias e muitos 30 ou 40 dias, o célebre cruzeiro do luxuoso NORMADIE de Nova York ao Rio de Janeiro, em 1938, durou 35 dias e foi matéria de intensa cobertura nas colunas sociais da época, eu mesmo autorei aqui no blog um post sobre esse cruzeiro. 

Os passageiros tinham que levar muta bagagem, os cruzeiros, como todos os navios de linha (na primeira classe) exigiam traje a rigor para jantar e eram palco de um desfile fashion durante o dia e noite no navio e nos passeios nos pontos de visita.

Tenho uma coleção da revista FORTUNE dos anos 30 com muitos anúncios de cruzeiros da Italian Line, France Line, Loyde Triestino, Hamburg Amerika Line, Cosulich Line, os cruzeiros ja tinham se tornado um negócio de importancia. Já nessa década além do Mediterrâneo os cruzeiros descobriram as Bermudas e a Ilha da Madeira, os navios da Union Castle faziam o tour da África, que também fazia sucesso, a África colonial era bem mais civilizada e segura do que a África de hoje, com cidades limpas e organizadas, os cruzeiros dos Castle ofereciam também safaris.

No após guerra os cruzeiros voltaram para o mercado dos EUA que descobriu o Caribe como roteiro

Nos anos 60 e 70 todas as grandes companhias já estavam no Caribe, com destaque para os noruegueses, a Royal Norwegian, os holandeses, como a Holland América, a Costa italiana e novas americanas como Premier, Celebrity, Dolphin e a que seria a maior de todas depois, a Carnival.

Também ressurgiram os cruzeiros para a Europa, com as linhas suecas, alemãs e gregas se juntando ao mercado.

Foi nos no fim dos anos 60 que começou o ciclo de massificação e popularização do preço das passagens, fator que está na raiz dos problemas de sustentabilidade do setor nos nossos dias.

A competição com preços cada vez mais baixos levou a grandes mudanças na operação dos cruzeiros, quais sejam:

1.Navios com tonelagem cada vez maior.

2.Tripulações originarias de paises de mão de obra barata, especialmente Indonesia, Malasia e Filipinas.

3.Redução geral da qualidade de serviços, comida, espaço das cabines.

4.Introdução dos cassinos nos navios, arrendados para as grandes empresas de jogos de Las Vegas.

5.Redução da oficialidade tradicional dos navios, cada vez menos oficiais de maquinas e de navegação,, substituidos por automação cada vez maior na operação da nave.

As categorias de passageiros desapareceram dentros dos navios e foram substituidas por classes de navios. As linhas se especializaram,o Grupo Carnival comprou a Costa e a Holland America e passou a se concentrar no mercado classe C, os noruegueses ficaram com a classe média ou B e poucas linhas dedicaram ao mercado mais exclusivo, a Cunard e os Silverships, navios pequenos e muito caros.

Os preços de passagens se medem pela escala preço dia por passageiro, começando em 130 dolares e chegando a 1000 dolares por passageiro dia

No começo dos anos 2000 as linhas classe C descobriram o Brasil com a grande vantagem de ter um mercado interno que não exige transporte aereo para chegar aos portos, no mercado americano a passagem aerea do passageiro para chegar aos portos da Florida é paga pela companhia de navegação e uma enorme descoberta: os cruzeiros no Brasil são na baixa estação do Hemisferio Norte, quando a maioria dos navios ficam parados, a alta estação é no verão deles, Julho a Setembro..

Como até então toda a panilha de custo-ano do navio era calculada com o investimento no navio ocioso entre Novembro e Março, o fato de poder usá-lo nesse periodo parte de um custo de investimento ja amortizado pelos cruzeiros de verão no Hemisferio Norte, dai as passagens no Brasil serem tão baratas.

Os preços baixos para atrair clientela gerou a necessidade de baixar custos ao máximo e nesse ninho foi chocado o Comandante Schettino que afundou o Costa Concordia. Um bufão que não tem experiência, estatura e curriculo para comandar um gigantesco navio, trez vezes maior que o Titanic, no momento do desatre não apareceram os oficiais que deveriam organizar a evacuação da nave, não porque fugiram, é porque o navio simplesmente não tinha oficiais em proporção ao tamanho do barco e ao numero de passageiros, um oficial custa caro e quanto menos, menor o custo de operação.

Lembro-me do GIULIO CESARE em 1967, quando viajei de Santos a Lisboa, não se andava dez metros no navio sem cruzar com um oficial de elegante uniforme da Cia.Italia, em 2005, viajei no Costa Vitoria, em uma semana não vi um único oficial no navio, de italiano só o velho maitre do Restaurante Social, os demais tripulantes eram todos filipinos que só falavam tagalogue. 
É outro mundo, um navio com controle de navegação e máquinas completamente computadorizado, aonde qualquer minimo problema nos controles não encontra um humano experiente para assumir a solução, agravado por um comandante com cara de galã de pizzaria, sem nivel pessoal ou profissional para ser barman do navio, é uma especie de desastre anunciado como final de um processo de impossivel continuidade.

O Ministro do Meio Ambiente da Itália, Orlando Clini, declarou após o desastre do Costa Concordia que navios desse tamanho são insustentáveis, são uma ameaça ao meio ambiente e proibiu sua aproximação de varias areas protegidas do litoral da Italia, inlusive Veneza.

A navegação maritima, ao contrário da aérea, não tem normas internacionais rigidas. O transporte aéreo tem duas grandes organizações normatizadoras, a ICAO e a IATA, o maritimo tem a velha União Maritima Internacional, que tem mais de 150 anos mas que nunca teve autoridades para impor regras de aceitação geral. 
No Brasil os cruzeiros maritimos vão levar este ano 1 milhão de passageiros, não têm regras, os navios pulam de porto em porto em cais sem instalações e sem condições, ancoram em frente à Ilhabela e Buzios aonde despejam mais sujeira que receita de turismo, os portos do Nordeste, Ilheus, Salvador e daí para cima não tem a mínima estrutura para esse turismo, é tudo improvisado, um turismo predatório para o Brasil, não gera receita interna, poucos empregos e prejudica enormemente os nosos hotéis resorts.

Esse é um tema que vai começar a ser tratado pela midia e pelo Governo, é a hora do debate.

Prêmio Zayed de Energia do Futuro anuncia vencedores

Projeto Divulgação de Carbono, Dr. Ashok Gadgil e Schneider Electric premiados por trabalho inovador na defesa da redução de carbono, eficiência energética e acesso à energia


ABU DHABI, Emirados Árabes Unidos--(BUSINESS WIRE)--Sua Alteza General Xeique Mohammed bin Zayed Al Nahyan, Príncipe Herdeiro de Abu Dhabi e Comandante Supremo das Forças Armadas dos Emirados Árabes Unidos, entregou dia 20 do presente mês o prestigioso Prêmio Zayed de Energia do Futuro 2012 para três vencedores e dois segundos colocados na cerimônia de premiação organizada no Emirates Palace.

“Foi uma honra participar deste proeminente grupo de membros do juri neste ano, que juntos representam alguns dos principais pensadores do mundo sobre meio ambiente e tecnologias energéticas inovadoras.”

Sua Alteza afirmou: "O Prêmio de Energia do Futuro Zayed tornou-se uma inspiração, estimulando criadores e pensadores, e ao mesmo tempo incentivando o mundo a acelerar a inovação em energia sustentável e sustentabilidade. Este prêmio é uma clara manifestação da visão do antigo fundador dos Emirados Árabes Unidos, Xeique Zayed bin Sultan Al Nahyan - que deu prioridade ao investimento em capital humano e à preservação dos nossos recursos naturais para as futuras gerações."

Sua Alteza acrescentou: "Incentivar esses inovadores nos permite mantê-los motivados e, assim, garante que nossas comunidades continuem se beneficiando das suas invenções. À luz dos desafios que o mundo enfrenta hoje – seja segurança energética ou salvaguarda dos nossos recursos naturais – esses inovadores oferecem seus esforços combinados. Os Emirados Árabes Unidos, comandados por Sua Alteza Xeique Khalifa bin Zayed Al Nahyan, presidente da nação – que Deus o proteja, estão comprometidos em envidar todos os esforços para encorajar essas iniciativas ambiciosas voltadas para melhorar nossa qualidade coletiva de vida".

Ele acrescentou ainda: "Nós parabenizamos os vencedores do Prêmio Zayed de Energia do Futuro e incentivamos todos a continuar com suas iniciativas para a criação de soluções inovadoras – impactando as comunidades de todo o mundo. Esses são os embaixadores da inovação, os embaixadores do nosso prêmio – essas são as pessoas que espalham esperança e aspiração e incentivam a próxima geração de inovadores.

"Nós também gostaríamos de agradecer aos membros dos comitês de avaliação e aos membros do juri que contribuíram amplamente para a identificação dos vencedores desta noite e ajudaram o prêmio a se tornar um núcleo de inovações e inovadores de todo o mundo."

O prêmio total de US$ 3,5 milhões foi concedido na categoria Pequenas e médias empresas (SMEs) e Organizações não governamentais (ONGs) para o Projeto de divulgação de carbono do Reino Unido. Como segundo e terceiro colocados, respectivamente, estiveram a Orb Energy, da Índia, e o Fundo de Defesa Ambiental dos EUA, na mesma categoria. O Dr. Ashok Gadgil dos EUA ganhou o prêmio pelo Conjunto da obra e a empresa francesa Schneider Electric recebeu o prêmio de Reconhecimento na categoria Grandes empresas.

O presidente Ólafur Ragnar Grímsson da Islândia, presidente do juri do prêmio, disse: "Tenho o privilégio de fazer parte desta plataforma e prestar homenagem à liderança de Abu Dhabi não só pela criação do prêmio, mas também por sua profunda mensagem. É extraordinário que um país como os Emirados Árabes Unidos possa avançar desta forma; as pessoas de Abu Dhabi devem ter muito orgulho deste prêmio."

A cerimônia que marca o quarto ano do prêmio começou com uma inspiradora homenagem em vídeo para o finado fundador e presidente dos Emirados Árabes Unidos, Xeique Zayed bin Sultan al Nahyan.

A homenagem em vídeo foi seguida de um segmento sobre o efeito de propagação global gerado pelos vencedores do prêmio que exemplificam a natureza influente e de longo alcance do próprio prêmio.

O Sultão Dr. Ahmed Al Jaber, diretor geral do Prêmio Zayed de Energia do Futuro, disse: "Foi nosso fundador, o Xeique Zayed bin Zayed Al Nahyan, que há quarenta anos começou sua jornada para incutir em nós a importância de construir pontes, estimular o diálogo e estabelecer amizades em todo o mundo e é a nossa liderança hoje que mantém esta visão".

O Dr. Al Jaber atribuiu o crescimento do prêmio à sua agilidade e capacidade de adaptação a um setor dinâmico e de rápida movimentação, completando: "São as diretivas que nos foram oferecidas pelo General Xeique Mohamed bin Zayed Al Nahyan de melhorar ainda mais o prêmio para expandir nosso alcance que nos permitem alcançar inovadores de todo o mundo".

Ele elogiou os finalistas de 2012, acrescentando: "Estas são as pessoas que tiveram a visão de reconhecer que investir no futuro se baseia em visão de longo prazo e na capacidade de inovar as tecnologias de que o mundo tanto precisa".


Na categoria SME e ONG, o Projeto Divulgação de Carbono recebeu prêmio de US$ 1,5 milhões, enquanto a Orb Energy foi indicada como segunda colocada, com um prêmio em dinheiro de US$ 1 milhão e o Fundo de Defesa Ambiental levou o prêmio de US$ 500 mil como terceiro colocado.

Todos os três finalistas conseguiram demonstrar o claro impacto através do seu trabalho de disseminar soluções para impulsionar o conhecimento, conscientizar e desenvolver políticas e tecnologias de energia renovável e sustentabilidade.

O Dr. Ashok Gadgil, ganhador do Prêmio por Conjunto da Obra, recebeu US$ 500 mil por suas iniciativas pioneiras como um dos principais inventores modernos dos EUA, pelo fogão Darfur.

Ganhadora do Prêmio de Grandes Empresas, a Schneider Electric recebeu um prêmio de reconhecimento.

Paul Dickinson, presidente executivo do Projeto Divulgação de Carbono, premiado por seu uso pioneiro de ferramentas baseadas no mercado para resolver problemas ambientais, a partir da abordagem de limitação e comércio para a poluição de chuva ácida, disse: "Estamos felizes e honrados por sermos reconhecidos pelo Prêmio Zayed de Energia do Futuro pelo trabalho que fizemos no Projeto Divulgação de Carbono (CDP). 
 
Como o próprio prêmio, o CDP está comprometido em acelerar soluções que atendam aos desafios de mudança climática, segurança energética e escassez de água. Ganhar este prêmio é uma grande conquista e ajudará o CDP a catalisar mudança mais rapidamente através do sistema econômico global para prevenir a perigosa mudança climática, proteger os nossos recursos naturais e criar prosperidade de longo prazo."

Vencedor do Prêmio pelo Conjunto da Obra, o Dr. Gadgil, que recebeu o prêmio por seu trabalho humanitário sustentável em Darfur – oferecendo fogões com eficiência energética conhecidos como fogões Berkeley-Darfur, que reduzem a necessidade de lenha em 55%, – disse: "Ser selecionado como o vencedor do Prêmio Zayed de Energia do Futuro é uma grande honra e comprovação extraordinária da paixão e dos esforços de uma vida inteira pela inovação energética e a sustentabilidade.

"Vendo a lista de antigos vencedores e segundos colocados – alguns cujo trabalho eu conheço bem – estou impressionado com a energia e engenhosidade deste grupo, e espero que possamos trabalhar juntos, e inspirar muitos outros a avançar no objetivo do Prêmio Zayed de Energia do Futuro – sustentabilidade energética para o planeta."

O Dr. Gadgil ainda acrescentou: "Ganhar o Prêmio Zayed de Energia do Futuro aprofunda o meu compromisso com a inovação energética para a sustentabilidade. Juntamente com meus colegas e assistentes, continuarei a avançar com pesquisa, projeto, testes e escalonamento de fogões de baixa emissão e eficiência de combustível para aproximadamente três bilhões de pessoas (na maioria mulheres) que usam biomassa para cozinhar."

Ao receber o prêmio, Jean-Pascal Tricoire, presidente e diretor executivo da Schneider Electric, que ganhou por seu trabalho para tornar a energia segura, confiável e eficiente, disse: "O mundo está precisando urgentemente de soluções inovadoras para criar uma nova energia sustentável para o futuro. O compromisso dos Emirados com o desenvolvimento sustentável, inspirado na visão do fundador dos Emirados, Xeique Zayed Bin Sultan Al Nahyan, e as iniciativas de Abu Dhabi neste domínio são um primeiro passo decisivo para atender e resolver o desafio energético global".

Entre os membros do juri do Prêmio Zayed de Energia do Futuro presentes na cerimônia estavam Sua Excelência Ólafur Ragnar Grímsson, presidente da Islândia e presidente do juri; Sua Excelência Ahmed Al Sayegh, presidente da Masdar; Cherie Blair, fundadora da Fundação Cherie Blair, e Timothy Wirth, presidente da Fundação das Nações Unidas e do Fundo Better World.

O membro do juri, ator e ambientalista Leonardo DiCaprio, que não pôde comparecer, enviou uma mensagem de vídeo para o público:

"Saudações, eu queria estar com todos vocês hoje a noite para homenagear os excepcionais vencedores do Prêmio Zayed de Energia do Futuro deste ano, mas infelizmente minha agenda não permitiu.

"Foi uma honra participar deste proeminente grupo de membros do juri neste ano, que juntos representam alguns dos principais pensadores do mundo sobre meio ambiente e tecnologias energéticas inovadoras.

"O prêmio serve a dois propósitos principais. Primeiro ele incentiva e reconhece inovadores de ponta na nossa sociedade, conduzindo-os a outras inovações. Ao mesmo tempo o prêmio conscientiza muito o público sobre as soluções de energia limpa disponíveis para nós e como elas são a chave para preservar e proteger nosso planeta para as próximas gerações.

"Participar do processo de seleção e ver a quantidade de empresas, indivíduos e organizações que estão fazendo contribuições significativas para um futuro de energia limpa me deixa ter verdadeira esperança de que a transformação começou. E todos nós fazemos parte dela.

"Obrigado e parabéns novamente", concluiu DiCaprio.

O campeão de tênis vencedor de Grand Slam e defensor da educação Andre Agassi, e a Dra. Susan Hockfield, presidente do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), também membros do juri do ZFEP, também não puderam comparecer.

A cerimônia de premiação foi o ápice de um processo de quatro estágios que durou um ano. As indicações para o Prêmio Zayed de Energia do Futuro foram divulgadas em maio de 2011 através de uma campanha global. Em agosto, no encerramento das indicações, o prêmio tinha recebido um número recorde de 1.103 indicações, das quais 425 foram enviadas até agosto de 2011.

No primeiro estágio do processo de avaliação, uma firma de análise e pesquisa independente conduziu um exame cuidadoso da inscrição de cada candidato. Durante o segundo estágio, um comitê de revisão se reuniu em 23 e 24 de outubro para avaliar cada candidato e reduziu esse número para trinta e três candidatos selecionados em todas as categorias usando uma matriz de pontuação baseada nos quatro critérios do prêmio.

No terceiro estágio do processo de julgamento de 13 a 14 de novembro, um comitê de seleção formado pelos principais especialistas no campo de energia renovável e sustentabilidade avaliou os candidatos listados. 
 
As inscrições com maior pontuação passaram para a quarta etapa, final. Os finalistas incluíram três candidados para a categoria Grandes Empresas, três candidados para o Prêmio do Conjunto da Obra e sete candidatos que podiam ganhar o primeiro, segundo e terceiro prêmios para a categoria SME e ONG.

O Prêmio Zayed de Energia do Futuro é dado anualmente para grandes empresas, indivíduos e SMEs e ONGs que fizeram contribuições significativas para o futuro da energia, mudança climática e sustentabilidade. A edição 2013 dos prêmios apresentará o novo Prêmio Global High School para inspirar uma nova geração de líderes e inovadores.

Para mais informações sobre o prêmio, acesse:
 

Sobre o Prêmio Zayed de Energia do Futuro


O Prêmio Zayed de Energia do Futuro foi criado em homenagem ao legado do fundador e presidente dos Emirados Árabes Unidos, Xeique Zayed bin Sultan Al Nahyan. O prêmio tem o objetivo de inspirar a próxima geração de inovadores de energia global a criar soluções para o futuro. 
 
O prêmio é concedido anualmente para indivíduos, empresas ou organizações que fizeram contribuições significativa como resposta global para o futuro da energia, mudança climática e recursos energéticos globais sustentáveis.

Mais informações podem ser encontradas em ZFEP através da página do Facebook: facebook.com/TZFEP ou Twitter: http://twitter.com/zfep

*Fonte: ME NewsWire

Galeria de fotos/multimídia disponível em: 
 
http://www.businesswire.com/cgi-bin/mmg.cgi?eid=50136598&lang=pt

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

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Petroleiras começam a explorar novas rotas


ROTA  Com o derretimento do gelo do Polo Norte, o Oceano Ártico  - antes debaixo de uma camada de gelo – se tornou um mar de oportunidades para empresas que transportam mercadorias no Hemisfério Norte.  


Em algumas rotas a viagem pelo região se tornou competitiva quando comparada à passagem da Europa para a Ásia pelo canal de Suez. Os números de dias de travessia pelo Ártico caíram pela metade. 

O primeiro uso dessa nova rota marítima, no entanto , é para dar suporte às indústrias que rumam para o Polo Norte, como as de mineração e exploração de petróleo.


ECONOMIA  Empresas como a norueguesa Tschundi e outros oito países relataram recentemente uma economia considerável ao usar a nova rota. A conta é de USD 300 mil dólares por viagem.  

Em entrevista ao NN, o diretor de Novos Negócios da Empresa Verde Consultoria em Sustentabilidade, Gilbert Simionato, disse que, mesmo com as alegações de diminuição do tempo de travessia (cerca de 1 terço das rotas tradicionais), um  gasto menor de combustível, o percurso não vale a pena. 

“A utilização de tais rotas não se justifica”.

ACIDENTES  Segundo Simionato, além da questão da área ser considerada reserva, as rotas não foram até hoje devidamente mapeadas e pesquisadas. “Grande parte dos navios não têm estrutura e equipamentos para navegar na região e o risco de acidentes é iminente em áreas de forte nevoeiro”, enfatizou o executivo. 

De acordo com o diretor, se um navio petroleiro afundasse o impacto ambiental seria imensurável tendo em vista a total falta de estrutura da região, pois combater derramamentos de óleo em água gelada é quase impossível com a tecnologia atual.  Sem contar a dificuldade de busca e salvamentos.

PROTEÇÃO Segundo Simionato, há grande ameaça à biodiversidade na região e a certeza  de acelerar o aquecimento global devido às emissões do dióxido de carbono pelos navios. 

“A curto e médio prazo os riscos serão infinitamente maiores do que os ganhos”, concluiu o diretor. 

A Antártida é vista como uma região crítica para o estudo das mudanças climáticas, uma vez que seu território gelado fornece dados valiosos sobre níveis de emissão de gases de efeito estufa e temperaturas. 

Entre os membros da Aliança estão as organizações ambientalistas Fundo Mundial para a Natureza (WWF), Greenpeace e a Coalizão Antártica e do Oceano Austral.

9 Programa Benchmarking Brasil - Ediçao 2011


Sustentabilidade dos tecidos EcoSimple marca presença no Fashion Rio

Adriane Costa

Tecido sustentável da empresa aparece no desfile de Alexandre Herchcovitch, e estará em evidência também na inédita linha de malhas, que será lançada com o estilista no São Paulo Fashion Week.

 
A lona Cargo (igual às usadas em caminhões), especialmente desenvolvida pela EcoSimple para o estilista Alexandre Herchcovitch, esteve em destaque em uma das peças da marca Herchcovitch, marca do estilista que abriu o Fashion Rio, no dia 10 de janeiro. 
 
A coleção, inspirada no clima jovem e fresco dos artistas nova-iorquinos dos anos 80, apresentou uma bolsa na cor craft produzida com a lona Cargo. “Desenvolvemos a cor especialmente para o Alexandre e ficamos surpreendidos com o produto final.”, enfatiza o Diretor Claudio Rocha.

Alexandre Herchcovitch utilizou os tecidos da EcoSimple pela primeira vez em seu desfile masculino na 29ª edição do São Paulo Fashion Week (SPFW), em 2010. Neste ano, além da peça exposta no desfile do Fashion Rio, a empresa também terá seus tecidos em looks na coleção inverno 2012 do estilista, no SPFW. O evento, que começa dia 19, marcará o lançamento da coleção de malhas sustentáveis da EcoSimple, já aprovadas pelo estilista e que estarão em peças do desfile masculino, no dia 24 de janeiro.

INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE - Os tecido reciclados da EcoSimple são produzidos através de um processo inovador, que começa com a coleta de sobras e aparas de tecido descartadas pelas indústrias têxteis. Depois, o material passa por várias etapas de reciclagem, fiação e tecimento, agregando resíduos de pet também reciclados para compor os novos tecidos.

As tonalidades dos tecidos EcoSimple são obtidas através das cores originais dos resíduos reciclados, aproveitando a coloração natural das fibras em suas diversas nuances, sem uso de corantes, produtos químicos e água no processo fabril. A EcoSimple disponibiliza diversas opções de cores e padronagens, misturando lisos, listrados e até mesmo xadrezes para o segmento de decoração, calçados, acessórios e moda. 
 
“O grande diferencial da Ecosimple é sua autonomia. A empresa possui todas as etapas fabris e não terceiriza nenhum processo, podendo atender com maior agilidade os mais diferentes segmentos do mercado”, informa a diretora industrial Marisa Ferragutt.

Cada metro de tecido produzido elimina 480 gramas de resíduo têxtil e oito garrafas pet do meio ambiente. Desta forma, a EcoSimple promove a conscientização sobre a necessidade de se investir em materiais desenvolvidos em sintonia com a visão de sustentabilidade. 
 
A tecnologia desenvolvida já proporcionou importantes premiações à empresa, entre elas o Prêmio Planeta Casa 2010, Prêmio Idea Brasil 2011 e GreenBest 2011. Neste ano, a empresa está novamente entre os Top 10 da edição 2012 do GreenBest.

Mais informações: www.ecosimple.com.br ou (19) 3469.4951.