Usina São Francisco !

A Coomex, maior comercializadora de energia elétrica do País, inaugura no dia 22 de maio seu primeiro projeto na área de geração. A central geradora hidrelétrica (CGH) Santo Expedito, em Santa Maria do Oeste, no Paraná, que tem apenas 1MW de potência instalada, é o pontapé inicialda companhia para diversificar sua atuação. A obra pertence à holding Fênix Geração Hidráulica (FGH), na qual a Coomex tem 51% de participação.
"A gente conseguiu segmentar bem a comercialização, estamos crescendo bem. Está na hora de acelerar em projetos de geração que vão, no futuro, lastrear a comercialização da empresa. A ideia é de que algo em torno de um terço da energia que vendermos seja lastreado em energia própria", explicou ao Jornal da Energia o presidente da Coomex, José Amorim.
A CGH Santo Expedito levou apenas oito meses para iniciar a operação e já está gerando fluxo de caixa para a empresa. "Agora estamos procurando detentores de pequenos aproveitamentos, porque estamos com muito apetite para esse tipo de operação, com capacidade de entrega rápida", revelou Amorim. Segundo ele, há uma grande demanda pela energia dessas usinas, que tem incentivos para a venda no mercado livre. Segundo ele, mais três CGHs devem ser inauguradas ainda este ano pela companhia. E, no início de 2011, outros 10MW estão previstos para iniciar a operação.
Para ganhar espaço na geração, a Coomex está ampliando os investimentos no setor,com a entrada no mercado eólico, de biomassa e até mesmo cogitando a entrada na disputa por grandes hidrelétricas. A comercializadora já adquiriu 12% de participação no parque eólico Barra dos Coqueiros I (30MW), pertencente à Energen. No próximo leilão de renováveis, que contratará também usinas da fonte, a empresa terá 17% em um dos projetos inscritos, que tem uma capacidade instalada de 30MW.
Até por esse modelo de negócio visado pela companhia, Amorim destaca que o maior interesse é entrar na geração a biomassa e a gás. "A térmica agrega mais valor para nossa operação do que as gerações passivas, que aproveitam a força do vento, da água, e que você não tem poder de manobra", analisa o executivo. Ele afirma que a empresa espera terminar até abril o projeto de uma termelétrica a biomassa com capacidade instalada de 88MW. "Estamos estudando onde colocar a usina, onde há o maior potencial de crescimento. Os investimentos estão estimados em R$350 milhões", detalha o executivo. A intenção é colocar o empreendimento no próximo leilão de A-3, previsto para o segundo semestre, ou nos primeiros leilões de 2011.
A ideia é que a usina seja a primeira de uma série que contaria com outras quatro unidades para chegar a uma potência instalada total entre 450MW e 500MW. Ao mesmo tempo, a Coomex estuda a implantação de plantas a gás no litoral de São Paulo, nas proximidades da Bacia de Santos. "A oferta de gás vai ser expressiva nessa região em uns três anos e estamos nos preparando para nos tornarmos players da geração a gás", adianta Amorim. Ele diz que já há parcerias sendo formadas com foco inicial no lançamento de um projeto de usina com 550MW para a área.
Fonte: Jornal da Energia

Sustentabilidade ambiental é maior preocupação entre as empresas !

As questões relacionadas ao meio ambiente são as que mais preocupam as empresas. A conclusão é de uma pesquisa do L.O. Baptista Advogados com seus clientes.
O levantamento constatou que 75% das empresas procuram reduzir o consumo de recursos naturais, 60% utilizam materiais reciclados, além de incentivarem a reciclagem dos seus próprios resíduos e 55,5% procuram reduzir a produção de resíduos decorrentes de suas atividades.
Dessa forma, para o escritório, Estas informações demonstram que algumas medidas bem conhecidas de preservação do meio ambiente firmaram-se na cultura do empresariado.
Nas relações de trabalho, a pesquisa concluiu que as práticas de responsabilidade social ainda estão bastante vinculadas ao cumprimento das leis.
Práticas voltadas à saúde e à segurança dos trabalhadores são adotadas por 85% das empresas, enquanto apenas 30% afirmaram que permitem aos seus funcionários o acesso a informações da administração e sua participação em alguns tipos de deliberação da empresa, práticas que não são exigidas por lei.
Já em relação a doações, 52,5% das empresas afirmaram que fazem com uso de leis de incentivo fiscal.
Autor: Guilherme Barros

Dia Internacional de Histórias de Vida !



Você já parou para pensar que se soubéssemos sobre a vida da pessoa que está ao nosso lado, o mundo poderia ser outro?
É justamente esse o mote do Dia Internacional de Histórias de Vida, promovido pela Rede Internacional de Museus da Pessoa e o Center for Digital Storytelling no dia 16 de maio.
Para comemorar, o Museu da Pessoa estará promovendo a campanha “Espalhe 1 História”. A ação ocorrerá entre os dias 14 e 16 de maio, no intuito de mobilizar o maior número possível de internautas e, é claro, de histórias interessantes.
Durante a campanha, disponibilizaremos uma ampla programação online. Basta acessar o portal do museu e enviar uma história em formato de texto, áudio, vídeo ou foto. Se você for um bom contador, sua história poderá ganhar destaque na homepage do Museu da Pessoa ao longo do mês. Quem quiser, também pode participar pelo site oficial do programa, ausculti.org.
No Twitter (@museudapessoa), indique um blog ou site de histórias inspiradoras. Durante esse período, trechos dessas histórias serão retuitados para os seguidores do museu.
O que é o Dia Internacional de Histórias de Vida?
Criado em 16 de maio de 2008 pela Rede Internacional de Museus da Pessoa e o Center for Digital Storytelling, o Dia Internacional de Histórias de Vida é uma oportunidade para você e para a sua organização conhecerem e compartilharem histórias com outras pessoas no mundo. A comemoração reúne organizações, instituições, grupos e pessoas no intuito de valorizar as histórias de vida como forma de preservação da memória coletiva. Nos anos anteriores, mais de 200 organizações em 20 países do mundo realizaram ações para celebrar o Dia Internacional de Histórias de Vida, trazendo à luz incontáveis organizações e projetos voltados para o trabalho com histórias de vida. Fonte: www.museudapessoa.net

Brasil tem maior impacto ao ambiente, mostra estudo !

Um estudo publicado na revista científica Plos One na semana passada conclui que o Brasil é o País com maior impacto absoluto ao ambiente. Em segundo lugar estão os Estados Unidos e, em terceiro, a China. Tonga, na Polinésia, foi o melhor colocado.
Foram levados em conta aspectos como perda de florestas, uso de fertilizantes, ameaça à biodiversidade, emissões de gases de efeito estufa e qualidade da água. Os autores da pesquisa são ligados às universidades Princeton e Harvard (nos Estados Unidos) e Adelaide (na Austrália). "Nossos resultados mostram que a comunidade mundial tem de incentivar não só um melhor desempenho ambiental em países menos desenvolvidos, especialmente na Ásia, como também devem exigir que países mais ricos se concentrem no desenvolvimento de práticas mais amigáveis ao ambiente", afirmam os cientistas.
Convênio mapeará descarte de aparelhos
O Ministério do Meio Ambiente e o Compromisso Empresarial para a Reciclagem, vão assinar convênio para elaborar um diagnóstico para o recolhimento, em todo o País, de eletroeletrônicos ao final de sua vida útil. Também será lançado um site na internet que informará os consumidores sobre como devolver aparelhos eletroeletrônicos que não são mais usados e seu descarte correto. O Cempre, que tem varejistas e indústrias como associados, estimula projetos de reciclagem nas empresas e apoia cooperativas.

Coleta seletiva automática !

Equipamentos de coleta automática de recicláveis estão ganhando espaço nos Estados Unidos, melhorando a coleta e incentivando os consumidores a participarem da ação.

Se você mora em um estado que tem uma lei de recolhimento de garrafas, você encontrará Reverse Vending Machines (RVMs), em supermercados ou centros de reciclagem, que é uma maneira simples, limpoa e fácil de reciclar recipientes de bebidas usados.
Para os centros de reciclagem, RVMs fornecem uma plataforma simplificada para automatizar a coleta, triagem e compactação de materiais recicláveis.
Como a opinião pública apoia empresas com iniciativas de sustentabilidade, os consumidores estão começando a procurar as melhores opções de reciclagem. As universidades, os espaços de entretenimento, os parques público e os hospitais estão começando a procurar novas opções para programas automatizados de reciclagem.
Os depósito para reciclagem são um desafio em muitas instituições e espaços públicos. No entanto, falta o elemento interativo nas estações de coleta e capacidade de incentivar os locais que têm RVMs.
Muitas vezes, os consumidores não percebem a presença de um RVM ou jogam lixo não reciclável neles. Muitas organizações estão percebendo que para passar os seus programas de reciclagem para um novo nível, as máquinas automáticas de reciclagem podem ser uma forma eficaz tanto para incentivar as pessoas a reciclarem, mas também para demonstrar que a organização é séria sobre a redução do lixo e do estresse sobre os aterros.
A introdução de RVMs em instituições e espaços públicos é mostrar que a automação pode aumentar a taxa de reciclagem em instalações ocupadas. Com o tipo certo de disposições em vigor, RVMs pode até forjar uma ligação importante entre as empresas eo público, fornecendo soluções inovadoras para as máquinas para ajudar a pagar por si mesmos.
Limpando o Campus
No ano passado, a Sacred Heart University em Connecticut, estava buscando maneiras de eliminar o seu lixo, reduzir o volume gerado. Para enfrentar esses desafios, a universidade instalou RVMs para coletar as milhares de garrafas jogadas no lixo do campus todos os meses.
Para ajudar a financiar os equipamentos, a universidade conseguiu patrocínios com empresas de produtos de consumo. Os alunos e professores que destinavam as embalagens de plástico e as garrafas para a RVMs recebiam cupons para resgatar brindes com os patrocinadores, incluindo produtos da BIC e da Fujifilm, além de itens de serviços da universidade, como alimentos.
"Nosso programa anterior de reciclagem utilizava silos para coletar o material pelo campus, embora eficaz no sentido de incentivar a participação, não foi suficiente para fazer o trabalho, por isso, estávamos procurando uma solução mais interativa", diz Floyd Young, diretor de Operações das Instalações da universidade. O RVMs pode coletar até 20 recipientes por minuto e uma capacidade total de 500 recipientes por máquina, dependendo do material.
Na Fairfield University, também em Connecticut, um programa similar oferece aos estudantes a oportunidade de reciclar garrafas com uma RVM e em seguida obter um comprovante automático de seu crédito na sua universidade, no cartão "Stag", que pode ser usado para pagar alimentos, livros, lavanderia e outras despesas campus.
Entretenimento sustentável
O Dunkin Donuts Center, que hospeda eventos esportivos, concertos e outras atrações de entretenimento de grande porte, está usando RVMs como a peça central de um programa para melhorar a reciclagem na instalação. Os RVMs estão instalados nas áreas de alimentação, proporcionando ao público uma maneira limpa e fácil de se desfazer do seu vidro, plástico e embalagens de alumínio.
Essa nova iniciativa de reciclagem é em grande parte impulsionada pela pressão dos artistas que se apresentam no local.
"Muitos dos melhores artistas da atualidade estão insistindo em se apresentar em locais que prezam pela sustentabilidade e que tem programas de reciclagem", disse Larry Lepore da Dunkin 'Donuts Center . Ele acrescenta: "O RVMs também irá poupar US$ 1.400 em custos de transporte de lixo mensalmente."
O centro está usando o RVMs para interagir com seus clientes, oferecendo prêmios para incentivar a reciclagem. Cada reciclador ganha 100 bilhetes para participar dos próximos eventos e outros prêmios.
Redução do lixo em parques e espaços públicos
Os RVMs também estão sendo utilizados em parques nacionais e outros espaços públicos, para reduzir o volume de lixo e promover a responsabilidade ambiental entre os visitantes e na comunidade.
No Grand Forever Resorts 'Canyon Lodge North Rim, no Grand Canyon National Park, a pousada tem uma RVM instalada na borda do cânion e na área de camping, onde os clientes que reciclarem suas garrafas obtêm um aresgate em dinheiro pela ação.
Em outro exemplo, os RVMs são utilizados em espaços públicos para reduzir o lixo, como no Madison Square Park em Nova York, onde as máquinas foram temporariamente instaladas para uma série de concertos durante o dia, o que permitiu aos visitantes disporem de seu vidro, alumínio e embalagens plásticas de bebidas com uma chance de ganhar prêmios. Todo o dinheiro da venda do material foi doado para o Madison Square Park Conservancy, uma organização sem fins lucrativos que apoia o parque.
Hospitais
Todos os dias, os hospitais geram centenas de embalagens de plástico e recipientes de bebidas de alumínio, além de tabuleiros de refeição de pacientes .
O Milford Regional Medical Center, em Milford, Massachusetts e o New Haven Hospital Yale em New Haven, Connecticut recentemente adquiriram RVMs para melhorar os seus esforços de reciclagem de lixo, reduzir os custos e promover o transporte saudável e ambientalmente sustentáveis instalações.
De acordo com Joseph Boczanowski, diretor de instalações do Milford Regional Medical Center, os RVMs oferecer tecnologia limpa, com economia de espaço, fácil utilização pelo pessoal da alimentação, médicos e visitantes.
Vinculação de negócios a comunidades
O interesse na utilização de máquinas automáticas de reciclagem está crescendo, em grande parte devido ao fato de que elas máquinas são capazes de hospedar programas inovadores, promoções e captação de recursos que incentivam as pessoas a reciclar.
Os equipamentos são fáceis de instalar e manter, alguns modelos não têm necessidades elétricas especiais para funcionar, por isso eles são um elemento fácil para qualquer número de estabelecimentos.
Como as organizações e as instituições estão atendendo às demandas públicas para instalações mais amigáveis ao ambiente, as máquinas automáticas de reciclagem tem um papel fundamental a desempenhar na ligação entre o negócio e em suas comunidades, como eles trabalham juntos para um futuro mais verde.
Warren Stoll é vice-presidente de marketing e desenvolvimento de negócios da Tomra, que fornece soluções de reciclagem de embalagem de bebidas.

A receita Google de redução de energia !

Guru da “energia verde” no Google fala sobre três pontos chaves para aumentar a eficiências de datacenters nas empresas
Apesar do tamanho do Google, ou talvez por isso mesmo, a empresa está liderando o processo de redução no consumo de energia em seus datacenters. Na primeira semana de maio, durante a Green: Net Conference, que aconteceu em São Francisco, o guru da energia verde da empresa, Bill Weihl, compartilhou três segredos de sucesso que podem ser usados por outras empresas para aumentar a eficiência de seus datacenters.
As três chaves para o sucesso, disse Weihl, pouco têm a ver com tecnologia da informação em si, já que para cada watt de equipamento utilizado, há um outro watt utilizado para "overhead ", ou seja, para manter a infra-estrutura do prédio, (iluminação e de refrigeração, por exemplo). Encontrar maneiras de reduzir esse consumo de energia é um caminho muitas vezes esquecido pelos engenheiros das empresas.
1. Manter áreas quente e fria estão separadas. Um datacenter típico tem filas e filas de servidores, explicou Weihl, que eliminam ar quente pela parte de trás e têm um equipamento de ar refrigerado na frente. Basta alinhar os servidores para que as frentes e costas formem linhas de ar quente, alternando com fileiras de ar frio. Frequentemente, isto é feito usando uma cobertura plástica que cobre os corredores do servidor e pesadas cortinas de plástico, nas extremidades de acesso. Isto mantém o ar frio e o ar quente separados, reduzindo os custos de resfriamento.
2. Aumente o termostato. Como datacenters típicos não têm um bom controle sobre o fluxo de ar, eles precisam manter as temperaturas em 70º Fahrenheit (21ºC) ou menos, disse Weihl. O Google trabalha com seus centros em 80º Fahrenheit (26ºC) e sugere que eles podem ir além. Avalie a temperatura para o seu hardware. Se o servidor pode lidar com 90ºF (32ºC), ajuste o termostato para 85ºF ou 88ºF (29ºC e 31ºC, respectivamente), aconselhou.
3. Dê um descanso às chillers. Isto envolve usar ar fresco para refrigerar os servidores tanto quanto for possível e utilizar torres de resfriamento usando a evaporação da água para remover o calor, como o suor remove o calor do corpo humano. Além disso, Weihl aconselha aos outros empresários da informação a conhecerem a sua PUE (Power Usage Effectiveness), ou capacidade de uso efetivo de energia, uma métrica utilizada para determinar a eficiência energética de um datacenter.
A PUE é determinada dividindo o montante de energia introduzida no datacenter pela energia gasta para executar a infra-estrutura informática dentro do centro. Apesar da PUE de um datacenter típico variar entre 2,0 e 3,0, os centros do Google operam com uma PUE de cerca de 1,2. Weihl disse: "Um PUE de 1.5 ou menos deve ser possível com equipamentos melhores”.
A economia de energia vai além do datacenter que servem dentro de uma empresa. A maioria dos computadores atuais têm embutido o software de gerenciamento de potência, mas eles chegam ao usuário com essa tecnologia desativada, lembrou Weihl.
Fonte: Agenda Sustentável (http://www.agendasustentavel.com.br)
HSM Online