Stakeholder, esse desconhecido !

Interagir com os diversos públicos é o desafio para as empresas que querem manter relação de transparência com seus investidores e com a sociedade.
Acabou o “business as usual”. Ou seja, a maneira de fazer negócios e de gerir empresas mudou, e mudou muito para as organizações que pretendem se manter na ativa neste século XXI. Uma das transformações mais radicais está na forma como as empresas se relacionam com seus diversos públicos, ou stakeholders. Antes era simples decidir quais eram os grupos de interesse das empresas: resumiam-se a acionistas, funcionários, colaboradores e clientes. Hoje, definir quem são as pessoas e comunidades com as quais as empresas devem manter relações privilegiadas, quais opiniões são importantes e quais ações podem impactar de forma tangível ou intangível a empresa é um desafio ainda em aberto para muitas organizações.
Para muitos especialistas, a maior parte das empresas ainda não sabe como estabelecer um diálogo franco com seus stakeholders, diz o jornalista e consultor de empresas Fernando Rios: “É fácil quando a conversa é sobre dinheiro, com acionistas ou clientes, mas torna-se difícil quando envolve a sociedade”. As empresas, segundo Rios, não sabem ouvir as demandas sociais e, algumas vezes, não acreditam que tais demandas sejam legítimas ou tenham a ver com seu negócio. “Às vezes, é necessária uma intervenção da mídia para que as organizações cumpram seus deveres”, explica.
O jornalista e consultor em sustentabilidade Luciano Martins Costa menciona algumas dificuldades adicionais para que as empresas identifiquem claramente seus stakeholders. Para ele, em alguns setores esses personagens migram, trocam de posição em termos de relevância conforme a época do ano, ou conforme o estágio de um projeto ou produto. E cita como exemplo a relação entre grandes varejistas e seus clientes no momento de vendas maciças, como o Natal, e a natureza dessa relação no pós-venda. “No setor de mineração, como deve ser encarado e tratado quem vive numa favela à margem da ferrovia que transporta minérios? É um stakeholder? Como estabelecer e manter relações com ele e criar uma parceria para evitar acidentes que possam paralisar o fluxo de trens? Pouquíssimas empresas têm estratégias que contemplem essas sutilezas”, afirma.
Uma das maneiras consideradas mais eficazes de relacionamento com múltiplos públicos é estabelecer canais de comunicação de mão dupla. Vilmar Berna, um dos mais conhecidos jornalistas que cobrem temas socioambientais no Brasil, ganhador do prêmio Global 500 das Nações Unidas, vê na comunicação o calcanhar-de-aquiles desta relação. “Ainda há a cultura do ‘nada a declarar’, outras ainda acreditam na filantropia na relação com a sociedade, financiam projetos irrelevantes e acham que, com isso, estão comprando a lealdade de seus interlocutores”, explica. Para Berna, seria muito mais fácil se, ao errar, a empresa buscasse o diálogo com os públicos atingidos, montasse um sistema de monitoramento que incluísse a sociedade. “Isso cria um vínculo de confiança e respeito mútuo entre os stakeholders e os gestores da empresa”, explica.
Na construção de relatórios de sustentabilidade, uma das etapas é justamente o diálogo com os stakeholders. É parte do que os especialistas chamam de “materialidade” das ações relatadas. As empresas precisam validar aquilo que relatam junto a seus públicos, e este é um momento de muita expectativa e alguma tensão. Segundo Aron Belinky, também consultor em responsabilidade social, existe falta de preparo das organizações na hora de ouvir. “Algumas vezes a empresa ouve, mas não sabe o que fazer com a mensagem que recebeu, outras vezes as pessoas encarregadas de ouvir não gostam do que escutam e engavetam a mensagem”, explica. Ele acredita que as empresas não veem nessas práticas uma distorção e que “elas são normalmente explicadas com chavões do tipo ‘não podemos prejudicar nossas metas’, ou ‘o que foi dito não era importante’”, conta, com a experiência de quem já participou de centenas de reuniões com empresas.
Para o professor Evandro Ouriques, coordenador do Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a questão das relações entre a empresa e seus públicos é cultural. “É preciso mudar as mentes para que as pessoas comecem a pensar de forma diferente nos processos de relacionamento e tomada de decisões”, diz. Ele criou uma metodologia de trabalho chamada Gestão da Mente Sustentável, em que procura alinhar palavras a atos concretos. Dessa forma as pessoas e empresas passam a atuar com foco mais objetivo e com maior possibilidade de sucesso. Ele acredita que uma interação organizada a partir de fatos e atitudes pode ser mais eficiente do que simplesmente discursos e intenções.
O fato é que as empresas estão muito despreparadas para incorporar opiniões contrárias aos seus interesses e reagir de forma positiva em relação a elas. Esse certamente é o grande avanço necessário nos próximos anos, e os relatórios de sustentabilidade jogam o tema sobre a mesa. Empresas inteligentes vão perceber que, antes de críticas, as opiniões contrárias são importantes dicas de como agir em um mercado em constante mutação. (Envolverde)
Material produzido em parceria pela Envolverde e pela revista Razão Contábil.
(Envolverde/Razão Contábil)

Balada verde !

O primeiro clube noturno ecologicamente correto do Reino Unido abrirá as portas no próximo dia 10, no Bar Surya, em Londres. A notícia é do tablóide britânico Daily Mail. A maior atração da casa é a pista de dança, que, embalada pelo bate-pé dos baladeiros, ativa geradores capazes de fornecer 60% da energia elétrica do local. O clube também vai reciclar a água utilizada e servir drinks orgânicos. A entrada vai custar 10 libras (R$ 31,60), mas quem chegar a pé, de bicicleta ou transporte público entra de graça.
Novidade? Nem tanto. Em setembro, Roterdam, na Holanda, também terá seu clube com pista geradora de energia elétrica. Mais um sinal de que iniciativas verdes podem ajudar muitas empresas a ganhar visibilidade e se diferenciar da concorrência.
Fonte: Papo do Empreendedor

E.U.A reconhecem a eficiência do etanol brasileiro

Agência ambiental do governo dos Estados Unidos reconhece eficiência do etanol brasileiro. Para cientistas, decisão aumenta ainda mais a necessidade de investimentos em pesquisas sobre biocombustíveis
A Agência Norte-Americana de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) anunciou que o etanol brasileiro de cana-de-açúcar reduz as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em 61% em relação à gasolina – o que o caracteriza como um “biocombustível avançado”.
O reconhecimento da EPA – que abre o mercado norte-americano e mundial para o etanol brasileiro e deverá contribuir para a redução das tarifas de importação impostas ao produto pelo governo dos Estados Unidos – aumenta ainda mais a necessidade de investimentos em pesquisas relacionadas ao biocombustível no Brasil, segundo pesquisadores.
“O governo dos Estados Unidos reconheceu algo que já estava bem claro para a comunidade científica. Trata-se de uma excelente notícia para o etanol brasileiro, pois a disponibilidade de um biocombustível avançado comercialmente viável é um elemento importante para a estratégia norte-americana de redução de emissões de GEE [gases de efeito estufa]. No entanto, a provável abertura do mercado criará uma demanda que só poderá ser suprida se tivermos um grande avanço tecnológico”, disse Luís Augusto Barbosa Cortez, professor titular da Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Segundo Cortez, a necessidade de aumento da produção poderá ter tal magnitude que somente seria possível de ser realizada com investimentos em pesquisa para o aprimoramento do etanol de primeira geração e para o desenvolvimento da produção de etanol celulósico – que deverá aumentar a produtividade sem expansão da área plantada de cana-de-açúcar.
“Essa boa notícia precisa ser acompanhada de investimentos para que o etanol tenha melhores indicadores, como custo de produção, redução de consumo de fertilizantes, produtividade agroindustrial, condições de trabalho no campo e redução de queimadas. A sustentabilidade do etanol tem que ser considerada em suas dimensões ambientais, sociais e econômicas”, disse.
Cortez, que é coordenador adjunto de Programas Especiais da FAPESP, coordena o Projeto de Pesquisa em Políticas Públicas da Cadeia Cana-Etanol (Diretrizes de Políticas Públicas para a Agroindústria Canavieira do Estado de São Paulo), apoiado pela Fundação e voltado para as rotas tecnológicas para a produção do etanol.
De acordo com avaliação feita pela União da Indústria de Cana-deAçúcar (Unica), a decisão da EPA abre o mercado para a entrada de 15 bilhões a 40 bilhões de litros de etanol brasileiro nos Estados Unidos até 2022. A nova legislação norte-americana estabelece que o consumo mínimo de biocombustíveis deve ser de mais de 45 bilhões de litros anuais e, até 2022, esse volume deverá ser elevado para até 136 bilhões de litros.
“A decisão não abre o mercado apenas nos Estados Unidos, mas em todo o mundo, porque a EPA é reconhecida em todos os países e o etanol brasileiro provavelmente ganhará importância nas estratégias de redução de emissões de todos eles”, disse Cortez.
O pesquisador também coordena estudos sobre expansão da produção de etanol no Brasil visando à substituição de 10% da gasolina no mundo em 2025 por etanol de cana-de-açúcar, feitos pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e pelo Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe), da Unicamp.
Para ser considerado um biocombustível avançado, o produto deve reduzir as emissões de GEE em pelo menos 40% em relação à gasolina. Artigos científicos indicaram que a redução do etanol brasileiro variava entre 60% e 90%, dependendo da metodologia de estudo. O etanol de milho norte-americano, em comparação, produz redução de cerca de 15%.
“Que eu saiba, por esse critério, não há nenhum outro biocombustível avançado comercialmente viável. O biodiesel europeu, que tem melhor desempenho, proporciona reduções na faixa de 20% a 30%. Os norte-americanos têm esperanças de conseguir essa classificação para o etanol de segunda geração, mas ele ainda não é comercial e quando estiver sendo produzido ainda será muito caro”, afirmou Cortez.
Aumento da produção
O professor da Feagri-Unicamp explica que o reconhecimento da EPA certamente ajudará a derrubar a tarifa de importação do etanol brasileiro nos Estados Unidos, que está estabelecida até o fim de 2010 em US$ 0,54 por galão.
A tarifa, estabelecida para proteger os produtores de etanol de milho nos Estados Unidos, é considerada um grande obstáculo para o produto brasileiro. Mas, segundo o cientista, o ideal é que elas sejam diminuídas gradativamente, com a criação de tarifas diferenciadas.
“Com essas tarifas eles protegem os fazendeiros, mas não reduzem as emissões o suficiente. Esse protecionismo é incoerente com as estratégias ambientais e deverá ser revisto. Mas é preciso que essa redução aconteça paulatinamente para que a indústria brasileira tenha tempo para se preparar para a imensa demanda que será gerada. Se a redução for repentina, isso poderá levar ao desabastecimento”, disse.
O reconhecimento da EPA do etanol brasileiro como biocombustível avançado não basta para que ele seja integrado à estratégia norte-americana, segundo Cortez.
“Para optar de fato pelo nosso etanol, eles precisarão analisar se o Brasil é um fornecedor seguro. O único jeito de garantir isso é aumentar a produção. Hoje, sabemos que uma simples alta na exportação do açúcar já é capaz de afetar o fornecimento de etanol no Brasil”, afirmou.
Cortez ressalta que hoje os Estados Unidos consomem cerca de 560 bilhões de litros de etanol por ano, enquanto o Brasil consome aproximadamente 40 bilhões de litros.
“Se o mercado norte-americano começar a demandar uma quantidade importante como 5 ou 10 bilhões de litros por ano, isso vai afetar significativamente o mercado brasileiro. Esse mercado é muito sensível ao preço do açúcar em nível internacional e ao consumo de álcool em nível interno”, destacou.
Fonte: Agência FAPESP.

Começa o Show Rural Coopavel !

Começa hoje (08/02) o maior evento de difusáo tecnológica da América Latina, o Show Rural Coopavel. Em sua 22ª edição,o evento segue até sexta feira (12/02). Segundo os organizadores, sustentabilidade é a palavra da ordem em 2010.
De acordo com Dilvo Grolli, diretor presidente da Coopavel, a agropecuária deve continuar produzindo mais, porém, com foco voltado às ações preservacionistas. "Neste contexto do Show Rural, a sustentabilidade está implicita na quase totalidade dos 242 expositores do evento", afirmou.
São esperados mais de 150 mil visitantes. Para Grolli, o cenário atual do agronegócio é otimista, o que deve refletir no sucesso do evento.
A Gessulli Agribusiness também marca sua presença no Show Rural Coopavel 2010. Localizada no estande 06 do pavilhão de suinocultura, a empresa está focada na divulgação da AveSui América Latina 2010 e da Aquafair 2010. As revistas Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial também estão circulando durante o evento, difundido informações importantes da cadeia de aves e suínos e destacando nossos parceiros.

2º CIEPG - 27 a 29 de maio !

O 2º Congresso Internacional de Educação de Ponta Grossa - Paraná  acontecerá nos dias 27, 28 e 29 de Maio de 2010.

Calendário:
De 04/02/2010 a 04/03/2010
Chamada de Trabalhos

Dia 11/05/2010
Divulgação dos Artigos Aprovados

De 27/05 a 29/05/2010
2º CIEPG-Apresentação de Trabalhos e Pôsteres

TEMA:
Educação, Trabalho e Conhecimento: desafios dos novos tempos


EIXOS TEMÁTICOS
1. Avaliação da Aprendizagem Escolar
2. Currículo
3. Educação e meio ambiente

4. Educação e movimentos sociais
5. Educação e tecnologias da informação e comunicação (TICs)
6. Educação, inclusão e diferenças
7. Educação, sociedade e cultura
8. Educação, trabalho e ensino profissionalizante
9. Estado, Políticas públicas e educação
10. Organização e administração do trabalho docente
11. Práticas de ensino de conteúdos específicos
12. Profissão docente e formação de educadores


Mais informações: http://.isapg.blogspot.com

Empreendedores precisam estar preparados para a sustentabilidade, diz especialista !

Em entrevista à Pequenas Empresas & Grandes Negócios, a coordenadora técnica do Programa de Responsabilidade Social no Varejo da Fundação Getulio Vargas (FGV), Roberta Cardoso, dá exemplos de como as pequenas e médias empresas podem se tornar mais sustentáveis
Por Ana Cristina Dib
Especialista em responsabilidade social no varejo, Roberta Cardoso dá dicas sobre como adotar práticas mais sustentáveis na empresa
Doutora em administração e coordenadora técnica do Programa de Responsabilidade Social no Varejo da Fundação Getúlio Getulio Vargas (FGV), Roberta Cardoso é uma das defensoras de práticas sustentáveis pelas empresas varejistas. Em entrevista à Pequenas Empresas & Grandes Negócios, a doutora diz que nos próximos anos a tendência é ocorrer uma conscientização dos consumidores, que estarão em busca de produtos e serviços que não agridem o meio ambiente. “A mudança vai acontecer gradualmente e os empreendedores precisam estar preparados para elas”.
Que dicas você dá para empresas que querem ser sustentáveis e não sabem por onde começar?
É interessante começar pelo público interno. Explicar para os funcionários o que é sustentabilidade, dizer que a questão vai além de cuidar do meio ambiente, ensinar formas de ser mais sustentável na vida pessoal e dentro da empresa. Feito isso, pode-se começar a desenvolver alguns projetos como, por exemplo, coleta pós-consumo e reciclagem. Dar oportunidade a fornecedores locais para gerar renda local e diminuir a emissão de Co2 também é um bom início.
Quais são os principais desafios para as empresas se tornarem sustentáveis?
O primeiro deles é a massificação dos produtos. Mudança de cultura também é um impasse. Porque para haver sustentabilidade dois elementos são necessários: tecnologia, que possibilita fazer mais com menos, e a mudança de hábito, o que é mais complicado porque mexe com a mentalidade das pessoas e com estilo de vida. De qualquer forma, acho que temos feitos avanços. Muitos consumidores já estão sensibilizados. Há três anos, quando eu ia fazer compras e recusava sacolas, as pessoas achavam estranho. Hoje é um comportamento normal
A sociedade atual é muito consumista e a sustentabilidade prega consumir apenas o necessário. Como vai se dar essa mudança de comportamento e de escolha da população?
O estilo de vida das pessoas vai mudar e a legislação será precisa e eficiente. Na verdade, certos abusos vão começar a ficar caros. A taxa do lixo aplicada em São Paulo é uma tendência, medidor individual de água nos prédios é outra. Desperdiçar recursos vai sair caro porque tem um impacto muito grande. As pessoas vão ter que reduzir ou modificar a forma de consumo. Não há outra saída.
Não corre o risco das empresas terem seus lucros diminuídos?
Não. O que vai acontecer é uma mudança na forma de consumo. Vamos consumir mais serviços. Muitos produtos vão ser de propriedade das empresas e terão vida útil maior. O site Susteintable Everyday apresenta algumas soluções interessantes. Por exemplo, ao invés de todas as casas terem máquina de lavar e secadora, lavanderias comunitárias serão instaladas nos prédios, em condomínios ou em regiões. O usuário paga pelo serviço. O empresário precisa estar atento a essas mudanças, saber que elas estão acontecendo e encontrar novas oportunidades de negócio que certamente vão surgir. Fecham-se algumas portas, mas abrem-se outras. A mudança vai acontecer gradualmente e os empreendedores precisam estar preparados para elas.
Fonte: Revista PEGN

Critérios de sustentabilidade são incorporados às licitações do governo federal !

Uma das exigências é a comprovação da origem da madeira para evitar o emprego de madeira ilegal na execução da obra ou serviço.
A aquisição de bens e a contratação de obras e serviços pelos órgãos do governo federal terão que seguir critérios de sustentabilidade. O ministério do Meio Ambiente participou da elaboração da Instrução Normativa do Ministério do Planejamento, publicada na terça, dia 26, no Diário Oficial da União, que define as regras das compras governamentais sustentáveis que envolvem os processos de extração ou fabricação, utilização e o descarte de produtos e matérias-primas.
De agora em diante, as obras públicas serão elaboradas visando a economia da manutenção e operacionalização da edificação, redução do consumo de energia e água, bem como a utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental.
A Instrução Normativa também prevê, no caso das obras públicas, a utilização de sistemas de reuso de água e energia, procedimentos para reduzir o consumo de energia, utilização de materiais reciclados, reutilizáveis e biodegradáveis e redução da necessidade de manutenção, além do uso de energia solar. Outra exigência é a comprovação da origem da madeira para evitar o emprego de madeira ilegal na execução da obra ou serviço.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE