Os 50 anúncios mais criativos para salvar o planeta


Nesta semana num bate papo com um amigo que também trabalha com direção de arte, ele me perguntou se eu tinha referências criativas de anúncios que defendessem a natureza ou se eu sabia onde encontrá-las.

Resolvi então reunir diversos anúncios com idéias fantásticas que defendem as causas do planeta e juntá-los aqui no blog do Coletivo Verde para que outras pessoas também tenham acesso mais fácil a esse tipo de material.

Os anúncios na maioria são para empresas como WWF, Green Peace e Survival, desenvolvidos por agência de publicidade como Ogilvy, Almap e DM9.



















































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Nesta semana num bate papo com um amigo que também trabalha com direção de arte, ele me perguntou se eu tinha referências criativas de anúncios que defendessem a natureza ou se eu sabia onde encontrá-las.

Resolvi então reunir diversos anúncios com idéias fantásticas que defendem as causas do planeta e juntá-los aqui no blog do Coletivo Verde para que outras pessoas também tenham acesso mais fácil a esse tipo de material.

Os anúncios na maioria são para empresas como WWF, Green Peace e Survival, desenvolvidos por agência de publicidade como Ogilvy, Almap e DM9.




















































Sustentabilidade é caminho para novo mercado de trabalho

É impossível falar em desenvolvimento atualmente sem associá-lo à sustentabilidade. O tema ganha cada vez mais espaço no mercado brasileiro e atrai pessoas de diversas áreas interessadas em especializações que gerem mudanças empresariais e pessoais por um futuro melhor.


O governo do Brasil é a prova de que esse setor já alcançou posição de importância em toda a nação. Ainda neste semestre o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, divulgará o projeto “política de desenvolvimento produtivo”, que tem como objetivo instaurar a sustentabilidade em todo o setor industrial brasileiro.
As empresas se mobilizam para desenvolverem estratégias de minimização dos impactos que suas atividades causam no meio ambiente. Par alcançar esse objetivo, no entanto, elas buscam profissionais capacitados para exercerem tais mudanças. Por isso, a sustentabilidade ganha também status de profissão.
As áreas de atuação são diversas e englobam profissionais com diferentes formações, desde jornalistas até engenheiros, todos envolvidos em um só ideal que é trabalhar em benefício da sustentabilidade. A consultora ambiental Carolina Piccin, explica o que existe em comum entre esses profissionais: “Acho que todos que trabalham com o tema da sustentabilidade têm uma vontade muito grande de mudar uma comunidade, uma cidade ou uma empresa”.
A advogada Juliana Amaral Toledo, é exemplo disso e garante que as empresas estão à procura de profissionais capacitados. “As empresas que me procurar querem estimular um comportamento sustentável ou estão trabalhando com tecnologias para diminuir seu impacto na natureza”, disse ela em declaração à revista Isto É.
Para formalizar essas profissões, foi criada recentemente a Associação Brasileira de Profissionais da Sustentabilidade (Abraprosus), que surge para proporcionar espaços onde os profissionais possam debater ideias e trocar experiências. Um dos desafios para esse crescimento é a falta de formação universitária desenvolvida especificamente em cima deste tema. Segundo o empresário Marcus Nakagawa é possível “contar nos dedos as universidades brasileiras que têm cursos fixos nessa área”. Três universidades têm especializações em sustentabilidade: Universidade Federal de Minas Gerais, Fundação Getúlio Vargas e Universidade de São Paulo. O Instituto Ethos também oferece pequenos cursos para direcionar empresários interessados em montar negócios sustentáveis. Com informações da Revista Isto É.

Eficiência Energética - Setor Energético Brasileiro


Fonte: NN - Rodrigo Leitão

A entrevista da semana é com o  consultor de Novos Negócios da Reativa S.Engenharia Elétrica e da Empresa Verde Consultoria em Sustentabilidade, Gilbert Simionato, que explica a questão da eficiência energética e as formas de redução nas contas de luz, assim como o problema da emissão de gases.

 
1X O setor energético brasileiro vem passando por profundas mudanças, inclusive a privatização da maior parte das concessões e distribuição de energia elétrica e gás natural. De fato, o que é eficiência energética?

É uma atividade técnico-econômica que visa proporcionar o melhor consumo de energia e água, com redução de custos operacionais correlatos; minimizar contingenciamentos no suprimento desses insumos e introduzir elementos e instrumentos necessários para o gerenciamento energético e hídrico da empresa ou empreendimento.

2X Com todos esses acontecimentos políticos e econômicos que o setor energético vem sofrendo ao longo dos anos, a eficiência energética acabou ficando em segundo plano. Por que uma política nesse sentido é importante e quais vantagens e aspectos positivos podemos perceber no nosso cotidiano?

O próprio termo "Políticas Públicas" define: São programas, elaborados pelos governos que administram, organizam e tomam decisões sobre assuntos públicos, coletivos etc. Sem uma direção criada fatalmente teríamos ações isoladas e aleatórias. 

Pela existência de tais iniciativas é que norteamos nossas ações, nossos projetos, se não existissem estaríamos à mercê de interesses particulares, atitudes isoladas e sem qualquer respaldo legal. A prova de sua eficácia é o que estamos conseguindo atingir nos dias de hoje, além dos inúmeros projetos em andamento.

Enquanto o Ministério de Minas e Energia (MME) prepara o terreno para o Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEf), uma das iniciativas cruciais para o país alcançar a meta de redução no consumo de energia elétrica, de 10% em 2030, faz história.  

O Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), instituído pela portaria interministerial nº 1.877 (MME e Ministério da Indústria e Comércio), completa, no dia 30 de dezembro desse ano, 25 anos de existência. 

Os números provam a força das medidas implementadas pelo programa, seja na área da indústria, serviços, residência, saneamento, iluminação pública, edificação, educação e certificação de equipamentos, eletrodomésticos e eletroeletrônicos.

3X  A reforma do setor energético e o Plano Real estão aliviando algumas das grandes barreiras históricas  e a otimização energética no Brasil. Quais os empecilhos que as empresas ainda encontram junto ao Governo Federal?

O maior problema das empresas quanto à eficiência energética se refere à dificuldade na captação de recursos para financiar os projetos. Além disso, as linhas de financiamento disponíveis são um grande problema, pois os bancos têm dificuldades em avaliar o risco de crédito por motivos técnicos. 

Algumas linhas, por exemplo, cobrem apenas equipamentos produzidos no Brasil. Para que esse quadro seja revertido, o governo precisaria dar incentivos, como isenção de impostos e encargos para que os projetos se tornem economicamente viáveis.  

Também se faz necessário que as linhas de crédito sejam mais aderentes às reais necessidades das Empresas.

4X Hoje o mundo inteiro fala em reduzir as emissões de gases de efeito estufa, energias renováveis e sustentabilidade . 
Qual o impacto da eficiência energética na redução de CO2 e na economia?

Em tempos em que o aquecimento global e as mudanças climáticas são motivo de preocupação no mundo, a melhoria da eficiência energética é a solução mais econômica, eficaz e rápida para minimizar impactos ambientais acarretados pela utilização da energia e reduzir emissões de dióxido de carbono (CO2).  Ainda mais para organizações em expansão.

Já somos o terceiro maior emissor de CO2 no mundo, mas ainda bem distante dos números de China e Estados Unidos, que lideram o ranking. 

No entanto, se for considerado apenas o setor de energia, nosso País cai para 11º lugar. A contribuição do setor energético (considerando combustíveis e siderurgia) para as emissões totais no país é de apenas 16,5%, enquanto a média mundial é de 65%. 

Com a projeção do tamanho da população de Produto Interno Bruto (PIB) em 2020, a meta para a manutenção daquela intensidade de emissão seria de 730 milhões de toneladas. Para fazer isso, o Brasil tem que cumprir o plano decenal (de política energética).  

O cenário que está no plano decenal não é uma referência, mas o caminho para chegar ao cenário firmado em Copenhague até com uma pequena redução da intensidade de emissão em relação a 2005.

5X Quais são os primeiros passos para o consumidor implementar esse projeto em suas residências, escritórios e qualquer tipo de estabelecimento?

Valer ressaltar que, antes de qualquer coisa o empresário deve ter consciência de que o PEE é um dos um critérios fundamentais à adoção da Sustentabilidade, e de que as ações por ele realizadas além de trazerem benefícios à sua Empresa, para o País e ao planeta,  melhoram a qualidade de vida e trabalho de seus funcionários, colaboradores e de toda a comunidade.

Podemos citar algumas iniciais para implementação do projeto como: 

Auditoria energética da instalação para identificar oportunidades de redução do consumo;
 
Análise da fatura de energia (enquadramento no padrão ideal de tarifa, redução de demanda, correção do fator de potência). 

Um bom exemplo é a análise do consumo de energia são os elevadores, sistemas de aquecimentos, iluminação e ar-condicionado.