Blue Tree Hotels anuncia primeira unidade em Alphaville (SP)




Perspectiva da fachada do novo
Blue Tree em Alphaville

(imagem: divulgação)


A Blue Tree Hotels anuncia nova unidade em São Paulo: o Blue Tree Premium Alphaville. Situado na cidade de Barueri, a 20 km da capital, o hotel fará parte do complexo Madeira, grande empreendimento planejado para a região. 
Com realização dos grupos Alphapar, Tivoli e Norfin Brasil, o projeto terá mais de 56 mil m² de área construída, divididas em duas torres que incluem restaurantes, lojas e centro de convenções.

O empreendimento ficará na torre horizontal do complexo Madeira, ocupando seis pavimentos do edifício. Voltado para executivos, eventos corporativos e sociais da região, o hotel deverá ser entregue no 1º semestre de 2014.

Segundo Nuno Lopes Alves, diretor-superintendente da Alphaville Participações S/A, Alphaville e região estão carentes de um centro de convenções e o parque hoteleiro está desgastado. Ele explica que a opção pela marca Blue Tree foi embasada por uma pesquisa feita com moradores e investidores da região. "A visibilidade da marca Blue Tree e também o modelo de gestão da rede foram dois pontos importantes na escolha do grupo como parceira para o empreendimento".

Estrutura


O Blue Tree Premium Alphaville contará com 320 apartamentos, incluindo 62 suítes de 52 m², além de uma suíte Presidencial. Os hóspedes contarão com um diretório de serviços personalizados e terão à disposição estação de trabalho separada, com conexão wi-fi, facilidades de conexão integradas de voz, dados e imagem.

Serviços de spa também estarão disponíveis com tratamentos estéticos e terapias relaxantes. A estrutura do hotel oferecerá áreas de sauna seca e a vapor e também fitness center, onde os usuários serão orientados por personal trainers.

"Queremos ser referência em hospitalidade na região de Alphaville. Nossa proposta é aliar o que há de mais moderno em termos de estrutura hoteleira e o nosso ponto forte, que são os serviços personalizados", destaca Chieko Aoki, presidente do grupo Blue Tree.

O Blue Tree Premium Alphaville terá sistemas de redução de consumo de água potável e de energia elétrica, infraestrutura para separação do lixo e reúso de água pluvial.

A área de eventos foi projetada para ser uma das maiores da região, com 850 m². O espaço contará com estrutura para receber cenografia para grandes eventos e paisagismo externo, para reuniões e convenções de todos os portes.

O hotel terá um restaurante japonês e o Robata Bar, para happy hour, com pratos contemporâneos inspirados nas gastronomias nipônica e brasileira. Ambos serão abertos ao público geral.

Clima tem peso na Carteira do ISE para 2012



As empresas que compõem a carteira do ISE tiveram de responder questões relativas às mudanças climáticas e têm a opção de abrir o questionário ao público.

Inclusão do tema mudanças climáticas na avaliação, abertura da pontuação até nível de critérios, publicação dos questionários e ingresso de empresas do setor de transportes são as novidades desta sétima carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da BM&F Bovespa.

O ISE é composto por ações de empresas listadas em bolsa que possuem as melhores práticas em sustentabilidade. Para ter acesso à carteira, as corporações respondem a questionários de avaliação que incluem quesitos baseados no triple bottom line, governança corporativa e natureza do produto. 

A inserção da avaliação das mudanças climáticas procura fortalecer esse critério como um valor estratégico para a empresa, um valor a ser incorporado pela gestão em seu cerne. “Hoje, o departamento de sustentabilidade se reporta à alta administração, mostrando que há mudanças culturais acontecendo nas empresas”, contou Sonia Favaretto, diretora de Sustentabilidade da BM&F Bovespa. “O ISE é um índice financeiro como outro qualquer, também feito para ganhar dinheiro”, acrescentou.

Prova disso é o interesse de novos setores no ISE. Este ano, a CCR e a EcoRodovias ingressaram, representando o setor de transportes pela primeira vez. Com isso, a carteira atual possui aproximadamente 44% do valor total das empresas com ações mercado.

No que tange à abertura de pontuação com relação ao nível dos critérios avaliados, a ideia foi orientar as empresas no sentido de melhorar sua compreensão quanto à lógica de avaliação do índice e também prepará-las para melhorar seu desempenho. Dessa forma, o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces), parceiro técnico do ISE, mostra como entende os pesos dos itens avaliados.

Das 38 empresas listadas para 2012, oito permitiram que as respostas de seus questionários fossem disponibilizadas por meio do site www.isebovespa.com.br. Por tratar-se de um processo de mudança cultural e convencimento, o número de adesões foi considerado bom. A expectativa é que a cada ano mais empresas estejam dispostas a divulgar essas informações, provocadas pela crescente demanda dos stakeholders por transparência.

A sétima carteira do ISE, que vigora de 2 de janeiro a 31 de dezembro de 2012, reúne 51 ações de 38 companhias. Elas representam 18 setores e somam R$ 961 bilhões em valor de mercado, o equivalente a 43,72% do total do valor das companhias com ações negociadas na BM&F Bovespa (em 23/11/2011). Das 37 empresas da carteira anterior, 36 foram selecionadas também para a nova. E duas companhias ingressaram: as já citadas CCR e EcoRodovias. Com 38 companhias, a carteira de 2012 está próxima do limite máximo, que é de 40 empresas.

Compõem a carteira do ISE para 2012: AES Tietê, Anhanguera, Banco do Brasil, Bicbanco, Bradesco, Braskem, BRF Brasil Foods, CCR, Cemig, Cesp, Copel, Coelce, Copasa, CPFL, Duratex, Energias do Brasil, EcoRodovias, Eletrobras, Eletropaulo, Embraer, Even, Fibria, Gerdau, Gerdau Met, Itaúsa, Itaú Unibanco, Light, Natura, Redecard, Sabesp, Santander, Sulamérica, Suzano Papel e Celulose, Telemar, Tim Participações, Tractebel, Ultrapar e Vale. 

Crédito de Carbono: primeiros contratos

Da Agência Ambiente Energia -A Caixa Econômica Federal assinou na última semana seus primeiros contratos de comercialização de crédito de carbono
 
 
Ao todo, a Redução Certificada de Emissões (RCE) negociará três milhões de toneladas em crédito de carbono. Um dos contratos, assinado com a empresa de Saneamento e Energia Renovável do Brasil (SERB), beneficiará o projeto da central de tratamento de resíduos Santa Rosa, no município de Seropédica (RJ). 
 
A unidade deve receber resíduos do Rio de Janeiro, após o encerramento do aterro controlado no Jardim Gramacho, em Duque de Caxias (RJ).

Na ocasião, também foram assinados contratos com as empresas Ecopesa Ambiental, para o projeto da central de tratamento de resíduos Candeias, no município de Jaboatão dos Guararapes (PE), e com a empresa CTR Alcântara, para o aterro Itaoca e a central de tratamento de resíduos São Gonçalo, ambos no município de São Gonçalo (RJ).

De acordo com a Caixa, a negociação de contratos de RCE é resultado do acordo de compra e venda de emissões reduzidas, firmado com o fundo Carbon Partnership Facility (CPF) e o Banco Mundial, no último dia 5 de dezembro. 
 
A partir deste acordo, a Caixa se tornou a única instituição, no Brasil, autorizada pelo Banco Mundial para intermediar recursos do CPF.

Pela parceria, além de disponibilizar recursos para redução dos principais impactos sociais e ambientais, a Caixa passa também a fomentar operações de financiamento, por meio das receitas de crédito de carbono, e estimular o segmento de resíduos sólidos urbanos, já que, para se obter a garantia do crédito, será necessária a preparação e entrega de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).
 

"Se uma empresa entrar 100% na sustentabilidade, ela quebra", diz especialista em marketing

Para Albélio Dias, vice-presidente de sustentabilidade da Academia Mineira de Marketing, a sustentabilidade é uma oportunidade de negócio e como tal deve ser aproveitada


Por Michele Amaral*, B.I. International
Albélio Dias, vice-presidente de sustentabilidade da Academia Mineira de Marketing, quebrou alguns paradigmas ao falar de sustentabilidade na palestra realizada nesta semana no B.I. International de Belo Horizonte, com o tema "Sustentabilidade, um ótimo negócio".

Albélio afirma que a sustentabilidade é uma oportunidade de negócio e como tal deve ser aproveitada. Esse pensamento, segundo ele, é a única maneira de propagar efetiva e continuamente as ações, de fato, sustentáveis e não apenas "verdes".

Confira abaixo a íntegra da entrevista com o especialista.

As empresas sabem realmente o que é sustentabilidade?
Existe uma confusão entre empresa sustentável e empresa social. A empresa não é social, é capitalista e pode contribuir para a sustentabilidade.

O que é sustentabilidade e o que é empresa social?
Sustentabilidade de acordo com o conceito da ONU é "o desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades". 

A sustentabilidade na empresa é garantir a sobrevivência do negócio infinitamente, ou seja, é capitalista e visa lucro. Já a empresa social, de acordo com Muhammad Yunus, prêmio Nobel da paz em 2006, é voltada para resolver problemas sociais, portanto não objetiva maximizar os lucros e não distribui o dividendo, ou seja a receita é reinvestida integralmente na melhoria de produtos e serviços com impacto social. 

Yunus criou, por exemplo, uma parceria com a multinacional Danone (Grameen Dadone Food) para produzir um iogurte fortalecido com vitaminas e sais minerais com preços acessíveis para combate à desnutrição.

sustentabilidade
ThinkStock

Que tipo de contribuição uma empresa pode dar para a sustentabilidade?
As pessoas buscam qualidade de vida e tem desejado a sustentabilidade. As empresas devem encarar essas tendências como oportunidades. As empresas devem se perguntar: "em que essas mudanças se relacionam com o meu negócio?". A exigência dos clientes devem impactar e gerar mudanças, readequações e se tornar novas oportunidades.

Quais são as mudanças que a empresa deve fazer para se tornar sustentável?
Em primeiro lugar, é preciso implantar uma cultura sustentável, mobilizar as pessoas. Não existem fórmulas prontas, mas promover palestras, reuniões semanais para que todos possam contar quais as atitudes sustentáveis começaram a praticar na última semana, enfim, desenvolver estratégias para que as pessoas realmente vivam, entendam e apliquem a sustentabilidade. Isso faz aflorar a criatividade e a inovação para implementar ações sustentáveis. Para isso acontecer, é preciso incentivo da liderança, como estimular o intra-empreendedorismo, a inovação, flexibilizar processos para que todos desenvolvam atividades sustentáveis, também são atitudes importantes dentro das organizações.

Quais os cuidados que a empresa deve ter?
Se uma empresa entrar 100% na sustentabilidade, ela quebra. A sustentabilidade é um processo e como qualquer projeto exige investimento e retorno financeiro. Por isso, a empresa precisa escolher por onde começar, por um produto, por exemplo. A empresa será sustentável sem deixar de ser capitalista. Um exemplo é a GE, que desenvolveu, entre outros produtos, uma turbina de avião que possibilita o uso de biocombustível: é sustentável e ela ganha dinheiro com isso. Ou seja, a empresa precisa ter a sustentabilidade ligada ao negócio.

Qual o papel das escolas, universidades e escolas de negócio como condutoras da cultura sustentável?
Todo conceito de administração, empresa, gestão atual vieram de um modelo industrial, que é determinístico. As pessoas não foram formadas com a visão sustentável, ou seja, com a visão estratégica para o social e ambiental. Esse é o novo paradigma: a gestão e a formação de pessoas. Hoje vivemos na base da experimentação, da inovação e do empreendedorismo de alguns, mas precisamos de uma visão integrada organizacional direcionada para a sustentabilidade.

Qual o papel da inovação e do empreendedorismo na sustentabilidade?
O Brasil é empreendedor, é, inclusive, destaque na Semana Global do Empreendedorismo, por exemplo. No entanto, falta educar esses empreendedores com a visão de negócio. Muitas escolas não colocam isso de forma prioritária, por exemplo, existem professores falando de empreendedorismo sem nunca terem empreendido. O empreendedorismo se refere ao negócio e não necessariamente a abertura de uma empresa. Portanto, para uma companhia se tornar sustentável, precisará de uma boa dose de empreendedorismo para que surjam ideias inovadoras. Essas são questões de sobrevivência de uma empresa, necessárias para se manter competitiva.

O Brasil vive um momento paradoxal. Por um lado, possui consumidores que exigem mais das empresas ações sustentáveis, mas que não são, na sua maioria, sustentáveis no dia a dia. As empresas também estão, cada vez mais, levantando a bandeira da sustentabilidade, mas também não implementam uma cultura, de fato, sustentável. Concorda? Por que isso acontece?
Concordo. Falta a cultura sustentável, que acontece através de algumas ações:

- Educação: Desde o ensino fundamental, as crianças devem aprender pequenas ações sustentáveis, como acontece em Curitiba, por exemplo. Lá as pessoas aprendem desde cedo que não se pode jogar papel no chão.

- Consequência de uma ação não sustentável: Quando vivemos o racionamento de energia, as pessoas aprenderam a valorizar a água e a energia elétrica. Nem todos permaneceram com as mesmas atitudes por causa da cultura da abundância natural do Brasil, por isso a importância de outra ação:
- Conscientização: Campanhas realizadas pelo governo, ONG's, seja em mídias sociais ou das mais diversas maneiras, elas servem para causar a reflexão nas pessoas: "você é ou não responsável?". Um exemplo foi a campanha que o Greenpeace fez para os apaixonados pela Apple, questionando se eles estavam consumindo um produto sustentável. Como resultado, cerca de um milhão de clientes questionaram Steve Jobs, responsável pela Apple na época, sobre o que a empresa fazia em prol da sustentabilidade.

Afinal, como entender a sustentabilidade como um negócio?
A sustentabilidade é um processo de aprendizado, de debate. Para falar de sustentabilidade, falo do futuro, com o pé no presente; questiono "que tipo de futuro quero construir?" e a partir disso, penso um negócio que visa atender essa necessidade. As atitudes de responsabilidade sócio-ambiental são ações, mas a meta é a sustentabilidade, feita de maneira a gerar lucro.

Como aplicá-la?
Albélio: Para empresa aplicar a sustentabilidade, ela precisa levar em conta três fatores: a sociedade, os recursos e a tecnologia. Por exemplo: as empresas que vendem as máquinas de lavar louça que permite a limpeza com água fria (a maioria precisa de água quente para dissolver o produto que faz a higienização). Essas empresas pensaram na sociedade, que vai economizar a energia que esquentava a água e a conta vai ficar mais barata; nos recursos: precisamos racionar a energia e diante disso, desenvolveram a tecnologia. Resultado: contribuiu para o meio ambiente e gerou um produto que vai gerar lucro: essa é uma ação sustentável.

*Michele Amaral - é jornalista e assessora de imprensa do B.I. International


Fonte: www.administradores.com.br

Acenda a luz em vez de trocar a bateria

Redação do Site Inovação Tecnológica
Acenda a luz em vez de trocar a bateria










O material biocompatível pode ser implantado, gerando energia para
recarregar as baterias de implantes médicos. [Imagem: Miyako et al./Wiley]

Energia através da pele 
Marca-passos, desfibriladores e outros implantes médicos precisam de   energia para funcionar.

Mas eles precisam ter suas baterias trocadas periodicamente, o que exige novas cirurgias, com todos os riscos associados.

Agora, cientistas japoneses criaram um conversor de energia implantável que produz eletricidade ao ser iluminado pela luz de um laser.
Segundo Eijiro Miyako, do Instituto de Tecnologias Industriais Avançadas do Japão, o laser de baixa potência pode ser disparado através da pele com total segurança.
Esse procedimento, não-invasivo e sem riscos para o paciente, pode ser feito tão logo haja sinais de que as baterias dos implantes médicos precisem de uma recarga.

Geração de energia pelo corpo
Os marca-passos não são os únicos equipamentos bioeletrônicos em uso.
Há também os chamados "marca-passos da dor", que aliviam dores crônicas, neuroestimuladores para enviar sinais diretamente para a medula óssea e bombas para liberação automática de medicamentos, incluindo insulina para diabéticos.

E há muitos mais em desenvolvimento, um trabalho frequentemente limitado pela durabilidade das baterias.
Há uma convenção tácita de que as baterias dos implantes médicos devam durar pelo menos 10 anos, o que, por sua vez, limita a funcionalidade e o desempenho desses implantes.

Há alternativas às baterias, como biocélulas que produzem energia a partir da glicose do corpo, dínamos acionados pelos músculos e até eletricidade sem fios.
Mas nenhuma delas é tão prática e controlável quanto o novo conversor acionado por laser.

Luz, calor e eletricidade
O conversor é composto por nanotubos de carbono incorporados em uma matriz de silicone. Os nanotubos absorvem a luz do laser, convertendo-a para calor.
Esse calor é então usado para gerar eletricidade por meio do efeito Seebeck: em um circuito elétrico feito com dois condutores diferentes, uma diferença de temperatura entre os dois gera uma pequena corrente elétrica.

Como somente a parte do dispositivo que é iluminada pelo laser se aquece, gera-se a necessária diferença de temperatura.

Como os nanotubos de carbono absorvem bem a luz no comprimento de onda que consegue atravessar a pele, o dispositivo não precisa ter mais do que meio centímetro, o que viabiliza seu implante sob a pele.

Bibliografia:
A Photo-Thermal-Electrical Converter Based On Carbon Nanotubes for Bioelectronic Applications
Eijiro Miyako, Chie Hosokawa, Masami Kojima, Masako Yudasaka, Ryoji Funahashi, Isao Oishi, Yoshihisa Hagihara, Mototada Shichiri, Mizuki Takashima, Keiko Nishio, Yasukazu Yoshida
Angewandte Chemie International Edition
Vol.: 50, 1 - 6
DOI: 10.1002/anie.201106136

Sustentabilidade chega ao mercado da beleza de Salvador

Salvador - Cerca de 10 mil toneladas de papel alumínio são descartadas todos os dias apenas pelos salões de beleza da Bahia. 

O número é assustadoramente maior quando levamos em consideração o volume utilizado nos quatro cantos do Brasil. 

                              O hair stylist Fernado Sozza foi o primeiro profissional a 
                                                           utilizar o  método em Salvador

Estima-se que, em todo o país, este segmento seja responsável pelo despejo de mais de 160 mil toneladas diárias do material, que pode levar até cem anos para se decompor na natureza.

O Roll Meches Colors – tecnologia italiana que substitui as lâminas de alumínio na confecção de mechas – surge como a nova esperança. O adereço foi desenvolvido com o objetivo de solucionar o problema ambiental, além de proporcionar um resultado surpreendente às madeixas.

 Conhecida também como “Mechas Sustentáveis”, a técnica já chegou ao Brasil e está disponível em alguns salões de Salvador. O hair stylist Fernado Sozza foi o primeiro profissional a utilizar o método na capital baiana. Sempre antenado às tendências mundiais, Fernando adotou o Roll Meches na semana seguinte ao seu lançamento, na Itália.

O investimento foi quase 700 vezes maior do que o feito para aquisição dos convencionais rolos de papel laminado, mas o cabeleireiro garante que vale a pena.

 “Tanto no resultado estético quanto na nossa contribuição ao meio ambiente. Aliás, já estava mais que na hora de implantarmos atitudes sustentáveis no mercado de beleza, que hoje é um dos que mais aquecem a economia brasileira”, salienta.

Segundo ele, o equipamento consiste em pequenas plaquetas que separam os fios e os prepara para receber a coloração, controlando a espessura das mechas e o tempo de ação da tinta, resultando em um tom mais uniforme. O Roll Meches é considerado sustentável, ou ecologicamente correto, não só porque substitui as lâminas de alumínio, mas principalmente por ser, diferentemente do papel, reaproveitável várias vezes. Se bem utilizadas, as plaquetas duram décadas.

“É uma das melhores técnicas já inventadas. O resultado é simplesmente maravilhoso e, assim, desmistifica aquela ideia de que sustentabilidade e beleza não podem andar juntas. A mulherada vai amar e a natureza agradece”, disse Sozza.

O procedimento já foi aprovado pelas consumidoras mais exigentes. A estudante Louíse Leal, de 17 anos, tinha cabelos virgens e arriscou, de uma única vez, fazer coloração e um alisamento que promete não danificar o cabelo. O resultado não podia ser outro: satisfação total!

Com mechas discretas, com aspectos bem naturais, e as longas madeixas sedosas, brilhantes e saudáveis, ela deixou o salão se sentindo uma nova mulher. “Tinha medo de ousar e depois não me reconhecer no espelho. Por isso, queria ir com calma e não radicalizar, mas ele (o cabeleireiro) me convenceu de que era seguro e o resultado não poderia ser melhor”, garante.

Outra novidade que chega para ficar é a Escova biológica, com zero de formol. Como a ditadura dos cabelos lisos persiste para o próximo verão, Fernando vai deixar as madeixas totalmente escorridas, com um tratamento que não agride nem os fios nem a natureza.

100% natural, a escova biológica não só alisa, como nutre o cabelo, deixando-o com aspecto mais saudável e sedoso. “O melhor de tudo é que esse tratamento pode ser conciliado com químicas, ou seja, é possível alisar e tingir completamente ou simplesmente abrir mechas. Não é preciso esperar para fazer as duas coisas. Outra vantagem da escova biológica é que a pessoa não fica dependente dela. O retoque pode ser feito a qualquer momento ou mesmo após um ano, pois o resultado é duradouro e não risco de corte químico”, salienta, exibindo sua modelo.

Estas e outras técnicas revolucionárias e exclusivas em Salvador podem ser conferidas no Fernando Sozza Spazio Di Bellezza, na Rua Alexandre Herculano, 54, Itaigara. Atendimentos podem ser marcados pelo telefone 3023-5454 e dúvidas pelo site: www.fernandosozza.com.br

Produtores participam de rally técnico no interior do Mato Grosso

Evento reuniu 50 agricultores da região do Vale do Araguaia 

PORTAL DO AGRONEGÓCIO
 

Um comboio de 25 caminhonetes quebrou o clima de tranquilidade das estradas rurais que cortam propriedades de soja e milho nos municípios de Querência e Canarana, no interior do Mato Grosso, na sexta-feira (09). 

Os carros faziam parte do Rally Ceagro/Expedição Safra 2011/12, iniciativa que busca levar ao produtor informação qualificadas e de tendências do setor. 

O dia começou com uma palestra de Marco Antônio Conejero, professor do Ibmec e consultor da PriceWaterHouseCoopers, no Sindicato dos Produtores de Querência. 

Conejero explicou como a crise mundial vai afetar o campo, mas tranquilizou os agricultores quando afirmou que, mesmo com a instabilidade econômica, os países, especialmente China e Índia, continuarão a consumir soja. Segundo ele, o padrão de consumo está crescendo e, por isso, os produtores devem investir para produzir mais com um custo menor. "Não olhe para o preço, olhe para o custo", afirmou.

Sustentabilidade - A temática principal do evento, "Soluções sustentáveis e integradas para o agronegócio", pautou a palestra de Conejero. O professor explicou a importância da sustentabilidade no campo e de que forma o mercado está exigindo cada vez mais que o agricultor produza de forma adequada. 

Segundo ele, o produtor tem que estar preparado para o consumidor mesmo antes que a sustentabilidade seja exigida por lei. Ele afirma que para isso é preciso que existam parcerias entre produtores, empresas e cooperativas. "É necessário disseminar informações do que está acontecendo no campo, investir em infraestrutura, preparar o produtor por meio de treinamento e identificar a as necessidades de cada região produtiva", explica Conejero.

Na estrada - Em seguida, os participantes, junto com técnicos, parceiros, fornecedores e jornalistas partiram rumo à propriedade de Írio José Guisolphi, onde conheceram novas variedades de soja super precoce que estão sendo testadas na área do produtor pelo pela Ceagro/Losgrobo. 

O objetivo é testar cultivares para encontrar a semente que melhor se adapta à região e, assim, possibilitar ao produtor o plantio da 2ª safra de milho minimizando o risco climático. Após as explicações sobre os experimentos no local pelo corpo técnico da Ceagro, o comboio seguiu para a área de 12 hectares adquirida pela empresa em Querência onde será instalada a loja de insumos do grupo.
 
Outro ponto de visita dos participantes do Rally foi a Associação dos Representantes de Defensivos Agrícolas do Vale do Araguaia (Ardava), onde eles assistiram a uma palestra sobre a forma correta de armazenar as embalagens de agrotóxicos. A associação é responsável pelo recolhimento das embalagens em 22 municípios. 

Este ano recolheu 530 toneladas de embalagens vazias. Para o ano que vem, a meta é alcançar 650 toneladas. Os produtores rurais conheceram ainda uma área degradada, que era voltada à pastagem e hoje está sendo recuperada para com o cultivo de soja e milho. "A recuperação desse tipo de área é um investimento no longo prazo. Já estamos pensando nos nossos filhos. Para mim, isso é sustentabilidade", disse o produtor Fabiano Brunetta.

Milho Verão - Com pouca tradição na região, o milho de verão foi um dos destaques da programação. Os participantes conheceram uma área onde a variedade está sendo testada com o objetivo de rotação de cultura. Entre as vantagens do plantio dessa variedade, segundo os técnicos, estão a descompactação do solo e o equilíbrio químico com o aumento da matéria orgânica. 

Em outro ponto da propriedade, os produtores conheceram a tecnologia AgCelence e ainda visitaram uma Área de Preservação Permanente (APP) que está sendo recuperada visando a sustentabilidade da fazenda.

Ao final do dia, o comboio havia percorrido mais de 100 km entre os municípios de Querência e Canarana, onde os produtores conheceram seis unidades demonstrativas, as novas tecnologias aplicadas na região e acompanharam in loco o que está sendo desenvolvido. 

"Foi um dia muito produtivo. Os participantes tiveram acesso a muitas e novas informações e a propriedades que eles não conheceriam sozinhos", disse o CEO da Ceagro, Paulo Fachin. O produtor de soja Arlindo Osalen, de Gaúcha do Norte, viajou mais de três horas para participar do Rally e saiu satisfeito do evento. "Aprendi várias coisas que posso aplicar na minha propriedade", disse.

Calendário - A etapa Querência foi o primeiro de uma série de eventos técnicos que serão realizados na temporada 2011/12 na aliança entre o Rally Ceagro e a Expedição Safra Gazeta do Povo. Até o final de março serão realizados outros quatro eventos.

MUNICÍPIO/ESTADO/DATA

◦Querência (MT) - REALIZADO - 09/DEZ/2011
◦Canarana (MT) - 19/JAN/2012
◦Goiatuba (GO) - 09/FEV/2012
◦Guaraí     (TO) - 01/MAR/2012
◦Balsas     (MA) - 08/MAR/2012