Um poste que gera sua própria Energia !

Júlio Santos, da Agência Ambiente Energia – Um avião colocado sobre alguns postes nas proximidades do Palácio De Iracema, do governo do Ceará, chama a atenção de quem passa por perto. Se atrai olhares pelo inusitado, a ideia esconde outras credenciais para quem busca o uso racional da energia, com menos impacto ambiental e aproveitando o potencial que o local tem. Desenvolvido pelo empresário Fernando Ximenes, da Gram Eollic, o poste híbrido com avião funciona gerando energia eólica e solar.
A solução, cuja ideia surgiu na época do “apagão em 2001, alimenta, no mínimo, mais dois postes, com autonomia de 70 horas. “Os benefícios são muitos. Para o meio ambiente é imenso, imagine não poluir, não emitir resíduos sólidos, líquidos, gasosos, nem radioativos ou térmicos e nem sonoros”, comenta Ximenes, que bancou o desenvolvimento do produto do próprio bolso.


Nesta entrevista à Agência Ambiente Energia, ele fala dos benefícios do poste híbrido, do trabalho da empresa para colocá-lo no mercado e de suas vantagens ambientais.  Sem impactos ambientais e capaz de gerar uma economia de até R$ 21 mil, a solução tem um grande espaço no Brasil, que tem um grande potencial eólico e solar. E o Ceará, sem dúvida, larga bem na frente por sua tradição com eólicas e sua incidência solar.
Agência Ambiente Energia – Como funciona o poste híbrido?
Fernando Ximenses - O poste hibrido (eólico e solar) com o avião, funciona produzindo ambas energias e alimentando no mínimo mais dois postes, com autonomia para 70 horas.
Agência Ambiente Energia – O que esta solução traz em termos de  economia de energia e eficiência para este tipo de iluminação?
Fernando Ximenes – Este equipamento trás uma economia de tarifa de até R$ 21 mil, por quilômetro; dependendo das cargas instaladas e das tarifas cobradas pelas distribuidoras, trás também a independência do Sistema Interligado Nacional, podendo ser instalado em qualquer região do Brasil e do mundo. A economia para o sistema interligado é de 4%, podendo triplicar este potencial, pois muitos trechos de rodovias, estradas, ruas e praças públicas não são iluminadas devido ao custo elevado de transmissão e subestações, inviabilizando vários acessos e projetos de iluminação.




Agência Ambiente Energia – Como está sendo a sua colocação no mercado?
Fernando Ximenes - A colocação do poste híbrido no mercado está sendo por meio de desenvolvimento de projetos em várias regiões do Brasil e da America Latina. Também estamos abrindo concessionárias independente de energia Gram-Eollic, em capitais.
Agência Ambiente Energia – O que a solução traz em termos de custos?
Fernando Ximenes - Os custos são acessíveis e variados, de acordo com cada projeto e suas necessidades. Um quilômetro de poste hibrido com avião independente de energia é menor que o convencional, e se computar o custo indireto da transmissão de energia e das subestações, ele fica menor ainda em comparação com o convencional.
Agência Ambiente Energia – Quais são os benefícios, além dos financeiros?
Fernando Ximenes - Os benefícios são muitos. Para o meio ambiente é imenso, imagine não poluir, não emitir resíduos sólidos, líquidos, gasosos, nem radioativos ou térmicos e nem sonoros. Não temos impacto ambiental nenhum, muito pelo contrário, o poste híbrido com o avião é decorativo. Podemos desenvolver várias nomenclaturas e design para os postes, de acordo com a cultura de cada região.
Podemos com o poste híbrido/avião economizar 4% em barragens hidroelétricas ou em termoelétricas e nuclear. Com isso, reduziremos o impacto ambiental das hidroelétricas que é incalculável, para a fauna, a flora, o ecossistema e economia de subsistência de uma região. Já nas termoelétricas reduzimos a poluição de emissão de gases, e nas nucleares reduzimos o problema do lixo nuclear.

Instituto Brasília Ambiental recomenda separação do lixo em casa

 

 

 

 

 

Terminou ontem (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, no Parque da Cidade, emBrasília, a 2ª Feira de Tecnologias Limpas e Atitudes Verdes promovida pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram), órgão ligado ao governo do Distrito Federal (GDF).

A feira trouxe 32 expositores públicos e privados que mostraram durante três dias técnicas de produção com menor impacto ambiental e ensinaram como as pessoas podem ajudar na preservação. Entre as dicas, o Ibram sugere a separação em casa, antes do descarte, do lixo úmido (orgânico) do lixo seco (papel, latas, vidro, plástico).  

Apesar da orientação do Ibram, o lixo doméstico no DF é misturado na coleta pública. “Antes da ação concreta, deve haver a sensibilização. Quando a coleta seletiva chegar, o hábito vai estar implantado”, diz o gerente de Projetos e Estudos de Educação Ambiental do Ibram, Luiz Antônio Pereira, ao justificar a recomendação. 

Para ele, a separação do lixo em casa evita acidentes com quem trabalha na coleta, diminui os vazamentos dos sacos e facilita a separação para a reciclagem. Segundo o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), apenas 8% das 180 toneladas de resíduos produzidos por mês pelos moradores do DF são separados e reciclados. Conforme dados do Ministério das Cidades, Brasília é a cidade que mais produz lixo por habitante.

Fonte: Agência Brasil

Brasil fica em 2° lugar em ranking de "consumo verde"

O Brasil ficou em segundo lugar em um ranking de "consumo verde" compilado pela National Geographic Society, uma instituição científica e educacional com sede nos Estados Unidos.
A lista foi elaborada por meio de entrevistas com 17 mil pessoas em 17 países, entre emergentes e avançados, e mediu os hábitos em relação a consumo e estilo de vida em 65 quesitos.
O ranking elaborado a três anos, chamado Greendex - uma fusão das palavras "índice" (index) e "verde" (green) em inglês -, foi novamente encabeçado pelas economias emergentes, com Índia, Brasil, China, México e Argentina à frente.
Americanos e canadenses ficaram na lanterna, embora esses dois países venham registrando progressos em termos de comportamento ambiental desde o início da medição, em 2008.
Comparações
A "nota" do Brasil foi 58 pontos, maior do que no ano passado (57,3), mas menor do que no ano anterior (58,6). Refletindo uma tendência geral, o melhor desempenho brasileiro foi na questão da moradia, que procura avaliar o impacto ambiental das residências.
Em geral, afirmou a National Geographic Society, os brasileiros tendem a morar em casas relativamente pequenas dentro da amostragem (91% dos entrevistados disseram morar em residências com menos de quatro cômodos) e usam pouco ar condicionado e aquecimento.
Nos Estados Unidos e Canadá, por exemplo, cerca de 16% dos ouvidos disseram morar em casas com dez cômodos - uma incidência muito maior que a média. Nesses países, as residências também tendem a ser equipadas com infraestrutura de aquecimento e ar condicionado.
Por outro lado, disse a National Geographic, os americanos foram os que mais disseram ter feito mudanças e adaptações para aumentar a eficiência energética em suas casas, tal como consertar janelas e criar condições de isolamento térmico.
No quesito alimentação, o desempenho brasileiro foi prejudicado pelo alto consumo de carne - 60% dos brasileiros, 57% dos argentinos e 41% dos americanos e mexicanos comem carne diversas vezes por semana. Enquanto isso, 81% dos indianos ouvidos se disseram vegetarianos.

Erros e Acertos Copa do Mundo 2010

Diretor de construtora responsável pela edificação de estádios da Copa do Mundo de 2010 não esconde problemas enfrentados pela África do Sul na preparação do evento, mas diz como eles foram contornados
Um alto dirigente da Fifa, entidade internacional que organiza os campeonatos de futebol, declarou com todas as letras que o Brasil está muito atrasado nos preparativos para a Copa do Mundo de 2014. Uma revista de circulação nacional publica que a Inglaterra estaria de sobreaviso para o caso de os brasileiros não se aprontarem a tempo para o torneio. O setor da construção também é taxativo ao alertar para a demora nas obras de estádios e infraestrutura. Nesse momento de preocupação, é importante considerar o que Danny Quan tem a dizer.
O diretor de desenvolvimento de negócios da Grinaker-LTA, construtora responsável pelas obras dos estádios Soccer City, Orlando Stadium e Nelson Mandela, do Mundial que a África do Sul organizará entre junho e julho deste ano, viveu de perto alguns desses problemas. Os sul-africanos conviveram com greve de trabalhadores da construção civil, tiveram de recorrer a empresas e fornecedores estrangeiros para ter boa parte da tecnologia e do know-how, viram uma cidade ser excluída de um evento preparatório (Port Elizabeth em relação à Copa das Confederações de 2009) e admitiram que parte da infraestrutura de transporte será finalizada apenas depois do maior evento esportivo do mundo. Isso tudo não impediu que o torneio seja realizado, e que os estádios tenham sido finalizados sem grandes sustos.
Segundo Quan, não houve grandes inovações para evitar problemas mais graves. "A construção de estádios para a Copa segue os parâmetros de uma obra racionalizada", comenta. "Mas é preciso tratar cada elemento com mais atenção que o normal, pois os equívocos são potencializados e podem se tornar fatais." Nesse contexto, os dois fundamentos mais significativos seriam o planejamento, para estar sempre um passo à frente dos problemas, e uma eficiente comunicação entre os diversos agentes envolvidos - construtores, projetistas, trabalhadores, poder público e Comitê Organizador do evento.
Em entrevista à revista Construção Mercado, Quan fala sobre como o sul-africanos aprenderam com seus próprios erros e acertos. E dá pistas de como os brasileiros podem fazer o mesmo para contornar seus problemas nos próximos quatro anos.
Quais foram os principais desafios encontrados para construir a infraestrutura do Mundial na África do Sul?
Foram vários, em diversas áreas. Primeiro, não havia disponibilidade de mão de obra e mesmo de técnicos para a produção. Depois, por causa dos prazos apertados, houve problemas comerciais causados pela aceleração na elaboração de contratos e documentações. Por fim, tivemos de enfrentar uma crise econômica mundial e questões do próprio mercado interno, que causaram inflação significativa nos custos da execução. Tudo isso, claro, com tempo curto e tentando antecipar o mais possível a finalização das estruturas dos estádios.
O prazo das obras já é uma preocupação do Brasil para a organização da Copa de 2014. Não foi muito diferente na África do Sul. Port Elizabeth deixou de receber a Copa das Confederações por atraso na entrega do estádio e houve greve de trabalhadores da construção civil. O que foi feito para recuperar o tempo e, apesar de tudo, ter todos os estádios prontos meses antes do Mundial?
Foram soluções mais administrativas e gerenciais do que propriamente técnicas. Tivemos de usar mais horas extras e recursos financeiros, logicamente, mas foi fundamental redobrar o cuidado no planejamento e na contratação de equipes multidisciplinares competentes. E, para completar, só foi possível acelerar o ritmo depois de um grande trabalho de recursos humanos, chegando a acordos com os sindicatos dos trabalhadores e das indústrias de construção.
Esses problemas afetaram as obras do Soccer City, projeto mais ousado e custoso do Mundial?
Curiosamente, no meio disso tudo, o Soccer City foi o estádio em que tivemos menos problemas, mesmo sendo a obra mais desafiadora. E isso deixou todos nós particularmente orgulhosos. É um estádio de 90 mil lugares construído em 36 meses, contando do momento em que nem tínhamos projeto executivo. Como comparação, o estádio de Wembley, em Londres, e o Ninho de Pássaro, em Pequim, levaram 24 meses a mais.
Como foi a comunicação entre a Fifa, o Comitê Organizador da Copa 2010 e as empresas de projetos?
Poderia ter sido melhor, mas, no final, a comunicação foi adequada. Se as decisões fossem tomadas mais rapidamente, possivelmente teríamos uma redução de custos.
Por exemplo?
Sem dar muitos detalhes, mas, no Soccer City a prefeitura entrou em contato direto com o Comitê Organizador, que passou as informações aos arquitetos e gerentes de projetos. O contato poderia e deveria ter sido direto com os projetistas. Isso não foi muito bom e causou alguns problemas, especialmente na reta final da obra.
Sediar uma Copa do Mundo gera um grande investimento em obras e demanda uma enorme quantidade de mão de obra. A Copa criou um boom de empregos na construção na África do Sul?
Sim, a construção de estádios e o incremento da infraestrutura certamente contribuíram para um boom na construção. Não tenho números oficiais, mas sei que o mercado se antecipou a esse movimento e já havia se articulado para atender aos requisitos necessários.
Houve algum programa especial para treinamento da mão de obra?
Em Johanesburgo, cidade que concentra a maior parte da infraestrutura da Copa e receberá a abertura e a decisão, foi criada uma escola de treinamento de mão de obra. Um trabalho em conjunto dos construtores com o ministério do trabalho. Foram preparados 750 profissionais que nunca haviam trabalhado na construção civil. Foi um grande sucesso pelas pretensões do programa.
A construtora Grinaker-LTA trabalhou com GMP, SBP e Stadiumbou, escritórios alemães com experiência em projetos de arenas modernas na Europa. De que modo o conhecimento deles foi importante para atender às exigências técnicas da Fifa?
Essas empresas estrangeiras têm excelente conhecimento e compreensão das exigências de projeto e execução para esse evento. Eles foram de grande ajuda em assumir algumas das partes mais complexas do projeto, como cobertura, construção do gramado, gerenciamento de acessos, distribuição de setores e prevenção de desastres.
Houve algum tipo de trabalho com a indústria sul-africana para fornecer os materiais e tecnologias necessários para as obras?
Não foi preciso. A indústria local foi responsável principalmente por fornecer materiais de construção convencionais e os painéis pré-fabricados da fachada do Soccer City. Outros serviços e materiais ficaram a cargo de empresas estrangeiras.
Então essa demanda por grandes projetos na África do Sul não resultou em significativo salto tecnológico?
Na verdade, não. Pelo menos nos estádios. Até porque, tecnologicamente falando, a grande inovação dos estádios do Mundial são as coberturas. Mas todas elas foram passadas para empresas estrangeiras, que as fizeram de acordo com especificações de projeto e material - no caso, o aço - internacionais.
Para quem trabalha em projetos ligados à Copa, quão importante é gostar de futebol ou conhecer arenas esportivas?
O ponto de partida do trabalho é compreender a magnitude do evento e o nível de exigência que há em cima da infraestrutura e dos estádios. E não é só na edificação em si, mas também a demanda por tecnologia de instalações e de dados. Conhecer um Mundial e ter tido contato com arenas é fundamental para compreender isso tudo com antecedência e identificar o tamanho da empreitada já no início.
Quais os parâmetros mais importantes para os projetos da Copa do Mundo?
São os parâmetros básicos de uma obra convencional racionalizada, mas que devem ser tratados com muito mais atenção que o normal, pois os equívocos são potencializados e podem se tornar fatais. Mas, para apontar dois fatores, é fundamental disponibilizar os recursos técnicos, financeiros e humanos para estar sempre um passo à frente e assegurar uma adequada coordenação entre os responsáveis pelos diversos projetos.
Considerando que Brasil e África do Sul são países em desenvolvimento, o senhor acha que a experiência sul-africana em 2010 pode ser útil ao Brasil em 2014?
Ficaríamos felizes em ajudar o programa brasileiro para construção de estádios, fazendo parceria com construtores brasileiros. Acreditamos que podemos realmente ajudar.
Que dica você daria a quem está trabalhando em projetos ligados ao Mundial?
Primeiro de tudo, use pré-moldados sempre que possível. Além disso, o planejamento é vital em todos os níveis: coordene com atenção a comunicação entre as equipes de projeto e de execução e antecipe o máximo possível a resolução dos pontos críticos da obra.

Economia aquecida faz demanda por energia crescer 10% em maio !

ONS vê aceleração na retomada da produção industrial durante o mês

Crédito: Nick Benjaminsz/sxc.hu
A carga do Sistema Interligado Nacional (SIN), que soma consumo e perdas de energia, registrou uma alta de 10% em maio, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O número ficou 1,2% abaixo da marca de abril, mas acumula uma variação positiva de 5,3% nos últimos 12 meses, quando comparado ao mesmo período anterior. O resultado consta do Boletim de Carga Mensal do Operador Nacional do Sistema (ONS), divulgado nesta quarta-feira (2/06).
Segundo a análise do ONS, o a alta do indicativo "representa os efeitos da continuidade do crescimento econômico com a retomada da produção industrial que vem sendo observada desde meados do ano passado". O órgão ainda afirma que a aceleração da economia sofreu uma intensificação no início deste ano "em função da reposição dos estoques dos produtos, reduzidos por conta do aumento das vendas com a redução do IPI".
O relatório do ONS também lembra que a incorporação do sistema isolado Acre-Rondônia ao SIN, com 400MW médios, representa aproximadamente 1% na taxa de crescimento do mês.
Subsistema Sudesde/Centro-Oeste
Os valores preliminares de carga verificados em maio indicam uma alta de 9,8% na demanda da região. Em comparação com abril, houve uma queda de 1,7% e, no acumulado dos últimos 12 meses, uma alta de 5,5%. O desempenho da região é atribuído pelo ONS à trajetória de recuperação econômica iniciada já no final de 2009.
Subsistema Sul
A região apresentou uma variação positiva de 4,5% na carga de energia. Frente a maio, o resultado teve uma baixa de 3,1% mas, no acumulado dos últimos 12 meses, os números registram alta de 4,4%. O Boletim de Carga lembra que o impacto da crise internacional foi menor nesse subsistema, devido à maior participação da agroindústria. "A ocorrência de chuvas intensas acompanhadas de temperaturas abaixo da média histórica ao longo do mês de maio influenciou a comperação com o mês anterior tanto quanto com maio do ano passado", analisa o documento.
Subsistema Nordeste
A carga do subsistema sinalizou uma alta de 17,3% em relação a maio de 2009 e de 1,5% frente a abril. No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento foi de 7%. O ONS lembra que o mês de maio do ano passado teve o consumo baixo devido a chuvas intensas, que influenciaram a carga de refrigeração, além do baixo desempenho da indústria em função da crise. "A retomada da produção industrial, intensificada no ano de 2010, tem contribuído muito para as altas taxas de crescimento", explica o Boletim de Carga.
Subsistema Norte
Os valores preliminares de carga indicam uma expansão de 10,1% em comparação com maio do ano passado e de 1,4% em relação a abril. Nos últimos 12 meses, a variação positiva foi de 2,6% frente ao mesmo período anterior.
"O desempenho da carga de energia está fortemente relacionado ao incremento de produção dos grandes consumidores eletrointensivos na Rede Básica, que detém uma expressiva participação na carga desse subsistema", aponta o ONS. Esses consumidores livres respondem por 52% da carga da região, sendo 2/3 deles do setor metalúrgico, segmento bastante afetado pela crise e agora em recuperação.

Instituto Cargolif - Projeto Ceifar !

O Projeto Ceifar teve seu início na data de 16 de Maio de 2003. Os empresários Markenson e Cláudia vendo a necessidade de existir um local que pudesse abrigar, tratar e recuperar pessoas que sofrem da dependência química, deram o primeiro passo para o nascimento deste Projeto.

Investiram na estrutura física e com parceria da Primeira Igreja Batista de Curitiba deu-se o início aos trabalhos que tem por finalidade apoio, desenvolvimento e promoção do ser humano integradas à ações de assitência social. 

Entre as ações programas e atividades consiste em orientação emocional e espiritual, promoção da assitência social de caráter beneficiente, ações voltadas à educação geral, cidadania, à responsabilidade socio ambiental, à moral, à cultura, ao esporte e ao lazer, e à aplicação dos príncipios de fraternidade cristã, disseminação de conceitos de ética, cidadania, moral e bons costumes, promoção de atividades culturais e o combate ao uso de drogas.

Vídeo Institucional

Campanha de Liderança Climática Brasil 2020 - Tô Dentro !

Campanha consolida o Brasil como liderança mundial contra efeito estufa
Campanha quer mobilizar brasileiros para a luta contra o efeito estufa/Imagem: Divulgação
O Brasil é um dos líderes globais na luta contra o aquecimento global. Motivos para que o país ocupe tal posição não faltam. Riquezas naturais em abundância, uso de quase 50% de energias renováveis do total de fontes energéticas e uma economia em franco crescimento estão entre eles. Para consolidar esse papel de destaque foi lançada, durante o encontro regional do Fórum do Estado do Mundo (State of The World Forum)no Brasil, a campanha de liderança climática Brasil 2020 – Tô Dentro, iniciativa que pretende fazer do país uma referência ainda maior diante do problema da mudança climática.
Na visão do forum, o prazo estabelecido por governos de todo o mundo para o cumprimento de metas importantes no combate ao aquecimento global, entre elas a redução em até 80% da emissão de CO2 até 2050, estaria muito distante e, até hoje, nada de muito ambicioso foi efeito.
Pelos cálculos dos cientistas, mesmo que os objetivos fossem cumpridos dentro do prazo, a temperatura média no planeta poderia subir até 4 graus, o que seria um ameaça geral ao ecossistema. O ideal é que os prazos fossem antecipados para 2020 - daí a importância de campanha tão urgente.
O movimento mundial criado pelo Fórum do Estado do Mundo também conta com oslogan “Join Brazil” (junte-se ao Brasil), uma demonstração de que apesar dos problemas socioambientais que o país enfrenta, como o desmatamento da Amazônia, ainda existem razões para ser modelo em relação ao resto do mundo na promoção de um mundo mais sustentável.
Junte-se ao Brasil
Merece destaque na iniciativa Brasil 2020 a participação inédita da TV Globo, que lançou, em meio ao fórum, uma campanha pública educacional sobre o superaquecimento da Terra. É a primeira vez que uma grande empresa de mídia se compromete com uma mobilização nacional desse porte. Com o apoio da rede de comunicação líder de audiência no país, o intuito é incentivar o máximo possível de cidadãos.
Defendendo a ideia de que a humanidade está incluída em um único sistema e as ações de uma pessoa tem consequências para todas as outras, a iniciativa também deu início, desde abril de 2010, a construção de uma rede de palestras e diálogos. Este ciclo de debates que acontecerão em diferentes partes do Brasil e do mundo durante os próximos 10 anos têm como objetivo ampliar a discussão sobre temas relacionados ao desenvolvimento sustentável e ao comprometimento de todos na adoção de uma postura mais responsável em relação ao planeta. 
Para os coordenadores do campanha, todos devem ser considerados “Climate Leaders”, em português, Líderes Climáticos, o que significa dizer que temos grande responsabilidade sobre o problema e devemos ter participação efetiva na busca por opções e soluções. 
O portal EcoDesenvolvimento.org também apoia a campanha e está junto na missão de informar e disseminar conteúdos para uma sociedade mobilizada em prol de um mundo sustentável.