Software da Embrapa avalia sustentabilidade de fazendas do Pantanal

A ideia do projeto é, em breve, funcionar como subsídio para avaliações mais profundas, como as feitas por certificadoras ambientais, que conferem selos à produção sustentável.
Da Redação, com agência


São Paulo - Com cerca de 90% de seu território dividido em fazendas, o Pantanal acaba de ganhar uma ferramenta para avaliar a sustentabilidade dessas propriedades.

A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) Pantanal, após oito anos de estudo, desenvolveu um software que mede o desempenho das fazendas em três frentes: ambiental, econômica e social. Pecuária é a principal vocação da região, dizem pesquisadores

O programa - que será lançado em novembro no Simpan (Simpósio sobre Recursos Naturais e Socioeconômicos do Pantanal)-- junta essas informações e chega a uma nota que diz se a fazenda é ou não sustentável.

"O Pantanal tem características muito particulares, que fazem com que os conceitos aplicados em outros ecossistemas não sirvam como parâmetro", afirma Walfrido Tomás, responsável pelos indicadores ambientais.

Segundo a Embrapa, a inclusão dos fazendeiros no processo de conservação é essencial, porque a maior parte das terras pantaneiras não pertencem ao Estado, diferentemente de outros ecossistemas, como a Amazônia.

A ideia do projeto é, em breve, funcionar como subsídio para avaliações mais profundas, como as feitas por certificadoras ambientais, que conferem selos à produção sustentável.

Após o lançamento, o programa será distribuído para alguns produtores e também estará disponível na internet gratuitamente.

A Embrapa afirma que vai investir em cursos de capacitação para os produtores e seus funcionários. O objetivo, de acordo com o órgão, é que a avaliação seja cada vez mais simples para o fazendeiro. Quase intuitiva.

A plataforma foi pensada para levar em consideração a imprevisibilidade do ambiente e também a interação entre os indicadores. As informações são da Folha Online.

Bolsas de Couro Ecológico – Estilosas, amigas dos animais e da natureza!


Obviamente que se pudermos unir sustentabilidade e estilo, o resultado além perfeito faz com que a moda cumpra seu papel. É moda além da estética, a moda ética, comprometida. E este tem sido o desafio da indústria da moda – buscar o equilíbrio entre sua linha de produção, o homem e o meio ambiente.
Renata Campos, publicitária, ex-bailarina clássica e agora designer de roupas e acessórios achou um caminho na moda que nos encanta!  O novo couro. O “re-design”. Mais do que ter uma bolsa linda, saber que a mesma foi gerada de maneira que preserve o meio ambiente e, sem perder o estilo.
São bolsas, cintos, carteiras femininas e masculinas, tiaras, brincos e, em breve calçados, todos originados da reutilização de câmaras de ar de pneus de caminhões, ônibus e tratores.
Perguntamos a Renata como ela define seu trabalho, sua marca e, ela nos respondeu: “Não há mais o que ser inventado. Partindo dessa premissa e tentando contribuir com o meio-ambiente de alguma forma, desenvolvemos acessórios de moda a partir de câmara de ar reutilizada. Retiramos do meio-ambiente um material que, estando exposto na natureza demora de 500 a 800 anos para degradar-se e, enquanto isso libera gases tóxicos que poluem o solo e os lençóis freáticos, além da questão dos criadouros da dengue. Podemos considerar que cada peça seja única, pois são feitas uma a uma e, cada uma apresenta características próprias: marcas do tempo, remendos, marcas deixadas pelo pneu…”
“Renata Campos – Design Sustentável” é uma marca que utiliza não só a criatividade como ferramenta no desenvolvimento das peças, como também a inovação a partir da diminuição da produção de lixo. Não produzimos carbono, pois 95% do trabalho é manual e depende do capital humano para acontecer. Por isso, podemos dizer que cada peça é “filha única”, pois carregam consigo diferentes histórias.”
Para dar glamour e estilo ao produto, Renata usa ferragens nobres, tecidos diversos para forro e metais como: rebites, ilhoses nas câmaras de ar. Ao ser questionada sobre o que a inspira ela prontamente liberou a fórmula: “Reduzir, reutilizar, reciclar = reinventar”.
No começo, a designer percorria as borracharias de sua cidade em busca das câmaras. Renata nos explicou: “Hoje, as adquiro de uma empresa (Mazola) que trabalha recolhendo e armazenando materiais que precisam de descarte correto, como: baterias, pneus velhos, câmaras de ar, embalagens de agrotóxico, etc. Também devolvo meu lixo, ou seja, o refugo que sobra dos meus cortes para essa mesma empresa, que me garante um certificado de descarte correto”. Isso confere as peças da grife Renata Campos a garantia de “produto ecofriendly”.
Quer uma bolsa linda, cheia de estilo e valor agregado? Use a abuse do novo couro! Visite o site da designer e, que ele sirva de inspiração para outras ações semelhantes: http://www.renatacampos.com.br/
Por Lu Jordão – Duas Moda e Arte

Grécia desenvolve bolsa solar

WWF-Brasil lança o movimento “Cuidar da natureza é cuidar da vida”


O WWF-Brasil lança hoje o movimento “Cuidar da natureza é cuidar da vida”, sobre a importância da conservação da biodiversidade, como um alerta às consequências que o descuido com a natureza pode provocar. Associada à meta do WWF-Brasil de contribuir para que a sociedade brasileira alcance o desmatamento zero até 2015, a iniciativa teve uma primeira etapa que, durante o mês de setembro, instigou a população a responder à pergunta “O que você precisa pra viver?”. Sem saber que o WWF-Brasil era o autor da campanha, foram enviadas respostas variadas. Hoje, ao lançar o movimento, a organização responde que “Para viver você precisa que a natureza também viva” e apresenta uma lista com 10 áreas prioritárias para a criação de novas unidades de conservação na Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal.
Amor, amigos, sol, saúde e família foram as principais respostas da primeira etapa coletadas nas ruas, no Twitter, no Facebook e no Youtube. “A ausência da natureza nesse tipo de preocupação mostra a necessidade de valorização desse tema na opinião pública nacional”, afirma Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil. “Esse processo de conscientização sobre o papel que a biodiversidade tem na vida de todos nós é mais urgente do que nunca, pois não é exagero dizer que, vivemos uma crise de biodiversidade, que coloca em risco a nossa saúde e meios de subsistência. Podemos reverter essa situação, por isso a campanha pretende indicar soluções para a sociedade brasileira.”
A resposta “Para viver você precisa que a natureza também viva” sustenta sua argumentação na manutenção dos serviços ecológicos, como o equilíbrio climático e a prevenção e recuperação de desastres ambientais; no uso direto da biodiversidade, como os recursos naturais que fornecem remédios, fibras e combustíveis para a garantia do nosso bem-estar; na segurança de estoques de alimentos naturais como peixes, frutas e verduras; e no uso público, pois as áreas protegidas também podem ser fonte de lazer e aprendizado. Sem esquecer os benefícios econômicos, pois a biodiversidade é um recurso do qual dependem famílias, comunidades e gerações futuras.
A campanha de comunicação integrada foi criada pela agência Repense, e incluí ações on-line, com foco nas mídias sociais, propaganda e ações de mobilização urbana que serão implementadas nos próximos meses. Grandes empresas também aderiram à primeira etapa do movimento, apoiando a disseminação da mensagem. O Walmart Brasil veiculou a vinheta “O que você precisa para viver?” em quatro mil televisores em suas lojas por meio de seu canal TV Walmart; o Yazigi divulga em sua rede que conta com 420 escolas; a Seguros Unimed espalhou peças da campanha por sua comunicação interna; e os hotéis da rede Sol Meliá em Brasília prepararam uma comunicação especial para engajar os hóspedes no movimento, com cartazes nos elevadores e cartões-postais na recepção. A indústria farmacêutica Boehringer Ingelheim programou a distribuição de cartões postais da campanha e sementes para o público do Edifício Rochaverá, o primeiro empreendimento greenbuilding de São Paulo.
WWF-Brasil propõe a criação de unidades de conservação em 10 áreas prioritárias

Em tempos relativamente recentes, o mundo começou a perder espécies e habitats a uma velocidade alarmante. Na área de farmacologia, a estimativa é que entre 50 mil e 70 mil espécies vegetais sejam fontes de ativos para uso na medicina tradicional e moderna em todo o mundo. A poluição, o uso excessivo dos recursos naturais e a expansão urbana e industrial levam muitas espécies à extinção. A cada ano, aproximadamente 17 milhões de hectares de floresta tropical são desmatados. Avaliações sugerem que, se esse ritmo se mantiver, entre 5% e 10% das espécies que habitam as florestas tropicais poderão estar extintas dentro dos próximos 30 anos.
Por isso, uma ação diretamente ligada ao movimento é a proposta de criação de unidades de conservação em dez áreas prioritárias. Estes espaços instituídos pelo poder público terão a finalidade de conservar as características naturais relevantes em cada área. A lista criada pelo WWF-Brasil é uma sugestão para o governo brasileiro alcançar, ainda em 2010, as metas de cobertura natural protegida por unidades de conservação estabelecidas pela Convenção sobre Diversidade Biológica da Organização das Nações Unidas (CDB).
Os focos são a Reserva Extrativista Baixo Rio Branco – Jauaperi (Amazonas), o Parque Nacional dos Lavrados (Roraima), o Parque Nacional Chapada dos Veadeiros (Goiás), o Parque Nacional Boqueirão da Onça (Bahia) e outras unidades no Cerrado do Amapá, no Tabuleiro do Embaubal (Pará), no Croa (Acre), no extremo Sudoeste do Pantanal e em Bertioga, São Paulo. No âmbito da CDB, o governo brasileiro se comprometeu a garantir a cobertura, por unidades de conservação, de 10% em cada bioma (conforme a área original) e de 30% na Amazônia. Hoje, somando todas as unidades existentes no País, ainda resta proteger aproximadamente 2,5% do território nacional em área terrestre e 8,5% em área marinha.

Marketing Verde, a oportunidade para atender demandas da atual e futuras gerações

Marketing é uma função fundamental da empresa voltada para a identificação das necessidades, carências e valores de um mercado-alvo, visando a sua satisfação com rapidez, qualidade e eficiência.
 
 

O destino da humanidade é o aprimoramento, e a vida em sociedade é um grande exercício para o desenvolvimento contínuo da espécie humana através da cidadania, do consumo, do trabalho, etc.
A atividade econômica mundial, baseada na produção de massa e no consumismo (mercado globalizado) acaba definindo e impondo estilos e comportamentos que interferem diretamente na qualidade de vida da população. Esta situação se expressa através das tendências e preferências de consumo. No caso dos grandes centros urbanos a questão qualidade de vida (determinada por fatores sócioambientais) é considerada uma demanda urgente.
Dentro deste cenário é que surgiu o chamado marketing verde, produtos e serviços direcionados a um segmento específico que valoriza e consome produtos ecologicamente corretos.
Só para lembrar: Marketing é uma função fundamental da empresa voltada para a identificação das necessidades, carências e valores de um mercado-alvo, visando a sua satisfação com rapidez, qualidade e eficiência. As principais ofensivas do mercado são: oferta X procura, descobertas tecnológicas, políticas protecionistas e alianças estratégicas.
Considerando estas variáveis é que as estratégias são montadas para vencer a acirrada guerra de mercado que as empresas travam entre si na luta pela conquista e manutenção de clientes.

Nicho Verde:
Do escambo a globalização, a essência da troca (moeda por um bem ou produto) é a mesma: necessidades baseadas em valores e cultura definindo critérios de consumo e produção.
No caso do marketing verde, trata-se de um nicho (pequeno segmento da sociedade) crescente do mercado. É considerado nicho porque é ainda incipiente o que determina baixo volume de produção e consumo, e é crescente, porque está dentro da necessidade urgente de melhores indicativos de qualidade de vida.
A cultura da qualidade surgiu do mundo corporativo, mais especificamente na fabricação de bens e serviços, e invadiu nossas casas para determinar níveis de exigência de consumo.

Uma equação que não fecha:
O Nicho verde é um segmento específico do mercado que valoriza produtos e serviços ecologicamente corretos por conhecer, compreender e não aceitar as conseqüências das atividades extrativistas e não sustentáveis que provocam o esgotamento de recursos naturais para as atuais e próximas gerações.
Nós seres humanos consumimos recursos naturais vitais renováveis (Ar, Água, Alimento) e não-renováveis (petróleo, minerais, etc.). Tudo que consumimos vem da natureza, e no caso de bens e serviços na sua grande maioria são oriundos de recursos naturais não renováveis.
Como o sistema atual de produção e consumo em massa, a velocidade para o esgotamento é alta, o que significa um desequilíbrio na lei da oferta e procura.
Não podemos esquecer que só podemos discutir qualidade de vida após termos assegurado as condições básicas para a própria vida no planeta. Tudo que colocar em risco a vida no planeta, não fará sentido algum para a qualidade de vida, pois a situação óbvia para demanda de qualidade de vida é a própria vida.
Vivemos uma equação que não se fecha: um planeta limitado fisicamente, uma população crescente (6 bilhões), um estilo de vida extrativista (recursos não-renováveis) e poluidor (descartável) determinando um rápido esgotamento de tudo aquilo que nos proporciona vida (água, ar, solo, fauna e flora) e qualidade de vida (petróleo, minerais, energia, espaço, etc.). A possibilidade de extinção da vida vem nesta sequência: Primeiro são as plantas, depois os animais e depois o próprio homem é que sentirá os efeitos negativos da devastação e da poluição ambiental.
A humanidade está usando 20% a mais de recursos naturais do que o planeta é capaz de repor. Com isso, está avançando sobre os estoques naturais da Terra, comprometendo as gerações atuais e futuras segundo o Relatório Planeta Vivo 2002, elaborado pelo WWF e lançado em 2002 em Genebra. De acordo com o relatório, o planeta tem 11,4 bilhões de hectares de terra e espaço marinho produtivos - ou 1,9 hectares de área produtiva per capita. Mas a humanidade está usando o equivalente a 13,7 bilhões de hectares para produzir os grãos, peixes e crustáceos, carne e derivados, água e energia que consome. Cada um dos 6 bilhões de habitantes da Terra, portanto, usa uma área de 2,3 hectares. Essa área é a Pegada Ecológica de cada um. O fator de maior peso na composição da Pegada Ecológica hoje é a energia, sobretudo nos países mais desenvolvidos.
No caso da metrópole Paulistana, o adensamento urbano (16 milhões de pessoas concentradas) consumindo (3,2 trilhões de litros d’agua/dia) e descartando (mais de 16 mil toneladas de lixo/dia), poluindo rios, solo e ar de uma área física de 8.051 km2 distribuídos em 39 municípios.
Dá para imaginar o resultado desta equação a médio e longo prazo, e assim definir critérios de consumo mais responsáveis e sustentáveis.

Tendência Verde:
Segundo pesquisa (*) realizada na Europa, os países que mais valorizam produtos ecologicamente corretos são: Espanha (83%), Rússia (76%) e Alemanha (73%).

  • O mercado verde ainda é jovem. Portanto apresenta características diferenciadas em relação aos mercados maduros:
  • Mercado jovem: Baixa Concorrência, Alto investimento de penetração (construção da cultura de consumo), Baixo volume de consumo, Faturamento baixo
  • Mercado Maduro: Alta Concorrência, Investimentos de manutenção de imagem, Alto volume de consumo, Faturamento Alto.

Nesta grande teia social definem-se: crescimentos econômicos, oportunidades de mercado, produtos melhores, Consumidores mais responsáveis.

A Fundamentação do MKTVerde:
Lei da Oferta e da Procura: Vivemos num modelo econômico que acelera o esgotamento de recursos naturais vitais e não vitais:

  • Produção extrativista (matéria prima) X Recursos Naturais finitos
  • Produção Massa (alta produção de resíduos) X Recursos Naturais Contaminados (poluição)
  • Consumo Massa (Alta Produção descarte) X Espaços reduzidos (volume de lixo)

Leis Protecionistas: As leis são determinadas pela sociedade segundo suas necessidades e valores. No caso do meio ambiente desde 1992 (ECO 92) o mundo está atento e interessado. Vários outros encontros, debates e acordos mundiais tem se estabelecidos. Como exemplo temos o Protocolo de Kyoto que determina índices de redução na emissão de CO2 na atmosfera. Este posicionamento global de preservação ambiental se traduz em incentivo à adoção de novos hábitos de produção e consumo. A legislação, as políticas de importação, campanhas e procedimentos incentivando e impondo a mudança de mentalidade (VALORES).
Inovações Tecnológicas: Por outro lado, acesso a tecnologias mais limpas e a própria tecnologia de informação e difusão de conhecimentos agilizam processos e mudanças de hábitos e atitudes. Hoje, já se reconhece a receptividade da atual geração por uma nova ordem de consumo.

Novos Mercados:
O nicho verde trabalha com tendências atuais e futuras, com novos hábitos de consumo, novos produtos e novos mercados.
Cada Geração avança 1 passo em comparação a anterior. Nos próximos 20 anos teremos decisões mais precisas, escolhas mais responsáveis.
Hoje já temos nas prateleiras opções de produtos ecológicos como o alimento orgânico, produtos reciclados, carros menos poluidores, equipamentos elétricos com menor consumo de energia, detergentes biodegradáveis, serviços de coleta seletiva de lixo, etc.
O marketing verde é também um up grade da relação empresa X mercado na medida que aprimora a relação da empresa X consumidor, empresa X comunidade, empresa X meio ambiente.
A partir do momento que temos como pré-requisito a questão: custo X benefício, fatores tangíveis como qualidade, preço, conveniência devem estar resolvidos, e o diferencial ficar por conta do intangível: DESEJO de pertencer a uma tribo, de consumir sem remorsos, de fazer parte de um processo que melhora as condições de vida em sociedade (que volta para o individuo), de responsabilidade social, de proteção ao meio ambiente, enfim de aprimoramento da qualidade humana na prática compulsória do consumo.

Consumo Responsável
Fazemos parte do ecossistema com uma participação muita pequena (somos uma das espécies) porém, com grande poder de interferência positiva e/ou negativa. A espécie humana se auto-proclamou a vida inteligente do Planeta. E já que nosso destino é o aprimoramento, não podemos e nem queremos deixar como marca registrada da interferência humana no planeta, o lixo e a poluição.
E assim sendo, a partir de uma percepção maior do consumidor traduzido em atitude crítica no momento da compra, em muito contribuirá para acelerar investimentos em tecnologias limpas, produtos e posicionamentos ecologicamente corretos e responsáveis, permitindo assim, os ajustes necessários para a conquista e manutenção de melhores índices de qualidade de vida, baseado na sustentabilidade dos sistemas natural e econômico. VIVA O CONSUMO RESPONSÁVEL.

(*)Fontes : Ottman, Jacquelyn A. Marketing Verde- Makron Books (*) Marilena Lino de Almeida Lavorato: Publicitária (PUCC), Pós graduada em Gestão Ambiental (IETEC), em Marketing (ESPM), em Globalização e Cultura (EPGSP-SP), em Gestão Estratégica de Negócios