Sustentabilidade Industrial: Aplicando a Sustentabilidade na Indústria
A sustentabilidade industrial tem sido foco das discussões sobre a temática que envolve questões não apenas ambientais, mas que também visam o crescente lucro, ou de condições favoráveis às indústrias.
Uma das perguntas centrais das discussões em torno do desenvolvimento sustentável das indústrias é: como é possível torná-las ecologicamente éticas e ao mesmo tempo produtivas (que gerem lucros rápidos)?
A forma mais utilizada para tornar a indústria sustentável é, sem dúvida, a adoção de projetos sustentáveis com vistas na geração de energia limpa e renovável, além de medidas de ordens sociais e ambientais que possam ser vantajosas, como por exemplo, as atitudes que permitam uma geração de emprego sustentável nas comunidades que extraiam a matéria prima utilizada pela indústria em questão, um outro exemplo de atitude sustentável é a reeducação dos funcionários e o treinamento destes para tornar a produção mais ecologicamente ética. Há também medidas internacionais, como os provenientes do protocolo de Kyoto que debatem a viabilidade das industriais utilizarem a intervenção financeira como meio de redução da emissão de gases danosos ao ambiente, por exemplo.
Quando as indústrias já são sustentáveis, tem-se o cuidado de manter tais medidas e de sempre utilizar um investimento reservado a aplicação de novas técnicas nas suas produções. Um exemplo de indústria sustentável são as que produzem o açúcar e que utilizam do bagaço de cana para a geração de energia, ou aquelas que se referem a produção de cosméticos e de celulose que incentivam não somente o replantio, mas que também criam áreas de reservas intocáveis. A reciclagem e o aproveitamento de todos os materiais, como a utilização hídrica, também representam um interesse comum da sustentabilidade industrial.
A adoção da sustentabilidade industrial além de ser uma medida ética e produtiva, também ganha um espaço cada vez maior em questão de aceitabilidade dos consumidores.
Decoração de Natal com materiais recicláveis
Na Moda e Ecológicamente correta:
O Natal é uma das festas mais importantes do Cristianismo. É a celebração do nascimento de Jesus Cristo, por isso a data é sinônimo de alegria, renascimento, união, presentes e de uma grande festa.
A decoração natalina é uma tradição que ajuda as famílias a entrarem no clima da festa. Guirlandas, velas, enfeites e o tradicional pinheirinho representam o Natal. E já que a época é de comemoração e renascimento, que tal uma decoração que combine com o espírito de transformação do Natal? Como fazer isso? Transformando materiais recicláveis em lindos enfeites natalinos.
Utilizando materiais recicláveis que seriam jogados no lixo, você pode fazer enfeites para a mesa, incrementar a árvore, ter uma decoração exclusiva de forma sustentável e, de quebra, ajudar a preservar o meio ambiente. Com um pouco de criatividade, garrafas pets, garrafas de vidro, sacolas de plástico, jornal e tampinhas de garrafas pet, você transforma “lixo” em lindas peças natalinas.
Se você não tem tempo ou não tem muito talento para trabalhos manuais, vale lembrar que muitas pessoas aproveitam essa época para confeccionar enfeites feitos com materiais reciclados e ganhar uma renda extra. Comprando esses produtos, você ajuda a diminuir o impacto das embalagens de papel, de vidro e outros materiais no nosso planeta.
Em épocas festivas, o artista curitibano João Alberto Vasco de Andrade, o João do Lixo, é contratado por prefeituras que desejam fazer suas decorações juninas ou de Natal com materiais reciclados. Em alguns trabalhos, o artista procura envolver as pessoas da cidade, ensinando seu trabalho e fazendo do respeito à natureza uma perspectiva de geração de renda. Para João do Lixo, “o lixo reciclável transmite um vírus que é o vírus do entusiasmo”.
João do Lixo conta que o material reciclável mais fácil de ser utilizado por um iniciante que deseja confeccionar uma peça natalina é a embalagem de pó de café embalado a vácuo (dourado). Para você ser contagiado pelo vírus do entusiasmo, confira essa “receita”:
Laço de Natal
A decoração natalina é uma tradição que ajuda as famílias a entrarem no clima da festa. Guirlandas, velas, enfeites e o tradicional pinheirinho representam o Natal. E já que a época é de comemoração e renascimento, que tal uma decoração que combine com o espírito de transformação do Natal? Como fazer isso? Transformando materiais recicláveis em lindos enfeites natalinos.
Utilizando materiais recicláveis que seriam jogados no lixo, você pode fazer enfeites para a mesa, incrementar a árvore, ter uma decoração exclusiva de forma sustentável e, de quebra, ajudar a preservar o meio ambiente. Com um pouco de criatividade, garrafas pets, garrafas de vidro, sacolas de plástico, jornal e tampinhas de garrafas pet, você transforma “lixo” em lindas peças natalinas.
Se você não tem tempo ou não tem muito talento para trabalhos manuais, vale lembrar que muitas pessoas aproveitam essa época para confeccionar enfeites feitos com materiais reciclados e ganhar uma renda extra. Comprando esses produtos, você ajuda a diminuir o impacto das embalagens de papel, de vidro e outros materiais no nosso planeta.
Em épocas festivas, o artista curitibano João Alberto Vasco de Andrade, o João do Lixo, é contratado por prefeituras que desejam fazer suas decorações juninas ou de Natal com materiais reciclados. Em alguns trabalhos, o artista procura envolver as pessoas da cidade, ensinando seu trabalho e fazendo do respeito à natureza uma perspectiva de geração de renda. Para João do Lixo, “o lixo reciclável transmite um vírus que é o vírus do entusiasmo”.
João do Lixo conta que o material reciclável mais fácil de ser utilizado por um iniciante que deseja confeccionar uma peça natalina é a embalagem de pó de café embalado a vácuo (dourado). Para você ser contagiado pelo vírus do entusiasmo, confira essa “receita”:
Laço de Natal
Material:
- 5 embalagens de pó de café
- Saquinhos de plástico para rechear as embalagens (para tornar as embalagens douradas almofadadas)
- Um pedaço de arame fino de 40cm.
- Durex
- Tesoura
Como Fazer:
Pegue 4 embalagens e abra uma das extremidades;
Preencha 2 delas com saquinhos de plástico e depois feche-as, franzindo e prendendo com durex;
Sobreponha (5cm) as duas pontas franzidas de forma que os fundos fiquem em posições opostas e prenda bem as duas partes com durex. Por cima do durex, passe o arame de forma que sobrem duas pontas iguais, torça e estique essas pontas para que acompanhem as embalagens no sentido do comprimento;
Pegue a 5ª embalagem e abra por completo. Corte-a em forma de espiral na largura de uns 5cm. Comece por uma das pontas, no sentido diagonal, tomando cuidado para não ultrapassar a largura indicada. Isto será a tira que irá compor o nó do laço. Prenda e enrole essa tira no arame;
As duas embalagens restantes serão utilizadas para fazer as pontas do laço. Faça pregas no sentido do comprimento das embalagens e coloque uma ao lado da outra em forma de V invertido, a seguir prenda na parte de traz das primeiras embalagens unificadas;
Com a sobra do arame faça uma argola ou gancho para pendurar o seu LAÇO DE NATAL.
Sua casa decorada com materiais recicláveis é um jeito moderno e ecologicamente correto de receber sua família e amigos neste Natal. Com criatividade, economia e, principalmente, consciência ecológica, você vai comemorar esse Natal mais felicidade e a consciência tranquila.
Sua casa decorada com materiais recicláveis é um jeito moderno e ecologicamente correto de receber sua família e amigos neste Natal. Com criatividade, economia e, principalmente, consciência ecológica, você vai comemorar esse Natal mais felicidade e a consciência tranquila.
Veja alguns trabalhos de João do Lixo:



10 recursos na web para calcular a sua pegada de carbono
Para aquelas alturas em que pretendem demonstrar o impacto dos nosso hábitos no planeta, fizemos uma selecção de 10 calculadoras da pegada de carbono disponíveis na web:

Calculadora da CGD

Iniciativa Verde
Calculadora do WWF

Do Min. Ambiente Britânico

MyFootPrint

Dia da Terra

Calculadora do Yahoo

Calculadora da Terrapass

E podem também experimentar no Facebook a calculadora de controle de consumos de água.
Publicado em Ambiente
Edital de financiamento de pesquisas que contribuam para a redução da pobreza
Grande oportunidade para pesquisadores brasileiros das mais diversas áreas ! Leiam abaixo o texto divulgado pela Agência Fapesp:
Induzir pesquisas que melhorem a compreensão sobre como funcionam os ecossistemas, os serviços que eles fornecem, seu valor e o papel potencial desses serviços na contribuição da redução da pobreza.
Esse é o objetivo do programa Ecosystems Services for Poverty Alleviation (ESPA) – Serviços dos Ecossistemas para a Redução de Pobreza – conduzido pelo National Environment Research Council (NERC), pelo Economic & Social Research Council (ESRC) e pelo Department for International Development (DfID), do governo britânico.
O programa multidisciplinar dispõe de 40,5 milhões de libras (cerca de R$ 110 milhões) para apoiar pesquisas, de 2009 a 2016, segundo informou o diretor do programa ESPA, Paul van Gardingen, em encontro com cientistas do Estado de São Paulo ocorrido nesta segunda-feira (8/11), na sede da FAPESP.
“O objetivo do ESPA é garantir que, em países em desenvolvimento, ecossistemas sejam administrados sustentavelmente de maneiras que contribuam com a redução da pobreza e com o crescimento inclusivo e sustentável”, disse Gardingen.
Para tanto, o programa apoiará pesquisas que forneçam evidências e ferramentas aos tomadores de decisão e aos usuários finais que possibilitem gerenciar a sustentabilidade dos serviços ecossistêmicos.
O diretor do ESPA está no Brasil para divulgar o programa junto à comunidade acadêmica do país. Cientistas de outros países, entre os quais o Brasil, podem enviar propostas ao programa.
“O programa tem como foco prioritário quatro regiões que experimentam mudanças significativas na administração de seus serviços ecossistêmicos no contexto da redução da pobreza e do crescimento sustentável: Amazônia, China, Sudeste Asiático e África Subsaariana. O ESPA está focado nas pessoas e em suas relações com os serviços ecossistêmicos”, disse Gardingen.
Interessados têm até o dia 8 de dezembro para preencher o formulário de interesse em participar da chamada atual e até o dia 19 de janeiro de 2011 para encaminhar as propostas completas. A chamada atual tem orçamento de 16 milhões de libras (cerca de R$ 43,8 milhões).
Os auxílios poderão ter entre três e cinco anos de duração, com o valor total do projeto de pesquisa entre 500 mil e 4 milhões de libras.
“É importante que os interessados em apresentar propostas entrem no site do ESPA e verifiquem quais são os projetos já apoiados pelo programa”, disse Gardingen.
Mais informações sobre a chamada e o programa: www.nerc.ac.uk/research/programmes/espa
Conselhos de Pesquisa
A FAPESP mantém acordo de cooperação com os Conselhos de Pesquisa do Reino Unido (RCUK, na sigla em inglês) para apoiar o desenvolvimento de projetos de pesquisa cooperativos propostos por pesquisadores britânicos e brasileiros associados.
As propostas devem ser submetidas diretamente, por pesquisadores no Reino Unido em associação com pesquisadores vinculados a instituições de ensino superior e pesquisa no Estado de São Paulo, a uma ou mais entidades pertencentes aos RCUK, que informarão a FAPESP da submissão de proposta de pesquisa.
Mais informações sobre o acordo e as chamadas em aberto, entre as quais do National Environment Research Council, estão na página: www.fapesp.br/acordos/rcuk
Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/materia/13015/especiais/pesquisa-para-reduzir-a-pobreza.htm
Induzir pesquisas que melhorem a compreensão sobre como funcionam os ecossistemas, os serviços que eles fornecem, seu valor e o papel potencial desses serviços na contribuição da redução da pobreza.
Esse é o objetivo do programa Ecosystems Services for Poverty Alleviation (ESPA) – Serviços dos Ecossistemas para a Redução de Pobreza – conduzido pelo National Environment Research Council (NERC), pelo Economic & Social Research Council (ESRC) e pelo Department for International Development (DfID), do governo britânico.
O programa multidisciplinar dispõe de 40,5 milhões de libras (cerca de R$ 110 milhões) para apoiar pesquisas, de 2009 a 2016, segundo informou o diretor do programa ESPA, Paul van Gardingen, em encontro com cientistas do Estado de São Paulo ocorrido nesta segunda-feira (8/11), na sede da FAPESP.
“O objetivo do ESPA é garantir que, em países em desenvolvimento, ecossistemas sejam administrados sustentavelmente de maneiras que contribuam com a redução da pobreza e com o crescimento inclusivo e sustentável”, disse Gardingen.
Para tanto, o programa apoiará pesquisas que forneçam evidências e ferramentas aos tomadores de decisão e aos usuários finais que possibilitem gerenciar a sustentabilidade dos serviços ecossistêmicos.
O diretor do ESPA está no Brasil para divulgar o programa junto à comunidade acadêmica do país. Cientistas de outros países, entre os quais o Brasil, podem enviar propostas ao programa.
“O programa tem como foco prioritário quatro regiões que experimentam mudanças significativas na administração de seus serviços ecossistêmicos no contexto da redução da pobreza e do crescimento sustentável: Amazônia, China, Sudeste Asiático e África Subsaariana. O ESPA está focado nas pessoas e em suas relações com os serviços ecossistêmicos”, disse Gardingen.
Interessados têm até o dia 8 de dezembro para preencher o formulário de interesse em participar da chamada atual e até o dia 19 de janeiro de 2011 para encaminhar as propostas completas. A chamada atual tem orçamento de 16 milhões de libras (cerca de R$ 43,8 milhões).
Os auxílios poderão ter entre três e cinco anos de duração, com o valor total do projeto de pesquisa entre 500 mil e 4 milhões de libras.
“É importante que os interessados em apresentar propostas entrem no site do ESPA e verifiquem quais são os projetos já apoiados pelo programa”, disse Gardingen.
Mais informações sobre a chamada e o programa: www.nerc.ac.uk/research/programmes/espa
Conselhos de Pesquisa
A FAPESP mantém acordo de cooperação com os Conselhos de Pesquisa do Reino Unido (RCUK, na sigla em inglês) para apoiar o desenvolvimento de projetos de pesquisa cooperativos propostos por pesquisadores britânicos e brasileiros associados.
As propostas devem ser submetidas diretamente, por pesquisadores no Reino Unido em associação com pesquisadores vinculados a instituições de ensino superior e pesquisa no Estado de São Paulo, a uma ou mais entidades pertencentes aos RCUK, que informarão a FAPESP da submissão de proposta de pesquisa.
Mais informações sobre o acordo e as chamadas em aberto, entre as quais do National Environment Research Council, estão na página: www.fapesp.br/acordos/rcuk
Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/materia/13015/especiais/pesquisa-para-reduzir-a-pobreza.htm
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