Pesquisadores do RJ apresentam ônibus que não polui o meio ambiente !

O ônibus faz parte de um projeto para criar, no Rio, um transporte coletivo não poluente, até a Copa de 2014. Já no segundo semestre de 2010, ele começa a circular em uma linha convencional da cidade

Pesquisadores do Rio de Janeiro apresentaram nesta terça-feira (25) um ônibus que não polui o meio ambiente e com tecnologia 100% brasileira.
Por dentro, parece um ônibus comum. A diferença está no teto, onde ficam as baterias e os cilindros de hidrogênio. Ele é carregado na eletricidade e usa também o hidrogênio combustível. Assim, pode rodar até 300 quilômetros sem parar para eabastecer.
O ônibus tem uma espécie de pilha que faz o motor funcionar. Nela, entram o hidrogênio e o oxigênio da atmosfera. Do processo, resultam energia elétrica e vapor d’água.
“O hidrogênio é um combustível não poluente, e que pode ser produzido a partir de várias fontes, ao contrário do petróleo que utilizamos hoje”, explicou o professor da CoppeUFRJ, Paulo Miranda.
Cinco países, além do Brasil, pesquisam esta mistura de fontes de energia para o transporte. Os veículos estrangeiros soltam vapor pelo escapamento. No modelo criado com tecnologia brasileira, o vapor é aproveitado: vira água e contribui para o funcionamento do sistema.
O ônibus faz parte de um projeto para criar no Rio um transporte coletivo que não polua o meio ambiente, até a Copa de 2014. Já no segundo semestre de 2010, ele começa a circular em uma linha convencional da cidade. Os passageiros vão notar outra vantagem: uma viagem com menos barulho.
“Ele é mais silencioso, não dá aqueles trancos que o ônibus normal dá”, contou uma estudante.
Fonte: Globo.com

8 mitos sobre sustentabilidade corporativa !

Pesquisa com dezenas de empresas mostra a relutância em levar a cabo iniciativas de sustentabilidade ambiental. Conheça os oito maiores mitos que rondam o tema.
Uma pesquisa com dezenas de empresas da Fortune 1000 mostra a relutância em levar a cabo iniciativas de sustentabilidade ambiental, por causa de equívocos sobre os seus custos ou benefícios. Mas algumas empresas adotaram a sustentabilidade de maneira eficiente e estão lucrando com isso.
A fim de ajudar a levar cada companhia no caminho para a sustentabilidade, abaixo estão alguns dos mitos mais comuns ditos por empresas. A despeito do quão surpreendente possam soar algumas dessas ideias – como o mito de que não há retorno financeiro para os esforços de sustentabilidade – elas persistem em grandes e pequenas empresas e em qualquer indústria.

1. É um custo e não podemos bancar agora
A sustentabilidade deve ser considerada não apenas porque é a coisa certa a fazer, mas também porque faz sentido para os negócios. Se uma iniciativa não pode ser justificada a partir de um marketing estratégico, financeiro, operacional, ou recrutamento de empregados / perspectiva de retenção, não faça isso. Mas descobriu-se que em quase todos os cantos de uma organização há uma razão fundamental de negócios para ser mais sustentável.
Como Richard Goode, diretor de sustentabilidade da Alcatel-Lucent, disse recentemente: "Nos bons tempos, a sustentabilidade pode ser um diferencial competitivo, em tempos de vacas magras, é uma estratégia defensiva e em tempos realmente difíceis, ele pode determinar sua sobrevivência". A CEO da Xerox, Ann Mulcahey, compartilha dessa opinião dizendo que ser "um bom cidadão corporativo" salvou a empresa da falência. Consulte o Mito 3 para ver como as companhias têm feito investimentos em sua sustentabilidade.

2. Precisamos de muito pessoal
Um dos mitos é que os esforços relacionados com a sustentabilidade exigem uma grande equipe centralizada de condução e apoio. Na verdade, o oposto é verdadeiro. Na maioria das empresas líderes pesquisadas, a equipe de sustentabilidade oscila entre um e quatro funcionários, mesmo em grandes companhias como a AT&T.
O papel desses grupos é trabalhar com as diversas funções em toda a organização e com os altos executivos, para desenvolver uma estratégia, formulação de objetivos, coordenação de atividades e relatório sobre o progresso. Muitos dos líderes de sustentabilidade entrevistados afirmam que, no mundo ideal, essa equipe não seria nem necessária, pois a sustentabilidade seria integrada a todos os aspectos das operações da empresa e produtos. Mas, enquanto os negócios buscam esse estado ideal, uma equipe pequena e centralizada continuará a ser necessária.

3. Não há dinheiro na sustentabilidade
A sustentabilidade oferece oportunidades inovadoras para empresas de linha superior e inferior. Novas empresas e marcas criadas são inteiramente focalizadas no verde, como a Seventh Generation, GreenWorks, da Clorox, e a Renew mobile phones, da Motorola.
Estas marcas não apenas apresentam milhões em receitas, como também reforçam a imagem de marca de suas empresas-mãe. A P&G até mesmo afirmou que deve gerar US$ 50 bilhões (sim, com um B), no acumulado de vendas de "produtos de inovação sustentável" em um período de cinco anos, que termina em 2012.
Além disso, muitas empresas descobriram que podem revender os produtos usados e os materiais que antes eram considerados resíduos. Quando a Verizon focou na criação de operações mais sustentáveis, gerou US$ 27 milhões, classificando e vendendo materiais recicláveis a partir do seu fluxo de resíduos, ao mesmo tempo, poupando mais de um milhão de dólares em custos de remoção dos resíduos.
Abaixo estão outros exemplos:
• Johnson & Johnson realizou 80 projetos de sustentabilidade desde 2005 e atingiu US$ 187 milhões em poupança, com um ROI de cerca de 19%, e subindo.
• CocaCola afirma que gerou 20% de lucro sobre seus investimentos em iniciativas de economia de energia.
• Diversey, líder global de B2B, fornecedora de limpeza comercial e soluções de higiene, afirma que, para cada US$ 1 investido em 2008, eles esperam recuperar US$ 2 dólares em 5 anos.

4. É só para as grandes empresas
A partir da experiência no trabalho com sustentabilidade, em grandes e pequenas empresas, é possível dizer sem hesitação que o tamanho da empresa faz pouca diferença. Empresas líderes de sustentabilidade estudadas são tão pequenas quanto a Numi Organic Tea (com receitas próximas de US$ 15 milhões), e tão grandes como a Hewlett-Packard (com receita de US$ 110 bilhões). Entre outras coisas, as pequenas empresas têm a vantagem de sua competitividade depender muitas vezes de serem enxutas, talentosas, e ágeis, o que a sustentabilidade potencializa.
Ahmed Rahim, CEO da Numi Organic Tea diz que todas as facetas das operações da empresa, as opções em seus produtos, e todos os seus funcionários têm em mente a sustentabilidade em suas decisões de trabalho e vida pessoal. A Numi se orgulha de usar materiais 100% biodegradáveis ou recicláveis em suas embalagens, e ganhou o prêmio WRAP (Waste Reduction Award Program) em quatro dos últimos cinco anos, no estado da Califórnia. Na verdade, ela foi reconhecida como uma das cinco maiores empresas do estado para as iniciativas em redução de resíduos. A sustentabilidade é integrada em cada decisão tomada na Numi.
Bonnie Nixon, Diretor de Sustentabilidade Ambiental da HP, diz que o tamanho de sua empresa tem pouco a ver com ela ser líder na sustentabilidade. Já nos seus primeiros dias, os fundadores da Hewlett Packard estavam na vanguarda, fazendo e pensando de forma sustentável, e a idéia ficou com a organização durante várias décadas.
As empresas maiores têm uma vantagem quando se trata de influenciar sua cadeia de abastecimento (Walmart e P&G são exemplos), e ao influenciar a política em nível governamental, mas as empresas menores podem ser tão eficazes, se não mais, em quase todo o resto.

5. É principalmente para empresas B2C
Surpreende ouvir de equipes de gestão que, por serem de uma empresa B2B, ser sustentável não importa muito, uma vez que seus clientes não são "consumidores". Primeiro, há oportunidades para impactar diretamente sobre os custos, conforme discutido acima. Danny Wong, diretor de sustentabilidade na Avery Dennison (predominantemente uma empresa B2B), afirma que a poupança de energia por si só justifica os investimentos em sustentabilidade, que foram "uma agradável surpresa".
Mas, além disso, quem toma decisões de compra em companhias? Ouve-se de um número crescente de grandes empresas B2B que seus clientes e potenciais clientes estão perguntando sobre seus esforços de sustentabilidade de RFPs. Uma empresa de software B2B vai tão longe a ponto de explicitamente colocar em seus critérios de aquisição que será dada preferência a organizações sustentáveis.
Uma grande fabricante de telecomunicações afirma que, em 2007, havia 50 RFPs (de cerca de 400), solicitando informações sobre as iniciativas de sustentabilidade da empresa. Em 2008 esse número era de 125 e, em 2009, está em vias de ser de mais de 200! Muitos clientes preocupam-se de quem compram, sejam eles consumidores ou corporações multi-bilhonárias.

6. Se fizermos afirmações sobre a sustentabilidade, seremos acusados de greenwashing
Enquanto existem algumas empresas que podem ser acusadas justamente de greenwashing, para muitas outras o medo de ser manchada desta maneira é muito exagerado.
Estas empresas estão se empenhando para melhorar o seu impacto de carbono, sem muito alarde. As empresas que estabelecem metas significativas, e as alcançam, têm todo o direito de contar seus sucessos.
Mas a transparência torna-se um elemento importante neste processo, não só por suas realizações, mas também para as falhas. Não há nada melhor para a construção da credibilidade de seu sucesso como admitir suas falhas. E como o item seguinte ilustra, em parceria com as ONGs podem ajudar a construir a credibilidade sobre algumas das reivindicações.

7. ONGs são nossos adversários
Muitas empresas pensam em ONGs como adversárias, e ficam muito felizes se não forem abordadas por elas. Contudo, esta é uma oportunidade perdida para beneficiar da sua experiência em abastecimento, tratamento de água e uma série de outras questões. Organizações como a WWF e a Conservation International servem como parceiros para promover os esforços de muitas empresas líderes de sustentabilidade.
Bonnie Nixon disse que a HP percebeu há muitos anos que tratá-las como adversários foi contraproducente e, agora, faz parcerias com diversas ONGs.
Suzanne Apple, Vice Presidente e diretora de gestão da WWF, diz que acolhe com satisfação a oportunidade de trabalhar com as empresas de forma "ganha-ganha", citando a Coca-Cola como um exemplo no qual a WWF ajuda a empresa a satisfazer as suas necessidades hídricas enquanto conserva a água doce mundialmente.

8. Não precisamos nos preocupar com a cadeia de abastecimento, porque não produzimos bens
Algumas empresas afirmam que, porque eles não produzem bens, não compram muito, e, portanto, não têm uma pegada de carbono significativa. Ou que seus produtos não consomem muita energia, assim o seu impacto ambiental é mínimo.
O Walmart é um excelente exemplo de uma empresa que não faz as coisas, ainda está desenvolvendo um índice para suas dezenas de milhares de fornecedores que medirá o impacto de carbono a partir de coisas que vendem para a empresa.
De acordo com Matt Kistler, Vice Presidente Sênior de Sustentabilidade no Walmart, 88% da área ambiental da empresa é voltada para sua cadeia de fornecimento, e apenas 12% está sob seu controle direto. Portanto, se a empresa vai atingir o seu objetivo de neutralidade de carbono, necessitará enfrentar a maioria das suas reduções em sua cadeia de abastecimento.
Observando uma grande empresa de softwares, descobriu-se que ele gasta bilhões de dólares em seus fornecedores, em tudo, desde computadores ao material de escritório para utilitários. Esta companhia pretende ser um líder em sustentabilidade, no entanto, tem ignorado a cadeia de abastecimento, porque acha que não é significativo para os seus objetivos de sustentabilidade. Com seu poder de compra, eles têm uma tremenda oportunidade para influenciar a cadeia de abastecimento e reduzir o seu impacto (indireto) do ambiente.
Estes são apenas alguns dos muitos mitos vistos no trabalho com grandes e pequenas empresas. Tal como acontece com estes oito, há uma abundância de evidências para dissipar os mitos para fora lá, mas a lição final é simples: as empresas que optam por fechar os olhos para os benefícios de se tornar mais sustentáveis estão se colocando numa posição de desvantagem competitiva imediata e possivelmente definir como objetivos para a regulação no longo prazo.
Por Agenda Sustentável

Guia da construção verde: Lixo !

                                                            Foto: paul goyette
De acordo com dados do IBGE, o Brasil produz todos os dias cerca de 230 mil toneladas de lixo. Desse volume, a metade (ou 125 mil toneladas) é produzida dentro das residências dos brasileiros.
Em um ano, essa soma ultrapassa os 45 milhões de toneladas de resíduos gerados apenas nas casas e apartamentos espalhados pelo país. Para piorar, apenas 2% de todo esse material é reciclado, levando os outros 98% a seguirem para lixões e aterros sanitários.
Mas algumas alternativas podem ajudar a minimizar esse problema. Se cada cidadão cuidar do lixo produzido em sua própria casa, uma grande quantidade de materiais pode deixar de se acumular e voltar a ter uma utilidade através da reciclagem.
Seja reciclável, orgânico, entulho ou tóxico, há sempre um destino mais sustentável para o lixo produzido em sua casa. Confira:
Entulho

                                                              Foto: Tadeu Pereira
Esse é o primeiro resíduo resultante de uma casa, até porque é gerado durante sua construção. Os resíduos de construção ou demolição podem gerar um forte impacto ambiental caso não seja descartado corretamente. O surgimento de aterros clandestinos, entupimento de sistemas de drenagem e assoreamento de rios, que agravam as enchentes, e favorecem a proliferação de mosquitos são alguns deles.
Esse material é de responsabilidade de quem o produziu, ou seja, do dono da obra, e a disposição inadequada é considerada crime ambiental. Por isso, tenha atenção neles desde o início da reforma. O primeiro passo é conscientizar-se de que entulho não é lixo, é um material nobre que pode e deve ser reciclado.
Materiais de alvenarias, concreto, argamassas e solos podem ser reutilizado na forma de agregados. Já restos de madeira, metal, plástico, papel e vidro podem ser reutilizados no próprio canteiro de obra ou encaminhados para reciclagem.
Em obras pequenas, que produzam até 50 kg diários de entulho, o material deve ser descartado junto com o lixo doméstico, desde que sejam acondicionadas em sacos de ráfia ou feitos de outro material resistente. Algumas cidades, como São Paulo, possuem locais de coleta de entulhos com volume de até um metro cúbico por pessoa. Nesses locais você pode descartar todos os resíduos da construção, desde cimento, tijolos, azulejos e madeiras até móveis velhos e sobras de podas de árvores.
Já em construções grandes, onde há uma grande quantidade de resíduos, é necessário contratar os serviços de uma empresa especializada em coleta e transporte de entulho para recolher o material e levá-lo a um local adequado. Nessa hora, certifique-se junto à prefeitura se a empresa está cadastrada e que o material será levado para locais apropriados e não para aterros clandestinos. Além disso, os equipamentos devem estar identificados e devem respeitar as leis de trânsito para o posicionamento na rua.
Reciclável
                                                                           
                                                                     Foto: Sxc
Depois de cuidar dos restos da obra, é a hora da mudança e de começar a rotina dentro da casa nova. Com isso, a produção de lixo continua, mas de outra forma. Agora é a vez de transformar tudo que consumimos dentro do lar em resíduo. As embalagens de alimentos, as sacolas plásticas vindas do supermercado, a etiqueta da roupa nova e o tapete estragado pelo cachorro são alguns dos objetos descartados no dia a dia.
Mas grande parte de todo esse lixo pode ser reciclado e a coleta seletiva é a forma mais eficiente de começar esse processo. Compre algumas lixeiras (de preferência com as cores dos materiais: amarelo para metal, azul para papel, verde para vidro e vermelho para plástico) e deixe-os em um local de fácil acesso a todos da casa.
Depois informe a todos sobre a novidade e estimule para que joguem cada material em seu respectivo coletor. Se você tiver filhos pequenos pode criar algumas brincadeiras que tornem a prática mais divertida e educativa, e se conviver apenas com adultos, pode deixar bilhetinhos colados nas demais lixeiras lembrando a todos que aquele lixo pode ser reciclado.
Lembre-se ainda de limpar os resíduos e retirar restos de alimentos antes de jogá-los nos coletores. Esses materiais poderão ficar por alguns dias sendo acumulados e a sujeira pode atrair animais e insetos.
Quando tiver uma quantidade considerável de recicláveis acumulados, basta levá-los a um centro de coleta ou entregá-los ao caminhão de coleta seletiva. Caso não tenha nenhum ponto de entrega perto de sua casa converse com seus vizinhos e tome providencias. Vocês podem ligar para um centro de reciclagem e solicitar a passagem do caminhão ou criar um ponto de coleta seletiva em sua rua.
Composteira
                                                                  
                                                            Foto: solylunafamilia
Outra parte do lixo produzido em casa é formada por materiais orgânicos. São sobras do almoço, cascas de frutas, restos de legumes e temperos que não foram utilizados no preparo das refeições, podas das plantas, entre outros.
Todo esse material é compostável e pode virar um excelente adubo para sua horta e jardim. Uma maneira de transformar esse lixo em composto orgânico é utilizando uma composteira.
Esses locais são formados por terra e restos orgânicos e auxiliam na decomposição desses materiais com a ajuda de minhocas, fungos, bactérias e outros microorganismos. Mas não pense que isso é algo anti-higiênico, esse processo natural pode ser feito até dentro de apartamento e não gera odores nem atrai animais.
Medindo corretamente as escalas é possível reciclar o lixo orgânico em qualquer lugar. Se for feita em casa, a compostagem pode reduzir até 50% de todo o lixo doméstico, diminuindo a quantidade de resíduos recolhido e enviado aos grandes aterros sanitários, além de gerar um material nutritivo que auxilia as plantas no seu desenvolvimento e crescimento, evita o surgimento de pragas e doenças e fornece nutrientes importantes para o solo.
Se você mora em casa com uma área externa, pode fazer uma composteira diretamente no solo. Depois de escolher um local (que deve ser de fácil acesso, com uma boa drenagem e protegido do sol e vento intenso), junte uma pilha com pequenas folhas, gramas e lixo de cozinha. Armazene esse material até que a pilha chegue a 15 ou 20 centímetros de altura.
Depois de montar a primeira camada, regue-a (sem encharcar) e cubra com cerca de cinco centímetros de adubo pronto ou terra. Essa material ajudará a manter o equilíbrio interno do composto, impedindo cheiros ruins e garantindo sua qualidade. Alterne os materiais orgânicos com terra ou adubo pronto, regue a compoteira regularmente e remexa o material todos os dias ou a cada dois dias.
À medida que você adiciona novas matérias orgânicas e remexe o composto, você estará misturando o lixo intacto com camadas parcialmente decompostas. O material decomposto assentará no fundo porque as partículas são menores. É dali que você deverá retirar o composto pronto.
Para avaliar se já está no momento certo, verifique se a temperatura está adequada (ela deve girar em torno de 38ºC) e se ainda é possível visualizar algum material parecido com o lixo que foi depositado (nesse caso, é melhor esperar mais um pouco). O volume do material também deve estar reduzido, a cor dever ser marrom escuro ou preto, a textura macia e o cheiro deve ser de terra.
Mas se você mora em uma casa pequena ou apartamento, a solução é um pouco diferente. Composteiras feitas para ambientes internos, como a Minhocasa, garantem que se lixo orgânico seja transformado em composto sem ocupar muito espaço ou gerar nenhum odor.
Confira o EcoD Básico sobre compostagem.
Outros resíduos

Foto: MetalPhoeniX
É importante lembrar ainda que outros materiais, como óleo de cozinha, pilhas e baterias, não podem ser descartados junto com o material reciclável, bem como na composteira ou no lixo comum.
Eles são altamente perigosos e podem causar danos ao solo, ar e lençóis freáticos caso sejam descartados de forma inadequada. Por isso, separe sempre esses materiais e leve-os para centros de coleta.
Pilhas e baterias podem se entregues em pontos do Papa-Pilha e celulares velhos podem ser descarados nas operadoras de telefonia móvel. Já na cozinha, guarde o óleo usado em garrafas ou recipientes fechados com tampa e envie-os para reciclagem. Várias ONGs e empresas se dedicam a essa coleta.

Usina São Francisco !

A Coomex, maior comercializadora de energia elétrica do País, inaugura no dia 22 de maio seu primeiro projeto na área de geração. A central geradora hidrelétrica (CGH) Santo Expedito, em Santa Maria do Oeste, no Paraná, que tem apenas 1MW de potência instalada, é o pontapé inicialda companhia para diversificar sua atuação. A obra pertence à holding Fênix Geração Hidráulica (FGH), na qual a Coomex tem 51% de participação.
"A gente conseguiu segmentar bem a comercialização, estamos crescendo bem. Está na hora de acelerar em projetos de geração que vão, no futuro, lastrear a comercialização da empresa. A ideia é de que algo em torno de um terço da energia que vendermos seja lastreado em energia própria", explicou ao Jornal da Energia o presidente da Coomex, José Amorim.
A CGH Santo Expedito levou apenas oito meses para iniciar a operação e já está gerando fluxo de caixa para a empresa. "Agora estamos procurando detentores de pequenos aproveitamentos, porque estamos com muito apetite para esse tipo de operação, com capacidade de entrega rápida", revelou Amorim. Segundo ele, há uma grande demanda pela energia dessas usinas, que tem incentivos para a venda no mercado livre. Segundo ele, mais três CGHs devem ser inauguradas ainda este ano pela companhia. E, no início de 2011, outros 10MW estão previstos para iniciar a operação.
Para ganhar espaço na geração, a Coomex está ampliando os investimentos no setor,com a entrada no mercado eólico, de biomassa e até mesmo cogitando a entrada na disputa por grandes hidrelétricas. A comercializadora já adquiriu 12% de participação no parque eólico Barra dos Coqueiros I (30MW), pertencente à Energen. No próximo leilão de renováveis, que contratará também usinas da fonte, a empresa terá 17% em um dos projetos inscritos, que tem uma capacidade instalada de 30MW.
Até por esse modelo de negócio visado pela companhia, Amorim destaca que o maior interesse é entrar na geração a biomassa e a gás. "A térmica agrega mais valor para nossa operação do que as gerações passivas, que aproveitam a força do vento, da água, e que você não tem poder de manobra", analisa o executivo. Ele afirma que a empresa espera terminar até abril o projeto de uma termelétrica a biomassa com capacidade instalada de 88MW. "Estamos estudando onde colocar a usina, onde há o maior potencial de crescimento. Os investimentos estão estimados em R$350 milhões", detalha o executivo. A intenção é colocar o empreendimento no próximo leilão de A-3, previsto para o segundo semestre, ou nos primeiros leilões de 2011.
A ideia é que a usina seja a primeira de uma série que contaria com outras quatro unidades para chegar a uma potência instalada total entre 450MW e 500MW. Ao mesmo tempo, a Coomex estuda a implantação de plantas a gás no litoral de São Paulo, nas proximidades da Bacia de Santos. "A oferta de gás vai ser expressiva nessa região em uns três anos e estamos nos preparando para nos tornarmos players da geração a gás", adianta Amorim. Ele diz que já há parcerias sendo formadas com foco inicial no lançamento de um projeto de usina com 550MW para a área.
Fonte: Jornal da Energia

Sustentabilidade ambiental é maior preocupação entre as empresas !

As questões relacionadas ao meio ambiente são as que mais preocupam as empresas. A conclusão é de uma pesquisa do L.O. Baptista Advogados com seus clientes.
O levantamento constatou que 75% das empresas procuram reduzir o consumo de recursos naturais, 60% utilizam materiais reciclados, além de incentivarem a reciclagem dos seus próprios resíduos e 55,5% procuram reduzir a produção de resíduos decorrentes de suas atividades.
Dessa forma, para o escritório, Estas informações demonstram que algumas medidas bem conhecidas de preservação do meio ambiente firmaram-se na cultura do empresariado.
Nas relações de trabalho, a pesquisa concluiu que as práticas de responsabilidade social ainda estão bastante vinculadas ao cumprimento das leis.
Práticas voltadas à saúde e à segurança dos trabalhadores são adotadas por 85% das empresas, enquanto apenas 30% afirmaram que permitem aos seus funcionários o acesso a informações da administração e sua participação em alguns tipos de deliberação da empresa, práticas que não são exigidas por lei.
Já em relação a doações, 52,5% das empresas afirmaram que fazem com uso de leis de incentivo fiscal.
Autor: Guilherme Barros

Dia Internacional de Histórias de Vida !



Você já parou para pensar que se soubéssemos sobre a vida da pessoa que está ao nosso lado, o mundo poderia ser outro?
É justamente esse o mote do Dia Internacional de Histórias de Vida, promovido pela Rede Internacional de Museus da Pessoa e o Center for Digital Storytelling no dia 16 de maio.
Para comemorar, o Museu da Pessoa estará promovendo a campanha “Espalhe 1 História”. A ação ocorrerá entre os dias 14 e 16 de maio, no intuito de mobilizar o maior número possível de internautas e, é claro, de histórias interessantes.
Durante a campanha, disponibilizaremos uma ampla programação online. Basta acessar o portal do museu e enviar uma história em formato de texto, áudio, vídeo ou foto. Se você for um bom contador, sua história poderá ganhar destaque na homepage do Museu da Pessoa ao longo do mês. Quem quiser, também pode participar pelo site oficial do programa, ausculti.org.
No Twitter (@museudapessoa), indique um blog ou site de histórias inspiradoras. Durante esse período, trechos dessas histórias serão retuitados para os seguidores do museu.
O que é o Dia Internacional de Histórias de Vida?
Criado em 16 de maio de 2008 pela Rede Internacional de Museus da Pessoa e o Center for Digital Storytelling, o Dia Internacional de Histórias de Vida é uma oportunidade para você e para a sua organização conhecerem e compartilharem histórias com outras pessoas no mundo. A comemoração reúne organizações, instituições, grupos e pessoas no intuito de valorizar as histórias de vida como forma de preservação da memória coletiva. Nos anos anteriores, mais de 200 organizações em 20 países do mundo realizaram ações para celebrar o Dia Internacional de Histórias de Vida, trazendo à luz incontáveis organizações e projetos voltados para o trabalho com histórias de vida. Fonte: www.museudapessoa.net