The Blue Ocean in RED from Howard Hall on Vimeo.
Conheça o Green Touchscreen
O Green Touchscreen é uma ferramenta online com o objectivo de medir a sustentabilidade e eficiência energética dos edifícios.
Esta ferramenta permite ver em tempo real o consumo de energia, visualizar a pegada de carbono, descobrir de forma interactiva a performance do edifício e aprender alguns factos sobre como ser mais sustentável e poupar mais energia.

A análise de dados que a ferramenta disponibiliza pode ser adequada conforme as necessidades de cada tipo de edifício ou para os mais variados fins: académicos, comerciais, habitação ou hospitalares.
Etanol e Açucar - Crescimento sustentável do setor marca período 2003-2010
A criação de uma política que orienta a expansão da cana sob critérios ambientais e sociais e a ampliação do crédito para o setor em 770% estão entre os resultados apresentados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta terça-feira (23/11), em Ribeirão Preto (SP). Lula fez um balanço das medidas de incentivo ao setor adotadas entre 2003 e 2010. O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, participou da cerimônia.
Referência mundial - "Esses resultados mostram porque o Brasil é uma referência mundial na produção de etanol e açúcar. Temos uma cadeia produtiva com um olho na eficiência e outro na preservação ambiental", afirma o ministro Wagner Rossi. "As ações do governo reforçaram o compromisso do Brasil em suprir a crescente demanda por biocombustíveis, sem competir com a produção de alimentos", completou Rossi.
Zoneamento - O Zoneamento Agroecológico da Cana-de-Açúcar (ZAE Cana), anunciado em 2009, estabeleceu diretrizes para a expansão sustentável da cultura. Novos empreendimentos no setor devem dar prioridade a áreas degradadas e excluir regiões com vegetação nativa e que estejam dentro dos biomas Amazônia, Pantanal e Bacia do Alto Paraguai. Além disso, as novas áreas de cana devem possuir declividade inferior ou igual ou a 12%, que permitem a mecanização e eliminam as queimadas na lavoura. O estudo pioneiro delimitou 64 milhões de hectares aptos ao plantio da cana, mais de seis vezes a área ocupada atualmente com a cultura, de cerca de oito milhões de hectares.
Crédito - Os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) dirigidos à modernização da indústria e à instalação de usinas também foram destaque. Passaram de R$ 722 milhões, em 2003 para R$ 6,3 bilhões, em 2010. Em oito anos, foram destinados R$ 27,2 bilhões para investimentos no setor. Entre os critérios para concessão de crédito estão aumento da eficiência e sustentabilidade da produção. Os recursos foram contratados pelo segmento agrícola, para compra de equipamentos como colheitadeiras e pela indústria, para produção de açúcar, etanol e cogeração de energia a partir de produtos da cana-de-açúcar.
Estoque - Além desses recursos, o governo destinou R$ 3,9 bilhões para financiar a estocagem de etanol em quatro safras - 2002/2003, 2003/2004, 2004/2005, 2010/2011. A iniciativa teve a finalidade de garantir o abastecimento interno e evitar uma grande oscilação de preços do combustível durante a entressafra.
Pesquisa - Houve ainda a criação, em 2006, da unidade de pesquisa Agroenergia vinculada à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), para trazer inovação ao setor e permitir a transferência de tecnologias que garantam maior competitividade e ampliação do uso de matrizes energéticas limpas. Em quatro anos, a Embrapa investiu mais de R$ 80 milhões em projetos de pesquisa, instalações e contratação de pesquisadores que atuam com etanol.
Mão-de-obra - A qualificação e melhoria das condições de trabalhado da mão-de-obra empregada na agroindústria canavieira também é prioridade para o governo. Em 2009, foi assinando o Compromisso Nacional das Melhores Práticas na Agroindústria assinado pelo governo, indústria e trabalhadores. Em 2010, foram treinados pela indústria 12.600 trabalhadores e há previsão de qualificar 12.400, em 2011.
IPI - Outra ação que contribuiu para impulsionar a indústria do etanol foi a redução, em 2003, do Imposto sobre produtos Industrializados (IPI) sobre os carros flex fluel. O Decreto nº 4.902 estipulou que as alíquotas caíssem de 13% para 11% ou 7%, de acordo com o tipo de motor utilizado. Atualmente, 40% da frota nacional é composta por veículos flex fuel e 90% dos carros leves vendidos no Brasil possuem esta tecnologia.
Produção e exportação - Entre as safras 2003/2004 e 2010/2011 a produção de cana-de-açúcar destinada ao setor sucroalcooleiro cresceu 82%, passando de 357 milhões de toneladas para 651 milhões. No período, a produtividade subiu 20%, saindo de 66 toneladas por hectares para 80 toneladas por hectare. A produção de etanol saltou de 12 bilhões de litros para 28 bilhões de litros (aumento de 94%) e a de açúcar passou de 22 milhões de toneladas para 38 milhões de toneladas (expansão de 53%).
Crescimento - As exportações de etanol registraram crescimento de 402% entre 2003 e 2009, quando evoluíram de 60 milhões de litros para 3,2 bilhões de litros. Os embarques de açúcar subiram 12 de milhões de toneladas para 24 milhões de toneladas (88%).
(Portal do Agronegócio)
Referência mundial - "Esses resultados mostram porque o Brasil é uma referência mundial na produção de etanol e açúcar. Temos uma cadeia produtiva com um olho na eficiência e outro na preservação ambiental", afirma o ministro Wagner Rossi. "As ações do governo reforçaram o compromisso do Brasil em suprir a crescente demanda por biocombustíveis, sem competir com a produção de alimentos", completou Rossi.
Zoneamento - O Zoneamento Agroecológico da Cana-de-Açúcar (ZAE Cana), anunciado em 2009, estabeleceu diretrizes para a expansão sustentável da cultura. Novos empreendimentos no setor devem dar prioridade a áreas degradadas e excluir regiões com vegetação nativa e que estejam dentro dos biomas Amazônia, Pantanal e Bacia do Alto Paraguai. Além disso, as novas áreas de cana devem possuir declividade inferior ou igual ou a 12%, que permitem a mecanização e eliminam as queimadas na lavoura. O estudo pioneiro delimitou 64 milhões de hectares aptos ao plantio da cana, mais de seis vezes a área ocupada atualmente com a cultura, de cerca de oito milhões de hectares.
Crédito - Os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) dirigidos à modernização da indústria e à instalação de usinas também foram destaque. Passaram de R$ 722 milhões, em 2003 para R$ 6,3 bilhões, em 2010. Em oito anos, foram destinados R$ 27,2 bilhões para investimentos no setor. Entre os critérios para concessão de crédito estão aumento da eficiência e sustentabilidade da produção. Os recursos foram contratados pelo segmento agrícola, para compra de equipamentos como colheitadeiras e pela indústria, para produção de açúcar, etanol e cogeração de energia a partir de produtos da cana-de-açúcar.
Estoque - Além desses recursos, o governo destinou R$ 3,9 bilhões para financiar a estocagem de etanol em quatro safras - 2002/2003, 2003/2004, 2004/2005, 2010/2011. A iniciativa teve a finalidade de garantir o abastecimento interno e evitar uma grande oscilação de preços do combustível durante a entressafra.
Pesquisa - Houve ainda a criação, em 2006, da unidade de pesquisa Agroenergia vinculada à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), para trazer inovação ao setor e permitir a transferência de tecnologias que garantam maior competitividade e ampliação do uso de matrizes energéticas limpas. Em quatro anos, a Embrapa investiu mais de R$ 80 milhões em projetos de pesquisa, instalações e contratação de pesquisadores que atuam com etanol.
Mão-de-obra - A qualificação e melhoria das condições de trabalhado da mão-de-obra empregada na agroindústria canavieira também é prioridade para o governo. Em 2009, foi assinando o Compromisso Nacional das Melhores Práticas na Agroindústria assinado pelo governo, indústria e trabalhadores. Em 2010, foram treinados pela indústria 12.600 trabalhadores e há previsão de qualificar 12.400, em 2011.
IPI - Outra ação que contribuiu para impulsionar a indústria do etanol foi a redução, em 2003, do Imposto sobre produtos Industrializados (IPI) sobre os carros flex fluel. O Decreto nº 4.902 estipulou que as alíquotas caíssem de 13% para 11% ou 7%, de acordo com o tipo de motor utilizado. Atualmente, 40% da frota nacional é composta por veículos flex fuel e 90% dos carros leves vendidos no Brasil possuem esta tecnologia.
Produção e exportação - Entre as safras 2003/2004 e 2010/2011 a produção de cana-de-açúcar destinada ao setor sucroalcooleiro cresceu 82%, passando de 357 milhões de toneladas para 651 milhões. No período, a produtividade subiu 20%, saindo de 66 toneladas por hectares para 80 toneladas por hectare. A produção de etanol saltou de 12 bilhões de litros para 28 bilhões de litros (aumento de 94%) e a de açúcar passou de 22 milhões de toneladas para 38 milhões de toneladas (expansão de 53%).
Crescimento - As exportações de etanol registraram crescimento de 402% entre 2003 e 2009, quando evoluíram de 60 milhões de litros para 3,2 bilhões de litros. Os embarques de açúcar subiram 12 de milhões de toneladas para 24 milhões de toneladas (88%).
(Portal do Agronegócio)
Escritório romeno projeta torre com oito observatórios flutuantes para Taiwan
Edifício vencedor de concurso, com design inspirado em uma árvore, vai custar 500 milhões de dólares
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| Projeto do escritório romeno remete a uma árvore |
Na semana passada, foi divulgado o projeto vencedor do concurso internacional Taiwan Tower Conceptual Design, que previa o desenvolvimento de um projeto de uma torre de, no mínimo, 300 m de altura, em virtude da comemoração dos 100 anos de fundação de Taiwan. Além disso, o projeto deveria ter como base a sustentabilidade.
O projeto do escritório romeno DSBA, produzido em parceria com Mihai Craiun, prevê a construção de uma torre de 390 m de altura, com um design que remete a uma árvore, que terá oito observatórios flutuantes e capacidade para carregar entre 50 e 80 pessoas.
Os observatórios serão construídos em material leve, contarão com gás hélio e serão movidos verticalmente por um elevador, ambos inclusos em um forte campo magnético. A estrutura da torre, que tem fundações que vão até 30 m abaixo da terra, será em concreto. Já a conexão dos observatórios com a torre será feita em aço, com acesso por meio de uma ponte retrátil.
Em relação à sustentabilidade, o prédio contará com área verde, circulação de vento natural integrada verticalmente, produção de energia elétrica através de turbinas axiais localizadas ao longo da estrutura do prédio, painéis fotovoltaicos em toda a estrutura, sistema de captação e reutilização de água da chuva e uma usina geotérmica de energia para aquecer o edifício durante o inverno e para aquecimento de água.
O prédio contará com uma central de informações, escritórios, restaurantes, espaços para conferências e um museu sobre a história do país. Apesar da altura, o prédio ainda é menor que o Taipei 101, com 509 m. O início da construção está previsto para 2012 e deve custar cerca de US$ 500 milhões. A intenção é que cerca de cinco milhões de pessoas visitem o prédio anualmente.
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| Regulamento do concurso previa projeto que fosse símbolo de sustentabilidade |
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| Nova torre só será mais baixa que a Taipei 101, de 509 m de altura |
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| Observatórios flutuantes serão carregados verticalmente por elevador |
Morar Mais por Menos 2010 Curitiba
Ambientes planejados trazem soluções sustentáveis e acessíveis
Por: Michel Mello
A Mostra Morar Mais por Menos que tem por título desse ano: “O Chique que Cabe no Bolso” vem se consolidando como conceito em arquitetura e urbanismo que oferece ambientes acessíveis com sofisticação.
O desafio principal dos arquitetos que fazem parte da mostra é apresentar soluções econômicas, sustentáveis e que possam inspirar os visitantes a fazerem boas escolhas, aliando estilo e custo-benefício.
O evento acontece em Curitiba (PR), entre os dias 27 de outubro até 28 de novembro, e apresenta uma preocupação sustentável com o meio ambiente e um estímulo às inovações tecnológicas e construtivas em design de interiores.
Conceito
A ideia dos arquitetos Francisca Cury e Léo Pletz, este ano, é mostrar mais possibilidades de ambientes reais que possam ser totalmente aplicáveis em residência, e antenados com as demandas e as inovações do mercado.
São 54 espaços montados nas áreas internas e externas, que foram criados por mais de 70 profissionais da região. Na mostra, os visitantes podem conhecer ambientes residenciais, espaços corporativos e galerias de arte. Entre os destaques está um apartamento dentro dos padrões do programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida (PMCMV).
Diferencial
Como aconteceu nas edições anteriores – e é um dos diferenciais desse evento – o que torna a Morar Mais por Menos sucesso de público é a contínua defesa da transparência e do respeito aos consumidores. Assim, em todos os ambientes da mostra existe um quadro descrevendo detalhadamente os itens utilizados na decoração, com os respectivos fornecedores e preços.
Sobre a mostra
O evento nasceu na cidade do Rio de Janeiro e hoje está presente em Curitiba, Salvador (BA), Recife (PE), Brasília (DF), Goiânia (GO), Natal (RN), Belo Horizonte (MG) e Vitória (ES). O conceito inovador atrai um número cada vez maior de visitantes. A mostra cativa pelas suas soluções que trazem o design de interiores acessível e criativo. Seguindo uma linha genuinamente brasileira, os ambientes são batizados com nomes em português.
Inovação
Uma das inovações que tem feito bastante sucesso junto ao público é o ambiente criado pelo arquiteto Vinicius Trevisan: a sala de estar com lareira. Esse ambiente foi escolha do arquiteto e aplica conceitos de sustentabilidade e praticidade em ambientes residenciais. Isso, sem perder a sofisticação e o bom gosto.
“Escolhemos um ambiente em que a sustentabilidade se destacasse com um ponto fundamental. Foi feito utilizando um material que estava disponível, fácil de trabalhar e que permitisse criar uma peça moldável com peças geométricas – o bloco de concreto”, afirma o arquiteto.
Sustentabilidade
“Criamos peças, vasos para plantas com blocos de concreto revestidos que foram forrados com coadores de café e envernizados com esmalte incolor. Esses blocos eram rejeitos de outras obras. O concreto continua presente e se apresenta como um bom material”, ressalta o arquiteto.
Vinicius ainda destaca: “Esse painel de blocos de concreto surpreendeu, pois já foram encomendados por 12 pessoas e os desenhos são exclusivos. Veja: são materiais que iam pra caçamba e nós conseguimos reutilizá-los e torná-los ainda bastante atraentes”.
“Vale destacar que as prateleiras da sala de estar também são reutilizadas. A madeira empregada nas prateleiras é feita com restos de caixas de cimento de obras”, conclui o arquiteto.
Serviço
Mostra Morar Mais por Menos “O Chique que Cabe no Bolso”
De 27 de outubro a 28 de novembro
Rua Pedro Foltran, 100 – final da Rua Euclides da Cunha – Curitiba (PR)
(41) 3019.6894
Terça-feira a Sexta-feira, das 15h às 21h
Sábado, das 14h às 21h
Domingo e feriados, das 14h às 20h
Valor do Ingresso: R$ 20,00 – Meia-entrada: maiores de 60 anos e estudantes R$ 10,00
Mostra Morar Mais por Menos “O Chique que Cabe no Bolso”
De 27 de outubro a 28 de novembro
Rua Pedro Foltran, 100 – final da Rua Euclides da Cunha – Curitiba (PR)
(41) 3019.6894
Terça-feira a Sexta-feira, das 15h às 21h
Sábado, das 14h às 21h
Domingo e feriados, das 14h às 20h
Valor do Ingresso: R$ 20,00 – Meia-entrada: maiores de 60 anos e estudantes R$ 10,00
Sustentabilidade Industrial: Aplicando a Sustentabilidade na Indústria
A sustentabilidade industrial tem sido foco das discussões sobre a temática que envolve questões não apenas ambientais, mas que também visam o crescente lucro, ou de condições favoráveis às indústrias.
Uma das perguntas centrais das discussões em torno do desenvolvimento sustentável das indústrias é: como é possível torná-las ecologicamente éticas e ao mesmo tempo produtivas (que gerem lucros rápidos)?
A forma mais utilizada para tornar a indústria sustentável é, sem dúvida, a adoção de projetos sustentáveis com vistas na geração de energia limpa e renovável, além de medidas de ordens sociais e ambientais que possam ser vantajosas, como por exemplo, as atitudes que permitam uma geração de emprego sustentável nas comunidades que extraiam a matéria prima utilizada pela indústria em questão, um outro exemplo de atitude sustentável é a reeducação dos funcionários e o treinamento destes para tornar a produção mais ecologicamente ética. Há também medidas internacionais, como os provenientes do protocolo de Kyoto que debatem a viabilidade das industriais utilizarem a intervenção financeira como meio de redução da emissão de gases danosos ao ambiente, por exemplo.
Quando as indústrias já são sustentáveis, tem-se o cuidado de manter tais medidas e de sempre utilizar um investimento reservado a aplicação de novas técnicas nas suas produções. Um exemplo de indústria sustentável são as que produzem o açúcar e que utilizam do bagaço de cana para a geração de energia, ou aquelas que se referem a produção de cosméticos e de celulose que incentivam não somente o replantio, mas que também criam áreas de reservas intocáveis. A reciclagem e o aproveitamento de todos os materiais, como a utilização hídrica, também representam um interesse comum da sustentabilidade industrial.
A adoção da sustentabilidade industrial além de ser uma medida ética e produtiva, também ganha um espaço cada vez maior em questão de aceitabilidade dos consumidores.
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